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	<title>Arquivos Economia - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
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		<title>Bancos de crédito consignado lideram abusos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 10:48:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Mercantil]]></category>
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		<category><![CDATA[Caixa Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As principais queixas partem da população mais vulnerável: contratações sem autorização, cobranças indevidas e contratos obscuros, marcados pela falta de transparência. Pesquisa da Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo) de Ribeirão Preto expõe um cenário alarmante para a população brasileira: bancos especializados em crédito consignado concentram o maior número de processos do &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais queixas partem da população mais vulnerável: contratações sem autorização, cobranças indevidas e contratos obscuros, marcados pela falta de transparência.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-72005 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMAGEM_NOTICIA_3-2026-04-08T074228.585.jpg" alt="" width="510" height="302" /></p>
<p>Pesquisa da Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo) de Ribeirão Preto expõe um cenário alarmante para a população brasileira: bancos especializados em crédito consignado concentram o maior número de processos do país, proporcionalmente ao tamanho de suas carteiras de clientes.</p>
<p>Os dados, divulgados em reportagem do portal UOL, foram obtidos a partir do cruzamento de informações do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e do Banco Central, revelando a explosão de ações judiciais contra essas instituições.</p>
<p>As principais queixas partem da população mais vulnerável: contratações sem autorização, cobranças indevidas e contratos obscuros, marcados pela falta de transparência. Trata-se de um modelo que se sustenta na desinformação e na exploração de aposentados, pensionistas e trabalhadores que, muitas vezes, só percebem o prejuízo quando o desconto já compromete sua renda mensal.</p>
<p>A expansão acelerada do crédito consignado aprofunda o cenário. Criada em 2003, a modalidade passou a dominar o crédito pessoal no país, concentrando cerca de 65% do total e movimentando R$ 742 bilhões. Fora desta conta, ficam operações com cartões consignados e cartões benefício, justamente onde se concentram grande parte das disputas judiciais, evidenciando um mercado que cresce à custa de práticas abusivas.</p>
<p>Diante da enxurrada de ações, parte dos grandes bancos recua, enquanto órgãos como o Tribunal de Contas da União e o Superior Tribunal de Justiça analisam irregularidades e buscam uniformizar decisões. O volume de denúncias reforça a urgência de regulação mais rígida, fiscalização efetiva e responsabilização das instituições financeiras, como forma de conter abusos e garantir proteção real à população explorada por tal modelo.</p>
<p><strong>Fonte: Bancários Bahia</strong></p>
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		<title>Desemprego tem alta no trimestre, mas recua no ano e renda cresce, mostra pesquisa</title>
		<link>https://bancarios.com.br/desemprego-tem-alta-no-trimestre-mas-recua-no-ano-e-renda-cresce-mostra-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 14:32:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados do IBGE mostram melhora no mercado de trabalho em 2026, com queda do desemprego na comparação anual e aumento do rendimento médio; cenário reflete retomada da economia e maior circulação de renda A taxa de desocupação do mercado de trabalho ficou em 5,8% no trimestre encerrado em fevereiro. Apesar da alta frente ao trimestre &#8230;</p>
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<h3 class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">Dados do IBGE mostram melhora no mercado de trabalho em 2026, com queda do desemprego na comparação anual e aumento do rendimento médio; cenário reflete retomada da economia e maior circulação de renda</h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-71917 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/03/systemuploadsnewsdbca0246ab56d95067a-700x460xfit-8d7d9.jpg" alt="" width="700" height="460" /></p>
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<p>A taxa de desocupação do mercado de trabalho ficou em 5,8% no trimestre encerrado em fevereiro. Apesar da alta frente ao trimestre anterior (5,2%), o índice é o menor para um trimestre encerrado em fevereiro desde o início da série histórica em 2012, e representa queda de 1,0 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano passado, indicando uma trajetória de recuperação ao longo dos últimos meses.</p>
<p>Em termos absolutos, 6,2 milhões de pessoas estavam em busca de trabalho — número maior que no trimestre anterior, mas 14,8% menor do que há um ano, o que significa 1,1 milhão de brasileiros a menos nessa condição. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira (27).</p>
<p>O nível de ocupação ficou em 58,4% (102,1 milhões de pessoas), no fechamento do trimestre, resultado da entrada de 1,5 milhão de trabalhadores no mercado. Apesar de uma leve queda, houve um crescimento de 1,5% em relação ao ano passado.</p>
<p><strong>Renda melhor</strong></p>
<p>Os dados de renda reforçam a melhora nas condições de vida. O rendimento médio real habitual foi de R$ 3.679, com alta de 2,0% no trimestre e de 5,2% na comparação anual. A massa de rendimentos atingiu R$ 371,1 bilhões, um crescimento de 6,9% em relação ao ano anterior, o que representa mais dinheiro circulando na economia.</p>
<p>O avanço da renda acompanha a retomada da atividade econômica, com impacto direto no consumo das famílias e no dinamismo de setores ligados ao mercado interno.</p>
<p><strong>Subutilização diminui no ano</strong></p>
<p>A taxa de subutilização da força de trabalho — que inclui desempregados, subocupados e pessoas que desistiram de procurar emprego — ficou em 14,1%. O indicador subiu no trimestre, mas recuou 1,6 ponto percentual em relação ao mesmo período de 2025.</p>
