<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Emprego - Sindicato dos Bancários</title>
	<atom:link href="https://bancarios.com.br/category/emprego/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://bancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 Apr 2026 12:31:26 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>CUT e centrais sindicais ocuparão Brasília pela redução da jornada sem redução salarial, fim da escala 6&#215;1 e outros direitos</title>
		<link>https://bancarios.com.br/cut-e-centrais-sindicais-ocuparao-brasilia-pela-reducao-da-jornada-sem-reducao-salarial-fim-da-escala-6x1-e-outros-direitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 12:31:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Sindical]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=72062</guid>

					<description><![CDATA[<p>Manifestação reforça série de reivindicações construídas coletivamente por representantes de todas as categorias do país e que serão entregues aos presidentes da República, da Câmara dos Deputados e do Senado Representantes sindicais de todas as categorias do país se preparam para ocupar Brasília na próxima quarta-feira, 15 de abril, com a Marcha da Classe Trabalhadora. &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/cut-e-centrais-sindicais-ocuparao-brasilia-pela-reducao-da-jornada-sem-reducao-salarial-fim-da-escala-6x1-e-outros-direitos/">CUT e centrais sindicais ocuparão Brasília pela redução da jornada sem redução salarial, fim da escala 6&#215;1 e outros direitos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<p><strong><em>Manifestação reforça série de reivindicações construídas coletivamente por representantes de todas as categorias do país e que serão entregues aos presidentes da República, da Câmara dos Deputados e do Senado</em></strong></p>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-72063 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Fotos-contraf-_14_-1024x571.jpg" alt="" width="618" height="345" /></div>
<div class="news-details__main-content">
<div class="news-details__main-text visible">
<p>Representantes sindicais de todas as categorias do país se preparam para ocupar Brasília na próxima quarta-feira, 15 de abril, com a Marcha da Classe Trabalhadora. A Confederação Nacional das Trabalhadoras e dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e entidades filiadas também participarão dos atos na capital do país.</p>
<p>A marcha será precedida pela Plenária da Conferência da Classe Trabalhadora (CONCLAT), em frente ao Teatro Municipal, onde os representantes de categorias de todo o país apresentarão o documento de reivindicações construído coletivamente, no Fórum das Centrais Sindicais.</p>
<p>Em seguida, os manifestantes seguirão em marcha rumo à Esplanada dos Ministérios, para entregar o documento ao presidente Lula e aos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e Câmara dos Deputados, Hugo Motta.</p>
<p><strong>“Os grandes carros-chefes dessa marcha, os pontos mais importantens, são a redução da jornada sem redução salarial e o fim da escala 6&#215;1. Também estamos lutando para que os trabalhadores de aplicativos tenham direitos. Outro ponto importante é a ratificação da Convenção da OIT 151, que garante o direito de negociação coletiva para o servidor público”</strong>, explica <strong>Juvandia Moreira</strong>, presidenta da Contraf-CUT e vice-presidenta da Central Única dos Trabalhadores (CUT).</p>
<p>A dirigente destaca também que o documento único de reivindicações é uma atualização da pauta aprovada no CONCLAT 2022. <strong>“Desde então, a cada ano, as propostas são atualizadas, sempre a partir de um amplo debate com todas as categoriais. E, graças a essa estratégia de unidade na construção de reivindicações e pressão social, conseguimos avançar significativamente”</strong>, observa a Juvandia, completando que,<strong> dos 63 itens estabelecidos no CONCLAT DE 2022, cerca de 70% foram implementados pelo governo federal ou encaminhados ou estão em tramitação no Congresso Nacional</strong>, como:</p>
<p>&#8211; Política de valorização do salário-mínimo;<br />
&#8211; Política de igualdade salarial entre mulheres e homens;<br />
&#8211; Retomada e ampliação do Bolsa Família;<br />
&#8211; Recuperação da participação sindical nos espaços institucionais;<br />
&#8211; Política de combate à fome e à pobreza;<br />
&#8211; Correção da tabela do Imposto de Renda;<br />
&#8211; Reforma tributária &#8211; isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil;<br />
&#8211; Medidas para reduzir o endividamento produtivo e industrial;<br />
&#8211; Crédito às pequenas empresas.</p>
<p><strong>O documento atualizado para este ano contém, agora, 68 itens, incluindo:</strong></p>
<p>&#8211; Redução da jornada sem redução salarial;<br />
&#8211; Fim da escala 6&#215;1;<br />
&#8211; Combate à pejotização;<br />
&#8211; Regulamentação do trabalho por aplicativo;<br />
&#8211; Fortalecimento das negociações coletivas;<br />
&#8211; Combate ao feminicídio; e<br />
&#8211; Direito de negociação aos servidores públicos.</p>
<p>A Marcha da Classe Trabalhadora integra um plano de ação maior, articulado com as atividades do 1º de Maio, Dia do Trabalhador. <strong>&#8220;Até essa data, que simboliza a luta histórica por direitos da classe trabalhadora, as organizações sindicais seguirão com atividades culturais, sociais, políticas e formativas, em todas as regiões do país, para fortalecer as reivindicações e bandeiras de luta&#8221;</strong>, pontua Juvandia Moreira.</p>
