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	<title>Arquivos Contraf - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Jul 2026 16:57:55 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Inscrições abertas para turma de julho do curso “Paternidade e Maternidade com Relações Compartilhadas”</title>
		<link>https://bancarios.com.br/inscricoes-abertas-para-turma-de-julho-do-curso-paternidade-e-maternidade-com-relacoes-compartilhadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 16:57:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contraf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Formação online e ao vivo é pré-requisito para licença-paternidade ampliada de 20 dias em empresas que adotam o benefício e promove reflexão sobre cuidados, educação e relações familiares Estão abertas as inscrições para a nova turma do curso “Paternidade e Maternidade com Relações Compartilhadas”, voltado a futuros pais, mães e famílias que desejam se preparar &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>Formação online e ao vivo é pré-requisito para licença-paternidade ampliada de 20 dias em empresas que adotam o benefício e promove reflexão sobre cuidados, educação e relações familiares</h3>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-72621 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-05-14-at-14.49.42.jpeg" alt="" width="1072" height="598" /></div>
<div>
<p>Estão abertas as inscrições para a nova turma do curso “Paternidade e Maternidade com Relações Compartilhadas”, voltado a futuros pais, mães e famílias que desejam se preparar para a chegada do bebê e refletir sobre os desafios da parentalidade no mundo contemporâneo.</p>
<p>As aulas serão online e ao vivo, permitindo interação direta entre alunos e professores, além da troca de experiências entre os próprios participantes. O curso será realizado entre os <strong>dias 27 e 30 de julho, sempre das 19h30 às 21h30</strong>.</p>
<p>Além dos futuros papais — para os quais a realização do curso, em qualquer momento da gestação, é pré-requisito para a licença-paternidade ampliada de 20 dias, conquista do movimento sindical —, bancárias e financiárias gestantes também podem participar acompanhadas de seus companheiros, mesmo que eles não sejam bancários.</p>
<p>É importante destacar que a licença-paternidade ampliada depende da política adotada por cada empresa.</p>
<p><a href="https://loja.spbancarios.com.br/produto/paternidade-responsavel/?_gl=1*lv7que*_gcl_au*MTI5MDk5MTQ3MC4xNzc5ODg4NDI0*_ga*MzI4ODk4NjMxLjE3MDU5Mjk1NjM.*_ga_T1YR283R0X*czE3ODMzNDU4NDkkbzcxJGcxJHQxNzgzMzQ2MjcxJGo2MCRsMCRoMA.."><strong>Inscrições e valores</strong></a></p>
<p>O investimento para o público em geral é de R$ 280. Bancários e financiários sindicalizados têm valor reduzido e pagam R$ 180.</p>
<h2>Sobre o curso</h2>
<p>O grande diferencial da formação é a metodologia participativa, baseada no diálogo e na reflexão coletiva. Durante as aulas, pais e mães são convidados a compartilhar experiências e discutir questões práticas e emocionais relacionadas à parentalidade.</p>
<p>A proposta é estimular uma visão mais compartilhada das responsabilidades familiares, abordando temas como:</p>
<p>o momento emocional vivido pelos pais;<br />
os desafios da chegada de um novo integrante na família;<br />
depressão pós-parto;<br />
respeito às condições biológicas e psicológicas da mulher;<br />
educação para a igualdade;</p>
<p>construção de vínculos familiares mais saudáveis.</p>
<p>Além da reflexão teórica, o curso também apresenta orientações práticas para o cuidado com o bebê, contribuindo para desmistificar o cotidiano com o recém-nascido.</p>
<p>Programa do curso</p>
<p>Aula 1 – Paternidade e os desafios para a família</p>
<p>Acolhida e apresentação geral do curso;<br />
Aspectos psicológicos do momento da paternidade;<br />
Desafios familiares com a chegada do bebê;<br />
Depressão pós-parto e seus efeitos;<br />
Respeito à condição biológica e psicológica da mulher;<br />
Educação sem violência;<br />
Uso de telas na infância.</p>
<p>Aula 2 – O ato de educar: pais e mães comprometidos</p>
<p>Conceitos de educação;<br />
Papel do pai na educação da criança;<br />
Interação entre pai e mãe no processo educativo;<br />
Limites e combinados com crianças;<br />
Qualidade do tempo e seus impactos na formação infantil.</p>
<p>Aula 3 – Cuidados práticos com o recém-nascido</p>
<p>Pré-parto e dia do parto;<br />
Banho e troca de fraldas;<br />
Amamentação e cuidados pós-mamada;<br />
Manobras de desengasgo;<br />
Como carregar e colocar o bebê para dormir;<br />
Orientações gerais para o cotidiano com o recém-nascido.</p>
<p>Aula 4 – Relações contemporâneas e o papel dos pais</p>
<p>Reflexão sobre o papel do homem e da mulher na sociedade atual;<br />
A paternidade como oportunidade de fortalecer o desenvolvimento da criança;<br />
Construção de relações familiares mais equitativas.</p>
<p>Os interessados devem garantir a inscrição o quanto antes, já que as vagas são limitadas.</p>
<p><em><strong>Fonte: Contraf</strong></em></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Contraf-CUT garante abono das horas durante jogos do Brasil na Copa do Mundo</title>
		<link>https://bancarios.com.br/contraf-cut-garante-abono-das-horas-durante-jogos-do-brasil-na-copa-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 13:50:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contraf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atendendo reivindicação apresentada pela entidade ao setor bancário, Bradesco confirma que funcionários liberados para acompanhar as partidas da Seleção Brasileira não precisarão compensar as horas não trabalhadas Após solicitação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) à Federação Brasileira de Bancos (Febraban), as instituições financeiras foram orientadas a flexibilizar a jornada durante os &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>Atendendo reivindicação apresentada pela entidade ao setor bancário, Bradesco confirma que funcionários liberados para acompanhar as partidas da Seleção Brasileira não precisarão compensar as horas não trabalhadas</h3>
</div>
<div class="news-details__image">
<div class="news-details__intro-text">
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-72461 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Bradesco-horas-abonadas-Copa.jpg" alt="" width="1072" height="598" /></p>
</div>
<div class="news-details__main-content">
<div class="news-details__main-text visible">
<p>Após solicitação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) à Federação Brasileira de Bancos (Febraban), as instituições financeiras foram orientadas a flexibilizar a jornada durante os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026. No Bradesco, além da liberação dos funcionários, as horas não trabalhadas serão abonadas, uma reivindicação apresentada pela representação dos trabalhadores e acolhida pelo banco.</p>
<p>A coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco, Erica de Oliveira, destacou a importância da medida para os bancários.</p>
<p>“Assim que a orientação da Febraban foi divulgada, reforçamos junto ao Bradesco a necessidade de que as horas não trabalhadas fossem abonadas. O banco acolheu nossa solicitação, garantindo que os funcionários possam acompanhar os jogos da Seleção Brasileira sem a necessidade de compensação posterior”, afirmou.</p>
<p>A dirigente ressaltou que a conquista é resultado da atuação da Contraf-CUT e da organização dos trabalhadores.</p>
<p>“A Copa do Mundo é um momento especial para milhões de brasileiros. O atendimento desse pleito demonstra a importância do diálogo permanente e da mobilização das entidades representativas na defesa dos direitos e da qualidade de vida dos bancários”, completou.</p>
<p>A COE Bradesco orienta os funcionários a procurarem seus sindicatos em caso de dúvidas sobre a aplicação da medida em suas unidades de trabalho.</p>
<p><em><strong>Fonte: CONTRAF</strong></em></p>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Exclusão LGBTQIA+ custa R$ 94 bilhões por ano ao Brasil, aponta estudo</title>
