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	<title>Arquivos Conferência Nacional - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
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		<title>Bancários definem resoluções em defesa da soberania nacional, da democracia e da categoria e ato em defesa do Banco do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 12:38:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conferência Nacional]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-69691 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Plenaria-Final-1024x571.jpeg" alt="" width="618" height="345" /></p>
<p>Ao final da 27ª Conferência Nacional das Bancárias e Bancárias, os 629 delegados (366 homens e 263 mulheres) da categoria aprovaram as resoluções com uma ampla agenda de reivindicações e propostas do movimento sindical bancário, com foco em questões econômicas, sociais e políticas. As resoluções destacam a defesa da democracia, a soberania nacional e a reeleição do Presidente Lula, posicionando-se contra o fascismo, as privatizações e a interferência externa, com adesão às manifestações de 7 de Setembro, organizados pelas centrais sindicais e movimentos sociais. Também foi aprovada a realização de atos em defesa do Banco do Brasil, contra “publicações inverídicas e maliciosas que disseminam informação em redes sociais, com o objetivo de gerar pânico e induzir a população a decisões que podem prejudicar a sua saúde financeira”.</p>
<p>Ainda foi dada uma ênfase significativa à justiça tributária, propondo a taxação de grandes fortunas e a isenção de IR para rendas mais baixas, além da regulação das redes sociais para combater a desinformação. Os textos também abordam a defesa das empresas estatais e dos bancos públicos como propulsores de políticas de desenvolvimento do país, com a concessão de crédito para a classe trabalhadora, a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6&#215;1. Também foi proposta a revisão do sistema financeiro nacional para combater juros abusivos, a atuação das fintechs e o fortalecimento da formação da classe trabalhadora, a modernização da comunicação e a mobilização sindical para enfrentar os desafios contemporâneos e promover a inclusão.</p>
<p>“As prioridades para a atuação do movimento sindical bancário neste próximo ano foram definidas depois de debates realizados em conferências estaduais e regionais, que trouxeram as propostas para serem aprovadas aqui na nossa 27ª Conferência. A partir desse processo de conferências, deliberamos fortalecer os atos de 7 de setembro, para defender a soberania nacional, defender o Banco do Brasil, bem como os empregos e os direitos, da saúde e condições de trabalho para as bancárias e dos bancários”, explicou a presidenta da Contraf-CUT e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira.</p>
<h2><strong>Consulta Nacional</strong></h2>
<p>“Além disso, fizemos uma Consulta Nacional à categoria, que contou com 33.482 respondentes, para apurar quais as mobilizações as bancárias e bancárias de todo o país desejam que os movimentos realizem”, completou.</p>
<p>“Após uma profunda análise da conjuntura nacional e internacional, destacou-se a necessidade urgente de defesa da democracia, enfrentamento ao fascismo e proteção da soberania nacional. Querem entregar o Brasil de bandeja para outro país que quer continuar explorando nossas riquezas e impedindo nosso desenvolvimento e exercendo poder sobre os rumos do nosso país. E isso não podemos permitir”, ressaltou a presidenta da Contraf-CUT. “Por isso, vamos aderir às manifestações do dia 7 de setembro, somando forças às centrais sindicais e movimentos populares em defesa da soberania nacional e também pela redução da jornada e o fim da escala de trabalho 6X1, assim como pela taxação dos super-ricos e redução de IR para os trabalhadores com rendas salariais de até R$ 5 mil”, concluiu.</p>
<p>Neste mesmo sentido de defesa da soberania e da democracia, foi aprovada a realização de ato nacional no dia 27 de agosto, em defesa do Banco do Brasil, depois de ataques nas redes sociais iniciado na última terça-feira (19). Entre os ataques, há um vídeo feito por Eduardo Bolsonaro no dia 20, em que o deputado federal afirma que &#8220;o Banco do Brasil será cortado das relações internacionais, o que o levará à falência”.</p>
<p>Além da defesa do BB, o ato vai pedir a cassação dos deputados Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Gustavo Gayer (PL-GO), além da prisão do advogado Jeffrey Chiquini, que defende o ex-assessor da Presidência do governo Jair Bolsonaro Filipe Martins. Ambos publicaram postagens, segundo o banco, difamatórias e contra a soberania nacional.</p>
<h2><strong>Pautas específicas</strong></h2>
<p>As pautas específicas da categoria bancária receberam destaque especial. “A mobilização da classe trabalhadora é crucial para barrar a defesa do emprego bancário, e principalmente garantir condições de saúde e trabalho nas agências e departamentos bancários e a valorização da categoria”, completou a coordenadora do Comando Nacional dos Bancários.</p>
<h2><strong>Resoluções</strong></h2>
<p>Foram aprovadas 14 resoluções:</p>
<ul>
<li>Realizar ato nacional no dia 27 de agosto, em defesa do Banco do Brasil;</li>
<li>Reeleger o presidente Lula e apoiar candidaturas ligadas à classe trabalhadora;</li>
<li>Resolução sobre a regulação, com estatização do Sistema Financeiro Nacional;</li>
<li>Defesa dos Bancos e Empresas Públicas e a Importância dos Serviços Públicos;</li>
<li>Saúde e Condições de Trabalho;</li>
<li>Defesa da Soberania, da Democracia e do PIX;</li>
<li>Justiça Tributária Já! Que os super ricos paguem mais, para que o povo pague menos;</li>
<li>Regulação das redes sociais: uma urgência democrática!;</li>
<li>Redução da Jornada e Fim da Escala 6&#215;1;</li>
<li>Resolução contra o fechamento de agências bancárias e em defesa do emprego bancário;</li>
<li>Regulação do Sistema Financeiro Nacional;</li>
<li>Formação da Classe Trabalhadora;</li>
<li>Comunicação Popular na Era das Redes Sociais;</li>
<li>Novas Formas de Mobilização.</li>
</ul>
<h2><strong>Moções</strong></h2>
<p>Além das resoluções, foram aprovadas quatro moções:</p>
<ul>
<li>De repúdio às práticas de contratação fraudulenta adotadas pelo banco Santander;</li>
<li>De apoio ao Supremo Tribunal Federal e em defesa da soberania nacional;</li>
<li>Contrária à pauta de anistia geral e irrestrita aos participantes da tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023;</li>
<li>Pelo fim do genocídio do povo palestino.</li>
</ul>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DNvnSPw3Hlf/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DNvnSPw3Hlf/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Contraf-CUT (@contraf_cut)</a></p>
</div>
</blockquote>
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<p>Fonte: Contraf.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como novas tecnologias impactam na movimentação de empregos do ramo financeiro</title>
		<link>https://bancarios.com.br/como-novas-tecnologias-impactam-na-movimentacao-de-empregos-do-ramo-financeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 12:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conferência Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na mesa &#8220;Novas Tecnologias, reestruturação e transformação do emprego no ramo financeiro&#8221;, realizada neste sábado (23), durante a 27ª Conferência Nacional dos Bancários, as economistas Vivian Machado e Rosângela Vieira, do Dieese, trouxeram dados para ajudar o movimento sindical no debate sobre proteção dos direitos trabalhistas conquistados pela categoria. &#8220;O Sistema Financeiro Nacional (SFN) passa &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-69688 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-23-at-18.14.32-1024x571.jpeg" alt="" width="618" height="345" />Na mesa &#8220;Novas Tecnologias, reestruturação e transformação do emprego no ramo financeiro&#8221;, realizada neste sábado (23), durante a 27ª Conferência Nacional dos Bancários, as economistas Vivian Machado e Rosângela Vieira, do Dieese, trouxeram dados para ajudar o movimento sindical no debate sobre proteção dos direitos trabalhistas conquistados pela categoria.</p>
