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	<title>Arquivos Coronavírus - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
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		<title>Fiocruz: baixo percentual de vacinação provoca alta de internações por covid -19</title>
		<link>https://bancarios.com.br/fiocruz-baixo-percentual-de-vacinacao-provoca-alta-de-internacoes-por-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Apr 2023 15:50:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Boletim da Fiocruz tem como referência o período de 19 a 25 de março, e informa que houve crescimento d também aponta para internação de crianças com infecções associadas às vias respiratórias O aumento expressivo no número de internações de crianças por vírus associados às vias respiratórias em 15 estados brasileiros foi o destaque do &#8230;</p>
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<h3 class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">Boletim da Fiocruz tem como referência o período de 19 a 25 de março, e informa que houve crescimento d também aponta para internação de crianças com infecções associadas às vias respiratórias</h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-57299 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/04/systemuploadsnewsc9cfdb9274c1d3b51da-700x460xfit-c6d93.jpeg" alt="" width="700" height="460" /></p>
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<p>O aumento expressivo no número de internações de crianças por vírus associados às vias respiratórias em 15 estados brasileiros foi o destaque do boletim InfoGripe que a Fiocruz divulgou na última terça-feira (4). Nos adultos, a preocupação continua sendo o crescimento de internações por covid-19, com risco muito maior para aqueles em atraso com a vacinação ou que sequer tomaram a primeira dose da vacina.</p>
<p>O boletim da Fiocruz tem como referência o período de 19 a 25 de março e informa que houve crescimento de casos de covid em todas as faixas etárias na Bahia, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e em São Paulo. Já no Amapá, Espirito Santo, Maranhão, Sergipe e no Tocantins, até o momento analisado, o aumento é de infecções respiratórias e está concentrado fundamentalmente nas crianças.</p>
<p><strong>Recomendações </strong></p>
<p>Diante do atual quadro da população infantil, o pesquisador e coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, recomenda que, se a criança estiver com sinal de infecção respiratória, o ideal é não enviá-la para a escola ou creche. &#8220;Assim, podemos tentar frear a disseminação de vírus respiratórios em crianças&#8221;. Gomes sublinha ainda que, até o hoje, o país registra um percentual muito grande de crianças que não foram vacinadas contra a covid-19.</p>
<p>&#8220;Por isso, é importante que os responsáveis lembrem que, por mais que a covid-19 afete com maior intensidade a população adulta, os pequenos não vacinados também correm um risco importante. Então, a melhor forma de proteger é tomar vacina e usar boas máscaras, especialmente, quem está com sinal de infecção respiratória ou quem vive com alguém que faz parte do grupo de risco&#8221;, reforça.</p>
<p>A análise aponta indícios de crescimento de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) nas tendências de longo prazo (últimas 6 semanas) e de curto prazo (últimas 3 semanas).</p>
<p>Dezenove estados apresentam aumento na tendência de longo prazo: Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. Em Rondônia e Roraima, o indício de SRAG ainda é compatível com oscilação em período de baixa atividade.</p>
<p><strong>Capitais</strong></p>
<p>Entre as capitais, 17 têm sinal de crescimento de SRAG: Aracaju (SE), Belém (PA), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Macapá (AP), Natal (RN), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), São Luís (MA), São Paulo (SP), Teresina (PI) e Vitória (ES).</p>
<p>Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos com o resultado positivo para vírus respiratórios foi de 3,3% para influenza A; 3,7% para influenza B; 36,2% para VSR; e 46,2% para Sars-CoV-2 (covid-19). Entre os óbitos, a presença destes mesmos vírus entre os positivos foi de 4,6% para influenza A; 3,6% para influenza B; 6,1% para VSR; e 82,7% para Sars-CoV-2 (covid-19).</p>
<p><em><strong>Fonte: CUT</strong></em></p>
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		<title>Com ômicron e quarta onda avançando no mundo, Brasil passa de 615 mil mortes</title>
		<link>https://bancarios.com.br/com-omicron-e-quarta-onda-avancando-no-mundo-brasil-passa-de-615-mil-mortes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Dec 2021 14:28:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No momento em que a Europa enfrenta a quarta onda de Covid-19, a Alemanha decreta  “lockdown para os não vacinados”, e a variante ômicron avança no mundo, o Brasil alcança a triste marca de mais de 615 mil vidas perdidas para o novo voronavírus. Nesta quinta-feira (2), o país totalizou 615.179 óbitos e 22.118.782 casos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="size-full wp-image-50439 aligncenter" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/12/systemuploadsnews3de265324195dab2096-700x460xfit-62f2c.jpg" alt="" width="700" height="460" />No momento em que a Europa enfrenta a quarta onda de Covid-19, a Alemanha decreta  “lockdown para os não vacinados”, e a variante ômicron avança no mundo, o Brasil alcança a triste marca de mais de 615 mil vidas perdidas para o novo voronavírus.</p>
<p>Nesta quinta-feira (2), o país totalizou 615.179 óbitos e 22.118.782 casos de contaminação desde o início da pandemia, segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).</p>
<p>O Brasil é o segundo país no mundo a alcançar esse número de mortos, está atrás apenas dos Estados Unidos, que registraram mais de 777 mil vidas perdidas desde o início da pandemia, em março do ano passado.</p>
<p>Atualmente, a média móvel diária de mortes no Brasil é de 219 e o país completou ontem o 13º dia consecutivo em que o indicador ficou abaixo de 250 óbitos. Em 24 horas, foram registradas 215 mortes e 12.910 novos infectados.</p>
<p><strong>Mais de 256 milhões de infectados no mundo</strong></p>
<p>A Covid-19 já infectou mais de 256 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo dados da Universidade Johns Hopkins. O marco é alcançado 21 meses após o surgimento da doença na cidade de Wuhan, na China. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 5 milhões.</p>
<p><strong>Vacinação no Brasil</strong></p>
<p>Em 24 horas, 210 mil pessoas tomaram a primeira dose da vacina contra a Covid. Quase 667 mil, tomaram a segunda ou a dose única; e 339 mil, a dose de reforço. O total do dia foi de mais de 1,2 milhão de vacinados.</p>
<p>Desde o começo da vacinação, mais de 159 milhões de brasileiros receberam a primeira dose, 74,62% da população.</p>
<p>Estão com a vacinação completa mais de 134 milhões de pessoas &#8211; 63,03%.</p>
<p>E mais de 16 milhões tomaram a dose de reforço: 7,87%.</p>
<p><strong>Ômicron no Brasil</strong></p>
<p>Nesta quinta-feira (2), o Ministério da Saúde confirmou mais dois casos da ômicron em Brasília. Com as outras três infecções já detectadas anteriormente em São Paulo, o Brasil registra até o momento cinco pacientes com a nova variante do coronavírus.</p>
<p>Os dois novos casos são de pessoas que estavam em um voo que veio da África do Sul, passou pela Etiópia e aterrissou no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo no sábado, 27 de novembro. De Guarulhos, os dois passageiros seguiram para Brasília. Um dos infectados está com sintomas e o outro permanece assintomático. Ambos estão isolados.</p>