		<link>https://bancarios.com.br/exclusao-lgbtqia-custa-r-94-bilhoes-por-ano-ao-brasil-aponta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 15:31:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contraf]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTQIAPN+]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa realizada pelo Banco Mundial revela que discriminação amplia desemprego, reduz renda, enfraquece a arrecadação pública e aprofunda desigualdades raciais e de gênero A discriminação, o preconceito e as barreiras enfrentadas diariamente por pessoas LGBTQIA+ para acessar, permanecer e crescer no mercado de trabalho não produzem apenas desigualdades e exclusão social. Segundo estudo &#8220;O Custo Econômico da &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="dd-m-display dd-m-display--small dd-m-background-energized-light">
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<div class="col-xs-12 col-lg-10 col-md-10 col-lg-offset-1 col-md-offset-1">
<h3 class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">Pesquisa realizada pelo Banco Mundial revela que discriminação amplia desemprego, reduz renda, enfraquece a arrecadação pública e aprofunda desigualdades raciais e de gênero</h3>
</div>
<figure id="attachment_72418" aria-describedby="caption-attachment-72418" style="width: 700px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-72418 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/systemuploadsnews2f6688b49ef8a130ce1-700x460xfit-4aeb1.png" alt="" width="700" height="460" /><figcaption id="caption-attachment-72418" class="wp-caption-text">imagem gerada por IA</figcaption></figure>
</div>
</div>
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</div>
</div>
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<div class="dd-m-icon__group-icons">
<p>A discriminação, o preconceito e as barreiras enfrentadas diariamente por pessoas LGBTQIA+ para acessar, permanecer e crescer no mercado de trabalho não produzem apenas desigualdades e exclusão social. Segundo <a href="https://assets.cut.org.br/system/uploads/ck/P505223-f36065f9-8dc1-416a-9b78-0228228eda3a.pdf" target="_blank" rel="noopener">estudo <strong>&#8220;O Custo Econômico da Exclusão Baseada em Orientação Sexual, Identidade e Expressão de Gênero e Características Sexuais no Mercado de Trabalho Brasileiro&#8221;</strong>, realizado pelo Banco Mundial em parceria com o Instituto Matizes</a>, esse cenário também impõe ao Brasil perdas econômicas estimadas em R$ 94,4 bilhões por ano, o equivalente a 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB).</p>
<p>O levantamento dimensiona, pela primeira vez com abrangência nacional, os custos econômicos e fiscais da discriminação contra pessoas LGBTQIA+ e demonstra que o preconceito não produz apenas exclusão social. Ele também reduz a capacidade produtiva do país, afeta a arrecadação pública e limita o desenvolvimento econômico</p>
<p>Desemprego, inatividade, informalidade, o medo do preconceito que ocasiona a ocultação da orientação sexual ou identidade de gênero, além de barreira de formação e remuneração desigual são alguns fatores cruciais que não são causam o prejuízo, mas perpetuam a exclusão.</p>
<p>Os pesquisadores identificaram que as perdas são resultado de um conjunto de fatores que atingem a população LGBTQIA+ em diferentes etapas da vida profissional. O maior impacto está relacionado ao excesso de desemprego, responsável por <strong>R$ 44,8 bilhões</strong> do total estimado. Em seguida aparecem o excesso de inatividade econômica, com <strong>R$ 24,1 bilhões</strong>, a desigualdade salarial, com <strong>R$ 20,7 bilhões</strong>, e a informalidade, que representa <strong>R$ 4,8 bilhões</strong>.</p>
<p>Além das perdas para a economia, a pesquisa calcula que a exclusão gera um impacto fiscal anual de <strong>R$ 14,6 bilhões</strong>. Desse total, <strong>R$ 10,6 bilhões</strong> correspondem à perda de arrecadação tributária provocada pela menor participação dessa população no mercado formal de trabalho. Outros <strong>R$ 3,1 bilhões</strong> estão ligados a gastos com desemprego e aproximadamente <strong>R$ 900 milhões</strong> decorrem da inatividade econômica.</p>
<p><strong>Desemprego e informalidade acima da média</strong></p>
<p>Os dados mostram que a população LGBTQIA+ enfrenta obstáculos significativamente maiores para acessar e permanecer no mercado de trabalho.</p>
<p>Enquanto a taxa de desemprego da população brasileira é de <strong>7,7%</strong>, entre pessoas LGBTQIA+ o índice chega a <strong>15,2%</strong>, praticamente o dobro da média nacional.</p>
<p>A informalidade também é mais elevada. O estudo aponta que <strong>46%</strong> dos trabalhadores LGBTQIA+ atuam sem proteção formal, contra cerca de <strong>40%</strong> da população em geral.</p>
<p>Outro indicador relevante é a inatividade econômica. Entre pessoas LGBTQIA+, <strong>37,4%</strong> estão fora da força de trabalho, percentual superior aos <strong>33,4%</strong> registrados na população brasileira.</p>
<p>Para os pesquisadores, esses números revelam que a discriminação não se restringe a casos isolados de preconceito. Ela se manifesta de forma estrutural, criando barreiras de acesso ao emprego, restringindo oportunidades de ascensão profissional e comprometendo trajetórias de renda.</p>
<p><strong>O custo invisível da discriminação</strong></p>
<p>O estudo também chama atenção para aquilo que define como um “ciclo de exclusão”. Segundo os dados apresentados, ambientes de trabalho marcados por preconceito e hostilidade levam muitos trabalhadores e trabalhadoras LGBTQIA+ a ocultarem sua orientação sexual ou identidade de gênero para evitar constrangimentos, discriminação ou prejuízos profissionais.</p>
<p>Entre <strong>40% e 60%</strong> dos entrevistados afirmaram já ter ouvido ou testemunhado comentários discriminatórios no ambiente de trabalho. Já entre <strong>40% e 70%</strong> relataram ter escondido sua identidade em algum momento da vida profissional.</p>
<p>De acordo com os pesquisadores, esse processo gera impactos sobre a saúde mental, aumenta situações de estresse e ansiedade, reduz a produtividade e contribui para afastamentos ou desligamentos do trabalho, alimentando novamente os índices de desemprego e vulnerabilidade econômica.</p>
<p><strong>Quando raça, gênero e identidade se cruzam</strong></p>
<p>Um dos aspectos destacados pelo levantamento é a importância da interseccionalidade para compreender os efeitos da exclusão.</p>
<p>Os dados mostram que pessoas LGBTQIA+ não são afetadas de maneira uniforme. Os impactos são mais intensos quando a discriminação relacionada à orientação sexual ou identidade de gênero se soma ao racismo e ao sexismo.</p>
<p>Entre os grupos analisados, as <strong>mulheres pretas LBTI+</strong> registram a maior penalidade salarial residual, com rendimentos <strong>13% menores</strong>. Já entre <strong>homens brancos GBTI+</strong>, a diferença identificada foi de <strong>6%</strong>.</p>
<p>A situação mais crítica aparece entre a população trans. Mulheres trans negras enfrentam taxas de desemprego que podem chegar a três vezes a média nacional e rendimentos até <strong>40% inferiores</strong> aos observados entre outros trabalhadores.</p>
<p>Para os pesquisadores, esses indicadores demonstram que políticas universais de combate à discriminação precisam ser acompanhadas de medidas específicas voltadas aos grupos que enfrentam múltiplas formas de exclusão.</p>
<p><strong>Organização sindical e avanços conquistados</strong></p>
<p>O estudo foi apresentado e debatido no <strong><a href="https://www.cut.org.br/noticias/mais-fortes-e-visiveis-encontro-lgbtqia-amplia-organizacao-da-diversidade-ee3a/" target="_blank" rel="noopener">7º Encontro do Coletivo Nacional LGBTQIA+ da CUT, realizado em São Paulo, de 4 a 6 de junho</a></strong>. No encontro também foram apresentados resultados do projeto de formação sindical desenvolvido pela CUT em parceria com a DGB, iniciativa voltada ao fortalecimento da organização LGBTQIA+ no movimento sindical.</p>
