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	<title>Ascom, Autor em Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
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		<title>Negociação da Cassi avança com proposta de aporte de R$ 2,288 bilhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2026 13:12:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Banco do Brasil propõe assumir 60% dos recursos necessários para recomposição das reservas A 11ª rodada de negociações sobre o custeio da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), realizada nesta quinta-feira (29), em Brasília, registrou avanços importantes na busca por uma solução para a recomposição das reservas da entidade. Após sucessivas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>Banco do Brasil propõe assumir 60% dos recursos necessários para recomposição das reservas</h3>
</div>
<div class="news-details__image"></div>
<div><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-73703 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/10/soucassi.jpg" alt="" width="1680" height="1080" /></div>
<div>
<p class="Corpo">A 11ª rodada de negociações sobre o custeio da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), realizada nesta quinta-feira (29), em Brasília, registrou avanços importantes na busca por uma solução para a recomposição das reservas da entidade.</p>
<p>Após sucessivas rodadas de negociação, o Banco do Brasil apresentou uma proposta de aporte extraordinário de R$ 2,288 bilhões, comprometendo-se a assumir 60% desse montante, o equivalente a aproximadamente R$ 1,373 bilhão. Os 40% restantes, correspondentes a R$ 915 milhões, seriam de responsabilidade dos titulares do Plano de Associados.</p>
<p>A proposta representa um passo importante para enfrentar as necessidades financeiras da Cassi e criar condições para a continuidade das discussões sobre um novo modelo de custeio, capaz de assegurar sua sustentabilidade no longo prazo.</p>
<p>Para Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil, o avanço é resultado da mobilização e da atuação das entidades representativas na mesa de negociação. “Conseguimos avançar em um ponto fundamental, que é a participação do Banco do Brasil na recomposição das reservas da Cassi. A proposta de o banco assumir 60% do aporte representa um compromisso importante, mas também é resultado da pressão e da atuação das entidades, que estão defendendo os interesses dos associados e a preservação da nossa Caixa de Assistência”, destaca.</p>
<h2><strong>ATUAÇÃO DAS ENTIDADES REDUZ IMPACTO PARA OS ASSOCIADOS</strong></h2>
<p>A proposta inicial do Banco previa que a parcela de responsabilidade dos associados fosse distribuída em 13 meses, a partir de dezembro de 2026. Nesse formato, a contribuição extraordinária representaria um acréscimo equivalente a 50% do valor atualmente pago por cada titular.</p>
<p>Preocupadas com o impacto dessa cobrança sobre o orçamento das famílias, as entidades representativas do funcionalismo defenderam a ampliação do prazo de pagamento para 18 meses.</p>
<p>Após a suspensão temporária da reunião para avaliação da reivindicação, o Banco concordou com a proposta apresentada pelas entidades.</p>
<p>Com a alteração, o acréscimo mensal passa de 50% para 32% da contribuição atual, reduzindo o impacto imediato sobre o orçamento dos associados. “Essa redução é muito importante para os funcionários da ativa, aposentados e pensionistas. Sabemos que qualquer contribuição adicional pesa no orçamento das famílias. Por isso, defendemos desde o início que o pagamento fosse distribuído em um prazo maior. A ampliação para 18 meses diminui o impacto mensal e demonstra a importância de uma negociação firme e comprometida com os associados”, afirma Fernanda.</p>
<p>O resultado demonstra a importância do diálogo e da atuação conjunta das entidades na defesa dos interesses do funcionalismo.</p>
<h2><strong>APORTE EMERGENCIAL NÃO SUBSTITUI SOLUÇÃO DEFINITIVA</strong></h2>
<p>Durante as negociações, os representantes das entidades ressaltaram que a recomposição das reservas é uma medida necessária e urgente, mas não pode ser confundida com uma solução definitiva para os desafios financeiros da Cassi.</p>
<p>Foi reconhecido o esforço da administração da Caixa de Assistência na gestão dos recursos disponíveis, permitindo que a instituição mantivesse suas atividades e obrigações até o momento.</p>
<p>Entretanto, a sustentabilidade da Cassi exige mais do que medidas extraordinárias. É indispensável avançar na construção de um modelo de custeio equilibrado, duradouro e capaz de acompanhar a evolução das despesas assistenciais, preservando a qualidade do atendimento e a capacidade contributiva dos associados.</p>
<p>“Não podemos tratar esse aporte como uma solução definitiva. Ele é necessário para recompor as reservas e garantir a continuidade da assistência, mas precisamos avançar na discussão de um modelo de custeio sustentável. A Cassi é um patrimônio dos funcionários do Banco do Brasil e precisa de condições para continuar oferecendo atendimento de qualidade, tanto para quem está na ativa quanto para aposentados e pensionistas”, ressalta a coordenadora da Comissão de Empresa.</p>
<p>Nesse sentido, ficou estabelecido que, caso a proposta de aporte seja aprovada, será instalada, no início de dezembro, uma comissão encarregada de discutir os critérios e princípios de um novo estatuto.</p>
<p>A previsão é que os trabalhos sejam concluídos até o final do primeiro semestre de 2027, quando a proposta deverá ser submetida à deliberação do corpo social.</p>
<h2><strong>ASSOCIADOS TERÃO A PALAVRA FINAL</strong></h2>
<p>A proposta negociada ainda depende da aprovação dos associados da Cassi. A Caixa de Assistência disponibilizará um simulador para que cada associado possa consultar o valor de sua contribuição durante o período do aporte extraordinário.</p>
<p>A consulta ao corpo social está prevista para ocorrer entre os dias 18 e 25 de novembro de 2026. Antes disso, deverá ser firmado um memorando de entendimento formalizando os critérios negociados.</p>
<p>Se aprovada, a contribuição extraordinária dos associados terá início em dezembro de 2026, com pagamento distribuído em 18 meses.</p>
<p>Já a parcela de responsabilidade do Banco do Brasil será aportada em duas etapas, previstas para dezembro de 2026 e janeiro de 2027. “A decisão final é dos associados, que precisam ter todas as informações para avaliar a proposta. Nosso papel é garantir transparência, esclarecer os impactos e continuar acompanhando as negociações. A luta não termina com a aprovação do aporte: precisamos assegurar um modelo de custeio que preserve a Cassi e o direito à assistência à saúde de todos os seus associados”, conclui Fernanda Lopes.</p>
<p><em><strong>Fonte: Contraf</strong></em></p>
</div>
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		<item>
		<title>MTE e TST anunciam medidas contra perseguição a trabalhadores que votaram em Lula</title>
		<link>https://bancarios.com.br/mte-e-tst-anunciam-medidas-contra-perseguicao-a-trabalhadores-que-votaram-em-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2026 13:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após mais de 1.140 denúncias em três dias depois do segundo turno, órgãos anunciam fiscalização prioritária e ações contra demissões e ameaças por escolha política O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e o Tribunal Superior do Trabalho (TST) anunciaram, na tarde desta quarta-feira (28), medidas para investigar e punir retaliações contra trabalhadores por suas &#8230;</p>
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<div class="col-xs-12 col-lg-10 col-md-10 col-lg-offset-1 col-md-offset-1">