<p>O general Manoel Luiz Narvaz Pafiadache, secretário da Saúde do DF, informou que todos os passageiros do voo Guarulhos-Brasília serão orientadas sobre o que devem fazer, como a testagem e o isolamento.</p>
<p>O Ministério da Saúde também informou que há outros oito casos em investigação: Distrito Federal (6 casos), Rio de Janeiro (1) e em Minas Gerais (1).</p>
<p>A cientista-chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) Soumya Swaminathan disse que a nova variante ômicron é muito transmissível, mas que as pessoas não devem entrar em pânico.</p>
<p>“Até que ponto devemos ficar preocupados? Precisamos estar preparados e cautelosos, não entrar em pânico, porque estamos em uma situação diferente de um ano atrás”, disse Swaminathan a Reuters.</p>
<p><strong>Alemanha impõe lockdown</strong></p>
<p>A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, que se afastou do cargo nesta quinta-feira (2), anunciou que a vacinação contra a Covid-19 se tornará obrigatória no país a partir de fevereiro.</p>
<p>O país vai impor por todo o território restrições de contato social para os que ainda não se imunizaram, o que a mídia local está descrevendo como “lockdown para os não vacinados”.</p>
<p>As pessoas não imunizadas serão impedidas entrar em lojas de produtos não-essenciais, com exceção daqueles que se recuperaram do Covid-19 recentemente.</p>
<p>A chanceler também afirmou que boates e clubes terão de fechar se o número de infectados atingir acima de certo limite. A situação do Covid-19 é “muito séria”, avisou, com os casos confirmados em números altíssimos e a vacinação ainda menor que em muitas outras nações europeias.</p>
<p><strong>Áustria</strong> foi o primeiro país ocidental a tornar as vacinas obrigatórias recentemente.</p>
<p>A<strong> Grécia</strong> também afirmou que faria a tomada das doses obrigatórias para pessoas acima de 60 anos.</p>
<p>Fonte: CUT.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Coletivo Nacional de Saúde reivindica orientação transparente a todos os bancos</title>
		<link>https://bancarios.com.br/coletivo-nacional-de-saude-reivindica-orientacao-transparente-a-todos-os-bancos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Oct 2021 13:35:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesa temática de Saúde com a Fenaban abordou medidas preventivas no retorno ao trabalho presencial O Coletivo Nacional de Saúde da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) se reuniu, nesta segunda-feira (25), com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para a Mesa temática de Saúde. Um dos principais pontos da pauta foi iniciar &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mesa temática de Saúde com a Fenaban abordou medidas preventivas no retorno ao trabalho presencial</em></p>
<p><img loading="lazy" class="size-full wp-image-49815 aligncenter" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/10/whatsapp-image-2021-10-25-at-144744.jpeg" alt="" width="755" height="455" /></p>
<p>O Coletivo Nacional de Saúde da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) se reuniu, nesta segunda-feira (25), com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para a Mesa temática de Saúde.</p>
<p>Um dos principais pontos da pauta foi iniciar a retomada dos debates sobre temas que eram discutidos antes da pandemia do coronavírus (Covid-19), como o fim das metas abusivas, do assédio moral e do adoecimento na categoria, além da garantia do tratamento para os trabalhadores que ficaram doentes por conta das ações dos bancos.</p>
<p>“A nossa tese é que a pressão que os bancários sofrem nos locais de trabalho aumentou muito o adoecimento psíquico na categoria. Por isso, nós temos que discutir a forma como essa cobrança é feita”, afirmou Mauro Salles, secretário de Saúde da Contraf-CUT.</p>
<p>Outro tema debatido foi o retorno ao trabalho presencial, que, apesar de estar sendo negociado banco a banco, o movimento sindical pediu uma orientação geral por parte das empresas. “A gente precisa ter clareza nestas questões, com um protocolo-base de medidas preventivas, para garantir a segurança dos trabalhadores que possa exercer suas atividades de forma tranquila”, explicou o secretário ao reforçar a importância da proteção dos grupos de riscos e da adequação dos ambientes de trabalho para a nova realidade. Ele alertou também para a necessidade de se preocupar com as sequelas da Covid-19, garantindo o tratamento adequado.</p>
<p>Outra preocupação apontada foi a situação de colegas do grupo de risco ao voltar ao trabalho: “Defendemos que tenham prioridade para continuar em home office, minimizando assim os riscos de reinfecção”, alertou Mauro Salles.</p>
<p>As partes se comprometeram ainda a fazer pressão em todas as esferas de governo para continuar obrigando o uso de máscaras, como importante medida de prevenção da contaminação da Covid-19.</p>
<p>Fonte: Contraf/Cut</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Caixa tem de garantir medidas de biossegurança</title>
		<link>https://bancarios.com.br/caixa-tem-de-garantir-medidas-de-biosseguranca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Oct 2021 13:21:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[DestaquesApp]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina já]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Caixa tem de assegurar medidas de biossegurança nas agências. O Dossiê Covid no Trabalho aponta a falta ventilação adequada nas unidades e o contato próximo entre empregados e clientes. Os dados mostram que 85% dos bancários mantiveram, em plena pandemia causada pelo coronavírus, contato próximo entre trabalhadores e correntistas com menos de dois metros &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="wp-image-49797 aligncenter" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/10/IMAGEM_NOTICIA_3-1.jpg" alt="" width="440" height="244" /></p>
<p style="text-align: justify;">A Caixa tem de assegurar medidas de biossegurança nas agências. O Dossiê Covid no Trabalho aponta a falta ventilação adequada nas unidades e o contato próximo entre empregados e clientes. Os dados mostram que 85% dos bancários mantiveram, em plena pandemia causada pelo coronavírus, contato próximo entre trabalhadores e correntistas com menos de dois metros de distância.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, 30% dos empregados do banco de todas as regiões afirmam que contraíram Covid-19, sendo que 65% acreditam que se infectaram no local de trabalho. Outro agravante é que quase 80% dos contaminados não teve a emissão da CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho).</p>
<p style="text-align: justify;">Vale lembrar que o principal meio de contágio pelo vírus é a via aérea. Por isso, a Caixa tem de fortalecer as medidas de proteção e segurança, como a manutenção dos aparelhos de ar-condicionado e a necessidade de reforçar o uso de máscaras em todos os ambientes de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Bancários Bahia</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Hoje é dia da segunda dose da vacina contra a Covid-19 para a categoria bancária</title>
		<link>https://bancarios.com.br/hoje-e-dia-da-segunda-dose-da-vacina-contra-a-covid-19-para-a-categoria-bancaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Oct 2021 14:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina já]]></category>