<p>Ao todo, 16,1 milhões de pessoas estavam nessa condição. Apesar da alta recente, houve redução de 10,5% em um ano, o equivalente a 1,9 milhão de pessoas a menos.</p>
<p>O número de desalentados ficou em 2,7 milhões, estável no trimestre, mas com queda de 14,9% na comparação anual, indicando melhora gradual na confiança para buscar trabalho.</p>
<p><strong>Informalidade ainda atinge milhões</strong></p>
<p>Mesmo com os avanços, a informalidade segue como um dos principais desafios do mercado de trabalho. A taxa ficou em 37,5% da população ocupada, o equivalente a 38,3 milhões de trabalhadores.</p>
<p>O número de empregados com carteira assinada no setor privado permaneceu em 39,2 milhões, sem variação significativa. Já os trabalhadores sem carteira somaram 13,3 milhões, com redução no trimestre.</p>
<p>Os dados indicam que, embora haja melhora no nível de emprego, ainda há um contingente elevado de trabalhadores em condições mais precárias, sem acesso pleno a direitos.</p>
<p><strong>Setores ligados ao consumo e ao setor público avançam</strong></p>
<p>O crescimento do emprego, na comparação anual, foi puxado por áreas como informação, comunicação e atividades financeiras, que cresceram 4,0%, e por administração pública, saúde e educação, com alta de 4,5%.</p>
<p>No recorte da renda, houve aumento em setores como comércio e serviços, refletindo o aquecimento do consumo e maior circulação de recursos na economia.</p>
<p>A pesquisa completa do IBGE pode ser acessada <a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/46206-pnad-continua-taxa-de-desocupacao-e-de-5-8-e-taxa-de-subutilizacao-e-de-14-1-no-trimestre-encerrado-em-fevereiro" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></p>
<p><em><strong>Fonte: CUT</strong></em></p>
</div>
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		<title>Com juros de 15% ao ano, inadimplência bate recorde no Brasil</title>
		<link>https://bancarios.com.br/com-juros-de-15-ao-ano-inadimplencia-bate-recorde-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 14:59:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com Selic a 15% ao ano, crédito encarece, consumo retrai e famílias sufocam com taxas abusivas, enquanto BC admite que política monetária agressiva freia a economia sem controlar preços A política de juros estratosféricos mantida pelo Banco Central (BC) começou a cobrar seu preço mais visível e doloroso: o bolso do cidadão e a saúde &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="row row-small">
<div id="single-the-title" class="column large-12 small-12 text-center mt-30">
<h3>Com Selic a 15% ao ano, crédito encarece, consumo retrai e famílias sufocam com taxas abusivas, enquanto BC admite que política monetária agressiva freia a economia sem controlar preços</h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-71665 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/02/endividamento-familiar-aumenta-no-no-brasil-e-a-tendencia-e-aumentar.jpeg.webp" alt="" width="960" height="540" /></p>
</div>
</div>
<div class="row row-small">
<div class="column large-12 small-12">
<div class="post-info ">
<p>A política de juros estratosféricos mantida pelo Banco Central (BC) começou a cobrar seu preço mais visível e doloroso: o bolso do cidadão e a saúde das empresas. Em janeiro de 2026, a inadimplência de consumidores e companhias em empréstimos com recursos livres atingiu 5,5%, o nível mais alto desde agosto de 2017.</p>
<p>O dado, divulgado na quarta-feira (25), não é apenas um número estatístico; é o termômetro de uma economia que está sendo deliberadamente esfriada a ponto de congelar o crédito e aspergir a população com taxas de juros que beiram o absurdo.</p>
<p>Enquanto a autoridade monetária sinaliza uma possível — e tardia — redução da taxa Selic apenas para março, o estrago já está feito. Com a básica em 15% ao ano, o patamar mais elevado em quase duas décadas, o sistema financeiro repassou esse custo de forma amplificada, transformando o acesso ao dinheiro em um privilégio para poucos e uma armadilha para muitos.</p>
<p><strong>O muro dos juros abusivos</strong></p>
<p>A lógica do Banco Central é teórica: elevar os juros para conter a inflação, desestimulando o consumo. Na prática, o que se vê é um estrangulamento da atividade econômica sem o devido controle dos preços, penalizando severamente quem mais precisa de fôlego financeiro. Os números de janeiro são contundentes: os juros médios cobrados das pessoas físicas dispararam para 61% ao ano.</p>
<p>O cenário torna-se dantesco quando se observa as modalidades de crédito de emergência. O cartão de crédito rotativo, último recurso para muitas famílias, opera com uma taxa monstruosa de 424,5% ao ano. Mesmo após um recuo recente, esse percentual representa uma usura que perpetua o ciclo da pobreza e da dívida impagável. Já o parcelamento da fatura do cartão, modalidade que cresce conforme a renda aperta, saltou para 194,9% ao ano, um aumento de quase 18 pontos percentuais em apenas 12 meses.</p>
<p>Para as empresas, o cenário não é menos hostil. A taxa média subiu para 25,2% ao ano, encarecendo o capital de giro e inviabilizando investimentos. O chamado <em>spread</em> bancário — a margem de lucro dos bancos sobre o custo do dinheiro — também se expandiu, chegando a 34,3 pontos percentuais nos recursos livres. Isso indica que, além do custo da Selic, as instituições financeiras estão ampliando suas margens em um momento de maior risco, lucrando com a própria dificuldade de pagamento dos clientes.</p>
<p><strong>Crédito seco e economia paralisada</strong></p>
<p>O efeito colateral imediato dessa política de “terra arrasada” monetária é a contração brutal da oferta de crédito. Em janeiro, as novas concessões de empréstimos caíram 18,9% em relação a dezembro. O estoque total de crédito do sistema financeiro recuou 0,2%, fechando em R$ 7,116 trilhões.</p>
<p>A queda foi generalizada, mas atingiu com violência os recursos direcionados (aqueles com regras governamentais para habitação, agro e infraestrutura), que despencaram 32,9%. Nos recursos livres, onde bancos e clientes negociam diretamente, a retração foi de 17,2%. Esse movimento confirma o receio dos analistas: ao tentar controlar a inflação via demanda, o BC acabou por secar a fonte de financiamento que mantém a máquina econômica girando, afetando tanto o consumo das famílias quanto a produção das indústrias.</p>
