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	<title>Ascom, Autor em Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
	<lastBuildDate>Thu, 18 Jun 2026 17:06:16 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Bets e dízimo a igrejas moem pobres com fantasia de salvação mágica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 16:55:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Arquétipo do vigarista que seduz com promessas cintilantes e esvazia bolsos e almas inspira ambos os sistemas. Indivíduo esmagado por desigualdades projeta no líder religioso ou na roleta virtual ideia de resgate fantástico No grande teatro da miséria humana, a esperança é a moeda de troca mais valiosa. O desespero, por sua vez, funciona como &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Arquétipo do vigarista que seduz com promessas cintilantes e esvazia bolsos e almas inspira ambos os sistemas. Indivíduo esmagado por desigualdades projeta no líder religioso ou na roleta virtual ideia de resgate fantástico</h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-72512 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1746868531681f19338f818_1746868531_3x2_lg.jpg" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p>No grande teatro da miséria humana, a esperança é a moeda de troca mais valiosa. O desespero, por sua vez, funciona como o ingresso VIP para um espetáculo de ilusões.</p>
<p>Nesse palco, atualmente no nosso país, operam duas máquinas implacáveis de moer pobre. Elas vestem fantasias distintas para encenar a mesma tragicomédia. De um lado, temos o dízimo cobrado sob a ameaça do fogo eterno e a promessa de um paraíso financeiro. Do outro lado, brilham os sites de apostas, as famosas bets, que acenam com a riqueza instantânea a um clique de distância.</p>
<p>Ambos os sistemas são exploradores da fé e da agonia. Eles operam sob a batuta do arquétipo do Trickster: malandro, embusteiro, vigarista e enganador. Esse trapaceiro mítico e zombeteiro nos seduz com promessas cintilantes para esvaziar os nossos bolsos e as nossas almas no apagar das luzes. É fascinante observar como os mecanismos de transferência de renda dos mais vulneráveis para os mais espertos são idênticos.</p>
<p>Vendem-se promessas sem qualquer garantia. Pode ser o milagre divino inquestionável ou o sorteio cego do algoritmo. O apelo emocional é sempre covarde e fisga o indivíduo pela jugular do sonho. Quem lucra de verdade são lideranças que vivem do suor alheio. Elas desfilam em jatinhos e carros de luxo e transformam o altar e a internet em palcos lucrativos. Podem ser pastores com suas roupas, relógios e carros de luxo e cintilantes ou influenciadores digitais ostentando desde a camisa do seu time do coração até jatinhos e iates caríssimos.</p>
<p>Quando a promessa falha, a isenção de responsabilidade é imediata e cínica. Para a igreja, a desculpa é a vontade de Deus ou a falta de fé do irmão. Para a plataforma de apostas, a justificativa é a falta de sorte naquela noite. Os números dessa falsa alquimia são estarrecedores e pintam um retrato sombrio do nosso Brasil.</p>
<p>Em 2025, o mercado legal de apostas online <a href="https://www.poder360.com.br/poder-sportsmkt/bets-tiveram-receita-de-r-37-bilhoes-em-2025/" target="_blank" rel="nofollow noopener">atraiu mais de 25 milhões de brasileiros e teve uma receita bruta absurda de R$ 37 bilhões</a>. Do outro lado do balcão da fé, as cifras também assustam. Investigações apontaram que apenas a Igreja Universal do Reino de Deus movimentou <a href="https://www.intercept.com.br/2022/07/20/universal-embolsa-33-bilhoes-em-doacoes-bancarias/" target="_blank" rel="nofollow noopener">cerca de R$ 42 bilhões em doações bancárias</a> em um período de quatro anos e meio.</p>
<p>Não é por acaso que o Censo de 2022 revelou que o <a href="https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2024/02/veja-os-municipios-com-maior-presenca-de-locais-de-ensino-saude-e-religiao-segundo-o-censo.shtml" target="" rel="noopener">Brasil possui mais de 579 mil estabelecimentos religiosos</a>. Esse número supera com folga a soma de todas as escolas e hospitais do país. Sob a lente da psicologia analítica de <a href="https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/07/como-jung-nascido-ha-150-anos-ajuda-a-transitar-num-mundo-ansioso.shtml" target="" rel="noopener">Carl Gustav Jung</a>, percebemos a gravidade do fenômeno. Tanto o templo quanto o aplicativo funcionam como telas em branco para a projeção da nossa Sombra e do nosso anseio inato por salvação.</p>
<p>O indivíduo esmagado pela desigualdade e pela falta de perspectiva projeta no líder religioso ou na roleta virtual a figura do salvador mágico. Ele abdica da sua autonomia e do seu poder de agência.</p>
<p>Somos confrontados com a figura do Puer Aeternus. Essa criança eterna dentro de nós que recusa o trabalho árduo da realidade e implora por um resgate fantástico. As bets e a teologia da prosperidade alimentam essa fantasia infantil. Elas oferecem uma alquimia corrompida que promete transformar o chumbo do sofrimento diário no ouro da riqueza instantânea.</p>