		<category><![CDATA[Vitória da Conquista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir desta quarta-feira (13), bancárias e bancários que foram imunizados com a primeira dose da vacina contra a Covid-19, na sede do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, já podem tomar a segunda dose. A diretoria do Sindicato disponibilizou a sede da entidade para a Secretaria de Saúde de Vitória da &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-49612 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/10/s-hoje-e-dia-da-segunda-dose-da-vacina-contra-a-covid-19-para-a-categoria-bancaria-site3-1024x544.png" alt="" width="618" height="328" /></p>
<p>A partir desta quarta-feira (13), bancárias e bancários que foram imunizados com a primeira dose da vacina contra a Covid-19, na sede do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, já podem tomar a segunda dose.</p>
<p>A diretoria do Sindicato disponibilizou a sede da entidade para a Secretaria de Saúde de Vitória da Conquista também nessa segunda etapa, no entanto, foi informado que a segunda dose tem sido disponibilizada de forma unificada nos postos de saúde. Segundo informe da prefeitura, a vacina da fabricante Oxford, utilizada na primeira dose, está sendo aplicada na Unidade Básica de Saúde João Melo, no bairro Ibirapuera, e nas Unidades de Saúde da Família do bairro Nossa Senhora Aparecida, Bruno Bacelar, Patagônia e Nova Cidade.</p>
<p><strong>Campanha Vacina Já</strong></p>
<p>Desde o início da pandemia, o Sindicato atuou para proteger a categoria, que manteve o atendimento essencial à população. Primeiramente, foi solicitado às prefeituras da base a testagem dos trabalhadores, como aconteceu em Conquista e com a chegada das vacinas, a diretoria do SEEB/VCR reivindicou ao poder público a inclusão da categoria na fase 4 do PNI e se articulou com os vereadores para garantir recomendações das câmaras municipais.</p>
<p>Para reforçar a reivindicação, o Sindicato promoveu uma campanha na base territorial, com manifestações, utilização de carro de som, anúncio em outdoors, entrevistas à imprensa, carreata e distribuição de adesivos e camisetas, buscando o esclarecimento da sociedade sobre a urgência da vacinação das bancárias e bancários.</p>
<p>Com a campanha, a categoria conseguiu garantir o início da imunização das categorias em muitas cidades da base, entre elas em Vitória da Conquista, no mês julho.</p>
<p>Agora a diretoria do SEEB/VCR reforça a necessidade de seguir o calendário de imunização com a segunda dose da vacina. “A vacinação da categoria bancária foi sem dúvida uma grande vitória que tivemos durante essa pandemia. Perdemos muitos colegas durante este período e sabemos que agora estamos imunizados diminuindo a carga mental durante esse momento difícil que estamos atravessando. Nós do Sindicato seguimos reforçando a importância da ciência no desenvolvimento das tecnologias necessárias para o combate às pandemias e seguimos firmes na luta por um país onde a vida da classe trabalhadora esteja em primeiro lugar”, destaca Leonardo Viana, presidente do SEEB/VCR.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Câmara aprova lei que autoriza retorno de gestantes não vacinadas ao trabalho</title>
		<link>https://bancarios.com.br/camara-aprova-lei-que-autoriza-retorno-de-gestantes-nao-vacinadas-ao-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Oct 2021 13:37:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Gênero]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou, por 296 votos a 121, um projeto de lei que determina que grávidas que optarem por não se vacinar podem retornar ao trabalho presencial. Já as gestantes que não tiverem completado a imunização poderão permanecer afastadas das atividades presenciais. O texto aprovado nesta quarta-feia (6) altera a Lei 14.151/21, que &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-49573 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/10/systemuploadsnews3232dc40f95c51c1a3e-700x460xfit-09ace.jpg" alt="" width="618" height="406" /></p>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou, por 296 votos a 121, um projeto de lei que determina que grávidas que optarem por não se vacinar podem retornar ao trabalho presencial. Já as gestantes que não tiverem completado a imunização poderão permanecer afastadas das atividades presenciais.</p>
<p>O texto aprovado nesta quarta-feia (6) altera a Lei 14.151/21, que garantiu o afastamento da gestante do trabalho presencial com remuneração integral durante a pandemia, e segue para análise do Senado.</p>
<p>De acordo com o texto do PL, se a opção for pelo retorno ao presencial, a trabalhadora gestante deverá retornar ao trabalho nas seguintes hipóteses:</p>
<p>. encerramento do estado de emergência;</p>
<p>. após sua imunização completa;</p>
<p>. se ela se recusar a se vacinar contra o novo coronavírus, assinado um termo de responsabilidade. Neste caso, a gestante precisará se comprometer a cumprir todas as medidas preventivas adotadas pelo empregador;</p>
<p>. se houver aborto espontâneo com recebimento da salário-maternidade nas duas semanas de afastamento garantidas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).</p>
<p>Segundo o texto, a empregada afastada por não ter concluído a imunização contra Covid-19 ficará à disposição para exercer as atividades de casa, por meio do teletrabalho, trabalho remoto ou outra forma de trabalho a distância, sem que isso afete sua remuneração.</p>
<p>Se a gestante não puder exercer sua ocupação por meio do teletrabalho ou outra forma de trabalho a distância, mesmo com alteração de sua função, a situação será considerada como gravidez de risco até ela completar a imunização, quando deverá retornar ao trabalho presencial. Durante o período considerado como gravidez de risco, a trabalhadora receberá o salário-maternidade desde o início do afastamento até 120 dias após o parto ou, se a empresa fizer parte do programa Empresa Cidadã de extensão da licença, por 180 dias. Entretanto, não poderá haver pagamento retroativo à data de publicação da futura lei.</p>
<p>O projeto também dá à empresa a possibilidade de alterar a função exercida pela gestante no trabalho remoto, mas sem mudar a remuneração. A companhia terá que respeitar as competências para o desempenho do trabalho e as condições pessoais da gestante para o exercício da tarefa. Quando voltar a atividade presencial, a funcionária terá assegurada a retomada de sua função anterior.</p>
<p>O direito da gestante de não se vacinar foi criticado pela deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), que chamou o texto de negacionista. &#8220;É a primeira lei, é o primeiro texto que eu vejo legitimar a negação da vacina&#8221;, segundo a Folha de S Paulo. &#8220;Como nós vamos escrever aqui o negacionismo, expresso num texto de lei, elogiando, quase, o negacionismo, a negação da vacina como mecanismo legal? Nós não podemos aceitar um texto em que se escreve isso.&#8221;</p>
<p>Também à Folha, a deputada Vivi Reis (PSOL-PA) disse estar alarmada com o texto. &#8220;Nós não podemos tratar a vacina como uma vontade, como um querer. Vacina é um direito, vacina tem que ser coletiva”.</p>
<p>“Quando uma grávida pode fazer a opção por estar no trabalho sem estar imunizada, coloca em risco não só a sua vida, não só a vida de quem ela está gerando no seu corpo, mas também coloca em risco a vida de quem trabalha no mesmo ambiente&#8221;, ressaltou a deputada.</p>
<p>&#8220;Não há termo de responsabilidade nenhum. Quem vai se responsabilizar pela vida dos demais trabalhadores e trabalhadoras do mesmo ambiente dessa mulher? Quem vai se responsabilizar por isso? Quem vai se responsabilizar depois que acontece um óbito de vítima de Covid-19? Nós confiamos, acreditamos e defendemos a vacinação.&#8221;</p>
<p>Fonte: CUT</p>
