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	<title>Arquivos Comando Nacional dos Bancários - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
	<lastBuildDate>Fri, 12 Apr 2024 11:24:32 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Bancos “descobrem” que seu modelo de gestão afeta a saúde mental dos trabalhadores</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bancos-descobrem-que-seu-modelo-de-gestao-afeta-a-saude-mental-dos-trabalhadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2024 11:24:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comando Nacional dos Bancários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Comando Nacional dos Bancários, juntamente com o Coletivo Nacional de Saúde da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), apresentou, na manhã desta quinta-feira (11), os resultados da pesquisa “Avaliação dos Modelos de Gestão e das Patologias do Trabalho Bancário”, realizada pela Secretaria de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT, em colaboração com pesquisadores &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-62799 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/04/design-sem-nome-24.webp" alt="" width="755" height="455" /></p>
<p>O Comando Nacional dos Bancários, juntamente com o Coletivo Nacional de Saúde da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), apresentou, na manhã desta quinta-feira (11), os resultados da pesquisa “Avaliação dos Modelos de Gestão e das Patologias do Trabalho Bancário”, realizada pela Secretaria de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT, em colaboração com pesquisadores do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UNB), para a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).</p>
<p>Entre muitos dados impactantes, os que mais chamam atenção é que cerca de 80% dos trabalhadores do ramo financeiro declaram ter tido pelo menos um problema de saúde relacionado ao trabalho no último ano. Deles, quase metade está em acompanhamento psiquiátrico. O principal motivo declarado para buscar tratamento médico foi o trabalho. Entre os que estão em acompanhamento psiquiátrico, 91,5% estão utilizando medicações prescritas pelo psiquiatra, um percentual que cai para 64,4% entre os que estão em outros tipos de acompanhamentos médicos.</p>
<p>Segundo a pesquisa, o atual modelo não apenas dita as condições laborais, mas também é identificado como uma fonte substancial de psicopatologias, que potencialmente distorcem a subjetividade e os laços sociais dos funcionários, o que resulta em sintomas de adoecimento e agravos à saúde mental.</p>
<h3>Cultura do produtivismo adoece</h3>
<p>A coordenadora da pesquisa, doutora Ana Magnólia Mendes, explicou que as análises indicam a presença intensa de discursos e práticas de controle, caracterizadas pelo foco nas metas, o controle exacerbado, a despersonalização dos trabalhadores, a presença de uma hierarquia rígida e o uso de ameaças como ferramentas de gestão intensifica, por sua vez, a competitividade e o produtivismo nas relações de trabalho e a presença de vivências de violência no trabalho e de sobrecarga. “Também a presença intensa de relações competitivas, marcadas pela exclusão dos funcionários na tomada de decisão da organização, pelo cerceamento da autonomia no trabalho, pela distribuição injusta, pela indefinição de tarefas e pela presença de disputas profissionais no local de trabalho estimuladas pela chefia, intensificam a violência no trabalho”, completou Ana Magnólia.</p>
<p>De acordo com a doutora, a presença intensa de relações produtivistas, por sua vez, intensifica a sobrecarga no trabalho. “Essas relações produtivistas, conforme descrito pela amostra, são caracterizadas pelo foco em metas, pela cobrança por resultados, pela pressão intensificada pela vigilância de resultados e também pela insuficiência de pessoas para realizar as tarefas que contribui para um ritmo de trabalho excessivo”, afirmou.</p>
<p>“Essas relações produzem as patologias da violência e da sobrecarga, caracterizadas pela presença intensa de vivências de cansaço, desgaste, sobrecarga, frustração, desmotivação, falta de liberdade de expressão e de opções no trabalho, indiferença entre colegas e desconfiança entre chefia e subordinados, as quais aumentam a presença de sintomas de adoecimento marcados por características de transtornos ansiosos”, completou Ana Magnólia Mendes.</p>
