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	<title>Arquivos Campanha Nacional dos Bancários 2017 - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
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	<item>
		<title>Comando Nacional dos Bancários analisa vedação da ultratividade</title>
		<link>https://bancarios.com.br/comando-nacional-dos-bancarios-analisa-vedacao-da-ultratividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Sep 2017 16:09:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Campanha Nacional dos Bancários 2017]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="content">
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-25691 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2017/09/comando-nacional-dos-bancarios-analisa-vedacao-da-ultrativid_0a46267359fb0058178290e32543afc1.jpg" alt="" width="700" height="525" /></p>
<p>A reunião do Comando Nacional dos Bancários, na tarde desta terça-feira (12), na sede da Contraf, em São Paulo, começou com uma palestra do advogado José Eymard Loguercio, assessor Jurídico da CUT, sobre os impactos nas negociações coletivas de trabalho com a vedação da ultratividade, definida pela reforma trabalhista.</p>
<p>A ultratividade era prevista numa súmula que garantia a manutenção das cláusulas do último acordo coletivo ao final da vigência, até que novo acordo fosse celebrado. José Eymard Loguercio garantiu que há questionamentos sobre a constitucionalidade e aplicação da lei no tempo que vem a fragilizar a negociação coletiva e seus legítimos instrumentos de pressão contra o empregador para que se possa estabelecer equilíbrio nos contratos coletivos. “Enquanto houver negociação, aplica-se o princípio de boa-fé e projetam-se as normas coletivas até a celebração de novo instrumento.”</p>
<p>Para Roberto von der Osten, presidente da Contraf e um dos coordenadores do Comando Nacional dos Bancários, esta mudança em relação à garantia de manutenção da vigência dos direitos previstos no acordo anterior poderá trazer maior dificuldade nas negociações coletivas, em especial para categorias com maiores dificuldades de mobilizações. “A nossa categoria é vanguardista, sempre está na frente das lutas e mobilizada para o que precisar. Mesmo assim os bancos podem pressionar para que os trabalhadores aceitem qualquer acordo sob ameaça de não renovar a totalidade do acordo anterior. Assim, temos de continuar com nossas históricas mobilizações e unidade nacional, pois unidos somos mais fortes e impedimos a retirada de direitos duramente conquistados.”</p>
<p>O Comando Nacional definiu que irá acompanhar as negociações coletivas de outras categorias, a partir do vigor da Reforma Trabalhista, para se preparar para a próxima data-base dos bancários.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Calendário de lutas</strong></p>
<p>Ainda na reunião, o Comando Nacional aprovou o calendário de lutas para os próximos meses. Toda semana será realizado um Dia Nacional de Lutas em Defesa dos Bancos Públicos.</p>
<p><strong>Setembro</strong>:</p>
<p>13 – Ato em Curitiba contra a perseguição judicial a Lula</p>
<p>13 – Dia Nacional de Luta em Defesa dos Bancos Públicos</p>
<p>14 – Dia Nacional de Lutas com Mobilização, Paralisações e Greve</p>
<p>19 – Mesa Temática Igualdade de Oportunidades</p>
<p>20 – Mesa Temática Saúde</p>
<p>20 – Dia Nacional de Luta em Defesa dos Bancos Públicos</p>
<p>22 – Mesa Temática de Acompanhamento da Cláusula de Prevenção de Conflitos</p>
<p>25 – Assinatura do Aditivo da 65</p>
<p>26 – Mesa Temática de Segurança Bancária</p>
<p>27 &#8211;  Dia Nacional de Luta em Defesa dos Bancos Públicos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Outubro</strong>:</p>
<p>3 – Reunião do Comando Nacional dos Bancários (RJ)/ Ato no Rio de Janeiro em defesa da Petrobras e da Soberania Nacional</p>
<p>4 – Dia Nacional de Luta em Defesa dos Bancos Públicos</p>
<p>11 – Dia Nacional de Luta em Defesa dos Bancos Públicos</p>
<p>18 – Dia Nacional de Luta em Defesa dos Bancos Públicos</p>
<p>25 – Dia Nacional de Luta em Defesa dos Bancos Públicos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Novembro</strong>:</p>
<p>1 – Dia Nacional de Luta em Defesa dos Bancos Públicos</p>
<p>6 – Mesa Temática Saúde do Trabalhador</p>
<p>8 – Dia Nacional de Luta em Defesa dos Bancos Públicos</p>
<p>11 – Ato em Brasília pela anulação da antirreforma Trabalhista</p>
<p>13 – Mesa Temática Segurança Bancária</p>
<p>14 – Alianza Latino Americana em Defesa de la Banca Publica – Montevideo</p>
<p>16 a 18 – Jornada Continental contra o Neoliberalismo e pela Democracia</p>
<p>20 – Mesa Temática Igualdade de Oportunidades</p>
<p>20 e 21 – UNI Mulheres Montevideo</p>
<p>22 – Dia Nacional de Luta em Defesa dos Bancos Públicos</p>
<p>27 – Mesa Temática de Acompanhamento da Cláusula de Prevenção de Conflitos</p>
<p>29 – Dia Nacional de Luta em Defesa dos Bancos Públicos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dezembro</strong>:</p>
<p>6 &#8211; Dia Nacional de Luta em Defesa dos Bancos Públicos</p>
<p>13 &#8211; Dia Nacional de Luta em Defesa dos Bancos Públicos</p>
<p>20 &#8211; Dia Nacional de Luta em Defesa dos Bancos Públicos</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p id="page-author">Fonte: Contraf</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Acordo de dois anos garante reajuste acima da inflação e outros direitos aos bancários</title>
		<link>https://bancarios.com.br/acordo-de-dois-anos-garante-reajuste-acima-da-inflacao-e-outros-direitos-aos-bancarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Sep 2017 15:13:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Campanha Nacional dos Bancários 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Reajuste]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quarta-feira (6) o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de agosto. A variação no mês foi negativa de &#8211; 0,03%. Com isso, o acumulado nos últimos 12 meses ficou em 1,73%. O reajuste da categoria bancária será de 2,75%. “No ano passado conseguimos prever &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-25567 alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2017/09/acordo-de-dois-anos-garante-reajuste-acima-da-inflacao-e-out_1cf0923fb4f8afda7c225d761161820a-300x210.jpg" alt="" width="300" height="210" />O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quarta-feira (6) o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de agosto. A variação no mês foi negativa de &#8211; 0,03%. Com isso, o acumulado nos últimos 12 meses ficou em 1,73%. O reajuste da categoria bancária será de 2,75%.</p>
<p>“No ano passado conseguimos prever esta conjuntura de ataques aos trabalhadores e seus direitos que estamos enfrentando e fizemos um acordo de dois anos. Somente por isso conseguimos aumento real de 1%. Esta não é a realidade da maioria das categorias e, entre as empresas públicas, os bancários serão, possivelmente, a única categoria que obterá aumento real neste ano”, disse Roberto von der Osten, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).</p>
<p>Segundo levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) entre 300 categorias 30 tiveram reajustes abaixo da inflação, para 91 foi igual ao INPC, 107 categorias conseguiram apenas 0,5% acima da inflação e 38 categorias entre 0,51% e 1% acima da inflação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Aumento real</strong></p>
<p>Os bancários conquistaram o aumento real de 1% depois de uma longa greve de 31 dias, em um acordo de dois anos. Para 2017, o reajuste vai repor integralmente a inflação (INPC/IBGE) e garantir mais 1% de aumento real nos salários e em todas as verbas.</p>
<p>Em maio, o secretário de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest), do Ministério do Planejamento, Fernando Antonio Soares, anunciou que o Governo Federal tem a meta de demitir 20 mil funcionários públicos federais em 2017 e disse que os bancários, possivelmente serão a única categoria entre os trabalhadores de empresas públicas que terão reajuste salarial acima da inflação em decorrência do acordo de dois anos.</p>
<p>Desde 2004, os bancários conquistam aumento real de salários. Neste ano, o reajuste de 1% acima da inflação deve ser ressaltado não apenas pelo momento histórico do país, mas também por vir em um tempo de deflação, enquanto em anos anteriores o reajuste acabava sendo corroído pela inflação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Defesa do emprego</strong></p>
<p>Outro avanço obtido com o acordo de 2016 foi a criação dos Centros de Realocação e Requalificação Profissional, previstos na cláusula 62 da Convenção Coletiva de Trabalho da Categoria. Os bancos deverão criar estes centros para, ao invés de demitir funcionários, requalificá-los e realocá-los em outros postos de trabalho. O direito foi acrescentado na CCT da categoria nas negociações de 2016 e a redação da cláusula foi aprovada na última reunião entre o Comando Nacional dos Bancários e Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).</p>
<p>Uma das prioridades dos bancários deste ano é a defesa do emprego. O Comando Nacional dos Bancários entregou à Fenaban uma proposta de Termo de Compromisso com 21 pontos para proteção de empregos, de direitos históricos e de delimitação dos atos nocivos que podem advir da nova Lei Trabalhista (Lei 13.467/2017) e da Lei de Terceirização (Lei 13.429/2017) e de outras que ainda tramitam no Congresso Nacional. A Fenaban vai discutir o termo com os bancos para dar a resposta à Contraf-CUT.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PLR e vales</strong></p>
