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	<title>Arquivos DestaquesApp - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Dec 2021 13:55:38 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Saiba os direitos que o governo quer tirar com nova reforma Trabalhista</title>
		<link>https://bancarios.com.br/saiba-os-direitos-que-o-governo-quer-tirar-com-nova-reforma-trabalhista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Dec 2021 13:09:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DestaquesApp]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Governo quer fazer nova reforma trabalhista que favorece apenas os empresários, libera o trabalho aos domingos e jornada sem limites em teletrabalho, e ainda impede Justiça de negociar, entre outras maldades Os trabalhadores e trabalhadoras do país correm o risco perder ainda mais direitos com a possibilidade do governo de Jair Bolsonaro (PL) fazer uma &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Governo quer fazer nova reforma trabalhista que favorece apenas os empresários, libera o trabalho aos domingos e jornada sem limites em teletrabalho, e ainda impede Justiça de negociar, entre outras maldades</em></p>
<p><img loading="lazy" class="size-full wp-image-50523 aligncenter" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/12/systemuploadsnews2340d1d409bbbb5135e-700x460xfit-caaf5.jpg" alt="" width="700" height="460" /></p>
<p>Os trabalhadores e trabalhadoras do país correm o risco perder ainda mais direitos com a possibilidade do governo de Jair Bolsonaro (PL) fazer uma nova reforma Trabalhista, se já não bastasse a de 2017 que retirou mais de 100 direitos contidos na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), promovida por Michel Temer (MDB-SP), com a promessa de criar 6 milhões de empregos.</p>
<p>Quatro anos depois da reforma de Temer, o resultado é mais de 13 milhões de brasileiros desempregados, 73,2 milhões de trabalhadores sem direitos: 37 milhões são informais, 25,4 milhões trabalham por conta própria e  10,8 milhões trabalhando sem carteira assinada.</p>
<p>Como neste governo tudo pode piorar, um grupo criado por Bolsonaro elaborou um “relatório” em que propõe uma série de mudanças para subsidiar uma nova proposta de reforma trabalhista, que só prejudicam os trabalhadores em favor dos patrões. É o Grupo de Altos Estudos do Trabalho (GAET), composto por ministros, desembargadores e juízes da justiça do trabalho, procuradores, economistas, pesquisadores, além de advogados especialistas em relações do trabalho.</p>
<p>As 262 páginas do documento entregue ao Conselho Nacional do Trabalho, no final de novembro,  trazem pelo menos 330 alterações em dispositivos legais, a inclusão de 110 regras, alteração de 180 e revogação 40, mas não há uma única linha, artigo ou sequer uma vírgula que proteja o trabalhador. Ao contrário, como não teve a participação de sindicatos e representantes dos trabalhadores em sua elaboração, as normas impedem a atuação sindical, a Justiça Trabalhista e converte o trabalhador praticamente num escravo.</p>
<p>Bolsonaro assumiu que é antitrabalhador ao afirmar num evento, na terça-feira (7),  da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que o governo federal é &#8220;devedor de favores&#8221; aos empresários brasileiros. Segundo ele, &#8220;é duro ser patrão no Brasil&#8221; e que o seu governo procurou desde o seu início facilitar a vida dos empresários.  &#8220;Vocês não devem nenhum favor a nós. Nós é que somos devedores de favores a vocês&#8221;, declarou.</p>
<p>Para o secretário de Assuntos Jurídicos da CUT, Valeir Ertle, as mudanças propostas são mais uma tentativa de Bolsonaro em impor os temas contidos em Medidas Provisórias (MPs), que o Congresso Nacional rejeitou, em função de uma infinidade de jabutis incluídos nos textos. Há conteúdos da <strong>Carteira Verde e Amarela</strong> e do emprego legal que foram resgatados de forma ampla. Jabutis são emendas de parlamentares que nada têm a ver com o teor original da proposta.</p>
<p>“É um programa que visa explorar o trabalhador e destruir os postos de trabalho de qualidade. Querem aprovar isso sem passar pelo debate com a sociedade, com os sindicatos e os trabalhadores. A CUT e as centrais sindicais não concordam em nada com essa proposta patronal”, diz o dirigente.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>É a versão dos empresários e do governo, querendo enriquecer mais ao custo de suor e lágrimas dos trabalhadores</p>
<footer>&#8211; Valeir Ertle</footer>
</blockquote>
<p><strong>As maldades contidas na proposta do GAET</strong></p>
<p>José Eymard Loguércio , do escritório LBS Advogados que atende a CUT Nacional , analisou algumas das mudanças propostas. Como são dezenas de retiradas de direitos, listamos sete principais pontos que atingem diretamente os direitos dos trabalhadores.</p>