<p>O resultado físico e simbólico dessa exploração é percebido pela <a href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/03/sus-inicia-teleatendimento-de-saude-para-pessoas-com-vicio-em-bets.shtml" target="" rel="noopener">quantidade de sintomas mentais</a> e, consequentemente, físicos. Os corpos adoecem pela ansiedade crônica da aposta perdida. Os estômagos são corroídos pela culpa religiosa asfixiante. As mentes se fragmentam pelo endividamento, e as famílias se rompem em silêncio. Afinal, quem não aposta é excluído da roda de amigos modernos e quem não devolve o dízimo é expulso do rebanho sagrado. A exploração é normalizada sob o disfarce perverso de ajuda ou entretenimento.</p>
<p>Chegamos então ao ápice da hipocrisia estrutural. O mesmo fiel que condena a aposta como um jogo de azar pecaminoso senta-se na primeira fileira do culto da prosperidade. Ele espera que os seus R$ 50 se multipliquem magicamente por obra do Espírito Santo. Um deposita na conta do pastor pela promessa de cura e riqueza. O outro deposita no site sediado em um paraíso fiscal pela promessa de retorno financeiro imediato.</p>
<p>Ambos saem mais pobres e sangrados por uma indústria do vício. Essa máquina usa algoritmos e bônus de boas-vindas ou se blinda com isenções fiscais e absoluta falta de transparência. A igreja na sua defesa ainda oferece o amparo social de uma cesta básica e o calor de uma oração compartilhada. A plataforma de apostas te deixa apenas com o brilho frio da tela do celular na madrugada.</p>
<p>A diferença real é que uma usa Deus como fiador inquestionável da ilusão e a outra usa o acaso matemático. A saída para esse labirinto não é escolher qual explorador tem a melhor lábia ou a melhor interface. O buraco é muito mais profundo. O problema central não é a dicotomia entre igreja e aposta. A verdadeira engrenagem é um país profundamente desigual e carente de educação financeira e de letramento teológico.</p>
<p>É preciso dizer que Malaquias 3:10 nunca foi um recibo de depósito bancário com garantia de salvação e prosperidade, apesar da ameaça de que reter os recursos de dízimos e oferendas equivale a roubar a Deus. Precisamos de reflexão crítica e de uma regulação séria. É urgente acabar com a farra da isenção fiscal para templos que operam como corporações financeiras. Também é fundamental impor limites draconianos às casas de apostas que lucram com o vício.</p>
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<p>A pergunta que deveria ecoar na nossa autoconsciência não é a quem devemos entregar o nosso dinheiro suado. A verdadeira questão é: por que tantos brasileiros ainda precisam acreditar, desesperadamente, em milagres financeiros comprados a prestação?</p>
<p>Enquanto não tivermos educação universal e de qualidade que incentive o pensamento crítico, o autoconhecimento e a autonomia e enquanto não houver salários dignos e uma distribuição de renda menos criminosa, os mercadores de ilusão continuarão prosperando. Enquanto escolas e hospitais perderem de goleada para templos e cassinos virtuais, sempre haverá um espertalhão vendendo um pedaço do céu para quem já vive no inferno da sobrevivência diária.</p>
<p><em><strong>Fonte: Folha de São Paulo</strong></em></p>
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		<title>Bancários reintegrados enfrentam dificuldades no reconhecimento da qualidade de segurado pelo INSS</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bancarios-reintegrados-enfrentam-dificuldades-no-reconhecimento-da-qualidade-de-segurado-pelo-inss/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 16:36:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos os meses, milhares de bancárias e bancários contribuem para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O que muitos trabalhadores não sabem é que, além de garantir a contagem para a aposentadoria, essas contribuições também asseguram a chamada qualidade de segurado, condição essencial para o acesso a diversos benefícios previdenciários. No entanto, bancárias e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-72509 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Qualidade-de-Segurado-SITE.png" alt="" width="600" height="350" /></p>