<h3 class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">Após mais de 1.140 denúncias em três dias depois do segundo turno, órgãos anunciam fiscalização prioritária e ações contra demissões e ameaças por escolha política</h3>
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<div class="dd-m-icon__group-icons"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-73699 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/10/systemuploadsnewsb0ada010e76ec810d21-700x460xfit-cd24a.png" alt="" width="700" height="460" /></div>
<div>
<p>O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e o Tribunal Superior do Trabalho (TST) anunciaram, na tarde desta quarta-feira (28), medidas para investigar e punir retaliações contra trabalhadores por suas escolhas políticas. A iniciativa ocorre após denúncias de demissões, ameaças e discriminação contra eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva, vencedor do segundo turno das eleições de 2026.</p>
<p>Em apenas três dias após a votação, o Ministério Público do Trabalho (MPT) recebeu mais de 1.140 denúncias de violações da liberdade política nas relações de trabalho. O total neste processo eleitoral chegou a cerca de 3.080 registros. Os relatos incluem pressão sobre empregados, recusa de contratação por preferência eleitoral e chamados nas redes sociais a boicotes contra autônomos e pequenos negócios. <em>(Veja alguns casos ao final da matéria)</em></p>
<p>Em entrevista coletiva em Brasília, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, anunciou uma força-tarefa com prioridade para a fiscalização dessas denúncias nos estados. As providências incluem medidas para reintegrar trabalhadores demitidos e responsabilizar empregadores. O TST dará tramitação preferencial aos processos, e o MTE estuda criar uma “lista suja” de empresas com prática comprovada de assédio eleitoral.</p>
<p>“O trabalhador, assalariado ou não, empresta sua força de trabalho para o empregador. Ele não empresta sua alma”, afirmou o presidente do TST, ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho. Segundo ele, a relação de trabalho não retira do cidadão o direito de escolher seus representantes nem permite ao empregador interferir nessa decisão.</p>
<p>A demissão por escolha política é uma prática discriminatória, proibida pela Lei nº 9.029/1995. As empresas podem ser obrigadas a reintegrar ou indenizar o trabalhador, além de sofrer multas e restrições a financiamentos em instituições financeiras oficiais. Conforme os fatos apurados, ameaças e perseguições também podem levar à responsabilização criminal.</p>
<p>Marinho afirmou que a atuação protegerá os trabalhadores independentemente de sua posição política. “Não podemos aceitar que um trabalhador seja pressionado, seja vitimado por demissão ou por não contratação”, declarou.</p>
<p>O MPT esclareceu que as denúncias abrangem diferentes condutas e ainda serão investigadas. Os números apresentados não correspondem apenas a demissões nem representam um total de irregularidades já comprovadas.</p>
<p>Aos trabalhadores e trabalhadoras vítimas de dicriminação, Marinho orientou procurar seus sindicatos e denunciar ao MTE ou ao MPT. Estão disponíveis o <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/servicos/trabalhador/denuncia-de-assedio-eleitoral?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener">canal de denúncias do MTE</a>, o canal das <a href="https://centraissindicais.org.br/ae/" target="_blank" rel="noopener">centrais sindicais</a> e o <a href="https://mpt.mp.br/assedio-eleitoral" target="_blank" rel="noopener">canal de assédio eleitoral do MPT</a>. Mensagens, vídeos, comunicados e testemunhas podem ajudar na investigação.</p>
<p><strong>Fiscalização e reintegração</strong></p>
<p>Marinho anunciou que os auditores e auditoras fiscais do trabalho nos 26 estados e no Distrito Federal darão prioridade à apuração das denúncias de assédio eleitoral. A força-tarefa envolverá também a Secretaria de Relações do Trabalho e as unidades estaduais do ministério.</p>
<p>Ao receber uma denúncia concreta, o MTE poderá convocar a empresa para uma mesa de conciliação, com participação do sindicato e do trabalhador envolvido. Nos casos de dispensa discriminatória, a atuação buscará a reintegração ou a indenização da vítima, conforme as providências cabíveis.</p>
<p>A fiscalização poderá lavrar autos de infração. As informações serão compartilhadas com o MPT e a Advocacia-Geral da União (AGU) para outras medidas, inclusive judiciais.</p>
<p>Marinho criticou o uso do emprego como instrumento de punição eleitoral. Para o ministro, “ameaçar o sustento de um trabalhador e de sua família por causa de uma escolha política é uma forma grave de retaliação”.</p>
<p>Ele também associou os episódios à disseminação de ódio e preconceito por lideranças políticas. Segundo Marinho, empresários não podem transferir essa hostilidade para a relação com seus empregados.</p>
<p><strong>TST alerta para impacto econômico das punições</strong></p>
<p>Na Justiça do Trabalho, os processos sobre assédio eleitoral terão tramitação preferencial. Vieira de Mello Filho informou que os magistrados, mobilizados em regime de plantão desde 1º de agosto, continuarão nessa atuação até o fim do ano, com possibilidade de prorrogação para o ano seguinte. Os presidentes dos tribunais serão comunicados sobre os procedimentos.</p>
<p>O presidente do TST advertiu que as empresas assumem um risco econômico expressivo ao perseguir trabalhadores. Além da reparação dos danos, citou a possibilidade de suspensão de crédito.</p>
<p>“Os processos serão ajuizados com devido processo legal, contraditório, ampla defesa, mas a consequência não será modesta”, afirmou.</p>
<p>Para o ministro, a subordinação existente na relação de trabalho não pode ser estendida à cidadania. O empregado não se torna parte da propriedade da empresa nem perde o direito de decidir quem deseja eleger.</p>
<p>“O trabalhador cidadão tem o direito de exercer a sua escolha política, independente de para quem ele trabalha”, disse.</p>
<p>Vieira de Mello Filho explicou que trabalhadores autônomos também poderão buscar a Justiça do Trabalho nas questões relativas à prestação de serviços. Pequenos empresários atingidos por boicotes poderão recorrer ao Ministério Público estadual para as providências cabíveis de reparação.</p>
<p><strong>Restrição de crédito e “lista suja”</strong></p>
<p>Marinho anunciou que o ministério estuda criar uma “lista suja” de empresas com prática comprovada de assédio eleitoral. A proposta ainda será analisada.</p>
<p>Segundo a equipe da Secretaria de Inspeção do Trabalho, o cadastro teria como referência a lista do trabalho análogo à escravidão. Sua finalidade seria dar transparência às irregularidades, permitindo que a sociedade conheça as empresas envolvidas.</p>
<p>Independentemente da criação dessa lista, a fiscalização informou que encaminhará aos órgãos responsáveis os casos sujeitos à proibição de empréstimos e financiamentos em instituições financeiras oficiais, prevista na Lei nº 9.029/1995.</p>
<p>O MTE também enviará comunicados aos sindicatos de trabalhadores e de empregadores sobre as providências. As entidades patronais serão chamadas a orientar seus filiados para impedir novas violações. Os trabalhadores receberão informações pela Carteira de Trabalho Digital sobre como registrar denúncias.</p>
<p><strong>Ameaça e perseguição podem configurar crimes</strong></p>
<p>O secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ademar Borges, afirmou que a responsabilização dependerá da natureza de cada conduta. Além dos possíveis crimes eleitorais relacionados à coação do voto, atos de retaliação podem configurar crimes comuns, como ameaça e perseguição.</p>
