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	<title>Arquivos Desemprego - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
	<lastBuildDate>Mon, 18 Aug 2025 14:23:22 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Média de desemprego do país é a mais baixa já registrada</title>
		<link>https://bancarios.com.br/media-de-desemprego-do-pais-e-a-mais-baixa-ja-registrada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2025 14:23:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O resultado reflete o fortalecimento da soberania nacional e a retomada do compromisso com o povo, por meio da geração de emprego e da valorização da renda. A taxa de desocupação no segundo trimestre de 2025 recuou em 18 das 27 unidades da federação e permaneceu estável nas outras nove, na comparação com o trimestre &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>O resultado reflete o fortalecimento da soberania nacional e a retomada do compromisso com o povo, por meio da geração de emprego e da valorização da renda.</h3>
<div class="sc-5836b2ba-3 kWfFCu">
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-69604 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/08/IMAGEM_NOTICIA_3-2025-08-18T111928.404.jpg" alt="" width="900" height="600" /></p>
<p>A taxa de desocupação no segundo trimestre de 2025 recuou em 18 das 27 unidades da federação e permaneceu estável nas outras nove, na comparação com o trimestre anterior. A média nacional chegou a 5,8%, a menor desde o início da série histórica, em 2012, consolidando um cenário positivo para trabalhadores em todo o país.</p>
<p>O resultado reflete o fortalecimento da soberania nacional e a retomada do compromisso com o povo, por meio da geração de emprego e da valorização da renda. Diferente de governos que priorizam a acumulação de riqueza para poucos, a atual política econômica aposta no desenvolvimento inclusivo, colocando dignidade e direitos da maioria como prioridade.</p>
<p>As maiores taxas de desemprego foram registradas em Pernambuco (10,4%), Bahia (9,1%) e Distrito Federal (8,7%), enquanto Santa Catarina (2,2%), Rondônia (2,3%) e Mato Grosso (2,8%) tiveram os índices mais baixos. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) Trimestral, divulgada pelo IBGE nesta quinta-feira (15).</p>
<p>Além disto, 12 estados atingiram o menor nível de desemprego já registrado na série histórica, consolidando avanços concretos para trabalhadores e reforçando que é possível crescer de forma soberana, mantendo direitos e justiça social.</p>
<p><strong><em>Fonte: Bancários Bahia</em></strong></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Desemprego cai a 6,1% em novembro, menor índice da série histórica</title>
		<link>https://bancarios.com.br/desemprego-cai-a-61-em-novembro-menor-indice-da-serie-historica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 13:39:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o IBGE, o número de empregados chegou a 103,9 milhões, um recorde histórico desde que a pesquisa foi iniciada, em 2012 A taxa de desemprego bateu recorde histórico de 6,1%, o menor da série histórica medida pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, a PNAD Contínua, de acordo com o Instituto Brasileiro de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="dd-m-display dd-m-display--small dd-m-background-energized-light">
<div class="wrap">
<div class="row">
<div class="col-xs-12">
<div class="row">
<div class="col-xs-12 col-lg-10 col-md-10 col-lg-offset-1 col-md-offset-1">
<h3 class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">Segundo o IBGE, o número de empregados chegou a 103,9 milhões, um recorde histórico desde que a pesquisa foi iniciada, em 2012</h3>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="dd-m-icon__group-icons"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-66897 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/12/systemuploadsnews8d678e31d4ec42c3e0e-700x460xfit-e996e.png" alt="" width="700" height="460" /></div>
<div>
<p>A taxa de desemprego bateu recorde histórico de 6,1%, o menor da série histórica medida pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, a PNAD Contínua, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta setxa-feira (27).</p>
<p>Os dados mostram que no trimestre encerrado em novembro de 2024, o desemprego recuou 0,5 ponto percentual frente ao trimestre de junho a agosto de 2024 (6,6%) e caiu 1,4 ponto ante o mesmo trimestre móvel de 2023 (7,5%). O índice, de 6,1%, é o menor já registrado pela pesquisa, que teve início em 2012.</p>
<p>Segundo o IBGE, o número de trabalhadores chegou a 103,9 milhões, um recorde histórico. No trimestre encerrado em novembro, 1,4 milhão de brasileiros conseguiram um emprego. No ano, o número de trabalhadores que conseguiram uma colocação ou voltaram ao mercado de trabalho chega a 3,4 milhões.</p>
<p>O número de desempregados em idade de trabalhar está em 6,8 milhões &#8211; um recuo de 7% (menos 510 mil) no trimestre e de 17,5% (menos 1,4 milhão) no ano. É o menor contingente de desocupados desde o trimestre encerrado em dezembro de 2014.</p>
<p>Fonte: CUT</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>IBGE: desemprego cai para 6,6% no trimestre encerrado em agosto</title>
		<link>https://bancarios.com.br/ibge-desemprego-cai-para-66-no-trimestre-encerrado-em-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Sep 2024 16:53:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Total de trabalhadores atingiu o recorde de 102,5 milhões. A taxa de desocupação, também conhecida como taxa de desemprego, recuou para 6,6% no trimestre encerrado em agosto deste ano. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), essa é a &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="header-noticia full-width">
<h3 class="linha-fina-noticia">Total de trabalhadores atingiu o recorde de 102,5 milhões.</h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-65605 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/09/carteira_de_trabalho_e_previdencia_social_ctps.webp" alt="" width="1170" height="700" /></p>
</div>
<p>A taxa de desocupação, também conhecida como taxa de desemprego, recuou para 6,6% no trimestre encerrado em agosto deste ano. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), essa é a menor taxa para um trimestre encerrado em agosto desde o início da pesquisa, em 2012.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1613705&amp;o=node" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1613705&amp;o=node" /></p>
<p>No trimestre anterior, encerrado em maio de 2024, a taxa havia sido de 7,1%. Já no mesmo período do ano anterior, ou seja, o trimestre encerrado em agosto de 2023, a taxa havia ficado em 7,8%.</p>
<p>A população desocupada ficou em 7,3 milhões, o menor número desde o trimestre encerrado em janeiro de 2015. O contingente é 6,5% menor do que no trimestre anterior (menos 502 mil pessoas) e 13,4% inferior ao ano anterior (menos 1,1 milhão).</p>
<p>Já o total de trabalhadores do país atingiu um recorde: 102,5 milhões. As altas são de 1,2% em relação ao trimestre anterior (mais 1,2 milhão de empregos) e de 2,9% em relação ao ano anterior (mais 2,9 milhões de pessoas).</p>