<p><strong>Ilusão de estabilidade e realidade social</strong></p>
<p>Em seu último Relatório de Política Monetária, o Banco Central tentou minimizar o avanço da inadimplência ao longo de 2025, atribuindo-o principalmente a “mudanças nas regras de classificação de crédito” e afirmando observar “sinais de estabilização”. Contudo, os dados de janeiro desmentem qualquer otimismo prematuro. A inadimplência subiu pelo segundo mês consecutivo e acumula alta de 1,1 ponto percentual no ano.</p>
<p>O endividamento das famílias, medido pela relação entre dívidas e renda, fechou 2025 em 49,7%, e o comprometimento da renda — o quanto do salário vai direto para pagar boletos — alcançou 29,2%. Esses indicadores, defasados em relação aos dados bancários, sugerem que a pressão sobre o orçamento doméstico só tende a piorar com as taxas praticadas no início de 2026.</p>
<p><strong>Um custo social excessivo</strong></p>
<p>A manutenção da Selic em dois dígitos por tanto tempo revela uma opção de política econômica que prioriza o superávit primário e a remuneração do capital financeiro em detrimento do crescimento e do emprego. O argumento de que é necessário “esfriar a economia” ignora que o freezer já está ligado no máximo há meses, e quem está congelando são as pequenas empresas e os trabalhadores endividados.</p>
<p>Com a inadimplência batendo recordes históricos e o crédito minguando, fica evidente que a estratégia de juros altos atingiu seu limite de eficácia e ultrapassou a fronteira do razoável. Enquanto o BC hesita em cortar a taxa básica, prometendo alívio apenas para um futuro próximo incerto, a conta dos juros compostos continua chegando, salgada e excludente, para a base da pirâmide social. A pergunta que fica não é mais se a inflação será controlada, mas quantos negócios e famílias precisarão falir para que a autoridade monetária considere que o “dever de casa” foi feito.</p>
<p><em><strong>Fonte: Vermelho</strong></em></p>
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		<item>
		<title>Em janeiro, 94% dos reajustes salariais tiveram ganhos acima da inflação</title>
		<link>https://bancarios.com.br/em-janeiro-94-dos-reajustes-salariais-tiveram-ganhos-acima-da-inflacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 16:32:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Resultado levantado pelo Dieese foi o melhor dos últimos 12 meses. Variação real média alcançada ficou em 2,12% No mês de janeiro deste ano, 94% dos reajustes salariais tiveram ganhos acima da inflação, com uma variação real média de 2,12%. Trata-se do melhor resultado obtido nos últimos 12 meses, com tendência de alta, segundo levantamento &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="row row-small">
<div id="single-the-title" class="column large-12 small-12 text-center mt-30">
<h3>Resultado levantado pelo Dieese foi o melhor dos últimos 12 meses. Variação real média alcançada ficou em 2,12%</h3>
<figure id="attachment_71613" aria-describedby="caption-attachment-71613" style="width: 823px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-71613 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/02/comercio_Foto-Tony-Oliveira_Agencia-Brasilia.jpg" alt="" width="823" height="462" /><figcaption id="caption-attachment-71613" class="wp-caption-text">Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília</figcaption></figure>
</div>
</div>
<div class="row row-small">
<div class="column large-12 small-12">
<div class="post-info ">
<p>No mês de janeiro deste ano, 94% dos reajustes salariais tiveram ganhos acima da inflação, com uma variação real média de 2,12%. Trata-se do melhor resultado obtido nos últimos 12 meses, com tendência de alta, segundo levantamento recém-divulgado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).</p>
<p>De acordo com o boletim da entidade, “esse resultado é significativamente superior ao registrado nos últimos 12 meses (de fevereiro de 2025 a janeiro de 26), de 77,1%”.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" class="wp-image-737390" src="https://vermelho.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Captura-de-Tela-2026-02-20-as-12.39.32.png" sizes="(max-width: 508px) 100vw, 508px" srcset="https://vermelho.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Captura-de-Tela-2026-02-20-as-12.39.32.png 508w, https://vermelho.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Captura-de-Tela-2026-02-20-as-12.39.32-300x291.png 300w" alt="" width="508" height="493" /></figure>
</div>
<p>O Dieese ainda pondera que “parte do resultado de janeiro pode ser atribuída à valorização do salário mínimo, que influenciou diversas negociações na data-base”.</p>
<p>Ao todo, foram analisados 364 acordos e convenções coletivas. Dentre as negociações que não obtiveram reposição acima do índice adotado (INPC), 4,1% dos resultados ficaram iguais à inflação e 1,9% apresentou perdas.</p>
<p><strong>Tendência de alta</strong></p>
<p>A tendência de alta vem desde setembro de 2025, quando estava em 0,72%, chegando a 0,78% em outubro e saltando para 1,06% em novembro. O movimento continuou em dezembro do ano passado, quando atingiu 1,37%. Antes do índice obtido em janeiro, o melhor havia sido verificado em fevereiro de 2025 (1,63%).</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" class="wp-image-737391" src="https://vermelho.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Captura-de-Tela-2026-02-20-as-12.39.49.png" sizes="(max-width: 537px) 100vw, 537px" srcset="https://vermelho.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Captura-de-Tela-2026-02-20-as-12.39.49.png 537w, https://vermelho.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Captura-de-Tela-2026-02-20-as-12.39.49-300x273.png 300w" alt="" width="537" height="489" /></figure>
</div>
<p>Outro dado positivo observado é que dos 364 reajustes de janeiro, apenas dois (0,5%) foram pagos de maneira parcelada. Os demais foram em uma única parcela na data-base. Outros 58 (15,9%) foram pagos de forma escalonada, ou seja, em percentuais diferentes conforme faixa salarial do trabalhador ou tamanho da empresa.</p>
<p><strong>Análise por setor e região</strong></p>