<p>O reajuste de 2,75% também será válido para a PLR dos bancos privados e vales refeição e alimentação, além do auxílio creche/babá.</p>
<p>Os novos valores já são válidos para os salários referente ao mês de setembro, a serem pagos em outubro. Já a PLR deve ser paga até o dia 30 de setembro. A Contraf-CUT já solicitou aos bancos a antecipação do pagamento. Atendendo à solicitação, o Banco do Brasil, que tem um programa próprio de PLR, que independe do índice, já efetuou o pagamento da PLR aos funcionários no dia 31/08.</p>
<p>O acordo de dois anos também garantiu o abono dos 31 dias de paralisação, sem a necessidade de compensação.</p>
<p>Fonte: Contraf</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Bancários terão reajuste salarial de 2,75%</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bancarios-terao-reajuste-salarial-de-275/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Sep 2017 15:10:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Campanha Nacional dos Bancários 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Reajuste]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos bancários garante para este ano a reposição da inflação dos últimos 12 meses encerrados em agosto mais 1% de aumento real. O INPC, divulgado pelo IBGE nesta quarta-feira (06/09), ficou em 1,73%. Portanto, o reajuste salarial será de 2,75%. O índice se aplica às demais verbas. Desta forma, &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-25564 alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2017/09/DSC_0051-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" />A Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos bancários garante para este ano a reposição da inflação dos últimos 12 meses encerrados em agosto mais 1% de aumento real. O INPC, divulgado pelo IBGE nesta quarta-feira (06/09), ficou em 1,73%. Portanto, o reajuste salarial será de 2,75%.</p>
<p>O índice se aplica às demais verbas. Desta forma, o auxílio refeição passa a ser de R$ 33,50, a cesta alimentação, R$ 580,81 e o auxílio creche/babá, R$ 446,10.</p>
<p>Em meio à grave crise política e econômica que o país passa, o aumento acima da inflação é uma importante vitória, destaca o presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia, Augusto Vasconcelos. Mas, &#8220;a mobilização em defesa do emprego e contra os impactos negativos da reforma trabalhista continua&#8221;, conclui.</p>
<p>De olho na PLR</p>
<p>De acordo com a CCT, os bancos têm até o dia 30 deste mês para creditar a antecipação da PLR (Participação nos Lucros e Resultados). A primeira parte corresponde a 54% do salário mais fixo de R$ 1346,11, limitado a R$ 7.221,23 e ao teto de 12,8% do lucro líquido do banco (o que ocorrer primeiro) verificado no primeiro semestre deste ano.</p>
<p>A parcela adicional corresponde a 2,2% do lucro líquido registrado nos seis primeiros meses, dividido linearmente pelo número total de empregados, até o limite de R$ 2.243,52.</p>
<p>Fonte: SBBA</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Aprovada cláusula de criação de centros de realocação e requalificação profissional</title>
		<link>https://bancarios.com.br/aprovada-clausula-de-criacao-de-centros-de-realocacao-e-requalificacao-profissional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Aug 2017 15:17:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Campanha Nacional dos Bancários 2017]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) chegaram a um acordo nesta quinta-feira (24) sobre a redação da cláusula 62 (criação de centros de realocação e requalificação profissional) da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria (leia abaixo a íntegra da cláusula aprovada). “Esta era uma pendência que havia ficado &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="content">
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-25289 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2017/08/aprovada-clausula-de-criacao-de-centros-de-realocacao-e-requ_8a5ae44ad1918912040ef5fe947ca36e.jpg" alt="" width="700" height="467" />O Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) chegaram a um acordo nesta quinta-feira (24) sobre a redação da cláusula 62 (criação de centros de realocação e requalificação profissional) da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria (leia abaixo a íntegra da cláusula aprovada).</p>
<p>“Esta era uma pendência que havia ficado da mesa de negociações do ano passado. Neste contexto de reestruturações e aumento do desemprego, trata-se de um importante avanço. A criação destes centros vai permitir a realocação de trabalhadores de agências fechadas e daqueles que ocupam funções que estão sendo extintas que não tenham as habilidades necessárias para as novas funções, ao invés de serem demitidos”, explicou Roberto von der Osten, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) e um dos coordenadores do Comando Nacional dos Bancários.</p>
<p>O presidente da Contraf disse ainda que se trata de uma mostra da importância e da validade do processo negocial entre os bancos e os representantes dos trabalhadores. “Esse é um fruto da negociação que temos que valorizar e que mostra que é possível chegar a acordos entre trabalhadores e empregadores quando temos sindicatos fortes e a categoria organizada. Ainda mais devido à dificuldade de chegarmos a um termo comum”, avaliou von der Osten.</p>
<p>As comissões de empregados (COEs e CEE) terão que tratar com os respectivos bancos os detalhes dos centros a ser implementados em cada um deles.</p>
<p><strong>Cláusulas 37 e 65</strong><br />
Os representantes dos trabalhadores não aceitaram as alterações nas cláusulas 37 (monitoramento de resultados) e 65 (adiantamento emergencial de salários nos períodos transitórios de afastamento por doença) e elas não voltarão mais à mesa de negociações neste ano.</p>
<p>“Não poderíamos aceitar redução de direitos dos trabalhadores, como a volta dos rankings de resultados, que geravam assédio moral contra aqueles que não obtiveram bons resultados. Ainda mais no meio de um excelente acordo, ainda em vigência, realizado no ano passado”, disse o presidente da Contraf.</p>
<p><strong>Termo de Compromisso</strong><br />
Sobre a proposta de Termo de Compromisso que proteja empregos, resguarde direitos históricos e que delimite os atos nocivos que podem advir das referidas leis e de outras que ainda tramitam no Congresso Nacional, entregue pelo Comando Nacional dos Bancários à Fenaban na última reunião de negociação, a representação dos bancos disse que ainda não houve discussão com os bancos sobre o assunto e ficou de informar à Contraf uma data para que o assunto seja tratado.</p>
<p>“A Campanha Nacional de 2016, após 31 dias de uma greve histórica, garantiu acordo com validade de dois anos, preservando direitos previstos na CCT até 31 de agosto de 2018. Diante do agravamento da política de retirada de direitos pelo governo Temer, a estratégia mostrou-se ainda mais acertada. Não aceitaremos desrespeito a nenhum desses direitos e queremos deixar isso ainda mais acertado no termo de compromisso”, afirmou Ivone Silva, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários.</p>
<p><strong>Antecipação da PLR</strong><br />
Durante a reunião, a Contraf entregou um ofício à Fenaban solicitando a antecipação da primeira parcela da PLR (Participação nos Lucros, ou Resultados). De acordo com a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria, os bancos teriam até 30 de setembro para efetuar o pagamento. Com os reajustes já definidos desde o ano passado, o pedido é para que o pagamento seja efetuado assim que for divulgada a inflação do período. A previsão é de que o IBGE divulgue o INPC entre o dia 9 e 10 de setembro. A Fenaban vai encaminhar o ofício aos bancos e cada um tem uma política própria sobre a possibilidade, ou não da antecipação.</p>
<p>Mesmo que não haja o adiantamento, o pagamento da PLR em 30 de setembro já será realizada antes do que o de costume. A primeira parcela da PLR é paga somente depois que é assinado o aditivo à CCT. No ano passado foi paga em meados de novembro.</p>
<p><strong>Relembre o histórico das negociações:</strong><br />
<strong>&gt;</strong> <ins><strong><a href="http://www.contrafcut.org.br/noticias/comando-nacional-dos-bancarios-apresenta-a-fenaban-termo-de-compromisso-contra-m-ba4a" target="_blank" rel="noopener">Comando Nacional dos Bancários apresenta à Fenaban termo de compromisso contra malefícios da reforma trabalhista</a></strong></ins><br />
<strong>&gt;</strong> <strong><ins><a href="http://www.contrafcut.org.br/noticias/acordo-sobre-centros-de-realocacao-esta-proximo-7001" target="_blank" rel="noopener">Acordo sobre centros de realocação está próximo</a></ins></strong><br />
<strong>&gt;</strong> <ins><strong><a href="http://www.contrafcut.org.br/noticias/reuniao-entre-comando-nacional-dos-bancarios-e-fenaban-termina-sem-acordo-428c" target="_blank" rel="noopener">Reunião entre Comando Nacional dos Bancários e Fenaban termina sem acordo</a></strong></ins><br />
