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	<title>Arquivos Bancos - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
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		<title>Os Erros de Fiscalização do Banco Central no Caso Master</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 12:02:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bancos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O colapso do Banco Master, culminando na liquidação extrajudicial em 18 de novembro de 2025, não foi um acidente fortuito, mas a comprovação de que um banco não quebra apesar do Estado, mas exatamente do jeito que o Estado permite. Ou seja: foi o resultado deliberado de um “jogo de acordos bancários”, tese central da obra Fragile by Design, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-71631 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-23-at-15.28.06.jpeg" alt="" width="1072" height="598" /></p>
<p>O colapso do Banco Master, culminando na liquidação extrajudicial em 18 de novembro de 2025, não foi um acidente fortuito, mas a comprovação de que um banco não quebra apesar do Estado, mas exatamente do jeito que o Estado permite.</p>
<p>Ou seja: foi o resultado deliberado de um “jogo de acordos bancários”, tese central da obra Fragile by Design, de Charles Calomiris e Stephen Haber. Segundo os autores, sistemas financeiros instáveis não são falhas técnicas, mas construções políticas: pactos entre governos, reguladores e grupos de interesse que definem quem será protegido.</p>
<p>Enquanto o sistema americano sofreu 14 crises em 180 anos por repetir pactos espúrios, o Canadá mantém estabilidade desde o século XIX devido à solidez institucional.</p>
<p>O caso Master expõe a promiscuidade entre os poderes e uma “anomia institucional” sem precedentes. O que se viu foi a invasão de uma “legião de gafanhotos” no mercado, operando sob a égide de uma desregulação que transformou o crédito em um campo de negócios predatórios para “playboys deslumbrados” e testas de ferro, em detrimento da estabilidade soberana do país.</p>
<h2>
O “Ponto Cego” Regulatório: A Falha na Supervisão Consolidada</h2>
<p>A ascensão do esquema Master foi facilitada por uma desarticulação proposital entre o Banco Central e a CVM. Essa fragmentação permitiu a existência do shadow banking (banco sombra), onde o grupo econômico real permanecia invisível aos olhos do Estado.</p>
<p>O exemplo máximo dessa falha é a holding Fictor: uma entidade com patrimônio líquido negativo que tentou adquirir o Master através de 17 “Sociedades em Conta de Participação” (SCPs) com sócios ocultos, operando totalmente fora do radar da supervisão integrada.</p>
<p>A falha consolidada operou em dois eixos de cegueira:</p>
<p><strong>O Banco Central (BC): </strong>Enxerga estritamente o crédito bancário e títulos públicos, ignorando as manobras nos fundos.<br />
<strong>A Comissão de Valores Mobiliários (CVM):</strong> Monitora apenas títulos privados e fundos, sem mapear a conexão com o caixa dos bancos ou as SPEs (Sociedades de Propósito Específico).</p>
<p>Como resultado, ninguém monitorou o grupo como um todo. Essa lacuna permitiu golpes colossais, como o do Fundo Bravo (R$ 7,2 bilhões), onde a circularidade de recursos entre “fundos irmãos” ocultava a insolvência total do grupo.</p>
<h2>
O Escândalo do Depósito Compulsório</h2>
<p>O depósito compulsório é o “canário na mina” da saúde bancária; sua falha indica quebra técnica imediata.</p>
<p>No caso Master, o BC ignorou alertas vermelhos constantes entre abril e novembro de 2025. Amparado na Lei 6.024/1974, a autoridade monetária deveria ter agido em dias, mas optou por uma “tolerância política” que permitiu a agonia do banco enquanto o mercado era inundado por ativos podres.</p>
<p><img src="https://contrafcut.com.br/data/files/9B/95/CE/47/7EB8C910BF6945C9820808A8/quadro%20ggn.jpg" srcset="../../data/files/9B/95/CE/47/7EB8C910BF6945C9820808A8/img_quadro%20ggn_gd.webp 640w, ../../data/files/9B/95/CE/47/7EB8C910BF6945C9820808A8/img_quadro%20ggn_md.webp 480w, ../../data/files/9B/95/CE/47/7EB8C910BF6945C9820808A8/img_quadro%20ggn_pq.webp 320w, ../../data/files/9B/95/CE/47/7EB8C910BF6945C9820808A8/quadro%20ggn.jpg" alt="quadro ggn.jpg" /></p>
<h2>
As Resoluções da Era Campos Neto</h2>
<p>A arquitetura das pirâmides financeiras sofisticadas foi erguida sobre as reformas regulatórias da gestão Roberto Campos Neto. Este “vendaval financeiro” seguiu um roteiro de três etapas que desmantelou os colchões de capital:</p>
<p><strong>Fintechs como Fábricas de Crédito (Resolução 4.656/2018):</strong> Criou as SCDs e SEPs, permitindo que entidades operassem como “quase bancos” sem as exigências rigorosas de Basileia III, servindo de porta de entrada para recursos de origem duvidosa.<br />
<strong>Securitização do Lixo (Resolução 4.444/2015):</strong> Autorizou FIDCs a comprarem créditos “não performados” (dívidas vencidas). O crédito podre foi transformado em ativo “sofisticado”, permitindo a maquiagem contábil de balanços insolventes.<br />
<strong>Provisões Elásticas (Resolução 4.966/2021): </strong>Introduziu o conceito de “perda esperada”, dando margem para que o reconhecimento de prejuízos fosse adiado conforme a conveniência política.</p>
<h2>
O “Balanço do Mal”</h2>
<p>O modelo Master operou em um circuito fechado de autofinanciamento: Banco -&gt; Fundo -&gt; SPE -&gt; Banco. Esta engenharia permitia registrar ativos inflados por valores até 50 vezes superiores ao preço de custo.</p>