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		<title>Governo abriu mão de ter sensores baratos e eficazes para detecção precoce de covid no SUS</title>
		<link>https://bancarios.com.br/governo-abriu-mao-de-ter-sensores-baratos-e-eficazes-para-deteccao-precoce-de-covid-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2021 14:05:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tecnologia nacional não está disponível aos brasileiros por decisões políticas de Jair Bolsonaro e seus ministros Cientistas brasileiros desenvolveram uma tecnologia inovadora para detecção precoce do novo coronavírus: um dispositivo portátil, acoplado ao celular por meio de um leitor USB, que teria eficácia similar ao exame PCR – feito a partir da coleta de mucosa do nariz &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="description"><em>Tecnologia nacional não está disponível aos brasileiros por decisões políticas de Jair Bolsonaro e seus ministros</em></p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-49285 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/09/image_processing20210916-12384-17yn2iu-1.jpeg" alt="" width="618" height="365" /></p>
<p>Cientistas brasileiros desenvolveram uma tecnologia inovadora para detecção precoce do novo coronavírus: um dispositivo portátil, acoplado ao celular por meio de um leitor USB, que teria eficácia similar ao exame PCR – feito a partir da coleta de mucosa do nariz e da garganta.</p>
<p>Esse biossensor, resultado de pesquisas iniciadas há sete anos, ainda não está disponível no mercado nem no Sistema Único de Saúde (SUS) por decisões políticas do governo Jair Bolsonaro (sem partido).</p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/fuRQGy5jqdE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p>Estudos sobre o tema foram desenvolvidos paralelamente no Centro de Tecnologia da Informação (CTI) Renato Archer, vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), e no Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec), estatal fabricante de chips e semicondutores criada pelo governo Lula (PT) em 2008.</p>
<p>Em junho de 2020, o Ministério da Economia iniciou o processo de liquidação do Ceitec, impedindo o avanço daquele projeto.</p>
<p>“O Ceitec já tinha uma tecnologia própria, um pouquinho diferente da minha”, conta Talita Mazon, doutora em Química e tecnologista sênior no CTI Renato Archer, com sede em Campinas (SP).</p>
<p>“Eu cheguei a fazer alguns testes para validar rapidamente o biossensor deles para covid. Era uma tecnologia que já poderia estar no mercado, porque eles já tinham capacidade de produzir em larga escala”, completa.</p>
<p>A linha de produção de sensores eletroquímicos do Ceitec custou, em valores atualizados, cerca de R$ 18 milhões aos cofres públicos. A sede da empresa fica em Porto Alegre (RS).</p>
<p>Com o desmonte dessa estatal, o aperfeiçoamento das pesquisas e a validação dos testes só foi possível graças a uma empresa privada – a <em>startup </em>Visto.bio, parceira do CTI desde 2020.</p>
<p>Enquanto cada exame PCR custa em média R$ 340 e deve ser feito de 3 a 10 dias após o início dos sintomas, o dispositivo anunciado na página da Visto.bio detecta o coronavírus desde o instante zero da infecção, só com a saliva, segundo informações disponibilizadas pela empresa.</p>
<p>O custo de um leitor, para realizar até 10 mil testes, é de R$ 300 – mais R$ 10 de um refil descartável a cada nova testagem.</p>
<p class="ckeditor-img-caption"><img src="https://images02.brasildefato.com.br/6fc2e82f5d958ed838f51dfec9575a49.jpeg" /><br />
<em>Kit é composto por leitor USB que se conecta em um celular para leitura dos dados; o refil é um biossensor descartável com o anticorpo do vírus imobilizado / Divulgação / Visto.bio</em></p>
<p>“A gente comprou todos os equipamentos e dispositivos necessários para o desenvolvimento. Por conta de [o CTI] ser um órgão público, doamos todo o material”, explica Renan Serrano, CEO da Visto.bio. “Então, a gente dividiu a patente com o CTI, 50-50.”</p>
<p>A empresa também custeou, no primeiro semestre, a validação do biossensor para detecção de covid-19. Foram testadas com sucesso 70 pessoas no Hospital das Clínicas da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu (SP).</p>
<p>Além do preço, o diferencial é que o resultado é obtido em apenas 15 segundos, enquanto o PCR leva até 7 dias úteis.</p>
<p>O dispositivo está em fase final de validação junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que pede uma análise clínica com mil pessoas.</p>
<p>Única empresa pública capaz de produzir sensores em escala industrial, o Ceitec poderia agilizar os processos de validação e autorização se não estivesse em pleno desmonte.</p>
<p>Números de maio da plataforma “Nosso Mundo em Dados”, ligada à Universidade de Oxford, mostravam que o Brasil era apenas o 78º país do mundo em testes de covid realizados. Enquanto Chile e Austrália faziam mais de 700 testes por mil habitantes, no Brasil eram apenas 149.</p>
<p>A testagem e o rastreio são considerados essenciais pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para o controle da pandemia.</p>
<p>Sem adotar essas políticas, o Brasil deve atingir, ainda em setembro, a marca de 600 mil mortos em decorrência do novo coronavírus.</p>
<p class="ckeditor-subtitle"><strong>Histórico</strong></p>
<p>As pesquisas para desenvolvimento de biossensores começaram no CTI há cerca de sete anos.</p>
<p>“Assim que surgiu o surto do zika vírus [em 2015], nós adaptamos a base, fomos aperfeiçoando e aprofundando. Quando íamos começar a validação com amostras, veio a pandemia de covid-19, então a gente adaptou o teste novamente”, relata a pesquisadora Talita Mazon.</p>
<p>A tecnologia que está prestes a ser disponibilizada no mercado pela Visto.bio poderia ser adaptada para detecção de qualquer doença infecciosa. Basta substituir o material biológico adicionado ao sensor.</p>
<p>“A gente usava um anticorpo para identificar a proteína NS1, que era específica da zika. Nesse [da covid], a gente escolheu um material biológico para detectar a espícula [proteína que recobre o vírus]”, explica a tecnologista sênior do CTI.</p>
<p>O primeiro artigo publicado pelo grupo de Talita Mazon nessa área foi sobre um biomarcador de câncer de ovário.</p>
<p>Em seguida, a tecnologia foi adaptada para desenvolvimento de um sensor para nefropatia diabética – a partir de uma demanda da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>
<p>“Era importante detectá-la [nefropatia] já no início, para poder evitar que o paciente chegasse logo à hemodiálise”, lembra.</p>
<p>Na mesma época, pesquisadores do sul do país também obtiveram avanços importantes.</p>
<p>O físico Vinícius Zoldan, especialista em tecnologia eletrônica avançada do Ceitec, participou de um projeto aprovado na área de detectores em um edital do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em 2016.</p>
<p>“Na época, a ideia foi um detector de micro RNA, focado principalmente no diagnóstico precoce do câncer”, explica Zoldan.</p>
<p>“Esse foi o ponto de partida da linha de sensores dentro do Ceitec. Porque não é algo que se cria da noite para o dia”, ressalta.</p>
<p>A verba foi liberada pelo CNPq a partir de 2017. Os primeiros testes de sensibilidade foram realizados em agosto de 2018.</p>
<p>Em dezembro daquele ano, um dispositivo para separação do plasma sanguíneo foi testado com sucesso pela primeira vez.</p>
<p>O projeto foi desenvolvido em parceria com pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), das áreas de eletroquímica e farmácia, e resultou no registro de uma primeira patente.</p>