<strong>&gt;</strong> <strong><ins><a href="http://www.contrafcut.org.br/noticias/avancam-negociacoes-entre-fenaban-e-comando-nacional-dos-bancarios-b010" target="_blank" rel="noopener">Avançam negociações entre Fenaban e Comando Nacional dos Bancários</a></ins></strong></p>
<p><strong>Veja como ficou a redação da cláusula 62</strong></p>
<p><strong>“CLÁUSULA 1ª – DA FINALIDADE DO INSTRUMENTO</strong></p>
<p>O presente <strong>Acordo Coletivo de Trabalho Específico para Adesão Ao Protocolo De Requalificação/Realocação </strong>tem por finalidade a aplicação da CLÁUSULA 62 – GRUPO DE TRABALHO BIPARTITE – REQUALIFICAÇÃO/REALOCAÇÃO, prevista na <strong>Convenção Coletiva de Trabalho 2016-2018</strong>, dando cumprimento ao resultado das discussões do Grupo de Trabalho Bipartite, de caráter transitório, pelo qual as partes estabelecem que requalificação e realocação de empregados, com o objetivo de aprimoramento técnico, se darão consoante os critérios previstos nesta cláusula.</p>
<p><strong><em>Parágrafo Primeiro</em></strong><br />
<em>O banco adere voluntariamente ao presente instrumento, a fim de aplicá-lo em situações específicas decorrentes de reestruturações organizacionais (encerramento de atividades, encerramento de locais, mudanças tecnológicas, ou mudanças nas atividades que redundem em obsolescência do conhecimento dos empregados em atividade nessas áreas, para as novas funções).</em></p>
<p><strong><em>Parágrafo Segundo</em></strong><br />
<em>O banco divulgará as vagas existentes de forma acessível a todos os empregados referidos no parágrafo primeiro.</em></p>
<p><strong><em>Parágrafo Terceiro</em></strong><br />
<em>O banco comunicará aos empregados referidos no parágrafo primeiro, os requisitos e as competências requeridas para cada vaga existente.</em></p>
<p><strong><em>Parágrafo Quarto</em></strong><br />
<em>Independentemente de idade, raça, gênero, orientação sexual ou deficiência, poderão inscrever-se para participar da seleção aos programas de requalificação e realocação todos os empregados referidos no parágrafo primeiro, que atendam aos requisitos básicos das vagas existentes, e que, em curto espaço de tempo conforme avaliação do banco, tenham condições de ser qualificados para essas vagas.</em></p>
<p><strong><em>Parágrafo Quinto</em></strong><br />
<em>Observado o processo seletivo previsto no parágrafo quarto, ficará a critério do banco a escolha do empregado que participará tanto da requalificação como da realocação.</em></p>
<p><strong><em>Parágrafo Sexto</em></strong><br />
<em>As partes reconhecem que o apoio da alta direção, o compromisso dos gestores e o comprometimento do empregado serão fundamentais para o sucesso do programa.</em></p>
<p><strong><em>Parágrafo Sétimo</em></strong><br />
<em>O banco definirá as necessidades de requalificação do empregado referido no parágrafo primeiro e arcará com o investimento necessário à sua qualificação técnica, respeitadas as condições previstas nos parágrafos terceiro, quarto e quinto.</em></p>
<p><strong><em>Parágrafo Oitavo</em></strong><br />
<em>A efetividade dos programas de requalificação e realocação será verificada em dois níveis de acompanhamento:</em></p>
<ol>
<li><em>Reuniões de acompanhamento dos resultados específicos do banco entre representante deste e da Comissão de empregados coordenada pela CONTRAF; e</em></li>
<li><em>Reuniões de acompanhamento de natureza qualitativa, pela CONTRAF e Comissão de Negociação da Fenaban.</em></li>
</ol>
<p><strong><em>Parágrafo Nono</em></strong><br />
<em>A partir da data da assinatura deste instrumento, o presente <strong>Protocolo para Requalificação/Realocação</strong>, de adesão voluntária pelo banco, passa a integrar o texto da CLÁUSULA 62 da CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2016-2018.</em></p>
<p><em><strong>CLÁUSULA 2ª – DISPOSIÇOES FINAIS</strong></em></p>
<p><em>A celebração deste instrumento não aplica em qualquer forma de garantia de emprego individual ou garantia no banco ou de nível de emprego no setor.</em></p>
<p><strong><em>CLÁUSULA 3ª – DA VIGÊNCIA</em></strong></p>
<p><em>O presente <strong>Acordo Coletivo de Trabalho Específico para Adesão ao Protocolo de Requalificação/Realocação </strong>vigorará da data da assinatura até 31 de agosto de 2018.</em></p>
</div>
<p id="page-author">Fonte: Contraf</p>
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		<title>Carta aberta em defesa da Caixa será entregue em ato nesta quarta-feira</title>
		<link>https://bancarios.com.br/carta-aberta-em-defesa-da-caixa-sera-entregue-em-ato-nesta-quarta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2017 16:18:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Nacional dos Bancários 2017]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os empregados da Caixa Econômica Federal realizarão atos nas agências do banco em todo o país na próxima quarta-feira (23) em defesa do banco 100% Público e por melhores condições de trabalho. A Fenae, a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa)  e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) prepararam uma “Carta Aberta” que será entregue à população e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-content-noticia">
<p><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-25206 size-medium" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2017/08/MatrizCaixa600x400-1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Os empregados da Caixa Econômica Federal realizarão atos nas agências do banco em todo o país na próxima quarta-feira (23) em defesa do banco 100% Público e por melhores condições de trabalho. A Fenae, a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa)  e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) prepararam uma <a href="http://www.fenae.org.br/portal/lumis/portal/file/fileDownload.jsp?fileId=8A19A3025DEB5400015E050573E3218B">“Carta Aberta”</a> que será entregue à população e aos empregados explicando  que o processo de desmonte do banco afeta toda a sociedade.</p>
<p>O documento diz que “O governo Temer vem tomando uma série de medidas que levarão ao desmonte total da Caixa Econômica Federal como banco público. Agências na sua cidade, ou no seu bairro, estão em risco de serem fechadas por uma decisão política desse governo, que também está reduzindo os investimentos na construção de moradias e a capacidade de atendimento pessoal à população. Estas medidas prejudicam o caráter do banco enquanto instituição pública e fazem com que a Caixa descumpra seu papel social.”</p>
<p>“A política de desmonte adotada pelo governo é um problema que não afeta somente os trabalhadores da Caixa, mas todos os brasileiros. Em mais de 150 anos de existência o banco financiou a habitação, obras de infraestrutura, projetos de geração de renda, políticas sociais, além de crédito com juros mais baixos. Não podemos aceitar que o governo restrinja a atuação da empresa privilegiando interesses privados”, destaca o presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira.</p>
<p>A Carta Aberta informa ainda que a Caixa tem reduzido o percentual dos empréstimos para a compra da casa própria e no programa Minha Casa, Minha Vida. “Isso faz com que somente pessoas que tenham uma boa parte do valor do imóvel tenham acesso aos financiamentos. Pessoas que ganham pouco e não têm recursos próprios são impedidas de comprar a casa própria”, alerta o coordenador da CEE/Caixa e diretor da Fenae, Dionísio Reis.</p>
<p>Durante o ato, serão colhidas assinaturas em um <a href="http://www.fenae.org.br/portal/lumis/portal/file/fileDownload.jsp?fileId=8A19A3025DEB5400015E09F2E4423D88">abaixo-assinado</a> contra o fechamento de agências; pedindo a contratação de mais funcionários para melhorar o atendimento à população e para reduzir o tempo de espera nas filas, mais investimento em políticas sociais, como a construção de moradias e em defesa dos bancos públicos e da Caixa 100% pública.</p>
<p>“Um banco público tem que contribuir para que o governo atenda a população em todas as cidades do país. Mas, é cada vez maior o número de bairros e municípios que não possuem nenhuma agência bancária. As pessoas precisam se deslocar até cidades, ou bairros vizinhos para encontrar uma agência bancária”, disse Dionísio Reis</p>
<p><strong>Atos semanais</strong></p>
<p>Os empregados da Caixa realizarão atos semanais, todas as quartas-feiras, para denunciar o desmonte dos bancos públicos realizado pelo governo Temer.</p>
<p>Os associados da Contraf podem baixar os arquivos para impressão da Carta Aberta e do abaixo-assinado na área restrita do site da entidade. Os demais têm acesso as versões para internet nos links abaixo.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p>Fonte: Fenae</p>
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		<title>Tire suas dúvidas sobre a Campanha Nacional 2017</title>
		<link>https://bancarios.com.br/tire-suas-duvidas-sobre-a-campanha-nacional-2017/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2017 16:08:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Campanha Nacional dos Bancários 2017]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Campanha Nacional dos Bancários em 2017 é uma campanha com características diferentes de todas as já realizadas até hoje. Isso porque, em 2016, o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), firmou um acordo de dois anos com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). “O ineditismo pode &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="content">