<p>Na análise feita por setor econômico, 96,2% dos reajustes no comércio ficaram acima da inflação; no caso da indústria, foram 91,4%. Apenas 1% dos casos, com exceção do comércio, tiveram resultados abaixo do INPC. Em relação à variação real média, os ganhos de janeiro foram de 1,75% no comércio, 1,80% na indústria e 2,37% nos serviços.</p>
<p>Segundo o Dieese, “tanto a distribuição dos reajustes na comparação com o INPC quanto a variação real média, em janeiro, são superiores ao observado no acumulado dos últimos 12 meses (fevereiro de 2025 a janeiro de 2026) para todos os setores (exceto o rural)”. No caso deste segmento, o Dieese informou que, até o momento, não foi apresentado número suficiente de resultados que permitisse a análise.</p>
<p>Quanto ao recorte regional, o Dieese observou que “os reajustes acima da inflação foram frequentes em todas as regiões geográficas, com destaque para o Nordeste, que registrou ganhos em 98,2% dos casos em janeiro e nenhum resultado abaixo da inflação. O menor percentual foi registrado no Centro-Oeste, onde 88,1% dos reajustes tiveram ganhos reais. Nessa região também se encontra o maior percentual de resultados abaixo da variação do INPC: 7,1%”.</p>
<p><strong>Pisos salariais</strong></p>
<p>No levantamento, o Dieese também se debruçou sobre os pisos salariais, cujo valor médio em janeiro de 2026 foi de R$ 1.843, ficando em R$ 1.893 no acumulado dos últimos 12 meses. Já os medianos ficaram em, respectivamente, R$ 1.716 e R$ 1.780.</p>
<p>Os maiores pisos médios para o mês de janeiro foram verificados no setor de serviços, R$ 1.887; no acumulado de 12 meses, o valor ficou em R$ 1.941. O setor com maiores pisos medianos foi a indústria: em janeiro de 2026, R$ 1.783; no acumulado de 12 meses, R$ 1.832.</p>
<p><em><strong>Fonte: Vermelho</strong></em></p>
</div>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Ipea: Redução da jornada terá custo próximo a 1% para comércio e indústria</title>
		<link>https://bancarios.com.br/ipea-reducao-da-jornada-tera-custo-proximo-a-1-para-comercio-e-industria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 13:21:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada revela que reduzir a jornada para 40 horas terá custo operacional pequeno para grande parte das empresas nacionais A redução da jornada de trabalho no Brasil de 44 horas semanais para 40 horas teria um impacto inferior a 1% no custo operacional de grande parte das empresas brasileiras. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="row row-small">
<div id="single-the-title" class="column large-12 small-12 text-center mt-30">
<h3>Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada revela que reduzir a jornada para 40 horas terá custo operacional pequeno para grande parte das empresas nacionais</h3>
</div>
</div>
<figure id="attachment_71571" aria-describedby="caption-attachment-71571" style="width: 1366px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-71571 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/02/01-1-1.jpg" alt="" width="1366" height="768" /><figcaption id="caption-attachment-71571" class="wp-caption-text">Foto: istock</figcaption></figure>
<p>A redução da jornada de trabalho no Brasil de 44 horas semanais para 40 horas teria um impacto inferior a 1% no custo operacional de grande parte das empresas brasileiras. Esta importante conclusão, trazida pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), nesta terça-feira (10), demonstra que alterar a jornada e, consequentemente, pôr fim à escala 6×1, é plenamente factível, o que se contrapõe ao discurso, encabeçado por alguns empresários, que ataca as mudanças. Entre estes empresários está Luciano Hang, conhecido como ‘véio da Havan’.</p>
<p>Com o avanço da pauta pela redução de jornada e mudança para a escala 5×2, uma onda de pesquisas sem lastro começou a pulular nas redes no sentido de atacar as iniciativas em prol da classe trabalhadora. Essa tentativa de impor o medo à população com um discurso de que o desemprego irá aumentar com a mudança da jornada de trabalho, nada mais é que o desespero final dos que ainda tratam empregados como sua propriedade particular, remetendo a outros tempos.</p>
<p>O fato é que os ventos de mudança já se avizinham com o apoio irrestrito do presidente Lula e toda a sua base à pauta, assim como pelos recentes acenos feitos pelo Congresso Nacional.</p>
<p>Dessa maneira, a pesquisa do Ipea respalda com dados econômicos o que a maioria da população deseja. Além disso, como trazido na <a href="https://repositorio.ipea.gov.br/server/api/core/bitstreams/7083c3f2-81ee-48e6-a525-c9fe4b56d5e7/content">nota técnica nº 123</a> do instituto, implementar a redução da jornada de trabalho para 40 horas teria um impacto similar à que a elevação do salário mínimo já teve por diversas vezes, com o aumento do custo do trabalho: “Aumentos reais, que chegaram a 12% em 2001, 7,6% em 2012 e 5,6% em 2024, não causaram efeitos negativos sobre o nível de emprego. A redução da jornada de trabalho prevista na Constituição de 1988 também não teve impacto negativo sobre o emprego.”</p>
<p>Ainda segundo o Ipea, “a maioria dos setores produtivos apresenta capacidade de absorver aumentos nos custos do trabalho, ainda que alguns segmentos demandem atenção específica”.</p>
<p>O Instituto mostra que setores como indústria e comércio, que juntos detêm mais de 13 milhões de trabalhadores, teriam impacto mínimo, como já exposto: inferior a 1% do custo operacional. Para chegar a esta avaliação, os técnicos se basearam nos microdados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) de 2023.</p>
<p>De forma diversa às outras abordagens, o estudo considerou que a redução da jornada será acompanhada pela manutenção dos salários, o que eleva o custo da hora de trabalho na proporção do aumento do salário-hora. Assim, esse aumento não representa uma queda automática do PIB (Produto Interno Bruto) nacional e pode ser suprido pelas empresas diminuindo a produção ou contratando mais trabalhadores para completar as horas que anteriormente eram cumpridas pelos trabalhadores que passaram a ser beneficiados.</p>
<p>Dessa maneira, os cálculos indicam que a redução para 40 horas semanais pode elevar o custo médio do trabalho celetista em 7,84%. Por outro lado, estes efeitos são reduzidos no custo operacional total dos grandes setores, como indústria e comércio, chegando a menos do que o 1% citado, pela capacidade desses setores em absorver a mudança. É importante salientar a diferenciação feita entre o custo médio do trabalho, que irá aumentar mais, porém será dirimido no custo total de cada setor, chegando ao percentual mínimo.</p>