<p>A partir de 2019, o Ceitec passou a otimizar o processo produtivo para aprimorar a sensibilidade do dispositivo.</p>
<p>“Para chegarmos a esse sensor de RNA, tivemos que fazer novos desenvolvimentos internos, e isso foi abrindo várias possibilidades. Entre elas, utilizar essa plataforma como sensores eletroquímicos”, relata Vinícius Zoldan.</p>
<p class="ckeditor-subtitle"><strong>De volta ao CTI</strong></p>
<p>Em 2019, um artigo escrito pela equipe de Talita Mazon no CTI sobre biossensores para detecção de doenças ficou entre os 100 mais acessados da área de química na <em>Scientific Reports</em>, publicação científica do grupo britânico <em>Nature</em>.</p>
<p>O texto teve mais de 1,6 mil downloads e detalhava os avanços no desenvolvimento de sensores de baixo custo para detecção de doenças como câncer, Parkinson e zika.</p>
<p>Pesquisas sobre o tema se tornaram comuns em universidades públicas nos últimos dois anos.</p>
<p>“Há cada vez mais interesse internacional por testes rápidos, que sejam portáteis e menos invasivos, sem precisar tirar sangue”, explica Mazon.</p>
<p>Em fevereiro de 2020, o Ceitec começou a ser procurado por instituições interessadas em parcerias para fabricação desses sensores. Além dos avanços dos cinco anos anteriores, a estatal chamava atenção por sua capacidade de produção.</p>
<p>“Havíamos feito um sensor de glicose, simplesmente para mostrar que nosso sensor eletroquímico conseguia perceber pequenas variações em uma solução. A gente demonstrou que era algo rápido e portátil, que poderia ser controlado via celular”, enfatiza Vinícius Zoldan, que liderava as pesquisas no Ceitec.</p>
<p>“A gente mostrou toda a viabilidade, mostrou que era rápido, e ressaltou que o Ceitec tinha capacidade de produção em escala desses sensores.”</p>
<p>Internacionalmente, o dispositivo é conhecido como <em>lab-on-chip</em>, termo em inglês que significa “laboratório dentro de um chip.”</p>
<p class="ckeditor-img-caption"><img src="https://images03.brasildefato.com.br/5ad16a440747211fe215369315df058c.jpeg" /><br />
<em>Máquinas utilizadas na montagem do chip ou célula eletroquímica no Ceitec / Arquivo/ACCEITEC</em></p>
<p class="ckeditor-subtitle"><strong>Parceria interrompida</strong></p>
<p>Dois meses após o primeiro caso de covid-19 no Brasil, o Ceitec já assegurava ter capacidade de fabricar sensores eletroquímicos em grandes volumes. Foi o que escreveu Marcos Tadeu de Lorenzi, diretor técnico e de negócios da estatal, em carta ao professor Jorge Luiz Pesquero, doutor em biologia molecular, em 30 de abril de 2020.</p>
<p>Pesquero coordenava um grupo de pesquisa sobre o tema na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).</p>
<p>“A produção de sensores eletroquímicos destinados a testes rápidos (&#8230;) [é] uma tecnologia robusta, de baixo custo de produção, e que gera resultados rápidos. A Ceitec já desenvolve uma plataforma integrada para testes eletroquímicos, a qual permitirá que os testes sejam realizados usando um simples smartphone”, escreveu de Lorenzi.</p>
<p>“A Ceitec possui toda a linha de teste e encapsulamento totalmente operante. (&#8230;) Por exemplo, possui capacidade de produção que pode chegar a mais de 1 milhão de unidades por mês”, completou o diretor técnico e de negócios da estatal, em carta obtida com exclusividade pelo <strong>Brasil de Fato</strong>.</p>
<p>Especialistas do Ceitec ouvidos pela reportagem confirmaram que a capacidade aproximada era de 1,5 milhão de unidades por mês.</p>
<p class="ckeditor-img-caption"><img src="https://images02.brasildefato.com.br/bc162219e2fef38d9482e30dbf13a22b.jpeg" /><br />
<em>Ceitec foi criado em 2008 e está em fase de liquidação / Divulgação</em></p>
<p>Após contatos de várias universidades e centros de pesquisa, foi concretizada uma parceria entre o Ceitec, o CTI Renato Archer e o Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP) – associação de direito privado, sem fins lucrativos.</p>
<p>Uma carta de intenções, em 23 de julho de 2020, formalizou o desejo das três instituições de cooperar para “validação de sensores para aplicações biológicas, com potencialidade de produção em escala, e com versatilidade para soluções personalizadas envolvendo diferentes cenários de diagnóstico como, por exemplo, para zika vírus e covid-19.”</p>
<p>O documento foi assinado pelo diretor do CTI, Jorge Vicente Lopes da Silva, pelo presidente do Ceitec, Paulo de Tarso Mendes Luna, e pelo diretor-presidente do IBMP, Pedro Ribeiro Barbosa.</p>
<p>A parceria também envolvia cientistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no Paraná, com uma tarefa específica.</p>
<p>“Nem sempre o que se consegue produzir de forma manual em um laboratório é viável como produto. Esse era um dos pontos importantes da Fiocruz na parceria”, explica Zoldan, especialista em tecnologia eletrônica avançada do Ceitec.</p>
<p>“Eles avaliavam até que ponto o projeto era comercialmente atrativo, considerando o custo para transformar o protótipo em produto.”</p>
<p>No mesmo mês, o projeto “Desenvolvimentos colaborativos multicêntricos de testes <em>point of care</em> (POC) para diagnóstico de covid-19”, elaborado pelas três instituições, ficou de fora da lista de aprovados em edital do CNPq para enfrentamento da pandemia.</p>
<p>“A gente tentou vários editais. Mas o Ceitec, infelizmente, entrou em liquidação e ficou muito complicado desenvolver com eles”, relata Talita Mazon.</p>
<p>Em 25 de agosto de 2020, em plena liquidação, o Ceitec registrou uma solicitação de patente no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) com o título “Dispositivo sensor eletroquímico do tipo micromódulo”.</p>
<p>“A presente invenção refere-se a um micromódulo eletroquímico formado pela integração de um chip sensor com um substrato flexível de múltiplos terminais, contendo uma cavidade eletroquímica para receber a amostra fluida”, dizia a descrição técnica do pedido.</p>
<p>Essa patente foi aceita e publicada oficialmente em 6 de abril deste ano – com a estatal já praticamente desmontada e incapaz de produzir sensores.</p>
<p>Na lista de inventores, além de Zoldan, constam os engenheiros mecânicos Eduardo Poletto Höehr e Jefferson Frasson e os físicos Ronald Tararam, Artur Pfeifer Coelho e Ludmar Guedes Matos.</p>
<p class="ckeditor-subtitle"><strong>A liquidação</strong></p>
<p>O desmonte do Ceitec pelo governo Bolsonaro foi decisivo para que a parceria não decolasse.</p>
<p>“Quando o Ceitec entra no PPI [Programa de Parcerias de Investimentos] no início de 2019 e, em seguida, passa ao Programa Nacional de Desestatização [PND], tudo que a empresa tinha de desenvolvimento foi rechaçado. A administração do Ceitec passou a ser exclusivamente do Ministério da Economia”, explica Silvio Luis Santos Júnior, presidente da Associação dos Colaboradores do Ceitec (ACCEITEC).</p>
<p>Esse primeiro passo foi comemorado por Salim Mattar, fundador da empresa Localiza e então secretário de Desestatização na pasta chefiada por Paulo Guedes.</p>
<p>“A Ceitec [&#8230;] é a primeira estatal a ser liquidada. Isso significa menos uma estatal que só onerava o cidadão pagador de impostos”, escreveu em sua conta no Twitter em 11 de junho de 2020.</p>
<p>O Ministério da Economia assumiu, então, a nomeação de conselheiros do Ceitec, travando a aquisição de insumos para desenvolvimento de projetos como o do biossensor.</p>
<p>“Agora, para gastar um real, não basta justificar: é preciso convencer o conselheiro de que aquilo é essencial para a continuidade da empresa. Ou seja, só água, luz e algum insumo estritamente necessário”, afirma Santos Júnior.</p>
<p>“Então, ficamos engessados. Eles proibiram a diretoria do Ceitec de comprar qualquer coisa para desenvolvimento dos projetos.”</p>