<h2>Programação</h2>
<p><strong>O que:</strong> Marcha da Classe Trabalhadora 2026<br />
<strong>Quando: </strong>15 de abril<br />
<strong>Onde: </strong>Estacionamento do Teatro Nacional, Brasília (DF), com marcha até a Esplanada dos Ministérios<br />
<strong>Horas:</strong><br />
* 8h – Concentração<br />
* 9h – Plenária da Classe Trabalhadora<br />
* 10h30/11h – Início da marcha</p>
</div>
<p><strong>Fonte: CONTRAF CUT</strong></p>
</div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/cut-e-centrais-sindicais-ocuparao-brasilia-pela-reducao-da-jornada-sem-reducao-salarial-fim-da-escala-6x1-e-outros-direitos/">CUT e centrais sindicais ocuparão Brasília pela redução da jornada sem redução salarial, fim da escala 6&#215;1 e outros direitos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>GT de Promoção por Mérito: Definição antecipada de critérios triplica número de empregados que recebeu segundo Delta</title>
		<link>https://bancarios.com.br/gt-de-promocao-por-merito-definicao-antecipada-de-criterios-triplica-numero-de-empregados-que-recebeu-segundo-delta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 13:45:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Contraf]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=71952</guid>

					<description><![CDATA[<p>Representantes das empregadas e empregados da Caixa reforçam necessidade de critérios transparentes, solução de pendências e reconhecimento efetivo do desempenho dos trabalhadores, e cobram pagamento do primeiro delta em janeiro Principais pontos da reunião •    Representação dos trabalhadores cobra pagamento do primeiro delta em janeiro; •    Entidades defendem critérios justos e sem entraves burocráticos; •   &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/gt-de-promocao-por-merito-definicao-antecipada-de-criterios-triplica-numero-de-empregados-que-recebeu-segundo-delta/">GT de Promoção por Mérito: Definição antecipada de critérios triplica número de empregados que recebeu segundo Delta</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<p>Representantes das empregadas e empregados da Caixa reforçam necessidade de critérios transparentes, solução de pendências e reconhecimento efetivo do desempenho dos trabalhadores, e cobram pagamento do primeiro delta em janeiro</p>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-71953 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/GT-Promocao-Por-Merito-30MAR2026-1024x571.jpg" alt="" width="618" height="345" /></div>
<div class="news-details__main-content">
<div class="news-details__main-text visible">
<h2><strong>Principais pontos da reunião</strong></h2>
<p>•    Representação dos trabalhadores cobra pagamento do primeiro delta em janeiro;<br />
•    Entidades defendem critérios justos e sem entraves burocráticos;<br />
•    Debate aborda problemas com comprovação de vacinação e acesso a sistemas;<br />
•    Critério de desempate e participação de dirigentes sindicais também entram na pauta;<br />
•    Número de empregados contemplados com dois deltas cresce e é apontado como avanço.</p>
<h2><strong>Leia a íntegra do texto</strong></h2>
<p>Representantes das empregadas e dos empregados da Caixa e da direção do banco se reuniram na segunda-feira (30), por videoconferência, para mais uma rodada de discussões do Grupo de Trabalho (GT) de Promoção por Mérito. O encontro teve como objetivo avaliar o processo referente ao ano-base 2025 e discutir ajustes necessários para o próximo ciclo, buscando garantir critérios justos e maior efetividade no reconhecimento das trabalhadoras e dos trabalhadores.</p>
<p>Um dos principais pontos levantados pelas entidades sindicais foi a necessidade de assegurar que o pagamento do primeiro delta ocorra em janeiro do ano seguinte ao período avaliado. Na avaliação da representação dos empregados, o atraso no pagamento – realizado apenas em março por ter sido vinculado ao programa RESULTADO.CAIXA – acabou postergando um aumento salarial que já era devido aos trabalhadores contemplados.</p>
<p>O coordenador da representação das empregadas e empregados no GT, João Paulo Pierozan, destacou que garantir previsibilidade e respeito aos prazos é essencial para a credibilidade do processo. “É fundamental que os critérios sejam respeitados, mas também que o reconhecimento venha no tempo certo. O pagamento do primeiro delta em janeiro precisa ser um compromisso do banco, para que o trabalhador não tenha seu avanço salarial adiado”, afirmou.</p>
<h2><strong>Critérios e pendências</strong></h2>
<p>Durante a reunião, as entidades também apontaram a necessidade de eliminar obstáculos burocráticos que acabam prejudicando empregados que cumprem os requisitos, mas enfrentam dificuldades operacionais para comprovar determinadas exigências.</p>
<p>Entre os problemas relatados estão falhas ou atrasos na atualização de dados no aplicativo Conecta SUS, utilizado para comprovação de vacinação. A representação dos trabalhadores defendeu que a Caixa aceite outros comprovantes, inclusive em meio físico, com possibilidade de validação pelo sistema Sou Caixa.</p>