<p>Já uma área que teria um impacto maior é a de vigilância, segurança e investigação, pela grande necessidade de mão de obra, aumentando em 6,6% o custo operacional desse setor.</p>
<p><strong>Impacto na indústria e comércio</strong></p>
<p>Conforme é destacado, dos quase 43 milhões (42.821.237 trabalhadores) de celetistas na Rais 2023 que tinham jornada declarada, 74% (31.779.457) tinham jornada de 44 horas semanais. Outros 9% (3.713.821) tinham jornada de 40 horas, 11% (4.573.079) jornada de até 36 horas e 3% (1.157.386) com jornadas acima de 44 horas. Portanto, se presume que 77% tinham jornadas extenuantes acima de 40 horas.</p>
<p>De acordo com o estudo, em 31 dos 87 setores econômicos analisados, um percentual superior a 90% dos trabalhadores tinham jornadas acima de 40 horas semanais.</p>
<p>“Verificamos, através de dados das pesquisas setoriais do IBGE, que o trabalho ocupa hoje uma parcela relativamente pequena do custo operacional desses setores […] Como o impacto de uma mudança legislativa no custo da hora de trabalho é moderado (10% no caso de redução de 44 para 40 horas), a ponderação com a participação do custo de trabalho no custo operacional total leva à conclusão de que o impacto total no custo da operação do comércio varejista seria pouco superior a 1%”, diz Felipe Pateo, técnico de planejamento e pesquisa do Ipea.</p>
<p>“No caso da indústria, nós desagregamos a análise em 23 diferentes setores, mas a lógica é a mesma, ainda que haja variação quanto à intensidade de utilização de mão de obra e de jornadas superiores a 40 horas”, completa.</p>
<p><strong><em>*Fonte: Vermelho, com informações Ipea</em></strong></p>
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		<title>Isenção do IR beneficia mais de 15 milhões de trabalhadores, diz estudo do Dieese</title>
		<link>https://bancarios.com.br/isencao-do-ir-beneficia-mais-de-15-milhoes-de-trabalhadores-diz-estudo-do-dieese/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 14:05:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova regra vai injetar R$ 26,2 bilhões na economia. Para a CUT, medida é uma conquista histórica do movimento sindical que promove justiça social e chega ao bolso do trabalhador Dados de um estudo elaborado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) sobre os impactos da isenção do Imposto de Renda (IR) para &#8230;</p>
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<h3 class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">Nova regra vai injetar R$ 26,2 bilhões na economia. Para a CUT, medida é uma conquista histórica do movimento sindical que promove justiça social e chega ao bolso do trabalhador</h3>
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<div class="dd-m-icon__group-icons"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-71550 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/02/systemuploadsnewsa94c9f3b7f577b7bcbb-700x460xfit-efb53.jpeg" alt="" width="700" height="460" /></div>
</div>
<p>Dados de um estudo elaborado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) sobre os impactos da isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil mensais e reduz a cobrança para rendas intermediárias comprovam o que a CUT tem dito ao longo de sua história sobre justiça tributária–quem ganha mais tem de pagar mais, quem ganha menos tem de pagar menos.</p>
<p>“Essa é uma luta de muitos anos das centrais sindicais, especialmente da CUT, pela atualização da tabela do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. É uma conquista importante para a classe trabalhadora”, afirmou o secretário-geral da CUT, Renato Zulato, num <a href="https://www.cut.org.br/noticias/atos-da-cut-e-centrais-celebram-isencao-do-ir-e-convocam-luta-contra-escala-6x1-2b23" target="_blank" rel="noopener">ato promovido pela CUT no último dia 5</a>.</p>
<p>A nova regra foi sancionada em novembro de 2025 pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva e ela já pode ser sentida nos holerites de fevereiro.</p>
<p><strong>O estudo</strong></p>
<p>A nota técnica do DIEESE mostra que a Lei n.º15.270 deve retirar ou reduzir o imposto de aproximadamente 15 milhões de trabalhadores e trabalhadoras. Cerca de 10 milhões de pessoas deixam de pagar o Imposto de Renda e outras cinco milhões passam a recolher menos. Entre os beneficiados estão 8,9 milhões de homens e 6,2 milhões de mulheres.</p>
<p>O recorte por cor e raça evidencia desigualdades estruturais do mercado de trabalho. Entre os celetistas, 92% das mulheres negras e 88% dos homens negros passam a ficar totalmente isentos do imposto. Entre homens não negros, o percentual é de 77%.</p>
<p>Na prática, a medida alcança quase integralmente setores de menor remuneração. No serviço doméstico, 97% das trabalhadoras e trabalhadores ficam isentos. Nos ramos de alojamento e alimentação, o índice chega a 96%.</p>
<p>No comércio, cerca de 91% dos empregados deixam de pagar o imposto, representando aproximadamente 8,5 milhões de comerciários. Mesmo na indústria de transformação, setor com salários médios mais elevados, 80% dos trabalhadores são beneficiados.</p>
<p><strong>Paga mais quem ganha mais</strong></p>
<p>Contribuintes com rendimentos anuais superiores a R$ 600 mil passam a pagar alíquotas progressivas, que chegam a 10% para quem recebe acima de R$ 1,2 milhão por ano. Cerca de 140 mil pessoas estão nesse grupo.</p>
<p>Antes da reforma, o sistema brasileiro era regressivo no topo da renda. Pessoas muito ricas pagavam, proporcionalmente, menos imposto do que trabalhadores de renda intermediária. A nova lei busca alterar essa lógica.</p>
<p><strong>O efeito na economia</strong></p>
<p>O impacto econômico também é relevante. O DIEESE estima que cerca de R$ 26,2 bilhões adicionais por ano passem a circular na economia, sendo R$ 20,9 bilhões entre celetistas e R$ 5,2 bilhões entre servidores estatutários.</p>
<p>Esse aumento da renda disponível tende a fortalecer o consumo das famílias e dinamizar o mercado interno.</p>
<p><strong>Informar é preciso</strong></p>