<p>O estudo, que contou com a participação de 5.803 bancários em todo o Brasil, revelou a presença intensa de fatores de risco do trabalho bancário, bem como uma alta ocorrência de sintomas de adoecimento entre os trabalhadores. Para o secretário de Saúde da Contraf-CUT, Mauro Salles, os resultados trouxeram à tona preocupações significativas sobre os impactos do modelo de gestão adotado pelos bancos na saúde mental dos trabalhadores. “Diante desse cenário, torna-se imperativo agir de forma imediata sobre os fatores críticos, buscando modificá-los, e melhorar as condições laborais”, avaliou Salles.</p>
<p>“O estudo realizado pela Contraf-CUT ressalta a urgência de compreender e abordar os efeitos danosos do modelo de gestão dos bancos na saúde mental dos trabalhadores. A implementação de medidas preventivas e intervenções adequadas se faz essencial para assegurar um ambiente de trabalho saudável e seguro para todos os bancários”, finalizou o secretário.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-62798 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/04/whatsapp-image-2024-04-11-at-102457-1.jpeg" alt="" width="682" height="511" /><figcaption>Comando Nacional dos Bancários e Coletivo Nacional de Saúde da Contraf-CUT se reuniram com Fenaban</figcaption></figure>
</div>
<h3>Repostas às reivindicações</h3>
<p>Os representantes dos trabalhadores aproveitaram o encontro para cobrar algumas respostas das reivindicações apresentadas à Fenaban no último encontro, como a modernização da cláusula 61 da Convenção Coletiva de Trabalho, que trata de prevenção de conflitos, e o fluxo de acolhimento aos trabalhadores adoecidos.</p>
<p>Os bancos pediram um prazo maior para os retornos. “Na última reunião eles haviam se comprometido a nos retornar e, agora, pediram um prazo maior. Isso frustrou nossa expectativa, mas daremos mais um voto de confiança”, lamentou Mauro. “Os dados apresentados hoje reforçam a importância das reivindicações apresentadas aos bancos em reação às metas abusivas, assédio moral e a necessidade de um acolhimento humanizado aos trabalhadores adoecidos”, finalizou Mauro.</p>
<p>A próxima reunião deve ser marcada ainda em abril.</p>
<p>Fonte:  Contraf.</p>
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		<title>Comando dos Bancários aprova Consulta Nacional à categoria</title>
		<link>https://bancarios.com.br/comando-dos-bancarios-aprova-consulta-nacional-a-categoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2024 11:26:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comando Nacional dos Bancários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Comando Nacional dos Bancários se reuniu nesta quarta-feira (10), na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), em São Paulo, e definiu a temática das conferências estaduais e regionais, o questionário e o período de realização da Consulta Nacional à categoria bancária. “A Consulta Nacional permite que a gente entenda os &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-62776 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/04/reuniao-do-comando-nacional.jpg" alt="" width="755" height="455" /></p>
<p>O Comando Nacional dos Bancários se reuniu nesta quarta-feira (10), na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), em São Paulo, e definiu a temática das conferências estaduais e regionais, o questionário e o período de realização da Consulta Nacional à categoria bancária.</p>
<p>“A Consulta Nacional permite que a gente entenda os anseios da categoria e as conferências nos ajudam a ampliar e aprofundar o debate sobre os principais temas que afetam o dia a dia de trabalho nos departamentos e agências bancárias e também aqueles que envolvem toda a sociedade”, explicou a presidenta da Contraf-CUT e coordenadora do Comando Nacional, Juvandia Moreira. “Vamos colocar em debate pontos como a isenção de imposto de renda sobre a PLR e a tributação dos super-ricos, e queremos saber o grau de endividamento da categoria. São alguns dos pontos que podem contribuir com a melhoria de vida da categoria”, completou.</p>