<p style="text-align: justify;">Todos os meses, milhares de bancárias e bancários contribuem para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O que muitos trabalhadores não sabem é que, além de garantir a contagem para a aposentadoria, essas contribuições também asseguram a chamada qualidade de segurado, condição essencial para o acesso a diversos benefícios previdenciários.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, bancárias e bancários que foram desligados de seus empregos e, posteriormente reintegrados, têm enfrentado problemas junto à Previdência Social. Em alguns casos, o INSS não tem reconhecido adequadamente a manutenção da qualidade de segurado durante o período compreendido entre a dispensa e a reintegração ao trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A legislação previdenciária garante que o trabalhador mantenha a qualidade de segurado mesmo após o desligamento da empresa, por meio do chamado período de graça, que pode variar de 12 a 36 meses, a depender de cada situação. O problema é que temos identificado casos em que o INSS não reconhece essa condição e, além disso, deixa de considerar contribuições realizadas após a reintegração do bancário ao emprego. Isso pode gerar prejuízos importantes ao trabalhador, especialmente na concessão de benefícios previdenciários&#8221;, explica a advogada previdenciária Thamila Vila-Boas, do escritório conveniado Higino &amp; Amazonas.</p>
<p style="text-align: justify;">Giovania Souto, diretora de Saúde e Qualidade de Vida, orienta as bancárias e os bancários reintegrados a buscarem a revisão de ofício do benefício: “Os trabalhadores que tiverem o benefício negado por perda da qualidade de segurado devem procurar o INSS e solicitar a revisão de ofício, apresentando o CNIS, a carteira de trabalho física e digital, a cópia do processo trabalhista e, se possível, os contracheques. Também recomendamos que busquem orientação junto ao Sindicato e a um advogado previdenciarista, para que a situação seja analisada e os direitos sejam devidamente garantidos.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sindicato oferece assistência jurídica </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região (SEEB/VCR) acompanha a situação e orienta os trabalhadores que passaram por processos de reintegração a verificarem regularmente sua condição de segurado e o registro de suas contribuições previdenciárias.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso seja identificada qualquer irregularidade, é importante procurar a assessoria jurídica do Sindicato para a análise individual de cada caso e a adoção das medidas necessárias para assegurar a preservação dos direitos previdenciários dos trabalhadores.</p>
<p style="text-align: justify;">O WhatsApp para atendimento do setor Jurídico, de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h. O número é (77) 98115-2694.</p>
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		<item>
		<title>EDITAL DE CONVOCAÇÃO: Assembleia Geral para a Campanha Nacional dos Bancários</title>
		<link>https://bancarios.com.br/edital-de-convocacao-assembleia-geral-para-a-campanha-nacional-dos-bancarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 15:31:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região convoca toda a categoria de sua base territorial, associados e não sócios, dos bancos públicos e privados, para uma Assembleia Geral Extraordinária, na próxima segunda-feira (22). O espaço deliberativo ocorrerá de forma virtual, das 14h às 23h, pelo site VOTABEM. Acesse: bancarios.votabem.com.br Na oportunidade as &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-69169 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Edital-de-convocacao-01.jpg" alt="" width="601" height="351" /></p>
<p>O Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região convoca toda a categoria de sua base territorial, associados e não sócios, dos bancos públicos e privados, para uma Assembleia Geral Extraordinária, na próxima segunda-feira (22).</p>
<p>O espaço deliberativo ocorrerá de forma virtual, das 14h às 23h, pelo site VOTABEM. Acesse: <a href="https://bancarios.votabem.com.br/votacoes">bancarios.votabem.com.br</a></p>
<p>Na oportunidade as bancárias e bancários devem deliberar sobre a seguinte pauta:</p>
<ol>
<li>Autorizar a diretoria do Sindicato a negociar e celebrar Convenção Coletiva de Trabalho, Convenção Coletiva sobre Participação dos Empregados nos Lucros e/ou Resultados dos Bancos, Convenção Coletiva de Trabalho de Autorregulação Sindical Nacional do Setor Bancário, Convenção Coletiva de Trabalho sobre Cooperativas e Acordos Coletivos de Trabalho aditivos à CCT e, frustradas as negociações, defender-se e/ou instaurar dissídio coletivo de trabalho, bem como delegar poderes para tanto;</li>
<li>Deliberar sobre aprovação da minuta de pré-acordo de negociação e minuta da Pauta de Reivindicações da categoria bancária, data-base 1º de setembro, definidas na 28ª Conferência Nacional dos Bancários que inclui desconto a ser feito nos salários dos empregados em razão da contratação a ser realizada (contribuição negocial);</li>
</ol>
<p><a href="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/EDITAL-DE-CONVOCACAO-CAMPANHA-SALARIAL-2026.pdf">Clique aqui e confira o edital.</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Caixa quer criar 55 novos cargos de chefia enquanto fecha agências e reduz atendimento à população</title>
