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Trabalhadores se mobilizam contra ataque a direitos

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Após a Greve Geral do dia 28 de maio, que levou para as ruas milhares de trabalhadoras e trabalhadores em todo o país, um novo chamado aponta para a necessidade de continuar as mobilizações para impedir o progresso das medidas nefastas do governo Temer no Congresso Nacional.
Nove centrais sindicais e movimentos sociais discutiram ações contra a reforma trabalhista, que está na agenda dos parlamentares, e as já aprovadas reforma da Previdência e Lei da Terceirização, além da defesa dos direitos com atos e paralisações de diversas categorias.
Outro encaminhamento debatido pelas centrais foi organizar atividades também para o segundo semestre deste ano. As centrais voltarão a se reunir na primeira semana de julho.
Na sexta-feira, 30, as manifestações devem ocorrer de acordo com as deliberações de cada setor, a partir de assembleias que avaliem as realidades locais.
Em Vitória da Conquista, o Fórum Sindical Popular, que o SEEB/VC faz parte e tem sido responsável por organizar as mobilizações contra as reformas acontecidas até o momento, se reunirá nesta quarta-feira (28) para encaminhar uma atividade para o dia 30, com objetivo de dialogar com os trabalhadores para sensibilizar sobre a importância da participação nas lutas contra retirada de direitos.
Em assembleia extraordinária realizada nesta terça-feira (27), convocada pelo Sindicato para encaminhar sobre a participação da categoria no movimento, não foi possível deliberar pela paralisação por conta do número reduzido de bancárias e bancários presentes.
No entanto o Sindicato participará das atividades que serão organizadas pelo Fórum em Vitória da Conquista. “Neste atual cenário é fundamental que desperte em nós a importância da luta contra os retrocessos que estão sendo impostos pelo governo. Não podemos esperar que os problemas sejam resolvidos sem a participação efetiva da base no enfrentamento. Se não estivermos atentos, retornaremos às precárias relações de trabalho que foram superadas com a organização da luta de nossa classe”, ressalta Paulo Barrocas, presidente do SEEB/VCR.

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