<p>O fim da eleição, portanto, não encerra a possibilidade de punição. Os fatos serão examinados pelas instituições responsáveis, conforme suas competências.</p>
<p>“As instituições públicas brasileiras estão empenhadas em aplicar a lei com rigor para preservar a liberdade do voto”, afirmou Borges.</p>
<p>O Ministério da Justiça informou que monitora conteúdos digitais com chamados a demissões, boicotes e outras formas de pressão. Segundo Borges, as plataformas poderão ser responsabilizadas se descumprirem suas obrigações de retirada de conteúdos ilícitos.</p>
<p>A AGU anunciou medidas extrajudiciais para solicitar a exclusão de publicações e perfis envolvidos nos abusos. Também atuará na defesa dos autos de infração lavrados pela fiscalização e na troca de informações com o MPT para eventual ajuizamento de ações civis públicas.</p>
<p><strong>A legislação</strong></p>
<p>A <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9029.htm?utm_source=chatgpt.com">Lei nº 9.029/1995</a> proíbe práticas discriminatórias na contratação e na manutenção do emprego, como a demissão por escolha política. O artigo 3º prevê multa de dez vezes o maior salário pago pelo empregador, com acréscimo de 50% na reincidência, e proibição de empréstimos e financiamentos em instituições financeiras oficiais.</p>
<p>Pelo artigo 4º, além da reparação por dano moral, o trabalhador pode optar pela reintegração, com ressarcimento integral do período de afastamento, ou pelo recebimento em dobro da remuneração desse período, com correção e juros.</p>
<p>As retaliações também podem gerar responsabilização criminal. Segundo Ademar Borges, há suspeitas de crimes eleitorais e situações que podem configurar crimes comuns, como ameaça e perseguição. O enquadramento dependerá dos fatos apurados em cada caso.</p>
<p><strong>Como identificar e denunciar</strong></p>
<p>O assédio eleitoral ocorre quando a relação de trabalho é usada para constranger, pressionar, discriminar ou retaliar alguém por suas escolhas políticas. A prática pode partir de superiores, colegas ou da própria organização da empresa e não exige necessariamente uma ameaça explícita.</p>
<p>Entre as condutas estão ameaçar de demissão, condicionar a contratação à preferência partidária, oferecer vantagens em troca de voto, impor participação em atos políticos e perseguir empregados em reuniões ou grupos de mensagens. Uma única ocorrência pode ser suficiente para caracterizar a violação.</p>
<p>Conversas políticas espontâneas, por si só, não configuram assédio. O elemento determinante é o uso da relação de trabalho para limitar a liberdade política ou punir quem a exerce.</p>
<p><strong>Casos incluem incentivo a demissões e listas de boicote</strong></p>
<p>Publicações de parlamentares e apoiadores do bolsonarismo passaram a incentivar demissões, restrições à contratação e boicotes após a reeleição de Lula. Veja alguns casos</p>
<p><strong>Paraná:</strong> A vereadora de Londrina e deputada estadual eleita Jessica Ramos Moreno, conhecida como Jessicão (PL), publicou mensagens defendendo a demissão de trabalhadores petistas. O MPT abriu investigação. Em nota divulgada pelo JOTA, ela negou defender práticas discriminatórias e afirmou que suas declarações pertenciam ao debate político.</p>
<p><strong>Rio de Janeiro:</strong> A deputada estadual Índia Armelau (PL) orientou empresários a verificar as redes sociais dos empregados para identificar apoio a Lula. A Justiça do Trabalho determinou a retirada das publicações e proibiu o incentivo à discriminação, sob multa diária de R$ 5 mil em caso de descumprimento. O MPT pede R$ 500 mil por dano moral coletivo. A assessoria da parlamentar informou ao JOTA que ela retirou voluntariamente as postagens e publicou uma nota explicativa.</p>
<p><strong>Macaé (RJ):</strong> A procuradora municipal Renata Pinto Rodrigues Pimentel Ribeiro tornou-se alvo de investigação policial após publicações contra petistas, nordestinos e mineiros, incluindo incentivo à recusa de contratação. Ao g1, segundo reportagem do Brasil de Fato, ela alegou que as publicações estavam em perfis privados.</p>
<p><strong>Pará:</strong> O MPT abriu apuração sobre a vereadora de Belém Patrícia Queiroz (PP), que compartilhou conteúdo sugerindo que empresários identificassem e demitissem funcionários por apoio a Lula. A investigação examina possível discriminação política no trabalho.</p>
<p><strong>Retaliações no trabalho e listas de boicote</strong></p>
<p><strong>Demissões e ameaças:</strong> As denúncias recebidas pelas autoridades incluem dispensas e pressões relacionadas à manifestação ou à suspeita de voto em Lula. A motivação discriminatória precisa ser apurada em cada caso.</p>
<p><strong>Boicotes:</strong> Mensagens e listas passaram a circular para incentivar a exclusão de comerciantes e prestadores de serviços identificados como apoiadores do presidente em diversas cidades e também nas redes sociais.</p>
<p><em><strong>Fonte: Cut</strong></em></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Mercantil antecipa pagamento da 13ª cesta-alimentação para esta sexta-feira (30)</title>
		<link>https://bancarios.com.br/mercantil-antecipa-pagamento-da-13a-cesta-alimentacao-para-esta-sexta-feira-30/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2026 12:39:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco Mercantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Liberação será feita com o valor reajustado de R$ 967; banco atribuiu divergência identificada no aplicativo dos vales a um ajuste no sistema O banco Mercantil antecipará para esta sexta-feira (30) o pagamento da 13ª cesta-alimentação das funcionárias e dos funcionários. O crédito será de R$ 967, valor atualizado após o reajuste conquistado na última &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>Liberação será feita com o valor reajustado de R$ 967; banco atribuiu divergência identificada no aplicativo dos vales a um ajuste no sistema</h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-73696 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-29-at-12.48.54.jpeg" alt="" width="1600" height="896" /></p>
</div>
<div class="news-details__image">O banco Mercantil antecipará para esta sexta-feira (30) o pagamento da 13ª cesta-alimentação das funcionárias e dos funcionários. O crédito será de R$ 967, valor atualizado após o reajuste conquistado na última Campanha Nacional dos Bancários.</p>
<p>A antecipação foi confirmada pelo banco após questionamentos de trabalhadoras e trabalhadores sobre uma divergência no valor informado no aplicativo dos vales-alimentação. Na manhã desta quinta-feira (29), o sistema indicava R$ 501, quantia inferior ao benefício previsto.</p>
<p>O banco informou que a diferença se deve a um ajuste no sistema e que o valor integral será creditado normalmente nesta sexta-feira. A antecipação ocorre cerca de um mês antes do prazo máximo previsto na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que estabelece 30 de novembro como limite para o pagamento da 13ª cesta-alimentação.</p>
<p>“A COE está atenta para que a correção seja feita e que todas e todos recebam o valor correto da 13ª cesta nesta sexta-feira. Além disso, esperamos que, nas próximas oportunidades, o banco informe sobre a mudança da data de pagamento com mais antecedência”, afirmou Vanderci Antônio da Silva, coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Mercantil.</p></div>
<div><em><strong>Fonte: Contraf</strong></em></div>
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			</item>
		<item>