<p>Vinícius Zoldan exemplifica essa situação lembrando a compra de um insumo específico, que demorou de junho a outubro para ser liberada.</p>
<p>“Para deslanchar o desenvolvimento dos sensores na parceria com o CTI, a gente dependia de comprar a fita do micromódulo. Foi uma novela. Eu me lembro de escrever uns 30 relatórios explicando a necessidade, e recebíamos mil desculpas diferentes, porque estavam aguardando o parecer do conselho”, relata.</p>
<p>“Eles [conselheiros] se reuniam uma vez por mês. Então, a gente fazia um pedido em uma reunião, eles pediam uma explicação extra. No mês seguinte, pediam mais dois ou três detalhes. E assim por diante. Imagina, no meio de uma pandemia, três ou quatro meses de espera.”</p>
<p>Atas de reuniões do Conselho de Administração mostram que as negativas eram reiteradas sem maiores explicações.</p>
<p class="ckeditor-img-caption"><img src="https://images03.brasildefato.com.br/aea65dd21d5689d874fa9d5459bae55b.jpeg" /><br />
<em>Trecho da ata de reunião do conselho do Ceitec em agosto de 2020; compra de insumos foi recusada pelos conselheiros sem maiores detalhes / Reprodução</em></p>
<p>“Parecia intencional toda aquela burocracia”, observa Silvio Luis Santos Júnior, representante dos trabalhadores da estatal.</p>
<p>Como se não bastasse a demora na aquisição de insumos, toda a equipe de desenvolvimento que trabalhava na linha de biossensores do Ceitec foi demitida.</p>
<p>“A gente chegou a fazer algumas rodadas de testes. Eles [CTI] nos enviaram amostras, e a gente enviou de volta os protótipos. Próximo à minha demissão, já estavam sendo feitos testes práticos em hospital com esses sensores”, lembra Vinícius Zoldan, do Ceitec.</p>
<p>A demissão de Zoldan do cargo de especialista em tecnologia eletrônica avançada foi oficializada em 26 de julho de 2021.</p>
<p>“Foi mandada uma última rodada de testes ao CTI, mas não houve um rompimento oficial da parceria”, afirma o cientista.</p>
<p>“Lembro de um último e-mail dela [Talita Mazon], que eu nem respondi porque já sabia a data de demissão – minha e de toda a equipe. Eu não sabia nem o que responder, mas a mensagem era a mais óbvia possível: se não tem ninguém da área de desenvolvimento, não vai ter como seguir.”</p>
<p>Há duas semanas, o Tribunal de Contas da União (TCU) ordenou ao governo federal que suspendesse a liquidação do Ceitec. O Ministério da Economia tem até o fim de outubro para justificar que há interesse público nessa decisão.</p>
<p class="ckeditor-subtitle"><strong>Projeto avançou sem o Ceitec</strong></p>
<p>A pesquisadora do CTI reforça o impacto da liquidação do Ceitec na interrupção da parceria para desenvolvimento dos biossensores.</p>
<p>“Se a Ceitec estivesse funcionando, acredito que o biossensor já estaria no mercado”, diz Talita Mazon.</p>
<p>Em meio ao desmonte da estatal com sede em Porto Alegre, o CTI aproximou-se <em>startup</em> Visto.bio – que contribuiu no desenvolvimento dos testes e financiou as validações em Botucatu.</p>
<p>“A [Visto.bio] procurou o CTI porque sabia da nossa pesquisa do zika vírus, e perguntou da possibilidade de fazer teste para detectar a covid-19. Então, nós firmamos uma parceria, uma colaboração”, explica a cientista.</p>
<p class="ckeditor-img-caption"><img src="https://images01.brasildefato.com.br/68461925f549ff1a28941b7b0b142776.jpeg" /><br />
<em>Imagem em detalhe mostra o biossensor acoplado a um smartphone para verificação do resultado / Divulgação/Visto.bio</em></p>
<p>Como não tem estrutura para fabricação do dispositivo, a Visto.bio buscou uma empresa privada para fabricar mil unidades e submeter os testes à última análise clínica requerida pela Anvisa.</p>
<p>O nome da fabricante privada não foi confirmado pela Visto.bio – que já possui uma lista de espera de interessados no biossensor.</p>
<p>“Hospitais que se interessaram vão ser os primeiros [a receber os biossensores]. Depois, dentistas, psicólogos e outros profissionais da saúde que se inscreveram. Quando a Anvisa der ok, a gente já consegue iniciar a fabricação”, afirma Renan Serrano, CEO da empresa.</p>
<p>Segundo o fundador da Visto.bio, nenhuma unidade vinculada ao SUS está na lista de interessados.</p>
<p class="ckeditor-subtitle"><strong>Desperdício</strong></p>
<p>Em junho de 2020, a revista Mundo MCTI, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, dava destaque às pesquisas de biossensores no Ceitec. No mesmo mês, o governo Bolsonaro anunciava o início da liquidação da estatal.</p>
<p>Desde então, a pasta deixou de dar visibilidade ao projeto e à empresa pública em seus canais oficiais.</p>
<p class="ckeditor-img-caption"><img src="https://images02.brasildefato.com.br/3662fc6e7b7acb3de77cc1ee8c8c68ea.jpeg" /><br />
Ministro Marcos Pontes, do MCTI, em visita à linha de sensores eletroquímicos do Ceitec, antes da demissão dos desenvolvedores / Arquivo/ACCEITEC</p>
<p>“O ministro Marcos Pontes foi derrotado no debate sobre a liquidação. Como ele iria continuar projetando o Ceitec como solução para testagem da covid, enquanto o governo que ele faz parte está liquidando a empresa? Não tem como, é incompatível”, analisa Silvio Luis Santos Junior, presidente da ACCEITEC.</p>
<p>Na avaliação dele, ter um dispositivo fabricado pelo Ceitec em hospitais e postos de saúde, em plena pandemia, poderia influenciar a opinião pública no debate sobre a liquidação da estatal.</p>
<p>“No momento em que uma tecnologia nacional entra no SUS para detecção precoce de covid, a nossa imagem muda. Hoje, a liquidação é discutida apenas sob o fluxo de caixa, mas o Brasil poderia economizar milhões de reais com uma tecnologia como essa, além de ajudar no combate à pandemia”, completa.</p>
<p class="ckeditor-subtitle"><strong>Abandono à ciência</strong></p>
<p>Conforme levantamento da economista Fernanda De Negri, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), obtido pelo jornal <em>O Estado de S. Paulo</em>, os investimentos do governo federal em ciência e tecnologia em 2020 foram os menores dos últimos 12 anos.</p>
<p>Este ano, o orçamento do CNPq foi o menor do século: R$ 1,21 bilhão, menos da metade do que foi disponibilizado no ano passado.</p>
<p>Antes de presidir a ACCEITEC, Santos Júnior atuava dando suporte aos pesquisadores da área de produção da estatal. Ele afirma que a substituição por uma organização social (OS), como propõe o governo Bolsonaro, não garante a continuidade dos projetos.</p>
<p>“A gente tem uma visão macro do que está acontecendo, e vê colegas tirando dinheiro do bolso para comprar insumos, conseguir reagentes, finalizar pesquisas”, lamenta.</p>
<p>“A liquidação do Ceitec é o fim. Não vai ficar lá para outro fazer. E estava pronto, era público, para o público, e totalmente nacional.”</p>
<p>Além dos sensores eletroquímicos, outros projetos deixaram de ser realizados sob a justificativa de que a liquidação inviabilizaria o andamento.</p>
<p class="ckeditor-img-caption"><img src="https://images01.brasildefato.com.br/945b9ea7e649521c72b03fccf72806f8.jpeg" /><br />
<em>Parte da estrutura interna do Ceitec, colocado em liquidação pelo governo Bolsonaro / Arquivo/ACCEITEC</em></p>
<p>“Alguns dizem que é um desperdício investir em ciência porque os pesquisadores só produzem artigos, que vão de nada a lugar nenhum. De fato, para quem está na universidade é difícil desenvolver a ideia e montar uma planta-piloto para produção em escala e validação”, explica Vinícius Zoldan.</p>
<p>“É nesse ponto que entrava o Ceitec. A gente oferecia capacidade de produção em escala e testes para os sensores desenvolvidos. Ou seja, podíamos transformar um protótipo em um produto.”</p>