<h3><strong>Confira:                                                                                                                                            </strong></h3>
<p><strong>1 &#8211; Libera o trabalho aos domingos</strong></p>
<p><strong>Como é hoje:</strong> A Constituição diz que o descanso semanal é preferencialmente aos domingos, o que sempre a legislação brasileira levou em consideração. Há setores como comércio, saúde e transporte e atividades consideradas essenciais, entre outros, que já tem regulamentado o trabalho aos domingos, mas o trabalhador tem direito ao descanso neste dia a cada três semanas (uma vez por mês, ao menos) e para as mulheres a cada duas na semana, como no caso do comércio ou dependendo da atividade. É uma escala para que seja respeitado o direito do trabalhador a passar um domingo em família.</p>
<p><strong>Como ficaria:  </strong>A proposta do GAET libera o trabalho aos domingos para todas as atividades, sem necessidade de autorização ou de negociação coletiva, com escalas muito mais flexíveis sem garantia de que ao menos uma vez ao mês haveria coincidência de descanso aos domingos.</p>
<p>“A nova regra inverteria o conceito de que o trabalho aos domingos é excepcional para é sempre possível”, diz Eymard.</p>
<h4><strong>2- Proíbe trabalhador de aplicativo de ser CLT</strong></h4>
<p>Uma das maldades contidas na proposta é que literalmente proíbe motoristas, entregadores e outros profissionais que trabalham por aplicativo de ter os mesmos direitos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Com isso, o trabalhador ficaria sem direito ao 13º, férias, descanso remunerado, FGTS e outros benefícios.</p>
<p><strong>Como é hoje:</strong> Atualmente a Justiça do Trabalho tem dado ganho de causa em muitas ações de motoristas e entregadores que pedem vínculo empregatício com empresas de plataformas digitais como Uber, Ifood, etc.</p>
<p><strong>Como ficaria: </strong>A proibição do trabalhador  de ter direitos garantidos pela CLT pode ser estendida para além de motoristas e entregadores a qualquer profissional que atue em empresa de plataforma.</p>
<p>“ Hoje existem também aplicativos para jornalistas, arquitetos, advogados e outras profissões. Qualquer um pode se encaixar nesse critério. Aqui é o inverso do que outros países como Espanha e Inglaterra, que têm reconhecido esse trabalhador como assalariado”, ressalta o advogado.</p>
<p>Segundo ele, numa canetada o governo pode colocar todo mundo fora das garantias que também impactam não apenas o trabalhador, mas todo o sistema da Previdência e o FGTS usado para investir em moradia e saneamento básico.</p>
<p>&#8220;Quanto mais você  joga pessoas para fora da relação de emprego, menos você tem contribuição das empresas para esses fundos sociais. Essa regra pega quem é assalariado e quem já não tem direitos&#8221;, diz Eymard.</p>
<h4><strong>3- Dívidas trabalhistas</strong></h4>
<p><strong>Como é hoje:</strong> Sócios de empresas que não pagam direitos trabalhistas e perdem ações na Justiça podem ter seus bens bloqueados até a quitação da dívida. A Constituição reconhece  que o crédito do empregado é de natureza salarial.</p>
<p><strong>Como ficaria</strong>: A proposta de reforma isenta ou dificulta a responsabilidade do sócio, cabendo ao trabalhador demonstrar que houve fraude, o que é difícil comprovar. Neste caso, a proposta dificulta o acesso aos bens de qualquer sócio da empresa, inclusive o majoritário;</p>
<p>“O que vai acontecer ao longo do tempo é o aumento de calotes de crédito trabalhista. Determinadas faixas de empresas, sobretudo nas terceirizadas, que quando terminam seus contratos simplesmente não pagam suas dívidas junto ao trabalhador”, explica Eymard.</p>
<h4><strong>4- Covid-19 deixa de ser doença do trabalho</strong></h4>
<p><strong>Como é hoje</strong>: O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou inconstitucional a proposta do governo de não considerar a covid-19 como doença do trabalho.</p>
<p><strong>Como ficaria:</strong> A proposta volta à tona com a desculpa de que muita empresa está sendo demandada na justiça, com criação de passível trabalhista.</p>
<p>“ Isto significa mais dificuldade do trabalhador receber seus benefícios , principalmente os que tiveram sequelas mais longas ao contrair a doença”, diz Eymard.</p>
<h4><strong>5 &#8211; Legaliza o locaute</strong></h4>
<p>Locaute é a possibilidade de uma empresa parar sua atividade para conseguir atingir suas reivindicações. Um exemplo foi a “greve dos caminhoneiros” , em maio de 2018, o que  para muitos foi locaute – paralisação dos donos de transportadoras .</p>
<p>O locaute permite que uma empresa feche até mesmo para pressionar os seus trabalhadores a aceitar alguma condição de trabalho,  e ainda pressionar o governo a atender as reivindicações dos empresários.</p>
