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	<title>Arquivos Covid-19 - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
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		<title>OMS declara o fim da emergência de saúde da pandemia de Covid, a mais devastadora deste século</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 May 2023 13:59:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Encerramento da emergência está longe de significar que novas ameaças pandêmicas demorarão a aparecer &#8220;Doença respiratória misteriosa mata dois na China e gera alerta nos EUA&#8220;, dizia o título da reportagem no site da Folha. O texto, datado de 17 de janeiro de 2020, falava de &#8220;um novo tipo de coronavírus&#8221; na cidade chinesa de Wuhan. &#8230;</p>
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<div class="c-content-head__wrap"></div>
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<div class="c-tools-share c-tools-share--bordered-md toolbar rs_skip">
<h3 class="c-modal-drop" data-qty-collumn="3.4" data-registered="true">Encerramento da emergência está longe de significar que novas ameaças pandêmicas demorarão a aparecer</h3>
</div>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-57602" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/05/1612986030602436ae01a58_1612986030_3x2_lg.jpg" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p>&#8220;<a href="https://www.google.com/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjTu8PW7tv6AhVxrZUCHV1ZBnkQFnoECAgQAQ&amp;url=https%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fmundo%2F2020%2F01%2Fdoenca-respiratoria-misteriosa-mata-dois-na-china-e-gera-alerta-nos-eua.shtml&amp;usg=AOvVaw1lYl6UAe_7nHbJCk5xAaDQ" target="" rel="noopener">Doença respiratória misteriosa mata dois na China e gera alerta nos EUA</a>&#8220;, dizia o título da reportagem no site da <b>Folha</b>. O texto, datado de 17 de janeiro de 2020, falava de &#8220;um novo tipo de coronavírus&#8221; na cidade chinesa de Wuhan. &#8220;As autoridades de saúde locais tentaram tranquilizar a opinião pública: segundo elas, o risco de transmissão entre humanos, se não foi excluído, é considerado baixo.&#8221;</p>
<p>Ao menos no início, essa não era uma aposta descabida. Outros coronavírus recém-descobertos, inclusive um que emergira na própria China —o causador da pneumonia atípica Sars, detectado em 2002— tinham causado estragos muito limitados na população humana antes de serem contidos de vez.</p>
<p>Não era o caso do vírus que receberia a designação oficial de Sars-CoV-2. O causador da <a href="https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/coronavirus/" target="" rel="noopener">Covid-19</a> &#8220;aprendeu&#8221; a infectar células humanas com relativa eficiência e encontrou diante de si bilhões de potenciais vítimas, sem defesas naturais contra ele.</p>
<p>Nesta sexta-feira (5), após mais de três anos e quase 7 milhões de mortes, a OMS (Organização Mundial de Saúde) declarou que a Covid-19 não é mais uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (Espii).</p>
<p>A indicação de que uma doença representa uma emergência de saúde global se dá por um comitê formado frente a uma possível ameaça. Os membros desse conselho se reúnem e aconselham o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, se a situação representa ou não uma emergência a nível global.</p>
<p>No caso da Covid, isso ocorreu em 30 de janeiro de 2020. Desde então, os membros do comitê mantinham a posição de que a infecção continuava representando um risco mundial. Isso mudou somente com a última reunião, ocorrida nesta quinta (4), em que o grupo observou que a doença não representa mais uma preocupação para a saúde pública a nível mundial.</p>
<p>O resultado do contato com a Covid-19 foi a mais devastadora pandemia deste século até agora, responsável por desencadear uma espécie de viagem no tempo epidemiológica —rumo ao passado.</p>
<p>Pela primeira vez desde o começo do século 20, uma das principais causas de morte em países ricos voltou a ser uma doença infecciosa. O mesmo aconteceu em países como o Brasil, nos quais, apesar da desigualdade social, a maior parte das moléstias transmissíveis também tinha sido vencida ou contida.</p>
<p>Em boa parte do mundo, a expectativa de vida chegou a diminuir: pouco mais de dois anos de vida a menos no caso de americanos do sexo masculino, de acordo com um estudo publicado em fevereiro de 2022. Os dados mais conservadores, com testes que detectaram diretamente a ação do vírus, indicam que 6,5 milhões de pessoas morreram de Covid-19 até outubro de 2022. Dessas, quase 700 mil eram brasileiras.</p>
<p>O número real, porém, pode ser muito maior. Quando são computadas as chamadas mortes em excesso — ou seja, as que superam o que seria esperado segundo tendências normais de mortalidade, sem a pandemia— as vítimas da doença poderiam chegar a 15 milhões.</p>
<p>Segundo a hipótese aceita pela grande maioria da comunidade científica, o Sars-CoV-2 passou a ter acesso a essa multidão global de novos hospedeiros seguindo um script bem conhecido. Todas as principais pistas apontam para uma gênese da pandemia num dos &#8220;mercados molhados&#8221; de Wuhan —um local onde mamíferos silvestres vivos e sua carne ficavam em contato com animais domésticos e pessoas.</p>
<p>Quase todas as grandes doenças pandêmicas da história parecem ter começado assim: como patógenos (causadores de doenças) cujo reservatório natural era uma espécie de mamífero ou ave. Animais silvestres abrigam imensa diversidade de vírus desconhecidos, e o contato constante com eles em ambientes como o mercado de Wuhan multiplica as chances de que um desses vírus consiga fazer o salto entre espécies.</p>
<p>Concentrações de casos se fizeram notar na cidade chinesa a partir de novembro de 2019, e alguns médicos da região logo alertaram as autoridades de saúde sobre os riscos daquele cenário. Alguns deles, no entanto, chegaram a ser punidos pelo alarmismo, e medidas mais sérias de controle demoraram a ser implementadas. Wuhan é uma metrópole de 11 milhões de pessoas e um movimentado centro de viagens aéreas e por trens de alta velocidade. Em dezembro e na primeira metade de janeiro de 2020, a inexistência de barreiras severas ao deslocamento permitiu que a doença se espalhasse pela China e já começasse a atingir outros países, embora o primeiro caso brasileiro só fosse confirmado no fim de fevereiro daquele ano. A partir daí, a pandemia se tornou muito difícil de conter.</p>
<p>Situações parecidas no passado quase sempre envolveram grandes doses de boataria, crendices e <a href="https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/xenofobia/" target="" rel="noopener">xenofobia</a>, na busca de soluções mágicas para o avanço das mortes e por bodes expiatórios para a situação. No caso da Covid-19, essas reações previsíveis foram potencializadas pelo buraco negro das mídias sociais e pelos movimentos de extrema direita, com destaque para o <a href="https://www.google.com/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwj3wLyT-dv6AhWwq5UCHVUGCHkQFnoECBcQAQ&amp;url=https%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fcolunas%2Flucia-guimaraes%2F2022%2F01%2Ftrumpismo-desinibiu-o-romance-do-partido-republicano-com-autocratas.shtml&amp;usg=AOvVaw2YYLmsceMdrHaYxQjiEYvL" target="" rel="noopener">trumpismo nos EUA</a> e o <a href="https://www.google.com/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwiW8NGf-dv6AhUCNTUKHcjbARkQFnoECBMQAQ&amp;url=https%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fblogs%2Fhashtag%2F2022%2F10%2Fbolsonarismo-e-maior-do-que-bolsonaro-diz-antropologa-apos-discussao-sobre-termo-viralizar-nas-redes.shtml&amp;usg=AOvVaw0HWd2LNAJcXd6l2jYI7y1R" target="" rel="noopener">bolsonarismo no Brasil</a>. O apego ideológico a &#8220;liberdades individuais&#8221; a todo custo e a ânsia em manter a economia girando fizeram com que esses movimentos sabotassem as principais medidas de prevenção.</p>