<p>O projeto reuniu <strong>293 participantes</strong>, representando <strong>184 sindicatos</strong> de <strong>16 ramos de atividade econômica</strong>. Entre os cursistas, <strong>60,41% são mulheres</strong>, <strong>57% são pessoas pretas e pardas</strong> e cerca de <strong>16% se identificam como LGBTQIA+</strong>.</p>
<p>As discussões também recuperaram avanços conquistados ao longo dos últimos anos por meio da negociação coletiva. Entre eles estão a ampliação de benefícios para casais homoafetivos, o reconhecimento do nome social em ambientes de trabalho e educação e a inclusão de cláusulas de combate à discriminação em acordos coletivos.</p>
<p>Ao apresentar os resultados da pesquisa, especialistas, dirigentes sindicais e representantes do governo defenderam que os dados sirvam de base para a consolidação da Política Nacional LGBTQIA+ e para a ampliação de ações voltadas à inclusão no mercado de trabalho.</p>
<p>A avaliação do coletivo é de que a promoção da igualdade não deve ser tratada apenas como uma agenda de direitos humanos. Os números demonstram que a discriminação também impõe custos econômicos expressivos ao país e limita oportunidades de desenvolvimento para milhões de trabalhadores e trabalhadoras.</p>
<p><em><strong>Fonte: CUT</strong></em></p>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>GT de Promoção por Mérito: Definição antecipada de critérios triplica número de empregados que recebeu segundo Delta</title>
		<link>https://bancarios.com.br/gt-de-promocao-por-merito-definicao-antecipada-de-criterios-triplica-numero-de-empregados-que-recebeu-segundo-delta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 13:45:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Contraf]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Representantes das empregadas e empregados da Caixa reforçam necessidade de critérios transparentes, solução de pendências e reconhecimento efetivo do desempenho dos trabalhadores, e cobram pagamento do primeiro delta em janeiro Principais pontos da reunião •    Representação dos trabalhadores cobra pagamento do primeiro delta em janeiro; •    Entidades defendem critérios justos e sem entraves burocráticos; •   &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<p>Representantes das empregadas e empregados da Caixa reforçam necessidade de critérios transparentes, solução de pendências e reconhecimento efetivo do desempenho dos trabalhadores, e cobram pagamento do primeiro delta em janeiro</p>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-71953 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/GT-Promocao-Por-Merito-30MAR2026-1024x571.jpg" alt="" width="618" height="345" /></div>
<div class="news-details__main-content">
<div class="news-details__main-text visible">
<h2><strong>Principais pontos da reunião</strong></h2>
<p>•    Representação dos trabalhadores cobra pagamento do primeiro delta em janeiro;<br />
•    Entidades defendem critérios justos e sem entraves burocráticos;<br />
•    Debate aborda problemas com comprovação de vacinação e acesso a sistemas;<br />
•    Critério de desempate e participação de dirigentes sindicais também entram na pauta;<br />
•    Número de empregados contemplados com dois deltas cresce e é apontado como avanço.</p>
<h2><strong>Leia a íntegra do texto</strong></h2>
<p>Representantes das empregadas e dos empregados da Caixa e da direção do banco se reuniram na segunda-feira (30), por videoconferência, para mais uma rodada de discussões do Grupo de Trabalho (GT) de Promoção por Mérito. O encontro teve como objetivo avaliar o processo referente ao ano-base 2025 e discutir ajustes necessários para o próximo ciclo, buscando garantir critérios justos e maior efetividade no reconhecimento das trabalhadoras e dos trabalhadores.</p>
<p>Um dos principais pontos levantados pelas entidades sindicais foi a necessidade de assegurar que o pagamento do primeiro delta ocorra em janeiro do ano seguinte ao período avaliado. Na avaliação da representação dos empregados, o atraso no pagamento – realizado apenas em março por ter sido vinculado ao programa RESULTADO.CAIXA – acabou postergando um aumento salarial que já era devido aos trabalhadores contemplados.</p>
<p>O coordenador da representação das empregadas e empregados no GT, João Paulo Pierozan, destacou que garantir previsibilidade e respeito aos prazos é essencial para a credibilidade do processo. “É fundamental que os critérios sejam respeitados, mas também que o reconhecimento venha no tempo certo. O pagamento do primeiro delta em janeiro precisa ser um compromisso do banco, para que o trabalhador não tenha seu avanço salarial adiado”, afirmou.</p>
<h2><strong>Critérios e pendências</strong></h2>
<p>Durante a reunião, as entidades também apontaram a necessidade de eliminar obstáculos burocráticos que acabam prejudicando empregados que cumprem os requisitos, mas enfrentam dificuldades operacionais para comprovar determinadas exigências.</p>
<p>Entre os problemas relatados estão falhas ou atrasos na atualização de dados no aplicativo Conecta SUS, utilizado para comprovação de vacinação. A representação dos trabalhadores defendeu que a Caixa aceite outros comprovantes, inclusive em meio físico, com possibilidade de validação pelo sistema Sou Caixa.</p>
<p>Para a representante da Fetrafi/NE, Cândida Fernandes (Chay), é preciso evitar que questões administrativas impeçam o reconhecimento de quem cumpriu os critérios. “Não podemos aceitar que trabalhadores deixem de receber a promoção por mérito por problemas que não dependem deles, como falhas de sistema ou dificuldades de atualização de dados. É preciso garantir alternativas para comprovação e evitar injustiças”, afirmou.</p>
<p>Outro tema debatido foi a situação de dirigentes sindicais liberados, que muitas vezes enfrentam dificuldades de acesso aos sistemas internos do banco necessários para cumprir determinados requisitos do programa.</p>
<h2><strong>Critérios de desempate e justiça no processo</strong></h2>
<p>Os representantes dos trabalhadores também questionaram critérios de desempate utilizados no processo, especialmente quando há referência à idade do empregado. A posição defendida pelas entidades é de que, nesses casos, o tempo de trabalho na Caixa seja priorizado.</p>
<p>A representante da Fetec-CUT/SP, Luiza Hansen, ressaltou que o processo precisa manter coerência e transparência em todas as etapas. “O primeiro delta, por exemplo, não tinha nada que impedisse seu pagamento já em janeiro. Esse é um ponto central para o debate deste GT, porque precisamos garantir regras claras e que realmente valorizem o esforço das empregadas e dos empregados”, disse.</p>
<h2><strong>Avanço na concessão do segundo delta</strong></h2>
<p>Entre os aspectos positivos apresentados durante a reunião está o aumento significativo no número de trabalhadores contemplados com o segundo delta da promoção por mérito.</p>
<p>Dados debatidos no GT indicam que o número de empregados que receberam dois deltas passou de 10.290, em 2022/2021 (último ano que a Caixa havia efetuado o pagamento do segundo delta) para 32.413 trabalhadores neste ano (2026/2025), resultado que as entidades atribuem à pressão e ao diálogo mantido pela representação sindical nas negociações.</p>
<p>Para o representante da Fetrafi-MG, Nerival Faustino Gomes (Nery), o crescimento no número de contemplados demonstra que a atuação coletiva pode gerar avanços concretos. “Esse aumento no número de trabalhadores que receberam dois deltas mostra que a mobilização e o debate no GT têm resultado. Ampliar o reconhecimento do mérito é uma conquista importante para a categoria”, afirmou.</p>
<p>&#8220;Historicamente, cerca de 60 mil empregados conquistam o primeiro delta, mas apenas 10 mil conseguiam se habilitar ao segundo. Isto porque, nos últimos anos, a Caixa postergava as negociações até dezembro, inviabilizando o cumprimento retroativo dos critérios, na prática, eliminando, a possibilidade de um segundo delta. Desta vez, com critérios construídos e debatidos pelo próprio movimento sindical, houve uma virada histórica: triplicamos o número de empregados contemplados com o segundo delta, saltando de 10 mil para 30 mil habilitados. Uma conquista que reforça a importância da negociação coletiva e da participação ativa das entidades representativas”, reforçou a representante da Federação das Trabalhadores e dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Estado do Rio de Janeiro (Federa-RJ), Sonia Eymard.</p>