		<title>BB anuncia ganhos com IA enquanto quadro de funcionários e rede de agências encolhem</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bb-anuncia-ganhos-com-ia-enquanto-quadro-de-funcionarios-e-rede-de-agencias-encolhem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2026 13:58:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=73692</guid>

					<description><![CDATA[<p>Banco registrou 1.968 funcionários e 66 agências a menos em um ano; promessa de ampliar o relacionamento com clientes exige respostas sobre contratações e condições de trabalho. A presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, afirmou durante o Congresso do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, em 7 de outubro, que os 2.300 agentes de inteligência &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><em>Banco registrou 1.968 funcionários e 66 agências a menos em um ano; promessa de ampliar o relacionamento com clientes exige respostas sobre contratações e condições de trabalho</em>.</h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-73693 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/10/600x350-Site-26.png" alt="" width="600" height="350" /></p>
<p>A presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, afirmou durante o Congresso do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, em 7 de outubro, que os 2.300 agentes de inteligência artificial utilizados pelo BB geram ganhos de eficiência equivalentes ao trabalho de 20 mil funcionários. Segundo a executiva, a proposta é aproveitar o tempo liberado pela tecnologia para ampliar a atuação das equipes no relacionamento com os clientes.</p>
<p>De acordo com a cobertura do Estadão, Tarciana ressaltou que esse ganho de eficiência não significa a substituição de funcionários. A declaração, entretanto, ocorre em um cenário de redução da estrutura do banco. O relatório <em>Análise do Desempenho do 2T26</em>, divulgado pelo próprio BB, mostra que, entre junho de 2025 e junho de 2026, a instituição registrou 1.968 funcionários e 66 agências a menos. Esse contraste coloca em debate o destino dos ganhos de produtividade e seus efeitos sobre o emprego e o atendimento à população.</p>
<p>Os números não permitem identificar, isoladamente, os motivos dos desligamentos nem estabelecer que a IA tenha provocado o encolhimento. Isso, porém, não elimina a preocupação sindical: o quadro pode diminuir mesmo sem o anúncio de demissões coletivas, quando aposentadorias e outras saídas não são acompanhadas de reposição suficiente. Assim, a afirmação de que a tecnologia não substituirá funcionários precisa ser acompanhada de esclarecimentos sobre como o banco pretende manter as equipes necessárias ao atendimento.</p>
<p>Para avaliar a promessa de ampliar o relacionamento humano, é preciso conhecer quantos trabalhadores foram efetivamente realocados para essa atividade e quais resultados foram obtidos. Redução de filas, tempo disponível para orientação e capacidade de resolver problemas são indicadores que precisam acompanhar o discurso de eficiência. Também cabe esclarecer se a automação alivia a carga das equipes ou se o tempo economizado acaba absorvido por novas exigências de produtividade e vendas.</p>
<p>Por isso, afastar a possibilidade de substituição direta por máquinas não encerra a discussão. Diante da redução do quadro e da rede de agências, permanece a questão: haverá contratações para que o tempo liberado pela tecnologia se traduza, de fato, em mais atenção aos clientes e melhores condições de trabalho?</p>
<p>O Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região estará atento aos desdobramentos desse processo e vigilante na defesa dos empregos e das condições de trabalho. A entidade cobrará transparência sobre os impactos da inteligência artificial e medidas para que os ganhos de produtividade se traduzam em valorização dos funcionários e melhoria do atendimento à população, sem servir de justificativa para o enxugamento das equipes ou o aumento da sobrecarga.</p>
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		<title>Bradesco lucra quase R$ 21 bilhões, mas segue fechando agências e eliminando empregos</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bradesco-lucra-quase-r-21-bilhoes-mas-segue-fechando-agencias-e-eliminando-empregos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2026 12:51:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Bradesco registrou lucro líquido recorrente de R$ 20,970 bilhões nos primeiros nove meses de 2026, crescimento de 15,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Apesar do resultado bilionário, o banco eliminou 3.200 postos de trabalho bancário em 12 meses, sendo 1.002 apenas no terceiro trimestre deste ano. A redução também atingiu a &#8230;</p>
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<p>O Bradesco registrou lucro líquido recorrente de R$ 20,970 bilhões nos primeiros nove meses de 2026, crescimento de 15,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Apesar do resultado bilionário, o banco eliminou 3.200 postos de trabalho bancário em 12 meses, sendo 1.002 apenas no terceiro trimestre deste ano.</p>
<p>A redução também atingiu a estrutura de atendimento. Em um ano, foram fechadas 318 agências e 550 postos de atendimento (PA e PAE). Em contrapartida, a base de clientes cresceu, chegando a 110,7 milhões em setembro.</p>
<p>Os números evidenciam a contradição entre o crescimento financeiro da instituição e sua política de redução de pessoal. Enquanto o banco amplia seus lucros e operações, os trabalhadores enfrentam sobrecarga, pressão por metas e insegurança quanto à manutenção dos empregos. Os desligamentos também comprometem as condições de trabalho de quem permanece e dificultam o acesso da população aos serviços bancários presenciais.</p>
<p>Outro dado relevante é que as receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias somaram R$ 23,8 bilhões nos nove primeiros meses do ano, valor suficiente para cobrir 117,1% das despesas com pessoal, incluindo a Participação nos Lucros e Resultados (PLR).</p>
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		<title>COE Itaú cobra avanços em teletrabalho, monitoramento digital e condições de trabalho na renovação do Acordo Coletivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2026 11:22:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco Itaú]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) do Itaú foi tema de duas negociações realizadas na terça-feira (27), na sede da Contraf-CUT, e nesta quarta-feira (28), na sede do banco. A pauta reuniu reivindicações sobre teletrabalho, ponto eletrônico, banco de horas, quitação do registro de ponto, auxílio-educação e condições de trabalho, além de questões &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-73687 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-28-at-15.42.52-1024x571.jpeg" alt="" width="618" height="345" /></p>
<p>A renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) do Itaú foi tema de duas negociações realizadas na terça-feira (27), na sede da Contraf-CUT, e nesta quarta-feira (28), na sede do banco. A pauta reuniu reivindicações sobre teletrabalho, ponto eletrônico, banco de horas, quitação do registro de ponto, auxílio-educação e condições de trabalho, além de questões relacionadas ao monitoramento digital, à saúde dos trabalhadores e à transição das certificações profissionais da Anbima.</p>
<p>Para a coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, Valeska Pincovai, a renovação do acordo deve assegurar direitos, ampliar a transparência nas relações de trabalho. “As negociações precisam garantir que os avanços tecnológicos não se transformem em instrumentos de vigilância permanente e pressão sobre os trabalhadores. O banco tem a obrigação de dar transparência às ferramentas que utiliza, respeitar a jornada contratada e assegurar o direito à desconexão”, pontua.</p>