<p>O desastre só não foi maior por causa da mobilização sem precedentes da comunidade científica mundial contra a Covid-19, potencializada por investimentos públicos da ordem de dezenas de bilhões de dólares. Em poucos meses, pesquisadores desvendaram detalhes do ciclo de transmissão e replicação (grosso modo, &#8220;reprodução) de um vírus antes desconhecido.</p>
<p><em><strong>Fonte: Folha de São Paulo</strong></em></p>
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		<item>
		<title>Covid volta a ameaçar a sociedade</title>
		<link>https://bancarios.com.br/covid-volta-a-ameacar-a-sociedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2022 11:28:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A covid-19 voltou a preocupar o Brasil, após alguns meses de trégua. Neste terça-feira (8), ocorreu a primeira morte de uma pessoa contaminada pela subvariante BQ.1: uma mulher, na cidade de São Paulo. Desde o início de outubro, a taxa de transmissão do vírus (Rt) e as internações de pessoas com a doença vem subindo. &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-55085 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/11/covid-19-nova-onda.jpeg" alt="" width="621" height="375" /></p>
<p>A covid-19 voltou a preocupar o Brasil, após alguns meses de trégua. Neste terça-feira (8), ocorreu a primeira morte de uma pessoa contaminada pela subvariante BQ.1: uma mulher, na cidade de São Paulo. Desde o início de outubro, a taxa de transmissão do vírus (Rt) e as internações de pessoas com a doença vem subindo. Especialistas começam a alertar para o risco de uma nova onda no período de festas do final do ano.</p>
<p>O Ministério da Saúde abandonou a consolidação de dados em âmbito nacional, no processo negacionista do atual governo em fim de mandato. No entanto, informações sistematizadas pela <a href="https://www.spcovid.net.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Info Tracker</a>, uma plataforma das universidades estaduais paulistas (USP, Unesp e Unicamp) para monitorar a pandemia, mostram que a Rt ultrapassou o valor 1, quando cada contaminado transmite o vírus para mais de uma pessoa. Esse índice indica que a doença está aumentando. Ainda segundo a Info Tracker, as internações no estado saltaram de 80, em 17 de outubro, para 186 em 6 de novembro.</p>
<p>Conforme a <a href="https://abramed.org.br/3803/tendencia-de-alta-nos-casos-de-covid-e-sentida-nas-internacoes-e-nos-testes-laboratoriais-durante-o-mes-de-outubro-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) difundiu pela imprensa</a>, os laboratórios identificaram que os resultados positivos para o coronavírus saltaram de 3,7% em 3 de outubro para 23% na primeira semana deste mês. Essa mesma tendência de alta também já foi identificada pela rede de farmácias do país, e divulgada por meio de sua <a href="https://www.abrafarma.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">associação</a>.</p>
<p>Há vários motivos que podem estar promovendo o crescimento da doença, como a chegada da nova variante BQ.1, a redução da imunidade de quem já se vacinou, as aglomerações no período da campanha eleitoral e a procura das pessoas pelas doses de reforço abaixo do ideal, em especial pela quarta aplicação do imunizante.</p>
<p>Para a médica e pesquisadora em Saúde do Trabalhador da Fundacentro e doutora pela Faculdade de Saúde Pública da USP, Maria Maeno, “de fato a variante BQ.1 está se disseminando rapidamente, o que exige que voltemos a deixar de participar de grandes aglomerações e a usar máscara em locais fechados. Já há vacinas que protegem melhor contra as variantes Ômicron, mas elas ainda não estão disponíveis no Brasil, e precisam ser adquiridas”.</p>
<h3><strong>Bancárias e bancários</strong></h3>
<p>Para o secretário de Saúde do Trabalhador da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Mauro Salles, “no caso de bancárias e bancários, os cuidados devem ser redobrados, pois suas atividades são sempre em contato com muitas pessoas”. Mauro orienta, ainda, que “todos sigam os protocolos de saúde, conforme a orientação de especialistas, mesmo sem a obrigação legal que vigorou até alguns meses atrás, pois esse é o único caminho para proteger a si mesmo, a família e a sociedade como um todo”.</p>
<h3><strong>Cuidados</strong></h3>
<p>Conheça as orientações básicas da Organização Mundial da Saúde (OMS) para se defender do coronavírus:</p>
<ul>
<li>Mantenha distância de outras pessoas de pelo menos 1 metro.</li>
<li>Evite aglomerações.</li>
<li>Use máscara, especialmente em locais fechados. Troque o equipamento sempre que ele ficar úmido. Não use máscara com válvulas.</li>
<li>Prefira locais abertos e ventilados. Abra uma janela se estiver em local fechado.</li>
<li>Limpe as mãos com frequência, com sabão e água ou álcool em gel.</li>
<li>Mantenha-se em dia com a vacina. Até o momento, todos adultos devem ter tomado a quarta dose.</li>
<li>Cubra o nariz e a boca com o braço dobrado ou um lenço ao tossir ou espirrar.</li>
<li>Evite tocar superfícies de locais públicos. Limpe superfícies com frequência.</li>
<li>Fique em casa se você sentir indisposição. Os sintomas mais comuns da covid são tosse seca, febre e cansaço.</li>
<li>Procure atendimento médico se tiver febre, tosse e dificuldade para respirar. Se possível, ligue para a unidade de saúde e peça orientações antecipadas.</li>
<li>Mantenha-se informado sobre a situação em sua localidade.</li>
</ul>
<p>Acesse aqui a <a href="https://www.who.int/pt/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/advice-for-public" target="_blank" rel="noreferrer noopener">orientação completa da OMS</a> para se proteger.</p>
<p>Fonte: CONTRAF</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Reinfecção por Covid-19 pode acontecer em 20 dias</title>
		<link>https://bancarios.com.br/reinfeccao-por-covid-19-pode-acontecer-em-20-dias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 13:12:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os cuidados com a pandemia do coronavírus devem ser mantidos, já que o risco ainda é latente. Segundo estudos, a reinfecção pela variante Ômicron acontece de forma mais rápida do que as primeiras cepas, com intervalos a partir de 20 dias. O estudo elaborado na Dinamarca aponta que a Ômicron gera uma memória imunológica muito &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="wp-image-52586  aligncenter" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/06/IMAGEM_NOTICIA_3-66.jpg" alt="" width="550" height="192" /></p>
<p>Os cuidados com a pandemia do coronavírus devem ser mantidos, já que o risco ainda é latente. Segundo estudos, a reinfecção pela variante Ômicron acontece de forma mais rápida do que as primeiras cepas, com intervalos a partir de 20 dias.</p>
<p>O estudo elaborado na Dinamarca aponta que a Ômicron gera uma memória imunológica muito pior do que outras variantes. O resultado são reinfecções mais recorrentes em um intervalo curto de tempo.</p>
<p>A boa notícia é que as pesquisas apontam que após as 3 doses da vacina as pessoas apresentam altas taxas de anticorpos específicos, independentemente de terem tido Covid. As vacinas conferem, portanto, uma proteção fundamental contra as reinfecções.</p>
<p>O número de casos no Brasil tem aumentado expressivamente, justamente pelas subvariantes que têm mais chance de causar reinfecção. A recomendação de manter o uso de máscara em ambientes fechados ou abertos com aglomeração deve ser mantida, para evitar infecções.</p>
<p>Fonte: Bancários Bahia</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pandemia: fim do estado de emergência é seguir na contramão da proteção à saúde</title>