<p>A presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e também coordenadora do Comando Nacional, Neiva Ribeiro, ressaltou a importância da Consulta Nacional para o fortalecimento da campanha e da categoria. “A participação expressiva das bancárias e bancários na consulta é o pontapé inicial da Campanha Nacional. O debate alcança todo o país e unifica a categoria em torno das principais questões de interesse dos trabalhadores”, disse. “Ela nos dá o rumo para a definição das estratégias de ação e mobilização da luta coletiva, rumo à manutenção de nossos direitos e obtenção de novas conquistas”, completou.</p>
<p>Antes do início dos debates, a socióloga do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Adriana Marcolino, apresentou o cenário socioeconômico do país que, segundo ela nos mostra uma conjuntura em rápida transformação, com diversas questões sociais, políticas e climáticas que trazem mudanças estruturais em todo o mundo.</p>
<p>“A democracia liberal atravessa uma grande crise no Brasil e no mundo, com crescimento da extrema-direita e ampliação das desigualdades devido às reformas neoliberais e os impactos políticos, econômicos e sociais”, disse a socióloga.</p>
<h3><strong>Conferências</strong></h3>
<p>Das 11 federações que fazem parte do Comando Nacional dos Bancários, 10 já defiram as datas de suas conferências. Elas começam a ser realizadas a partir do dia 26 de abril, em Santa Catarina e seguem até o dia 25 de maio, no estado de São Paulo (veja abaixo o calendário e os principais temas que serão debatidos).</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-62777 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/04/calendario-de-conferencias.jpeg" alt="" width="615" height="329" /></figure>
</div>
<p><strong>Temas</strong></p>
<ul>
<li>Aumento real e ampliação de direitos;</li>
<li>Menos metas, mais saúde. Fim do assédio moral;</li>
<li>Representação do Ramo Financeiro;</li>
<li>Inclusão digital, avanços tecnológicos e impactos nos empregos, em geral, e trabalho bancário;</li>
<li>Redução da taxa de juros para induzir o crescimento econômico e geração de emprego e renda;</li>
<li>Reforma tributária: tributar os super ricos e ampliar a isenção do IR na PLR;</li>
<li>Fortalecimento das entidades sindicais e da negociação coletiva, apoio à nova legislação sindical;</li>
<li>Ampliação da sindicalização.</li>
</ul>
<h3><strong>Consulta Nacional</strong></h3>
<p>“A Consulta Nacional às bancárias e bancários é um importante instrumento da campanha nacional da categoria. Todas as bancárias e todos os bancários podem e devem responder ao questionário, que ajuda a definir as prioridades e os anseios dos trabalhadores”, disse Juvandia.</p>
<p>Da semana que vem até o dia 27 de maio a categoria pode começar a responder o questionário, que será disponibilizado para respostas por meio eletrônico e, para as entidades que preferirem, em PDF para ser impresso e levado até os trabalhadores em seus locais de trabalho. Assim que a Consulta estiver disponível será enviada às entidades sindicais da categoria bancária de todo o país e divulgada massivamente para a categoria.</p>
<p>Fonte: Contraf.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Comando discute retorno do grupo de risco e teletrabalho</title>
		<link>https://bancarios.com.br/comando-discute-retorno-do-grupo-de-risco-e-teletrabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Nov 2021 13:15:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comando Nacional dos Bancários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira (29), o Comando Nacional dos Bancários se reúne com a Comissão Nacional de Negociações da Fenaban para discutir o retorno ao trabalho presencial dos empregados dos grupos de risco. Esse debate é fundamental, pois a pandemia ainda não acabou e a Organização Mundial de Saúde declarou que a nova variante, denominada Ômicron, representa &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class=" wp-image-50328 alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/11/post_thumbnail-d35f90418574899ceb5821f9b9bbe9f7-1080x675-1.jpeg" alt="" width="343" height="475" />Nesta segunda-feira (29), o Comando Nacional dos Bancários se reúne com a Comissão Nacional de Negociações da Fenaban para discutir o retorno ao trabalho presencial dos empregados dos grupos de risco.</p>
<p>Esse debate é fundamental, pois a pandemia ainda não acabou e a Organização Mundial de Saúde declarou que a nova variante, denominada Ômicron, representa um risco elevado.</p>