<p>Após a demissão, Zoldan desistiu de produzir ciência no Brasil. Ele só não deixou o país porque a esposa estava grávida e o casal preferiu não se mudar.</p>
<p>“O governo investiu na minha formação, pagou faculdade, mestrado, doutorado, pós-doutorado. Quando eu estava no ápice da capacidade produtiva e realmente poderia devolver esse investimento ao Brasil, fui demitido. Depois do que aconteceu com o Ceitec, eu desisti da área acadêmica, joguei 20 anos de trabalho fora”, finaliza o cientista, que hoje trabalha como assessor de investimentos.</p>
<p class="ckeditor-subtitle">Outro lado</p>
<p>O <strong>Brasil de Fato</strong> apresentou as informações, críticas e questionamentos desta matéria ao MCTI, ao Ministério da Economia, ao CNPq e à atual gestão do Ceitec.</p>
<p>A reportagem também questionou o Ministério da Saúde, para saber se a pasta estava ciente das etapas de desenvolvimento do biossensor para detecção de covid-19.</p>
<p>Não houve retorno em nenhum dos casos.</p>
<p>Fonte: Brasil de Fato</p>
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		<item>
		<title>Pesquisa sobre as sequelas da Covid-19 encerra retrato da categoria bancária</title>
		<link>https://bancarios.com.br/pesquisa-sobre-as-sequelas-da-covid-19-encerra-retrato-da-categoria-bancaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 12:37:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Realidade Bancária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Resultado parcial da pesquisa feita em parceria com a Unicamp foi apresentado; questionário continua válido e Contraf-CUT reforça importância de bancários responderem O retrato da categoria bancária continuou a ser traçado durante a primeira mesa de trabalho da 23ª Conferência Nacional dos Bancários, na manhã deste sábado (4), com a apresentação do resultado parcial da &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Resultado parcial da pesquisa feita em parceria com a Unicamp foi apresentado; questionário continua válido e Contraf-CUT reforça importância de bancários responderem</em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-49041 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/09/whatsapp-image-2021-09-04-at-115525-1.jpeg" alt="" width="618" height="372" /></p>
<p>O retrato da categoria bancária continuou a ser traçado durante a primeira mesa de trabalho da 23ª Conferência Nacional dos Bancários, na manhã deste sábado (4), com a apresentação do resultado parcial da pesquisa feita em parceria com a Universidade de Campinas (Unicamp) sobre as sequelas da Covid-19 na categoria bancária.</p>
<p>A pesquisa mapeou a saúde do trabalhador bancário já acometidos pela doença afim de subsidiar o Comando Nacional dos Bancários nas negociações com os bancos e para garantir a devida proteção à saúde dos trabalhadores. Num questionário online, eles descreveram os sintomas e outros efeitos que permaneceram após a cura. Os dados fornecidos pelos entrevistados são todos protegidos. Somente dados totalizados é que serão divulgados.</p>
<p>Trata-se de uma extensa e aprofundada pesquisa que busca levantar sintomas e impactos na saúde, tanto na fase mais branda da doença como na mais rigorosa, inclusive em casos de reinvenção.</p>
<p>Mauro Salles, secretário de Saúde do Trabalhador da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), informa que receberam muitos relatos de colegas que estão sofrendo com as sequelas da Covid-19, alguns trabalhando sem as devidas condições. “A pesquisa, cujos dados preliminares já mostram que essa preocupação é real, vai nos ajudar a buscar garantir aos colegas uma atenção especial. Vamos atuar para garantir os direitos trabalhistas e previdenciárias, e cobrar dos bancos acompanhamento dos casos, com garantia de tratamento adequado e acompanhamento médico através do Programa de Controle médico e saúde ocupacional (PCMSO, entre outras medidas”.</p>
<p>Para Mauro Salles, um dado que preocupa “é quando 31,2% dos bancários que responderam afirmam que o banco não lhe proveu assistência durante a infecção e 41,8% afirmaram que os bancos não disponibilizaram testes para Covid.”</p>
<p>A doutora Clarissa Lin Yasuda, médica e professora assistente de Neurologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (FCM/UNICAMP), informou que os resultados preliminares do inquérito sobre alterações neurológicas em bancários após a infecção por Sars-CoV-2 mostram que os sobreviventes persistem com diversas queixas. “Sentem-se com fadiga, ansiedade, dificuldades cognitivas. Além disso, aproximadamente 30% referem-se estar com capacidade de trabalho diminuída após a infecção. Esse estudo é de extrema importância para uma caracterização detalhada das limitações e possíveis sequelas secundárias a infecção. Somente com estudos científicos será possível convencer governantes sobre a magnitude dessas limitações”.</p>
<h3>Pesquisa continua</h3>
<p>A Contraf-CUT reforça a importância de os bancários responderem. “A pesquisa é importante para a gente negociar. Pedimos empenho aos sindicatos. É mais uma fase na luta pela proteção da categoria bancária. A gente conta que bancárias e bancários procurem seus sindicatos para responder essa pesquisa. Eles autorizam a divulgação dos dados gerais. A proteção da identificação está garantida”, explicou a presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, que também é coordenadora do Comando Nacional da categoria.</p>
<p>Fonte: Contraf/Cut</p>
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		<title>Contraf-CUT reforça importância de pesquisa sobre as sequelas da Covid-19</title>
		<link>https://bancarios.com.br/contraf-cut-reforca-importancia-de-pesquisa-sobre-as-sequelas-da-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 13:38:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os bancários já acometidos pela doença devem responder o questionário para pensar a política de saúde para a categoria e a população A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) reforça a importância de os bancários responderem a pesquisa, feita em parceria com a Universidade de Campinas (Unicamp), sobre as sequelas da Covid-19 na &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Os bancários já acometidos pela doença devem responder o questionário para pensar a política de saúde para a categoria e a população</em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-48916 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/08/whatsapp-image-2021-08-27-at-155412.jpeg" alt="" width="618" height="372" /></p>
<p>A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) reforça a importância de os bancários responderem a pesquisa, feita em parceria com a Universidade de Campinas (Unicamp), sobre as sequelas da Covid-19 na categoria bancária. A pesquisa é respondida por bancários já acometidos pela doença e que em um questionário online descreverão sintomas e outros efeitos que tenham permanecido após a cura.</p>
<p>“A pesquisa é importante para sabermos como a Covid-19 afeta a categoria, mas também para fazer negociação com os bancos. No ano passado, fizemos negociação sobre teletrabalho a partir de uma pesquisa, que foi muito importante nas negociações”, explicou a presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, coordenadora do Comando Nacional da categoria. A pesquisa feita pela Unicamp visa mapear a saúde do trabalhador e vai dar elementos para pensar a política de saúde para a categoria e a população. Os dados fornecidos pelos entrevistados serão todos protegidos.</p>
<h3>Dez minutos</h3>