		<link>https://bancarios.com.br/pandemia-fim-do-estado-de-emergencia-e-seguir-na-contramao-da-protecao-a-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2022 12:27:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, segue anunciando políticas que vão na contramão da proteção à saúde, mas agradam o presidente Jair Bolsonaro (PL), mesmo que coloquem em risco a vida de milhões de trabalhadores e trabalhadoras e da população, como o anúncio feito no domingo (17), sobre o fim do estado de emergência de &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class=" wp-image-51970 aligncenter" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/04/systemuploadsnews75f5e1ac96f4dcb7b57-700x460xfit-8b5e7-300x197.jpg" alt="" width="390" height="309" /></p>
<div class="dd-m-editor">
<p>O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, segue anunciando políticas que vão na contramão da proteção à saúde, mas agradam o presidente Jair Bolsonaro (PL), mesmo que coloquem em risco a vida de milhões de trabalhadores e trabalhadoras e da população, como o anúncio feito no domingo (17), sobre o fim do estado de emergência de saúde pública, ou do estado de calamidade, em vigor no Brasil desde o início da pandemia.</p>
<p>A medida acendeu o sinal de alerta de especialistas tanto na área da saúde como em direitos trabalhistas, já que vai comprometer o enfrentamento à Covid-19, que ainda está em alta em países como China e Estados Unidos, e colocar a vida de milhões de pessoas em risco.</p>
<p>O governo Bolsonaro está ‘lavando as mãos’ para o Brasil e para os brasileiros, critica o deputado federal e ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT).</p>
<p>“Metas vacinais não alcançadas, inverno chegando: o bolsonarismo está colocando o Brasil em perigo”, disse o deputado, que é infectologista, em seus perfis nas redes sociais.</p>
<p>“Bolsonaro está fazendo o que sempre quis fazer que é jogar a população brasileira ao risco de morte sem nenhum pudor”, acrescenta a secretária de Saúde do Trabalhador da CUT, Madalena Margarida Silva.</p>
<p>Autoridades em saúde têm afirmado que a classificação, de estado de emergência, não é de competência do governo federal e sim da Organização Mundial da Saúde (OMS), que diz que ainda <strong><a href="https://www.cut.org.br/noticias/ministerio-da-saude-decreta-fim-da-emergencia-da-covid-e-contraria-oms-e-cientis-d5fb">não é hora para tomar medidas como essa</a></strong>.</p>
<p>E a razão de tanta discordância com a medida anunciada pelo ministro é simples de entender. O fim do estado de emergência de saúde pública compromete o repasse de verbas para estados e municípios agirem com políticas de enfretamento ao coronavírus pois envolve a contratação e compra de insumos como as vacinas e medicamentos. Compromete também à saúde dos trabalhadores já que determina o fim de medidas restritivas para conter a disseminação do vírus, como a obrigatoriedade do uso de máscaras nos locais de trabalho, além de acabar com a possibilidade de trabalho remoto para pessoas de grupos de risco.</p>
<p>E para piorar ainda mais o cenário trágico, diz Madalena, em seu anúncio, o ministro não apontou nada sobre quais níveis de transmissão são aceitáveis hoje nos país e como será daqui para frente, caso a situação se agrave novamente. “Como disse Padilha, lavou as mãos para o país e para o povo”, disse a dirigente.</p>
<p>“O ministro ainda desconsidera que o país ainda não tem a população plenamente vacinada e tampouco os indicadores de casos e óbitos nos permitem abandonar as medidas sanitárias e que, os riscos de novas variantes são reais”, pontua a secretária.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>Desejamos que a pandemia acabe, como todo mundo, mas temos de ser realistas. Ela não acabou</p>
<footer>&#8211; Madalena Margarida Silva</footer>
</blockquote>
<p>Atualmente, depois de dois anos de pandemia, apenas cerca de 75% da população têm o esquema vacinal completo, ou seja, pelo menos duas doses da vacina. Enquanto isso, por causa dos novos surtos, Estados Unidos e China voltaram a adotar medidas de restrição de circulação, uso de máscaras e outros cuidados para conter a disseminação da doença.</p>
<p>E com o fim do decreto, mais uma vez, o governo federal age de forma unilateral ignorando as orientações da ciência, não dialogando com estados e municípios no sentido de alinhar um entendimento e construir caminhos para atuação conjunta e com base nas indicações científicas e o controle social através do conselho nacional de saúde.</p>
<p>“É a maneira de governar de Bolsonaro, que inclui criar uma falsa sensação de que está tudo bem, mas isso levará a população a relaxar nas medidas de proteção inclusive nos locais de trabalho”, diz Madalena, acrescentando que o efeito cascata será a redução de protocolos de segurança, de testagem e de uma maior dificuldade na notificação dos casos.</p>
<p>“Isso afeta diretamente trabalhador porque dificulta também a emissão do Comunicado de Acidente de Trabalho, o CAT, que contribui para fazer a relação entre o adoecimento e a morte em consequência de complicações causadas pela doença e assim, diminuindo o acesso aos direitos trabalhistas e previdenciários”, explica a secretária.</p>
<p>O movimento sindical, ela ressalta, continuará orientando a população e a classe trabalhadora sobre a adoção das medidas de segurança e da necessidade de vacinação contra o coronavírus.</p>
<h4> <strong>O que muda?</strong></h4>
<p>Além de prejudicar políticas públicas de enfrentamento à pandemia, reduzindo recursos e, consequentemente, o acesso da população a saúde, o fim do estado de emergência também altera todas as 170 portarias baixadas até agora desde o início da crise sanitária. Destacam-se as relações trabalhistas. Veja algumas mudanças:</p>
<p><strong>Gestantes</strong></p>
<p>Todas as gestantes, até mesmo aquelas que não tomaram a vacina deverão voltar ao trabalho presencial imediatamente</p>
<p><strong>Home-office</strong></p>
<p>A Medida Provisória 1.119 prevê que durante o estado de calamidade, o empregador pode alterar o regime de trabalho do presencial para o remoto e vice-versa, dispensando alteração no contrato de trabalho.  Depois do fim do estado de emergência a empresa vai ter ainda o poder de convocar trabalhadores para o presencial, mas respeitando um prazo de 15 dias. Se for o inverso – do presencial para o remoto – deverá haver concordância do empregado, conforme regras da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).</p>
<p><strong>Férias</strong></p>
<p>Até agora, há a possiblidade de o empregador informar férias com antecedência de 48h. Com o fim do decreto, o aviso volta a ser de 30 dias.</p>
<p><strong>Trabalhadores por aplicativo</strong></p>
<p>Com o estado de emergência há a determinação para as empresas pagarem ao entregador afastado por Covid-9, uma ajuda financeira durante 15 dias não prorrogáveis e seguro para cobrir acidentes durante o período de trabalho. Com o fim do decreto, caem essas regras.</p>
<p><strong>Proteção e segurança</strong></p>
<p>Apesar do fim do decreto, empresas poderão continuar adotando protocolos de segurança coimo uso de máscaras e álcool gel, bem como o distanciamento social. No entanto, conforme ressalta a secretária de Saúde da CUT, muitas vão abandonar as práticas “por economia ou para melhorar produtividade”.</p>
<p>Segundo especialistas em Direito do Trabalho ouvidos pelo O Globo, cerca de duas mil normas deixariam de existir com o fim do estado de emergência, mas oficialmente, as novas regras deverão ser anunciadas com a publicação do fim do decreto, o que, segundo o ministro, deve acontecer até o próximo fim de semana.</p>
</div>
<p>Fonte: CUT</p>
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		<title>Seis vezes em que o STF obrigou o governo federal a agir durante a pandemia de covid-19</title>