<p>Para a representante da Fetrafi/NE, Cândida Fernandes (Chay), é preciso evitar que questões administrativas impeçam o reconhecimento de quem cumpriu os critérios. “Não podemos aceitar que trabalhadores deixem de receber a promoção por mérito por problemas que não dependem deles, como falhas de sistema ou dificuldades de atualização de dados. É preciso garantir alternativas para comprovação e evitar injustiças”, afirmou.</p>
<p>Outro tema debatido foi a situação de dirigentes sindicais liberados, que muitas vezes enfrentam dificuldades de acesso aos sistemas internos do banco necessários para cumprir determinados requisitos do programa.</p>
<h2><strong>Critérios de desempate e justiça no processo</strong></h2>
<p>Os representantes dos trabalhadores também questionaram critérios de desempate utilizados no processo, especialmente quando há referência à idade do empregado. A posição defendida pelas entidades é de que, nesses casos, o tempo de trabalho na Caixa seja priorizado.</p>
<p>A representante da Fetec-CUT/SP, Luiza Hansen, ressaltou que o processo precisa manter coerência e transparência em todas as etapas. “O primeiro delta, por exemplo, não tinha nada que impedisse seu pagamento já em janeiro. Esse é um ponto central para o debate deste GT, porque precisamos garantir regras claras e que realmente valorizem o esforço das empregadas e dos empregados”, disse.</p>
<h2><strong>Avanço na concessão do segundo delta</strong></h2>
<p>Entre os aspectos positivos apresentados durante a reunião está o aumento significativo no número de trabalhadores contemplados com o segundo delta da promoção por mérito.</p>
<p>Dados debatidos no GT indicam que o número de empregados que receberam dois deltas passou de 10.290, em 2022/2021 (último ano que a Caixa havia efetuado o pagamento do segundo delta) para 32.413 trabalhadores neste ano (2026/2025), resultado que as entidades atribuem à pressão e ao diálogo mantido pela representação sindical nas negociações.</p>
<p>Para o representante da Fetrafi-MG, Nerival Faustino Gomes (Nery), o crescimento no número de contemplados demonstra que a atuação coletiva pode gerar avanços concretos. “Esse aumento no número de trabalhadores que receberam dois deltas mostra que a mobilização e o debate no GT têm resultado. Ampliar o reconhecimento do mérito é uma conquista importante para a categoria”, afirmou.</p>
<p>&#8220;Historicamente, cerca de 60 mil empregados conquistam o primeiro delta, mas apenas 10 mil conseguiam se habilitar ao segundo. Isto porque, nos últimos anos, a Caixa postergava as negociações até dezembro, inviabilizando o cumprimento retroativo dos critérios, na prática, eliminando, a possibilidade de um segundo delta. Desta vez, com critérios construídos e debatidos pelo próprio movimento sindical, houve uma virada histórica: triplicamos o número de empregados contemplados com o segundo delta, saltando de 10 mil para 30 mil habilitados. Uma conquista que reforça a importância da negociação coletiva e da participação ativa das entidades representativas”, reforçou a representante da Federação das Trabalhadores e dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Estado do Rio de Janeiro (Federa-RJ), Sonia Eymard.</p>
<h2><strong>Próximos passos</strong></h2>
<p>O GT de Promoção por Mérito seguirá discutindo os critérios para o ciclo referente ao ano-base 2026. Entre os pontos em debate estão a definição de regras mais acessíveis, a eliminação de entraves burocráticos e a garantia de pagamento das promoções dentro do prazo adequado.</p>
<p>“Vamos continuar acompanhando o processo e cobrando da Caixa medidas que assegurem justiça, transparência e valorização das empregadas e dos empregados no programa de promoção por mérito”, concluiu o representante da Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários (Feeb) de São Paulo e Mato Grosso do Sul, Tesifon Quevedo Neto.</p>
<p>A próxima reunião do GT ainda não foi marcada.</p>
<p><strong>Fonte: Contraf-CUT</strong></p>
</div>
</div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/gt-de-promocao-por-merito-definicao-antecipada-de-criterios-triplica-numero-de-empregados-que-recebeu-segundo-delta/">GT de Promoção por Mérito: Definição antecipada de critérios triplica número de empregados que recebeu segundo Delta</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Marcha a Brasília leva pauta da CUT e demais centrais pelo fim da escala 6 x 1</title>
		<link>https://bancarios.com.br/marcha-a-brasilia-leva-pauta-da-cut-e-demais-centrais-pelo-fim-da-escala-6-x-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 13:44:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=68290</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fim da escala 6 x1 sem redução salarial vai gerar mais emprego e renda Chamou atenção esta semana um estudo feito pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Femig), de que o fim da escala 6 X1 vai fazer o país perder cerca de 16% do seu Produto Interno Bruto (PIB) e o &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/marcha-a-brasilia-leva-pauta-da-cut-e-demais-centrais-pelo-fim-da-escala-6-x-1/">Marcha a Brasília leva pauta da CUT e demais centrais pelo fim da escala 6 x 1</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="dd-m-display dd-m-display--small dd-m-background-energized-light">
<div class="wrap">
<div class="row">
<div class="col-xs-12">
<div class="row">
<div class="col-xs-12 col-lg-10 col-md-10 col-lg-offset-1 col-md-offset-1">