<p>O estudo também aponta um desafio de informação, pois 75% da população apoiam a ampliação da isenção e 60% defendem a taxação dos super-ricos, <strong>mas 56% ainda desconhecem essa política pública.</strong></p>
<p><strong>Veja a nota completa do Diesse, clicando </strong><a href="https://www.dieese.org.br/notatecnica/2026/notaTec290isencaoIR.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui</strong></a><strong>.</strong></p>
<p>Para a CUT, a ampliação da isenção do Imposto de Renda mostra que a organização e a luta coletiva produzem resultados concretos na vida da classe trabalhadora. A entidade destaca, no entanto, que a mobilização precisa continuar em outras frentes, como no enfrentamento à jornada 6&#215;1, que compromete a saúde, o convívio familiar e a qualidade de vida de milhões de trabalhadores.</p>
<p>“Vamos continuar lutando durante todo o ano e orientando os sindicatos a incluírem essas reivindicações nas negociações coletivas, para criar um paradigma nacional e demonstrar ao Congresso que se trata de uma grande manifestação popular”, afirmou Renato Zulato.</p>
<p><em><strong>Fonte: CUT</strong></em></p>
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		<title>Desemprego cai para 5,1% em dezembro, o menor já registrado</title>
		<link>https://bancarios.com.br/desemprego-cai-para-51-em-dezembro-o-menor-ja-registrado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 14:32:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ano de 2025 termina com recorde de carteira assinada e renda O Brasil registrou, no trimestre encerrado em dezembro, taxa de desocupação de 5,1%, a menor já registrada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. Observando os dados consolidados de 2025, a taxa anual de desocupação ficou em 5,6%, também a menor já &#8230;</p>
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<p class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">Ano de 2025 termina com recorde de carteira assinada e renda</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-71499 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/02/systemuploadsnewsae7e8b9fe1f31ff3389-700x460xfit-81a4f.jpg" alt="" width="700" height="460" /></p>
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<p><strong>O Brasil registrou, no trimestre encerrado em dezembro, taxa de desocupação de 5,1%, a menor já registrada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1676501&amp;o=node" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1676501&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Observando os dados consolidados de 2025, a taxa anual de desocupação ficou em 5,6%, também a menor já registrada. O número de ocupados chegou a 103 milhões.</strong></p>
<p><strong>O ano passado também registrou recorde na renda média mensal do trabalhador, que atingiu R$ 3.560, um aumento de 5,7% (ou R$ 192) na comparação com 2024.</strong></p>
<p><strong>O número de carteira assinada no ano também foi o mais alto já registrado: 38,9 milhões de pessoas, expansão de 1 milhão na comparação com o ano anterior.</strong></p>
<p>Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p><strong>Destaques de 2025</strong></p>
<p>Na taxa anual, o Brasil registrou os seguintes contingentes:</p>
<ul>
<li>Desocupados: 6,2 milhões de pessoas, queda de cerca de 1 milhão (-14,5%) na comparação com 2024</li>
<li>Empregados da iniciativa privada sem carteira assinada: 13,8 milhões (queda de 0,8% ante 2024);</li>
<li>Trabalhadores domésticos: 5,7 milhões (-4,4%);</li>
<li>Conta própria: 26,1 milhões – o maior já registrado.</li>
</ul>
<p><strong>A taxa anual de informalidade passou de 39%, em 2024, para 38,1% em 2025.</strong> De acordo com a coordenadora da pesquisa, Adriana Beringuy, esse percentual é “valor relevante”, e reflete característica estrutural do mercado de trabalho brasileiro.</p>
<p>“A composição e dinâmica da população ocupada ainda é bastante dependente da informalidade, sobretudo, devido à grande participação de trabalhadores no comércio e em segmentos de serviços mesmos complexos”, avalia.</p>
<p><strong>Pnad</strong></p>
<p>A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.</p>
<p>Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.</p>
<p>A maior taxa de desocupação já registrada na série iniciada em 2012 foi de 14,9%, atingida em dois períodos: nos trimestres móveis encerrados em setembro de 2020 e em março de 2021, ambos durante a pandemia de covid-19.</p>
<p><strong>Caged</strong></p>
<p>A Pnad é divulgada no dia seguinte a outro indicador de comportamento do mercado de trabalho, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e que acompanha apenas o cenário de empregados com carteira assinada.</p>
<p>De acordo com o Caged, dezembro apresentou saldo negativo de 618 mil vagas formais. No entanto, no consolidado de 2025, o balanço <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/brasil-cria-1279-milhao-de-postos-de-trabalho-em-2025-aponta-caged" target="_blank" rel="noopener">ficou positivo em quase 1,28 milhões de postos</a> com carteira assinada.</p>
</div>
</div>
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		<title>Isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil: o que muda para a classe trabalhadora</title>
		<link>https://bancarios.com.br/isencao-do-imposto-de-renda-ate-r-5-mil-o-que-muda-para-a-classe-trabalhadora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 13:56:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão de ampliar a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil representa uma das mudanças mais importantes recentes para a classe trabalhadora no Brasil. A medida, resultado de forte pressão da CUT e das centrais sindicais, traz alívio direto no orçamento de milhões de pessoas e recoloca o tema &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/isencao-do-imposto-de-renda-ate-r-5-mil-o-que-muda-para-a-classe-trabalhadora/">Isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil: o que muda para a classe trabalhadora</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-71496 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/02/systemuploadsnewsa43995f43235d8f49f0-700x460xfit-f6773.png" alt="" width="700" height="460" /></p>