<p>O grupo utilizava “cártulas” (títulos estaduais de Santa Catarina) e precatórios sem liquidez, comprados por valores irrisórios e lançados no balanço por centenas de milhões de reais para simular patrimônio.</p>
<p>Em vez de punição, os órgãos adotaram a “fiscalização educativa”. Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) substituíram intervenções, permitindo que o esquema Ponzi persistisse.</p>
<p>Manobras como as de Nelson Tanure na EMAE (Empresa Metropolitana de Águas e Energia) e na Gafisa exemplificam o método: Tanure assumia o controle de empresas com caixa, drenava esses recursos para o Banco Master (via aplicações suspeitas) e utilizava ativos depreciados para quitar dívidas pessoais com instituições como a XP, deixando as empresas “rapeladas”.</p>
<h2>
A Socialização dos Prejuízos</h2>
<p>Enquanto o sistema apodrecia, XP e BTG Pactual lucraram comissões astronômicas (2,5% a 5%) para distribuir CDBs do Master, selados pela falsa segurança do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).</p>
<p>O incentivo era perverso: o lucro das plataformas era imediato e privado, realizado na venda, enquanto o risco era integralmente transferido para o FGC — mantido por todo o sistema financeiro.</p>
<p>O Peso das Comissões Realizadas (Estimativas):<br />
<strong>XP Investimentos: Distribuiu R$ 26 bilhões. Faturamento estimado:</strong> **R$ 650 milhões a R$ 1,3 bilhão**.<br />
<strong>BTG Pactual: Distribuiu R$ 6,7 bilhões. Faturamento estimado: </strong>**R$ 168 milhões a R$ 335 milhões**.</p>
<p>O rombo bilionário foi socializado. O FGC, que deveria proteger o pequeno poupador, tornou-se o fiador de um modelo de negócio arriscado, absorvendo perdas de um banco que representava menos de 1% do sistema, mas consumiu quase 25% da liquidez do fundo.</p>
<h2>
A Praga da Porta Giratória e as Operações da PF</h2>
<p><strong>A inércia regulatória é explicada pela “porta giratória”:</strong> o regulador de hoje é o executivo de amanhã. Exemplos abundam: Roberto Campos Neto migrando para o Nubank (maior beneficiário de suas desregulações); Otto Lobo, que deu o voto de Minerva na CVM para livrar a Ambipar (de Nelson Tanure) de uma OPA obrigatória e foi indicado à presidência da autarquia; e o ex-ministro Lewandowski, contratado pelo Master por R$ 100 mil mensais após deixar o STF.</p>
<p>A conivência política é sublinhada pelo fato de Fabiano Zettel (cunhado do controlador Daniel Vorcaro) ser o maior doador individual da campanha de Tarcísio de Freitas (R$ 3 milhões).</p>
<p>Somente com as operações Carbono Oculto e Colossos é que a Polícia Federal começou a desmantelar a lavagem de dinheiro do crime organizado que utilizava as brechas abertas pelo BC e pela CVM para transitar dezenas de bilhões de reais.</p>
<h2>
O Antídoto para o Modelo Master</h2>
<p>Para matar o shadow banking e impedir a socialização de prejuízos, alguns pontos poderiam ser adotados para restaurar a hierarquia da norma sobre o acordo, dentre eles:</p>
<p>Supervisão consolidada de grupos econômicos: Balanço único unindo BC e CVM para barrar empresas “independentes” de fachada.</p>
<p><strong>Limite real de exposição cruzada:</strong> Tetos rígidos para operações entre bancos, controladores e seus próprios fundos.</p>
<p><strong>Due diligence obrigatória em FIDCs:</strong> Auditoria forense independente; o gestor não pode mais definir sozinho o valor do ativo.</p>
<p><strong>Proibir recebíveis “sob medida” sem histórico: </strong>Exigir contrato real e histórico mínimo para evitar o “crédito imaginário”.</p>
<p><strong>Capital mínimo para SCDs e SEPs: </strong>Exigir colchões de capital e testes de estresse idênticos aos dos bancos comerciais.</p>
<p><strong>OPA obrigatória via FIPs:</strong> Impedir que articulações de fundos assumam controle de empresas sem oferta aos minoritários.<br />
<strong>Registro público de controle oculto: </strong>Cadastro nacional de beneficiário final para identificar quem realmente manda nos grupos.</p>
<p><strong>Gatilhos automáticos de intervenção:</strong> Fim do “cafezinho” e dos TACs; quebra de índices técnicos gera intervenção imediata.</p>
<p><strong>Punição pessoal e inabilitação de dirigentes:</strong> Responsabilidade civil e fim do risco moral onde o banqueiro sai rico da quebra.</p>
<p><strong>Força-tarefa BC + CVM + TCU:</strong> Compartilhamento total de dados e relatórios públicos para evitar a captura regulatória.</p>
<h2>
A Hora da Verdade Complexa</h2>
<p>O caso Master é a prova de um mercado calibrado para suportar a zorra financeira até o limite do acordo político. A “engenharia invisível” e a desregulação desenfreada transformaram o sistema em uma presa fácil para “paupérrimos playboys” e piranhas financeiras.</p>
<p>Em um cenário global de instabilidade do Petrodólar, a fragilidade interna brasileira, alimentada por reguladores que visam a próxima vaga em bancos de investimento, torna o país um vassalo de interesses externos e do crime organizado.</p>
<p>A reconstrução da legalidade exige o fim da fiscalização “educativa” e a imposição de uma supervisão técnica, isenta e verdadeiramente soberana.</p>
<p>Sem punição e reforma, a próxima “legião de gafanhotos” já está a caminho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Esta é mais uma reportagem da série Por Dentro do Sistema Financeiro, uma parceria entre o Jornal GGN e a Contraf-CUT que busca analisar por dentro do Sistema Financeiro Nacional.</strong></p>
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		<title>Quatro maiores bancos lucraram R$ 107,8 bi em 2025</title>