<h3 class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">Fim da escala 6 x1 sem redução salarial vai gerar mais emprego e renda</h3>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="dd-m-share dd-m-share--mobile-fixed">
<div class="dd-m-icon__group-icons"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-68293 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/04/systemuploadsnewse8c0ce5ee6600904f08-700x460xfit-cdc5b.jpg" alt="" width="700" height="460" /></div>
</div>
<p style="text-align: justify;">Chamou atenção esta semana um estudo feito pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Femig), de que o fim da escala 6 X1 vai fazer o país perder cerca de 16% do seu Produto Interno Bruto (PIB) e o equivalente a R$ 2,9 trilhões no faturamento dos setores produtivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse estudo, no entanto, não levou em consideração que a proposta defendida pela CUT e as demais centrais, que está na pauta da classe trabalhadora, a ser levada na Marcha a Brasília no próximo dia 29, consta a manutenção dos salários mesmo com a jornada reduzida. A Marcha faz parte da jornada do 1º de Maio, Dia do Trabalhador e da Trabalhadora.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para a CUT a redução das jornadas de trabalho contribui sobretudo no sentido de apresentar uma saída para o problema estrutural de falta de trabalho e postos de trabalhos decentes a toda força de trabalho disponível. </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A diretora-técnica do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Adriana Marcolino também defende a redução de jornada sem redução salarial como uma forma de gerar emprego e renda. De acordo com ela a análise da Femig não leva em consideração a não redução do salário.</p>
<p style="text-align: justify;">“O pressuposto deles é a de que essas horas de redução não serão pagas, o que reduzirá a massa salarial com um impacto na economia, com redução de empregos, mas do nosso ponto de vista, ao pagar essas horas a massa salarial, no mínimo, vai se manter”, analisa</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>Se a gente mantém os salários, o consumo também se mantém. Então, será preciso contratar mais trabalhadores e, consequentemente, os empregos serão ampliados por conta da redução da jornada de trabalho</p>
<footer>&#8211; Adriana Marcolino</footer>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Já em 2009 o Dieese apontava que a redução da jornada pode abrir vagas de emprego para cerca de 3 milhões de trabalhadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Adriana Marcolino entende ainda que uma parte dessas horas acaba sendo absorvida pelo próprio trabalhador com um aumento de produtividade. Estudos mostram que a redução de jornada leva a um aumento de produtividade, beneficiando também as empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta não é a primeira vez, e com certeza, não será a última, que alguns setores empresários se colocam contra melhorias na vida do trabalhador. Uma nota técnica do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), de 2006, já fazia um histórico de como parte do empresariado brasileiro se comporta em relação aos ampliação dos direitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Diz trecho da nota: “os empresários colocaram-se contra a redução da jornada, entendendo as reivindicações dos trabalhadores e as leis discutidas no Congresso como uma limitação à sua autonomia para organizar a empresa segundo suas próprias determinações. Eram contrários também aos projetos de lei que dispunham sobre a jornada dos menores e as férias anuais de 15 dias (<strong>de 1926</strong>), argumentando que os custos da produção seriam altíssimos e que era necessária uma vida moralmente regrada, disciplinada e voltada para o trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Na nota, os técnicos do Dieese ponderam ainda que:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>a) a realização de hora extra atinge um longo período por semana;</li>
<li>b) o tempo de deslocamento/transporte aumenta em função de mudanças como crescimento das cidades e a migração dos trabalhadores para as periferias;</li>
<li>c) há necessidade de atividades de qualificação e são raros os casos em que este tempo é remunerado como tempo de trabalho;</li>
<li>d) pode haver um segundo trabalho, seja emprego por tempo parcial ou como autônomo, devido à redução da remuneração;</li>
<li>e) aumenta a execução de tarefas fora do local de trabalho, o que é facilitado pela utilização do fax, celular, notebooks e internet, possibilitando que os empregados sejam acionados a qualquer momento do dia e da noite e em qualquer local;</li>