<p>&#8220;O Sistema Financeiro Nacional (SFN) passa por uma reestruturação provocada não apenas pelas inovações tecnológicas, mas também pela desregulamentação na legislação trabalhista, alterações na regulamentação determinada pelo Banco Central e a entrada de novos agentes&#8221;, destacou Vivian.</p>
<p>Sobre os impactos tecnológicos, a economista observou que, enquanto no mundo o orçamento em tecnologia dos bancos cresceu 35%, entre 2018 e 2023, no Brasil esse crescimento foi de 97%. &#8220;E, para 2025, os bancos devem investir perto de R$ 50 bilhões em tecnologia&#8221;, completou.</p>
<p><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-69687 alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-23-at-18.03.28-300x200.jpeg" alt="" width="300" height="200" /> O resultado disso é a forte mudança na forma como as transações financeiras acontecem hoje. Dados mais recentes, da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), mostram que, em 2024, 75% das transações estavam sendo feitas pelo celular (mobile banking).</p>
<p>Vivian também apontou que os bancos têm usado intensamente a automação nos processos. &#8220;Mais de oito em cada dez bancos já incorporam IA generativa (GenAI) nas operações&#8221;, continuou. &#8220;E essa intensificação no uso das novas tecnologias está gerando ganhos de eficiência mensuráveis. O levantamento da Febraban aponta que os bancos registraram taxa de eficiência superior a 20% após a implementação da IA e da IA generativa&#8221;, completou.</p>
<p>Por outro lado, os avanços tecnológicos também aumentam os riscos sobre o SFN. &#8220;Tivemos casos emblemáticos e muito recentes nesse sentido, como o desvio de R$ 800 milhões, por hackers, após invadirem empresa que conectava instituições ao PIX. Esse cenário está, inclusive, aumentando a relevância da cibersegurança para o setor&#8221;, destacou.</p>
<h2><strong>Emprego bancário</strong></h2>
<p>Diante de todas essas transformações, os lucros dos bancos do país continuam em expansão. &#8220;Aliás, o crescimento foi substancial: em doze meses, os cinco maiores bancos aumentaram seus lucros em R$ 126,7 bilhões, alta média de 18%&#8221;, pontuou Vivian Machado.</p>
<p>Por outro lado, desde 2016 o setor bancário fechou 6.700 agências (com redução de 30%). Esse movimento foi contrário ao das cooperativas de crédito, que abriram 4.785 postos de atendimento (alta de 102% no período) e dos Correspondentes Bancários (Cobans), que possuem cerca de 240 mil postos de atendimento, 14 vezes mais do que as agências bancárias atualmente.</p>
<p>&#8220;O que nos chama a atenção é que a maioria esmagadora dos 20 maiores contratantes dos Cobans são bancos. Ou seja, os bancos poderiam prestar esses serviços, mas estão encolhendo suas estruturas, terceirizando&#8221;, ressaltou a economista do Dieese.<br />
<img loading="lazy" class="size-medium wp-image-69686 alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-23-at-18.03.29-300x200.jpeg" alt="" width="300" height="200" /><br />
As cooperativas de crédito também tiveram crescimento expressivo: em 2013 eram responsáveis por 11% da rede de atendimento, percentual que passou para 28%, em 2024. &#8220;Atualmente, os produtos e serviços oferecidos pelas cooperativas abrangem todas as esferas de produtos bancários&#8221;, acrescentou Vivian Machado.</p>
<p>Das 10 instituições financeiras com mais clientes no país, hoje quatro são instituições de pagamento: NuBank, Mercado Pago, PicPay e PagSeguro. &#8220;Aqui, nós entramos no debate das fintechs, empresas de tecnologia que atuam no sistema financeiro. As que hoje são abarcadas pela regulamentação do Banco Central somam 330 instituições, ante 175 bancos. As maiores fintechs, oferecem contas, cartões, empréstimos, financiamentos, investimentos, seguros, tal como um banco&#8221;, observou.</p>
<p>Como forma de assegurar o emprego bancário, diante das mudanças tecnológicas no SFN, Vivian ressaltou as conquistas do movimento sindical bancário, nas última Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), incluindo mesa permanente de negociações sobre os impactos da IA nos empregos e o compromisso dos bancos de investirem na requalificação voltada às novas tecnologias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Transformações geram precarização e desafiam trabalhadores</p>
<p>Durante sua palestra, Rosângela Vieira apresentou dados detalhados sobre a reestruturação do setor financeiro brasileiro e seus impactos sobre os trabalhadores. Segundo ela, as mudanças são profundas e afetam tanto a quantidade quanto a qualidade dos empregos no segmento. “O ramo financeiro formalmente emprega cerca de 1 milhão de trabalhadores, mas a categoria bancária, que já foi majoritária, hoje representa apenas 424 mil. Em 2015, os bancários eram 59% desse universo; em 2024, são 42%”, destacou Rosângela, mostrando que a redução da presença tradicional dos bancários é significativa.</p>
<p>A especialista chamou atenção para a crescente precarização das relações de trabalho. “Os bancos continuam lucrando alto, mas estão reduzindo postos de trabalho formais e substituindo por terceirização, pejotização e modalidades precárias. Isso fragiliza salários, direitos e a própria organização coletiva”, criticou.</p>
<p>Entre os exemplos citados, Rosângela mencionou o avanço dos Correspondentes Bancários (Cobans), que já somam mais de 200 mil pontos de atendimento, 13 vezes mais do que as agências tradicionais. Ela também ressaltou o crescimento dos agentes autônomos de investimento, que quadruplicaram desde 2016.</p>
<p>A palestrante trouxe casos específicos para ilustrar a chamada “terceirização fraudulenta”, destacando o Santander. “Entre 2020 e 2024, o banco reduziu em mais de 18 mil o número de bancários, mas, no mesmo período, o grupo cresceu em 16% no total de trabalhadores. A transferência de funcionários para empresas como a F1RST, que paga salários em média 23% menores e ainda se beneficia de isenções fiscais, mostra bem o processo de precarização em curso”, explicou.</p>
<p>Rosângela também abordou a transformação das ocupações dentro dos bancos. Ela destacou o crescimento das funções relacionadas à tecnologia. “Enquanto funções como caixa e escriturário estão desaparecendo, cresce o número de trabalhadores em tecnologia da informação. Em 2013, apenas 2,7% das ocupações nos bancos privados eram de TI; em 2024, já são quase 13%”, disse, ressaltando que 25% desses postos são ocupados por mulheres.</p>
<p>Outro tema debatido foi o impacto da Inteligência Artificial Generativa sobre as profissões bancárias. Citando estudos da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ela explicou que ocupações como analistas financeiros e agentes de crédito estão entre as mais expostas. “A IA pode gerar eficiência, mas também ameaça empregos. É fundamental que as negociações coletivas avancem para garantir que a tecnologia seja usada para melhorar condições de trabalho, e não para substituir trabalhadores sem diálogo”, defendeu.</p>
<p>Rosângela lembrou ainda que o Marco Regulatório da IA (PL 2.338/2023) prevê diretrizes importantes para proteger os trabalhadores, incluindo a necessidade de negociação coletiva antes de demissões em massa, avaliação de impacto algorítmico e supervisão humana em decisões automatizadas.</p>
<p>Para ela, a vigilância da categoria é essencial. “Estamos falando de um processo multifacetado, que envolve tecnologia, regulação, economia e política. Nossa tarefa é lutar para que os empregos bancários sejam preservados, para que os direitos não sejam destruídos e para que a sociedade não pague a conta da precarização”, concluiu Rosângela Vieira.</p>
<p>Fonte: Contraf.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Inteligência Artificial em debate: impactos, riscos e a defesa dos direitos sociais</title>