<p>“A baixa desocupação reflete a expansão da demanda por trabalhadores em diversas atividades econômicas, levando a taxa de desocupação para valores próximos ao de 2013, quando esse indicador estava em seu menor patamar”, afirma a coordenadora da pesquisa, Adriana Beringuy.</p>
<p><strong><em>Fonte: Carta Capital </em></strong></p>
<div class="subheader">
<div class="container-autoria"></div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>IBGE: Brasil tem 10,9 milhões de jovens que não estudam, nem trabalham</title>
		<link>https://bancarios.com.br/ibge-brasil-tem-109-milhoes-de-jovens-que-nao-estudam-nem-trabalham/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Dec 2023 15:28:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Grupo é conhecido como ‘nem-nem’; situação atinge um em cada cinco brasileiros entre 15 e 29 anos Um em cada cinco jovens de 15 a 29 anos não estudavam nem trabalhava em 2022. O grupo conhecido como ‘nem-nem’ (composto por aqueles que não estudam e não trabalham) totalizou mais de 10,9 milhões de jovens, representando 22,3% dos brasileiros &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Grupo é conhecido como ‘nem-nem’; situação atinge um em cada cinco brasileiros entre 15 e 29 anos</h3>
<figure id="attachment_61020" aria-describedby="caption-attachment-61020" style="width: 1200px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="wp-image-61020 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Jovens-Foto-Fernando-Frazao-Agencia-Brasil.jpg" alt="" width="1200" height="720" /><figcaption id="caption-attachment-61020" class="wp-caption-text">Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Um em cada cinco <a href="https://12ft.io/proxy?q=https%3A%2F%2Fwww.cartacapital.com.br%2F%3Fs%3Djovens" target="_parent" rel="noopener">jovens</a> de 15 a 29 anos não estudavam nem trabalhava em 2022. O grupo conhecido como ‘nem-nem’ (composto por aqueles que não estudam e não trabalham) totalizou mais de 10,9 milhões de jovens, representando 22,3% dos brasileiros na faixa etária.</p>
<p>Os dados são da Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2023, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<a href="https://12ft.io/proxy?q=https%3A%2F%2Fwww.cartacapital.com.br%2F%3Fs%3Dibge" target="_parent" rel="noopener">IBGE</a>) nesta quarta-feira 6.</p>
<p>Deste total de ‘nem-nem’, 43,3% eram mulheres pretas ou pardas, 24,3% eram homens pretos ou pardos, 20,1% eram mulheres brancas e apenas 11,4% eram homens brancos.</p>
<p>Os dados ainda revelam que em 2022, 4,7 milhões de jovens <a href="https://12ft.io/proxy?q=https%3A%2F%2Fwww.cartacapital.com.br%2Ftag%2Fdesemprego%2F" target="_parent" rel="noopener">não procuravam emprego</a> nem gostariam de trabalhar.</p>
<p>Deste grupo fazem parte mais de 2 milhões de mulheres responsáveis por cuidar dos afazerem doméstico ou de parentes.</p>
<p>Os resultados da pesquisa mostram um risco alarmante de vulnerabilidade juvenil, reconhecida como mais preocupante que a taxa de desocupação, uma vez que esses jovens não estão nem ganhando experiência laboral, nem qualificação, o que pode comprometer suas possibilidades ocupacionais no futuro.</p>
<p><strong>Do total de 10,9 milhões de jovens que não estudam e não estão ocupados, 61,2% eram pobres.</strong> Entre esses jovens não estudavam nem estavam ocupados pobres, 47,8% eram mulheres pretas ou pardas.</p>
<h2>Educação Infantil</h2>
<p>Os dados ainda mostram que entre 2019 e 2022 o Brasil não avançou na meta de universalização da <a href="https://12ft.io/proxy?q=https%3A%2F%2Fwww.cartacapital.com.br%2Feducacao%2F" target="_parent" rel="noopener">educação infantil</a>.</p>
<p>A frequência escolar das crianças com 4 e 5 anos de idade (no início da obrigatoriedade da educação básica) recuou 1,2 ponto percentual no período, passando de 92,7% para 91,5%.</p>
<p>“Esses resultados indicam que a pandemia de COVID-19 prejudicou a garantia de acesso à escola. Esse prejuízo ainda não foi revertido em 2022, mais de dois anos depois dos primeiros casos de Covid no Brasil”, avalia Betina Fresneda, analista da pesquisa.</p>
<p>Os dados ainda mostraram <a href="https://12ft.io/proxy?q=https%3A%2F%2Fwww.cartacapital.com.br%2Feducacao%2Fpisa-brasil-mantem-estabilidade-em-matematica-leitura-e-ciencias%2F" target="_parent" rel="noopener">um atraso escolar pós-pandêmico</a>. Entre os acima de 6 anos, a taxa das crianças que ingressaram no ensino fundamental caiu de 81,8% em 2019, para 69% em 2022.</p>
<p>Além de não estarem na escola, o percentual de alunos no segundo ano do ensino fundamental com a alfabetização completa recuou de 60,3% em 2019, para 43,6% em 2021.</p>
<p>O estudo ainda mostrou que o Brasil está muito longe de alcançar o nível de educação média dos países da OCDE.</p>
<p>A proporção de brasileiros com 25 a 64 anos de idade que não concluíram a educação básica obrigatória é de 41,5%, mais do que o dobro observado em integrantes do bloco, com o percentual médio de 20,1%.</p>
<p><em><strong>Fonte: Carta Capital</strong></em></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desemprego cai em 7 estados e no DF no segundo trimestre de 2023, diz IBGE</title>
		<link>https://bancarios.com.br/desemprego-cai-em-7-estados-e-no-df-no-segundo-trimestre-de-2023-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Aug 2023 13:43:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/s/?p=59137</guid>

					<description><![CDATA[<p>A taxa de desocupação do país no segundo trimestre de 2023 foi de 8,0%, caindo 0,8 % ante o primeiro trimestre deste ano (8,8%) e 1,3 % frente ao mesmo trimestre de 2022 (9,3%) O índice de desemprego no Brasil ficou em 8,0% no segundo trimestre deste ano encerrado em julho, caindo 0,8 % ante &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="dd-m-display dd-m-display--small dd-m-background-energized-light">
<div class="wrap">
<div class="row">
<div class="col-xs-12">
<div class="row">
<div class="col-xs-12 col-lg-10 col-md-10 col-lg-offset-1 col-md-offset-1">
<h3 class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">A taxa de desocupação do país no segundo trimestre de 2023 foi de 8,0%, caindo 0,8 % ante o primeiro trimestre deste ano (8,8%) e 1,3 % frente ao mesmo trimestre de 2022 (9,3%)</h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-59138 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/08/systemuploadsnews28b228e8fd3bca54506-700x460xfit-a6787.jpg" alt="" width="700" height="460" /></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>O índice de desemprego no Brasil ficou em 8,0% no segundo trimestre deste ano encerrado em julho, caindo 0,8 % ante o primeiro trimestre deste ano (8,8%) e 1,3 % frente ao mesmo trimestre de 2022 (9,3%), de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta terça-feira (15).</p>
<p>Os dados mostram que a taxa de desemprego caiu em sete estados: Rio Grande do Norte, São Paulo, Ceará, Minas Gerais, Maranhão, Pará e Mato Grosso. A maior redução do desemprego foi no Distrito Federal (DF), passando de 12% no primeiro trimestre para 8,7% agora e o Rio Grande do Norte, que passou de 12,1% para 10,2%. Nos demais estados o índice do desemprego ficou estável.</p>
<p><strong>Taxa de desocupação, por UF, frente ao trimestre anterior (%) -2° trimestre de 2023</strong></p>