<li>f) há necessidade de soluções para o processo de trabalho, principalmente a partir da ênfase dada à participação dos trabalhadores, que os leva a permanecer “plugados” no trabalho mesmo estando distantes da empresa</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">E conclui que com todos estes elementos, o tempo gasto com atividades relacionadas ao trabalho é bem superior à jornada legal que, no caso do Brasil, é de 44 horas/semanais.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas dessas necessidades extras ocorrem em função da reestruturação do trabalho e do baixo crescimento, que passa a exigir cada vez mais tempo e qualificação dos trabalhadores. O medo do desemprego tem feito com que estes se submetam a essas novas exigências. O contexto de crescente desemprego ameaça trabalhadores e seus representantes nas relações cotidianas e no processo de negociação, pressionando a favor da implementação de diversas mudanças, tais como o aumento da flexibilização, a redução dos salários, o aumento das horas extras, da jornada, o trabalho no final de semana, a redução do número de equipes, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Um outro impacto negativo para a vida do trabalhador e de sua família tem sido a redução da incorporação da riqueza produzida socialmente, pois a relação entre produtividade, aumento salarial e redução da jornada, como ocorrida ao longo da história, passa por um grande retrocesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, pode-se concluir que a luta pela redução da jornada de trabalho e pela limitação da realização de hora extra, no Brasil e no mundo, é de extrema importância neste momento, tanto pela necessidade das sociedades de aumento do tempo livre e de melhoria na renda como pela possibilidade de criação de novos postos de trabalho, o que contribuiria a conquista de uma reivindicação histórica dos trabalhadores, por melhores condições de vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Leia a integra da nota técnica do Dieese <a href="https://www.dieese.org.br/notatecnica/2006/notatec16ReducaoDaJornada.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Outras pautas da Marcha a Brasília</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Além da redução do fim da escala 6 x1 e a jornada reduzida sem redução salarial, a CUT e as demais centrais defendem ainda a isenção do imposto para quem tem renda até R$ 5 mil; as pautas dos trabalhadores e trabalhadoras no Serviço Público das esferas municipal, estadual e federal com a valorização do serviço público, fim do confisco, pela manutenção do RJU (Regime Jurídico Único), pela regulamentação da negociação coletiva (Convenção 151);  a valorização da Agricultura Familiar, o cumprimento da lei de igualdade salarial entre homens e mulheres, transição energética justa, combate ao racismo e à LGBTQIA+fobia, entre outras reivindicações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Programação </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A concentração em Brasília no dia 29 de abril será às 8h da manhã, no estacionamento do Teatro Nacional/Praça da Cidadania, próximo à rodoviária. Às 9h será realizada a Plenária da Classe Trabalhadora para atualizar a pauta de interesse dos trabalhadores e trabalhadoras. Às 10h30, está prevista a saída em Marcha/caminhada por Brasília.</p>
<p style="text-align: justify;">A Jornada de Lutas da Classe Trabalhadora tem seu ápice no Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora, que completa 100 anos de celebração no Brasil. Neste 1º maio, as Estaduais da CUT farão manifestações em suas regiões.</p>
<p><strong><em>Fonte: CUT</em></strong></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/marcha-a-brasilia-leva-pauta-da-cut-e-demais-centrais-pelo-fim-da-escala-6-x-1/">Marcha a Brasília leva pauta da CUT e demais centrais pelo fim da escala 6 x 1</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reduzir jornada de trabalho aumenta a produtividade e dá maior lucro a empresas</title>
		<link>https://bancarios.com.br/reduzir-jornada-de-trabalho-aumenta-a-produtividade-e-da-maior-lucro-a-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 13:36:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=68287</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pauta da Marcha a Brasília, no dia 29 de abril, a redução de jornada de trabalho sem redução salarial foi comprovadamente bem sucedida para empresas e trabalhadores, mostra experimento O fim da escala 6 X 1 e a redução de jornada de trabalho sem redução de salários têm sido eficazes tanto para os patrões como &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/reduzir-jornada-de-trabalho-aumenta-a-produtividade-e-da-maior-lucro-a-empresas/">Reduzir jornada de trabalho aumenta a produtividade e dá maior lucro a empresas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="dd-m-display dd-m-display--small dd-m-background-energized-light">
<div class="wrap">
<div class="row">
<div class="col-xs-12">
<div class="row">
<div class="col-xs-12 col-lg-10 col-md-10 col-lg-offset-1 col-md-offset-1">
<p class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">Pauta da Marcha a Brasília, no dia 29 de abril, a redução de jornada de trabalho sem redução salarial foi comprovadamente bem sucedida para empresas e trabalhadores, mostra experimento</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="dd-m-share dd-m-share--mobile-fixed">
<div class="dd-m-icon__group-icons"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-68288 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/04/systemuploadsnews61e144bd4cb7f953a94-700x460xfit-00185.jpg" alt="" width="700" height="460" /></div>
</div>
<p>O fim da escala 6 X 1 e a redução de jornada de trabalho sem redução de salários têm sido eficazes tanto para os patrões como para os trabalhadores, mostra experimento feito com 19 empresas brasileiras que aderiram a escala 4 X 3 e que decidiram manter a medida pelo aumento da produtividade dos seus trabalhadores e aumento em seus lucros. (Veja os dados abaixo)</p>