		<link>https://bancarios.com.br/inteligencia-artificial-em-debate-impactos-riscos-e-a-defesa-dos-direitos-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 12:26:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conferência Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=69682</guid>

					<description><![CDATA[<p>O debate sobre “Inteligência Artificial: impactos e regulação”, ocorrida neste sábado (23), segundo dia da 27ª Conferência Nacional dos Bancários, trouxe ao centro do debate um dos temas mais urgentes da atualidade: os impactos da inteligência artificial (IA) no mundo do trabalho e a necessidade de regulação para garantir a proteção de direitos. Com a &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-69683 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Mesa-Regulacao-da-IA-1024x571.jpg" alt="" width="618" height="345" /></p>
<p>O debate sobre “Inteligência Artificial: impactos e regulação”, ocorrida neste sábado (23), segundo dia da 27ª Conferência Nacional dos Bancários, trouxe ao centro do debate um dos temas mais urgentes da atualidade: os impactos da inteligência artificial (IA) no mundo do trabalho e a necessidade de regulação para garantir a proteção de direitos. Com a presença de dirigentes sindicais e do assessor da Secretaria de Políticas Digitais da Presidência da República, Lucas Leffa, a discussão destacou que a tecnologia, embora inevitável, não é neutra e precisa ser disputada sob a perspectiva da democracia e da valorização do trabalho humano.</p>
<p>Abrindo a mesa, o presidente do Sindicato dos Bancários do Ceará, José Eduardo, apresentou o instituto Frente Inteligência Artificial com Direitos Sociais, iniciativa que integra no Ceará. Ele chamou atenção para questões estruturais como o consumo de energia, a concentração de data centers e os riscos de preconceito embutidos nos algoritmos. “A inteligência artificial não pode estar fora do contexto dos direitos sociais. O ser humano é central na decisão de como usar essa tecnologia”, afirmou, ressaltando que a categoria bancária é uma das mais impactadas pela digitalização.</p>
<p>Na sequência, Bethânia Franco, secretária de Mulheres do Sindicato dos Bancários do Espírito Santo, lembrou que a IA está transformando profundamente as relações sociais e de trabalho. Para ela, é preciso enfrentar os vieses da tecnologia e disputar seus rumos. “A inteligência artificial não é neutra e reforça desigualdades. Nossa luta deve ser para colocar essa tecnologia a serviço da classe trabalhadora, reduzindo jornadas e melhorando a qualidade de vida coletiva”, disse.</p>
<p>Thaise Mascarenhas, vice-presidente da Feeb-BA/SE, representante da CTB, trouxe o panorama das negociações já em andamento com a Fenaban, que resultaram na criação de um observatório e de uma mesa permanente para discutir os impactos da IA no setor financeiro. Ela destacou os riscos de demissões, fechamento de agências e pejotização. “Queremos acordos coletivos que assegurem que os trabalhadores não sejam substituídos ou terceirizados pela IA sem garantias de direitos”, pontuou.</p>
<h2><strong>Golpes digitais, fraudes e o setor bancário</strong></h2>
<p>O palestrante convidado da mesa, Lucas Leffa, apresentou dados alarmantes sobre o cenário digital no Brasil. Segundo ele, o país registrou R$ 10,1 bilhões em prejuízos com fraudes em 2024, com 11,5 milhões de registros de fraude apenas no último ano. “Temos mais de oito mil tentativas de golpe por hora. Desde que comecei a falar aqui, já foram centenas de novas tentativas”, destacou.</p>
<p>Leffa explicou que 21% dos golpes em 2024 já utilizaram recursos de inteligência artificial, como imagens e vozes falsas em deepfakes ou sites fraudulentos imitando o governo. Para ele, esse cenário evidencia a urgência de regras claras para plataformas digitais e sistemas algorítmicos. “Não existe neutralidade na inteligência artificial. Ela carrega preconceitos de gênero, de idade, de classe. É por isso que precisamos de regulação, para proteger a sociedade e os trabalhadores”, afirmou.</p>
<p>No setor bancário, os dados também preocupam. Só em 2024, foram eliminados 6.198 postos de trabalho, em contradição com o crescimento de 16,3% do mercado de trabalho nacional no mesmo período. Em contrapartida, os quatro maiores bancos registraram lucro recorde de R$ 108,2 bilhões, um aumento de 18,6% em relação a 2023. “Isso mostra que a tecnologia está sendo usada para ampliar lucros às custas de empregos, e não para gerar riqueza compartilhada”, alertou Leffa.</p>
<h2><strong>Regulação em disputa no Congresso</strong></h2>
<p>O assessor da Presidência também apresentou o histórico legislativo da regulação da IA no Brasil, que vem avançando desde 2021 e atualmente está em debate na Câmara dos Deputados. O governo defende que a versão aprovada no Senado sirva de base para aprimoramentos, com uma estrutura regulatória baseada em níveis de risco e direitos fundamentais garantidos. Entre eles, o direito à informação, à privacidade, à revisão humana de decisões automatizadas e à não discriminação.</p>
<p>Leffa destacou ainda a importância de reinserir no texto legal dispositivos específicos de proteção ao trabalho. “Precisamos garantir que a inteligência artificial seja reconhecida como de alto risco quando utilizada em recrutamento, avaliação de desempenho ou decisões sobre contratos de trabalho. É fundamental preservar a negociação coletiva e impedir demissões em massa sem diálogo”, defendeu.</p>
<h2><strong>Mobilização coletiva</strong></h2>
<p>A mesa terminou com um chamado à mobilização dos sindicatos para acompanhar de perto os debates em Brasília e pressionar pela inclusão das pautas trabalhistas no marco regulatório. No dia 26 de agosto, uma audiência pública na Comissão de Trabalho da Câmara discutirá especificamente os impactos da IA no mercado de trabalho.</p>
<p>Para os participantes, o desafio é grande: impedir que a inteligência artificial seja apenas mais uma ferramenta de exclusão e exploração e transformá-la em um instrumento de emancipação social. Como resumiu José Eduardo, “o mais importante é não perder de vista que a tecnologia deve estar subordinada aos direitos sociais e não o contrário”.</p>
<p>Fonte: Contraf.</p>
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		<title>Encontros do Itaú, Bradesco, Santander e Mercantil serão nesta sexta-feira (22)</title>
		<link>https://bancarios.com.br/encontros-do-itau-bradesco-santander-e-mercantil-serao-nesta-sexta-feira-22/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 12:54:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conferência Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os encontros nacionais dos funcionários do Itaú, Bradesco, Santander e Mercantil do Brasil acontecerão nesta sexta-feira (22/8), durante todo o dia, no Hotel Holiday Inn Parque Anhembi, em São Paulo. Em eventos separados, os trabalhadores debaterão as questões envolvendo cada banco.  Itaú   O Encontro Nacional dos Funcionários do Banco Itaú-Unibanco, acontecerá a partir das &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os encontros nacionais dos funcionários do Itaú, Bradesco, Santander e Mercantil do Brasil acontecerão nesta sexta-feira (22/8), durante todo o dia, no Hotel Holiday Inn Parque Anhembi, em São Paulo. Em eventos separados, os trabalhadores debaterão as questões envolvendo cada banco.</p>
<p><b> </b><b>Itaú</b></p>
<p><b><img loading="lazy" src="https://feebbase.com.br/site/images/2025/21.8_encontro_nacional_itau_121aa.jpeg" alt="21.8 encontro nacional itau 121aa" width="509" height="284" /> </b></p>
<p>O Encontro Nacional dos Funcionários do Banco Itaú-Unibanco, acontecerá a partir das 9h. O evento reúne delegados e delegadas de diversas partes do Brasil, para debater temas estratégicos, como o cenário político e econômico, os impactos da inteligência artificial na atividade bancária e questões relacionadas à saúde e condições de trabalho.</p>
<p>Os funcionários do Itaú da Bahia e Sergipe ser por 10 delegados e delegadas.</p>
<p><b>Bradesco</b><b> </b></p>
<p><b><img loading="lazy" src="https://feebbase.com.br/site/images/2025/21.8_encontro_nacional_bradesco_1d66d.jpeg" alt="21.8 encontro nacional bradesco 1d66d" width="516" height="288" /></b></p>