<p><strong>Como é hoje:</strong> Totalmente proibido</p>
<p>Segundo o advogado da CUT Nacional, o absurdo da proposta é equiparar a greve ao locaute. A greve é um direito fundamental assegurado  na Constituição, exatamente pela diferença de poder entre trabalhadores e  empresários.</p>
<p>“ A greve é um instrumento para que os trabalhadores possam ter melhores condições de negociar seus direitos. O locaute não é direito, é uma medida de coação, de instrumentos das empresas”, diz Eymard.</p>
<p>O advogado ressalta ainda que muitas empresas transacionais são mais poderosas que muitos países, como o Facebook, por exemplo.</p>
<p>&#8220;Não tem paralelo em nenhum lugar do mundo o locaute ser reconhecido como direito equiparado à greve&#8221;, afirma Eymard.</p>
<h4><strong>6- Fiscalização trabalhista</strong></h4>
<p>Mais uma vez o governo de Jair Bolsonaro (PL) tenta impedir a fiscalização do trabalho. Nessa semana, durante evento, o presidente da República chegou a criticar as  ações de fiscalização do Ministério Público do Trabalho (MPT), ao chamar de exagero as condições em que o órgão considera trabalho escravo.</p>
<p>Como é hoje: A Justiça do Trabalho pode  além de decidir se a greve é legal ou não, mediar negociações entre patrões e e empregados durante uma greve e ainda decidir percentuais de reajuste e benefícios a serem concedidos</p>
<p>Para agradar o empresariado, a proposta do GAET é de que a Justiça do Trabalho apenas tenha poder para considerar uma greve legal, ou ilegal, mas a proíbe de conceder qualquer benefício ou reajuste ao trabalhador.</p>
<h4><strong>7- Teletrabalho por demanda   </strong></h4>
<p>O teletrabalho tem limite de jornada, de acordo com a Constituição. A proposta desvincula o conceito de jornada, e inclui o trabalho por demanda. Ou seja, o trabalhador terá de cumprir as tarefas designadas por sua chefia, independentemente de ultrapassar as oito horas diárias e não terá direito a hora extra.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>É a legalização a escravidão digital. Não tem nada de bom neste pacote. São 300 itens de maldades. Só dá segurança às empresas operarem, sem nenhuma segurança jurídica ao trabalhador</p>
<footer>&#8211; José Eymard Loguércio</footer>
</blockquote>
<p>O advogado alerta ainda a maneira como essas propostas são apresentadas pela equipe do GAET como se fossem a salvação para todos os empresários, inclusive os pequenos, e gerasse empregos.</p>
<p>“ O que se percebe também na proposta é a linguagem utilizada para que o micro e pequeno empreendedor e comerciante acreditem que essas medidas vão beneficiá-los de alguma forma, como se fosse resolver um problema com a empregada doméstica. A verdade é que são mudanças na legislação para  favorecer apenas o grande empresário”, critica Eymard.</p>
<p>Fonte: CUT</p>
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		<title>Avançam negociações com o BB sobre retorno ao trabalho presencial</title>
		<link>https://bancarios.com.br/avancam-negociacoes-com-o-bb-sobre-retorno-ao-trabalho-presencial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Dec 2021 12:52:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[DestaquesApp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bancários conquistam cumprimento de protocolos de segurança sanitária em mesa de negociação com o Banco do Brasil A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) se reuniu com o banco na tarde desta terça-feira (7) para debater sobre o retorno ao trabalho presencial do grupo de risco. O principal avanço do encontro &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Bancários conquistam cumprimento de protocolos de segurança sanitária em mesa de negociação com o Banco do Brasil</em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-50517 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/12/tag-home-office-no-bb.jpeg" alt="" width="755" height="455" /></p>
<p>A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) se reuniu com o banco na tarde desta terça-feira (7) para debater sobre o retorno ao trabalho presencial do grupo de risco. O principal avanço do encontro foi a manutenção em home office de grávidas, imunossuprimidos (indivíduos que possuem uma condição de saúde que faz com que seus corpos respondam menos a qualquer tipo de vacina), pessoas em tratamento contra o câncer e com deficiência auditiva. Também permanecem em home office as pessoas que não se vacinaram por indicação médica.</p>
<p>“Consideramos um avanço esse retorno do banco, fruto de reiterados pedidos nossos, representantes dos trabalhadores, para proteger funcionárias e funcionários em condições que os colocam no grupo de risco”, pontou Fernanda Lopes, secretária de Juventude e representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) nas negociações com o BB. “Cada dia no trabalho presencial é um grande risco de vida para esse grupo de pessoas, mesmo que vacinadas. A pandemia não acabou”, completou.</p>