		<link>https://bancarios.com.br/seis-vezes-em-que-o-stf-obrigou-o-governo-federal-a-agir-durante-a-pandemia-de-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Dec 2021 13:58:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Governo anunciou a quarentena de cinco dias para a entrada de viajantes no país, após Corte determinar uma manifestação O presidente Jair Bolsonaro (PL) recusou a recomendação da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) de cobrar o comprovante de vacinação contra a covid-19 para a entrada de viajantes no Brasil, tendo em vista a descoberta da &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="description">Governo anunciou a quarentena de cinco dias para a entrada de viajantes no país, após Corte determinar uma manifestação</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-50527 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/12/image_processing20210817-2013-w8se4u.jpeg" alt="" width="653" height="374" /></p>
<p>O presidente Jair Bolsonaro (PL) recusou a recomendação da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) de cobrar o comprovante de vacinação contra a covid-19 para a entrada de viajantes no Brasil, tendo em vista a descoberta da nova variante, a ômicron. O governo decidiu adotar apenas uma quarentena de cinco dias para viajantes não vacinados.</p>
<p>A deliberação foi anunciada nesta terça-feira (7) pelos ministros da Casa Civil, Ciro Nogueira, da Saúde, Marcelo Queiroga, e da Advocacia-Geral da União, Bruno Bianco, depois que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, deu um prazo de 48 horas, na segunda feira (6), para o governo federal se manifestar acerca das recomendações da Anvisa.</p>
<p>A determinação de Barroso atendeu a uma ação do partido Rede Sustentabilidade, protocolada na Corte no dia 26 de novembro, solicitando a adoção das medidas recomendadas pela agência, feitas no dia 25 de novembro.</p>
<p>Ainda que o governo não tenha adotado de forma integral as recomendações da Anvisa, esta não é a primeira vez que a gestão Bolsonaro realiza alguma medida no âmbito da pandemia de covid-19 somente após ser cobrada pelo STF.</p>
<p class="ckeditor-subtitle"><strong>Vacinas Pfizer ao estado de São Paulo </strong></p>
<p>Em agosto deste ano, o ministro Ricardo Lewandowski determinou ao Ministério da Saúde o restabelecimento da distribuição de vacinas da Pfizer ao estado de São Paulo, a fim de garantir a aplicação da segunda dose.</p>
<p>Na decisão, Lewandowski escreveu que “mudanças abruptas de orientação que têm o condão de interferir nesse planejamento acarretam uma indesejável descontinuidade das políticas públicas de saúde dos entes federados, levando a um lamentável aumento no número de óbitos e de internações hospitalares de doentes infectados pelo novo coronavírus, aprofundando, com isso, o temor e o desalento das pessoas que se encontram na fila de espera da vacinação”.</p>
<p>A deliberação de Lewandowski foi fruto de uma ação feita pelo governo estadual paulista. Antes, a Secretária de Saúde do estado já havia enviado um ofício para Brasília solicitando as 228 mil doses que deixaram de ser enviadas.</p>
<p class="ckeditor-subtitle"><strong>Vacinação de adolescentes </strong></p>
<p>Em outubro também deste ano, o plenário virtual do STF derrubou a recomendação feita pelo Ministério da Saúde para estados e municípios suspenderem a vacinação em adolescentes de 12 a 17 anos sem comorbidades.</p>
<p>Os ministros votaram a favor de deixar aos estados e municípios a competência pela decisão da imunização.</p>
<p>Segundo Lewandowski, “qualquer que seja a decisão concernente à inclusão ou exclusão de adolescentes no rol de pessoas a serem vacinadas, ela deverá levar em consideração, por expresso mandamento legal, as evidências científicas e análises estratégicas em saúde”.</p>
<p>O Ministério da Saúde recomendou a suspensão da vacinação depois que um adolescente de 16 anos veio a óbito em São Paulo após ser vacinado. Dias depois, no entanto, a própria pasta e a Anvisa concluíram que a causa da morte não teve relação com a imunização.</p>
<p class="ckeditor-subtitle"><strong>Vacinação de indígenas em áreas urbanas </strong></p>
<p>O STF, em março deste ano, determinou ao governo federal priorizar a vacinação de indígenas que moram em cidades e em territórios não homologados, assim como já ocorria com os demais indígenas.</p>
<p>O Plano Nacional de Vacinação do governo federal, que também surgiu após uma determinação da Corte, incluía os indígenas nos grupos prioritários, mas apenas os aldeados.</p>
<p>Na decisão, Barroso afirmou que o “serviço, em alguns casos, não vinha sendo prestado, sob o fundamento de que só são indígenas os que se localizam em terras indígenas e de que só são terras indígenas aquelas definitivamente identificadas como tal pela União”.</p>
<p>O ministro ainda afirmou que se trata “de fato incontroverso e de conhecimento geral as declarações do Presidente da República de que, em seu governo, não se demarcarão terras indígenas. Portanto, condicionar o atendimento de saúde à demarcação significa abandonar os indígenas à própria sorte em meio à pandemia”.</p>
<p>O STF se manifestou sobre o caso depois que entidades indígenas acionaram a Corte, como a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e o Conselho Indigenista Missionário (Cimi).</p>
<p class="ckeditor-subtitle"><strong>Plano de contenção da covid-19 entre indígenas </strong></p>
<p>Nessa mesma linha, ainda em julho de 2020, o STF determinou ao governo federal a adoção de um plano com medidas de proteção aos povos indígenas contra o novo coronavírus, como o isolamento de invasores nas terras indígenas.</p>
<p>A decisão partiu do julgamento de uma ação protocolada pela Apib, junto com os partidos PSB, PCdoB, PSOL, PT, REDE e PDT.</p>
<p>O Plano Geral de Enfrentamento à Covid-19 para Povos Indígenas, no entanto, foi aceito pelo ministro Barroso apenas em março deste ano, e parcialmente, na quarta tentativa do governo federal de homologar um planejamento.</p>
<p>Barroso deixou claro, em sua decisão, que só acatou o plano apresentado devido à urgência do tema para as comunidades indígenas, mas que ainda assim diversas decisões anteriores foram atendidas somente parcialmente. Para o ministro, isso demonstrou “profunda desarticulação” do governo federal na contenção da doença entre a população.</p>
<p class="ckeditor-subtitle"><strong>Custeio dos leitos para covid em São Paulo e Maranhão  </strong></p>
<p>Também neste ano, em fevereiro, o STF acatou os pedidos dos governos de São Paulo e do Maranhão e determinou ao Ministério da Saúde o custeio dos leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) para pacientes diagnosticados com covid-19.</p>
<p>O repasse deixou de ser feito pelo governo federal em 2021. A decisão liminar da ministra Rosa Weber determinou, nesse sentido, a reativação de 3.258 leitos de terapia intensiva em São Paulo e de 216 no Maranhão.</p>
<p>“O Governo São Paulo encaminhou diversas solicitações oficiais ao governo federal para manutenção do custeio e aguardou o cumprimento dos protocolos de solicitação, porém do Ministério da Saúde não se posicionou em relação à habilitação dos leitos”, publicou o governo estadual paulista, em nota, na época.</p>
<p>Na mesma linha, o governo maranhense publicou que “o Estado do Maranhão tem que arcar sozinho com todo o custo para manutenção desses leitos, sem qualquer apoio ou contrapartida da União”.</p>
<p class="ckeditor-subtitle"><strong>Movimento do STF é fruto da sociedade civil </strong></p>
<p>Para o médico infectologista Alexandre Padilha, deputado federal (PT-SP) e ex-ministro da Saúde nos governos petistas Lula e Dilma Rousseff, o movimento do STF é “provocado pela sociedade, partidos políticos, governadores e prefeitos”.</p>
<p>Ainda assim, não fossem o STF e o Congresso Nacional com a CPI da Covid, “Bolsonaro teria posto em prática integralmente o seu plano de estimular que as pessoas se infectassem para atingir a imunidade de rebanho, e permanentemente ele continua agindo dessa forma”.</p>
<p>“Desde o começo, nenhuma medida concreta de controle da pandemia foi de iniciativa do governo federal. Mesmo a contratação das vacinas só aconteceu em março deste ano, quando o Ministério da Saúde fez o primeiro contrato, depois de uma pressão absurda desde agosto do ano passado pelos governadores, prefeitos e pelo próprio Supremo Tribunal Federal”, afirma Padilha.</p>