<p>O movimento sindical defende a continuidade do afastamento, tendo em vista a iminência destes trabalhadores terem complicações graves em decorrência da Covid.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Teletrabalho no Bradesco</strong></p>
<p>A Comissão de Organização dos Funcionários (COE) apresentará ao Bradesco, também nesta segunda (29), às 17h, a pesquisa feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) sobre teletrabalho.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Comando Nacional retoma negociação com Fenaban sobre teletrabalho</title>
		<link>https://bancarios.com.br/comando-nacional-retoma-negociacao-com-fenaban-sobre-teletrabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Sep 2021 15:26:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comando Nacional dos Bancários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na sexta-feira (1º de outubro) será retomada mesa de negociação sobre saúde para discutir protocolos de segurança contra a covid-19 Os resultados da 2ª Pesquisa de Teletrabalho da Categoria Bancária foram apresentados nesta sexta-feira (24) pelo Comando Nacional para a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Os representantes dos bancos pediram um tempo para avaliar os &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="post-title-noticia"><em>Na sexta-feira (1º de outubro) será retomada mesa de negociação sobre saúde para discutir protocolos de segurança contra a covid-19</em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-49388 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/09/comando_nacional_400.jpg" alt="" width="600" height="400" /></p>
<div class="post-content-noticia">
<p>Os resultados da 2ª Pesquisa de Teletrabalho da Categoria Bancária foram apresentados nesta sexta-feira (24) pelo Comando Nacional para a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Os representantes dos bancos pediram um tempo para avaliar os dados da pesquisa. Desde já serão realizadas negociações com os bancos, por meio das comissões de empregados. O Comando manifestou preocupação com uma volta descoordenada e apressada ao trabalho presencial. Ficou marcada para a semana que vem a retomada de negociação para definir sobre os protocolos de segurança nos locais de trabalho.</p>
<p>A pesquisa foi feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e avaliou as condições para a categoria realizar o teletrabalho, após mais de um ano de duração dessa modalidade, durante a pandemia da Covid-19. Foram colhidos questionários respondidos por 13 mil bancárias e bancários e feitos vários recortes na pesquisa, desde faixas etárias, salariais, distribuição geográfica e por bancos. Houve maior índice de diagnóstico positivo de Covid-19 (38%) entre os que permaneceram no trabalho presencial do que os que foram para o teletrabalho (23%). Chamou a atenção o fato de que o banco que menos colocou trabalhadores em teletrabalho foi o que mais teve registros de contaminação.</p>
<p>“O fato de termos negociado no ano passado a ida de boa parte da categoria para o teletrabalho e discutirmos medidas protetivas para quem ficou nas agências foi decisivo para salvarmos vidas. Foi importante fazermos essa pesquisa. Nos ajudou muito a enxergar o que temos que negociar. Mostrou que aquilo que o Comando pauta desde o ano passado era realmente necessário para proteger os trabalhadores e traz algumas demandas para negociarmos”, destacou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, coordenadora do Comando Nacional.</p>
<p><strong>Retorno</strong></p>
<p>Uma das principais preocupações do Comando é com o retorno dos que estão em teletrabalho para o trabalho presencial. “Dizemos desde o ano passado que o retorno não pode ser feito antes de ter uma proteção na sociedade, de ter todos os cuidados. O retorno tem que ser cauteloso. Vemos que alguns bancos fazem retorno sem negociar. O que está em jogo é se a pessoa vai viver ou não, se vai ficar com sequelas ou não. Isso tem consequências que não são boas para as pessoas. Por isso, cobramos tanto a negociação antes de qualquer retorno”, afirmou a presidenta da Contraf-CUT.</p>