<p>Os bancários que se enquadrarem no grupo que deve permanecer em trabalho remoto deverão encaminhar laudo médico comprovando a condição e indicando afastamento do trabalho presencial aos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (Sesmt), localizados nas Gerências Regionais de Gestão de Pessoas. Demais casos com indicação de afastamento das atividades presenciais também devem ser encaminhados ao Sesmt para avaliação.</p>
<h3>Mobilização nacional</h3>
<p>A CEBB cobrou do banco mais contratações, único meio para resolver a sobrecarga e melhorar as condições de trabalho nas agências e unidades administrativas do BB. Os representantes dos funcionários do BB reivindicaram, ainda, a implementação do acordo de teletrabalho.</p>
<p>Também nessa terça-feira (7), horas antes da mesa de negociação entre a CEBB e o BB, funcionários e funcionárias do banco realizaram o Dia Nacional de Luta, denunciando a sobrecarga no trabalho por causa da implementação de metas abusivas e da redução do quadro de pessoas.</p>
<p>“As mobilizações em todo o país mostraram a indignação com as atitudes do BB, tomadas de forma unilateral. Os sindicatos fizeram o seu papel que foi cobrar respeito e negociar, buscando saídas para todas as questões que envolvem a segurança e manutenção dos postos de trabalho”, destacou Fernanda Lopes. “O banco tem que aprender a respeitar seus funcionários não somente por meio de palavras, mas através de atos também”, concluiu.</p>
<p>Fonte: Contraf/Cut</p>
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		<item>
		<title>7 de dezembro é Dia Nacional de Luta por melhores condições de trabalho na Caixa</title>
		<link>https://bancarios.com.br/7-de-dezembro-e-dia-nacional-de-luta-por-melhores-condicoes-de-trabalho-na-caixa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2021 12:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[DestaquesApp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bancários denunciam metas desumandas, assédio moral, falta de condições de trabalho e déficit de pessoal. “A situação está insustentável”, disse Sergio Takemoto, presidente da Fenae Contra metas desumanas, assédio moral, falta de condições de trabalho e déficit de pessoal, trabalhadores e trabalhadoras da Caixa Econômica Federal realizam na próxima terça-feira (7), um Dia Nacional de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Bancários denunciam metas desumandas, assédio moral, falta de condições de trabalho e déficit de pessoal. “A situação está insustentável”, disse Sergio Takemoto, presidente da Fenae</em></p>
<p><img loading="lazy" class="size-full wp-image-50464 aligncenter" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/12/systemuploadsnews348cd62f00436aa605b-700x460xfit-7dfd7.jpg" alt="" width="700" height="460" /></p>
<p>Contra metas desumanas, assédio moral, falta de condições de trabalho e déficit de pessoal, trabalhadores e trabalhadoras da Caixa Econômica Federal realizam na próxima terça-feira (7), um Dia Nacional de Luta em Defesa da Caixa e dos seus empregados.</p>
<p>O ato está, organizado pela Comissão Executiva de Empregados (CEE/Caixa), vai protestar também  contra o sucateamento do banco com objetivo de privatização.</p>
<p>“A situação está insustentável”, afirmou o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Sergio Takemoto, que criticou a direção do banco e convocou os trabalhadores para o Dia de Luta.</p>
<p>“Recebemos cada vez mais denúncias dos empregados sobre as condições de trabalho, o desrespeito aos direitos dos trabalhadores”, explicou o dirigente.</p>
<p>“O excesso de trabalho durante a pandemia, pelo visto, não foi uma exceção &#8211; a gestão do caos da direção do banco é sistemática e não vamos permitir que os empregados sejam submetidos a tais condições”, complementou Takemoto.</p>
<p>“O que a direção da Caixa está fazendo é uma verdadeira política de terrorismo”, denunciou a coordenadora da CEE/Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt.  De acordo com a dirigente, “não há respeito aos direitos dos empregados e nem mesmo aos normativos do banco”.</p>
<p>“A cada dia somos surpreendidos com denúncias e a direção da empresa não faz a menor questão de esclarecer. Tudo isso só aumenta a sensação de insegurança e medo nos empregados”,afirmou Fabiana.</p>
<p>Os dois dirigentes reforçam a convocação para o ato do dia 7, fundamental para conter o terrorismo na Caixa.</p>
<p>“É  muito importante que todos se engajem no dia 7 de dezembro. A luta é de todos”, afirmou Takemoto.</p>
<p>“Que seja um Dia de Luta de muita mobilização em todo o País”, destacou Fabiana Uehara Proscholdt.</p>