<p>O Encontro Nacional dos Funcionários do Bradesco será realizado a partir das 9h30. O evento reúne representantes da categoria de todo o país para debater os desafios e perspectivas para o futuro. Na pauta: Conjuntura do Sistema Financeiro Nacional e perspectivas para o futuro, com o professor doutor Moisés Marques; Tendências da reestruturação no Bradesco, com o economista Gustavo Cavarzan, além do debate sobre o plano de lutas dos funcionários do banco, com as contribuições das federações e sindicatos.</p>
<p>A delegação da Bahia e Sergipe será composta por 12 funcionários do Bradesco.</p>
<p><b> </b><b>Santander</b><b> </b></p>
<p><b><img loading="lazy" src="https://feebbase.com.br/site/images/2025/21.8_encontro_nacional_santander_5d5f0.jpeg" alt="21.8 encontro nacional santander 5d5f0" width="495" height="276" /></b></p>
<p>O Encontro Nacional dos Funcionários do Santander começa às 9h30. O evento reunirá dirigentes sindicais e representantes da base de diversas regiões do país para discutir a análise econômica e dados do Santander; análise de conjuntura do Sistema Financeiro nacional e perspectivas; as negociações da Campanha Nacional Santander e desdobramentos e a construção de um plano de luta unificado.</p>
<p>Os funcionários do Santander da Bahia e Sergipe serão representados por 8 bancários e bancárias.</p>
<p><b> </b><b>Mercantil</b></p>
<p><b><img loading="lazy" src="https://feebbase.com.br/site/images/2025/21.8_encontro_nacional_mercantil_df03c.jpeg" alt="21.8 encontro nacional mercantil df03c" width="488" height="272" /> </b></p>
<p>O Encontro Nacional dos Funcionários do Banco Mercantil terá abertura às 9h30, com a participação de bancários e representantes sindicais de todo o país. A atividade será um espaço de debate sobre a situação atual do banco, com análise do balanço do segundo trimestre, discussão e aprovação da minuta de reivindicações, além da definição das estratégias de mobilização e organização da Comissão de Organização dos Empregados (COE).</p>
<p>Fonte: FEEB/BA-SE.</p>
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		<title>Defender os bancos públicos e a soberania é um compromisso inegociável com o povo brasileiro</title>
		<link>https://bancarios.com.br/defender-os-bancos-publicos-e-a-soberania-e-um-compromisso-inegociavel-com-o-povo-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 12:44:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conferência Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a abertura solene conjunta do 40º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa; do 35º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil; do 30º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Nordeste do Brasil; e 17º Congresso dos Funcionários do Banco da Amazônia, realizada na noite desta quinta-feira (21), em São Paulo, a presidenta &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-69669 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-21-at-21.40.52.jpeg" alt="" width="1072" height="598" /></p>
<p style="text-align: justify;">Durante a abertura solene conjunta do 40º Congresso Nacional dos Empregados da Caixa; do 35º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil; do 30º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Nordeste do Brasil; e 17º Congresso dos Funcionários do Banco da Amazônia, realizada na noite desta quinta-feira (21), em São Paulo, a presidenta da Contraf-CUT e vice-presidente da CUT, Juvandia Moreira, fez um importante reforço à luta pela soberania nacional, ressaltando que o enfrentamento aos ataques dos Estados Unidos, por meio de Donald Trump, não depende só das ações do governo Lula, mas da unidade do movimento sindical bancário.</p>
<p>&#8220;Este é um momento de reafirmar essa unidade, que não é só dos bancários e das bancárias, é de toda a classe trabalhadora. Por isso, abrimos o nosso congresso reafirmando nosso compromisso inegociável com o povo brasileiro, na defesa dos bancos públicos, das empresas públicas, na defesa da Democracia, na defesa de nossa soberania&#8221;, continuou a dirigente.</p>
<p>Juvandia observou ainda a importância de não esquecer da história recente, diante da luta que a classe trabalhadora precisa travar no agora. &#8220;Vivemos um golpe que resultou no impeachment da presidenta Dilma, vivemos um governo fascista, resultado desse golpe. E, a partir disso, sofremos reformas trabalhistas, ataques aos direitos da classe trabalhadora, com a terceirização irrestrita, pjotização, que resultaram no enfraquecimento da previdência pública, além da própria reforma que a previdência sofreu. Perdemos ainda patrimônio público, com vendas de BR Distribuidora, Eletrobras, Sabesp (com prejuízo de R$ 4 bilhões)&#8221;, resumiu a dirigente.</p>
<p>Juvandia observou que o tema escolhido para os congressos e a conferência, relacionado ao futuro, não foi por acaso. &#8220;Estamos em um momento decisivo, não à toa escolhemos falar de futuro, porque o futuro é o que estamos fazendo agora&#8221;.</p>
<p>Assim, Juvandia prosseguiu ressaltando o papel da categoria para a reeleição de Lula em 2026, como um fator necessário para hoje e para o futuro. &#8220;O que seria do Brasil, agora, com os ataques de Trump, se não tivéssemos Lula como presidente?&#8221;, refletiu.</p>
<p>A presidenta a Contraf-CUT também reforçou a importância de a categoria continuar fortalecendo as pautas pela reforma tributária, para que os super ricos, com renda superior a R$ 50 mil por mês, paguem mais impostos, tirando a sobrecarga da população. &#8220;Por isso, vamos seguir ampliando a divulgação do Plebiscito Popular. Se depender de boa parte do congresso, eles não vão impedir a cobrança do andar de cima. Não trabalham, como deveriam, para a população que os elegeu, mas para o mercado, o mesmo que diz que o governo é gastão, porque investe em políticas sociais. Mas isso não é ser um Estado gastão. O que o mercado não fala é que o Brasil já abriu mão de R$ 800 bilhões de reais [com juros do título da dívida pública, por causa da elevada Selic], dinheiro que daria para fazer vários bolsas famílias, resolver a saúde pública e a educação, acabar com a miséria no Brasil&#8221;, pontuou Juvandia.</p>
<p>A presidenta do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários, Neiva Ribeiro, deu as boas-vindas aos participantes e ressaltou a importância da luta pela soberania neste momento que o país atravessa. “É muito significativo estar aqui ao lado de pessoas dispostas a lutar em defesa da nossa soberania e pela manutenção da democracia. Vivemos um período muito difícil, sob ataque de uma nação imperialista. A defesa da soberania nacional estará no centro dos debates da categoria bancária nos congressos dos bancos públicos e na Conferência Nacional. Lutamos por um Brasil mais justo e por um sistema financeiro mais inclusivo. Que tenhamos uma excelente conferência!”</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Defender bancos e empresas públicas é defender o Brasil</h2>
<p style="text-align: justify;">“Há 40 anos, realizávamos o 1º Conecef, quando os trabalhadores da Caixa deliberaram por uma paralisação de 24 horas. A greve, que aconteceu 10 dias depois, paralisou unidades da Caixa de todo o país. Foi por causa dessa greve que conquistamos a jornada das seis horas, o direito à sindicalização e o reconhecimento como bancários”, relembrou o presidente da Federação Nacional das Associações de Pessoal da Caixa Econômica Federal, Sérgio Takemoto. “Foi nessa época que entendemos que o único caminho para conquistar nossos direitos era a unidade da categoria. E a história demonstrou que estávamos corretos. Graças à unidade que conseguimos manter a Caixa pública e vamos precisar dessa união hoje também para defender a Caixa, nossos direitos, nossa previdência e nosso plano de saúde. A categoria bancária, não somente os empregados da Caixa, espera que a gente saia daqui fortes para, em 2026, defender a democracia e um país mais justo e solidário. Teremos grandes desafios na votação do próximo ano. Sem Lula, não teremos democracia, nem um país livre e soberano. Temos de estar unidos para defender nosso país e nossos direitos”, reforçou.</p>