		<link>https://bancarios.com.br/caixa-quer-criar-55-novos-cargos-de-chefia-enquanto-fecha-agencias-e-reduz-atendimento-a-populacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 14:17:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; A intenção da Caixa Econômica Federal de criar 55 novos cargos de direção e gestão, ao custo estimado de R$ 60 milhões por ano, levanta uma série de questionamentos sobre as prioridades da instituição. A proposta, encaminhada ao Governo Federal, prevê a criação de três novas diretorias, 13 superintendências nacionais e 39 gerências nacionais. &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-72506 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/imagescef.jpg" alt="" width="686" height="447" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A intenção da Caixa Econômica Federal de criar 55 novos cargos de direção e gestão, ao custo estimado de R$ 60 milhões por ano, levanta uma série de questionamentos sobre as prioridades da instituição. A proposta, encaminhada ao Governo Federal, prevê a criação de três novas diretorias, 13 superintendências nacionais e 39 gerências nacionais.</p>
<p>O anúncio causa indignação entre empregados e representantes sindicais, especialmente diante da realidade vivida por trabalhadores e clientes da Caixa nos últimos anos. Enquanto a direção do banco busca ampliar sua estrutura administrativa em Brasília, a população assiste ao fechamento de unidades e à redução da presença do banco público em diversas localidades do país.</p>
<p>Somente nos últimos 12 meses, mais de 250 agências foram encerradas, reduzindo o acesso de milhões de brasileiros aos serviços bancários presenciais. A medida afeta principalmente a população mais vulnerável, que muitas vezes depende do atendimento físico para acessar benefícios sociais, programas habitacionais e serviços financeiros básicos.</p>
<p>A contradição é evidente: não há qualquer anúncio de expansão da rede de atendimento, abertura de novas unidades ou contratação de pessoal para reforçar as agências que enfrentam sobrecarga diária. Ao contrário, trabalhadores relatam aumento das filas, pressão por metas e redução do quadro funcional.</p>
<p>“A proposta da Caixa levanta uma série de suspeitas na categoria, para além da informação implícita na matéria de que uma nova reestruturação já está autorizada, sem nenhum tipo de diálogo com nenhuma das entidades representativas. É o corpo diretor da Caixa deixando claro o descaso e desrespeito com quem realmente faz o lucro da empresa acontecer”, considera Camille Correia, bancária da CEF e diretora de Gênero do SEEB/VCR.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>BC corta Selic para 14,25%, mas indústria ataca ritmo ‘insuficiente’</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bc-corta-selic-para-1425-mas-industria-ataca-ritmo-insuficiente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 14:16:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de trégua no Oriente Médio aliviar preços, BC mantém cautela. Para a CNI, taxa segue asfixiando a economia real e beneficia o capital especulativo O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (17) reduzir a taxa básica de juros, a Selic, em modestos 0,25 ponto percentual, levando-a de 14,50% para &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="row row-small">
<div id="single-the-title" class="column large-12 small-12 text-center mt-30">
<p>Apesar de trégua no Oriente Médio aliviar preços, BC mantém cautela. Para a CNI, taxa segue asfixiando a economia real e beneficia o capital especulativo</p>
<figure id="attachment_72500" aria-describedby="caption-attachment-72500" style="width: 1600px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-72500 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/New-IMAGE-5.png" alt="" width="1600" height="1066" /><figcaption id="caption-attachment-72500" class="wp-caption-text">Prédio do Banco Central em Brasília</figcaption></figure>
</div>
</div>
<div class="row row-small">
<div class="column large-12 small-12">
<div class="post-info ">
<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu nesta quarta-feira (17) reduzir a taxa básica de juros, a Selic, em modestos 0,25 ponto percentual, levando-a de 14,50% para 14,25% ao ano. A decisão unânime marca o terceiro corte consecutivo da taxa, mas o ritmo tímido da flexibilização monetária provocou forte reação negativa de setores produtivos. Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a medida é incapaz de reverter o quadro de estagnação e segue punindo severamente empresas e famílias brasileiras. As centrais sindicais também reiteram, há meses, os efeitos perversos dos juros altos sobre o emprego e a renda dos trabalhadores.</p>
<p>A redução era amplamente precificada pelo mercado financeiro, impulsionada pelo anúncio de um acordo de paz entre Estados Unidos e Irã no último domingo (14). O fim das hostilidades e a consequente desobstrução do Estreito de Ormuz promoveram uma queda expressiva no preço do petróleo, aliviando as pressões inflacionárias globais. No entanto, o BC continua optando por juros estratosféricos, citando a “indefinição sobre os termos do acordo” e a aceleração da atividade doméstica no primeiro trimestre, ignorando o novo cenário geopolítico que já permite um alívio mais robusto nos custos de produção.</p>