<p>De acordo com a Fenae, cada sindicato vai organizar sua base e orientar as atividades, preferencialmente nas ruas. As entidades e os trabalhadores também vão fazer um tuitaço no mesmo dia.</p>
<p>Fonte: CUT</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Categoria bancária aprova planejamento orçamentário do SEEB/VCR</title>
		<link>https://bancarios.com.br/categoria-bancaria-aprova-planejamento-orcamentario-do-seeb-vcr/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Nov 2021 22:56:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assembleia Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[DestaquesApp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na noite desta terça-feira (30), bancárias e bancários filiados à base do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região realizaram a Assembleia Ordinária Geral que discutiu o reajuste do orçamento de 2021 e planejamento para 2022. A reunião foi realizada online, pela plataforma Zoom. A proposta apresentada foi aprovada por unanimidade. Com o &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-50376 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/11/DSC_0858-1.jpg" alt="" width="848" height="562" /></p>
<p>Na noite desta terça-feira (30), bancárias e bancários filiados à base do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região realizaram a Assembleia Ordinária Geral que discutiu o reajuste do orçamento de 2021 e planejamento para 2022. A reunião foi realizada online, pela plataforma Zoom. A proposta apresentada foi aprovada por unanimidade.</p>
<p>Com o cenário da pandemia se prolongando e o retorno ainda gradual das atividades presenciais, os gastos previstos para este ano de 2021 permaneceram voltados para as campanhas contra o desmonte dos bancos públicos, contra as demissões e pela vacinação da categoria bancária.</p>
<p>Para o ano 2022, a diretoria destacou o desafio que será enfrentado para articulação da Campanha Nacional, diante da atual conjuntura do país. A partir disso, a centralidade do orçamento continuou sendo as mobilizações para impulsionar a luta pela manutenção dos direitos.</p>
<p>“A unidade de nossa categoria nacionalmente tem permitido construir uma resistência forte contra a retirada de direitos que tem sido colocada em prática pelo governo de Jair Bolsonaro. Em nossa base, temos conseguido manter uma saúde financeira boa para o Sindicato, e isso tem nos permitido levar para as ruas campanhas fortes como foi a conquista da Vacinação da categoria. Destacamos que é essencial a presença das bancárias e bancários na construção do planejamento tático de como será usada a verba da entidade”, aponta Jornan Almeida, diretor Financeiro do SEEB/VCR.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>SEEB/VCR denuncia projeto de precarização no Santander</title>
		<link>https://bancarios.com.br/seeb-vcr-denuncia-projeto-de-precarizacao-no-santander/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Nov 2021 15:51:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco Santander]]></category>
		<category><![CDATA[DestaquesApp]]></category>
		<category><![CDATA[Mais Bancárias e Bancários Menos Filas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A terceirização no banco tem representado corte de direitos trabalhistas Na manhã desta terça-feira (3), a diretoria do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região promoveu uma mobilização contra as demissões e a nova política de contratação de terceirizados que o banco Santander tem promovido. Nas agências de Conquista, os diretores distribuíram um &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A terceirização no banco tem representado corte de direitos trabalhistas</em></p>
<p>Na manhã desta terça-feira (3), a diretoria do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região promoveu uma mobilização contra as demissões e a nova política de contratação de terceirizados que o banco Santander tem promovido. Nas agências de Conquista, os diretores distribuíram um panfleto alertando a categoria sobre os retrocessos em proporcionados pelo contrato terceirizado e também dialogou com a população a respeito dos impactos negativos dessa política de sucateamento para o atendimento ao público.</p>
<p>O movimento sindical tomou conhecimento que na busca por expropriar ainda mais as bancárias e bancários, a direção do Santander tem demitido em massa e ocupado as vagas com contratos precarizados de terceirização. Com isso, as trabalhadoras e trabalhadores que têm sido admitidas/os para cumprir a mesma função exercida pelas bancárias e bancários, não tem direito aos benefícios conquistados pela categoria ao longo e anos de luta, além de um salário inferior.</p>