<p>Cibele Vieira, secretária de Administração e Finanças da Federação Única dos Petroleiros (FUP), elencou os desafios e os temas que bancários e petroleiros têm em comum: “Primeiro, no combate à hegemonia norte-americana na nova ordem mundial, seja com a defesa da não comercialização do petróleo somente em dólares, seja a necessidade de um outro sistema de transferências que não o Swift, para garantir a soberania nacional de todos os países”. Para ela, no cenário nacional, está em disputar o projeto de País que queremos. “Por isso, bancários e petroleiros se somam no combate à privatização e pelo fortalecimento do Estado. Nossas categorias se conversam e o pano de fundo é a disputa do fruto do nosso trabalho. O aumento da produtividade tem que servir para a qualidade de vida das pessoas e não para gerar riqueza para poucos”, pontuou. “Por fim, outro ponto que nos une é a defesa dos nossos direitos, sobretudo da previdência e dos planos de saúde. É preciso lembrar: defender as estatais é defender o Brasil!”, concluiu Cibele.</p>
<p>Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), enfatizou a importância da defesa dos bancos públicos e da resistência aos ataques sofridos pelo BB. “Quando atacam o Banco do Brasil, não estão atacando apenas a gestão, mas o governo e a população, pois o BB é uma ferramenta de fomento social. Também é preciso lembrar do ataque à Previ. A direita questiona a capacidade dos trabalhadores de ocupar esses espaços, mas nós somos totalmente capacitados para cuidar do nosso dinheiro. Fico muito feliz em chegar aqui e ver que a unidade resiste. Podem continuar nos atacando, mas estaremos sempre juntos, resistindo, por nós e por toda a classe trabalhadora. Eu tenho certeza de que sairemos muito melhor do que chegamos hoje.”</p>
<p>O coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco, observou que a Caixa é um instrumento essencial para a redução da desigualdade e a promoção das políticas públicas. “Os empregados têm orgulho de trabalhar na Caixa, para atender bem quem mais precisa”, disse. Ele assinalou também que existem lutas a serem travadas no banco: “Uma delas é impedir os aumentos das mensalidades do Saúde Caixa e de melhoria da rede de atendimento do plano de saúde. E a gente precisa e conta com a ajuda de todos vocês nesta luta.” Pacheco ainda mencionou a digitalização da Caixa, que tem provocado fechamento de agências e reestruturação de funções: “E a gente está trabalhando para reduzir os impactos sobre os trabalhadores e neste ponto também precisamos de todos aqui presentes, mesmo de quem é de outros bancos, pois a Caixa é o banco do povo brasileiro e é muito importante para construirmos o Brasil que queremos”, concluiu.</p>
<p>Durante sua participação, Robson Araújo, coordenador da Comissão Nacional dos Funcionários do Banco do Nordeste (BNB), recordou os debates realizados no último Congresso do BNB, nos dias 15 e 16 de agosto. Ele comentou que o encontro não se limitou a questões corporativas, mostrando que também abordou o cenário político nacional. “Além de discutir temas fundamentais para os funcionários do banco, refletimos sobre o momento político que vivemos, marcado por pressões externas e ataques à nossa soberania. Reforçamos a necessidade de enfrentar as intervenções norte-americanas que mantêm nosso país subdesenvolvido, e debatemos a importância das eleições de 2026 para garantir a reeleição do presidente Lula, além do valor do plebiscito popular como instrumento de mobilização essencial para melhorar a correlação de forças no Congresso Nacional.”</p>
<p>Cristiano Moreno Valente dos Santos, coordenador da Comissão de Negociação dos Empregados do Banco da Amazônia (BASA), destacou a relevância do banco público na defesa da pauta ambiental. “Nós vivemos sob ataques, assim como todos os demais bancos públicos federais, que ameaçam nossos planos de saúde, nossas caixas de previdência, o quadro de empregados, com as diversas reestruturações. O poder de compra dos empregados está cada vez mais achatado. Mas, mesmo diante disso, os empregados seguem abnegados e defendendo os pequenos produtores, o sistema agroflorestal e a transição justa”, observou. Em seguida, convidou todos os presentes, “em nome do povo de Belém, do Pará e da população amazônica”, a participarem da COP30 (30ª Conferência das Partes da ONU sobre Mudanças Climáticas), “onde debateremos uma pauta tão preciosa e da qual depende as nossas futuras gerações, que é o meio ambiente”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h2 style="text-align: justify;">Todos juntos da defesa do Brasil soberano</h2>
<p style="text-align: justify;">“Muito já falaram sobre os desafios e as lutas que temos nos próximos dias, por conta do cenário internacional e da crise do capitalismo. A ganância do capitalismo parte sempre para cima dos mais fracos, seja em relação ao capital humano, com as guerras, seja na interferência do imperialismo norte-americano, com ataques à nossa soberania, seja com ataques às instituições que deveriam atuar pelo interesse coletivo, no caso os bancos públicos. Essas importantes instituições financeiras, em momentos como esses, são atacadas de diversas formas. Durante estes dias de Congresso, temos a missão de debater qual o papel atual dos bancos públicos, como vamos defender os bancários dessas instituições públicas e como será a defesa de toda a classe trabalhadora no cenário atual”, alertou Rodrigo Lopes Britto, presidente da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Centro Norte (Fetec Centro-Norte) e representante da corrente política Articulação Bancária.</p>
<p>O diretor de Imprensa e Comunicação da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe e representante da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Emanoel Souza de Jesus, apontou os desafios impostos à classe trabalhadora na conjuntura atual. “Vivemos um momento de mudanças tecnológicas profundas, em que as big techs se tornaram instrumentos de dominação ideológica. E nós precisamos fazer esse enfrentamento.” Ele elencou ainda outros temas centrais para a categoria, como a reestruturação do Sistema Financeiro Nacional (SFN), a necessidade de uma reforma tributária progressiva, o fim da escala 6&#215;1 e o debate sobre a escala 4&#215;3, além da saúde dos bancários. Ao tratar da conjuntura internacional, alertou: “Estamos diante de uma grande crise do capitalismo e, se não houver intervenção, o que virá depois será a barbárie, como o genocídio que acontece em Gaza.” Por fim, defendeu a unidade internacional da classe trabalhadora: “Para enfrentar todas essas questões, a luta não poderá ser apenas nacional. É preciso que os proletários de todo o mundo se unam. Sabemos das dificuldades, mas temos convicção de que os trabalhadores têm capacidade de superá-las.”</p>
<p>Tatiana Oliveira, presidenta do Sindicato dos Bancários do Pará e representante da corrente política CSD, pontuou na abertura do Congresso dos Bancos Públicos que este é um momento de muitos desafios, especialmente relacionados à saúde dos trabalhadores, às condições de trabalho e ao papel social das instituições financeiras, que muitas vezes deixam de cumprir sua função principal. “Precisamos colocar essas questões como fundamentais, mas sem cair em um debate restrito a pautas corporativas. É necessário dialogar com a categoria e com a sociedade, porque, como classe trabalhadora, somos obrigados a enfrentar inimigos poderosos, como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Por isso, eleger Lula é uma tarefa essencial para a classe trabalhadora. Esses espaços de debate são fundamentais, e não podemos aceitar a narrativa de que o movimento sindical não deve discutir política. Pode e deve discutir, sim.”</p>