		<link>https://bancarios.com.br/quatro-maiores-bancos-lucraram-r-1078-bi-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 11:57:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bancos]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-71607 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/02/bbitaubra_e_sand_7df97.jpg" alt="" width="707" height="388" /></p>
<p>Quatro dos maiores bancos que atuam no país – Itaú, Bradesco, Banco do Brasil e Santander –registraram lucros líquidos somados de R$ 107,8 bilhões em 2025, valor 4,4% inferior ao observado em 2024.</p>
<p>O número foi influenciado, principalmente, pela queda nos resultados do BB, que enfrentou aumento da inadimplência no agronegócio ao longo do ano passado. A instituição registrou queda de 45% no lucro líquido ajustado em 2025, que somou R$ 20,7 bilhões. O banco precisou ampliar provisões para perdas diante do aumento dos calotes no agronegócio. O retorno sobre patrimônio caiu quase 10 pontos percentuais no ano, encerrando em 11,4%.</p>
<p>Na outra ponta, Itaú, Bradesco e Santander Brasil ampliaram o lucro combinado para R$ 87,1 bilhões em 2025, com estratégia voltada para linhas de crédito com garantia e maior rentabilidade.</p>
<p>O Bradesco avançou no plano de transformação estrutural e atingiu retorno sobre patrimônio de 15,2%, superando o custo de capital. O lucro líquido recorrente foi de R$ 24,652 bilhões, uma alta de 26,1% em relação a 2024. A Carteira de Crédito Expandida cresceu 11% em 12 meses, alcançando R$ 1,089 trilhão em dezembro de 2025. As receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias chegaram a R$ 31,2 bilhões, crescimento de 5,1% em 12 meses.</p>
<p>O Itaú registrou lucro líquido recorde de R$ 46,8 bilhões em 2025, avanço anual de 13,1%. A rentabilidade sobre o Patrimônio Líquido médio (ROE) no Brasil atingiu 24,6%, com alta de 1,3% em 12 meses. De acordo o banco, o resultado foi impulsionado pelo crescimento da margem financeira com clientes (+12,1%), associado ao aumento do volume de crédito, maior margem de passivos e ganhos com capital próprio. As receitas com serviços e seguros também cresceram 6,3%, com destaque para cartões, administração de recursos e seguros, segmento que avançou 16,6% no período.</p>
<p>O Santander Brasil obteve o lucro líquido gerencial de R$ 15,615 bilhões em 2025, um aumento de 12,6% em relação ao resultado de 2024. Já o ROE teve alta de 1,2 ponto percentual em relação a 2024, indo a 17,2%. A carteira de crédito somou R$ 708 bilhões ao fim de dezembro, um crescimento de 3,7% no ano. Ela foi puxada pelos portfólios de cartão de crédito (13,4%), financiamento ao consumo (13%) e pequenas e médias empresas (13%). A margem financeira, por sua vez, somou R$ 61,858 bilhões em 2025, um ganho anual de 1,8%.</p>
<p>Fonte: FEEB/BA-SE.</p>
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		<item>
		<title>Confira como será o funcionamento dos bancos neste fim de ano</title>
		<link>https://bancarios.com.br/confira-como-sera-o-funcionamento-dos-bancos-neste-fim-de-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 11:56:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bancos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou como será o expediente bancário durantes as festividades de fim de ano. As agências físicas fecharão no feriado de Natal (25) e o último dia de expediente bancário será no dia 30 de dezembro, voltando a funcionar no dia 2 de janeiro. No período, os clientes poderão continuar &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-70808 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/12/funcionamento_dos_bancos__fim_de_ano___9ed0a.jpg" alt="" width="300" height="168" /></p>
<p>A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou como será o expediente bancário durantes as festividades de fim de ano. As agências físicas fecharão no feriado de Natal (25) e o último dia de expediente bancário será no dia 30 de dezembro, voltando a funcionar no dia 2 de janeiro.</p>
<p>No período, os clientes poderão continuar usando os caixas de autoatendimento e outros meios digitais para efetuar transações financeiras.</p>
<p>Carnês e contas de consumo — como faturas de água, energia, telefone e gás — vencidos no feriado poderão ser pagos sem acréscimo no dia útil seguinte. Normalmente, os tributos já estão com as datas ajustadas ao calendário de feriados, sejam federais, estaduais ou municipais.</p>
<p><strong>Confira como fica o funcionamento:</strong></p>
<p><b>24 de dezembro</b> – funcionamento com horário reduzido das 9h às 11h.</p>
<p><b>25 de dezembro</b>: Natal &#8211; agências fechadas</p>
<p><b>26, 29 e 30 de dezembro</b>: funcionamento normal</p>
<p><b>31 de dezembro:</b> não há expediente bancário e as instituições financeiras não abrem para atendimento presencial ao público</p>
<p><b>1º de janeiro:</b> feriado da Confraternização Universal, agências fechadas para atendimento</p>
<p><b>2 de janeiro</b>: funcionamento normal.</p>
<p>Fonte: FEEB/BA-SE.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Comando cobra e bancos aceitam negociar uso de tecnologias no monitoramento do trabalho remoto</title>
		<link>https://bancarios.com.br/comando-cobra-e-bancos-aceitam-negociar-uso-de-tecnologias-no-monitoramento-do-trabalho-remoto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 13:13:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bancos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assunto, que já havia sido pautado nos acordos de teletrabalho e na mesa de IA, ganhou evidência depois que o Itaú demitiu mais de 1.000 funcionários que trabalhavam remotamente Em reunião de negociação com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), ocorrida nesta quinta-feira (25), o comando trouxe vários exemplos de negociação com a respeito do &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>Assunto, que já havia sido pautado nos acordos de teletrabalho e na mesa de IA, ganhou evidência depois que o Itaú demitiu mais de 1.000 funcionários que trabalhavam remotamente</h3>