<table width="395">
<tbody>
<tr>
<td width="204"><strong>UF</strong></td>
<td width="60"><strong>1T 2023</strong></td>
<td width="56"><strong>2T 2023</strong></td>
<td width="70"><strong>situação</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Pernambuco</td>
<td width="60">14,1</td>
<td width="56">14,2</td>
<td width="70">⇥</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Bahia</td>
<td width="60">14,4</td>
<td width="56">13,4</td>
<td width="70">⇥</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Amapá</td>
<td width="60">12,2</td>
<td width="56">12,4</td>
<td width="70">⇥</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Rio de Janeiro</td>
<td width="60">11,6</td>
<td width="56">11,3</td>
<td width="70">⇥</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Paraíba</td>
<td width="60">11,1</td>
<td width="56">10,4</td>
<td width="70">⇥</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Sergipe</td>
<td width="60">11,9</td>
<td width="56">10,3</td>
<td width="70">⇥</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Amazonas</td>
<td width="60">10,5</td>
<td width="56">9,7</td>
<td width="70">⇥</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Piauí</td>
<td width="60">11,1</td>
<td width="56">9,7</td>
<td width="70">⇥</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Alagoas</td>
<td width="60">10,6</td>
<td width="56">9,7</td>
<td width="70">⇥</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Acre</td>
<td width="60">9,8</td>
<td width="56">9,3</td>
<td width="70">⇥</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Tocantins</td>
<td width="60">6,9</td>
<td width="56">6,5</td>
<td width="70">⇥</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Espírito Santo</td>
<td width="60">7,0</td>
<td width="56">6,4</td>
<td width="70">⇥</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Goiás</td>
<td width="60">6,7</td>
<td width="56">6,2</td>
<td width="70">⇥</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Rio Grande do Sul</td>
<td width="60">5,4</td>
<td width="56">5,3</td>
<td width="70">⇥</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Roraima</td>
<td width="60">6,8</td>
<td width="56">5,1</td>
<td width="70">⇥</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Paraná</td>
<td width="60">5,4</td>
<td width="56">4,9</td>
<td width="70">⇥</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Mato Grosso do Sul</td>
<td width="60">4,8</td>
<td width="56">4,1</td>
<td width="70">⇥</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Santa Catarina</td>
<td width="60">3,8</td>
<td width="56">3,5</td>
<td width="70">⇥</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Rondônia</td>
<td width="60">3,2</td>
<td width="56">2,4</td>
<td width="70">⇥</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">São Paulo</td>
<td width="60">8,5</td>
<td width="56">7,8</td>
<td width="70">↓</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">&nbsp;</td>
<td width="60">&nbsp;</td>
<td width="56">&nbsp;</td>
<td width="70">&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td width="204"><strong>Brasil</strong></td>
<td width="60"><strong>8,8</strong></td>
<td width="56"><strong>8,0</strong></td>
<td width="70"><strong>↓</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Ceará</td>
<td width="60">9,6</td>
<td width="56">8,6</td>
<td width="70">↓</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Minas Gerais</td>
<td width="60">6,8</td>
<td width="56">5,8</td>
<td width="70">↓</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Maranhão</td>
<td width="60">9,9</td>
<td width="56">8,8</td>
<td width="70">↓</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Pará</td>
<td width="60">9,8</td>
<td width="56">8,6</td>
<td width="70">↓</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Mato Grosso</td>
<td width="60">4,5</td>
<td width="56">3,0</td>
<td width="70">↓</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Rio Grande do Norte</td>
<td width="60">12,1</td>
<td width="56">10,2</td>
<td width="70">↓</td>
</tr>
<tr>
<td width="204">Distrito Federal</td>
<td width="60">12,0</td>
<td width="56">8,7</td>
<td width="70">↓</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>De acordo com o IBGE, 73,3% dos empregados do setor privado do país tinham carteira de trabalho assinada no segundo trimestre e os menores percentuais também estavam no Nordeste (59,1%) e no Norte (58,4%).</p>
<p><strong>Renda</strong></p>
<p>No segundo trimestre, o rendimento médio real das pessoas ocupadas foi de R$ 2.921 – uma estabilidade em relação ao primeiro trimestre de 2023 e aumento na comparação com segundo trimestre de 2022.</p>
<p>Os homens têm a maior média salarial com R$ 3.107 e as mulheres são as menos valorizadas com renda média de R$ 2.473.</p>
<p>Em geral, a maior renda dos trabalhadores foi no terceiro trimestre de 2020 quando chegou a R$ 3.129. Segundo o IBGE, isso se deveu às distorções da pandemia, responsável pela saída do mercado de trabalho de pessoas com menor qualificação profissional. A menor renda foi registrada no quarto trimestre de 2021, com R$ 2.682, período em que houve a reentrada destes trabalhadores ao mercado.</p>
<p><strong>Por regiões</strong></p>
<p>O <strong>Nordeste</strong>, apesar da queda no índice, continua sendo a região com maior taxa de desocupação do país com 11,3% de desempregados contra 12,7% do mesmo período do ano passado.</p>
<p>Na região <strong>Norte</strong> também houve queda passando 8,1% de desocupação, contra 8,9% no ano passado.</p>
<p>O <strong>Sudeste</strong> tem 7,9% de desocupação, contra 9,3% no ano passado.</p>
<p>No <strong>Centro-Oeste</strong> são 5,7% dos desocupados contra 7% no ano passado.</p>
<p>A região <strong>Sul</strong> tem a menor taxa de desocupação do país com 4,7% contra 5,6% no ano passado.</p>
<p><strong>Informalidade</strong></p>
<p>A taxa de informalidade para o Brasil foi de 39,2% da população ocupada. As maiores taxas ficaram com Pará (58,7%), Maranhão (57,0%) e Amazonas (56,8%) e as menores, com Santa Catarina (26,6%), Distrito Federal (31,2%) e São Paulo (31,6%).</p>
<p>Para o cálculo da proxy de taxa de informalidade da população ocupada são consideradas as seguintes populações: Empregado no setor privado sem carteira de trabalho assinada; Empregado doméstico sem carteira de trabalho assinada; Empregador sem registro no CNPJ; Trabalhador por conta própria sem registro no CNPJ; e Trabalhador familiar auxiliar.</p>
<p><strong>Desocupação segue recuando na maioria das faixas de tempo de procura</strong></p>
<p>No segundo trimestre de 2023, os contingentes da maioria das faixas de tempo de procura por trabalho continuaram a mostrar reduções percentuais.</p>
<p>No segundo trimestre de 2023, havia 2,04 milhões de pessoas desocupadas que estavam procurando trabalho por dois anos ou mais. Esse contingente caiu 31,7% frente ao segundo trimestre de 2022, quando havia 2,985 milhões de pessoas nessa faixa. Foi uma redução de 945 mil pessoas nesta faixa de tempo. No entanto, em relação ao primeiro ano da série histórica, no segundo trimestre de 2012, o total de pessoas buscando trabalho por dois anos ou mais cresceu 34,2%.</p>