<p>Pautas da Marcha a Brasília do dia 29 de abril, organizada pela CUT e as demais centrais sindicais, como parte da celebração do 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador e da Trabalhadora, a reivindicação para que essas medidas sejam aprovadas está na “Pauta da Classe Trabalhadora” a ser entregue aos presidentes da Câmara e Senado, explicou o presidente da CUT, Sergio Nobre.</p>
<p>Além das centrais sindicais a redução da jornada tem sido defendida tanto por especialistas do mundo do trabalho como parlamentares do Congresso Nacional. No início deste mês, <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2025/04/08/jornada-de-36-horas-trara-empregos-e-qualidade-de-vida-dizem-debatedores#:~:text=O%20senador%20citou%20estimativa%20do,justi%C3%A7a%20social%20com%20a%20medida." target="_blank" rel="noopener">numa audiência pública</a> realizada no Senado Federal, os participantes defenderam a medida, que está prevista na <a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/124067" target="_blank" rel="noopener">PEC 148/2015</a>, proposta de emenda à Constituição do senador Paulo Paim (PT-RS). Todos foram unânimes em apresentar a redução de jornada como benéfica aos trabalhadores e às empresas.</p>
<p><strong>Aumento da produtividade e do lucro</strong></p>
<p>Os números comprovam que a redução da jornada será benéfica tanto para a saúde do trabalhador como para a economia do país em geral. Uma pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), revelou que a redução da jornada pode abrir vagas de emprego para cerca de 3 milhões de trabalhadores. Segundo o Dieese, o maior tempo livre pode ajudar o trabalhador a frequentar cursos de qualificação, e à medida em que o mercado de trabalho demanda cada vez mais mão de obra qualificada, mais trabalhadores teriam oportunidades de inserção.</p>
<p>Para as mulheres, que ainda na grande maioria, além da jornada de trabalho na empresa, cumprem uma segunda jornada no lar, cuidando da casa e dos filhos, a redução também traria grandes benefícios, inclusive permitindo que elas dedicassem um tempo à qualificação, reduzindo assim o diferencial entre gênero.</p>
<p><strong>Experimento no Brasil mostra a eficácia da redução de jornada</strong></p>
<p>As 19 empresas brasileiras que aderiram, há cerca de um ano, ao experimento internacional da organização 4 Day Week Global, de quatro dias de trabalho semanais, decidiram manter a redução de jornada de trabalho, comprovando que trabalhador produz mais nessas condições. Uma das empresas viu sua receita e produtividade subirem quase 15% em 2024, com menos projetos em andamento, só que mais complexos, traz reportagem do Valor Econômico.</p>
<p>Do total das empresas, 46,2% optaram por manter o modelo original, proposto. As demais (53,8%) seguem testando internamente, fazendo modificações conforme as suas necessidades. Outras reduziram a semana de quatro dias para duas ou três semanas por mês. Em média as horas trabalhadas caíram de 43 horas semanais para 35, após um ano.</p>
<p>A avaliação geral dos participantes, em uma escala até 10, ficou em 9,1. O comprometimento com a empresa alcançou 9,3, e realização e satisfação no trabalho registraram 8,4. O bem-estar foi avaliado em 8,2. A participação em reuniões sem agenda definida caiu 39,1% e o questionamento de atividades não fundamentais caiu 40,4%.</p>
<p><strong>Jornada reduzida no mundo</strong></p>
<p>O debate sobre a redução da jornada de trabalho tem sido feito em países como Portugal, Reino Unido, Bélgica e Nova Zelândia. Neste último país, a Unilever, multinacional que detém várias marcas de produtos alimentícios e de higiene e limpeza, reduziu em 20% as jornadas, também mantendo os salários.</p>
<p>Na Espanha, o partido de esquerda Más País, vem propondo testes de redução e jornada em alguns setores, com apoio do governo espanhol.</p>
<p>Já os projetos pilotos da 4 Day Week foram realizados em outros 13 países: Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Alemanha, Suécia, Holanda, África do Sul, Índia, Chile, Itália, Noruega, Bélgica e Suíça.</p>
<p>Na Grécia, embora possa se trabalhar na escala 6 X1, a lei prevê que, no sexto dia, os trabalhadores ganhem 40% a mais por hora trabalhada.</p>
<p>Na Bélgica, os trabalhadores ganharam em fevereiro de 2022 o direito de realizar uma semana de trabalho completa em quatro dias em vez de cinco, sem perda de salário. No entanto, a lei permite apenas que eles condensem a carga horária semanal em menos dias por semana — o que para muitos significa quatro dias com 9,5 horas de trabalho. No final de outubro de 2023, 1,9% das companhias daquele país empregavam pessoas com uma semana de trabalho de quatro dias.</p>
<p>No Chile, a lei permite a semana de trabalho de quatro dias desde 2017. No entanto, é preciso haver um acordo entre empregadores e sindicatos que representem mais de 30% dos trabalhadores da empresa.</p>
<p>Na França, o governo reduziu a jornada de trabalho de 39 horas para 35 horas semanais — mas sem alteração no número de dias, que continua sendo de cinco por semana, na maioria dos casos.</p>