</div>
<div class="news-details__image">
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-70083 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Uso-de-IA-para-monitoramento-de-desempenho.jpeg" alt="" width="1072" height="598" /></div>
<div class="news-details__main-content">
<div class="news-details__main-text visible">
<p>Em reunião de negociação com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), ocorrida nesta quinta-feira (25), o comando trouxe vários exemplos de negociação com a respeito do uso de inteligência artificial e novas tecnologias para a contratação, a avaliação de trabalhadores e até nos desligamentos.</p>
<p>“Existem exemplos de acordos, em diversos países, que garantem o direito à não discriminação na contratação, o direito à preservação da saúde, o respeito à desconexão, à transparência, ao acesso do sindicatos às informações, bem como o acesso dos trabalhadores ao uso dessas tecnologias e da contestação dos resultados das avaliações e do feedback da empresa”, disse a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenadora do Comando Nacional do Bancários, Juvandia Moreira.</p>
<p>O comando destacou ainda a necessidade da preservação do home office como modo de trabalho e a necessidade de que haja negociação coletiva efetiva, assim como a necessidade da promoção da governança ética da tecnologia, sem a invasão da privacidade dos trabalhadores.</p>
<p>“Precisamos debater este tema de forma transparente e estabelecer regras e limites para o uso de ferramentas tecnológicas para o monitoramento do trabalho. Os sindicatos e os trabalhadores precisam ter direito à informação e as tecnologias têm que melhorar o trabalho e a vida dos trabalhadores, não os prejudicar”, completou Juvandia.</p>
<h2><strong>Voz dos bancários</strong></h2>
<p>“Fizemos uma plenária com os demitidos que contou com a participação de mais de 400 pessoas e vimos que o que mais feriu os trabalhadores foi a ligação deles com a vagabundagem e com a alegação de que eles ‘enganavam o banco”, observou a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região (Seeb/SP), também coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Neiva Ribeiro. A maior parte dos funcionários demitidos pelo Itaú são da base sindical do Seeb/SP. “Muitos eram recém-promovidos e tinham acabado de receber premiações. Não é possível a que a gestão tenha errado tanto, pois nem os gestores tinham conhecimento do motivo das demissões”, acrescentou a presidenta do Seeb/SP.</p>
<p>“Esperamos que, após a negociação de hoje, possamos avançar no sentido de ter mais transparência para conhecimento do sindicato e dos trabalhadores no uso das tecnologias para avaliação do desempenho e da produtividade e aderência dos trabalhadores”, disse Neiva.</p>
<h2><strong>Leia nota conjunta</strong></h2>
<p>“Em reunião realizada nesta data (25/09), o movimento sindical e a Fenaban discutiram aspectos do monitoramento do trabalho remoto.</p>
<p>As partes deliberaram pela abertura de mesa específica de negociação, com definição de calendário de reuniões e desenvolvimento de análises sobre o tema, visando à construção coletiva setorial.</p>
<p>Reiteraram, ainda, os princípios que têm norteado as negociações coletivas do setor, inclusive sobre teletrabalho: transparência, respeito à privacidade e governança ética.”</p>
<h2><strong>Censo da Diversidade</strong></h2>
<p>O Comando alertou que a coleta de dados por meio de um link específico de cada instituição financeira pode reduzir a participação de bancários liberados, ou cedidos, que não tenham acesso à intranet.</p>
<p>A Fenaban afirmou que, em uma semana, cerca de 27 mil bancários já responderam o censo. Disse ainda que a questão da participação de funcionários sem acesso à intranet será analisada, mas que a maior dificuldade é a segurança de dados.</p>
<p><em><strong> Fonte: Contraf</strong></em></p>
</div>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Trabalhadores cobram e bancos aceitam criar mesa permanente de negociações sobre IA</title>
		<link>https://bancarios.com.br/trabalhadores-cobram-e-bancos-aceitam-criar-mesa-permanente-de-negociacoes-sobre-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 12:41:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=69399</guid>

					<description><![CDATA[<p>Movimento sindical defende que os ganhos produtividade, obtidos com os avanços tecnológicos, sejam compartilhados via aumento de remuneração e redução da jornada de trabalho O Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) se reuniram nesta segunda-feira (28), na capital paulista, para a “Negociação Nacional Bancária sobre Novas Tecnologias, como a IA, &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Movimento sindical defende que os ganhos produtividade, obtidos com os avanços tecnológicos, sejam compartilhados via aumento de remuneração e redução da jornada de trabalho</em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-69400" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Negociacao-IA-430x430-1.jpg" alt="" width="430" height="430" /></p>