<p><strong>Cautela excessiva e ‘superdosagem’ da medicação</strong></p>
<p>A principal crítica ao Copom reside na desconexão entre a política monetária e a realidade da economia real. Segundo a CNI, a Selic a 14,25% ao ano ainda está 3,1 pontos percentuais acima do patamar de equilíbrio (estimado em 11,1% ao ano), nível que seria suficiente para controlar a inflação sem destruir o emprego e o investimento.</p>
<p>“Enquanto os juros reais continuarem tão elevados, beneficiando diretamente o capital especulativo, o custo do crédito vai seguir inviabilizando os planos de produção e expansão da indústria”, disparou Ricardo Alban, presidente da CNI. A entidade classifica a manutenção de juros reais próximos de 10% ao ano como uma “superdosagem da medicação”. Como a política monetária é ineficaz para resolver choques de oferta — como a alta do petróleo ou quebras de safra climáticas —, manter os juros nas alturas após o início da dissolução desses choques gera custos econômicos desproporcionais sem trazer benefícios adicionais no controle de preços.</p>
<p><strong>Asfixia das famílias e recorde de inadimplência</strong></p>
<p>A Central de Trabalhadoras e Trabalhadores do Brasil (CTB) tem denunciado que o aperto monetário prolongado impõe um cenário de asfixia financeira generalizada. O Brasil fechou abril com a marca recorde de 9 milhões de CNPJs negativados, um aumento de 1,5 milhão em um ano, somando R$ 221 bilhões em dívidas. A esmagadora maioria (8,5 milhões) é composta por micro e pequenas empresas, as mais vulneráveis ao custo do crédito e as maiores geradoras de empregos no país.</p>
<p>No front das famílias, o cenário não é menos alarmante. O endividamento compromete quase 50% da renda acumulada — o maior nível da série histórica —, enquanto a inadimplência das pessoas físicas atingiu 7,2%. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (CNI) permanece abaixo de 50 pontos há 18 meses, e 64% das indústrias projetam queda na margem de lucro.</p>
<p><strong>O desperdício da oportunidade geopolítica</strong></p>
<p>A análise de mercado aponta que a curva de juros futura já precifica quedas em todos os vencimentos, refletindo o otimismo com o acordo no Oriente Médio e a desaceleração do IPCA. Economistas avaliam que o BC, ao mirar exclusivamente as expectativas de inflação de 2027 e agir com lentidão, desperdiça a janela de oportunidade aberta pela paz no Oriente Médio.</p>
<p>Ao manter a taxa em patamares que estrangulam o orçamento doméstico e encarecem a rolagem da dívida pública — que já supera 80% do PIB —, o Banco Central demonstra mais sensibilidade aos anseios do mercado financeiro do que à urgência de retomar o crescimento, o investimento produtivo e o alívio imediato para o bolso dos brasileiros. Como resume a CNI, o ciclo de cortes precisa ser intensificado urgentemente; do contrário, o país seguirá refém de um modelo que premia o rentismo em detrimento do desenvolvimento nacional.</p>
<p><em><strong>Fonte: Vermelho</strong></em></p>
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		<title>Santander frustra trabalhadores e impõe compensação de horas nos dias de jogos da Seleção</title>
		<link>https://bancarios.com.br/santander-frustra-trabalhadores-e-impoe-compensacao-de-horas-nos-dias-de-jogos-da-selecao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 12:55:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco Santander]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Banco foi o único entre as grandes instituições financeiras a determinar a compensação do período de liberação durante as partidas do Brasil na Copa do Mundo A decisão do Santander de exigir a compensação das horas não trabalhadas nos dias dos jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 gerou insatisfação entre os &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>Banco foi o único entre as grandes instituições financeiras a determinar a compensação do período de liberação durante as partidas do Brasil na Copa do Mundo</h3>
</div>
<div><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-72495 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/ChatGPT-Image-16-de-jun.-de-2026_-15_36_42.jpeg" alt="" width="1679" height="937" /></div>
<div></div>
<div class="news-details__image">A decisão do Santander de exigir a compensação das horas não trabalhadas nos dias dos jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 gerou insatisfação entre os trabalhadores.</p>
<p>A medida contrasta com a expectativa criada entre os bancários e com a postura adotada por outras instituições financeiras, que optaram pelo abono das horas como forma de reconhecer a importância do evento e valorizar seus trabalhadores.</p>