<p>Na opinião do ex-ministro, esse comportamento de inércia do governo federal diante da pandemia reflete o fato de Bolsonaro ser “fruto de uma mentalidade e de um exercício de governo que é pré-Constituição de 88.</p>
<p>&#8220;[Ele] não admite as instituições que foram construídas ou reafirmadas no Brasil com a Constituição de 88. Ele não admite a existência do SUS com pactuação tripartite, com controle social. Ele vai continuar disputando o exercício do poder, não só com o STF, mas com todas as instituições construídas no país na Constituição de 88”.</p>
<p>“Porque ele não admite o STF? Porque ele não admite a Constituição. O STF tem o papel de ser a guardião da Constituição e identificar quando a Constituição não está sendo cumprida”, ressalta Padilha.</p>
<p>Ainda em outubro de 2018, o filho do presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), fez declarações contra o STF. &#8220;Cara, se quiser fechar o STF, sabe o que você faz? Você não manda nem um jipe. Manda um soldado e um cabo. Não é querer desmerecer o soldado e o cabo, não&#8221;, disse o parlamentar.</p>
<p>A atitude deu o tom do que seria o comportamento não só do presidente, mas da família Bolsonaro  em relação ao STF.</p>
<p>Fonte: Brasil de Fato</p>
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		<title>Não vacinados são 80% dos mortes e internados por covid no Brasil</title>
		<link>https://bancarios.com.br/nao-vacinados-sao-80-dos-mortes-e-internados-por-covid-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2021 12:19:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento encomendado pelo ‘Uol’ mostra disparada na proporção de mortes de pessoas que dispensaram imunizantes De cada 10 pessoas que morreram por covid-19, oito não estavam vacinados, de acordo com um relatório encomendado pelo Uol. O estudo sobre os não vacinados considera internações e mortes que ocorreram após o início da aplicação da segunda dose da vacina no Brasil, &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Levantamento encomendado pelo ‘Uol’ mostra disparada na proporção de mortes de pessoas que dispensaram imunizantes</em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-50458 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/12/systemuploadsnews15cef7721362ee52837-700x460xfit-a3133.jpg" alt="" width="700" height="460" /></p>
<p>De cada 10 pessoas que morreram por covid-19, oito não estavam vacinados, de acordo com um relatório encomendado pelo <em>Uol. </em>O estudo sobre os não vacinados considera internações e mortes que ocorreram após o início da aplicação da segunda dose da vacina no Brasil, em 1º de março. A plataforma Info Tracker, responsável pelo levantamento, foi desenvolvida pela USP (Universidade de São Paulo) e Unesp (Universidade Estadual de São Paulo) para monitorar os números da pandemia.</p>
<div class="widget-area-inside-single-content">
<div class="textwidget">
<p>Segundo o estudo, de 1º março até 15 de novembro 306.050 pessoas morreram de covid no Brasil. Destes, 79,7% (243 mil) das vítimas não haviam tomado nenhuma dose da vacina. O número cai para 10,7% (32 mil) considerando os que completaram o ciclo vacinal e 9,7% (29 mil) para quem tomou uma dose. Desde o início da aplicação da segunda dose, o número de óbitos caiu 94%, de 89,6 mil em março para 5.744, em outubro.</p>
<p>No período, dos 981 mil internados, 81,7% (802 mil) não eram vacinados. Apenas 9,6% (93 mil) internados completaram o ciclo vacinal e 8,7% (85 mil) receberam somente a 1ª dose.</p>
<p>Não é a primeira vez que conclusões semelhantes são apresentadas. Os governos de Israel e Estados Unidos (EUA), por exemplo, vêm alertando há meses sobre a chamada “pandemia de não vacinados”. Em algumas regiões quase todos os casos de internação registrados são de pessoas que não passaram pela imunização.</p>
<p>O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA divulgou uma pesquisa de grandes proporções, em que 600 mil pessoas foram acompanhadas. Os resultados indicam que quem não tomou a vacina tem dez vezes mais possibilidade de precisar de internação.</p>
<p>Em 8 de novembro, o <strong>Brasil de Fato</strong> mostrou que um balanço realizado pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal apontava que 80% das internações e óbitos ocorridos nos hospitais de campanha também é de pessoas não vacinadas contra a covid-19. O monitoramento foi feito com pacientes que deram entrada no Hospital de Campanha do Gama.</p>
<p>Fonte: CUT</p>
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		<title>Covid sobe 23% nas Américas; no Brasil, réveillon e Carnaval podem ser cancelados</title>
		<link>https://bancarios.com.br/covid-sobe-23-nas-americas-no-brasil-reveillon-e-carnaval-podem-ser-cancelados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Nov 2021 17:22:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o aumento de casos em vários países, autoridades brasileiras começam a rever decisões de liberar festas de réveillon e Carnaval O aumento de 23% de casos de Covid-19 nas Américas, principalmente no norte do continente, e quase em todos os países da América do Sul, é um alerta para o Brasil, onde autoridades começam &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com o aumento de casos em vários países, autoridades brasileiras começam a rever decisões de liberar festas de réveillon e Carnaval</em></p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-50284" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/11/systemuploadsnewse3adf04859139b9eca8-700x460xfit-0f819.jpg" alt="" width="700" height="460" /></p>
<p>O aumento de 23% de casos de Covid-19 nas Américas, principalmente no norte do continente, e quase em todos os países da América do Sul, é um alerta para o Brasil, onde autoridades começam a repensar se devem liberar as festas de final de ano, como o réveillon, e também o Carnaval 2022, que já foi cancelado em várias cidades do país.</p>
<p>A piora da pandemia do novo coronavírus com a alta no número de casos na Europa, após a reabertura e com a baixa vacinação, provoca uma séria de preocupação em vários países do mundo. Mesmo com índices ainda não confiáveis, várias cidades da Europa flexibilizaram as medidas de proteção contra o vírus. Agora, tendem a deixar em aberto a realização dos eventos, mas a tendência é permitir apenas festas particulares menores.</p>
<p>De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), 25 países da região europeia &#8211; composta por 53 estados da Europa e da Ásia Central – correm o risco de registar falta de leitos hospitalares e 49 terão, até março, uma situação de grande ou extrema sobrecarga dos serviços de cuidados intensivos.</p>
<p><strong>Nas Américas</strong></p>
<p>Exceto o Brasil, Suriname e Venezuela, estão relatando uma incidência crescente de infecções, de acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).</p>
<p>A Opas também alertou, nesta quarta-feira (24), que a América do Norte pode estar enfrentando uma recaída como na Europa, com os Estados Unidos e o Canadá reportando taxas crescentes de novos casos.</p>
<p>Em contraste, na América Central houve uma redução de 37% nas novas infecções.</p>
<p>“Embora os casos tenham diminuído significativamente nos últimos meses, a transmissão da Covid ainda está ativa em nossa região, então cada vez que baixamos a guarda, o vírus ganha impulso”, disse a diretora-geral da Opas, Carissa Etienne.</p>
<p>A Opas alertou que a experiência da Europa, onde muitos países relataram números recordes de novos casos nas últimas semanas, pode ser um reflexo do futuro nas Américas.</p>
<p>Embora 51% das pessoas na América Latina e no Caribe tenham sido totalmente vacinadas contra a Covid-19, há 19 países onde a cobertura vacinal está abaixo de 40% da população.</p>