<p>Ficou marcado para a próxima sexta-feira (1º de outubro) a retomada da Mesa Permanente de Saúde entre o Comando e a Fenaban para definir o protocolo de segurança contra a Covid-19. “Nossa preocupação é que a pandemia não está controlada. O número de óbitos continua preocupante, acima de 500, e a vacinação está lenta. Essa ânsia de retorno nos preocupa. Há risco para o grupo de risco. Nos preocupa o debate das sequelas. Tem muitos colegas que estão trabalhando com capacidade de trabalho diminuída por causa das sequelas”, disse o secretário de Saúde do Trabalho, Mauro Salles.</p>
<p>“O grupo de risco é o mais preocupante. Estamos vendo os bancos pedindo o retorno a partir de outubro, pedindo o retorno das pessoas com comorbidade. Quem toma a segunda dose, acha que não há mais necessidade de usar máscara e de ter distanciamento. Sabemos que a vida não voltou ao normal”, ressaltou a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Ivone Silva, outra coordenadora do Comando Nacional.</p>
<p><strong>Custos do teletrabalho</strong></p>
<p>Um dado importante na pesquisa foi que somente 13% dos pesquisados estão recebendo auxílio financeiro dos bancos para os custos do teletrabalho. Apenas um dos cinco maiores bancos está pagando o auxílio de forma regular. Quando foi perguntado o que de mais importante deveria ser fornecido pelos bancos para quem estiver em teletrabalho, 59% dos pesquisados responderam que seria o pagamento do auxílio financeiro para cobrir as despesas com o trabalho remoto (luz, água, internet etc.). No ano passado, 39% dos pesquisados apontaram o pagamento do auxílio como importante. A resposta mais frequente (64%) foi o fornecimento de equipamentos de infraestrutura. (cadeira, notebook etc.)</p>
<p>Enquanto as despesas do teletrabalho se avolumam com o aumento da inflação, os bancos cortaram custos com o trabalho remoto. Economizaram R$ 766 milhões, na comparação das despesas administrativas entre 2019 e 2020.</p>
<p>Os representantes da Fenaban pediram na reunião um tempo para analisarem os dados da pesquisa, antes de responderem às reivindicações. As negociações também serão feitas banco a banco, por meio das comissões de empregados.</p>
<p><em>Fonte: Contraf-CUT</em></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Fenaban apresenta proposta de protocolo segurança contra a Covid-19</title>
		<link>https://bancarios.com.br/fenaban-apresenta-proposta-de-protocolo-seguranca-contra-a-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 May 2021 12:22:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comando Nacional dos Bancários]]></category>
		<category><![CDATA[DestaquesApp]]></category>
		<category><![CDATA[Realidade Bancária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quinta-feira (27) será o Dia Nacional de Luta pela inclusão da categoria no Plano Nacional de Imunização Em reunião nesta segunda-feira (24), a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresentou para o Comando Nacional dos Bancários uma proposta de protocolo de segurança unificado para orientar a prevenção contra a Covid -19. No encontro, o Comando cobrou &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quinta-feira (27) será o Dia Nacional de Luta pela inclusão da categoria no Plano Nacional de Imunização</em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-46801 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/05/whatsapp-image-2021-05-24-at-183216.jpeg" alt="" width="618" height="372" /></p>
<p>Em reunião nesta segunda-feira (24), a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresentou para o Comando Nacional dos Bancários uma proposta de protocolo de segurança unificado para orientar a prevenção contra a Covid -19. No encontro, o Comando cobrou mais uma vez que os bancos pressionem o governo federal para incluir a categoria bancária no Plano Nacional de Imunização (PNI). Para tanto, na próxima quinta-feira (27) será realizado também o Dia Nacional de Luta pela inclusão da categoria como essencial no PNI e por vacina para todos.</p>
<p>“O protocolo nacional ajuda a equalizar as informações do sistema, a dar um norte para os procedimentos locais. É importante uniformizar, porque as vezes chegamos em um banco e falta um item nas normas de segurança, em outro banco, não tem. Temos que ter um mínimo de padrão”, explicou a coordenadora do Comando Nacional e presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira.</p>