<p>A também coordenadora da COE, Maria Izabel Menezes, destaca que a defesa dos direitos também passa pela valorização profissional e pela proteção à saúde dos funcionários. “Não podemos discutir um acordo dessa importância sem tratar das condições reais de trabalho, das metas e do adoecimento. Queremos compromissos claros, que garantam que ninguém seja prejudicado por um afastamento e que a gestão do banco respeite os limites e os direitos dos trabalhadores”, ressalta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Ponto eletrônico e direito à desconexão</strong></h2>
<p>A COE Itaú destacou a importância da manutenção do ponto eletrônico como instrumento de registro da jornada de trabalho. O mecanismo é fundamental para assegurar que as horas efetivamente trabalhadas sejam registradas e remuneradas, além de contribuir para o respeito aos limites da jornada e ao direito à desconexão.</p>
<p>A renovação do acordo também contempla a cláusula de quitação do registro de ponto, que será mantida integralmente. A orientação do movimento sindical é que os trabalhadores acompanhem os registros e, caso identifiquem qualquer divergência, procurem o sindicato para receber orientação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Teletrabalho: COE cobra reajuste e manutenção da ajuda de custo</strong></h2>
<p>Na discussão sobre o teletrabalho, a COE reivindicou a manutenção da ajuda de custo, cujo valor atual é de R$ 1.381,68 por ano, equivalente a R$ 115,14 mensais. O benefício é superior ao previsto na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).</p>
<p>O banco propôs reajustar o valor pela inflação. A representação dos trabalhadores considerou a proposta insuficiente e reivindicou a aplicação do mesmo índice de reajuste da categoria bancária, de 4,6%, correspondente à inflação acrescida de 0,6%.</p>
<p>Outro ponto central é a manutenção do benefício a partir de 2028, quando os trabalhadores do Itaú passarão a cumprir mais um dia presencial por semana. Pelas regras da CCT, quem trabalhar remotamente menos de três dias por semana pode perder o direito à ajuda de custo. A COE defende que o acordo específico do banco preserve o benefício mesmo com a mudança na frequência do trabalho presencial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Monitoramento digital: exigência de transparência e limites</strong></h2>
<p>Um dos principais temas da negociação foi o monitoramento das atividades dos funcionários por meio de ferramentas digitais. A COE cobrou transparência sobre os recursos utilizados pelo banco para acompanhar a rotina profissional, identificar atividades e produzir indicadores de produtividade.</p>
<p>O Itaú se comprometeu a levar à mesa de negociação os termos assinados pelos trabalhadores, para que a representação sindical possa conhecer seu conteúdo e avaliar a necessidade de complementações. A intenção é garantir que os documentos informem, de maneira clara, quais ferramentas são utilizadas, suas finalidades e quem detém sua propriedade.</p>
<p>A cobrança inclui esclarecimentos sobre o monitoramento realizado por plataformas como Microsoft Teams, Office 365 e OneDrive, além do controle de mensagens enviadas por e-mails corporativos, reuniões virtuais, horários, participantes e conteúdos registrados.</p>
<p>A COE também solicitou informações sobre softwares instalados nos notebooks, como XOne e ThousandEyes, e sobre eventuais recursos de monitoramento ativo, incluindo geolocalização, comportamento de uso das máquinas, acesso a sites, utilização de programas, e-mails, chats, câmeras e microfones.</p>
<p>Outro ponto levantado foi a existência de ferramentas capazes de registrar o uso do teclado e do mouse, identificar períodos de atividade ou ausência e mapear quais programas permanecem abertos e por quanto tempo são utilizados. A representação dos trabalhadores quer esclarecimentos sobre a efetiva utilização desses recursos pelo banco, assim como sobre os indicadores gerados pelas plataformas digitais.</p>
<p>A COE também cobrou transparência quanto à exigência de disponibilidade no Teams e à obrigatoriedade de utilização de determinados canais e ferramentas digitais. A preocupação inclui o monitoramento das agências digitais, cujas condições de trabalho também precisam ser consideradas nas negociações.</p>
<p>A reivindicação é que todas as informações sobre essas ferramentas constem expressamente nos termos apresentados aos funcionários. A COE defende ainda que os mecanismos de monitoramento não sejam utilizados exclusivamente para avaliar o cumprimento de metas e a entrega de resultados, nem sirvam de fundamento para advertências ou punições.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Banco de horas: domingo passa a ter compensação em dobro</strong></h2>
<p>Na negociação sobre o banco de horas, foi discutida a compensação do trabalho realizado aos sábados, domingos e feriados. A regra anterior previa multiplicador de 1,5 para sábados e domingos e de duas vezes para feriados.</p>
<p>A COE reivindicou que as horas trabalhadas aos domingos também sejam compensadas em dobro, equiparando-se ao tratamento já previsto para os feriados. Na negociação, ficou estabelecida a mudança para o multiplicador de duas vezes aos domingos.</p>
<p>A representação sindical também levou à mesa denúncias de gestores que estariam tentando impor unilateralmente os momentos de compensação das horas, inclusive por meio do aumento do intervalo de almoço.</p>
<p>O banco afirmou que verificará essas situações e orientou os trabalhadores a utilizar o canal de denúncias. A COE reforçou que, conforme a cláusula do acordo, a compensação deve ocorrer de comum acordo, sem imposição unilateral da chefia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Auxílio-educação: reivindicação de mais bolsas e reajuste</strong></h2>
<p>A ampliação do auxílio-educação também esteve na pauta. A COE reivindicou o aumento do número de bolsas, atualmente fixado em 5.661. O banco ficou de avaliar a proposta e apresentar uma resposta.</p>
<p>O benefício contempla cursos de graduação e pós-graduação. Em relação aos valores, o Itaú ofereceu reajuste de 3,98%, correspondente ao INPC do período. A representação dos trabalhadores reivindicou a aplicação do índice de 4,60%, utilizado como referência para o reajuste da categoria bancária.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Retorno de afastamentos: proteção contra prejuízos nas metas</strong></h2>
<p>A COE também cobrou a ampliação das medidas de acolhimento aos trabalhadores que retornam de afastamentos. Atualmente, nas agências físicas e digitais, há uma redução temporária das metas individuais: 100% de desconto no primeiro mês, 75% no segundo e 50% no terceiro.</p>
<p>A reivindicação é estender essa proteção aos funcionários que atuam nos departamentos administrativos, para evitar que o retorno ao trabalho seja acompanhado de pressão excessiva ou prejuízos decorrentes das metas.</p>
<p>O banco negou a ampliação, argumentando que o modelo de metas das agências é diferente daquele aplicado às áreas administrativas. A COE insistiu, porém, que o acordo deve assegurar que o trabalhador não seja prejudicado pelas metas após o retorno de um afastamento e isso estará no acordo.</p>
<p>Como encaminhamento, o Itaú se comprometeu a agendar uma reunião com a área de Recursos Humanos para explicar à representação sindical como funciona atualmente o processo de retomada das atividades e de definição de metas para os funcionários administrativos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Riscos psicossociais: banco apresentará resultados de pesquisa</strong></h2>