<p><strong>Desocupação por gênero</strong></p>
<p>A taxa de desocupação no segundo trimestre ficou em 6,9% para homens e 9,6% para mulheres. No trimestre passado, os números eram 7,2% e 10,9%, respectivamente.</p>
<p>&#8220;Com isso, o nível de ocupação das mulheres chegou a 47,1%, enquanto o dos homens foi de 66,8%. Esse indicador calcula o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar&#8221;, diz o IBGE.</p>
<p><strong>Por faixa etária</strong></p>
<p>Na divisão por idade, as taxas de desocupação caíram em todos os extratos etários.</p>
<p>14 a 17 anos: 29,8% de desocupação, contra 33,1% no trimestre passado;</p>
<p>18 a 24 anos: 16,6% de desocupação, contra 18% no trimestre passado;</p>
<p>25 a 39 anos: 7,4% de desocupação, contra 8,2% no trimestre passado;</p>
<p>40 a 59 anos: 5,3% de desocupação, contra 5,6% no trimestre passado;</p>
<p>60 anos ou mais: 3,4% de desocupação, contra 3,9% no trimestre passado;</p>
<p><strong>Por raça</strong></p>
<p>Na divisão por raça, as taxas de desocupação também caíram em todas as opções.</p>
<p>Branco: 6,3% de desocupação, contra 6,8% no trimestre passado;</p>
<p>Pardo: 9,3% de desocupação, contra 10,1% no trimestre passado;</p>
<p>Preto: 10% de desocupação, contra 11,3% no trimestre passado;</p>
<p><a href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/trabalho/9173-pesquisa-nacional-por-amostra-de-domicilios-continua-trimestral.html?t=resultados" target="_blank" rel="noopener"><strong>Leia aqui</strong></a> a pesquisa do IBGE na íntegra.</p>
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<div class="dd-m-share dd-m-share--mobile-fixed">
<div class="dd-m-icon__group-icons"><em><strong>Fonte: CUT</strong></em></div>
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<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/desemprego-cai-em-7-estados-e-no-df-no-segundo-trimestre-de-2023-diz-ibge/">Desemprego cai em 7 estados e no DF no segundo trimestre de 2023, diz IBGE</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
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		<title>Queda do desemprego seria ainda maior com juros mais baixos</title>
		<link>https://bancarios.com.br/queda-do-desemprego-seria-ainda-maior-com-juros-mais-baixos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jul 2023 12:21:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desemprego em 8% é mais baixo desde 2014; país cria 1 milhão de vagas formais O Brasil apresenta sinais de melhora econômica com queda no índice de desemprego de 8,3% para 8%, aumento de mais de 1 milhão de vagas formais de trabalho abertas, estabilidade da renda do trabalhador e reajustes salarias acima da inflação. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-element elementor-element-5464db98 elementor-widget elementor-widget-theme-post-excerpt" data-id="5464db98" data-element_type="widget" data-widget_type="theme-post-excerpt.default">
<h3 class="elementor-widget-container">Desemprego em 8% é mais baixo desde 2014; país cria 1 milhão de vagas formais</h3>
</div>
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<div class="elementor-image">
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-58888 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/07/carteira-de-trabalho1.jpg" alt="" width="700" height="460" /></p>
<p>O Brasil apresenta sinais de melhora econômica com queda no índice de desemprego de 8,3% para 8%, aumento de mais de 1 milhão de vagas formais de trabalho abertas, estabilidade da renda do trabalhador e reajustes salarias acima da inflação. Os dados são de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Ministério do Emprego e Trabalho (MTE) e do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), respectivamente. Veja os números abaixo.</p>
<p>Apesar dessa melhora, o país ainda tem de conviver com o arrocho econômico provocado pelo Banco Central (BC), que mantém a taxa básica de juros, a Selic, em 13,75%, que proporciona a maior taxa de juro real do mundo, na casa dos 10%. Para o presidente da CUT, Sérgio Nobre, Campos Neto já deveria ter sido afastado da presidência da entidade pelo Senado Federal. Com a independência do BC criada pelo governo de Jair Bolsonaro (PL), aprovada pelo Congresso Nacional, apenas os senadores podem retirá-lo do cargo.</p>
<p>“O país já não aguenta mais a taxa elevada de juros. Todos perdem, o governo que tem de pagar R$ 38 bilhões a cada 1% que o BC cobra de juros, dinheiro que poderia ir para a saúde, a educação; perdem os empresários por não ter crédito para investir e gerar empregos, e perdem especialmente as famílias brasileiras por estarem cada vez mais endividadas com cartão de crédito, juros de cheque especial e prestações”, diz Nobre.</p>
<p>O presidente da CUT ressalta, no entanto, que a queda no índice do desemprego e os reajustes salariais acima da inflação são vitórias do movimento sindical. “Nós lutamos para eleger o presidente Lula, um homem forjado no movimento sindical, que já comandou o Brasil com êxito em dois outros mandatos. Mas, hoje existem adversários como o bolsonarista Campos Neto, que trabalham contra o governo atual e, para isso, boicotam a economia do país”, critica.</p>
<p>Nobre avalia que a previsão de baixar os juros em 0,25%, segundo analistas econômicos, ainda é pouco para o país se reerguer economicamente com mais rapidez. O Comitê de Política Econômica (Copom), do BC, responsável por definir os juros, se reúne nos dias 1º e 2 de agosto, para apresentar nova proposta ou manter a atual taxa. “O povo brasileiro precisa se mobilizar e ir às ruas para manifestar a sua insatisfação com os juros altos. A CUT integra comitês de luta que farão até o próximo 2 de agosto mobilizações por juros baixos”, diz.</p>
<h3><strong>Desemprego, vagas e reajustes</strong></h3>
<p>O nível de desemprego no país está em 8%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (28) pelo IBGE. É o menor índice para o segundo trimestre, encerrado em junho, desde 2014. Houve um recuo de 0,3 ponto percentual (p.p.) em relação ao 1º trimestre do ano, quando estava em 8,3%. Na série histórica trimestral, foi o melhor resultado desde o 4º trimestre do ano passado (7,9%).</p>
<p>A queda no desemprego em relação ao mesmo período do ano passado foi de 1,3 p.p. Em 2022 estava em 9,3%. Em 12 meses a queda do desemprego é ainda maior, de 14,2%. A renda do trabalhador ficou estável em comparação ao trimestre passado, mas com ligeira queda, de R$ 2.923 para R$ 2.921.</p>
<p>Na comparação anual da pesquisa IBGE, os dados são os seguintes:</p>
<p>Ocupados: 98,910 milhões (+0,7%);</p>
<p>Desempregados: 8,647 milhões (-14,2%);</p>
<p>Desalentados: 3,672 milhões (-13,9%);</p>
<p>Renda média: R$ 2.921 (+6,2%).</p>
<h3><strong>Aumento no emprego</strong></h3>
<p>Outro dado positivo em relação ao emprego é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo MTE. O número de vagas formais, com carteira assinada, chegou a 1.023.540, nos seis primeiros meses deste ano. Embora o saldo tenha sido positivo, o número é 26% menor que o registrado no 1º semestre do ano passado, que chegou a 1.388.010. Somente em junho deste ano o saldo positivo foi de 157.198 empregos.</p>
<h3><strong>Reajustes acima da inflação</strong></h3>