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-25197 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2017/08/tire-suas-duvidas-sobre-a-campanha-nacional-2017_e522fc2bf9240b219023a986b5184a99.jpg" alt="" width="700" height="489" />A Campanha Nacional dos Bancários em 2017 é uma campanha com características diferentes de todas as já realizadas até hoje. Isso porque, em 2016, o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), firmou um acordo de dois anos com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).</p>
<p>“O ineditismo pode gerar algumas dúvidas na categoria, que podem e devem ser esclarecidas pelos dirigentes sindicais. Nosso papel é contribuir para que os bancários tenham total consciência dos rumos da campanha deste e ano e da importância que foi a realização do acordo que valerá até 2018”, disse Roberto von der Osten, presidente da Contraf e um dos coordenadores do Comando Nacional dos Bancários.</p>
<p>Depois de uma longa greve de 31 dias, o acordo assinado no ano passado definiu o reajuste salarial de 8% mais abono de R$ 3,5 mil para 2016. No vale-alimentação a correção foi de 15% e, no vale-refeição e auxílio creche/babá, de 10%. Para 2017, o reajuste vai repor integralmente a inflação (INPC/IBGE) e garantir mais 1% de aumento real nos salários e em todas as verbas.</p>
<p>O presidente da Contraf ressalta que o acordo de dois anos foi um acerto da categoria. “Estamos em uma conjuntura socioeconômica e política muito difícil para a classe trabalhadora. Vemos ataques quase que diários aos direitos sociais e trabalhistas. No ano passado conseguimos prever essa situação e optamos por realizar um acordo que, mesmo nesta crise, garante para este aumento real para todos os bancários do país”, disse. “O governo Temer já anunciou que os bancários da Caixa (Econômica Federal) e do BB (Banco do Brasil) serão, possivelmente, os únicos funcionários públicos federais que terão reajuste acima da inflação em 2017, por causa de acordo firmado no ano passado”, completou o dirigente sindical.</p>
<p><strong>Eixos da campanha</strong><br />
Com o acordo de dois anos, os bancários não entregarão uma minuta de reivindicações da categoria para a Fenaban. “Nossa Convenção Coletiva será renovada automaticamente. Os bancários receberão salários e vales referentes a setembro já reajustados, o mesmo acontecerá com a PLR e demais verbas, que serão pagas na data acertada com o reajuste”, explicou von der Osten. “Por não termos que brigar pelo reajuste, conseguiremos fazer uma campanha em defesa do emprego e de direitos. Por isso, já estamos negociando com os bancos em cima da nova legislação trabalhista. Nosso intuito é evitar a redução de postos de trabalho, a precarização do emprego e a redução dos direitos da categoria”, afirmou.</p>
<p>O presidente da Contraf disse ainda que, neste ano, os debates serão aprofundados nas mesas permanentes de negociação sobre Saúde do Trabalhador, Igualdade de Oportunidades, Segurança Bancária e Prevenção de Conflitos. “São temas tão importantes quanto os definidos nas chamadas cláusulas econômicas. Muitos dos direitos que hoje constam na nossa Convenção, foram conquistados a partir de negociações realizadas nas mesas permanentes, que existem desde nossa primeira CCT Nacional”, explicou.</p>
<p><strong>Defesa da democracia e dos direitos</strong><br />
Desde quando assumiu a presidência da República, mesmo no período em que exercia o cargo interinamente, Michel Temer tratou de acelerar um processo de mudanças na atuação política e na legislação do país. Ambas causam diversos impactos na vida dos trabalhadores e da população que mais necessita de auxílio do governo. Aprovou um “teto de gastos” do governo que, na prática, reduz drasticamente os investimentos em saúde, educação, infraestrutura e transportes, entre outras políticas sociais. Algumas das consequências desta medida já podem ser vistas nos cortes promovidos em programas governamentais como o Minha Casa Minha Vida, Bolsa Família, Ciência Sem Fronteiras, Fies, ProUni, entre outros.</p>
<p>Outro feito do governo Temer foi a aprovação da Lei das Terceirizações (<strong><ins><a href="http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%2013.429-2017?OpenDocument" target="_blank" rel="noopener">Lei 13.429/2017</a></ins>)</strong>, que regulamentou a contratação de trabalhadores terceirizados até mesmo para as atividades-fim em empresas públicas e privadas.</p>
<p>Temer também aprovou a nova Lei Trabalhista (<ins><strong><a href="http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=14/07/2017&amp;jornal=1&amp;pagina=1&amp;totalArquivos=96" target="_blank" rel="noopener">Lei 13.467/2017</a></strong></ins>), que promove alterações na CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) e retira diversos direitos dos trabalhadores em benefício da classe empresarial.</p>
<p>O próximo passo, é a aprovação da reforma da Previdência, que, como proposta pelo governo, será, na verdade, o desmonte da Previdência Social.</p>
<p>“Temer joga muito sujo. Libera recursos federais para os deputados e senadores para que estes aprovem tudo o que o governo quiser. Mas, vamos continuar pressionando. Estes caras foram colocados em seus mandatos com votos do povo. Estamos mostrando para os eleitores quem é que está votando contra seus interesses. Em 2018, temos que tirar todo o lixo que está no Congresso”, disse o presidente da Contraf.</p>
<p>Para o presidente da Contraf, Temer não tem legitimidade para fazer as mudanças que está fazendo. “Esse presidente chegou ao poder depois de um golpe, que derrubou uma presidenta eleita com mais de 54 milhões de votos, sem que houvesse qualquer irregularidade que justificasse a sua derrubada. Ele não tem legitimidade para fazer qualquer coisa. Ainda mais provocar mudanças profundas no país, que prejudicam somente a classe trabalhadora e aquelas pessoas que mais necessitam de auxilio governamental. Vamos lutar até o fim para derrubá-lo e para que sejam realizadas eleições diretas para substituí-lo. Mais do que isso, vamos lutar para que sejam revertidas as meditas tomadas e revogadas as leis promulgadas em seu exercício, que beneficiam apenas a classe empresarial”, afirmou.</p>
<p><strong>Defesa dos bancos públicos</strong><br />
Outra linha da Campanha Nacional dos Bancários em 2017 é a defesa das empresas públicas e especificamente dos bancos públicos.</p>
<p>O governo Temer está promovendo um verdadeiro desmonte nos bancos públicos, com redução do quadro de pessoal, fechamento de agências e a mudança na forma de atuação. “Os bancos públicos estão perdendo o caráter público. Estão deixando de investir no desenvolvimento social e econômico do país e passaram a estar preocupados com o lucro. A intenção é fazer com que se tornem desnecessários para a sociedade e possam ser privatizados sem que ninguém reclame”, explicou o presidente da Contraf.</p>
<p>O governo reduziu o capital que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tinha disponível para financiamentos e alterou a taxa de juros ao criar a Taxa de Longo Prazo (TLP), que é calculada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) mais a taxa de juros real prefixada com base no rendimento das Notas do Tesouro Nacional – Série B, para substituir a Taxa de Juros de Longo Prazo, que é calculada pela meta de inflação, mais prêmio de risco. Na prática, o governo tirou o subsídio dado ao investimento no setor produtivo.</p>
<p>Com a Caixa e o BB, está reduzindo o quadro de pessoal, principalmente pela utilização de planos de demissão voluntária e incentivo à aposentadoria, sem a recomposição por meio de convocação de aprovados em concurso público. Agências consideradas não lucrativas estão sendo fechadas e os trabalhadores remanejados para outras unidades, acarretando perdas na remuneração, longos deslocamentos para o trabalho, separação das famílias. Cidades onde havia apenas uma agência de um dos bancos públicos estão ficando sem banco e a população tendo que se deslocar a outros municípios para contar com os serviços de uma agência bancária.</p>
<p>A Caixa perdeu capacidade de financiamento habitacional. O governo pretende descentralizar o controle dos recursos do FGTS, que eram utilizados pelo banco para financiamento de políticas sociais, como a construção de moradias e a garantia de renda mínima, entre outras. O Banco do Brasil, perdeu o poder de financiamento rural, mudanças na remuneração da LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) tirou a atratividade do investimento e reduziu o volume de recursos do banco.</p>
<p>“Tudo isso mostra que nossa campanha em defesa dos bancos públicos não é uma reivindicação apenas corporativista, para preservar o emprego da categoria. É uma campanha em defesa do caráter público dos bancos, de sua capacidade de contribuir com o desenvolvimento social e econômico do país”, concluiu o presidente da Contraf.</p>
</div>
<p id="page-author">Fonte: Contraf</p>
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		<item>
		<title>Resumo da Convenção Coletiva</title>