<p>A proposta de protocolo apresentada pela Fenaban é produto de um ano de debates e negociações com o Comando Nacional, que durante todo o tempo cobrou normas padronizadas para garantir a segurança de bancários e bancárias em todo o país. A minuta dos bancos estabelece o fornecimento de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como máscara, além de procedimentos como desinfecção de agências e outros locais de trabalho em casos de contágio.</p>
<p><strong>Vacinação</strong></p>
<p>Mais uma vez, o Comando Nacional cobrou as ações que os bancos estão fazendo para pressionar o governo federal para incluir a categoria bancária como essencial e prioritária no PNI. “Em todos os decretos municipais e estaduais está o funcionamento das agências bancárias. É contraditório obrigar uma categoria a trabalhar e não a incluir como essencial no PNI. Os bancos têm influência para fazer suas pautas e essa, que é uma pauta justa e urgente, eles não têm força para colocar?”, questionou Juvandia Moreira.</p>
<p>Outra cobrança feita aos bancos foram os dados do número de mortes na categoria por causa da Covid-19 e também o de contágios, que a Fenaban prometeu fornecer nos próximos dias. “Queremos utilizar esses dados para cobrar do Ministério da Saúde a inclusão da categoria como prioridade no PNI. Vamos mandar um ofício para pedir uma reunião com o Ministério para tratar do tema. Já mandamos outro ofício, mas teve a mudança de ministro. Agora, vamos mandar um ofício novamente, reiterando e pedindo uma reunião. Se a gente não conseguir a reunião, vamos avaliar entrar na Justiça”, afirmou a coordenadora do Comando Nacional.</p>
<p>Fonte: Contraf/Cut</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Entidades cobram empenho dos bancos para vacinação dos bancários</title>
		<link>https://bancarios.com.br/entidades-cobram-empenho-dos-bancos-para-vacinacao-dos-bancarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 May 2021 13:47:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comando Nacional dos Bancários]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As entidades sindicais estão mobilizadas para conseguir a inclusão dos bancários na lista de prioridades para a vacinação contra a Covid-19. O Comando Nacional dos Bancários enviou ofício ao Ministério da Saúde com a solicitação, enquanto sindicatos e federações tentam a mesma coisa nos planos estaduais e municipais. Do outro lado, os bancos não têm &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-46622 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_vacina_ja_bancarios_d53e7.jpeg" alt="" width="618" height="372" /></p>
<p>As entidades sindicais estão mobilizadas para conseguir a inclusão dos bancários na lista de prioridades para a vacinação contra a Covid-19. O Comando Nacional dos Bancários enviou ofício ao Ministério da Saúde com a solicitação, enquanto sindicatos e federações tentam a mesma coisa nos planos estaduais e municipais.</p>
<p>Do outro lado, os bancos não têm feito o mesmo esforço pela vacinação dos funcionários, mesmo o sistema financeiro tendo relação próxima com o presidente Jair Bolsonaro. “Os representantes dos bancos vão jantar, fazem lives com o Bolsonaro, nas quais discutem a venda de empresas públicas, inclusive dos bancos públicos, tratam de assuntos do interesse deles como essa reforma tributária e a administrativa, para acabar com a estabilidade dos servidores e funcionários das empresas públicas, mas não tratam de priorizar a categoria bancária para tomar a vacina”, criticou a coordenadora do Comando, Juvandia Moreira.</p>
<p>A atividade bancária é considerada essencial nos termos do Decreto n° 10.282 de 20 de março de 2020, alterado pelo Decreto n° 10.329 de 28 de abril de 2020, que regulamenta a Lei n° 13.979 de 6 de fevereiro de 2020 e tem por finalidade atender às demandas de todos os clientes, usuários dos serviços e de toda a sociedade, inclusive dos beneficiários das políticas públicas vigentes, como o auxílio emergencial.</p>
<p>Por serem essenciais para o funcionamento da sociedade, os funcionários dos bancos mantiveram o atendimento à população mesmo durante os piores momentos da pandemia. Isso custou a saúde e a vida de muitos bancários. O que as entidades sindicais defendem é que todos os trabalhadores dos bancos &#8211; bancários, vigilantes e terceirizados – sejam reconhecidos vacinados na etapa 4 do Plano Nacional de Imunização (PNI).</p>
<p>Fonte: FEEBASE</p>