<p>A decisão de ampliar a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil representa uma das mudanças mais importantes recentes para a classe trabalhadora no Brasil. A medida, resultado de forte pressão da CUT e das centrais sindicais, traz alívio direto no orçamento de milhões de pessoas e recoloca o tema da justiça tributária no centro do debate público.</p>
<p>Para a Escola Sindical Sul da CUT, essa conquista é também um tema estratégico de formação sindical: entender quem paga imposto, quanto paga e por quê é parte fundamental da disputa de projeto de país.</p>
<h3>Isenção do IR até R$ 5 mil: menos imposto para quem vive do trabalho.</h3>
<p>A política de isenção do IR até R$ 5 mil corrige, ainda que parcialmente, um problema histórico: durante anos, a tabela do Imposto de Renda ficou defasada, fazendo com que trabalhadores e trabalhadoras com salários baixos passassem a ser tributados como se fossem “classe média alta”.</p>
<p>Com a nova faixa de isenção:</p>
<ul>
<li>Uma parcela maior da renda do trabalho deixa de ser entregue ao fisco.</li>
<li>Há alívio imediato no bolso, especialmente de quem ganha menos.</li>
<li>Abre-se espaço para discutir quem deve pagar mais impostos – sobretudo grandes fortunas, lucros e dividendos.</li>
</ul>
<p>Essa mudança não é um “presente”, mas resultado de pressão, mobilização e negociação de sindicatos e centrais ao longo de vários anos.</p>
<h3>Justiça tributária e luta sindical: por que esse tema importa tanto?</h3>
<p>Discutir Imposto de Renda não é assunto técnico restrito a especialistas. É, na verdade, uma forma de perguntar:</p>
<ul>
<li>Quem banca o Estado brasileiro hoje?</li>
<li>Quem recebe mais benefícios e quem paga mais imposto proporcionalmente?</li>
</ul>
<p>Sem justiça tributária, a conta sobra sempre para quem vive do trabalho: paga mais no consumo, paga mais na folha, paga mais proporcionalmente na renda. Por isso, a defesa da isenção do IR até R$ 5 mil se conecta com:</p>
<ul>
<li>A luta por valorização salarial.</li>
<li>O combate à fome e à pobreza;</li>
<li>O financiamento de políticas públicas como saúde, educação e transporte;</li>
<li>A disputa por uma reforma tributária progressiva, em que quem tem mais paga mais.</li>
</ul>
<h3>Mobilização, organização e disputa de narrativas.</h3>
<p>A isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil também abre uma oportunidade de disputa de narrativas:</p>
<ul>
<li>De um lado, o discurso de que “imposto é tudo igual”, “sindicato não serve para nada”, “direito é gasto”;</li>
<li>De outro lado, a perspectiva de que direitos são conquistas, que política pública tem custo e que a classe trabalhadora precisa disputar como o Estado arrecada e como gasta.</li>
</ul>
<p>Trabalhar essa pauta em assembleias, campanhas de comunicação e processos formativos reforça a ideia de que conquistas econômicas e fiscais não caem do céu: são resultado de projeto, correlação de forças e organização coletiva.</p>
<h3>Isenção do IR e futuro da luta por justiça tributária.</h3>
<p>A ampliação da isenção do IR até R$ 5 mil é um passo importante, mas não encerra a luta. Ainda há muito a disputar em temas como:</p>
<ul>
<li>Taxação de lucros e dividendos;</li>
<li>Revisão de isenções e subsídios que beneficiam grandes grupos econômicos;</li>
<li>Redução da carga sobre o consumo, que pesa mais para os pobres.</li>
<li>Fortalecimento de um sistema tributário progressivo e transparente.</li>
</ul>
<p>A CUT e as demais centrais sindicais realizam, entre os dias 2 e 6 de fevereiro, uma semana nacional de atividades em comemoração à <a href="https://www.cut.org.br/noticias/sancao-da-lei-que-garante-isencao-do-ir-ate-r-5-mil-vitoria-da-classe-trabalhado-53b0#:~:text=O%20texto%20estabelece%20isen%C3%A7%C3%A3o%20integral,1%C2%BA%20de%20janeiro%20de%202026.">isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil</a>. A iniciativa marca a conquista como resultado direto da luta histórica do movimento sindical e da classe trabalhadora por justiça tributária no país.</p>
<p><strong>As atividades culminam no dia 5 de fevereiro, quando será realizado o Dia Nacional de Mobilização, com o Ato Unificado das Centrais Sindicais em São Paulo, além de ações em todo o território nacional.</strong></p>
<h5><strong>Programação de 2 a 6 de fevereiro.</strong></h5>
<p><strong>Ao longo da semana</strong>, a CUT, sindicatos e ramos promoverão assembleias, panfletagens e visitas aos locais de trabalho, dialogando diretamente com a base sobre a importância da isenção do Imposto de Renda e os próximos desafios da agenda da classe trabalhadora.</p>
<p>As atividades serão realizadas em todos os estados onde a CUT tem atuação, envolvendo sindicatos, federações e confederações. Os materiais de divulgação estarão disponíveis para que cada entidade utilize conforme sua realidade local.</p>
<h5><strong>Dia 5: Ato Unificado e Mobilização Nacional.</strong></h5>
<p><strong>No dia 5 de fevereiro, Dia Nacional de Mobilização</strong>, será realizado o <strong>Ato Unificado das Centrais Sindicais em São Paulo</strong>, a partir das 8h, na porta da MWM Motores, na Avenida das Nações Unidas, nº 22.002 &#8211; Jurubatuba, Santo Amaro. Na parte da tarde, o segundo ato será às 14h. <em>(Local em definição)</em></p>
<p>A mobilização busca reafirmar a isenção do IR como uma conquista concreta e manter a pressão por avanços na justiça fiscal e social.</p>
<p><em><strong>Fonte: Escola Sul CUT</strong></em></p>
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		<title>Juro real no Brasil atinge maior nível em 20 anos e expõe abusos do BC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 13:35:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a Selic em 15%, o país atinge juro real de 10,6% e consolida a 2ª maior taxa do mundo, penalizando trabalhadores e favorecendo rentistas A decisão unânime do Comitê de Política Monetária (Copom), nesta quarta-feira (28), de manter a Selic em 15% pela quinta vez consecutiva elevou o juro real brasileiro a 10,6%, nível &#8230;</p>
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<div id="single-the-title" class="column large-12 small-12 text-center mt-30">
<h3>Com a Selic em 15%, o país atinge juro real de 10,6% e consolida a 2ª maior taxa do mundo, penalizando trabalhadores e favorecendo rentistas</h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-71474 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/01/banco-central-1.jpg" alt="" width="1199" height="674" /></p>