<p>A pesquisa foca na categoria bancária, com um questionário que leva em média 10 minutos para ser respondido. “As pesquisas da Unicamp mostraram que há muitas sequelas. Mesmo nos casos leves, houve registro de sequelas cognitivas, cardíacas, renais. Isso está sendo estudado no mundo todo e vai impactar nas políticas públicas, na sociedade. Temos colegas que estão voltando a trabalhar sem as condições adequadas e com sequelas, que podem gerar problemas no trabalho”, alerta o secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT, Mauro Salles.</p>
<p>O bancário que responde o questionário da pesquisa tem a segurança de que informações pessoais são preservadas. Somente dados totalizados é que serão divulgados. Basicamente serão levantados sintomas tanto na fase mais branda da doença como na mais rigorosa. Bancários que foram acometidos duas vezes pela Covid-19 também terão algumas perguntas para responder.</p>
<p>“A pesquisa é importante para a gente negociar. Pedimos empenho aos sindicatos. É mais uma fase na luta pela proteção da categoria bancária. A gente conta que bancárias e bancários procurem seus sindicatos para responder essa pesquisa. Eles autorizam a divulgação dos dados gerais. A proteção da identificação está garantida. A gente espera apresentar essa pesquisa na Conferência Nacional da nossa categoria. Vai ser um marco porque a partir da conferência, teremos a mesa de negociação”, afirma Juvandia Moreira.</p>
<h3>Proteção da categoria</h3>
<p>“É bom lembrar que as pessoas poderiam estar todas vacinadas nesse momento. Mas agora é o momento de pensar que na nossa categoria várias pessoas vão ter sequelas. É importante fazer essa reflexão, além de tudo que temos feito. O estudo sobre a Covid-19 e a proteção da categoria é o mais importante”, destaca Ivone Silva, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e também coordenadora do Comando Nacional dos Bancários.</p>
<p>Fonte: Contraf/Cut</p>
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		<title>Fiocruz defende medidas restritivas e emite sinal de alerta para a Covid-19 no país</title>
		<link>https://bancarios.com.br/fiocruz-defende-medidas-restritivas-e-emite-sinal-de-alerta-para-a-covid-19-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2021 14:46:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialistas alertam para nova onda da pandemia e alertam para a necessidade de retorno de medidas mais restritivas, e não o afrouxamento, como decidiram o governador de SP e o prefeito do Rio Apesar de o Brasil registrar queda no número de casos de Covid-19 e também de internações e mortes em consequência da doença, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Especialistas alertam para nova onda da pandemia e alertam para a necessidade de retorno de medidas mais restritivas, e não o afrouxamento, como decidiram o governador de SP e o prefeito do Rio</em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-48824 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/08/systemuploadsnewsaf4c4d6e25d6da393f2-700x460xfit-84d4d.jpg" alt="" width="618" height="406" /></p>
<p>Apesar de o Brasil registrar queda no número de casos de Covid-19 e também de internações e mortes em consequência da doença, os sinais ainda são de “alerta”, segundo a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com o avanço da variante Delta, a entidade defende medidas restritivas urgentes para barrar mais uma onda da doença no país.</p>
<p>De acordo com a Fiocruz, o estado do Rio apresentou aumento no indicador de casos pela terceira semana seguida, voltando a atingir 70%, o que não ocorria desde meados de junho. O estado sofre um agravamento da pandemia com aumento de diagnósticos da variante Delta, os sinais indicam que a nova onda pode atingir todo o país.</p>
<p>Especialistas criticam a omissão do governo federal no combate a pandemia. Para eles, a principal forma de evitar que a situação do Rio se repita no Brasil inteiro é instaurando uma nova fase da pandemia com retorno a medidas mais restritivas, e não o afrouxamento, como decidiram o governado de São Paulo, João Doria (PSDB) e o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD).</p>
<p>A variante Delta já domina 37% das amostras de Covid-19 analisadas no Brasil, e a variante gamma, 62%, segundo a Gisaid, plataforma que monitora o avanço das variantes em todo o mundo. No caso do Rio de Janeiro, a proporção é de 48% para a Delta e 36% para a gamma. A cepa indiana está presente em 76% dos 92 municípios do estado.</p>
<p>A Fiocruz alerta ainda que o estado do Rio de Janeiro concentra vários casos da variante Delta, e também apresenta indícios de aumento do novo coronavírus. Nesta mesma situação estão os estados do Rio Grande do Norte, Bahia e Paraná.</p>
<p>Além do Rio, que chegou a 70% dos leitos ocupados, Paraná também registrou aumento na taxa, passando de 59% para 61%, com destaque para elevação expressiva do indicador na capital do estado, Curitiba (65% para 73%).</p>
<h3><strong>Tendência preocupante</strong></h3>
<p>O estudo da Fiocruz aponta duas tendências consideradas preocupantes pelos pesquisadores: a alta circulação do vírus, e o aumento no número de internações para algumas faixas etárias, especialmente entre idosos.</p>
<p>Em São Paulo, por exemplo, mesmo com o avanço da vacinação, mais de 60% dos pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) com Covid-19 na rede particular de hospitais do estado de São Paulo têm mais de 70 anos, segundo levantamento feito pelo Sindicato dos Hospitais Particulares de São Paulo (SindHosp). O número  corresponde a 52% do total de internações.</p>
<p>As internações em enfermarias e em UTIs, além dos óbitos, voltaram a se concentrar na população idosa, que apresenta maior vulnerabilidade dentre os grupos por faixas etárias.</p>
<p>“Com relação aos óbitos, a mudança é mais dramática: há novamente uma concentração dos óbitos nas idades mais longevas, com completa reversão da transição da idade ocorrida nos meses anteriores”, observam os pesquisadores da Fiocruz.</p>
<p>O estudo defende a importância da aceleração da vacinação, do uso de máscaras e do distanciamento físico.</p>
<p>“Há uma retomada da circulação de pessoas nas ruas próximas ao padrão anterior à pandemia, devido a uma sensação artificial de que a pandemia acabou, contribuindo para um relaxamento das medidas de prevenção por parte das pessoas e gestores”, afirmam os pesquisadores.</p>
<h3><strong>Pandemia no Brasil</strong></h3>
<p>Nesta quinta-feira (19) foram registradas 979 mortes e 36.315 novos casos de Covid-19 no Brasil, segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).</p>
<p>No total, o país já soma 572.641 mortes e 20.494.212 de contaminações pelo novo coronavírus, números que tornam o Brasil o segundo país com mais mortes e o terceiro em casos confirmados da doença.</p>
<p>Sete estados brasileiros ultrapassaram a marca de 1 milhão de contaminações: São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia, Santa Catarina e o Rio de Janeiro.</p>
<p>O estado de São Paulo lidera com mais de 4 milhões de contágios e 143 mil óbitos causados pela doença.</p>
<h3><strong>Pandemia no mundo</strong></h3>
<p>Segundo a Universidade Johns Hopkins, os Estados Unidos lideram em número de mortes pela doença no mundo, com mais de 624 mil óbitos.</p>
<p>Já em número de contaminações, os EUA e a Índia ficam à frente do Brasil no ranking mundial, ainda segundo a Johns Hopkins. Os Estados Unidos têm 37 milhões de contaminações pela doença e a Índia registra, até o momento, 32 milhões de casos.</p>
<p>O Brasil aparece em seguida, com 20.494.212 de contaminações pelo novo coronavírus.</p>
<p>Fonte: CUT</p>
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