<p>A secretária de Imprensa e Comunicação do Sindicato dos Bancários do Espírito Santo, representante da Intersindical e bancária da Caixa Econômica Federal, Rita Lima, garantiu que a categoria bancária é exemplar nos debates que trazem avanços para a classe trabalhadora. “Estamos em um momento de grande crise política, marcada pelo avanço da disputa imperialista dos Estados Unidos, que atua numa ofensiva inclusive contra o Brasil, usando a economia como arma para retomar sua dominação”, observou. Ela também enfatizou as pautas em curso: “Estamos com o Plebiscito Popular nas ruas para exigir o fim da escola 6&#215;1 e a taxação dos super-ricos. Avançamos ao sair do mapa da fome e ao reduzir o desemprego, mas precisamos de emprego decente e de muitas outras conquistas. Seguimos na luta contra o genocídio na Faixa de Gaza, contra o bloqueio a Cuba e pela integração da nossa Pátria Grande latino-americana. É urgente derrubar as taxas de juros e fortalecer os bancos públicos para o desenvolvimento do país. Defender os bancos públicos é defender nossa soberania. E soberania não se vende.”</p>
<p>Maria Aparecida da Silva, secretária-geral do Sindicato dos Bancários de Campinas e Região e representante da corrente política Unidade, reforçou a importância da defesa dos bancos públicos e da igualdade de direitos para todos os trabalhadores do setor. “Reafirmamos nossa histórica bandeira de luta em defesa dos bancos públicos e seguimos firmes na luta pelos direitos de todos os bancários oriundos de instituições incorporadas pelo Banco do Brasil, principalmente do BESC, que mesmo após 16 anos de integração ainda não possuem os mesmos direitos dos funcionários do BB.”</p>
<p>Danilo Funke Leme, diretor para os Bancos Federais da Fetraf-RJ/ES e representante da corrente política Fórum, afirmou que o atual momento político é decisivo, inclusive para o Banco do Brasil. “Fui contemporâneo de Direito na mesma faculdade do foragido que está agora nos Estados Unidos [Eduardo Bolsonaro], que chegou a dizer que o Banco do Brasil pode falir a depender das forças dele. Só no BB somos 87 mil trabalhadoras e trabalhadores, além de tantos outros nos demais bancos públicos. Precisamos ser agentes politizadores, disputar a consciência dos colegas e fortalecer a luta de classe. É fundamental que este congresso resulte em propostas efetivas para cobrar dos bancos públicos a valorização e a garantia de saúde dos trabalhadores. Que daqui saiam soluções concretas para manter empregos e fazer política para que o Brasil siga no caminho certo.”</p>
<p>Fonte: Contraf.</p>
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		<title>SEEB/VCR participa da 23ª Conferência dos Bancários</title>
		<link>https://bancarios.com.br/seeb-vcr-participa-da-23a-conferencia-dos-bancarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 15:36:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conferência Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[DestaquesApp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No encontro foi aprovado o direcionamento das lutas da categoria Neste final de semana aconteceu a 23ª Conferência Nacional dos Bancários com a participação de 1.175 delegados e 131 convidados inscritos. O espaço teve como objetivo discutir o momento econômico e político que está sendo atravessado no país e organizar o plano de lutas da &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>No encontro foi aprovado o direcionamento das lutas da categoria</em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-49050 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/09/cceec169-d978-44a0-8a5e-8960cddb22e8-1024x538.jpg" alt="" width="618" height="325" /></p>
<p>Neste final de semana aconteceu a 23ª Conferência Nacional dos Bancários com a participação de 1.175 delegados e 131 convidados inscritos. O espaço teve como objetivo discutir o momento econômico e político que está sendo atravessado no país e organizar o plano de lutas da categoria bancária para o ano de 2022.</p>
<p>Historicamente a Conferência cumpre um papel essencial no fortalecimento da unidade entre bancárias e bancários em todo o país. A partir desse instrumento que tem sido possível apontar horizontes assertivos de defesa dos direitos e por melhores condições de trabalho.</p>
<p>Representando a base do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, Leonardo Viana, Giovania Souto, Paulo Barrocas, Carlos Alberto Gonçalves e Sarah Sodré estiveram presentes no encontro e contribuíram com os debates.</p>
<p>“Estamos vivenciando um momento de muitos ataques aos direitos da classe trabalhadora e da categoria, a exemplo dos recentes ataques que tinham como proposta retroceder na conquista da jornada de 6h. Para piorar, temos também colocado uma crise sanitária gerada pela pandemia da Covid-19, e em nosso país se arrastando da pior forma possível com um governo que ataca a ciência das mais diversas formas. Esse combo tem gerado uma realidade de trabalho ainda pior para categoria, como diretora de saúde do Sindicato é possível perceber o quanto as(os) nossas(os) colegas estão adoecendo para cumprir metas e atender uma demanda ainda maior”, aponta Giovania Souto, diretora do SEEB/VCR.</p>
<p>Durante a 23ª Conferência Nacional foram divulgadas duas pesquisas valiosas para entender a realidade bancária hoje. A primeira sobre teletrabalho e a segunda sobre as sequelas da Covid, promovida em parceria com a Universidade de Campinas (Unicamp).</p>
<p>Sobre o teletrabalho, a pesquisa avaliou as condições de trabalho após mais de um ano de duração dessa modalidade. No levantamento foi possível constatar que os bancos ainda não cumprem totalmente o negociado para o serviço remoto, mas o teletrabalho foi fundamental para reduzir os riscos de contágio da Covid-19 nas agências. Foram coletadas respostas de 12.979 bancárias e bancários de todo o país. Na primeira pesquisa, realizada no ano passado, foram ouvidos 10.939 bancários e bancárias.</p>
<p>Sobre as sequelas da Covid-19 na categoria bancária, a pesquisa mapeou a saúde das(os) trabalhadoras(es) com a finalidade de subsidiar as negociações entre o Comando Nacional e os bancos. O primeiro dado que chama atenção foi o quantitativo de bancárias e bancários que precisaram ser hospitalizados ao contrair o coronavírus, 20% das(os) entrevistadas. A pesquisa ainda está em desenvolvimento, mas Mauro Salles, secretário de Saúde do Trabalhador da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), indica que é muito preocupante algumas informações sobre o descaso dos bancos, das respostas levantadas até agora, 31,2% das(os) bancárias(os) que responderam afirmam que o banco não lhe proveu assistência durante a infecção e 41,8% afirmaram que os bancos não disponibilizaram testes para Covid.</p>
<p>As delegadas e delegados presentes na conferência avaliaram e aprovaram o plano de lutas elaborado com 110 resoluções a partir dos debates. Entre os pontos destacados está a manutenção das negociações sobre teletrabalho com todos os bancos, o fortalecimento das negociações na mesa de saúde e a luta pela regulamentação do sistema financeiro.</p>
<p>Foi destacada também a adesão da categoria no grito dos excluídos, neste sete de setembro, com as bandeiras de luta em defesa dos bancos públicos, das empresas públicas e do serviço público, pela tributação dos super-ricos, por uma reforma tributária progressiva e com distribuição de renda e pelo Fora Bolsonaro.</p>
<p>“Mais uma vez concluímos esta etapa de organização da luta de nossa categoria com as energias renovadas. Construir um plano tático de ação e atividades depende de entender o cenário atual e a conferência cumpriu esse papel, onde discutimos não apenas as questões específicas da nossa categoria, mas também sobre as perspectivas para o Brasil. Muitos dos ataques que temos enfrentado vem justamente das escolhas políticas do presidente Jair Bolsonaro, que não tem escrúpulos para retirar os direitos dos trabalhadores em nome dos lucros. Hoje temos claro, que a luta das bancárias e bancários passa também pelo futuro que queremos para nosso país. Quando apontamos a importância de defender os bancos públicos e defender os direitos conquistados estamos falando de um projeto de país. Assim, com as resoluções aprovadas no encontro, saímos como uma categoria ainda mais forte e com o direcionamento de lutarmos também por um país mais justo”, avalia Leonardo Viana, presidente do SEEB/VCR.</p>