<h2><strong>Próximos passos</strong></h2>
<p>O GT de Promoção por Mérito seguirá discutindo os critérios para o ciclo referente ao ano-base 2026. Entre os pontos em debate estão a definição de regras mais acessíveis, a eliminação de entraves burocráticos e a garantia de pagamento das promoções dentro do prazo adequado.</p>
<p>“Vamos continuar acompanhando o processo e cobrando da Caixa medidas que assegurem justiça, transparência e valorização das empregadas e dos empregados no programa de promoção por mérito”, concluiu o representante da Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários (Feeb) de São Paulo e Mato Grosso do Sul, Tesifon Quevedo Neto.</p>
<p>A próxima reunião do GT ainda não foi marcada.</p>
<p><strong>Fonte: Contraf-CUT</strong></p>
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		<title>7º Congresso Contraf-CUT aprova planos de luta para o próximo período</title>
		<link>https://bancarios.com.br/7o-congresso-contraf-cut-aprova-planos-de-luta-para-o-proximo-periodo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 14:48:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contraf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=71919</guid>

					<description><![CDATA[<p>Delegadas e delegados elegeram nova diretoria, aprovaram moções e resoluções de temas ligados aos interesses da classe trabalhadora do ramo financeiro e reafirmaram a importância de reeleger Lula, para a defesa da democracia e soberania do país Uma manifestação de caráter simbólico pela vida das mulheres e combate ao feminicídio abriu as atividades do 7º Congresso &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>Delegadas e delegados elegeram nova diretoria, aprovaram moções e resoluções de temas ligados aos interesses da classe trabalhadora do ramo financeiro e reafirmaram a importância de reeleger Lula, para a defesa da democracia e soberania do país</h3>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-71920 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-29-at-12.57.23.jpeg" alt="" width="1072" height="598" /></div>
<p>Uma manifestação de caráter simbólico pela vida das mulheres e combate ao feminicídio abriu as atividades do <strong>7º Congresso da Contraf-CUT &#8211; Organizar, defender e avançar: o futuro é nosso!” </strong>-, neste domingo (29). Delegadas e delegados de todo país levantaram cartazes, bandeiras e vozes para destacar que o Brasil é o quinto país que mais mata mulheres no mundo.</p>
<p><strong>&#8220;A violência não escolhe classe social, mas escolhe cor: mulheres negras são as maiores vítimas. O silêncio é cúmplice, mas a nossa voz é arma&#8221;</strong>, foram algumas das declarações apresentadas pelas mulheres que participaram da mística.</p>
<p>Em seguida, os 196 delegados e 132 delegadas aprovaram um amplo Plano de Lutas para os próximos anos, com diretrizes voltadas à defesa do emprego bancário, à regulação do sistema financeiro, ao enfrentamento dos impactos das novas tecnologias no trabalho e ao fortalecimento da organização sindical.</p>
<p>O documento também estabelece propostas para a sociedade, reafirmando o compromisso da entidade com a defesa da democracia, das empresas públicas e de um modelo de desenvolvimento econômico com inclusão social.</p>
<p><strong>“Definimos prioridades para a atuação sindical e social da categoria diante das transformações do setor financeiro e da digitalização crescente do trabalho bancário. Mas também estabelecemos pontos de atuação social e política diante de um cenário de extremismo e conservadorismo em um ano eleitoral, que pode levar ao poder um segmento favorável à retirada de direitos dos trabalhadores”,</strong> disse a presidenta da Contraf-CUT e vice-presidenta da CUT, Juvandia Moreira. <strong>“Não adianta ter uma campanha salarial vitoriosa se a extrema-direita vencer as eleições presidenciais e ampliar base no Congresso Nacional, que podem colocar a perder as nossas conquistas”,</strong> reforçou.</p>
<p>Veja as prioridades do Plano de Lutas aprovados no 7º Congresso da Contraf-CUT<b></b></p>
<p>•            Defesa do emprego, frente aos impactos das novas tecnologias</p>
<p>•            Defesa da CCT e organização do ramo financeiro</p>
<p>•            Intensificar a luta por saúde e condições de trabalho</p>
<p>•            Organização e formação sindical</p>
<p>•            Promoção da diversidade e construção da igualdade</p>
<p>•            Aprimoramento da comunicação com a base e a sociedade</p>
<p>•            Fortalecimento do “Basta! Não irão nos Calar!” e combate ao feminicídio</p>
<p>•            Defesa dos bancos públicos</p>
<p>•            Defesa da democracia e eleições</p>
<p>•            Redução das taxas de juros / revogação da falsa autonomia e fim da porta giratória no Banco Central</p>
<p>•            Infraestrutura tecnológica soberana</p>
<p>•            Sustentabilidade socioambiental</p>
<p>•            Defesa do SUS e da Educação Pública</p>
<p>•            Trabalho Decente</p>
<p>•            Segurança pública</p>
<p>•            Participação em conselhos</p>
<p>•            Trabalhar para que tenhamos um Congresso Nacional e Assembleias Legislativas que defendam os trabalhadores e não os super-ricos</p>
<h2>Moções aprovadas</h2>
<p>As delegadas e delegados aprovaram as moções:</p>
<p>&#8211; Em apoio à resolução da ONU que classifica o tráfico de escravizados africanos como &#8220;o crime mais grave contra a humanidade&#8221;.<br />
&#8211; De repúdio à representação policial em uma agência do Banco Patagônia, durante um protesto pacífico coordenado e apoiado pelo Sindicato dos Bancários da Argentina.</p>
<p>O grupo aprovou ainda uma moção em defesa do Banco de Brasília (BRB) como banco público e patrimônio do Distrito Federal.</p>
<p><strong>&#8220;Denunciamos a responsabilidade política do atual Governo do Distrito Federal, comandado por Ibaneis Rocha e Celina Leão, por colocar o BRB no centro de uma disputa e de operações que não serviram ao interesse público&#8221;</strong>, destacaram em um dos trechos, sobre a utilização indevida do banco público para limpar o balanço do Master, a partir de compras de carteiras bilionárias e tentativa de aquisição do banco do empresário Daniel Varcaro, que foi frustrada pelo Banco Central.</p>
<h2>
Resoluções aprovadas</h2>
<p>O grupo aprovou ainda as resoluções sobre:</p>
<p>&#8211; Enfrentamento à violência contra as mulheres;</p>
<p>&#8211; Impactos da inteligência artificial no emprego bancário;</p>
<p>&#8211; Defesa do emprego e contra o fechamento de agências bancárias;</p>
<p>&#8211; O futuro do Brasil, defesa da democracia e soberania nacional.</p>
<h2>
Eleição da nova diretoria</h2>
<p>Os principais nomes da nova diretoria, para o período de 2026 a 2027, com o quadro formado 40% por mulheres. Entre as novidades, está a inclusão de dois companheiros do ramo financeiro, Talita Regia da Silva (Cooperforte) e Roni da Silva Oliveira (Casa da Moeda).</p>
<section>
<article>
<section>
<strong>Presidência &#8211;</strong> Juvandia Moreira (Bradesco)<br />
<strong>Vice-presidência &#8211;</strong> Vinícius de Assumpção Silva (Bradesco)<br />
<strong>Secretaria Geral &#8211;</strong> Gustavo Machado Tabatinga Junior (Banco do Brasil)<br />
<strong>Secretaria de Imprensa &#8211; </strong>Elias Hennemann Jordão (Bradesco)<br />
<strong>Secretaria de Finanças &#8211;</strong> Luiz Cesar de Freitas (Santander)<br />
<strong>Secretaria de Relações Internacionais &#8211;</strong> Rita Berlofa (Santander)<br />
<strong>Secretaria de Saúde do Trabalhador &#8211;</strong> Mauro Salles Machado (Santander)<br />
<strong>Secretaria de Formação &#8211; </strong>Eliana Brasil (Caixa)<br />