<p>“Essa terceirização que tem sido implementada pelo Santander significa que os clientes que vão até o banco estão sendo atendidos por pessoas que não necessariamente são bancários. São trabalhadores que estão sendo contratados por empresas que estão prestando serviço sem vínculo direto com o Santander. É preciso que a população saiba disso para saber o que cobrar do banco quando não está sendo prestado um serviço de qualidade. Ao invés de melhorar as condições de trabalho, contratar mais bancários, para que dessa forma, a população seja melhor atendida, o banco tem é piorado a situação. É fundamental que os trabalhadores dos bancos tenham os direitos garantidos, uma jornada de trabalho respeitada e uma remuneração digna”, destaca Leonardo Viana, presidente do SEEB/VCR.</p>
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		<title>Campanha Mais Bancárias e Bancários, Menos Filas chega à Brumado</title>
		<link>https://bancarios.com.br/campanha-mais-bancarias-e-bancarios-menos-filas-chega-a-brumado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Nov 2021 19:16:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DestaquesApp]]></category>
		<category><![CDATA[Mais Bancárias e Bancários Menos Filas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira (26), o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região realizou denunciou a falta de funcionários nas agências de Brumado. Os atos fazem parte da campanha “Mais Bancárias e Bancários, Menos Filas”, que busca cobrar a contratação de mais funcionários nos bancos públicos e privados, além de esclarecer a população sobre os &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="wp-image-50311 aligncenter" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/11/DSC_0699.jpg" alt="" width="771" height="562" /></p>
<p>Nesta sexta-feira (26), o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região realizou denunciou a falta de funcionários nas agências de Brumado.</p>
<p>Os atos fazem parte da campanha “Mais Bancárias e Bancários, Menos Filas”, que busca cobrar a contratação de mais funcionários nos bancos públicos e privados, além de esclarecer a população sobre os verdadeiros culpados pelos problemas recorrentes nos atendimentos.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-50308" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/11/DSC_0738.jpg" alt="" width="609" height="405" />O setor bancário é um dos mais lucrativos do país e continuou gerando rendimentos bilionários mesmo durante a pandemia da Covid-19. Somente os cinco maiores bancos brasileiros (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Itaú, Bradesco e Santander) registraram um lucro R$ 88 bilhões no 3º trimestre de 2021.</p>
<p>Mesmo assim, o processo de diminuição dos postos de trabalho só aumenta: somente esse ano, os bancos já demitiram mais de 12 mil trabalhadores. No Banco do Brasil, só no início deste ano foram 5 mil bancários desligados por meio de um Programa de Demissão Voluntária. Já a Caixa apresenta um déficit de mais de 17 mil funcionários.</p>
<p>Na base do SEEB/VCR, nove agências foram fechadas nos últimos quatro anos. Além disso, 355 trabalhadoras e trabalhadores foram demitidos.</p>
<p>Para as bancárias e bancários que permanecem nas agências, resta a sobrecarga de trabalho, metas inalcançáveis e cobranças abusivas. O péssimo ambiente de trabalho tem gerado um índice cada vez maior de trabalhadores acometidos de doenças físicas e mentais. Segundo dados do INSS, entre 2009 e 2017, a quantidade de trabalhadores de bancos afastados por transtornos mentais cresceu 61,5%, e o total de afastados aumentou 30%.</p>
<p>O descaso das instituições bancárias também atinge diretamente os usuários. A falta de funcionários para realizar os serviços, somado às restrições de acesso às unidades impostas pelo coronavírus, aumentou consideravelmente o tamanho das filas e o tempo de espera por atendimento.<img loading="lazy" class="wp-image-50309 aligncenter" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/11/DSC_0753.jpg" alt="" width="641" height="421" /></p>
<p>Por estes motivos, o presidente do Sindicato dos Bancários, Leonardo Viana convoca a população a fazer parte desta campanha, cobrando respeito aos direitos do consumidor e a contratação de mais trabalhadores para os bancos. &#8220;Mesmo com lucros exorbitantes, os bancos descumprem acordo firmado com a categoria de não demissão nesta pandemia. Em Brumado tem agências aqui que já demitiu dois funcionários, tem o caso do colega que faleceu por Covid e que colocaram outras pessoas no lugar, mas não supriu a demanda de atendimento. Com essa política de gestão, a população tem sido afetada com as longas filas para atendimento e quem continua nos bancos vem sofrendo com o aumento do adoecimento. A população precisa cobrar mais contratação e se somar à nossa luta para mudar esse cenário&#8221;, enfatiza o presidente.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/dDqJb2RqRAg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Banco do Brasil indica de forma irresponsável o retorno ao trabalho presencial</title>