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		<title>Bancos não se comprometem sobre suspensão das demissões</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bancos-nao-se-comprometem-sobre-suspensao-das-demissoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 12:27:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comando Nacional dos Bancários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comando Nacional não vai aceitar que bancários sejam mandados a fazer visitas Com a pandemia da Covid-19 em seu mais grave momento no Brasil com os seguidos recordes de mortes pela doença, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) não se comprometeu com a suspensão das demissões na categoria bancária, medida tomada no ano passado, no &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comando Nacional não vai aceitar que bancários sejam mandados a fazer visitas</em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-45696 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/03/whatsapp-image-2021-03-16-at-195224.jpeg" alt="" width="618" height="372" /></p>
<p>Com a pandemia da Covid-19 em seu mais grave momento no Brasil com os seguidos recordes de mortes pela doença, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) não se comprometeu com a suspensão das demissões na categoria bancária, medida tomada no ano passado, no início da propagação da doença. Foi a terceira reunião neste começo de 2021 com o Comando Nacional dos Bancários, sem respostas sobre medidas de segurança contra o contágio. O Comando Nacional vai organizar atividades em defesa da vida e da saúde no dia 24.</p>
<p>A reunião desta terça-feira (16) era para os bancos responderem se iriam voltar a suspender as demissões, como no início da pandemia. “Esperávamos que os bancos atendessem à essa reivindicação tão necessária nesse momento. Eles disseram na reunião que a demissão na categoria era pequena. Desde 2013, eles cortaram 82 mil postos de trabalho. Isso é o tamanho de um grande banco”, afirmou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, coordenadora do Comando Nacional.</p>
<p>Na última reunião, dia 11 (sexta-feira), o Comando Nacional também apresentou as reivindicações de diminuição do horário nas agências, redução das metas e fim das visitas. A Fenaban também se comprometeu a dar respostas sobre as questões, mas nada apresentou desde então. Alguns bancos se comprometeram a suspender as visitas, mas a Fenaban disse que ainda não tem como se comprometer. O Comando Nacional não vai aceitar que bancários sejam mandados a fazer visitas.</p>
<p>“Não vamos aceitar que bancárias e bancários fiquem expostos nessas visitas. Vivemos o pior momento da pandemia que o país já viu, o número de mortes não para de crescer e está na casa dos milhares”, disse a presidenta da Contraf-CUT. O Comando Nacional não abre mão das cobranças e insiste nas respostas a serem apresentadas pela Fenaban. Também serão marcadas reuniões diretamente com os bancos para checar as medidas de segurança que estão sendo adotadas em cada instituição.</p>
<p><strong>Dia 24</strong></p>
<p>O Comando Nacional dos Bancários e a Contraf-CUT aderiram à convocação da CUT e demais centrais sindicais para o Dia Nacional de Lockdown pela Vida e pela Saúde. No dia 22, os sindicatos da categoria bancária vão realizar plenárias em suas bases para discutir formas de ação em cada local. Os sindicatos bancários vão realizar ações em suas bases com a circulação de carros de som, avisando os clientes para não irem às agências.</p>
<p>“Estamos na luta com outras categorias e a população contra a pandemia. Queremos que a categoria bancária seja incluída na lista de prioridades da vacina, já que estamos na linha de frente no atendimento à população. Nessas plenárias, os bancários e bancárias precisam dizer se os protocolos de segurança estão sendo cumpridos em seus bancos, se eles estão sendo obrigados a fazer visitas. Vamos denunciar caso estejam sendo obrigados a fazer visitas”, alertou Juvandia Moreira.</p>
<p><strong>Live</strong></p>
<p>No dia 23, a página da Contra-CUT no Facebook vai transmitir uma live com o ex-ministro da Saúde e médico sanitarista Arthur Chioro. A live começa às 18h. Chioro vai debater o momento atual da pandemia, as medias de proteção contra a covid-19 e a necessidade da vacina para a população, inclusive para a categoria bancária.</p>
<p>Fonte: Contraf/Cut</p>
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