<p>Das categorias profissionais com data-base em junho, analisadas pelo Dieese até 9 de julho, 85,9% conquistaram aumentos reais nos salários, na comparação com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do IBGE.</p>
<p>Outras 12,3% alcançaram reajustes iguais a esse índice, e apenas 1,8% não conseguiram recompor as perdas para a inflação. O Dieese destaca que 21% das negociações de 2023 obtiveram ganhos reais superiores a 2% sobre o índice da inflação. A variação real média dos salários fica 1,07% acima do INPC.</p>
<p>Para o Dieese, é possível que o mais recente reajuste do salário-mínimo, concedido em maio pelo governo Lula, tenha influenciado positivamente o resultado das negociações nas últimas duas datas-bases, acentuando tendência positiva que vem desde o final do ano passado. Os dados são do boletim <em><a href="https://www.dieese.org.br/boletimnegociacao/2023/boletimnegociacao34.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">De olho nas negociações</a></em> nº 34.</p>
<p>Leia a reportagem completa no <a href="https://www.cut.org.br/noticias/sergio-nobre-queda-do-desemprego-seria-ainda-maior-se-juros-estivessem-mais-baix-60a3" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portal da CUT</a>.</p>
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		<title>Boletim do DIEESE mostra que trabalho intermitente cresce, mas renda média é inferior ao salário mínimo</title>
		<link>https://bancarios.com.br/boletim-do-diese-mostra-que-trabalho-intermitente-cresce-mas-renda-media-e-inferior-ao-salario-minimo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2023 16:08:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre as centenas de alterações promovidas pela reforma trabalhista, que entrou em vigor em novembro de 2017 (Lei 13.467/2017), foi criado o contrato de trabalho intermitente. Nessa modalidade, também conhecida como contrato de zero hora, o trabalhador fica à disposição para trabalhar, aguardando, sem remuneração, pelo chamado do empregador. Enquanto não for convocado, não recebe. &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/boletim-do-diese-mostra-que-trabalho-intermitente-cresce-mas-renda-media-e-inferior-ao-salario-minimo/">Boletim do DIEESE mostra que trabalho intermitente cresce, mas renda média é inferior ao salário mínimo</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-57650" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/05/pexels-antoni-shkraba-production-8278873-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1707" /></p>
<p>Entre as centenas de alterações promovidas pela reforma trabalhista, que entrou em vigor em novembro de 2017 (Lei 13.467/2017), foi criado o contrato de trabalho intermitente.<br />
Nessa modalidade, também conhecida como contrato de zero hora, o trabalhador fica à disposição para trabalhar, aguardando, sem remuneração, pelo chamado do empregador. Enquanto não for convocado, não recebe. E, quando requisitado para executar algum serviço, a renda é proporcional às horas efetivamente trabalhadas.</p>
<p>Os defensores da reforma alegavam que esse tipo de contrato poderia gerar milhões de novos postos de trabalho2. Por outro lado, muitos especialistas alertavam que isso não aconteceria e que esse tipo de contratação não garantiria a esses trabalhadores novas convocações para voltar ao trabalho.</p>
<p>A partir da divulgação dos registros de empregos formais de 2021 (da Relação Anual de Informações Sociais &#8211; Rais, do então Ministério da Economia), é possível estimar a renda recebida e o trabalho efetivamente realizado por meio dos contratos intermitentes. Ao final de 2020, 200 mil desses vínculos estavam ativos.</p>
<p>Em dezembro de 2021, 0,50% do estoque total de vínculos formais ativos eram de trabalho intermitente (244 mil vínculos).</p>
<p>As informações relacionadas ao trabalho intermitente de 2021 mostram que: 1 &#8211; muitos dos contratos passaram boa parte do ano engavetados, quer dizer, geraram pouco ou nenhum trabalho e renda; 2 &#8211; e a renda gerada ficou abaixo do salário mínimo.</p>
<p><strong>Contratos intermitentes ficam “engavetados”</strong><br />
Em 2021, do estoque de intermitentes ativos no final do ano, 35% não tinham registrado nenhum rendimento ao longo do ano.</p>
<p><strong>Um terço do total de intermitentes ativos não trabalhou em 2021</strong></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-57647" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Capturar.jpg" alt="" width="499" height="350" data-wp-editing="1" /></p>
<p>Olhando apenas os vínculos admitidos em 2021, e que ainda estavam ativos até o final do ano, 20% não tiveram nenhuma renda ao longo daquele período. Ou seja, um em cada cinco contratos intermitentes firmados no ano não gerou renda alguma para o trabalhador.</p>
<p>O comércio varejista registrou o maior número de contratos parados o ano todo – 35.239 vínculos, que representaram 48% do total de vínculos intermitentes do setor. Entre os técnicos de nível médio nas ciências administrativas, 62% dos vínculos intermitentes não resultaram em nenhum trabalho no ano (15.416 vínculos) – a maior proporção de contratos engavetados entre as ocupações.</p>
<p><strong>Mesmo contratados, intermitentes não trabalham. Em dezembro, mês de alta nas vendas, grande parte dos contratos intermitentes ficou engavetada</strong></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-57648" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Capturar1.jpg" alt="" width="595" height="345" /></p>
<p>No final do ano, o volume de contratações intermitentes foi maior, provavelmente devido às festas de Natal e ano novo. O pico de contratações ocorreu em novembro, quando houve 26 mil admissões. No entanto, 29% dos contratos celebrados no último trimestre (de outubro a dezembro de 2019) não resultaram em trabalho efetivo em 2021. Considerando todos os vínculos intermitentes admitidos no ano e que ainda estavam ativos em dezembro, 46% não registraram nenhuma atividade naquele mês.</p>
<p><strong>Renda gerada pelos vínculos intermitentes é baixa</strong><br />
A partir de informações da Rais, estima-se que a duração média dos vínculos firmados em 2021 foi de cinco meses, divididos em três meses de trabalho e dois de espera. A remuneração média dos vínculos intermitentes foi de R$ 888, valor equivalente a 81% de um salário mínimo naquele ano (R$ 1.100 em 2021).</p>
<p>É verdade que o mesmo trabalhador pode acumular mais de um vínculo de trabalho intermitente, mas, segundo divulgação do então Ministério da Economia, em 2020, a proporção daqueles que contavam com mais de uma admissão era de apenas 1,4%4.</p>
<p>Ao analisar os 244 mil vínculos intermitentes ativos em dezembro de 2021, nota-se que só 110 mil tiveram alguma atividade no último mês do ano. Daqueles que trabalharam, 44% receberam menos que um salário mínimo (R$ 1.100). Apenas 17% dos vínculos intermitentes tiveram remunerações equivalentes a dois salários mínimos ou mais (R$ 2.200), naquele mês.</p>
<p><strong>Remuneração dos vínculos intermitentes em dezembro de 2021: 44% dos vínculos tiveram remuneração inferior a um salário mínimo</strong></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-57649" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Capturar2.jpg" alt="" width="546" height="337" /></p>