<p>A saúde dos trabalhadores e a prevenção de adoecimentos também foram debatidas. A COE reivindicou a inclusão, no acordo, de uma pesquisa realizada conjuntamente com os funcionários para identificar riscos psicossociais e subsidiar a elaboração de um programa de gerenciamento de riscos.</p>
<p>Embora o tema já esteja previsto na CCT, a proposta busca garantir a participação dos trabalhadores e a construção conjunta de um diagnóstico sobre as condições de trabalho, contribuindo para a definição de medidas preventivas. O banco não aceitou a inclusão da cláusula.</p>
<p>O Itaú informou que já realiza uma pesquisa denominada HSE-IT, baseada em metodologia de avaliação de riscos psicossociais no ambiente profissional, e que pretende aplicá-la no início de 2027. Segundo o banco, os resultados serão apresentados à COE assim que estiverem disponíveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Indenização por fechamento de agências</strong></h2>
<p>A COE voltou a reivindicar a ampliação da indenização destinada aos trabalhadores atingidos pelo fechamento de agências. Não houve avanço nessa discussão durante as negociações. Por enquanto, permanece garantida a indenização prevista na Convenção Coletiva de Trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Certificações da Anbima: orientações para trabalhadores afastados</strong></h2>
<p>As negociações também abordaram a transição das certificações profissionais da Anbima, especialmente os procedimentos aplicáveis aos trabalhadores licenciados.</p>
<p>Para os funcionários afastados que já concluíram as microcertificações exigidas, o banco informou que não exigirá a realização de cursos ou treinamentos durante a licença. O prazo de 31 de dezembro de 2026 se aplica aos trabalhadores ativos. Caso o funcionário licenciado conclua as etapas por iniciativa própria ainda em 2026, o banco custeará a transição, com base nas informações encaminhadas pela Anbima. Não será necessário emitir ou pagar boletos nem enviar informações ao banco.</p>
<p>Para aqueles que ainda não concluíram as microcertificações, a Anbima prevê prorrogação automática de 45 dias após o encerramento da licença, conforme os critérios de elegibilidade e os prazos estabelecidos pela entidade. O banco assumirá o custo da transição após o retorno ao trabalho, desde que os requisitos sejam cumpridos.</p>
<p>A prorrogação contempla trabalhadores em licença com retorno previsto entre 27 de dezembro de 2026 e 31 de dezembro de 2027, além daqueles que iniciarem a licença até 26 de dezembro de 2026 e tiverem retorno previsto até 31 de dezembro de 2027.</p>
<p>Para retornos a partir de 1º de janeiro de 2028, não haverá prorrogação do prazo de transição. Nesses casos, o funcionário deverá obter a nova certificação mediante aprovação em exame aplicado diretamente pela Anbima.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Negociação continua</strong></h2>
<p>A COE Itaú aguarda que o banco marque uma nova data de negociação para apresentar o retorno às reivindicações feitas pelo movimento sindical.</p>
<p>Fonte: Contraf.</p>
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		<title>Caixa pública é patrimônio do Brasil e instrumento estratégico de desenvolvimento</title>
		<link>https://bancarios.com.br/caixa-publica-e-patrimonio-do-brasil-e-instrumento-estrategico-de-desenvolvimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2026 11:20:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Caixa Econômica Federal é muito mais do que um dos maiores bancos do país. Há 165 anos, participa da construção do Brasil, financiando moradias, infraestrutura e saneamento, administrando recursos dos trabalhadores, pagando benefícios sociais, concedendo crédito e fazendo chegar políticas públicas a milhões de pessoas. Essa dimensão coloca a defesa de uma Caixa 100% &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-73684 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Caixa-publica-e-patrimonio-do-Brasil-1024x571.jpeg" alt="" width="618" height="345" /></p>
<p>A Caixa Econômica Federal é muito mais do que um dos maiores bancos do país. Há 165 anos, participa da construção do Brasil, financiando moradias, infraestrutura e saneamento, administrando recursos dos trabalhadores, pagando benefícios sociais, concedendo crédito e fazendo chegar políticas públicas a milhões de pessoas.</p>
<p>Essa dimensão coloca a defesa de uma Caixa 100% pública no centro da discussão sobre o projeto de desenvolvimento do país.</p>
<p>A revista <strong>“<a href="https://www.fenae.org.br/portal/data/files/17/D7/00/EA/A6110A1097C1010AE80808A8/A%20Caixa%20que%20o%20Brasil%20precisa%20-%20WEB.pdf" target="_blank" rel="noopener">A Caixa que o Brasil precisa – 2027-2030</a>”</strong>, produzida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da CUT (Contraf-CUT) e pela Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), parte de uma premissa fundamental: discutir o futuro da instituição significa discutir os instrumentos que o Brasil terá para enfrentar desigualdades, ampliar direitos e promover o desenvolvimento.</p>
<p>Os números ajudam a dimensionar essa importância. Em 2025, a Caixa chegou a <strong>157,2 milhões de clientes</strong> e estava presente, por meio de sua rede de atendimento, em mais de <strong>98% dos municípios brasileiros</strong>. No primeiro semestre de 2026, sua carteira de crédito alcançou R$ 1,448 trilhão, dos quais mais de <strong>R$ 1 trilhão correspondiam ao crédito imobiliário</strong>.</p>
<p><strong>Cumprir uma função pública e social também não é incompatível com solidez financeira</strong>. Em 2025, a Caixa registrou lucro líquido contábil recorde de R$ 16,1 bilhões.</p>
<h2><strong>Crédito para desenvolver</strong></h2>
<p>Uma das principais diferenças entre um banco público e uma instituição orientada prioritariamente pela rentabilidade está na possibilidade de direcionar crédito para setores, territórios e segmentos estratégicos para o desenvolvimento.</p>
<p>O financiamento de pequenas empresas, cooperativas, agricultura familiar, habitação, saneamento e infraestrutura gera efeitos que se espalham pela economia, com geração de emprego, renda, arrecadação e consumo.</p>
<p>“Essa atuação ganha importância especial em um país marcado por grandes desigualdades regionais. A Caixa tem condições de conectar crédito, políticas públicas e desenvolvimento territorial”, afirma a coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Luiza Hansen.</p>
<p>No primeiro semestre de 2026, as <strong>contratações para infraestrutura chegaram a R$ 8,7 bilhões, crescimento de 82,6% em relação ao mesmo período do ano anterior</strong>.</p>
<p><strong>“Preservar o caráter público da Caixa significa</strong> garantir ao Estado brasileiro um instrumento capaz de <strong>orientar o crédito para objetivos econômicos e sociais que nem sempre coincidem com a busca pelo maior retorno financeiro no menor prazo</strong>”, completa Luiza.</p>
<h2><strong>O banco da casa própria</strong></h2>
<p>A habitação é uma das áreas em que esse papel aparece com maior clareza.</p>
<p>Em junho de 2026, a Caixa ultrapassou <a href="https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2026/07/01/caixa-atinge-marca-de-r-1-trilhao-em-credito-imobiliario.ghtml" target="_blank" rel="noopener"><strong>R$ 1 trilhão em sua carteira de crédito imobiliário</strong></a> e manteve aproximadamente <strong>68% do mercado brasileiro de financiamento habitacional</strong>. Em 2025, respondia por praticamente todas as operações do Minha Casa, Minha Vida realizadas pelo sistema bancário.</p>