		<link>https://bancarios.com.br/resumo-da-convencao-coletiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2017 15:59:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Campanha Nacional dos Bancários 2017]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A categoria bancária é uma das poucas no Brasil que tem um acordo válido para todos seus integrantes no Brasil inteiro, a Convenção Coletiva de Trabalho. Não importa onde o bancário esteja dentro do território nacional, seus direitos são os mesmos. Mas não adianta tê-los se não os conhecemos. Alguns passam a fazer parte automaticamente &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="main-content-single" class="normal sizing" role="banner">
<article role="article">
<div class="content">
<p>A categoria bancária é uma das poucas no Brasil que tem um acordo válido para todos seus integrantes no Brasil inteiro, a Convenção Coletiva de Trabalho. Não importa onde o bancário esteja dentro do território nacional, seus direitos são os mesmos.</p>
<p>Mas não adianta tê-los se não os conhecemos. Alguns passam a fazer parte automaticamente do nosso cotidiano, já que nem nos imaginamos sem eles. Outros nem sequer registramos se ainda não sentimos a necessidade de usá-los. Mas estão previstos e beneficiam novas e antigas gerações. É como uma herança que precisa ser preservada e lapidada a cada ano. A gente se orgulha de receber e tem a responsabilidade de ampliá-la ainda mais.</p>
<p>Aqui, neste espaço, apresentamos os principais direitos previstos no acordo de 2016/2018. Mas não ache que são apenas estes e, para conhecer todos, basta <strong><ins><a href="http://www.contrafcut.org.br/convencoes/31c18b00528a135db4eb852d0cf5ad00/download" target="_blank" rel="noopener">acessar à íntegra das convenções</a></ins></strong>.</p>
<p>Conheça sua história, informe-se sobre seus direitos, envolva-se, torne-se responsável por novas conquistas!</p>
<p>SALÁRIO DE INGRESSO<a class="has-subtitle img" title="" href="http://admin.contrafcut.com.br/system/uploads/ck/images/Sal%C3%A1rio.jpg" data-lightbox="lightbox" data-title=""><img loading="lazy" class="alignright" src="http://www.contrafcut.org.br/images/_e95271e8109a747690c4d2d4e51afa51.jpg" alt="" width="400" height="396" /></a><br />
Para jornada de 6 horas<br />
Portaria, contínuos e serventes: R$ 1.358,25<br />
Escritório: R$ 1.946,68<br />
Tesoureiros, caixas: R$ 1.946,68</p>
<p>SALÁRIO APÓS 90 DIAS DA ADMISSÃO<br />
Portaria, contínuos e serventes: R$ 1.487,83<br />
Escritório: R$ 2.134,19<br />
Tesoureiros, caixas: R$ 2.134,19</p>
<p>ADIANTAMENTO DE 13º SALÁRIO<br />
a) até 31.05.2017, relativamente à gratificação do ano de 2017, aos admitidos até 31.12.2016;<br />
b) até 31.05.2018, relativamente à gratificação do ano de 2018, aos admitidos até 31.12.2017</p>
<p>SALÁRIO DO SUBSTITUTO<br />
Ao admitido para a função de outro dispensado é garantido salário igual ao do empregado de menor salário na função, sem considerar vantagens pessoais.</p>
<p>HORAS EXTRAS<br />
As extras têm adicional de 50%. Quando prestadas durante toda a semana anterior o valor correspondente ao repouso semanal remunerado, inclusive sábados e feriados. O cálculo da hora extra é feito a partir da soma de todas as verbas salariais fixas como o ordenado e a gratificação de caixa.</p>
<p>ADICIONAL NOTURNO<br />
A jornada de trabalho noturna – entre 22h e 6h – tem acréscimo de 35% sobre a hora diurna, ressalvadas as situações mais vantajosas.</p>
<p>AUXÍLIO-REFEIÇÃO<br />
Atualmente está em R$ 32,60 por dia de trabalho. Corresponde a 22 dias fixos por mês, inclusive nas férias. Os afastados por doença ou acidente de trabalho recebem até o 15º dia. O empregado pode optar em incluir o auxílio-refeição na cesta-alimentação.</p>
<p>CESTA-ALIMENTAÇÃO<br />
Atualmente está em R$ 565,28 e é extensiva à empregada em licença-maternidade. O afastado por acidente do trabalho ou doença recebe por 180 dias, contados do primeiro dia de afastamento.</p>
<p><a class="has-subtitle img" title="" href="http://admin.contrafcut.com.br/system/uploads/ck/images/Vale-Alimentacao.jpg" data-lightbox="lightbox" data-title=""><img class="alignleft" src="http://www.contrafcut.org.br/images/_276882e314150dc9807e397b1e1e5118.jpg" alt="" /></a>13ª CESTA-ALIMENTAÇÃO<br />
Mesmo valor da cesta-Alimentação &#8211; hoje em R$ 565,28 &#8211; com pagamento até 30 de novembro. Também extensiva à empregada em licença-maternidade. O afastado por acidente do trabalho ou doença recebe desde que, na data da concessão, esteja afastado do trabalho há menos de 180 dias.</p>
<p>AUXÍLIO-CRECHE/BABÁ<br />
Reembolso mensal passou para R$ 434,17. As despesas devem ser comprovadas com recibos de pagamentos em creches e outras instituições até a idade de 71 meses. O valor também é ressarcido no caso dos gastos com empregada doméstica/babá, desde que seja apresentado recibo, o registro em Carteira de Trabalho e inscrição no INSS. Para filhos excepcionais ou deficientes físicos que exijam cuidados permanentes, o valor é o mesmo, sem limite de idade, desde que tal condição seja comprovada por atestado fornecido pelo INSS ou instituição por ele autorizada, ou, ainda, por médico pertencente a Convênio mantido pelo banco.</p>
<p>AUXÍLIO-FUNERAL<br />
R$ 978,08 pelo falecimento de cônjuge e de filhos menores de 18 anos. O valor também será efetuado aos dependentes do empregado que vierem a falecer. É necessário apresentar atestado em até 30 dias após o óbito.</p>
<p>DESLOCAMENTO NOTURNO<br />
Os empregados credenciados pela Câmara de Compensação do Banco do Brasil, do noturno – 22h às 6h -, os Investigadores de Cadastro e os que terminam sua jornada entre meia-noite e 6h têm direito a R$ 102,09 ao mês. O banco que já fornece condução não poderá substituí-la pela verba desta cláusula.</p>
<p>VALE-TRANSPORTE<br />
Corresponde à parcela que exceder a 4% do salário básico. O pagamento antecipado tem de ocorrer até o quinto dia útil.</p>
<p>VALE-CULTURA<br />
Os bancos concederão aos empregados que recebem até 5 salários mínimos mensais, valor único mensal de R$ 50,00, sob a forma de cartão magnético, para serem gastos em produtos e bens culturais, como teatro, cinema, show, livros e cursos (<ins><strong><a href="http://www.cultura.gov.br/por-dentro-do-vale-cultura/-/asset_publisher/62UVCutKuRjD/content/para-empresas-recebedoras/10895?redirect=http%3A%2F%2Fwww.cultura.gov.br%2Fpor-dentro-do-vale-cultura%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_62UVCutKuRjD%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-1%26p_p_col_count%3D1" target="_blank" rel="noopener">veja onde é possível gastar</a></strong></ins>).</p>
<p><a class="has-subtitle img" title="" href="http://admin.contrafcut.com.br/system/uploads/ck/images/Licen%C3%A7a-maternidade.jpg" data-lightbox="lightbox" data-title=""><img class="alignleft" src="http://www.contrafcut.org.br/images/_eb55f9a2119d9aea24f043c3b69fe311.jpg" alt="" /></a>LICENÇA-MATERNIDADE<br />
A duração da licença-maternidade poderá ser prorrogada de 120 dias para 180 dias, desde que haja adesão do banco ao Programa Empresa Cidadã. A solicitação tem de ser por escrito até o final do primeiro mês após o parto. Vale também para adoção, sob os mesmos moldes, e a solicitação tem de ser por escrito até o final do primeiro mês após a respectiva adoção ou sentença judicial.</p>
<p>ABONO DE FALTAS PARA ESTUDANTES<br />
São abonadas as faltas para vestibular e prova escolar obrigatória mediante aviso prévio de 48 horas.</p>
<p>AUSÊNCIAS LEGAIS<br />
Falecimento: quatro dias úteis consecutivos, em caso de cônjuge, ascendente, descendente, irmão ou pessoa que viva sob sua dependência econômica.<br />
Casamento: cinco dias úteis consecutivos.<br />
Nascimento: cinco dias, ao pai, com o mínimo de três dias úteis, na primeira semana de vida do filho.<br />
Doação de sangue: um dia.<br />
Internação hospitalar: um dia para internação de cônjuge, filho, pai ou mãe.<br />
Consulta médica: dois dias por ano para levar filho ou dependente menor de 14 anos ao médico.<br />
<em>Nesses casos sábado não é considerado dia útil.</em></p>
<p>FOLGA ASSIDUIDADE<br />
Um dia de ausência remunerada ao empregado que não tenha nenhuma falta injustificada entre 1/9/2015 a 31/8/2016 e com mínimo de 1 ano de vínculo empregatício com o banco. O dia de ausência remunerada tem de ser tirado entre 1/9/2016 e 31/8/2017, sendo definido pelo gestor em conjunto com o empregado.</p>
<p>Um dia de ausência remunerada ao empregado que não tenha nenhuma falta injustificada entre 1/9/2016 a 31/8/2017 e com mínimo de 1 ano de vínculo empregatício com o banco. O dia de ausência remunerada tem de ser tirado entre 1/9/2017 e 31/8/2018, sendo definido pelo gestor em conjunto com o empregado.</p>
<p>O banco que já concede qualquer outro benefício que resulte em folga, como “faltas abonadas”, “abono assiduidade”, “folga de aniversário”, e outros, fica desobrigado do cumprimento desta cláusula.</p>
<p>ESTABILIDADE PROVISÓRIA DE EMPREGO<br />
Têm estabilidade provisória, salvo em casos de dispensa por justa causa:<br />
Gestante*: da gravidez até 60 dias após a licença-maternidade. Gestante/aborto: 60 dias, em caso de aborto comprovado por atestado médico.<br />
Pai: por 60 dias após o nascimento do filho. A certidão deve ser entregue ao banco em até 15 dias, contados do nascimento.<br />
Serviço militar: desde o alistamento até 30 dias depois da desincorporação ou dispensa.<br />
Doença: por 60 dias após ter recebido alta médica, quem, por doença, tenha ficado afastado do trabalho, por tempo igual ou superior a seis meses contínuos.<br />