<p>A Opas disse que as altas de casos ocorrem principalmente em áreas densamente povoadas onde as medidas de prevenção ao vírus foram suspensas ou relaxadas.</p>
<p>Com a aproximação da temporada de fim de ano e férias de verão no Hemisfério Sul, Etienne incentivou as pessoas a continuarem usando máscaras e mantendo o distanciamento social.</p>
<p><strong>São Paulo atinge 100% de adultos com o ciclo vacinal completo</strong></p>
<p>A cidade de São Paulo atingiu nesta quarta-feira (24) 100,03% dos adultos com o ciclo vacinal completo contra a Covid-19, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde da capital paulista.</p>
<p>A proporção acima dos 100% ocorre por causa de pessoas que não moram na capital, mas foram imunizadas em São Paulo. Por este motivo, também não é possível afirmar que todos os adultos residentes na cidade de São Paulo estão completamente imunizados contra a Covid-19.</p>
<p>Segundo os dados do “Vacina Já”, do Governo do Estado de São Paulo, a capital já aplicou 21.103.722 doses entre primeira, a segunda, a única ou a dose de reforço da vacina contra a Covid-19. Ao todo, foram aplicadas  53.110.099 doses da vacina no estado de São Paulo.</p>
<p>O Brasil ultrapassou a marca de 80% da população adulta com o esquema vacinal completo.</p>
<p><strong>Balanço de casos e mortes no Brasil</strong></p>
<p>O Brasil registrou nesta quarta-feira (24) 176 mortes por Covid-19, totalizando 613.416 vidas perdidas para a doença desde o início da pandemia.</p>
<p>Neste período, 22.043.417 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus &#8211; 4.686 novos casos foram confirmados nesta quarta.</p>
<p>Fonte: CUT</p>
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		<item>
		<title>Banco do Brasil indica de forma irresponsável o retorno ao trabalho presencial</title>
		<link>https://bancarios.com.br/banco-do-brasil-indica-de-forma-irresponsavel-o-retorno-ao-trabalho-presencial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Nov 2021 16:49:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[DestaquesApp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta semana, a direção do Banco do Brasil iniciou a convocação de funcionários do grupo de risco, com exceção das gestantes, para o retorno ao trabalho presencial nas agências. A decisão foi tomada sem nenhuma negociação com o movimento sindical. O esquema de retorno implementado pelo BB estabelece o retorno gradativo nos meses de novembro &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta semana, a direção do Banco do Brasil iniciou a convocação de funcionários do grupo de risco, com exceção das gestantes, para o retorno ao trabalho presencial nas agências. A decisão foi tomada sem nenhuma negociação com o movimento sindical.</p>
<p>O esquema de retorno implementado pelo BB estabelece o retorno gradativo nos meses de novembro e dezembro, observando os percentuais mínimos de 50% (novembro), 75% (primeira quinzena de dezembro) e 100% (até o final de dezembro).</p>
<p>O Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região já está articulado com a Federação e outros Sindicatos para avaliar o que pode ser feito diante dessa situação.</p>
<p>Confira o vídeo e entenda o que está acontecendo:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/onhH5xBl1ZA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Com pandemia, número de mortes no Brasil tem salto de quase 15% em 2020, aponta IBGE</title>
		<link>https://bancarios.com.br/com-pandemia-numero-de-mortes-no-brasil-tem-salto-de-quase-15-em-2020-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Nov 2021 14:41:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/s/?p=50180</guid>

					<description><![CDATA[<p>País registrou cerca de 195,5 mil mortes a mais que em 2019, a maior alta histórica, a maioria de idosos. Número coincide com total de mortos por Covid-19 contabilizado pelo Consórcio dos Veículos de Imprensa, o que indica o peso da pandemia para o recorde de óbitos no país. 16 de julho de 2020: coveiros &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>País registrou cerca de 195,5 mil mortes a mais que em 2019, a maior alta histórica, a maioria de idosos. Número coincide com total de mortos por Covid-19 contabilizado pelo Consórcio dos Veículos de Imprensa, o que indica o peso da pandemia para o recorde de óbitos no país.</p>
<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/D2bo_MrYWSeZ26ZdflIziaEMToM=/0x0:3189x2112/1008x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/B/Y/28hbWwRIWBnZ0iyrNyhQ/2020-07-16t201154z-88050311-rc2kuh95lbur-rtrmadp-3-health-coronavirus-brazil.jpg" alt="16 de julho de 2020: coveiros com roupas de proteção enterram caixão no cemitério da Vila Formosa, em São Paulo, durante a pandemia do novo coronavírus (COVID-19) no Brasil — Foto: Amanda Perobelli/Reuters" /><figcaption>16 de julho de 2020: coveiros com roupas de proteção enterram caixão no cemitério da Vila Formosa, em São Paulo, durante a pandemia do novo coronavírus (COVID-19) no Brasil — Foto: Amanda Perobelli/Reuters</figcaption></figure>
<p>Nunca morreu tanta gente no Brasil como em 2020, ano marcado na história mundial pela pandemia da Covid-19. Estudo divulgado nesta quinta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que passou de 1,5 milhão o número de registros de óbitos feitos no país ao longo do ano – maior contingente de mortes da história recente do país.</p>
<p>Ao todo, foram registradas 195.965 mortes a mais no país na comparação com 2019, o que corresponde a um aumento de 14,9% dos registros de óbitos – maior aumento, tanto em número absoluto quanto em percentuais, desde 1984, quando teve início a série histórica das Estatísticas do Registro Civil feita pelo IBGE.</p>
<figure class="wp-block-image"><img src="https://s02.video.glbimg.com/x240/10051457.jpg" alt="Brasil tem o maior registro de óbitos desde 1994" /></figure>
<p>Brasil tem o maior registro de óbitos desde 1994</p>
<p>O número de mortes a mais que o registrado em 2019 coincide com total de mortos em decorrência da Covid-19 contabilizado pelo Consórcio de Veículos de imprensa – foram 195.441, conforme balanço divulgado no dia 1º de janeiro de 2021. Como são levantamentos com fontes e metodologias diferentes, porém, não é possível estabelecer uma relação direta entre os números.</p>
<p>Até esta quarta-feira (17), o Brasil registrava 611.898 mortes desde o início da pandemia, sendo que a grande maioria desse total de óbitos (68%) ocorreu em 2021.</p>
<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/ZWDz1TCy21vwEn8MQFqbm-jLP_I=/0x0:1480x770/1008x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/v/g/UKwJPFTL6vWwUbngcqnA/4gxe1-n-mero-em-mil-de-registros-de-bitos-por-ano-no-brasil.png" alt="Com pandemia, número de mortes no Brasil teve salto histórico - nunca morreu tanta gente no país. — Foto: Economia/g1" /></figure>
<p>Com pandemia, número de mortes no Brasil teve salto histórico – nunca morreu tanta gente no país. — Foto: Economia/g1</p>
<p>Antes, o maior aumento no número de mortes no Brasil havia sido registrado entre 1992 e 1993 – foram 56,4 mil registros a mais de um ano para o outro, o que corresponde a uma alta de 6,7%.</p>
<p>“Nessa época, o sub-registro era muito alto, o que pode interferir nessa variação. Então, fizemos essa análise considerando os últimos dez anos. Nesse intervalo, o maior aumento foi registrado na passagem de 2015 para 2016, cerca de 43,2 mil mortes a mais, ou uma alta de 3,5%”, apontou a gerente das Estatísticas do Registro Civil, Klivia Brayner.</p>
<p>A pesquisa mostrou, também, que:</p>
<ul>
<li>91% do total de mortes ocorridas no país se deram em decorrência de causas naturais;</li>
<li>73,5% dos óbitos registrados no país ao longo de 2020 ocorreram em hospitais;</li>
<li>o aumento substantivo foi concentrado entre pessoas acima de 60 anos de idade;</li>
<li>o número de mortes aumentou mais entre homens (16,7%) que entre mulheres (12,7%);</li>