<p><strong><em>Fonte: CUT, com informações da <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3rx779wr37o" target="_blank" rel="noopener">BBC</a> , da Agência Senado e do Valor Econômico</em></strong></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/reduzir-jornada-de-trabalho-aumenta-a-produtividade-e-da-maior-lucro-a-empresas/">Reduzir jornada de trabalho aumenta a produtividade e dá maior lucro a empresas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Criação de empregos formais no Brasil tem alta de 21% em setembro, segundo MTE</title>
		<link>https://bancarios.com.br/criacao-de-empregos-formais-no-brasil-tem-alta-de-21-em-setembro-segundo-mte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 13:05:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=66169</guid>

					<description><![CDATA[<p>Foram criados 247,8 mil empregos formais no mês passado. No total deste ano, nos nove primeiros meses, país criou 1,98 milhão de vagas com carteira assinada, aumento de 24% em relação ao mesmo período em 2023 O Brasil criou 247,81 mil empregos formais, com carteira assinada, no mês de setembro, segundo dados do Cadastro Geral &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/criacao-de-empregos-formais-no-brasil-tem-alta-de-21-em-setembro-segundo-mte/">Criação de empregos formais no Brasil tem alta de 21% em setembro, segundo MTE</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="dd-m-display dd-m-display--small dd-m-background-energized-light">
<div class="wrap">
<div class="row">
<div class="col-xs-12">
<div class="row">
<div class="col-xs-12 col-lg-10 col-md-10 col-lg-offset-1 col-md-offset-1">
<h3 class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">Foram criados 247,8 mil empregos formais no mês passado. No total deste ano, nos nove primeiros meses, país criou 1,98 milhão de vagas com carteira assinada, aumento de 24% em relação ao mesmo período em 2023</h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-66170 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/10/systemuploadsnews2f908229f3ede565d6d-700x460xfit-da4e1.jpg" alt="" width="700" height="460" /></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="dd-m-icon__group-icons">
<p>O Brasil criou 247,81 mil empregos formais, com carteira assinada, no mês de setembro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), nesta quarta-feira (30).</p>
<p>O crescimento é de 21% em relação a setembro do ano passado, quando foram criados cerca de 204,7 mil empregos com carteira assinada. No mês passado, ao todo, segundo o governo federal, foram registradas 2,16 milhões de contratações e 1,92 milhão de demissões.</p>
<p>Já nos primeiros nove meses deste ano, de janeiro a setembro, foram criados 1,98 milhão de empregos formais – uma alta de 24% na comparação com o mesmo período de 2023, quando foram criadas 1,6 milhão de vagas com carteira assinada.</p>
<p>Esse foi o melhor resultado para os sete primeiros meses de um ano desde 2022 — quando foram criadas 2,18 milhões de vagas formais de emprego.</p>
<p>Neste ano de 2024 o saldo de todos os empregos formais no Brasil atingiu 47,49 milhões. O resultado representa aumento na comparação com agosto deste ano (47,25 milhões) e com setembro de 2023 (45,65 milhões).</p>
<p>Dos cinco setores da economia, quatro criaram empregos sendo que a maioria foi o de serviços com 128.354 vagas. Em seguida vem comércio (44.622), indústria (59.827) e construção (17.024). O índice negativo de geração de empregos ficou com a agropecuária com menos 2.004.</p>
<p>O salário médio de admissão foi de R$ 2.158,96 em setembro deste ano, o que representa queda real (descontada a inflação) em relação a agosto de 2024 (R$ 2.255,22). Na comparação com setembro de 2023, houve crescimento no salário médio de admissão. Naquele mês, o valor foi de R$ 2.121,14.</p>
<p><strong>Empregos por estados e região</strong></p>
<p>Todas as unidades da Federação fecharam setembro com saldo positivo na geração de empregos formais. Os estados com maior saldo foram São Paulo (57.067 novos postos), seguido do Rio de Janeiro (19.740) e de Pernambuco (17.851).</p>
<p>A região Sudeste foi a maior geradora de empregos em setembro, com 98.282 vagas. Em seguida aparecem o Nordeste (77.175), o Sul (38.140), o Norte (15.609) e o Centro-Oeste (15.362).</p>
<p><strong>Escolaridade e raça </strong></p>
<p>Em relação à escolaridade, os trabalhadores com ensino médio completo representaram o maior saldo nas contratações: 165.388. No recorte por raça/cor, a maioria dos empregos gerados em agosto foi ocupada pelos pardos, com saldo de 207.813 novos postos. O</p>
<p><strong>Gênero</strong></p>
<p>Dos 247.818 novos postos formais gerados em setembro, os homens ocuparam levemente mais oportunidades do que as mulheres. Eles preencheram 125.544 novos postos, enquanto elas ocuparam 122.274 vagas com carteira assinada.</p>
<p><em><strong>Fonte: CUT</strong></em></p>
</div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/criacao-de-empregos-formais-no-brasil-tem-alta-de-21-em-setembro-segundo-mte/">Criação de empregos formais no Brasil tem alta de 21% em setembro, segundo MTE</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nem-nem ou sem-sem? Dieese revela falta de oportunidade para os jovens</title>