<strong>Secretaria de Organização do Ramo Financeiro e Política Sindical &#8211;</strong> Talita Regia da Silva (Cooperforte)<br />
<strong>Secretaria de Políticas Sociais &#8211; </strong>Elaine Cutis (Bradesco)<br />
<strong>Secretaria de Assuntos Socioeconômicos &#8211; </strong>Walcir Previtale (Bradesco)<br />
<strong>Secretaria de Assuntos Jurídicos &#8211;</strong> Lourival Rodrigues (Bradesco)<br />
<strong>Secretaria da Mulher &#8211; </strong>Fernanda Lopes (Banco do Brasil)<br />
<strong>Secretaria da Juventude &#8211;</strong> Bianca Garbelini (Banco do Brasil)<br />
<strong>Secretaria de Combate ao Racismo &#8211;</strong> Almir Costa de Aguiar (Bradesco)<br />
<strong>Secretaria da Cultura &#8211;</strong> Carlos Damarindo (Itaú)<br />
<strong>Secretaria de Relações do Trabalho &#8211; </strong>Jeferson Gustavo Pinheiro Meira (Banco do Brasil)</p>
<p><strong>Diretoria executiva:<br />
</strong>Jair Alves (Itaú-Unibanco)<br />
Rosalina do Socorro Ferreira Amorim (Banco do Brasil)<br />
Marco Aurélio Silveira Silvano (Banco do Brasil)<br />
Katia Virginia Cadena Ferraz (Santander)<br />
Wagner Figueiredo do Santos (Itaú-Unibanco)<br />
Lívio Santos e Assis (Caixa)</p>
</section>
<p><em><strong>Fonte: Contraf-CUT</strong></em></p>
</article>
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		<title>ONU reconhece escravização de africanos como maior crime contra a humanidade e reforça debate sobre reparação histórica</title>
		<link>https://bancarios.com.br/onu-reconhece-escravizacao-de-africanos-como-maior-crime-contra-a-humanidade-e-reforca-debate-sobre-reparacao-historica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 14:14:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contraf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Resolução histórica aprovada pela Assembleia Geral reafirma impactos do racismo estrutural e cobra ações concretas dos países para enfrentar desigualdades herdadas da escravidão A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou, nesta quarta-feira (25), uma resolução histórica que reconhece o tráfico transatlântico e a escravização de africanos como o maior crime contra a &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>Resolução histórica aprovada pela Assembleia Geral reafirma impactos do racismo estrutural e cobra ações concretas dos países para enfrentar desigualdades herdadas da escravidão</h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-71905 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-26-at-14.28.56-_1_.jpeg" alt="" width="1072" height="598" /></p>
</div>
<div class="news-details__image">
<p>A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou, nesta quarta-feira (25), uma resolução histórica que reconhece o tráfico transatlântico e a escravização de africanos como o maior crime contra a humanidade da história. A medida representa um marco internacional na luta por memória, justiça e reparação histórica aos povos africanos e afrodescendentes.</p>
<p>O texto foi aprovado com o apoio de 123 países, incluindo o Brasil, e estabelece que os Estados devem considerar pedidos formais de desculpas, a restituição de bens culturais e a criação de mecanismos de reparação pelas injustiças provocadas pela escravidão. “No entanto, os Estados Unidos, Israel e Argentina, votaram contra a resolução. Outra atitude covarde foi a abstenção de Portugal, Reino Unido, Espanha e França, países que mais lucraram com sequestros de pessoas no continente africano”, lembrou o secretário de Combate ao Racismo da Contraf-CUT Almir Aguiar.</p>
<p>A proposta foi apresentada por Gana em nome da União Africana e reforça o entendimento internacional sobre a dimensão histórica e os efeitos permanentes da escravidão nas desigualdades contemporâneas.</p>
<p>Embora não tenha caráter jurídico vinculante, a resolução consolida um consenso político global ao reconhecer que o sistema escravista foi responsável por impactos sociais, econômicos e raciais que ainda estruturam desigualdades em diversas partes do mundo, especialmente nas Américas e na África.</p>
<h2><strong>Racismo estrutural e reparação histórica</strong></h2>
<p>Para Almir Aguiar, a decisão da ONU reforça a importância de políticas públicas e ações institucionais voltadas ao enfrentamento do racismo estrutural. “O reconhecimento da ONU é fundamental porque confirma aquilo que o movimento negro sempre denunciou: a escravidão não foi apenas um episódio histórico, mas um crime contra a humanidade cujas consequências seguem presentes nas desigualdades sociais, no mercado de trabalho e nas oportunidades negadas à população negra. Reconhecer esse passado é condição para avançarmos em reparação, inclusão e justiça social.”</p>
<p>Segundo ele, a resolução dialoga diretamente com a realidade brasileira, país que recebeu o maior número de africanos escravizados durante o período colonial e ainda convive com profundas disparidades raciais.</p>
<h2><strong>Impactos atuais</strong></h2>
<p>A decisão da ONU também relaciona a escravidão às formas contemporâneas de racismo e exclusão social, apontando a necessidade de ações concretas dos governos para combater discriminações históricas e promover igualdade racial.</p>
<p>Para a Contraf-CUT, o reconhecimento internacional fortalece a luta sindical por equidade, diversidade e respeito aos direitos humanos, reforçando a necessidade de políticas afirmativas no sistema financeiro e em toda a sociedade.</p>
<p>A resolução aprovada pela Assembleia Geral ocorre em um momento de ampliação do debate global sobre justiça racial e reparações históricas, reafirmando que o enfrentamento ao racismo passa pelo reconhecimento do passado e pela construção de um futuro baseado na igualdade e na dignidade humana.</p>
<p>Fonte: ContrafCUT</p>
</div>
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		<title>Curso Paternidade e Maternidade com Relações Compartilhadas: abertas inscrições para turma de abril</title>
		<link>https://bancarios.com.br/curso-paternidade-e-maternidade-com-relacoes-compartilhadas-abertas-inscricoes-para-turma-de-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 13:37:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contraf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além de cuidados práticos com recém-nascido e ferramentas de como educar, curso aborda desafios e papéis de pais e mães na sociedade contemporânea Estão abertas as inscrições para a turma de abril do curso &#8220;Paternidade e Maternidade com Relações Compartilhadas&#8221;. Papais e mamães interessados de qualquer parte do país podem participar, isso porque, além de ao &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>Além de cuidados práticos com recém-nascido e ferramentas de como educar, curso aborda desafios e papéis de pais e mães na sociedade contemporânea</h3>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-71889 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/03/paternidadematernidade-_1_.webp" alt="" width="800" height="500" /></div>
<p>Estão abertas as inscrições para a turma de abril do curso &#8220;Paternidade e Maternidade com Relações Compartilhadas&#8221;. <strong>Papais e mamães interessados de qualquer parte do país podem participar, isso porque, além de ao vivo, as aulas serão totalmente online, nos dias 13, 14, 15 e 16, das 19h30 às 21h30</strong>.</p>
<p><a href="https://loja.spbancarios.com.br/produto/paternidade-responsavel/?_gl=1*5q4l86*_gcl_au*MTI4NTQ2NzQ0LjE3NzIwMjUzODI.*_ga*MzI4ODk4NjMxLjE3MDU5Mjk1NjM.*_ga_T1YR283R0X*czE3NzQ0NDgzMjAkbzQ1JGcxJHQxNzc0NDQ4Mzg5JGo2MCRsMCRoMA.." target="_blank" rel="noopener"><strong>Clique aqui </strong></a>e faça sua inscrição.</p>
<p>O curso, realizado pelo Centro de Formação Profissional 28 de Agosto, é para todos os públicos, mas também é pré-requisito para que os bancários tenham direito à licença paternidade ampliada de 20 dias. A conquista obtida pela categoria em Campanha Nacional, entretanto, é regra apenas para alguns bancos.</p>
<p><strong>O valor do investimento para o público em geral é R$ 280, mas bancários/bancárias e financiários/financiárias sócios de sindicatos filiados à Contraf-CUT pagam apenas R$ 180</strong>.</p>