Acidente: por 12 meses após o término do auxílio-doença acidentário.<br />
Pré-aposentadoria**: 1 ano anterior à complementação do tempo de aposentadoria proporcional ou integral pela previdência para quem tem o mínimo de cinco anos de vínculo empregatício com o banco; 2 anos anteriores à complementação do tempo de aposentadoria proporcional ou integral pela previdência para homens que têm o mínimo de 28 anos e mulheres que têm o mínimo de 23 anos de vinculação empregatícia ininterrupta com o mesmo banco.<br />
<em>*Se a gestante for dispensada sem o conhecimento, pelo banco, de sua gravidez, a trabalhadora tem o prazo de 60 dias, a contar da data da demissão, para requerer a estabilidade.</em><br />
<em>** Para ter direito à estabilidade pré-aposentadoria é necessário que o trabalhador entregue e protocole carta informando que preenche as condições exigidas. O empregado deve reunir toda a documentação necessária para apresentá-la ao banco caso seja exigida pelo banco. A estabilidade não se aplica aos casos de dispensa por justa causa ou pedido de demissão, e se extingue se a aposentadoria não for requerida após completado o tempo mínimo necessário para sua aquisição.</em></p>
<p>COMPLEMENTAÇÃO DE AUXÍLIO-DOENÇA PREVIDENCIÁRIO e ACIDENTÁRIO<br />
Os empregados com auxílios-doença previdenciário ou acidentário, concedidos pela Previdência, têm um complemento no salário que deve corresponder à diferença do valor recebido do INSS e a soma das verbas salariais pagas pelo banco. A complementação será feita da seguinte forma: por 2 anos para cada licença concedida a partir de 1º de setembro de 2016. Quem estava afastado nessa data, continuará recebendo até completar o prazo de 2 anos. A complementação também deve ocorrer para o 13º salário.</p>
<p>O banco pode, a cada seis meses, requisitar ao empregado que se submeta a uma junta médica.</p>
<p>O banco fará o adiantamento do auxílio-doença previdenciário ou auxílio-doença acidentário enquanto o empregado não receber da Previdência Social o valor a ele devido. Quando o órgão previdenciário fizer o pagamento, este deve ser comunicado imediatamente pelo empregado.</p>
<p>INDENIZAÇÃO POR MORTE OU INCAPACIDADE DECORRENTE DE ASSALTO<br />
R$ 145.851,00 para bancário ou seus dependentes legais no caso de morte ou incapacidade permanente, em consequência de assalto ou ataque, consumado ou não o roubo, a qualquer departamento do banco, a empregados ou a veículos que transportem numerário ou documentos.</p>
<p>No caso de assalto a agência bancária, os empregados presentes têm direito a atendimento médico logo após o ocorrido, e será feita comunicação à CIPA, onde houver.</p>
<p>Enquanto o empregado estiver recebendo do INSS benefício por acidente de trabalho, decorrente do evento, sem definição quanto à invalidez permanente, o banco complementará o benefício previdenciário até o montante do salário da ativa, inclusive o 13º salário, salvo se a complementação for paga por outra entidade, vinculada, ou não, ao banco.</p>
<p>DIGITADORES &#8211; INTERVALO PARA DESCANSO<br />
Nos serviços permanentes de digitação, a cada período de 50 minutos de trabalho consecutivo caberá um intervalo de 10 minutos para descanso, não deduzido da jornada de trabalho, nos termos da NR 17.</p>
<p>TRANSPORTE DE NUMERÁRIO<br />
Será observado disposto na Lei nº 7.102/1983, na Portaria DG/DPF nº 3.233, de 10/12/2012, e alterações posteriores.</p>
<p>MULTA POR IRREGULARIDADE NA COMPENSAÇÃO<br />
Ficarão por conta dos bancos e não poderão ser descontadas dos empregados.</p>
<p>UNIFORME<br />
Quando exigido ou previamente permitido pelo banco, será fornecido gratuitamente.</p>
<p>MONITORAMENTO DE RESULTADOS<br />
Os bancos não exporão, publicamente, o ranking individual de seus empregados e é vedada, ao gestor, a cobrança de cumprimento de resultados por mensagens, no telefone particular do empregado.</p>
<p><a class="has-subtitle img" title="" href="http://admin.contrafcut.com.br/system/uploads/ck/images/LiberdadeSindical.jpg" data-lightbox="lightbox" data-title=""><img class="alignright" src="http://www.contrafcut.org.br/images/_d02619cc844e00ec75fb468209f0f282.jpg" alt="" /></a>FREQUÊNCIA LIVRE DO DIRIGENTE SINDICAL<br />
Para efeito de frequência livre, os Diretores de Entidades Sindicais de Empregados em Estabelecimentos Bancários, que, em virtude de unificação de bancos dos quais sejam empregados, tenham passado a ser, ou vierem a ser, de um só banco, continuarão a considerar-se como de bancos diferentes, até às eleições seguintes, situação essa que permanecerá no caso de ser mantida a coincidência em virtude de sua reeleição.</p>
<p>QUADRO DE AVISOS<br />
Os bancos têm de colocar à disposição do Sindicato quadro para afixação de comunicados oficiais de interesse da categoria.</p>
<p>SINDICALIZAÇÃO<br />
As instituições financeiras têm de permitir as campanhas de sindicalização a cada 12 meses.</p>
<p>CIPA &#8211; COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES<br />
Os bancos encaminharão cópia da convocação de eleições da Cipa ao Sindicato, na mesma data da sua divulgação aos empregados.</p>
<p>EXAMES MÉDICOS ESPECÍFICOS<br />
O empregado poderá solicitar exames médicos específicos, que serão realizados a critério de médico indicado pelo banco. Os resultados serão fornecidos ao empregado solicitante.</p>
<p>ASSISTÊNCIA MÉDICA E HOSPITALAR &#8211; EMPREGADO DESPEDIDO<br />
O empregado dispensado sem justa causa, a partir de 1º de setembro de 2016, poderá usufruir dos convênios de assistência médica e hospitalar do banco. O período de utilização, levando-se também em consideração o tempo de casa, começa a partir do último dia de trabalho efetivo. O demitido deve ser mantido nas mesmas condições do plano ao qual se vincula o empregado, respeitadas as situações mais favoráveis. A utilização fica assim:<br />
Até 5 anos de banco: 60 dias<br />
Mais de 5 até 10 anos: 90 dias<br />
Mais de 10 até 20 anos: 180 dias<br />
Mais de 20 anos: 270 dias</p>
<p>EXTENSÃO DE VANTAGENS – RELAÇÃO HOMOAFETIVA<br />
As vantagens da CCT aplicáveis aos cônjuges dos empregados abrangem os casos em que a união decorra de relação homoafetiva estável, devidamente comprovada por requisitos iguais aos observados pela Previdência Social.</p>
<p>AVISO PRÉVIO PROPORCIONAL<br />
O empregado dispensado sem justa causa fará jus ao aviso prévio de 30 dias acrescido do proporcional, indenizado, nas seguintes condições:<br />
Até 5 anos: 30 dias da remuneração mensal<br />
Mais de 5 anos até 10 anos: 45 dias da remuneração mensal<br />
Mais de 10 anos até 20 anos: 60 dias da remuneração mensal<br />
De 20 anos em diante: 90 dias da remuneração mensal</p>
<p>FÉRIAS PROPORCIONAIS<br />
O empregado com menos de 1 ano de serviço, que rescindir espontaneamente o seu contrato de trabalho, fará jus a férias proporcionais de 1/12 para cada mês completo de efetivo serviço ou fração superior a catorze dias.</p>
<p>IGUALDADE DE OPORTUNIDADES<br />
Comissão Bipartite desenvolverá propostas, com base no Censo da Diversidade, de orientação a empregados, gestores e empregadores no sentido de prevenir eventuais distorções que levem a atos e posturas discriminatórias nos ambientes de trabalho e na sociedade de forma geral. A Comissão Bipartite realizará reuniões trimestrais para acompanhamento do programa.</p>
<p>PROTOCOLO PARA PREVENÇÃO DE CONFLITOS NO AMBIENTE DE TRABALHO<br />
Fica instituído, por adesão voluntária, o Protocolo para Prevenção de Conflitos no Ambiente de Trabalho visando a valorização de todos os empregados, promovendo respeito à diversidade, à cooperação a ao trabalho em equipe; conscientização dos empregados sobre a necessidade de um ambiente de trabalho saudável; e promoção de valores éticos, morais e legais; e comprometimento dos bancos para que o monitoramento de resultados ocorra com equilíbrio, respeito e de forma positiva para prevenir conflitos nas relações de trabalho. A adesão será formalizada por um acordo aditivo.</p>
<p>REQUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL<br />
R$ 1.457,68 é o valor a ser destinado pelo banco ao funcionário dispensado sem justa causa para despesas com cursos de qualificação ou requalificação profissional ministrados por empresa, entidade de ensino ou entidade sindical profissional, respeitados critérios mais vantajosos. O ex-empregado tem 90 dias, contados da data da dispensa, para requerer ao banco o direito. O banco efetuará o pagamento, diretamente à empresa ou entidade ou reembolsará o trabalhador.</p>
<p>DIAS NÃO TRABALHADOS (GREVE)<br />
Os dias não trabalhados entre 6 de setembro de 2016 e 6 de outubro de 2016, por motivo de paralisação, não serão descontados ou compensados.</p>
<p>ADIANTAMENTO EMERGENCIAL PARA AFASTADOS POR DOENÇA<br />
Enquanto ainda não concedido pelo INSS o benefício requerido, fica assegurado pelo prazo de 120 dias o adiantamento emergencial de salário em valor igual à soma das verbas salariais aos empregados que comprovem estar nas seguintes condições: ocorrida a cessação do benefício, desde que tendo sido considerados inaptos pelo médico do trabalho do banco e que comprovem ter apresentado Pedido de Reconsideração (PR) junto ao INSS; ou afastados do trabalho por período superior a 15 dias, mediante apresentação do atestado médico até o 16º dia de afastamento e que comprovem agendamento da 1ª perícia médica no INSS.</p>