<p>“A ganância do Santander mais uma vez fala mais alto. Enquanto os demais grandes bancos compreenderam a importância de permitir que seus funcionários acompanhassem os jogos da Seleção Brasileira sem prejuízo, o Santander preferiu impor a compensação das horas. É uma postura que ignora um momento de integração e descontração vivido por todo o país e que gera indignação entre os trabalhadores. Em vez de reconhecer o empenho de quem sustenta seus lucros bilionários, o banco escolhe penalizar os funcionários e reforçar uma política permanente de desvalorização”, criticou Ana Marta Lima, coordenadora da COE Santander.</p>
<p>A dirigente ressaltou que a reivindicação apresentada pela representação dos empregados era pelo abono das horas, justamente para evitar prejuízos aos bancários. “Os funcionários já convivem com metas elevadas, redução de quadros e aumento constante da sobrecarga de trabalho. Exigir compensação por um período tão curto, em um evento que mobiliza todo o país, acaba frustrando a expectativa dos trabalhadores”, acrescentou.</p>
<p>A Contraf-CUT avalia que a decisão do Santander destoa do espírito de valorização dos bancários e reforça a necessidade de ampliar o diálogo com o banco sobre temas relacionados às condições de trabalho e ao reconhecimento dos empregados.</p></div>
<div></div>
<div><em><strong>Fonte: Contraf</strong></em></div>
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		<title>Bancário da Caixa da região do SEEB/VCR participa do programa Embarque-Caixa</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bancario-da-caixa-da-regiao-do-seeb-vcr-participa-do-programa-embarque-caixa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:12:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O bancário da Caixa Econômica Federal (CEF) e ex-diretor de Cultura e Formação do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região (SEEB/VCR), Carlos Augusto, está participando do programa Embarque-Caixa, iniciativa que leva atendimento bancário às populações ribeirinhas da Amazônia. Durante o mês de junho, Carlos Augusto estará atuando na agência-barco Chico Mendes, percorrendo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-72485 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-11-at-13.02.34-1.jpeg" alt="" width="1280" height="960" /></p>
<p>O bancário da Caixa Econômica Federal (CEF) e ex-diretor de Cultura e Formação do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região (SEEB/VCR), Carlos Augusto, está participando do programa Embarque-Caixa, iniciativa que leva atendimento bancário às populações ribeirinhas da Amazônia.</p>
<p>Durante o mês de junho, Carlos Augusto estará atuando na agência-barco Chico Mendes, percorrendo comunidades ao longo do Rio Amazonas. A experiência integra o trabalho desenvolvido pela Caixa para garantir o acesso a serviços bancários em regiões marcadas pelas dificuldades de deslocamento até os centros urbanos.</p>
<p>Para participar do programa, Carlos Augusto renunciou ao cargo de diretor de Cultura e Formação do SEEB/VCR, uma exigência da CEF por conta da mudança da base sindical. Ao longo de sua trajetória na entidade, contribuiu com as atividades sindicais voltadas à formação, cultura e organização da categoria bancária na base do Sindicato.</p>
<p><strong>Sobre o Programa Embarque-Caixa</strong></p>
<p>A Caixa Econômica Federal conta com duas agências-barco voltadas ao atendimento das populações ribeirinhas da Amazônia: a Chico Mendes e a Ilha de Marajós. As embarcações prestam suporte bancário às comunidades que vivem em áreas de difícil acesso, reduzindo a necessidade de longos deslocamentos até agências localizadas em centros urbanos.</p>
<p>Os barcos realizam uma viagem por mês, partindo de seus locais de origem, e oferecem os mesmos serviços de uma agência convencional em terra, com exceção das operações que envolvem movimentação de numerário em espécie.</p>
<p>A partir de sua atuação na agência-barco Chico Mendes, Carlos Augusto ressalta o impacto dessa experiência e a dimensão social do atendimento prestado as comunidades da Amazonia:</p>
<p>“Destes dias em que me encontro trabalhando na agência-barco, entendo cada vez mais como todos os empregados da Caixa deveriam ser incentivados a participar deste programa. Uma forma de entender o quanto esse país é diverso, e o quanto nosso trabalho é fundamental.</p>
<p>Trata-se de um mês de imersão em um Brasil totalmente desconhecido da maioria da população. Os ribeirinhos e os indígenas, quase uns pelos outros, compõe uma realidade de imensa precariedade em meio a um universo de riquezas que são os rios e suas matas.</p>
<p>O papel do Estado se mostra de forma decisiva para estas populações e, a agência-barco se apresenta como um imponente símbolo deste papel. É impressionante como somos recebidos com alegria e cordialidade. Nomes incomuns e sotaques &#8211; quase dialetos &#8211; estranhos nos lembram o quanto somos estrangeiros neste país encravado na floresta.</p>
<p>Um orgulho que só não supera as dimensões a que somos levados a nos confrontar. São navegações de 18, 24, 60 horas às vezes, para chegar a essas comunidades. Tudo é enorme, tudo é lento, tudo é imensurável.</p>