<p>As aulas são expositivas, com tempo para comentários, perguntas e debates. Os alunos também recebem indicações de referências bibliográficas e filmográficas usadas no curso.</p>
<h2>
O que você irá aprender?</h2>
<p>Além de cuidados práticos com o recém-nascido, como o pré-parto, banho, troca de fraldas, amamentação, manobras de desengasgo, respeito à condição biológica e psicológica da mulher, as alunas e os alunos terão aulas sobre educar, contato das crianças com telas, qual o sentido de colocar limites e o redimensionamento do papel dos pais na sociedade contemporânea.</p>
<p>Veja a programação completa do curso:</p>
<p><strong>Aula 1 – Paternidade e os desafios para a família</strong></p>
<ul>
<li>Acolhida dos participantes e apresentação geral do curso</li>
<li>Abordagem psicológica sobre o momento na vida do pai</li>
<li>Desafios para a família com a chegada de um novo membro</li>
<li>Depressão pós-parto e seus efeitos</li>
<li>Respeito à condição biológica e psicológica da mulher</li>
<li>Bater funciona?</li>
<li>O contato das crianças com as telas</li>
</ul>
<p><strong>Aula 2 – O ato de educar: pais e mães comprometidos</strong></p>
<ul>
<li>O que é Educação</li>
<li>Qual o papel do pai na educação da criança</li>
<li>Qual a interação necessária entre pai e mãe na condução do processo educativo da criança?</li>
<li>Quais os sentidos de colocar limites e fazer combinados com uma criança?</li>
<li>Como o tempo e a qualidade do tempo pode interferir na educação</li>
</ul>
<p><strong>Aula 3 – Cuidados práticos com o recém-nascido</strong></p>
<ul>
<li>Pré-parto e dia do parto</li>
<li>Banho</li>
<li>Troca de fraldas</li>
<li>Amamentação e pós-mamada</li>
<li>Manobras de desengasgo</li>
<li>Como carregar</li>
<li>Como colocar para dormir</li>
<li>Outras orientações</li>
</ul>
<p><strong>Aula 4 – Relações contemporâneas e o redimensionamento do papel dos pais</strong></p>
<p>Diálogo sobre o papel do homem e da mulher na sociedade contemporânea. A paternidade como uma grande oportunidade de potencializar o desenvolvimento da criança e de uma família com mais equidade.</p>
<p><em><strong>Fonte: Contraf</strong></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Santander lucra R$ 15,6 bilhões em 2025, mas fecha quase 6 mil postos de trabalho</title>
		<link>https://bancarios.com.br/santander-lucra-r-156-bilhoes-em-2025-mas-fecha-quase-6-mil-postos-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 16:59:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Contraf]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=71528</guid>

					<description><![CDATA[<p>Enquanto registra lucro recorde e alta nas receitas, banco reduz empregos e fecha agências em todo o país O Banco Santander registrou lucro líquido gerencial de R$ 15,615 bilhões em 2025, com crescimento de 12,6% em relação a 2024, segundo levantamento do Dieese a partir das Demonstrações Financeiras do banco. No 4º trimestre de 2025, o &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>Enquanto registra lucro recorde e alta nas receitas, banco reduz empregos e fecha agências em todo o país</h3>
</div>
<div><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-71529 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2024-08-02-at-13.28.03-_1_-2.jpeg" alt="" width="1072" height="598" /></div>
<div class="news-details__image">O Banco Santander registrou lucro líquido gerencial de R$ 15,615 bilhões em 2025, com crescimento de 12,6% em relação a 2024, <a href="https://contrafcut.com.br/data/files/A6/52/E1/BB/E7E2C9108D3E10C9820808A8/Destaques%20do%20Banco%20Santander%202025.pdf">segundo levantamento do Dieese a partir das Demonstrações Financeiras do banco</a>. No 4º trimestre de 2025, o lucro atingiu R$ 4,086 bilhões, o maior resultado trimestral dos últimos quatro anos, de acordo com o próprio relatório da instituição.</p>
<p>O retorno sobre o patrimônio (ROE) anualizado ficou em 17,6%, impulsionado, entre outros fatores, pelo avanço das comissões (+4,3%), com destaque para cartões, seguros e administração de recursos. No cenário global, o Santander registrou lucro recorde de € 14,101 bilhões, com crescimento de 12,1%, e o Brasil foi responsável pelo segundo maior resultado do grupo, somando € 2,168 bilhões, atrás apenas da Espanha.</p>
<p>Apesar dos resultados expressivos, o banco seguiu ampliando a redução de sua estrutura operacional. Em doze meses, a holding Santander encerrou 2025 com 49.661 empregados, após o fechamento de 5.985 postos de trabalho, sendo 2.086 cortes apenas no último trimestre. Além disso, 1,6 mil trabalhadores foram transferidos para a SSD, empresa do grupo, como parte da estratégia de reorganização interna.</p>
<p>A rede física também foi impactada: em um ano, o banco fechou 579 pontos de atendimento, incluindo lojas e PABs. Segundo dados do Banco Central, o número de agências físicas caiu de 2.430 em dezembro de 2024 para 1.695 em dezembro de 2025, uma redução de 735 unidades.</p>
<p>Enquanto isso, a Carteira de Crédito Ampliada do Santander alcançou R$ 708,2 bilhões, com alta de 3,7% em doze meses. As receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias cresceram 2,0%, somando R$ 23,023 bilhões, enquanto as despesas de pessoal mais PLR totalizaram R$ 12,429 bilhões, cobertas em 185,2% pelas receitas secundárias do banco.</p>
<p>Para a coordenadora da COE Santander, Wanessa de Queiroz, os números escancaram a contradição entre os lucros bilionários e o impacto social da política de cortes. “O Santander segue batendo recordes de lucro, mas continua fechando agências, eliminando postos de trabalho e sobrecarregando os funcionários que permanecem. É inaceitável que um banco que lucra bilhões e amplia sua base de clientes insista em precarizar o atendimento e desvalorizar quem gera esses resultados”, criticou.</p>
<p>Wanessa de Queiroz ressalta ainda que os trabalhadores estão cada vez mais adoecidos com a sobrecarga de trabalho, uma vez que o aumento de clientes e a diminuição dos postos de trabalho aumentam a pressão sobre os empregados. &#8220;As mulheres são o grupo mais afetado, pois representam mais de 50% do quadro de funcionários. Então essa é uma preocupação grande para nós e temos cobrado melhorias nas condições de trabalho&#8221;, afirma Wanessa.</p></div>
<div></div>
<div class="news-details__image"><em><strong>Fonte: Contraf</strong></em></div>
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		<title>Morosidade da Caixa atrasa pagamento dos deltas e Super Caixa</title>
		<link>https://bancarios.com.br/morosidade-da-caixa-atrasa-pagamento-dos-deltas-e-super-caixa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 13:41:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contraf]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilização nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Banco diz que pagamento dos deltas e da premiação do Super Caixa sairão somente depois de concluída a apuração do Resultado.Caixa, no final de março; CEE cobra em mesa que pagamento seja realizado na folha de janeiro Em reunião com a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal, ocorrida na tarde desta segunda-feira &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>Banco diz que pagamento dos deltas e da premiação do Super Caixa sairão somente depois de concluída a apuração do Resultado.Caixa, no final de março; CEE cobra em mesa que pagamento seja realizado na folha de janeiro</h3>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-71492 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Negociacao-Caixa.jpeg" alt="" width="1072" height="598" /></div>
<p>Em reunião com a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa Econômica Federal, ocorrida na tarde desta segunda-feira (2), o banco disse que tanto a premiação do Super Caixa, quanto os deltas da promoção por mérito, devem ser pagos somente após a apuração do Resultado.Caixa, que deve ser concluída somente no final de março.</p>