<p>Para o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, porém, o desafio da habitação vai além do financiamento. “Moradia digna pressupõe saneamento, transporte, escola, saúde, trabalho e integração à cidade. Por isso, é necessário combinar crédito, subsídios públicos, FGTS, regularização fundiária, urbanização de comunidades e outras políticas para enfrentar o déficit habitacional brasileiro”, afirma.</p>
<h2><strong>FGTS e desenvolvimento</strong></h2>
<p><strong>O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)</strong> também ocupa posição estratégica. Além de proteger o trabalhador nas situações previstas em lei, <strong>é uma das principais fontes de financiamento de longo prazo para habitação popular, saneamento e infraestrutura</strong>.</p>
<p>Em 2025, o Fundo possuía R$ 837,7 bilhões em ativos, cerca de 233 milhões de contas vinculadas, pertencentes a 138 milhões de trabalhadores, e uma carteira de crédito superior a R$ 625 bilhões. Seus recursos financiaram aproximadamente 633 mil unidades habitacionais naquele ano.</p>
<p>“A Caixa é peça fundamental nessa engrenagem. É a estrutura técnica do banco e o trabalho de seus empregados que permitem transformar recursos acumulados pelos trabalhadores em moradia, saneamento, infraestrutura e investimentos de longo prazo”, ressalta Luiza Hansen.</p>
<h2><strong>Políticas públicas chegam à população</strong></h2>
<p>A dimensão pública da Caixa também se manifesta na execução de programas sociais. Bolsa Família, Seguro-Desemprego, FGTS, Abono Salarial e outros benefícios utilizam a estrutura tecnológica e operacional do banco para chegar à população. A Caixa também é responsável pela abertura das contas e pelo pagamento do Pé-de-Meia, programa voltado à permanência e à conclusão dos estudos por estudantes do ensino médio público.</p>
<p>No calendário iniciado em setembro de 2026, aproximadamente <strong>4 milhões de estudantes</strong> receberam pelo menos um dos incentivos do programa.</p>
<p>“Para milhões de brasileiros, a relação com a Caixa não começa com a procura por um investimento ou produto financeiro, mas com o acesso a um direito”, observa Takemoto.</p>
<h2><strong>Onde o mercado não chega</strong></h2>
<p>Essa atuação é ainda mais relevante nos municípios menores e nas regiões historicamente menos desenvolvidas.</p>
<p>“Diante das desigualdades territoriais brasileiras, a presença da Caixa significa acesso ao crédito, a programas sociais e a serviços financeiros inclusive em localidades nas quais o interesse comercial do sistema financeiro privado é reduzido”, afirma Luiza.</p>
<p>É nesse contexto que se insere também <strong>o papel do conjunto dos bancos públicos</strong>. “Banco do Brasil, Caixa, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia e BNDES constituem <strong>instrumentos complementares de política econômica</strong>”, afirma a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e diretora da Contraf-CUT, Fernanda Lopes.</p>
<p>Segundo ela, essa estrutura permite financiar projetos de longo prazo e direcionar recursos para regiões e atividades nas quais o mercado, sozinho, não necessariamente investiria na escala e nas condições necessárias.</p>
<p>Os Fundos Constitucionais do Norte, Nordeste e Centro-Oeste são exemplos dessa estratégia, ao direcionarem financiamento para atividades produtivas e para o desenvolvimento regional.</p>
<h2><strong>Tecnologia para incluir</strong></h2>
<p>A transformação digital também representa um desafio para um banco público da dimensão da Caixa. “A tecnologia pode ampliar o acesso aos serviços e tornar políticas públicas mais eficientes, mas não pode substituir indiscriminadamente o atendimento humano nem excluir milhões de brasileiros que enfrentam dificuldades de acesso à internet ou às ferramentas digitais”, afirma Luiza Hansen.</p>
<p>A importância dessa combinação entre tecnologia, presença física e trabalho humano ficou evidente durante a pandemia da Covid-19. Na operacionalização do Auxílio Emergencial, empregados da Caixa desenvolveram sistemas, abriram milhões de contas digitais e mantiveram unidades funcionando para atender a população.</p>
<h2><strong>Caixa forte exige empregados valorizados</strong></h2>
<p>Nenhuma tecnologia, programa governamental ou linha de financiamento chega à população sem trabalhadores para executá-los.</p>
<p>“São os empregados e empregadas que recebem quem procura financiamento para comprar a casa própria, orientam quem precisa acessar um benefício, solucionam problemas e fazem a ponte entre as políticas formuladas pelo Estado e as necessidades concretas da população”, destaca Takemoto.</p>
<p>Por isso, a defesa da Caixa pública está diretamente ligada à valorização de seus trabalhadores.</p>
<p><strong>“A valorização dos empregados e empregadas não pode ser tratada como uma pauta corporativista, separada da defesa da Caixa pública</strong>. Ela é uma condição para que o banco cumpra seu papel. Isso exige quadro de pessoal suficiente, trabalhadores qualificados e respeitados e condições adequadas de trabalho”, afirma Luiza Hansen.</p>
<h2><strong>Defender a Caixa é defender um projeto de país</strong></h2>
<p>Criada em 1861 e transformada em empresa pública em 1969, a Caixa consolidou, ao longo de sua história, funções relacionadas à promoção da cidadania e do desenvolvimento. Em 1986, com a incorporação do Banco Nacional da Habitação (BNH), fortaleceu sua posição como principal agente nacional de financiamento da casa própria e do desenvolvimento urbano.</p>
<p>“Uma instituição com essa história, participação no mercado, capilaridade e capacidade operacional é patrimônio estratégico do país”, afirma Sergio Takemoto.</p>
<p>Para ele, defender a Caixa 100% pública significa preservar a capacidade do Brasil de direcionar recursos para moradia, saneamento e infraestrutura; fortalecer pequenas empresas e economias locais; ampliar políticas públicas nas regiões mais distantes; reduzir desigualdades sociais e territoriais; e garantir que milhões de brasileiros continuem encontrando no banco uma porta de acesso aos seus direitos.</p>
<p>“Significa também defender o conjunto dos bancos públicos como instrumentos capazes de induzir investimentos e promover desenvolvimento em todo o território nacional”, completou o presidente da Fenae.</p>
<p><strong>“O Brasil precisa de uma Caixa pública, forte, moderna, soberana e socialmente comprometida, capaz de transformar políticas públicas em direitos, desenvolvimento e dignidade. E isso só é possível com empregados e empregadas valorizados”</strong>, conclui Luiza Hansen.</p>
<p>Fonte: Contraf.</p>
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		<title>Prazo para solicitar o reembolso da Contribuição Negocial termina nesta sexta-feira (30)</title>
		<link>https://bancarios.com.br/prazo-para-solicitar-o-reembolso-da-contribuicao-negocial-termina-nesta-sexta-feira-30/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2026 14:21:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sindicato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Contribuição Negocial desempenha um papel importante no financiamento da organização e da luta sindical, garantindo recursos para a realização das campanhas salariais, assistência jurídica e demais ações em defesa dos direitos da categoria. Sua importância se tornou ainda maior após a Reforma Trabalhista, que extinguiu a obrigatoriedade do Imposto Sindical e impactou diretamente a &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-73522 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/10/600x350-Site-24.png" alt="" width="600" height="350" /></p>