<p>Ao todo somos sete empregados do banco e um do INSS. No suporte, doze pessoas entre tripulação, seguranças, cozinheira e camareira, além de suprimentos e combustível. Uma agência altamente deficitária. Para a Caixa, de longe o pior custo-benefício, de perto, o melhor custo-benefício.”</p>
<p>O Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região agradece a contribuição de Carlos Augusto como dirigente sindical e deseja que sua trajetória siga fortalecendo a luta por uma sociedade justa e com menos desigualdade social.</p>
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		<title>SEEB/VCR participará da 28ª Conferência Nacional dos Bancários em São Paulo</title>
		<link>https://bancarios.com.br/seeb-vcr-participara-da-28a-conferencia-nacional-dos-bancarios-em-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 13:53:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conferência Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Representando as bancárias e bancários da base do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região (SEEB/VCR), os diretores da entidade, Camille Correia, Carla Saúde, Carlos Alberto, Jornan Almeida, Paulo Barrocas, Sarah Sodré e Tatiana Fontana, participarão da 28ª Conferência Nacional dos Bancários, que acontece entre os dias 19 e 21 de junho de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-72482 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-15-at-12.42.52.jpeg" alt="" width="1072" height="598" /></p>
<p style="text-align: justify;">Representando as bancárias e bancários da base do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região (SEEB/VCR), os diretores da entidade, Camille Correia, Carla Saúde, Carlos Alberto, Jornan Almeida, Paulo Barrocas, Sarah Sodré e Tatiana Fontana, participarão da 28ª Conferência Nacional dos Bancários, que acontece entre os dias 19 e 21 de junho de 2026, em São Paulo. O encontro reunirá mais de 700 dirigentes sindicais de todo o Brasil para definir a pauta da Campanha Nacional Unificada 2026 e a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).</p>
<p style="text-align: justify;">Antes da etapa nacional, os representantes participaram, nesta terça-feira (16), de uma pré-conferência para discutir a organização do encontro.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“O Seminário Preparatório à 28ª Conferência Nacional dos Bancários, abordou principalmente o tema Estratégia de organização e comunicação sindical, com a necessidade de ampliar a participação do debate e reforçar o papel dos dirigentes e delegados sindicais. Ana Flávia, representando o Instituto Lula, apontou a necessidade de amplificar a utilização das redes para fazer as informações chegar a todos – não só a bancárias e bancários – estimulando o uso das redes para apresentar as propostas e pautas sociais, tendo como exemplo a rede “Pode Espalhar” como estrutura de comunicação,” destaca Carla Saúde, vice-presidente do SEEB/VCR.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rumos da Campanha Nacional Unificada</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Durante a 28ª Conferência Nacional, serão aprovadas as resoluções e a minuta de reivindicações que será entregue à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) no dia 24 de junho. Entre os principais pontos em debate estão a valorização salarial, o aumento real, a ampliação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), a defesa do emprego diante do avanço das novas tecnologias e o combate ao adoecimento da categoria.</p>
<p style="text-align: justify;">A Conferência Nacional consolida as discussões realizadas nas conferências estaduais e nos encontros específicos por bancos. Esse processo garante que as demandas das bases de todo o país sejam reunidas em uma pauta unificada, fortalecendo a luta por melhores condições de trabalho, remuneração e saúde para bancárias e bancários.</p>
<p style="text-align: justify;">O SEEB/VCR reforça a importância da participação da categoria neste momento decisivo. As atualizações sobre a conferência, a Campanha Nacional 2026 e a minuta final de reivindicações serão divulgadas nos canais oficiais do Sindicato.</p>
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		<title>SEEB/VCR participa do seminário &#8220;Diálogos Produtivos&#8221; e debate os desafios do sindicalismo no mundo contemporâneo</title>
		<link>https://bancarios.com.br/seeb-vcr-participa-do-seminario-dialogos-produtivos-e-debate-os-desafios-do-sindicalismo-no-mundo-contemporaneo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 15:28:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sindicato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Representantes do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região (SEEB/VCR) participaram, na última quinta-feira (11), do seminário Diálogos Produtivos, promovido pelo SINDSEFAZ, no auditório do Colégio Professora Heleusa Figueira Câmara. O evento reuniu dirigentes sindicais, servidores públicos e trabalhadores para discutir os impactos das transformações econômicas, tecnológicas e sociais sobre o mundo do &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-72471 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-15-at-13.33.00-2.jpeg" alt="" width="1280" height="720" /></p>