<p><strong>Considerações finais</strong><br />
Está em debate no Supremo Tribunal Federal (STF) a constitucionalidade dos contratos de trabalho intermitente. Restam ainda muitas dúvidas e inseguranças, tanto por parte das empresas quanto dos trabalhadores. Mesmo assim, o número de contratos desse tipo continua crescendo, ainda que representem apenas 0,50% do estoque de vínculos formais no mercado de trabalho brasileiro.</p>
<p>Os dados disponíveis indicam que, na prática, o trabalho intermitente se converte em pouco tempo de trabalho efetivo e em baixos rendimentos.</p>
<p>Como em anos anteriores, um em cada cinco vínculos do tipo não chegou a sair do papel em 2021. Mesmo em dezembro, mês em que o mercado de trabalho está mais aquecido, quase metade dos vínculos intermitentes não gerou nenhuma renda.</p>
<p>Aproximadamente metade dos vínculos (44%) resultou em remunerações inferiores a um salário mínimo. Na média, a remuneração mensal dos intermitentes foi de R$ 888.</p>
<p><em><strong>Fonte</strong></em>: https://www.dieese.org.br/boletimempregoempauta/2023/boletimEmpregoemPauta25.pdf</p>
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		<title>Falta de política pública gera multidão de desempregados</title>
		<link>https://bancarios.com.br/falta-de-politica-publica-gera-multidao-de-desempregados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2022 16:22:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/s/?p=54649</guid>

					<description><![CDATA[<p>Desocupação e precarização do mercado de trabalho impedem recuperação econômica do país Desde 2014, e de forma mais intensa desde que a reforma trabalhista entrou em vigor, em novembro de 2017, o mercado de trabalho brasileiro vem passando por forte processo de precarização, agravado com a pandemia de covid-19. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-element elementor-element-5464db98 elementor-widget elementor-widget-theme-post-excerpt" data-id="5464db98" data-element_type="widget" data-widget_type="theme-post-excerpt.default">
<h4 class="elementor-widget-container">Desocupação e precarização do mercado de trabalho impedem recuperação econômica do país</h4>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-54650 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/10/crise-social-desemprego.jpeg" alt="" width="755" height="455" /></p>
</div>
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<div class="elementor-image">
<p>Desde 2014, e de forma mais intensa desde que a reforma trabalhista entrou em vigor, em novembro de 2017, o mercado de trabalho brasileiro vem passando por forte processo de precarização, agravado com a pandemia de covid-19.</p>
<p>Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua de agosto de 2022 mostram que 9,7 milhões de pessoas estão desocupadas no Brasil, número 54% maior do que ao final de 2013, quando eram 6,3 milhões.</p>
<p>As mulheres sofrem mais com o desemprego do que os homens. Em julho, a taxa geral de desocupação era de 9,1%. Entre elas, porém, chegava a 11,6%. Entre os homens, a 7,5%. O menor patamar da série histórica foi ao final de 2013, quando era de 7,8% entre as mulheres e 5,1% entre os homens.</p>
<p>O desemprego também afeta intensamente a população jovem. Na faixa dos 14 anos aos 17 anos, chega a 33,3%; e dos 18 anos aos 24 anos, a 19,3%. Os menores patamares foram, em 2013, de 18,6% e 12,8%, respectivamente.</p>
<p>O recorte por raça/cor mostra que a desocupação entre pessoas pretas e pardas é de 11,3% e 10,8%, respectivamente. Entre brancos é de 7,3%. Os menores patamares entre pretos e pardos foi de 8% e 7,2%, entre 2013 e 2014. Entre os brancos o menor patamar, de 5,1%, foi registrado no final de 2013.</p>
<h3><strong>Subutilização</strong></h3>
<p>A PNAD também mostra a piora na subutilização, levantamento que inclui ainda pessoas que trabalham menos horas do que gostariam; que estão disponíveis, mas desistiram de buscar vaga (desalentadas); e que procuram uma ocupação, mas não estão disponíveis no momento (por estarem cuidando de alguém na residência, por exemplo).</p>
<p>Os dados apontam que hoje existem 23,9 milhões de pessoas subutilizadas, 20,5% da força de trabalho. O menor patamar ocorreu em 2014, quando existiam 9 milhões de pessoas subutilizadas (14,8%).</p>
<p>Entre as mulheres a subutilização é de 26,6%; entre os homens, de 16,8%. No recorte por idade, chega a 61,4% entre jovens de 14 a 17 anos (em 2013, foi de 42,1%); e a 33,4%, entre os de 18 a 24 anos (em 2013, foi de 22,9%).</p>
<h3><strong>Informalidade</strong></h3>
<p>A PNAD também aponta redução no emprego formal. Desde meados de 2014, quando seu contingente chegou ao maior patamar, houve redução de quase 1,6 milhão de pessoas ocupadas no setor privado com contrato pela CLT.</p>
<p>Em contrapartida, existem hoje 13,2 milhões de pessoas ocupadas sem carteira assinada nesse mesmo segmento, crescimento de quase 2,2 milhões em relação ao terceiro trimestre de 2017 (logo antes da reforma trabalhista).</p>
<p>Também houve grande aumento no número daqueles que trabalham por conta própria, que hoje são 25,9 milhões de pessoas. São 3,3 milhões a mais do que existiam quando a reforma trabalhista entrou em vigor.</p>
<p><strong><em>Fonte</em></strong><em>: Dados sistematizados pela subseção do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos na Contraf-CUT.</em></p>
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		<title>Reforma Trabalhista aumenta informalidade e acaba com o sonho da aposentadoria</title>
		<link>https://bancarios.com.br/reforma-trabalhista-aumenta-informalidade-e-acaba-com-o-sonho-da-aposentadoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2022 13:43:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos trabalhistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reforma Trabalhista reduziu empregos de qualidade, renda e a possibilidade de aposentadoria, além de aumentar a informalidade, mostra estudo de doutoranda da Escola Nacional de Ciências e Estatística do IBGE Fonte: Cut Em 2019, dois anos após a reforma Trabalhista, aumentou em um milhão o número de trabalhadores que não consegue pagar a Previdência Social &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>Reforma Trabalhista reduziu empregos de qualidade, renda e a possibilidade de aposentadoria, além de aumentar a informalidade, mostra estudo de doutoranda da Escola Nacional de Ciências e Estatística do IBGE</h4>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-54458 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/10/systemuploadsnewsd65dbaaa93b18205a2e-700x460xfit-f4c1d.jpg" alt="" width="700" height="460" /></p>
<p><em><strong>Fonte: Cut</strong></em></p>
<p>Em 2019, dois anos após a reforma Trabalhista, aumentou em um milhão o número de trabalhadores que não consegue pagar a Previdência Social em relação a 2012.  Esses e outros dados mostram que a reforma proposta e aprovada durante o governo de Michel Temer (MDB-SP) não só precarizou as relações de trabalho como está começando a dar sinais de que também irá impedir a aposentadoria de trabalhadores e trabalhadoras no futuro próximo.</p>