<p>A Contribuição Negocial desempenha um papel importante no financiamento da organização e da luta sindical, garantindo recursos para a realização das campanhas salariais, assistência jurídica e demais ações em defesa dos direitos da categoria. Sua importância se tornou ainda maior após a Reforma Trabalhista, que extinguiu a obrigatoriedade do Imposto Sindical e impactou diretamente a arrecadação das entidades representativas.</p>
<p>Mantendo o compromisso de transparência e respeito à decisão dos trabalhadores, a diretoria do SEEB/VCR assegura a possibilidade de restituição da parcela destinada à entidade, correspondente a 70% do desconto efetuado. Os 30% restantes são repassados às demais instâncias de representação sindical, sendo 15% para a Federação, 10% para a Confederação e 5% para a Central Sindical.</p>
<p>Os bancários e bancárias que desejam solicitar o reembolso da Contribuição Negocial 2026 devem ficar atentos: o prazo para encaminhar o pedido termina nesta sexta-feira (30).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como solicitar o reembolso?</strong></p>
<p>O pedido deve ser encaminhado até o dia 30 de outubro para o e-mail sindicato.seeb@gmail.com, contendo:</p>
<p>Requerimento identificado como “Reembolso da Contribuição Negocial 2026”;</p>
<p>Cópia do trecho do contracheque que comprova o desconto;</p>
<p>Dados bancários para a realização da transferência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É importante destacar que a devolução dos valores somente poderá ser iniciada após o recebimento, pelo Sindicato, das listas de descontos encaminhadas pelas instituições financeiras. A previsão é que os bancos realizem esse repasse durante a primeira quinzena de novembro.</p>
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		<title>Em defesa da democracia e dos direitos: a luta continua além das urnas</title>
		<link>https://bancarios.com.br/em-defesa-da-democracia-e-dos-direitos-a-luta-continua-alem-das-urnas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2026 12:27:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sindicato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A reeleição do presidente Lula traz um suspiro de alívio e esperança para grande parte dos brasileiros e reafirma a importância da mobilização popular na defesa da democracia. Para o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região (SEEB/VCR), esse resultado representa a abertura de um novo período de luta, no qual a organização &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-73670 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Trabalhadores-erguem-punhos-entre-bandeiras.png" alt="" width="1672" height="941" /></p>
<p style="text-align: justify;">A reeleição do presidente Lula traz um suspiro de alívio e esperança para grande parte dos brasileiros e reafirma a importância da mobilização popular na defesa da democracia. Para o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região (SEEB/VCR), esse resultado representa a abertura de um novo período de luta, no qual a organização da classe trabalhadora será fundamental para defender direitos e conquistar avanços.</p>
<p style="text-align: justify;">A história da classe trabalhadora demonstra que nenhum direito está assegurado sem organização e luta. A limitação da jornada de trabalho, o descanso remunerado e tantas outras conquistas nasceram de disputas com os interesses daqueles que buscam ampliar seus lucros à custa da exploração do trabalho. Na categoria bancária, a jornada de seis horas, a Participação nos Lucros e Resultados (PLR), os auxílios e a construção de uma convenção coletiva nacional são resultados de décadas de mobilização, greves e resistência.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas conquistas reforçam a importância do Sindicato como instrumento de representação coletiva. Diante do poder econômico dos bancos, a organização sindical reúne a força dos trabalhadores para negociar salários, defender empregos e exigir condições dignas de trabalho. Fortalecer essa organização é fundamental para impedir que cada bancária e bancário tenha de enfrentar, isoladamente, a pressão dos patrões.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, convocamos as bancárias e os bancários a permanecerem mobilizados, participarem das assembleias, fortalecerem o Sindicato e ampliarem o diálogo com a sociedade. Cada conquista precisa ser defendida, e cada avanço depende da nossa capacidade de agir coletivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">É com essa compreensão que devemos olhar para o próximo período. A vitória nas urnas não elimina os interesses que ameaçam os direitos sociais, enfraquecem os serviços públicos e tentam reduzir a capacidade de organização dos trabalhadores. Também não resolve, por si só, os problemas que atravessam o cotidiano da nossa categoria, como a cobrança abusiva por metas, a sobrecarga, o adoecimento e a insegurança em relação ao emprego.</p>
<p style="text-align: justify;">O compromisso com a democracia deve caminhar junto com a defesa do trabalho digno, da valorização dos bancos públicos, do fortalecimento da negociação coletiva e da ampliação dos direitos. A democracia precisa estar presente também nos locais de trabalho, no respeito à organização sindical e na participação efetiva da população nas decisões sobre os rumos do país.</p>
<p style="text-align: justify;">O SEEB/VCR seguirá atuando com autonomia, cobrando do governo eleito compromissos concretos com a classe trabalhadora e enfrentando qualquer tentativa de retirada de direitos. Apoiar um projeto de país comprometido com a justiça social exige participação, acompanhamento e disposição para cobrar as mudanças que a população necessita.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Diretoria do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região (SEEB/VCR)</em></strong></p>
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		<title>Plantão Jurídico acontece nesta quarta-feira (28)</title>
		<link>https://bancarios.com.br/plantao-juridico-acontece-nesta-quarta-feira-28/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2026 11:21:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atendimento jurídico é realizado nesta quarta-feira para garantir os direitos aos sindicalizados, a ação é realizada pelo Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, que disponibiliza semanalmente atendimento jurídico aos associados, esclarecendo dúvidas sobre direitos trabalhistas e ações judiciais. Nesta quarta-feira (28), a advogada Thamila Vilas-Boas, do escritório Higino e Amazonas, estará de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-73675 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/10/10.27-Plantao-Juridico-06-1024x1024.png" alt="" width="618" height="618" /></p>
<p>Atendimento jurídico é realizado nesta quarta-feira para garantir os direitos aos sindicalizados, a ação é realizada pelo Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, que disponibiliza semanalmente atendimento jurídico aos associados, esclarecendo dúvidas sobre direitos trabalhistas e ações judiciais.</p>
<p>Nesta quarta-feira (28), a advogada Thamila Vilas-Boas, do escritório Higino e Amazonas, estará de plantão para tratar de assuntos do direito previdenciário.</p>
<p>Os agendamentos devem ser feitos com a secretaria, pelo WhatsApp (77) 3424-7186 ou pelos telefones (77) 3424-1620/3424-2062.</p>
<p>O SEEB/VCR também disponibiliza um WhatsApp para atendimento do setor Jurídico, de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h. O número é (77) 98115-2694.</p>
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