<p>Representantes do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região (SEEB/VCR) participaram, na última quinta-feira (11), do seminário <strong>Diálogos Produtivos</strong>, promovido pelo SINDSEFAZ, no auditório do Colégio Professora Heleusa Figueira Câmara. O evento reuniu dirigentes sindicais, servidores públicos e trabalhadores para discutir os impactos das transformações econômicas, tecnológicas e sociais sobre o mundo do trabalho.</p>
<p>Estiveram presentes a vice-presidente do SEEB/VCR <strong>Carla Saúde</strong> e o diretor da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (Feebbase), <strong>Milton Fernandes Dias</strong>. A atividade contou com palestras da economista <strong>Ana Georgina Dias</strong>, supervisora técnica regional do DIEESE na Bahia, e do professor da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), <strong>Marcelo Neves</strong>, que abordaram temas como inteligência artificial, novas formas de contratação, relações de trabalho e os desafios enfrentados pelas entidades representativas dos trabalhadores.</p>
<p>Durante o encontro, os participantes refletiram sobre o papel dos sindicatos diante das profundas mudanças que vêm ocorrendo na sociedade e na economia, além da necessidade de fortalecer a organização coletiva para garantir direitos e ampliar a participação dos trabalhadores nos debates que impactam suas vidas.</p>
<p>Para Milton Dias, a discussão é especialmente relevante diante do cenário atual: “O tema é bastante atual, especialmente em um ano pré-eleitoral. Os sindicatos continuam desempenhando um papel importante na representação dos trabalhadores, na negociação de salários e benefícios e no diálogo com governo e empresas. Ao mesmo tempo, enfrentam o desafio de se adaptar às novas formas de trabalho, às transformações tecnológicas e às mudanças econômicas. Discutir o papel dos sindicatos em 2026 é refletir sobre como fortalecer a participação dos trabalhadores e contribuir para o desenvolvimento econômico e social do país”, destacou.</p>
<p>“O Seminário realizado pelo Sindsefaz, com as palestras da Ana Georgina e do professor Marcelo Neves, trouxe uma reflexão sobre o papel das entidades sindicais neste cenário político e econômico que a sociedade enfrenta, enfatizando a necessidade do diálogo e conscientização social e política não de uma categoria, mas de toda uma classe trabalhadora. Aborda a necessidade da educação e formação política das entidades sindicais, como formadora de opinião. A discussão passou por esfera climática, os impactos do avanço da tecnologia e os impactos nas relações de trabalho. Por fim deixa a reflexão de que devemos transformar a demanda individual em uma luta coletiva”, destacou Carla Saúde.</p>
<p>A participação do SEEB/VCR reforça o compromisso da entidade com a formação política e sindical da categoria, acompanhando os debates que influenciam diretamente a vida dos trabalhadores e contribuindo para a construção de estratégias capazes de enfrentar os desafios do presente e do futuro.</p>
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		<item>
		<title>Luto: Ericson de Freitas, ex-bancário da Caixa</title>
		<link>https://bancarios.com.br/luto-ericson-de-freitas-ex-bancario-da-caixa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 15:10:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Luto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É com extremo pesar que o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região comunica o falecimento de Ericson Pereira de Freitas, ex-bancário da Caixa Econômica Federal, aos 58 anos. Natural de Salvador, Ericson foi admitido na CEF em 1989 e se aposentou em 2024. Nesse período contribuiu com a luta coletiva da categoria, sendo &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-72468 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Ericson-Freitas-01-1024x598.png" alt="" width="618" height="361" /></p>
<p>É com extremo pesar que o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região comunica o falecimento de Ericson Pereira de Freitas, ex-bancário da Caixa Econômica Federal, aos 58 anos.</p>
<p>Natural de Salvador, Ericson foi admitido na CEF em 1989 e se aposentou em 2024. Nesse período contribuiu com a luta coletiva da categoria, sendo filiado ao Sindicato.</p>
<p>O sepultamento ocorreu às 11h desta segunda (15), no Cemitério Parque da Cidade.</p>
<p>O SEEB/VCR apresenta as mais sinceras condolências aos familiares e amigos enlutados.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/luto-ericson-de-freitas-ex-bancario-da-caixa/">Luto: Ericson de Freitas, ex-bancário da Caixa</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
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