<p>PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS OU RESULTADOS<br />
90% do salário-base mais R$ 2.183,53, limitado a R$ 11.713,59. Se o total distribuído a todos os funcionários não atingir 5% do total do lucro líquido de 2016, o valor individual deverá ser majorado até alcançar 2,2 salários, limitado a R$ 25.769,88, ou até que se atinja os 5%. O pagamento tem de ser feito até 2 de março de 2017.</p>
<p>PARCELA ADICIONAL DA PLR<br />
Divisão linear de 2,2% do lucro líquido do exercício de 2016 dividido em partes iguais pelo número total de empregados, até o limite individual de R$ 4.367,07.</p>
<p>ANTECIPAÇÃO DA PLR<br />
54% sobre o salário, acrescido de R$ 1.310,12, limitado a R$ 7.028,15 ou ao teto de 12,8% do lucro líquido do banco no 1º semestre de 2016, o que ocorrer primeiro, com pagamento previsto para até 10 dias após a assinatura da CCT.</p>
<p>ANTECIPAÇÃO DA PARCELA ADICIONAL DA PLR<br />
Divisão linear de 2,2% do lucro líquido apurado em 1º de setembro de 2016 pelo total de empregados, limitado a R$ 2.183,53 por funcionário.</p>
<p>VIGÊNCIA<br />
A presente Convenção Coletiva de Trabalho tem a duração de 2 ano: de 1º de setembro de 2016 a 31 de agosto de 2018.</p>
</div>
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<p id="page-author">Fonte: Sindicato dos Bancários de São Paulo</p>
</article>
<div id="related-content" class="normal" data-tbl="news" data-id="e879c8ad876a92b37db74ced495835b2"></div>
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		<title>Conferência Nacional debate desafios da categoria</title>
		<link>https://bancarios.com.br/conferencia-nacional-debate-desafios-da-categoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Aug 2017 16:05:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Campanha Nacional dos Bancários 2017]]></category>
		<category><![CDATA[O Piquete Bancário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 19ª Conferência Nacional dos Bancários, que aconteceu em São Paulo neste último final de semana, reuniu 603 delegados, 64,5% homens e 35,5% mulheres. Representando Conquista e região, participaram os bancários Alberto Rocha, Larissa Couto e Paulo Barrocas. Apesar de não haver a necessidade de discutir o índice de reajuste salarial, devido ao acordo com &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-25051 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2017/08/4-1024x435.jpg" alt="" width="618" height="263" /></p>
<p>A 19ª Conferência Nacional dos Bancários, que aconteceu em São Paulo neste último final de semana, reuniu 603 delegados, 64,5% homens e 35,5% mulheres. Representando Conquista e região, participaram os bancários Alberto Rocha, Larissa Couto e Paulo Barrocas. Apesar de não haver a necessidade de discutir o índice de reajuste salarial, devido ao acordo com validade de dois anos feito no ano passado, o encontro serviu para definir ações e estratégias para a Campanha Nacional da categoria até 2018.<br />
Além da defesa do emprego e dos direitos dos trabalhadores bancários e de destacar o quanto os bancos públicos são essenciais para o desenvolvimento do país, as discussões abordaram os impactos das tecnologias sobre os empregos no segmento bancário e caminhos para que os trabalhadores enfrentem os prejuízos da política macroeconômica do governo para a Previdência e do golpe global contra a classe trabalhadora. Houve ainda reunião do Coletivo Nacional Jurídico Nacional, debatendo a reforma trabalhista e seus impactos nas relações de trabalho, individuais e Coletivos da categoria.<br />
O Coletivo de Formação da Contraf criou Grupos de Trabalho para ampliar a atuação, visando a melhoria da comunicação interna, a elaboração de um plano de formação para o ramo financeiro e a realização de pesquisa junto aos dirigentes sindicais, com o intuito de descobrir quais já passaram por atividades de formação e quais replicam a formação que recebeu para as bases do movimento.<br />
O encontro aprovou, dentre outras, Moção de Repúdio ao Ataque ao Estado Democrático e de Direito no Brasil, Moção de Repúdio à Reforma Trabalhista, Moção Liberdade para Vaccari Já, Moção em apoio ao ex-presidente Lula, sendo as últimas duas sem a concordância dos representantes da base de Conquista e região, para manter uma postura apartidária e independente na defesa dos interesses dos trabalhadores.<br />
As deliberações da Conferência fazem parte de discussões e defesas da categoria bancária, entretanto não serão apresentadas como pauta de reivindicações a ser negociada com os bancos este ano, devido à validade do acordo fechado com os banqueiros no ano passado.</p>
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		<title>Bancários definem planos de luta da categoria</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bancarios-definem-planos-de-luta-da-categoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jul 2017 16:47:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Campanha Nacional dos Bancários 2017]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 19ª Conferência Nacional dos Bancários aprovou o plano de lutas, estratégias e resistência para a Campanha Nacional de 2018. São ações em defesa do emprego e dos direitos, dos bancos públicos, da democracia, do movimento sindical e para as mesas temáticas de Saúde do Trabalhador, Igualdade de Oportunidades, Segurança Bancária e de Acompanhamento da Cláusula &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="content">
<p>A 19ª Conferência Nacional dos Bancários aprovou o plano de lutas, estratégias e resistência para a Campanha Nacional de 2018. São ações em defesa do emprego e dos direitos, dos bancos públicos, da democracia, do movimento sindical e para as mesas temáticas de Saúde do Trabalhador, Igualdade de Oportunidades, Segurança Bancária e de Acompanhamento da Cláusula de Prevenção de Conflitos. A con<a class="has-subtitle img" title="" href="http://admin.contrafcut.com.br/system/uploads/ck/images/_JAI3790.JPG" data-lightbox="lightbox" data-title=""><img class="alignleft" src="http://www.contrafcut.org.br/images/_fdc9e2edacaa56dad0a235d1f6c447e2.JPG" alt="" /></a>ferência contou com 603 delegados, 64,5% homens e 35,5% mulheres.</p>
<p>&#8220;Tiramos uma estratégia de enfrentamento aos ataques e em defesa dos direitos e dos empregos, outra para as quatro mesas temáticas e também planos de ação e de luta em relação aos ataques que estão sendo aplicados contra o movimento sindical e de lutas gerais, como a defesa da democracia, e dos bancos públicos, que não se trata de uma luta corporativista, em defesa do emprego apenas. A defesa dos bancos públicos é uma ação cidadã. Estamos na defesa do banco público enquanto entidade necessária para a retomada do desenvolvimento sustentável e inclusivo da sociedade toda de maneira geral&#8221;, disse Roberto von der Osten, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) e coordenador do Comando Nacional dos Bancários.</p>
<p>Ivone Silva, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, destacou que as estratégias e ações tiradas na conferência vão ajudar a categoria no combate às mudanças na legislação que prejudicam os trabalhadores. &#8220;São rumos de ação para não deixarmos que a terceirização desmantele a categoria e para que não haja trabalho em jornadas exaustivas. Vamos continuar defendendo que, quem trabalha em banco, bancário é&#8221;, disse Ivone Silva.</p>
<p><strong>Qualidade dos painéis</strong><br />
O presidente da Contraf destacou também as contribuições trazidas pelos palestrantes. &#8220;Tivemos painéis de muita qualidade que contribuíram com nossas reflexões e a definições de nossas estratégias e ações&#8221;, afirmou.</p>
<p>Juvandia Moreira, vice-presidenta da Contraf, também destacou a importância das mesas de reflexões. &#8220;Elas ajudaram não apenas para a reflexão mas para a formação de dirigentes e de bancários de base que estão presentes. Nos trouxeram indicadores de como podemos enfrentar os ataques aos direitos e como enfrentar as consequências do avanço da tecnologia&#8221;, disse a dirigente. &#8220;São questões que não cabem apenas à categoria bancária, mas vamos novamente assumir a ponta e colocar esse debate à sociedade toda&#8221;, completou a vice-presidenta da Contraf.</p>
<p>Para Juvandia, o avanço tecnológico tem que ter uma regulação para não colocar a sociedade em risco. &#8220;Por exemplo, as fintechs, se não tiverem regulação podem gerar uma bolha e um risco sistêmico, como já aconteceu nos Estados Unidos com a falta de regulação do mercado financeiro&#8221;, lembrou.</p>
<p><strong>Moções</strong><br />
<a class="has-subtitle img" title="" href="http://admin.contrafcut.com.br/system/uploads/ck/images/_JAI3810(1).JPG" data-lightbox="lightbox" data-title=""><img class="alignleft" src="http://www.contrafcut.org.br/images/_e02ba1675e76ea43c91286d1bf3f7851.JPG" alt="" /></a>A 19ª Conferência Nacional dos Bancários aprovou ainda moções contra o governo e suas atitudes golpistas. Uma delas é a moção de repúdio a reforma trabalhista, sancionada pelo presidente Michel Temer, na qual a classe trabalhadora e seus legítimos representantes – sindicatos e centrais sindicais – foram desconsiderados na discussão. Com isso, o processo atende apenas os interesses dos empresários e o desejo de reduzir custos e aumentar os lucros, além de gerar um enorme retrocesso no país.</p>