<p>O Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) se reuniram nesta segunda-feira (28), na capital paulista, para a “Negociação Nacional Bancária sobre Novas Tecnologias, como a IA, e a Atividade Bancária”.</p>
<p>Com base em dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), a coordenadora do Comando Nacional e também presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, destacou que 1 a cada 4 empregos serão impactados, em algum grau, pela Inteligência Artificial (IA) Generativa, sendo que a maioria dos postos de trabalho expostos à IA serão transformados, exigindo ações para a qualificação e requalificação de trabalhadores.</p>
<p>A pesquisa apontou ainda que as mulheres têm duas vezes mais chances de serem expostas à IA generativa e em postos de trabalho que tendem a desaparecer pelos avanços tecnológicos.</p>
<p>“Dados do próprio setor mostram que o uso de IA é intenso, por parte dos bancos, e está reduzindo os custos dessas empresas. Na Consulta Nacional dos Bancários 2025, que acabamos de realizar, maioria significativa dos trabalhadores apontaram que esses ganhos de produtividade, obtidos com os avanços tecnológicos, devem ser traduzidos em aumento salarial. Além desse pedido, nós, do Comando Nacional, cobramos que esses ganhos obtidos com a tecnologia também se traduzam com a redução da jornada para quatro dias de trabalho semanais, sem redução salarial”, ressaltou Juvandia Moreira.</p>
<p>A dirigente completou que a categoria também quer verificar em que medida a IA está sendo utilizada para controle dos trabalhadores, e como essas novas tecnologias podem estar vinculadas às questões de direitos por igualdade de oportunidades dentro das empresas, desumanizando os processos de contratação, ascensão e até demissão dos empregados.</p>
<p>Em seguida, o presidente da Fetrafi-NE, Carlos Eduardo, apresentou à Fenaban, a proposta dos trabalhadores de instalação de uma mesa permanente para negociações sobre IA, a partir da qual, seriam debatidos os seguintes pontos:</p>
<p>1 – Informar e consultar os sindicatos sobre o desenvolvimento e a implementação de sistemas de IA que possam ter um impacto significativo nos funcionários dentro do sistema financeiro. Incluindo ainda estabelecimento de mesa de negociação por banco envolvendo as COEs.<br />
2 &#8211; Pontos que devem ser negociados de forma imediata: fechamento de agências, cargos eliminados, por exemplo, de caixas, tesoureiro, gerente administrativo.<br />
3 &#8211; Reconhecimento dos bancos que a IA tem o potencial de impactar os funcionários de várias maneiras, incluindo: mudanças nas funções e responsabilidades do trabalho; a necessidade de novas habilidades e treinamento; o potencial para deslocamento de empregos e mudanças nas condições de trabalho.<br />
4 &#8211; Garantir em ACT que esses novos profissionais não sejam PJ ou terceirizados, ou seja, que o trabalho não seja precarizado.<br />
5 &#8211; Negociação de um programa de requalificação e realocação, em se fazendo necessário, para que os bancários possam migrar para outras áreas. Estabelecer um apoio financeiro (indenização adicional) aos trabalhadores demitidos.<br />
6 &#8211; Garantir que os sistemas de IA sejam desenvolvidos e usados de forma ética e responsável, conforme as leis e regulamentos relevantes. Problemas nos “scores” que são definidos pela IA que discriminam socialmente os clientes e impactam no trabalho bancário.<br />
7 &#8211; Proteger e privacidade e a segurança dos dados de funcionários e clientes.<br />
8 &#8211; Garantir que os funcionários tenham o direito de contestar decisões tomadas por sistemas de IA.<br />
9 &#8211; Os bancos e sindicatos concordam em estabelecer o “Observatório de Transformação Digital dos Bancários” num trabalho conjunto para monitorar a implementação deste acordo e para desenvolver orientação adicional sobre o uso da IA no trabalho bancário.<br />
10 – Redução da jornada de trabalho para 4&#215;3, sem redução salarial, para que os ganhos de produtividade dos bancos advindos da tecnologia sejam divididos com os trabalhadores.</p>
<p>“A tecnologia não tem que trazer apenas benefício para os bancos, mas também, e principalmente, para os trabalhadores e para a sociedade. Por isso, nós queremos participar ativamente do debate, sobre essas transformações, que estão relacionadas à criação de novas formas de trabalho que os bancários necessitam aprender”, reforçou o presidente do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte e Região, Ramon Peres. “As IAs não precisam apenas estar ligadas aos lucros e aumento de produtividade no setor. Podem e devem nos trazer mais segurança e mais ferramentas que estejam ligadas à ética e à responsabilidade social das organizações”, completou.</p>
<p>A também coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Neiva Ribeiro, defendeu que “as revoluções tecnológicas devem ser usadas para o bem da sociedade em geral, e não para acabar com empregos e com o atendimento presencial à população”. Para isso, recorreu a um levantamento do Dieese, realizado a partir de pesquisa de tecnologia da própria Febraban: &#8220;Em 2024, só 2% das atividades bancários foram feitas nas agências, mas esses 2% representam R$ 3,6 bilhões do total de transações (de R$ 208,2 bilhões no ano), volume semelhante ao de anos anteriores. Ou seja, as agências continuam rendendo para os bancos, o que reforça a necessidade de se manter as unidades físicas e os postos de trabalho”, observou.</p>
<p><strong>Resposta da Fenaban</strong></p>