		<link>https://bancarios.com.br/banco-do-brasil-indica-de-forma-irresponsavel-o-retorno-ao-trabalho-presencial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Nov 2021 16:49:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[DestaquesApp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta semana, a direção do Banco do Brasil iniciou a convocação de funcionários do grupo de risco, com exceção das gestantes, para o retorno ao trabalho presencial nas agências. A decisão foi tomada sem nenhuma negociação com o movimento sindical. O esquema de retorno implementado pelo BB estabelece o retorno gradativo nos meses de novembro &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta semana, a direção do Banco do Brasil iniciou a convocação de funcionários do grupo de risco, com exceção das gestantes, para o retorno ao trabalho presencial nas agências. A decisão foi tomada sem nenhuma negociação com o movimento sindical.</p>
<p>O esquema de retorno implementado pelo BB estabelece o retorno gradativo nos meses de novembro e dezembro, observando os percentuais mínimos de 50% (novembro), 75% (primeira quinzena de dezembro) e 100% (até o final de dezembro).</p>
<p>O Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região já está articulado com a Federação e outros Sindicatos para avaliar o que pode ser feito diante dessa situação.</p>
<p>Confira o vídeo e entenda o que está acontecendo:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/onhH5xBl1ZA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>SEEB/VCR promove manifestação contra as demissões nos bancos em Conquista</title>
		<link>https://bancarios.com.br/seeb-vcr-promove-manifestacao-contra-as-demissoes-nos-bancos-em-conquista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Nov 2021 16:28:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha]]></category>
		<category><![CDATA[DestaquesApp]]></category>
		<category><![CDATA[Mais Bancárias e Bancários Menos Filas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mobilização fez parte do dia de luta contra as demissões no Bradesco Nesta terça-feira (23), em todo o Brasil, bancários e bancários realizam atos para denunciar as demissões no Bradesco. Nesta semana o banco anunciou o possível fechamento de três prédios administrativos onde trabalham quase três mil funcionários hoje. Em Vitória da Conquista, este &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A mobilização fez parte do dia de luta contra as demissões no Bradesco</em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-50237" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/11/DSC_0656.jpg" alt="" width="800" height="530" /></p>
<p>Nesta terça-feira (23), em todo o Brasil, bancários e bancários realizam atos para denunciar as demissões no Bradesco. Nesta semana o banco anunciou o possível fechamento de três prédios administrativos onde trabalham quase três mil funcionários hoje.</p>
<p>Em Vitória da Conquista, este dia de luta também foi marcado pela comemoração da reintegração conquistada pelo Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, de um bancário demitido no Bradesco de forma irregular. O trabalhador atua no banco há 35 anos e foi demitido mesmo tendo doença laboral comprovada e estando em período de estabilidade.</p>
<p>Mesmo o Sindicato denunciando que a quantidade de trabalhadores é insuficiente para atender a demanda da população, o Bradesco demitiu mais um funcionário ontem (22). Nos últimos 5 anos, o banco foi responsável pela demissão de 195 bancárias e bancários apenas na base territorial do SEEB/VCR.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/QLPtFCseY2Y" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Campanha Mais Bancárias e Bancários, Menos Filas</strong></p>
<p>Lançada neste mês, a campanha por mais contratações de bancários na região, tem dialogado com a população sobre os impactos das demissões promovidas pelos bancos. A demora para atendimento tem sido consequência da política cruel dos bancos que querem aumentar o lucro a todo custo.<img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-50236" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/11/DSC_0636.jpg" alt="" width="858" height="568" /></p>