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		<title>Conferência Nacional encerra e categoria fica mobilizada</title>
		<link>https://bancarios.com.br/conferencia-nacional-encerra-e-categoria-fica-mobilizada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 12:33:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conferência Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Defesa da democracia é essencial para que categoria posa manter seus direitos e conquistas Terminou na tarde deste sábado (4) a 23ª Conferência Nacional dos Bancários e Bancárias que aprovou um plano de lutas para a categoria. Os debates e as resoluções tomadas no evento retratam a necessidade de união da categoria diante de um &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Defesa da democracia é essencial para que categoria posa manter seus direitos e conquistas</em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-49038 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/09/whatsapp-image-2021-09-04-at-171243.jpeg" alt="" width="618" height="372" /></p>
<p>Terminou na tarde deste sábado (4) a 23ª Conferência Nacional dos Bancários e Bancárias que aprovou um plano de lutas para a categoria. Os debates e as resoluções tomadas no evento retratam a necessidade de união da categoria diante de um cenário de crise econômica, política e sanitária que atinge o país. A Conferência combinou um posicionamento de defesa da democracia com as conquistas e direitos da categoria.</p>
<p>“Conseguimos reunir cerca de 1.200 pessoas em uma discussão necessária para a categoria bancária e para todo o país. Ficou claro nos debates que sem democracia não há PLR, vale refeição e alimentação ou convenção coletiva. A Conferência mostrou a necessidade do Fora Bolsonaro, porque o Brasil só vai retomar o rumo do desenvolvimento quando colocarmos no governo outra forma de governar, priorizando a distribuição de renda, da geração de empregos e do combate à miséria”, afirmou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, que também é coordenadora do Comando Nacional da categoria.</p>
<h3>Debates</h3>
<p>Cerca de 1.200 pessoas participaram da conferência, que contou com mesas que abordaram temas como “O Brasil que queremos”, “Retrato da categoria bancária”, “Qual sistema financeiro o Brasil precisa” e “Brasil sem desigualdades”.</p>
<p>O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez uma saudação na abertura da conferência. Lula lembrou que sua relação com a categoria bancária é forte desde 1978. O ex-presidente disse para que a categoria não perdesse a fé na reconquista da dignidade do povo brasileiro. E na conquista da democracia.</p>
<h3>Plano de lutas</h3>
<p>Na Conferência, delegadas e delegados avaliaram o plano de lutas, com 110 propostas de resolução aprovadas em bloco. Os destaques foram para as resoluções para manter negociações sobre teletrabalho com todos os bancos, buscando garantir e ampliar direitos; fortalecer as negociações na mesa de saúde; pela regulamentação do sistema financeiro, pela adesão no grito dos excluídos/7 de setembro, pela defesa dos bancos públicos, das empresas públicas e do serviço público, pela tributação dos super-ricos, por uma reforma tributária progressiva e que distribua renda e pelo Fora Bolsonaro.</p>
<p>Também foram aprovadas moções em bloco, com destaque para a moção de apoio a Rita Serrano, representantes dos empregados no conselho de administração da Caixa.</p>
<p>Fonte: Contra/Cut</p>
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		<title>Bancários realizam sua 23ª Conferência Nacional nesta sexta (3) e sábado (4)</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bancarios-realizam-sua-23a-conferencia-nacional-nesta-sexta-3-e-sabado-4/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 13:45:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conferência Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[DestaquesApp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo segundo ano consecutivo, delegados participarão dos debates e aprovarão o plano de lutas e a estratégia de organização e atuação da categoria por videoconferência; o ex-presidente Lula abrirá as mesas de debates, na sexta-feira Sob o tema “Vida é luta”, bancários e bancárias dos mais diversos bancos do país, públicos e privados, se reunirão, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pelo segundo ano consecutivo, delegados participarão dos debates e aprovarão o plano de lutas e a estratégia de organização e atuação da categoria por videoconferência; o ex-presidente Lula abrirá as mesas de debates, na sexta-feira</em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-48966 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/09/tag-texto-conferencia.jpeg" alt="" width="618" height="372" /></p>
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<p>Sob o tema “Vida é luta”, bancários e bancárias dos mais diversos bancos do país, públicos e privados, se reunirão, por videoconferência, a partir das 16h55 desta sexta-feira (3), em sua 23ª Conferência Nacional. A abertura solene, com transmissão ao vivo pelo Facebook e Youtube da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) será a partir das 17h30 e a primeira mesa de debates, a partir das 19h, contará com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As atividades continuam durante todo o sábado, a partir das 9h05.</p>
<p>A partir das propostas apresentadas pelas bases sindicais de todo o país, que foram debatidas pelas conferências estaduais e regionais, e nos congressos e encontros de bancários de bancos públicos e privados, a 23ª Conferência Nacional dos Bancários definirá o plano de lutas da categoria até 2022.</p>
<p>“Nossa categoria, assim como toda a classe trabalhadora, está sob intenso ataque de um governo que não tem qualquer compromisso com o povo trabalhador. Nossa jornada de trabalho, adicional de horas-extras e comissionamento são alguns dos nossos direitos sob ataque. Mas, a situação é ainda mais drástica e leva, ano após ano, milhares de bancários ao desemprego. Neste momento de pandemia e com todos os preços nas alturas, isso é ainda mais grave, chega a ser cruel”, afirmou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, que coordena o Comando Nacional dos Bancários, responsável pela conferência. “A categoria está atenta a tudo isso que está acontecendo no país e mobilizada para lutar por seus direitos e pela democracia. E é neste contexto que realizamos esta nossa 23ª Conferência Nacional. Cientes dos desafios e das dificuldades, mas com as mangas arregaçadas para nos defendermos dos ataques e conquistarmos novas vitórias”, completou.</p>
<h3><strong>Mesas de debates</strong></h3>
<p>Pra começar os debates em alta, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva abre as reflexões sobre “O Brasil que queremos”, a partir das 19h de sexta-feira. Já no sábado, a partir das 9h05, os economistas Gustavo Cavarzan e Vivian Machado, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e o secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT, Mauro Salles, apresentarão o “Retrato da categoria bancária”. Na sequência, os economistas Fernanda de Freitas Feil, especialista em sistema financeiro, desenvolvimento econômico, finanças verdes e análise<br />
macroeconômica, e Ladislau Dowbor, professor da PUC-SP, trarão as reflexões sobre “Qual sistema financeiro o Brasil precisa”. As mesas quatro e cinco tratarão do tema “Brasil sem desigualdades”, com dois olhares distintos. Na mesa quatro, a ex-ministra de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campelo, e a auditora fiscal, Maria Regina Paiva Duarte, presidenta do Instituto Justiça Fiscal, trarão uma ótica mais técnica. Na mesa cinco, a deputada federal, Gleisi Hoffmann, presidenta nacional do Partido dos Trabalhadores, e o professor e coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Guilherme Boulos, farão a análise político-social do tema.</p>