<li>houve queda no número de mortes na faixa etária abaixo de 15 anos</li>
</ul>
<p>O levantamento considerou o total de registros de óbitos feitos no país, que inclui mortes por causas naturais (classificação que inclui a Covid-19) e não naturais (homicídios, suicídios, acidentes de trânsito, afogamentos, quedas acidentais etc), além daquelas de natureza desconhecida. A causa da morte em si não foi objeto do estudo. Todavia, segundo a coordenadora da pesquisa, alguns dados permitem apontar que o aumento de mortes está diretamente relacionado à pandemia.</p>
<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Houve um crescimento bastante relevante das mortes por causas naturais, o que é condizente com o cenário de uma epidemia”, apontou Klívia Brayner.</p></blockquote>
<p>O IBGE destacou que, das 195.965 mortes a mais registradas em 2020 na comparação com o ano anterior, 190 mil se deram em decorrência de causas naturais, sendo que 148.561 foram de pessoas com mais de 60 anos, grupo com maior taxa de letalidade da Covid-19. Além disso, desse total, 73,5% dos óbitos ocorreram em ambiente hospitalar.</p>
<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/Zx5LJa_HiaDyE0DuhbgORKdxVWQ=/0x0:1480x1062/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/r/w/4dZAFrQqSADq3Be0rZOA/2tlpb-distribui-o-do-n-de-registros-de-bitos-por-local-de-ocorr-ncia.png" alt="Maioria das mortes registradas no Brasil em 2020 ocorreram em ambiente hospitalar — Foto: Economia/g1" /></figure>
<p>Maioria das mortes registradas no Brasil em 2020 ocorreram em ambiente hospitalar — Foto: Economia/g1</p>
<p>Para a epidemiologista Fátima Marinho, assessora sênior da Organização Não Governamental (ONG) Vital Strategies, “a grande maioria do excesso de mortes [em relação a 2019] foi por Covid-19”.</p>
<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Sabemos que aumentou um pouco o número de mortes por homicídio e que caiu um pouco o número de mortes por acidentes de transportes. Foram as mortes por causas naturais que aumentaram e o que chamamos de risco competitivo teve pouco impacto sobre esse aumento”, apontou.</p></blockquote>
<p>Risco competitivo, explicou a pesquisadora, são doenças pré-existentes que aumentariam os riscos de morte por Covid-19. As principais, segundo ela, são doenças cardiovasculares e pneumonia, ambas com queda na comparação com 2019.</p>
<p>As mortes em decorrência de causas naturais representam 91% do total de óbitos registrados no país em 2020. Na comparação com o ano anterior, as mortes dessa natureza tiveram aumento de 16%, enquanto os óbitos por causas não naturais registraram uma alta de, apenas, 1,52%.</p>
<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/PXbgIO1vYlBPDHM4bRY54lxFAbo=/0x0:1480x840/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/z/7/FlERiLQGKHEivBhfgQBQ/wbyg0-distribui-o-mensal-do-n-de-bitos-registrados-no-brasil-em-2020-1-.png" alt="Maio e julho foram os meses com os maiores número de óbitos registrados no país. — Foto: Economia/g1" /></figure>
<p>Maio e julho foram os meses com os maiores número de óbitos registrados no país. — Foto: Economia/g1</p>
<p>Maio e julho foram os meses que registraram os maiores números de mortes no país. Na comparação com 2019, os maiores aumentos do número de registros mensais foram observados em maio e dezembro. A gerente da pesquisa ponderou que “julho é um mês em que, historicamente, se vê um volume maior de óbitos mesmo”, supostamente relacionados às baixas temperaturas do inverno brasileiro.</p>
<p><strong>Aumento de mortes concentrado entre idosos</strong></p>
<p>Dentre as 195.965 mortes registradas a mais em 2020 na comparação com o ano anterior, 148.561 foram de pessoas com mais de 60 anos de idade. Ou seja, a população idosa, mais vulnerável às complicações da Covid-19, respondeu por 75,8% do aumento do número de óbitos no país.</p>
<p>Considerando apenas os óbitos por causas naturais, houve aumento de 16,6% entre os idosos, o que corresponde a 144.704 registros na comparação com 2019.</p>
<p>“Para as idades abaixo de 15 anos, observou-se redução dos óbitos entre 2019 e 2020”, destacou o IBGE. A redução de mortes nessa faixa etária foi de 15,1%, sendo ligeiramente maior para os homens (15,5%) e menor para as mulheres (14,6%).</p>
<p>Segundo a gerente da pesquisa, “o fato de as crianças e adolescentes terem ficado em casa parece ter reduzido expressivamente os óbitos até os 15 anos, talvez pela menor exposição a agentes patógenos em geral ou a riscos de causas externas”.</p>
<p>O número de óbitos dos menores de 1 ano de idade caiu 13,9%, o que corresponde a 4,1 mil mortes a menos entre bebês</p>
<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Esse fato pode estar relacionado tanto com a diminuição dos níveis de mortalidade quanto com o menor número de filhos nascidos no último ano”, apontou a gerente da pesquisa.</p></blockquote>
<p>Ela destacou, ainda, que entre crianças na faixa etária entre 1 e 4 anos de idade, as reduções no número de óbitos foram foram ainda mais significativas, de 23%, o que corresponde a 1.326 óbitos a menos) – um anos antes, este grupo havia registrado alta de 1,5% do número médio de mortes.</p>
<p>Na análise por gênero, o IBGE observou que “o padrão da curva da sobremortalidade masculina, em 2020 não se alterou em relação àquela observada em 2019, já que os óbitos dos dois sexos sofreram aumentos”.</p>
<p>O número de mortes aumentou mais entre homens (16,7%) que entre mulheres (12,7%). Considerando óbitos de qualquer natureza, em média, são registrados 128 óbitos masculinos para cada 100 femininos. Quando se observa apenas as mortes naturais, são 117 óbitos de homens para 100 de mulheres.</p>
<p>Já entre entre as mortes decorrentes de causas não naturais, são registradas, em média, cinco óbitos masculinos para um feminino.</p>
<p><strong>Maior aumento no Norte, puxado pelo Amazonas e Pará</strong></p>
<p>Ao fazer a análise dos registros de óbitos regionalmente, o IBGE observou que todas as regiões do país tiveram alta significativa na comparação com 2019. Os maiores aumentos foram no Norte (25,9%) e no Centro-Oeste (20,4%).</p>
<p>O Nordeste (16,8%) também teve alta superior à média do país . Nas regiões Sudeste (14,3%) e Sul vieram a seguir (7,5%) o aumento foi menor que a média nacional.</p>
<p>O aumento na Região Norte foi puxado, sobretudo, pelo Amazonas (32%) e por Pará (28%), estados com as maiores altas percentuais do número de registros de mortes em relação ao ano anterior.</p>
<p>“Em todas as 27 unidades da federação houve aumento número de mortes em 2020. As menores variações foram observadas no Paraná (10,6%), Santa Catarina (9,5%), Minas Gerais (7,9%) e Rio Grande do Sul (4%).</p>
<p>Em números absolutos, a Região Sudeste, a mais populosa o país, concentrou quase a metade do total de registros de óbitos em 2020 – foram 702,3 mil, o que corresponde a cerca de 46% do total de mortes no país. O Nordeste, região com a segunda maior população do país, com 388 mil óbitos registrados, respondeu por cerca de 1/4 (25%) das mortes ocorridas no país.</p>
<p>Da mesma forma, São Paulo, que concentra a maior população absoluta do país, foi o estado com o maior número de óbitos registrados em 2020 – 347,7 mil, o que corresponde a aproximadamente 23% de todas as mortes ocorridas no Brasil.</p>
<p><strong>Nascimentos diminuem ainda mais com a pandemia</strong></p>
<p>Enquanto o número de mortes disparou no país, o número de nascimentos diminuiu ainda mais em meio ao cenário de pandemia. De acordo com o IBGE, o número de registros de nascimentos em 2020 teve queda de 4,7% em relação ao ano anterior.</p>
<p>Foram 2.728.273 registros de nascimentos em 2020 – cerca de 160 mil a menos que em 2019 – sendo que, desse total, 2.678.992 se referem a crianças nascidas em 2020 e registradas até o 1º trimestre de 2021. Cerca de 2% (49.281) são nascidos em anos anteriores ou com o ano de nascimento ignorado.</p>