<p>No Senado, as senadoras Fátima Bezerra, Gleisi Hoffmann, Vanessa Grazziotin, Lídice da Mata e Regina Souza representaram os trabalhadores contra a aprovação do projeto e enfrentaram as manobras conduzidas pelo Senado. Em apoio e solidariedade às essas mulheres de luta outra moção foi apresentada.</p>
<p>Em Repúdio ao Banco Mercantil do Brasil. A moção foi criada para combater as práticas do banco, que já fechou agências em diversas cidades do país e demitiu centenas de funcionários, inclusive dirigentes sindicais. Para os bancários, essa atitude revela o ataque a liberdade e organização sindical.</p>
<p>Os trabalhadores também são contra as tentativas dos governos Sartori e Temer, ambos do PMDB, de privatizar o Banrisul, Badesul e BRB por conta do Regime de Recuperação Fiscal, apresentado pelo governo golpista como saída para a crise fiscal do estado. A moção é em defesa aos três bancos, que atualmente desempenham papeis fundamentais para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul e do Sul do Brasil.</p>
<p>Moção de Repudio ao ataque ao Estado Democrático e de Direito no Brasil defende a punição exemplar de casos de corrupção de todos os envolvidos e que se julgam acima da lei seja presidente, juiz, parlamentar ou empresário. Os bancários repudiam o uso político da operação lava-jato na esteira da consolidação do golpe institucional, com vistas às eleições 2018.</p>
<p>Nesse contexto, a Moção Liberdade para Vaccari Já! repudia a manutenção da prisão preventiva e exige a imediata liberdade a um dos membros do Comando Nacional dos Bancários da CUT, João Vaccari Neto. Vaccari também é um dos fundadores da Contraf- e ex-presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.</p>
<p>Em apoio ao ex-presidente Lula e sua condenação fraudulenta e sem provas, duas moções foram apresentadas, sendo uma delas com ênfase na ação popular para a anulação do impeachment.</p>
</div>
<p id="page-author">Fonte: Contraf</p>
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		<title>Os bancos públicos são essenciais para o desenvolvimento do país</title>
		<link>https://bancarios.com.br/os-bancos-publicos-sao-essenciais-para-o-desenvolvimento-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jul 2017 16:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Campanha Nacional dos Bancários 2017]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Sem os bancos públicos não há desenvolvimento”. Esta foi a mensagem principal do painel expositivo sobre a defesa dos Bancos Públicos, realizado nesta sexta-feira (28), no hotel Holiday Inn, em São Paulo. A mesa inicial foi um subsídio para as discussões que serão realizadas durante a 19ª Conferência Nacional dos Bancários, que acontece entre hoje &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="content">
<p>“Sem os bancos públicos não há desenvolvimento”. Esta foi a mensagem principal do painel expositivo sobre a defesa dos Bancos Públicos, realizado nesta sexta-feira (28), no hotel Holiday Inn, em São Paulo. A mesa inicial foi um subsídio para as discussões que serão realizadas durante a 19ª Conferência Nacional dos Bancários, que acontece entre hoje e domingo (30).</p>
<p>O cientista político e professor da UERJ, Emir Sader, abriu os trabalhos ao dizer que o debate central da sociedade não deve estar na dicotomia entre estatal ou privado, mas sim, no embate das esferas pública e mercantil. “O neoliberalismo diz que as opções fundamentais são ou estatal ou privado. Eles reivindicam um conceito muito bonito, a esfera privada, que envolve a liberdade individual das pessoas. Mas quando eles privatizam uma empresa, como a Vale não dão nas mãos dos trabalhadores, mas entregam ao mercado. Comprou quem tem dinheiro. A esfera com que eles trabalham não é a esfera privada, mas a esfera mercantil”, explicou.</p>
<p>O acadêmico citou como exemplo deste debate a educação e a saúde pública. “A educação, em vez de ser um direito para todos, é para eles, uma mercadoria. Quem tem dinheiro paga uma escola de qualidade. Da mesma forma estes setores são contra o SUS, o programa ‘Mais médicos’. Eles não querem um SUS de qualidade que atenda a todos. Ao contrário, defendem um sistema privado, no qual quem tem dinheiro paga um plano de saúde de qualidade”,acrescentou.</p>
<p>Disse ainda que um estado forte pode ser bom ou ruim para os trabalhadores. “O estado na ditadura era forte, mas brutalmente contra a democracia, contra os direitos do trabalhador, contra a proteção do mercado interno do país. Era um poder forte que não era a favor do interesse público. Ao contrário, escancarou o mercado com a entrada do capital estrangeiro, interveio em todos os sindicatos, o santo do chamado milagre econômico era o arrocho salarial, por isso, a burguesia teve as suas mais altas taxas de lucros da história naquele período”. Destacou também que a importância dos bancos públicos para o fortalecimento dos direitos dos trabalhadores e da cidadania. “Os bancos públicos têm uma lógica totalmente contraditória a dos privados. Por que os tucanos privatizaram os bancos estaduais? Porque eles não fazem políticas sociais? Quando se fecha agências da Caixa, como agora, se reduz programas como o Minha Casa, Minha Vida, o Bolsa família. A Caixa cresceu no bojo da ampliação das políticas sociais. O banco privado não vive do financiamento social, da pesquisa, de ampliar o consumo. Vive da venda de papéis, do endividamento de pessoas e empresas, da especulação”. Criticou ainda a atual política econômica do  governo Temer.  “Este é o governo que parece que fracassa. Promove o desprestígio do governo, do congresso Nacional, para prestigiar o capital financeiro, especulativo, internacional. Não querem que o Brasil seja uma nação, mas apenas um mercado. E o sistema financeiro é fundamental para esta lógica neoliberal”, conclui.</p>
<p><a class="has-subtitle img" title="" href="http://admin.contrafcut.com.br/system/uploads/ck/images/_JAI2952.JPG" data-lightbox="lightbox" data-title=""><img class="alignleft" src="http://contrafcut.org.br/images/_4e3e6394a3f21892daad0a1fed6be3f1.JPG" alt="" /></a>Para Fabiano Felix, eleito como Conselheiro de Administração Representante dos Empregados do Banco do Brasil (Caref), o momento histórico que estamos vivendo terá replicações políticas e econômicas nas nossas próximas gerações. “É um ataque sistêmico à classe trabalhadora, que foi forjado contra a democracia de todo um país. É natural que num momento de grande crise política, as propostas mais conservadoras encontraram um solo fértil. Propostas como as reformas trabalhistas e da Previdência. E os bancos públicos têm um papel efetivo nesse projeto que rejeita o social e faz uma verdadeira doutrina neoliberal. A prova é o debate que estamos encontrando atualmente dentro do Banco do Brasil, muito nocivo para a estrutura do banco. É uma apologia às grandes propostas tecnológicas e um descaso total com as agências, com o atendimento à população e com os trabalhadores.”</p>
<p>Fabiano lembrou outros momentos de grande dificuldade vividos no Brasil. “Sabemos que esse tipo de política é cíclica, ela sempre volta reformada. Então podemos lembrar o governo FHC para afirmar que suprimir os bancos públicos tem um preço social muito alto. O papel do banco público nos rincões do país transcende o aspecto econômico. Uma agência tem um pa<a class="has-subtitle img" title="" href="http://admin.contrafcut.com.br/system/uploads/ck/images/_JAI2977.JPG" data-lightbox="lightbox" data-title=""><img class="alignleft" src="http://contrafcut.org.br/images/_26af9db08111dd1a82e9c96236e50e07.JPG" alt="" /></a>pel estratégico para a sociedade. A agência não funciona apenas como intermediação financeira, mas como investidora da região.”</p>
<p>O Caref do BB completou. “As ações estão em pleno curso e a força da nossa militância é que vai nos manter firmes na defesa dos bancos públicos, um banco de desenvolvimento, extremamente importante para a sociedade brasileira.”</p>
<p>Maria Rita Serrano, Conselheira de Administração eleita pelos empregados da Caixa e coordenadora do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas, concorda. “A lógica deles é conhecida, nós sabemos, a mesma lógica da década de 1990. O que temos de entender é que é uma lógica muito mais rápida, diferente daquele momento, em que resistimos por dez anos. Por isso, temos que aumentar as nossas ações e ganhar agilidade para combater as nossas perdas.”</p>
<p>Para Rita Serrano, quando se fala em ataque aos bancos, é um ataque aos direitos e a tudo aquilo que é público. “Temos de ter a consciência que o serviço público, a empresa pública, a concepção daquilo que é público, tudo isso está jogo neste momento. A política adotada pelo governo para um banco, como a Caixa e o Banco do Brasil, é a mesma para todas as empresas públicas. Eles vão enfraquecer para privatizar. Porém, por mais difícil que seja a conjuntura, ela é rica também, temos de usar o debate acumulados em todos esses anos para pensar estratégias diferentes de enfrentamento. Tenho certeza que nós vamos superar, pois temos muita condição de voltar a vencer, basta nos organizarmos e lutarmos”, finalizou.</p>
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<p id="page-author">Fonte: Contraf</p>
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