<p>Os porta-vozes da Fenaban concordaram em incluir os trabalhadores no debate sobre mudanças tecnológicas no setor e aceitaram a proposta de mesa permanente para discussões sobre IA. Além disso, solicitaram ao Comando uma proposta de calendário para os próximos encontros sobre o tema.</p>
<p><strong>Programa Mais Mulheres na TI</strong></p>
<p>Por fim, a Fenaban trouxe os dados do Programa Mais Mulheres na TI, conquistado pela categoria bancária na última renovação da CCT, onde ficou estabelecida 3.000 bolsas de estudos pela escola PrograMaria e 100 bolsas de estudos pela escola Laboratória, de cursos voltados à tecnologia da informação.</p>
<p>Os resultados do PrograMaria foram:</p>
<p>1ª Turma &#8211; Análise de dados/Meus primeiros passos em python, teve 9.729 inscrições para 1000 bolsas. Desse total, formaram-se 475 estudantes, sendo:<br />
&#8211; 67% de pessoas pretas e pardas;<br />
&#8211; 33% de pessoas da comunidade LGBTQIA+;<br />
&#8211; 9,4% de pessoas trans;<br />
&#8211; 29% mães e responsáveis;<br />
&#8211; 40% de pessoas de zonas periféricas;<br />
&#8211; 14,5% de pessoas com deficiência.</p>
<p>Em termos geográficos:<br />
&#8211; 25% do Nordeste;<br />
&#8211; 5% do Norte;<br />
&#8211; 5% do Centro Oeste;<br />
&#8211; 7,5% do Sul;<br />
&#8211; 57,5% do Sudeste.</p>
<p>2ª Turma &#8211; Front-end/Minha primeira página web, que teve 4.600 inscritas para 1.000 bolsas.</p>
<p>Desta turma, com formatura prevista para esta semana:<br />
&#8211; 56,56% são pessoas negras;<br />
&#8211; 25,67% LGBTQIA+;<br />
&#8211; 3,09% pessoas trans;<br />
&#8211; 36,32% são mães ou responsáveis;<br />
&#8211; 25,55% são pessoas de fora das regiões Sul e Sudeste.</p>
<p>3ª Turma &#8211; 500 bolsas (curso Front-end/Minha primeira página web):<br />
&#8211; Início das inscrições previsto para 18 de outubro.</p>
<p>4ª Turma &#8211; 500 bolsas (curso Análise de dados/Meus primeiros passos em python):<br />
&#8211; Início das inscrições previsto para 3 de dezembro.</p>
<p>Os resultados do Laboratória:</p>
<p>Curso mais intensivo, com duração de 20 semanas (5 meses):<br />
&#8211; Turma 1: ativa e com término previsto para 1º de agosto, hoje com 40 alunas ativas.<br />
&#8211; Turma 2: ativa e com término previsto para 17 de outubro, hoje com 50 alunas ativas.</p>
<p><strong>Fonte: Contraf-CUT</strong></p>
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		<item>
		<title>Bancos falham na prevenção de fraudes</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bancos-falham-na-prevencao-de-fraudes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 12:55:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bancos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os bancos em atividade no Brasil mostram um padrão preocupante de falhas na proteção dos clientes, especialmente em relação aos débitos automáticos não autorizados. As queixas saltaram de 12 mil, em 2019, para 56 mil, em 2021, aumento de 366%. O crescimento foi impulsionado pela Resolução 4.790 do Banco Central, que, em 2021, permitiu que &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-69154 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/07/FRAUDEfraude.jpg" alt="" width="900" height="450" /></p>
<p>Os bancos em atividade no Brasil mostram um padrão preocupante de falhas na proteção dos clientes, especialmente em relação aos débitos automáticos não autorizados. As queixas saltaram de 12 mil, em 2019, para 56 mil, em 2021, aumento de 366%.</p>
<p>O crescimento foi impulsionado pela Resolução 4.790 do Banco Central, que, em 2021, permitiu que as empresas incluíssem cobranças de organizações concorrentes nas contas dos clientes sem autorização expressa. O que antes exigia consentimento, agora ocorre sem a devida transparência ou controle.</p>
<p>Os casos relatados mostram uma série de abusos. Desde contratos sem assinatura, passando pelo uso de homônimos para justificar cobranças indevidas, até a alegação de que empresas cobradoras, muitas com CNPJ regulamentado, possuem &#8220;autorizações&#8221; para descontar valores. O que se observa é que o sistema financeiro tem sido ineficaz em identificar e evitar as fraudes, mesmo quando deve prevenir as situações.</p>
<p><em>Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia</em></p>
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		<item>
		<title>Corpus Christi fecha agências bancárias nesta quinta (19)</title>
		<link>https://bancarios.com.br/corpus-christi-fecha-agencias-bancarias-nesta-quinta-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 14:05:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=69030</guid>

					<description><![CDATA[<p>Grande parte das agências bancárias pelo Brasil não terão atendimento presencial na data de Corpus Christi, comemorada nesta quinta-feira (19). O dia é parte dos feriados bancários divulgados pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos). O funcionamento ocorre normalmente na sexta (20). No Corpus Christi, as compensações bancárias, incluindo TED (Transferência Eletrônica Disponível), não serão efetivadas. &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-69031 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/06/DSC_2331.jpg" alt="" width="640" height="427" /></p>
<p>Grande parte das agências bancárias pelo Brasil não terão atendimento presencial na data de Corpus Christi, comemorada nesta quinta-feira (19).</p>
<p>O dia é parte dos feriados bancários divulgados pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos). O funcionamento ocorre normalmente na sexta (20).</p>