<figure class="wp-block-image"><img src="https://s2.glbimg.com/8NweXGJUVsKtXUAyXMU3OYqiE3s=/0x0:1240x770/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/g/B/3vCDTbTGWMJWCiS7NjnA/lymrm-n-mero-em-mil-de-nascimentos-por-ano-no-brasil.png" alt="Em meio à pandemia, número de nascimentos no Brasil tem queda mais acentuada desde 2016 — Foto: Economia/g1" /></figure>
<p>Em meio à pandemia, número de nascimentos no Brasil tem queda mais acentuada desde 2016 — Foto: Economia/g1</p>
<p>Segundo a gerente da pesquisa, Klívia Brayner, a queda da natalidade no ano passado foi a segunda mais intensa desde 2016, quando o país viveu uma pandemia de Zika vírus e viu o número de nascimentos cair em 5%.</p>
<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Em 2020, contudo, cabe ressaltar que a pandemia pode ter agravado o adiamento dos registros, por conta da dificuldade de deslocamento até os cartórios. Então, pode ser que uma parte dos 133 mil registros de nascimentos a menos tenha apenas sido postergado”, explica Brayner.</p></blockquote>
<figure class="wp-block-image"><img src="https://s04.video.glbimg.com/x240/10051463.jpg" alt="Registros de casamento caíram 26,1% em 2020, diz IBGE" /></figure>
<p><em>Registros de casamento caíram 26,1% em 2020, diz IBGE</em></p>
<p>Houve queda no número de nascimentos em todas as regiões, sendo superior à média nacional nas regiões Norte (-6,8%) e Nordeste (-5,3%), e igual ou inferior no Centro-Oeste (-4,7%), no Sudeste (-4,3%), e no Sul (-3,1%).</p>
<p>Entre as unidades federativas, o Amapá teve a maior queda (-14,1%), seguido por Roraima (-12,5%), Acre (-10,0%) e Amazonas (-7,4%).</p>
<p>O levantamento evidenciou, ainda, que as mulheres seguem, cada vez mais, adiando a maternidade. Em 2020, do total de nascimentos registrados, 62,1% das mães tinham menos de 30 anos, enquanto 34,2% delas tinham entre 30 e 39 anos. Duas décadas antes, em 2000, esses percentuais eram, respectivamente, de 76,1% e 22%.</p>
<p>As mães na faixa dos 20 a 29 anos sempre concentraram mais de 50% do total de nascimentos. Em 2000, eram 54,5% das genitoras e, em 2010, 53,1%. Porém, em 2020, pela primeira vez, esse percentual ficou abaixo da metade (48,7%).</p>
<p><strong>Número de casamentos tem a queda mais intensa da série</strong></p>
<p>As estatísticas do registro civil mostraram, ainda, que o número de casamentos teve a queda mais intensa da série histórica da pesquisa. Em 2020, foram registrados 757.179 casamentos civis, 26,1% a menos que em 2019.</p>
<blockquote class="wp-block-quote"><p>“Desde 2015, o número de casamentos vem recuando, mas a queda de 2020 pode também ter relação com as medidas de isolamento social, já que muita gente pode ter adiado os planos de matrimônio por conta de não poder fazer festa, por exemplo”, avaliou a gerente da pesquisa do IBGE, Klívia Brayner.</p>
<p>O número de casamentos registrados em cartório recuou em todas as regiões, com mais intensidade no Nordeste (27,8%) Centro-Oeste (27,7%) e Sudeste (27,3%).</p></blockquote>
<p>Fonte: G1</p>
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		<title>CPI pede banimento de Bolsonaro de redes sociais e 10 novos indiciamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Oct 2021 13:47:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[DestaquesApp]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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<p style="text-align: justify;"><strong>Grupo majoritário decide não responsabilizar autoridades do AM e, por isso, pode sofrer defecções na votação do relatório</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O senador Renan Calheiros (MDB-AL) e os membros do grupo majoritário da CPI da Covid decidiram incluir no relatório final da comissão um pedido de medida cautelar ao STF (Supremo Tribunal Federal) para que o presidente Jair Bolsonaro seja banido das redes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">As mudanças no texto foram apresentadas à CPI na manhã desta terça-feira (26), data em que o colegiado deve votar o parecer final sobre a investigação</p>
<p style="text-align: justify;">A comissão ainda deve votar um requerimento em separado para enviar a medida cautelar ao ministro Alexandre de Moraes, no âmbito do inquérito das fake news.</p>
<p style="text-align: justify;">Os membros do grupo majoritário decidiram acrescentar a proposta de indiciamentos de 10 novas pessoas por seus crimes durante a pandemia do novo coroanvírus. Com isso, o relatório final vai propor o indiciamento de 76 pessoas e duas empresas (Precisa Medicamentos e VTCLog.</p>
<p style="text-align: justify;">Renan já havia dito que pediria a inclusão de pelo menos oito pessoas no relatório, que já estariam com nomes pacificados entre os senadores.</p>
<p style="text-align: justify;">O pedido de exclusão de Bolsonaro das redes se dá após a declaração do presidente que associou a vacina contra a Covid-19 à Aids, em sua live semanal transmitida na última quinta-feira (21) .</p>
<p style="text-align: justify;">O Facebook e o Instagram derrubaram o material, neste domingo (24), alegando que era contra suas políticas. Na noite desta segunda-feira (25), o YouTube também tirou do ar a live do presidente e suspendeu por uma semana o canal de Bolsonaro.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Vou pôr em votação para que Bolsonaro seja excluído das redes, assim como aconteceu com o Trump [Donald, ex-presidente dos EUA]. Bolsonaro não muda, continua fazendo as mesmas coisas&#8221;, afirmou Renan à Folha.</p>
<p style="text-align: justify;">Os membros do chamado G7, grupo majoritário da comissão, se reuniram na noite desta segunda-feira para acertar as últimas modificações no texto, de forma a chegarem unidos para a votação na última sessão de trabalhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram incluídos os nomes do secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Helio Angotti Neto (sugestão de indiciar por incitação ao crime e epidemia com resultado morte); da servidora e fiscal contrato da vacina Covaxin, Regina Célia de Oliveira (advoca administrativa); do tenente-coronel Alex Lial Marinho (advocacia administrativa), ex-coordenador de logística da Saúde; do coronel Marcelo Bento Pires (advocacia administrativa), que teria feito pressão em favor da Covaxin; do coronel Hélcio Bruno (incitação ao crime), que teria intermediado a negociação de vacinas;</p>
<p style="text-align: justify;">Renan também sugere indiciar, na nova versão de seu relatório, Heitor Freire de Abreu (epidemia com resultado morte), atualmente no Ministério da Defesa e ex-subchefe de Articulação e Monitoramento da Casa Civil; do empresário José Alves (epidemia com resultado morte), dono da Vitamedic; e de Antonio Jordão (epidemia com resultado morte), presidente da Associação Médicos pela Vida, do reverendo Amilton Gomes de Paula (tráfico de influência), que intermediou a venda de vacinas; e Thiago Fernandes da Costa (advocacia administrativa), servidor do Ministério da Saúde que atuou na elaboração do contrato da Covaxin e responde em ação de improbidade ao lado de empresa ligada à Precisa Medicamentos, como revelou a Folha.</p>
<p style="text-align: justify;">A reunião, no entanto, não chegou a uma decisão consensual sobre a proposta de indiciamento do governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), e do ex-secretário de saúde daquele estado Marcellus Campêlo.</p>
<p style="text-align: justify;">A situação pode resultar em uma defecção na votação do relatório final, com o senador Eduardo Braga (MDB-AM) votando contra a aprovação do documento.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda na noite desta segunda-feira, os senadores Tasso Jereissati (PSDB-CE) e Otto Alencar (PSD-BA) foram à casa de Braga, após o término da reunião para tentar explicar a situação e tentar convencê-lo a votar com o grupo majoritário.</p>
<p>Fonte: Folha de SP</p>
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