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<div class="post-info ">
<p>A decisão unânime do Comitê de Política Monetária (Copom), nesta quarta-feira (28), de manter a Selic em 15% pela quinta vez consecutiva elevou o juro real brasileiro a 10,6%, nível não visto desde maio de 2006. Com a inflação projetada em 4% para 2026, o país se consolida como o segundo com maior juro real entre as 40 principais economias, atrás apenas da Rússia.</p>
<p>O juro real, resultado da diferença entre a Selic e a inflação, é o mais alto em duas décadas. O Brasil ocupa a segunda posição global há sete meses, com variações entre 9,23% e 10,6%, superando Argentina e Turquia. Em termos nominais, aparece em quarto lugar, atrás de Turquia (37%), Argentina (29%) e Rússia (16%). Nos Estados Unidos, o índice é de 1,55%, enquanto o Japão registra -1,18%.</p>
<p>Desde 2006, picos acima de 10% foram raros. Durante a pandemia, os juros chegaram a ser negativos, mas o retorno ao patamar atual marca um dos períodos mais restritivos da política monetária brasileira.</p>
<p><strong>Alta persistente apesar da desaceleração da inflação</strong></p>
<p>Apesar da desaceleração do IPCA-15 de janeiro — que registrou 0,20% e acumulou 4,5% em 12 meses, situando-se dentro da margem de tolerância —, o Copom sinalizou que cortes ocorrerão apenas a partir de março. Mesmo com indicadores revelando que a economia gira com menores índices de inflação, o comunicado do Comitê justificou a manutenção da Selic pela persistência de incertezas externas e expectativas inflacionárias acima da meta oficial de 3% (com tolerância de 1,5 ponto percentual).</p>
<p>O efeito da política monetária em curso drena para os títulos públicos recursos que seriam destinados a investimentos produtivos. Além disso, encarece o crédito, trava novos investimentos e sufoca o consumo das famílias devido ao endividamento, que já atinge 79,5% dos lares, segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC).</p>
<p>A dívida pública brasileira alcançou R$ 8,6 trilhões em 2025, com R$ 984 bilhões pagos apenas em juros (o equivalente a 7,98% do PIB), consumindo praticamente metade do Orçamento da União.</p>
<p><strong>Sociedade critica a Selic a 15% </strong></p>
<p>Centrais sindicais como CTB, CUT e Força Sindical apontam prejuízos severos ao emprego e ao consumo. Para Adilson Araújo, presidente da CTB, “a dívida pública se transformou no principal meio de valorização do capital operado por banqueiros, agiotas e rentistas em nosso país. O pagamento de juros a favor desta casta de parasitas consome, agora, mais do que a metade do orçamento público e configura uma brutal transferência de renda do conjunto da sociedade para os rentistas”, afirmou.</p>
<p>As críticas ao nível alto da Taxa Selic também encontram eco no setor produtivo. A indústria, representada pela CNI, e o setor da construção civil criticam a restrição ao crédito imobiliário, que inviabiliza investimentos e o acesso da população à moradia. O <a href="https://vermelho.org.br/editoriais/manutencao-da-selic-em-15-atenta-contra-o-desenvolvimento-nacional/">editorial do portal Vermelho</a> reforça que a atual política monetária é antagônica aos interesses populares, blinda o rentismo e exige uma reforma profunda no sistema financeiro, visando recolocar o Banco Central sob o controle do Estado.</p>
<p><em><strong>Fonte: Vermelho</strong></em></p>
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		<title>Sem a política de valorização, o salário mínimo seria de R$ 830</title>
		<link>https://bancarios.com.br/sem-a-politica-de-valorizacao-o-salario-minimo-seria-de-r-830/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 12:44:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A política de valorização do salário mínimo adotada nos governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi apontada como decisiva para evitar uma forte perda do poder de compra dos trabalhadores brasileiros ao longo das últimas duas décadas. A avaliação foi feita pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho (PT), nesta sexta-feira &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-70994 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/01/600x350-Site-11.png" alt="" width="600" height="350" /></p>
<p style="text-align: justify;">A política de valorização do salário mínimo adotada nos governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi apontada como decisiva para evitar uma forte perda do poder de compra dos trabalhadores brasileiros ao longo das últimas duas décadas. A avaliação foi feita pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho (PT), nesta sexta-feira (16/1), durante a cerimônia que celebrou os 90 anos do salário mínimo no Brasil, realizada no Rio de Janeiro com a presença do presidente da República.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seu discurso no evento comemorativo, Luiz Marinho afirmou que, sem a política de reajustes reais iniciada no primeiro mandato de Lula, o salário mínimo teria hoje um valor muito inferior ao atual. Segundo o ministro, a valorização contínua foi fundamental para sustentar a renda dos trabalhadores e fortalecer a economia. “Não fosse a política de valorização nesses 20 anos, se de 2003 para cá tivéssemos tido nos nossos governos, do presidente Lula e da presidenta Dilma, porque em 2017 foi abandonada essa política e retomada em 2023; não fosse a política de valorização o salário mínimo valeria R$ 830. Hoje é R$ 1.621”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">Luiz Marinho destacou o papel central da classe trabalhadora na construção da riqueza nacional e na própria história do salário mínimo. “O trabalho, a mão do trabalho, o cérebro, a dedicação de cada trabalhador e trabalhadora é que faz e constrói a riqueza deste país. Queria agradecer o empenho de todos os trabalhadores e trabalhadoras do nosso país”, declarou. Ele também ressaltou a atuação permanente dos trabalhadores e das centrais sindicais ao longo das nove décadas de existência da política. “Saiba que durante todos os 90 anos teve a participação ativa da classe trabalhadora brasileira no histórico do que foi o salário mínimo no Brasil”, disse.</p>
<p><em><strong>Fonte: feebbase</strong></em></p>
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