<p>“O atraso no pagamento dos deltas causa prejuízo às empregadas e empregados que, caso seja mantida esta condição, ficarão três meses do ano sem receber os valores referentes à promoção a que têm direito”, observou o coordenador da CEE, Felipe Pacheco. “A única informação que pode ser considerada boa é que algumas injustiças do Super Caixa podem ser corrigidas. Mas não é possível que a apuração e estas correções levem três meses para serem realizadas”, completou.</p>
<p>A empresa se disponibilizou a tratar situações pontuais levadas pelas entidades. A CEE orienta que os empregados que se sentirem prejudicados, seja por problemas de digitalização de contrato, indisponibilidade de sistemas ou algo similar, procurem seus sindicatos para que estes recebam as demandas e encaminhem à Caixa para análise.</p>
<p>“Na hora de apurar o cumprimento das metas, o sistema é rápido e funciona direitinho. Na hora de valorizar os empregados é essa morosidade”, criticou o representante da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Fetrafi) de Santa Catarina, Edson Heemann.</p>
<p>A representante da Federação dos Bancários da CUT do Estado de São Paulo (Fetec-CUT/SP), Luiza Hansen, observou que os deltas referentes ao ano anterior sempre foram pagos em janeiro. “Deixaram de ser pagos na época do Pedro Guimarães e voltaram a ser pagos em janeiro, no ano passado. A exceção é não ser pago em janeiro e é preciso que volte a ser como sempre foi”, disse. “Ainda dá tempo de a Caixa pagar, ao menos o primeiro delta, que não depende do Resultado.Caixa, até o dia 5”, completou.</p>
<p>A Caixa alegou que trata o pagamento do primeiro e segundo deltas como um único programa e, por isso, o pagamento será efetuado no mesmo momento.</p>
<p>“Não podemos aceitar isso. Queremos que as correções nos erros de apuração do Resultado.Caixa sejam feitas rapidamente e exigimos que a Caixa pague, tanto os deltas quanto a premiação do Super Caixa até o dia 5, como complementação salarial de janeiro”, cobrou o coordenador da CEE.</p>
<h2><strong>Plataforma PJ</strong></h2>
<p>A CEE também cobrou que a Caixa respeite o que diz o Acordo Coletivo de Trabalho dos empregados em sua cláusula 49, sobre negociação permanente: alterações que interfiram no cotidiano de trabalho do pessoal da Caixa devem ser debatidas, previamente, com a representação dos trabalhadores.</p>
<p>Luiza Hansen, usa como exemplo as mudanças da plataforma PJ, que não foram debatidas em mesa de negociação antes da implantação. “Isso gera uma série de demandas dos empregados, pois são feitas alteração de forma rápida, sem negociação e sem levar em conta o cotidiano de trabalho e a realidade de quem está nas unidades, realizando o atendimento e trabalhando para que a Caixa obtenha seus bons resultados”, disse.</p>
<p>“Entendemos que a Caixa precisa promover mudanças para conseguir competir com a concorrência e não perder espaço do mercado. Mas podemos contribuir para que isso aconteça sem causar problemas que acabam prejudicando não apenas os empregados, mas a própria Caixa, devido aos questões na implementação e na operacionalização, com sobrecarga do pessoal que vai ficar atendendo no varejo, sem treinamento adequado”, completou.</p>
<p>O representante da Federação dos Empregados de Estabelecimentos Bancários (Feeb) de São Paulo e Mato Grosso do Sul, Tesifon Quevedo Neto, lembrou ainda que além da criação da Plataforma PJ, que estabelece a migração de clientes PJ de alto faturamento para as PAPJ, também estão sendo criadas as PAGOV (para atender o Poder Público) e as PA Sigular, para clientes PF de alta renda/investimentos. “Com isso, os Gerentes de Varejo &#8211; que não recebem porte, a exemplo dos Gerentes de Carteira &#8211; assumirão um &#8220;carteirão&#8221; misto, com os clientes PF e PJ não enquadrados nos critérios de migração para PA PJ e PA Singular. “Quem desenhou essa mudança não previu a sobrecarga dos Gerentes de Varejo, bem como a injustiça ao não se pagar a esses profissionais o porte?”, questionou, ao acrescentar que é preciso debater o Plano de Funções Gratificadas (PFG), uma vez que algumas pessoas estão realizando algumas tarefas para as quais elas não estão sendo remuneradas.</p>
<p>“Estas mudanças também geram perda de rentabilidade de agências, pois elas perdem clientes, contas PJs e negócios adjacentes que compunham a rentabilidade das agências. Como vai ficar o porte destas agências?”, questionou Felipe Pacheco.</p>
<h2><strong>Migração de função</strong></h2>
<p>A Caixa informou que o projeto piloto de migração de funções de caixa para assistentes foi um pedido dos superintendentes regionais, mas que não há orçamento para a mudança de função.</p>
<p>O banco disse que foi feito um levantamento de interesse com os 105 caixas da SR Centro-Sul Gaúcho e apenas 6 mostraram interesse na migração de caixas para assistentes. Mas que o levantamento deve ser feito em outras SRs.</p>
<p>O representante da Fetrafi-RS, Lucas Cunha, lembrou que tema é muito importante para o movimento sindical. “Trata-se, na verdade, do futuro da função de caixa, que tratamos na mesa de negociações no ano retrasado, e que necessita de um debate aprofundado, inclusive sobre as nomeações por minuto e prazo”, observou.</p>
<p>Ele ressaltou que na última reunião de negociação, em dezembro, a Caixa foi questionada sobre um boato de isso estaria sendo aventado e que o banco negou.</p>
<p>“Não há diálogo! Sempre somos apenas comunicados depois da implementação. Não há o debate necessário definido no ACT. O novo PFG viria para solucionar, mas não anda”, lamentou Lucas. “Sabemos o motivo da não aderência. Enquanto não houver garantia da remuneração dos empregados não haverá avanço. A quebra de caixa é uma questão importante. Além disso, a Caixa não deixa claro o que ela quer. Isso gera insegurança e até adoecimento”, completou.</p>
<p>Para Emanoel Souza, representante da Feeb-BA/SE, “é preciso suspender esse projeto piloto e a gente discutir como vai ficar isso”.</p>
<p>“Temos que discutir a questão do futuro da profissão e da função em específico, mas não podemos fazer sem debate. Pois, mais uma vez, essa questão pode ser fundamental na hora da aprovação do acordo”, completou o coordenador da CEE/Caixa.</p>
<h2><strong>Negociação permanente</strong></h2>
<p>A CEE solicitou que seja realizada uma reunião de negociação presencial sobre o Saúde Caixa e que as reuniões para negociação permanente sejam realizadas com maior frequência, para que possam ser debatidos menos temas com mais tempo de discussão sobre cada um e as soluções possam ser encontradas na própria reunião. Na reunião desta segunda-feira, três temas (consignado, superendividamento e terceirizados) deixaram de ser debatidos devido à falta de tempo, uma vez que os negociadores da Caixa teriam outra reunião na sequencia.</p>
<p>O banco se comprometeu a realizar uma nova reunião ainda em fevereiro e que o Saúde Caixa será tratado em reuniões simultâneas aos outros temas, uma vez que o ACT específico também fará parte da mesa de negociações neste ano.</p>
<h2><strong>Equidade de gênero e programa de saúde</strong></h2>
<p>Ao final da reunião, a Caixa apresentou dados sobre equidade de gênero na Caixa e informou sobre inclusão do convênio com a Total Pass no programa de saúde para os empregados, além do Weelhub, além de uma seção de nutricionista por mês para os empregados da Caixa.</p>
<p>Leia mais sobre equidade de gênero na Caixa no próximo texto.</p>
<h2><strong>Terceirizados</strong></h2>
<p>Sobre terceirizados, antes do fim da reunião, o representante da Federação da Trabalhadoras e Trabalhadores do Ramo Financeiro do Estado do Rio de Janeiro (Federa-RJ), Rogério Campanate, pediu para que a Caixa analisasse o caso de uma empresa terceirizada, que vinha falhando em diversas obrigações com o banco e com os funcionários terceirizados, e a Caixa tomou a atitude de rescindir o contrato. “O que não pode ocorrer é que, mais uma vez, a corda arrebente do lado do mais fraco! Já que a empresa está orientando um pedido de demissão indevido. A Caixa precisa orientar os gestores das unidades a esclarecer os terceirizados acerca desse processo”. O banco pediu para que o caso fosse encaminhado para análise.</p>