<p>No Corpus Christi, as compensações bancárias, incluindo TED (Transferência Eletrônica Disponível), não serão efetivadas. O Pix funciona 24 horas todos os dias, incluindo feriados.</p>
<p>Tributos e impostos com vencimento no dia 19 de junho devem ser pagos antecipadamente para evitar a incidência de juros e multa. Boletos de cobrança e contas de consumo —água, energia, telefone, entre outros— poderão ser pagos no dia útil seguinte, que não considera o sábado.</p>
<p>No caso de clientes cadastrados como sacados eletrônicos, boletos bancários podem ser pagos via DDA (Débito Direto Autorizado).</p>
<p>Com informações da Folha de SP.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Bancos aproveitam o Pix para economizar</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bancos-aproveitam-o-pix-para-economizar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 14:28:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bancos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A revolução promovida pelo Pix no Brasil tem sido celebrada por bancos, fintechs e parte da mídia. Criado pelo Banco Central e lançado em 2020, o sistema de pagamentos instantâneos transformou a forma como os brasileiros transferem dinheiro. Mas, o impacto da inovação vai além da praticidade. Há efeitos para o próprio sistema financeiro, os &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-68886 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/06/IMAGEM_NOTICIA_3-2025-06-05T112740.452.jpg" alt="" width="681" height="400" /></p>
<p>A revolução promovida pelo Pix no Brasil tem sido celebrada por bancos, fintechs e parte da mídia. Criado pelo Banco Central e lançado em 2020, o sistema de pagamentos instantâneos transformou a forma como os brasileiros transferem dinheiro. Mas, o impacto da inovação vai além da praticidade. Há efeitos para o próprio sistema financeiro, os trabalhadores e os clientes.</p>
<p>Segundo relatório da agência de classificação de risco <em>Moody’s</em>, o avanço do Pix acarretou em uma redução de custos significativa para os bancos. Entre 2020 e 2024, o número de agências bancárias caiu 13%, impulsionado pela digitalização, estratégia excludente das empresas.<br />
Para o sistema financeiro, muitos ganhos. Para os trabalhadores, demissões e reestruturações forçadas. Para os clientes, sobretudo os mais velhos ou menos conectados, o fechamento de agências representa o fim de um atendimento humano e acessível, ainda essencial em muitas regiões do país, em especial as mais distantes, que contam muitas vezes apenas com uma unidade.<br />
Ao mesmo tempo, outro dado chama a atenção. Entre 2019 e 2023, o percentual de adultos com empréstimos subiu de 62,8% para 69,2%. Dado que expõe a dependência das famílias diante do alto custo de vida e da falta de alternativas. Além disto, é uma porta aberta ao endividamento, principalmente diante no patamar da Selic, hoje em 14,75% ao ano, que encarece o crédito.</p>
<p>Fonte:</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Bancos Centrais do Brasil e da China assinam acordo de troca de moedas</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bancos-centrais-do-brasil-e-da-china-assinam-acordo-de-troca-de-moedas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2025 13:44:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bancos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o objetivo de fornecer mais liquidez ao mercado financeiro em momentos de necessidade, o Banco Central do Brasil (BC) e o Banco Popular da China (PBoC) irão assinar nesta terça-feira (13) um acordo de swap (troca) de moedas. O presidente do BC, Gabriel Galípolo, e sua contraparte chinesa, Pan Gongsheng, assinarão o documento em Pequim. Conforme resolução &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-68520 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/05/banco_central_economia_0413202008-1024x613.webp" alt="" width="618" height="370" /></p>
<p><strong>Com o objetivo de fornecer mais liquidez ao mercado financeiro em momentos de necessidade, o Banco Central do Brasil (BC) e o Banco Popular da China (PBoC) irão assinar nesta terça-feira (13) um acordo de <em>swap</em> (troca) de moedas. </strong>O presidente do BC, Gabriel Galípolo, e sua contraparte chinesa, Pan Gongsheng, assinarão o documento em Pequim.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1642445&amp;o=node" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1642445&amp;o=node" /></p>
<p>Conforme resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), <strong>o valor em aberto das operações não poderá ultrapassar R$ 157 bilhões, e elas terão validade de cinco anos. </strong>O Banco Popular da China receberá reais, creditando o valor equivalente à moeda brasileira em dólares numa conta de especial de depósito aberta em seu nome no Banco Central brasileiro. O dinheiro só poderá ser movimentado conforme as determinações do acordo.</p>
<p>Para garantir o equilíbrio econômico-financeiro das obrigações, o BC observará as taxas de câmbio relativas às duas moedas, cobradas nos mercados cambiais nacional e internacional, assim como os juros e os prêmios de riscos das obrigações soberanas (como taxas de títulos públicos) nos mercados financeiros doméstico e global.</p>
<h2>Iniciativas semelhantes</h2>
<p>Em nota, o BC ressaltou que pretende firmar mais acordos do tipo com outros países.</p>
<blockquote><p>“Esses acordos de swap de moedas têm se tornado comuns entre os bancos centrais, especialmente desde a crise de 2007. O BC já tem conversas com outros bancos centrais para a realização de acordos semelhantes ao que será assinado com o PBoC amanhã”, informou o BC em nota.</p></blockquote>