<p>O estudo que demonstra como a reforma Trabalhista foi e continua sendo nefasta para a classe trabalhadora, foi feito a partir da Pesquisa Nacional por Amostragem em Domicílio (PNAD Continua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) pela doutoranda da Escola Nacional de Ciências e Estatística do IBGE, Adriana Maria Dessie.</p>
<p>A reforma Trabalhista aumentou a informalidade, portanto, as pessoas não têm renda suficientes para se manter e muito menos para contribuir com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), concluiu Dessi. O objetivo da pesquisa da doutoranda era analisar como a financeirização da economia no Brasil reduziu o investimento produtivo, que gera empregos com carteira assinada, principalmente na indústria, o que a Organização Mundial do Trabalho (OIT) chama de “emprego decente”.</p>
<p>Seu foco foi a força de trabalho de pessoas acima de 14 anos, que ganham até três salários mínimos (R$ 3.636), pois de acordo com ela, o piso nacional considerado ideal é de mais de R$ 6 mil, para que uma família de quatro pessoas possa subsistir pagando suas despesas básicas com alimentação, habitação, transporte e outras, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).</p>
<p>“A conclusão que cheguei é que a reforma Trabalhista impacta negativamente na possibilidade de uma pessoa poder se aposentar por não ter dinheiro para contribuir”, afirma a pesquisadora.</p>
<p>“As pessoas ou não tem emprego decente, ou têm trabalhos intermitentes, trabalham mais horas por semana para ter uma renda mínima e ainda há os que, sequer, conseguem trabalhar as horas necessárias”, explica Adriana, que complementa: “Elas não conseguem se aposentar porque não têm condições financeiras para contribuir com os anos necessários para obter o benefício”.</p>
<p><strong>Os números do estudo mostram ainda que:</strong></p>
<p><strong>Em 2012</strong>, a força de trabalho ocupada na faixa acima de 14 anos era de 90,5 milhões. Desse total 56 milhões contribuíam com a previdência e outros <strong>34,5 milhões não contribuíam</strong>.</p>
<p><strong>Em 2019,</strong> a força de trabalho era a mesma (95,5 milhões): 60 milhões contribuíam e <strong>35,5 milhões não contribuíram.</strong></p>
<p>Apesar do aumento da população ocupada em 5 milhões, entre 2012 e 2019, aumentou, no mesmo período, em 1 milhão o número de pessoas que não consegue contribuir com o INSS e, além do fim do sonho da aposentadoria ficam desprotegidas, por exemplo, quando sofrerem um acidente de trabalho  ou ficarem doentes.</p>
<p>“Em termos de pessoas que contribuíram com o INSS, em 2018 e 2019 voltamos ao patamar de 2012. Portanto, a reforma Trabalhista não ajudou a aumentar o número de contribuintes da Previdência Social”, diz Adriana.</p>
<p><strong>Com reforma de Temer Brasil registrou mais desemprego, informalidade e menos renda</strong></p>
<p>Outro dado confirma como a reforma Trabalhista não criou os 6 milhões de empregos prometidos por Temer. Em 2017, havia 6,7 milhões de pessoas desocupadas. Em 2019, em apenas dois anos, chegamos a 11,9 milhões de desocupadas &#8211; um aumento expressivo de 5,2 milhões de pessoas.</p>
<p>O número de trabalhadores informais também aumentou, a partir de 2017. No ano da reforma, os informais somavam 37 milhões de pessoas. Em 2019, subiu para 39 milhões – média de um milhão de informais ao ano.</p>
<p>“É preciso observar também que a média salarial das pessoas com carteira assinada e os sem carteira assinada também caiu, a partir dos reajustes abaixo da inflação”, diz.</p>
<p>Em 2012 quem tinha carteira assinada recebia em média R$ 2.158 e os que não tinham R$ 1.219.</p>
<p>Em 2019, a média foi para R$ 2.249 para os com carteira assinada e os que não tinha subiu para R$ 1.367.</p>
<p>“Muitas categorias tiveram quedas nos seus rendimentos com reajustes abaixo da inflação do período. No comércio, a queda nos salários foi de 4,8%; no setor de transportes, menos 6,1%; alojamento menos 8,7%”, conta Adriana.</p>
<p><strong>Confira no quadro o ranking salarial por setor</strong></p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-54457 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/10/systemuploadsckrenda20por20setorj-620x524xfit-40129.jpg" alt="" width="620" height="524" /></p>
<p>A aposentadoria fica mais longe também para os chamados empreendedores. Trabalhadores que foram obrigados a abrir empresas no formato Microempreendedores Individuais (MEIs) porque não conseguiram empregos com carteira assinada ou foram ‘convidados’ pelo patrão a virar MEIs, ou seja, trabalhadores sem direitos garantidos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Agora, passam nota fiscal para serviços de manicure, pedreiro e outros ou mesmo para receber salários mensais de empresas onde antes tinham contrato formal de trabalho, com direitos garantidos.</p>
<p>Esses trabalhadores também têm dificuldade de contribuir com o INSS, e portanto, terão para pedir  aposentadoria, um auxílio doença etc.</p>
<p>“Contribuir com a Previdência nesses casos é uma decisão individual, ao contrário de quem tem carteira assinada que já vem descontado o INSS. Não adianta a pessoa ter uma renda de R$ 10 mil num mês e nada no seguinte. Sem uma renda fixa não há garantia de uma contribuição sem interrupção e a aposentadoria fica a cada dia mais distante”, conclui Adriana.</p>
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		<title>Indicadores econômicos retrocedem 30 anos e país volta ao mapa da fome</title>
		<link>https://bancarios.com.br/indicadores-economicos-retrocedem-30-anos-e-pais-volta-ao-mapa-da-fome/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 13:10:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil voltou ao passado na economia, no bem-estar da população, na educação e no meio ambiente, exibindo indicadores que remontam a até 30 anos. Recessão, pandemia e desmonte de políticas públicas acentuaram nos últimos dois anos um processo de retrocesso social. Trouxeram de volta a fome, a pobreza, a evasão escolar, o desmatamento, a &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-52582 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/06/15ad9868-7e28-4eec-ae56-7a71ce2608e5a.jpg" alt="" width="659" height="237" /></p>
<p>O Brasil voltou ao passado na economia, no bem-estar da população, na educação e no meio ambiente, exibindo indicadores que remontam a até 30 anos. Recessão, pandemia e desmonte de políticas públicas acentuaram nos últimos dois anos um processo de retrocesso social.</p>
<p>Trouxeram de volta a fome, a pobreza, a evasão escolar, o desmatamento, a inflação, ameaçando o desenvolvimento do país, alertam especialistas. Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados, surpreendeu-se com o recuo de tantos índices.</p>
<p>“É uma volta muito grande no tempo”, diz, referindo-se ao Produto Interno Bruto (PIB) de hoje, equivalente ao de 2013, e à produção de automóveis, a mesma de 2006, há 16 anos:</p>
<p>“A produção de bens de consumo duráveis (carros e eletrodomésticos) está igual à de 18 anos atrás. Parece uma situação de guerra, voltando tragicamente no tempo.”</p>
<p>A economista Silvia Matos, coordenadora técnica do Boletim Macro do Ibre/FGV, calculou que somente em 2029 vamos voltar ao maior valor real do PIB per capita, de R$ 44 mil, atingido em 2013, considerando a média de crescimento dos últimos anos do país, em torno de 1,5%.</p>