<p><em><strong>Fonte: Contraf</strong></em></p>
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		<title>Crédito em 2026: entre juros altos e a disputa pelo futuro do financiamento no Brasil</title>
		<link>https://bancarios.com.br/credito-em-2026-entre-juros-altos-e-a-disputa-pelo-futuro-do-financiamento-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 16:26:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contraf]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre política monetária restritiva e revolução digital, o mercado de crédito brasileiro entra em 2026 mais concentrado, seletivo e desigual Matéria da série Por Dentro do Sistema Financeiro Por Tatiane Correia, do Jornal GGN Por fora, o mercado de crédito brasileiro chega a 2026 sob o signo da contradição. Por dentro, vive uma transformação estrutural &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<p>Entre política monetária restritiva e revolução digital, o mercado de crédito brasileiro entra em 2026 mais concentrado, seletivo e desigual</p>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-70960 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/01/WhatsApp-Image-2026-01-14-at-15.26.47.jpeg" alt="" width="1072" height="598" /></div>
<p><em>Matéria da série Por Dentro do Sistema Financeiro<br />
<a href="https://jornalggn.com.br/economia/juros-altos-e-credito-no-brasil-2026/" target="_blank" rel="noopener">Por Tatiane Correia, do Jornal GGN</a></em></p>
<p>Por fora, o mercado de crédito brasileiro chega a 2026 sob o signo da contradição. Por dentro, vive uma transformação estrutural que pode redefinir — ou aprofundar — desigualdades históricas no acesso ao financiamento.</p>
<p>A convivência entre uma política monetária persistentemente restritiva e uma revolução digital acelerada desenha um sistema financeiro de duas velocidades, no qual o custo do dinheiro continua alto para a maioria, enquanto nichos específicos passam a acessar crédito mais barato, ágil e tecnicamente sofisticado.</p>
<p>Mesmo com a inflação relativamente controlada, o crédito segue caro, escasso e seletivo. O resultado é um freio estrutural ao crescimento econômico, à capacidade de investimento das empresas e ao consumo das famílias — em especial das camadas mais vulneráveis e dos pequenos negócios.</p>
<h2>
Selic alta e crescimento baixo: a camisa de força do crédito</h2>
<p>As projeções para 2026 apontam para um ambiente macroeconômico pouco favorável à expansão do crédito. Segundo estimativas de mercado, a taxa Selic deve permanecer em torno de 12,75% ao ano, enquanto o PIB cresce apenas 1,6%, ritmo insuficiente para destravar um ciclo robusto de investimentos. A inflação, medida pelo IPCA, tende a ficar próxima ao teto da meta, em torno de 4,16%, fornecendo ao Banco Central o argumento técnico para manter a política monetária restritiva.</p>
<p>O paradoxo brasileiro fica evidente na comparação internacional. O crédito ao setor privado corresponde a 76% do PIB, bem abaixo de países como o Chile (103%) e muito distante das economias centrais, como os Estados Unidos, onde se aproxima de 200%. O Brasil não sofre de falta de demanda por crédito, mas de um custo estruturalmente elevado que inibe sua expansão.</p>
<p>Esse cenário revela que o problema do crédito no país é menos conjuntural e mais político-econômico: trata-se de um modelo que combina juros altos, spreads elevados e forte concentração bancária.</p>
<h2>
O nó dos juros: risco fiscal e dependência externa</h2>
<p>A manutenção da Selic em patamar elevado não pode ser explicada apenas pela inflação corrente. Há dois vetores centrais que funcionam como piso estrutural dos juros no Brasil.</p>
<p>O primeiro é o fato de todo o combate à inflação estar centrado no câmbio. A lógica da Selic é simples. Aumentando a Selic, aumenta o fluxo de dólares para o país, apreciando o Real e reduzindo o preço (em reais) dos produtos com cotação internacional.</p>
<p>Para tanto, o indicador mais relevante é o carry trade – o ganho proporcionado pela operação de tomar crédito em moeda forte e aplicar em reais, sendo remunerado pela Selic. Os dois fatores fundamentais são o diferencial de juros e as expectativas de correção cambial.</p>
<p>O segundo vetor é externo. Com juros elevados e um déficit fiscal americano que gira em torno de 7,5% do PIB, o Federal Reserve (o Banco Central dos Estados Unidos) encontra pouco espaço para cortes agressivos. Para evitar fuga de capitais e manter o fluxo de investimentos estrangeiros, o Brasil precisa oferecer um prêmio de risco elevado — o que se traduz em juros altos por mais tempo. Há quem considere o premio de risco excessivo.</p>
<h2>
A transformação silenciosa: tecnologia contra os spreads</h2>
<p>Enquanto o cenário macroeconômico impõe limites, o mercado de crédito passa por uma reengenharia profunda “por baixo do sistema”. Diferentemente dos ciclos tradicionais, essas mudanças têm caráter estrutural e atacam o coração do problema: os spreads bancários.</p>
<h2>
A duplicata escritural e o crédito para empresas</h2>
<p>A entrada em vigor plena da duplicata escritural, a partir de 2026, representa uma das reformas mais relevantes do crédito empresarial nas últimas décadas. Ao substituir títulos físicos por registros eletrônicos vinculados à nota fiscal, o novo modelo reduz drasticamente o risco de fraude e de duplicidade de garantias.</p>
<p>O efeito esperado é semelhante ao que o crédito consignado produziu para pessoas físicas: mais segurança jurídica, menor risco e juros mais baixos. Embora o Brasil movimente entre R$ 11 trilhões e R$ 13 trilhões por ano em duplicatas, apenas cerca de R$ 3 trilhões são hoje usados como garantia. A nova infraestrutura pode destravar uma parcela significativa desse valor, especialmente para pequenas e médias empresas — historicamente as mais penalizadas pelo crédito caro.</p>
<h2>
Fintechs e a disputa pela base de clientes</h2>
<p>Outro vetor de mudança vem das fintechs de crédito, cuja capilaridade permitiu a milhões de pessoas o acesso a ferramentas como cartão de crédito e linhas de empréstimo que seriam negadas pelos bancos vistos como tradicionais. Mas, ao mesmo tempo, permitiu uma exploração sem limites do pequeno poupador, submetendo-o a taxas de juros exorbitantes.</p>
<p>Entretanto, as fintechs também deslocam o centro do poder financeiro para quem controla dados, plataformas e relacionamento com o cliente — um movimento que pode redefinir o papel dos bancos, mas não necessariamente reduzir desigualdades de forma automática.</p>
<p>A consolidação do Pix Automático, prevista para janeiro de 2026, e a regulamentação definitiva do Banking as a Service (BaaS) ampliam ainda mais o campo de disputa. Ao permitir pagamentos recorrentes sem cartão de crédito e a entrada de empresas não financeiras na oferta de serviços bancários, essas inovações desafiam o oligopólio tradicional</p>
<h2>
O outro lado da moeda: inadimplência e seletividade</h2>
<p>Apesar do discurso de democratização, os riscos permanecem elevados. O Banco Central alerta para a deterioração da qualidade do crédito, com aumento dos ativos problemáticos entre famílias e micro, pequenas e médias empresas. O campo rural, em especial, apresenta sinais preocupantes, com inadimplência acima de 8%.</p>
<p>Isso significa que o crédito mais barato não será universal. Nem que as maiores garantias aos bancos significaram qualquer redução nos spreads bancários.</p>
<p>Desta forma, pode-se dizer que o cenário para o crédito em 2026 tende a funcionar de duas maneiras distintas: de um lado, o crédito tradicional, caro, concentrado e dependente de uma política monetária rígida. No segundo, um ecossistema digital valendo-se do consignado e da garantia do FGTS para impor taxas exorbitantes ao consumidor, com um mínimo de risco.</p>
<p>Seja qual for o modelo, o crédito está longe de ser um direito social, para se transformar em uma máquina de concentração de renda.</p>
<p><em><strong>Fonte: Contraf</strong></em></p>
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