<p>Segundo o BC, o Banco Popular da China tem 40 acordos semelhantes de <em>swaps </em>de moedas com autoridades monetárias de países como Canadá, Chile, África do Sul, Japão, Reino Unido, assim como com o Banco Central Europeu.</p>
<p>O BC tem um acordo semelhante com o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano). Chamado de <em>Foreign and International Monetary Authorities Repo Facility </em>(FIMA, na sigla em inglês), esse acordo dá a possibilidade de o BC brasileiro acessar dólares americanos oferecendo operações compromissadas (títulos públicos usados para regular a quantidade de dinheiro em circulação da economia. Em troca, o BC recebe títulos do Tesouro norte-americano como contrapartidas.</p>
<h2>Agenda</h2>
<p>Galípolo acompanha o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na viagem ao país asiático. Além de assinar o acordo de <em>swap </em>nesta terça, o presidente do BC deve participar de um seminário sobre títulos públicos internacionais da China, chamados de Panda Bonds, na quinta-feira (15).</p>
<p><strong>Fonte: Agência Brasil.</strong></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Concentração bancária sobe no crédito, e quatro maiores dominam 57,9% do mercado</title>
		<link>https://bancarios.com.br/concentracao-bancaria-sobe-no-credito-e-quatro-maiores-dominam-579-do-mercado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 14:34:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=68344</guid>

					<description><![CDATA[<p>A concentração bancária no país inverteu a trajetória de queda e subiu pela primeira vez em ao menos três anos, consolidando o domínio das quatro maiores instituições financeiras sobre mais da metade do mercado. Banco do Brasil, Caixa, Itaú Unibanco e Bradesco são responsáveis, juntos, por 57,9% das operações de crédito do país. Os dados, referentes ao fim &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-68345 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/04/164242182961e55e451f44f_1642421829_3x2_lg.webp" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p>A concentração bancária no país inverteu a trajetória de queda e subiu pela primeira vez em ao menos três anos, consolidando o domínio das quatro maiores instituições financeiras sobre mais da metade do mercado. Banco do Brasil, Caixa, Itaú Unibanco e Bradesco são responsáveis, juntos, por 57,9% das operações de crédito do país.</p>
<div class="c-news__body" data-news-content-text="" data-disable-copy="" data-continue-reading="" data-continue-reading-hide-others=".js-continue-reading-hidden" data-age-rating="">
<p>Os dados, referentes ao fim do ano de 2024, estão em relatório do Banco Central divulgado nesta terça-feira (29). Um ano antes, os quatro maiores bancos foram responsáveis por 57,8% das operações de crédito.</p>
<p>Apesar do aumento leve, de 0,1 ponto percentual, o movimento vai na direção contrária ao discurso do Banco Central sobre a necessidade de redução da concentração e aumento da concorrência no setor. O estímulo à maior concorrência faz parte das diretrizes da agenda do BC.</p>
<p>Os relatórios anuais apontam que esse é o primeiro aumento desde que a chamada RC4 (Razão de Concentração dos Quatro Maiores) foi adotada pela autoridade monetária como substituição à RC5 (que se referia aos cinco maiores e incluía, até então, o Santander). Em 2019, ano de estreia do indicador, o percentual era de 60,6%.</p>
<p>O nível de concentração permanece particularmente elevado nos financiamentos rurais e agro, nos financiamentos habitacionais e nos financiamentos de infraestrutura e desenvolvimento.</p>
<p>Os números foram registrados sob a gestão do então presidente do BC Roberto Campos Neto (indicado pelo então presidente Jair Bolsonaro). Nos anos anteriores de seu mandato, o percentual vinha caindo, embora de maneira leve.</p>
<p>A maior concentração é registrada após um ano em que o BC aprovou, sem restrições, oito atos de concentração. Três deles envolveram diretamente pelo menos um banco. Entre eles, um acordo de investimento entre o Bradesco e o banco John Deere.</p>
<p>O BC afirma também que, em 2024, o nível de concentração nos mercados de corretagem (ações e mercadorias e futuros) e de distribuição de produtos de investimento aumentou em relação aos valores observados nos anos anteriores (2022 e 2023), embora considere esses segmentos desconcentrados ou em nível moderado.</p>
<p>Mesmo com os valores, o BC tem destacado avanços na concentração bancária dizendo que ela apresentou “redução ou estabilidade”. Em termos de depósitos totais, por exemplo, houve queda da RC4 de 57,9% para 57,1%. “A redução ou a estabilidade dos níveis de concentração foi observada na maioria dos mercados relevantes de crédito”, afirma o BC.</p>
<p>“Em 2024, houve aumento do número de IFs [instituições financeiras] ofertantes de capital de giro, de crédito pessoal sem consignação em folha e de cheque especial”, afirma a autoridade monetária.</p>
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</div>
</div>
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<div class="c-news__stars u-no-print js-continue-reading-hidden"><strong>Fonte: Folha de SP</strong></div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/concentracao-bancaria-sobe-no-credito-e-quatro-maiores-dominam-579-do-mercado/">Concentração bancária sobe no crédito, e quatro maiores dominam 57,9% do mercado</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
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