<p>“Convidamos grandes palestrantes para nos ajudar a refletir sobre as propostas que nos foram trazidas por bancários de todo o país a partir da atual conjuntura e, com embasamento teórico, econômico e prático, construirmos um plano de ações que nos ajude a combater e superar a realidade que estamos enfrentando. Com certeza, será uma excelente conferência!”, concluiu a presidenta da Contraf-CUT.</p>
<h3><strong>Veja abaixo a programação completa</strong></h3>
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-48982 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/09/5636b049-fc8c-42f4-a833-4426d4b2dd5f-498x1024.jpg" alt="" width="498" height="1024" /></figure>
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<p><i class="fa fa-tags" aria-hidden="true"></i><span class="elementor-icon-list-text elementor-post-info__item elementor-post-info__item--type-terms"><span class="elementor-post-info__terms-list">Fonte: Contraf/Cut</span></span></p>
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		<title>Encontro Nacional dos Trabalhadores do Bradesco formaliza pauta de reivindicações específica</title>
		<link>https://bancarios.com.br/encontro-nacional-dos-trabalhadores-do-bradesco-formaliza-pauta-de-reivindicacoes-especifica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2021 13:25:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conferência dos Bancários]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Emprego, saúde e segurança são os principais pontos da minuta Emprego, saúde e segurança são os principais pontos da minuta específica de reivindicações do Encontro Nacional dos Trabalhadores do Bradesco, realizado nesta quinta-feira (3), digitalmente. O documento será encaminhado à direção do banco. “Nós queremos retomar a mesa específica de negociações para negociar o fim &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Emprego, saúde e segurança são os principais pontos da minuta</em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-48447 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/08/whatsapp-image-2021-08-03-at-183428.jpeg" alt="" width="618" height="372" /></p>
<p>Emprego, saúde e segurança são os principais pontos da minuta específica de reivindicações do Encontro Nacional dos Trabalhadores do Bradesco, realizado nesta quinta-feira (3), digitalmente. O documento será encaminhado à direção do banco. “Nós queremos retomar a mesa específica de negociações para negociar o fim das demissões, principalmente durante a pandemia, e o retorno dos vigilantes nas unidades de negócios, que tem caixa eletrônico, onde funcionários já começam a sofrer ataques”, afirmou Magaly Fagundes, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco.</p>
<p>Os trabalhos do dia começaram pela manhã com uma análise de conjuntura feita pela presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, que é uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários. “Nós temos que discutir o Brasil que a gente quer, para pensar numa solução para este mundo que está tão doente. É importante falar do geral, para depois falarmos do específico. Olhando o geral para saber como vamos atuar por banco”, salientou.</p>
<p>Na sequência, o reflexo da pandemia na saúde do trabalhador entrou em debate. “O tema de saúde sempre foi muito importante para o movimento sindical bancário. Com a pandemia, ganhou ainda mais importância”, afirmou o palestrante Mauro Salles, secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT.</p>
<p>Para encerrar os trabalhos na parte da manhã, o coordenador do Coletivo de Segurança Bancária da Confederação, Elias, Jordão, foi o convidado especial da mesa sobre unidades de negócio e segurança bancária. Para ele, “o ano de 2022 será fundamental para a segurança do bancário dentro das agências”.</p>
<p>No retorno do almoço, Gustavo Cavarzan, técnico da subseção do Dieese da Contraf-CUT, mostrou que o fechamento dos postos de trabalho e o de agências são dois dos principais pontos do lucro do Bradesco nos últimos meses. “O Bradesco está trocando agências por unidade de negócios, com menos bancários, menor estrutura de segurança o que aumenta seus lucros. A redução no emprego também chama atenção, principalmente, por ser em sua grande maioria de trabalhadores de agências”, explicou.</p>
<p>O teletrabalho também entrou na pauta. Os delegados e as delegadas do encontro nacional debateram a necessidade de negociar com o banco sobre o acordo de teletrabalho, assinado em 2020. “Precisamos rever pontos desde o acordo feito durante a pandemia e ajustar a necessidade do trabalhador que está há mais de um ano em home office”, explicou Magaly.</p>
<p>Fonte: Contraf/Cut</p>
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		<title>Em Congresso, bancários definem proposta de minuta para a Campanha Nacional 2020</title>
		<link>https://bancarios.com.br/em-congresso-bancario-definem-proposta-de-minuta-para-a-campanha-nacional-2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2020 15:21:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conferência Nacional]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Screen-Shot-2020-07-19-at-12.20.27.png"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-41886 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Screen-Shot-2020-07-19-at-12.20.27-1024x467.png" alt="" width="618" height="282" /></a></p>
<p>Bancárias e bancários de todo o país participaram da 22ª Conferência Nacional da categoria, que teve início na última sexta-feira (17) e encerrou neste sábado (18). Foi aprovada a minuta de reivindicação unificada para a Campanha Nacional. A Convenção Coletiva que está em vigor até agosto, foi aprovada no ano de 2018 e teve validade por dois anos.</p>
<p>Após dois dias de debates sobre o atual momento político do país, a categoria discutiu as propostas para minuta e aprovaram a reivindicação de reajuste da inflação, mais 5% de aumento real nos salários e todas as cláusulas econômicas. Além disso, também foi indicada a regulamentação do trabalho home office, tendo como proposta, a proibição da retirada de diretos, e entre outras coisas, que o empregador seja o responsável pelos custos do teletrabalho, assim como o fornecimento dos equipamentos de trabalho e ergonômicos.</p>
<p>A Campanha Nacional 2020 terá como prioridade a manutenção dos empregos e dos direitos, bem como a defesa dos bancos públicos. A Conferência também aprovou a atualização da cláusula sobre o estabelecimento e a cobrança de metas pelos bancos e a manutenção das demais cláusulas hoje presentes na CCT.</p>
<p>Representando a base do Sindicato dos Bancários, Leonardo Viana e Paulo Barrocas, estiveram presentes no debate e na votação da minuta. A assembleia virtual do SEEB/VCR para decidir sobre a minuta, a autorização para a diretoria do sindicato negociar as convenções e contribuição negocial será iniciada na segunda-feira (20), às 18h, e segue até a terça-feira (21), às 22h. Todas e todos trabalhadores da base poderão votar.</p>
<p>A campanha deste ano enfrenta um cenário nacional obscuro, onde nem mesmo uma pandemia sanitária tem sido um impedimento para o governo de Jair Bolsonaro colocar em prática seu projeto de destruição do patrimônio nacional e os direitos da classe trabalhadora.</p>
<p>Os delegados também aprovaram cinco moções de repúdio. Uma em solidariedade às famílias das vítimas da Covid-19; uma contra o racismo estrutural e pelo fim da violência policial; uma de repúdio ao Banco Santander; e uma de apoio ao meio ambiente, aos povos indígenas e aos quilombolas.</p>
<p>“Apesar das adversidades da pandemia, a conferência no formato virtual não prejudicou a pluralidade do debate e a defesa das mais diversas ideias. Agora, com a nossa proposta de reivindicações aprovada, é hora de unificarmos os esforços para construir uma mobilização com toda a categoria em defesa da manutenção dos nossos direitos, conquistados ao longo de muitos anos de luta de bancários e bancárias e por uma remuneração mais justa e seja condizente com o resultado que produzimos com o nosso trabalho dia após dia. É o momento de irmos à luta”, avalia Leonardo Viana, presidente do SEEB/VCR.</p>
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