<p>Hoje (23), além da manifestação no Bradesco, a diretoria do SEEB/VCR esteve em frente à agência da Caixa Econômica Federal para apontar a necessidade de mais contratações. Na próxima quinta (25), a mobilização acontece em outras agências de Conquista e na sexta-feira (26), em Brumado.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/tMz51wWcpco" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>“Intensificar as ações contra as demissões promovidas pelos bancos é fundamental para a população saber quais são os reais motivos das longas filas nas portas das agências e o quanto bancárias e bancários têm sofrido pela falta de pessoas para trabalhar. Enquanto a população sofre com fome e desemprego, os bancos têm sido quem mais lucra durante as crises sanitária e econômica em nosso país, por isso não podemos aceitar o sucateamento das condições de trabalho e de atendimento das agências, que são provocadas pelas demissões. Vamos continuar denunciando essa ganância dos bancos e combatendo o desligamento de funcionários, como nesse caso do Bradesco em que conseguimos cancelar mais uma demissão e reintegrar o colega a sua agência”, destaca Leonardo Viana, presidente do SEEB/VCR.</p>
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		<title>Edital de Convocação: Assembleia de Orçamento</title>
		<link>https://bancarios.com.br/edital-de-convocacao-assembleia-de-orcamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Nov 2021 13:32:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assembleia Virtual]]></category>
		<category><![CDATA[DestaquesApp]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No próximo dia 30 de novembro, a diretoria do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, vai realizar a Assembleia Geral Ordinária que vai discutir o orçamento da entidade. A reunião acontecerá de forma virtual, por meio da plataforma Zoom, às 18h, e tem como ponto de pauta ajustes no orçamento de 2021 &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-50213" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Assembleia-ordinaria-para-site-01.jpg" alt="" width="892" height="624" /></p>
<p>No próximo dia 30 de novembro, a diretoria do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, vai realizar a Assembleia Geral Ordinária que vai discutir o orçamento da entidade. A reunião acontecerá de forma virtual, por meio da plataforma Zoom, às 18h, e tem como ponto de pauta ajustes no orçamento de 2021 e elaboração do orçamento para o exercício de 2022.</p>
<p>Confira <strong><a href="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Edital-assembleia-de-orcamento.pdf">aqui</a> </strong>o edital.</p>
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		<item>
		<title>Classe trabalhadora vai às ruas contra o racismo e pelo fora Bolsonaro</title>
		<link>https://bancarios.com.br/classe-trabalhadora-vai-as-ruas-contra-o-racismo-e-pelo-fora-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Nov 2021 16:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DestaquesApp]]></category>
		<category><![CDATA[Raça e Etnia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na manhã deste sábado (20), o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região participou, juntamente com as entidades sindicais e movimentos sociais que compõem o Fórum Sindical e Popular de Conquista, da Marcha Antirracista – Fora Bolsonaro e Mourão. O ato, que acontece no Dia Nacional de Consciência Negra, teve o objetivo de &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na manhã deste sábado (20), o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região participou, juntamente com as entidades sindicais e movimentos sociais que compõem o Fórum Sindical e Popular de Conquista, da Marcha Antirracista – Fora Bolsonaro e Mourão.</p>
<p>O ato, que acontece no Dia Nacional de Consciência Negra, teve o objetivo de promover a luta contra o racismo estrutural que agride a população preta do país.</p>
<p>As trabalhadoras e trabalhadores também se manifestaram contra o governo Bolsonaro, que tem agravado a desigualdade, o desemprego, o desalento, a pobreza e a fome, atingindo principalmente a população negra.</p>
<p>A mobilização se concentrou na Praça Nove de Novembro, de onde seguiu para quilombo urbano Beco de Dola, na Rua das Pedrinhas.</p>
<p>“Nesse 20 de novembro, o Sindicato dos Bancários fortaleceu a luta contra o a exploração dos trabalhadores e, principalmente, contra o racismo estrutural presente na sociedade brasileira, que priva o povo negro do direito à vida todos os dias. Diante desse cenário, nada mais justo do que a população esteja reunida e se manifestando contra esse projeto genocida. Os trabalhadores e as entidades organizadas estão lutando pelo fora Bolsonaro, com sua política racista e excludente, que tem submetido o povo brasileiro à uma condição de vida devastadora. E hoje, bancárias e bancários de todo o país estão se somando à essa luta para também cobrar mais contratações nos bancos, inclusive de pessoas negras, que ainda são excluídas das políticas de contratação das instituições financeiras”, considera Alex Leite, diretor do SEEB/VCR.</p>
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