<p>“Vamos conviver com menos crescimento, inflação difícil de ser combatida, mais juros e equilíbrio ruim no mundo”, prevê.</p>
<p>Retrocessos sociais se acumulam. A fome agora atinge 33 milhões de brasileiros, mesmo número de 1992. Quando o Brasil saiu do Mapa da Fome da ONU, em 2014, eram 9,5 milhões nessa situação.</p>
<p>“O país desabou”, resume Francisco Menezes, consultor da ActionAid, uma das organizações da Rede Penssan, que divulgou os números da fome semana passada.</p>
<p>“Três fatores explicam essa situação. O primeiro é o forte empobrecimento de grande parte da população. O segundo foi o comportamento do mercado de trabalho, com desalento e queda da renda média (que é a mesma de 2011). O terceiro é o desmonte dos programas de segurança alimentar e proteção social.”</p>
<p>Na educação, as crianças perderam mais. A evasão escolar na faixa de 5 a 9 anos está igual à de 2012, de acordo com estudo do economista Marcelo Neri, diretor da FGV Social:</p>
<p>“Chamou a atenção a piora entre as crianças mais novas, especialmente entre 5 e 6 anos, depois de grandes progressos nos últimos 40 anos.”</p>
<h3>Brasil volta ao mapa da fome com índices de 1992</h3>
<p>A Rede Penssan, que reúne organizações como ActionAid e Ação da Cidadania, mostrou na semana passada que a fome atinge 33 milhões de brasileiros, o mesmo número de 1992. Uma volta no tempo de três décadas para o país que havia saído do Mapa da Fome da ONU em 2014, com 9,5 milhões, ou menos de 5% da população, com fome. Hoje, são 15%.</p>
<p>A substituição do Bolsa Família pelo Auxílio Brasil dobrou o valor, com piso de R$ 400, mas reduziu a eficiência do programa com o esvaziamento do Cadastro Único (que mapeia famílias necessitadas) e de políticas de segurança alimentar, como a aquisição de alimentos da agricultura familiar, cujo orçamento caiu de R$ 550 milhões em 2012 para R$ 53 milhões.</p>
<p>O quadro torna a crise mais aguda para os pobres, explica Francisco Menezes, da ActionAid.</p>
<p>“A fome cresce em velocidade desproporcional ao cenário de crise e pandemia, com a péssima condução da política social”, diz Ricardo Henriques, do Instituto Unibanco.</p>
<h3>‘Desafios são enormes’</h3>
<p>Ricardo Henriques, superintendente do Instituto Unibanco, diz, com base em avaliação feita no estado de São Paulo, que houve atraso escolar em todas as etapas, porém com mais intensidade entre as crianças, ameaçando uma etapa da educação que ele considera ser a que mais precisa da socialização proporcionada pela escola. O nível de aprendizado de matemática voltou a 2007, e o de português, a 2011.</p>
<p>“Na educação, o retrocesso é categórico. Os desafios são enormes. São alguns anos a serem recompostos”, diz.</p>
<p>No meio ambiente, voltou-se ao passado de desmatamento crescente. Na Amazônia, onde há duas semanas foram assassinados o indigenista Bruno Pereira e o jornalista Dom Phillips, o corte de árvores nunca foi tão grande.</p>
<p>Saímos de uma área desmatada de 4.571 quilômetros quadrados em 2012 para 13.235 quilômetros quadrados em 2021.</p>
<p>“Nunca imaginávamos voltar a 10 mil quilômetros de área desmatada. É um método de desfazer a governança sobre o tema ambiental que vem sendo feito sistematicamente em todas as áreas. Tira o orçamento, tira o pessoal competente, cria níveis de burocracia adicionais para penalizar pelo ilícito, legaliza coisas ilegais, não cria unidades de conservação e tenta eliminar as que existem”, afirma Tasso Azevedo, coordenador do Mapeamento Anual da Cobertura do Solo no Brasil (MapBiomas).</p>
<h3>Produto Interno Bruto (PIB) recua ao nível de 2013</h3>
<p>O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil hoje é praticamente o mesmo de 2013, há oito anos, conforme divulgou o IBGE no início do mês. Tirando os serviços e a agropecuária, todos os grandes setores da economia ainda estão tentando pôr a cabeça fora d’água, para voltar a uma trajetória de crescimento, já tendo recuperado o que perdeu nos anos de crise.</p>
<p>Há uma questão estrutural por trás, observa Sergio Vale, da MB Associados. Os investimentos e o consumo das famílias retrocederam a 2015, e a indústria, a 2009.</p>
<h3>Indústria estável: Só setor de serviços cresce no PIB do 1º trimestre; agro tem queda de 0,9%</h3>
<p>Segundo Rebeca Palis, do IBGE, tanto o consumo como os investimentos perderam na recessão de 2014 e 2015, mas, na pandemia, o gasto das famílias sofreu mais. Para Silvia Matos, da FGV, “o mau humor dos consumidores é muito elevado”:</p>
<p>“Estão olhando a economia de maneira negativa, com inflação muito forte. Há uma fragilidade institucional permeável a grupos de interesse para aumentar gasto (público), com resultado no câmbio e mais inflação.”</p>
<h3>Escalada da inflação alcança patamar de 2003</h3>
<p>Somente em 2003 o Brasil conviveu um índice de inflação tão alto como agora. Foi o primeiro ano do governo Lula, logo após a disparada do dólar no ano anterior, que refletia a incerteza com o novo governo. Agora, um conjunto de fatores fez o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo IBGE, alcançar 11,73% no acumulado em 12 meses até maio. É comparável aos 11,02% de quase 20 anos atrás.</p>
<p>O governo Bolsonaro já cortou impostos da cesta básica e dos combustíveis e trocou o comando da Petrobras três vezes. O Congresso aprovou um teto para o ICMS de diesel e gás, mas nada ainda foi capaz de conter a inflação puxada pelas commodities.</p>
<p>A pandemia provocou gargalos na produção global, secas e geadas afetaram a produção de alimentos e de energia elétrica, e a instabilidade política fez o dólar subir, contaminando os preços internos, lembram os analistas. Com isso, a taxa básica de juros (Selic) da economia subiu para 13,25%, a maior desde o fim de 2016 (13,75%).</p>
<h3>Proporção de brasileiros na pobreza é a de 2010</h3>
<p>A pobreza que se vê nas ruas e periferias de hoje está no mesmo nível da registrada entre 2009 e 2011. Os avanços nesse indicador social foram perdidos, nos cálculos do economista Marcelo Neri, diretor da FGV Social:</p>
<p>“A insegurança alimentar segue a extrema pobreza. Quando piora a extrema pobreza, piora mais ainda a situação de fome.”</p>
<p>A pobreza chegou a 8,4% dos brasileiros em 2014 e teve queda forte em 2020, com a distribuição do Auxílio Emergencial, para 4,8% em agosto daquele ano.</p>
<h3>De R$ 600: Alívio temporário do auxílio emergencial teve maior impacto entre as crianças, mostra estudo</h3>
<p>Mas foi um ganho fugaz. Em outubro de 2021, já havia subido para 13%. Com outra linha de pobreza, Neri viu que, no fim de 2021, o indicador recuou para 10,8%, mas não são métricas comparáveis, ressalta.</p>
<p>Para a socióloga Letícia Bartholo, a reativação de programas de assistência desmontados “não é fácil, não é rápida e vai demorar alguns anos”:</p>
<p>“Mas pode ser encurtada se retomada a profissionalização do Estado, entregando as áreas a quem entende, abrindo espaço para o diálogo.</p>
<p>O tamanho da desigualdade brasileira: Renda média dos 10% no topo é 29 vezes maior que a dos 50% na base da pirâmide”.</p>
<p>Fonte: Agência O Globo</p>
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