		<link>https://bancarios.com.br/nem-nem-ou-sem-sem-dieese-revela-falta-de-oportunidade-para-os-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 13:38:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=65774</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisa revela que não se trata de ociosidade da juventude, mas um mercado de trabalho com alta rotatividade, postos de trabalho precários e poucas oportunidades de qualificação Cerca de 9,8 milhões de jovens entre 15 e 29 anos estão sem trabalho e fora da escola, situação que recentemente passou a ser classificada como “nem-nem”. Os &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/nem-nem-ou-sem-sem-dieese-revela-falta-de-oportunidade-para-os-jovens/">Nem-nem ou sem-sem? Dieese revela falta de oportunidade para os jovens</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="row row-small">
<div id="single-the-title" class="column large-12 small-12 text-center mt-30">
<p><strong>Pesquisa revela que não se trata de ociosidade da juventude, mas um mercado de trabalho com alta rotatividade, postos de trabalho precários e poucas oportunidades de qualificação</strong></p>
<figure id="attachment_65779" aria-describedby="caption-attachment-65779" style="width: 1170px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-65779 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Jovens-Sala-de-Aula-Arquivo-Agencia-Brasil.jpg" alt="" width="1170" height="700" /><figcaption id="caption-attachment-65779" class="wp-caption-text">Foto: Arquivo/ Agência Brasil</figcaption></figure>
</div>
</div>
<div class="row row-small">
<div class="column large-12 small-12">
<div class="post-info ">
<p>Cerca de 9,8 milhões de jovens entre 15 e 29 anos estão sem trabalho e fora da escola, situação que recentemente passou a ser classificada como “nem-nem”. Os dados são do  Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) e se referem ao 2º trimestre de 2024.</p>
<p>Para o Dieese, no entanto, a designação simplista desses jovens como “nem estudam, nem trabalham” não reflete a realidade da maioria que se encontra em situação de transição ou enfrentando barreiras estruturais para ingressar no mercado de trabalho ou continuar os estudos.</p>
<p>A atribuição da responsabilidade pela situação dos “nem-nem” aos próprios jovens é equivocada, demonstra uma pesquisa elaborada pelo órgão.</p>
<p>Os dados comprovam que a maioria desses jovens está longe de estar ociosa, enfrentando, na verdade, um mercado de trabalho com alta rotatividade, postos de trabalho precários e poucas oportunidades de qualificação. Muitos não conseguem continuar estudando ou buscar emprego de forma ativa devido à falta de recursos financeiros. Assim, soluções como a ampliação de cursos profissionalizantes ou a flexibilização das leis trabalhistas, como o contrato intermitente, têm se mostrado insuficientes para resolver o problema.</p>
<p>Segundo o levantamento, apenas 1,4% jovens afirmaram que realmente não queriam trabalhar. Cerca de 23% dos jovens sem trabalho e fora da escola tinham procurado ativamente trabalho no mês em que foram entrevistados pelo IBGE.</p>
<p>Entre as mulheres, 12% declararam que não podiam trabalhar porque tinham que cuidar de afazeres domésticos –ou seja, na verdade, estavam trabalhando, mas não são consideradas como força de trabalho.</p>
<p>Ainda de acordo com a pesquisa, cerca de 8% dos jovens sem trabalho e fora da escola faziam algum tipo de curso ou estudavam por conta própria.</p>
<p>Para o economista do Dieese, Gustavo Monteiro, esses dados demonstram que a questão não é que os jovens não queiram trabalhar, estudar ou se comprometer, mas que faltam oportunidades. “O problema está nas oportunidades que eles têm, que são mais limitadas. Por isso, em vez de geração ‘nem-nem’, preferimos chamar esses jovens de ‘sem-sem’, sem trabalho e sem estudo, afirma Monteiro.</p>
<p>O comportamento da taxa de desocupação dos jovens segue o padrão geral do mercado de trabalho, porém com índices significativamente mais altos, o que reforça a falta de oportunidades adequadas para esse segmento.</p>
<p>A resposta para essa questão não está na culpabilização da juventude, mas na criação de políticas públicas focadas no crescimento econômico, na valorização da educação e na promoção de empregos formais e estáveis. Estados e municípios têm a maior parte dessas responsabilidades, já que, por exemplo, a educação de base é municipal e estadual. Sem isso, a transição da escola para o mercado de trabalho continuará sendo um desafio para milhões de jovens brasileiros.</p>
<p><strong><em>Fonte: Vermelho</em></strong></p>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/nem-nem-ou-sem-sem-dieese-revela-falta-de-oportunidade-para-os-jovens/">Nem-nem ou sem-sem? Dieese revela falta de oportunidade para os jovens</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Especialista aponta motivos que levam trabalhadores à insatisfação, raiva e tristeza</title>
		<link>https://bancarios.com.br/especialista-aponta-motivos-que-levam-trabalhadores-a-insatisfacao-raiva-e-tristeza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 12:22:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=65634</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisas mostram um nível alto de insatisfação e adoecimento mental relacionadas ao trabalho. Pesquisadora da Fundacentro, Maria Maeno, aponta alguns dos motivos prováveis para essas condições A última pesquisa State Of The Global Workplace, realizada pela consultoria especializada em análise comportamental no Trabalho, Gallup, com 128 mil funcionários e funcionárias em mais de 160 países, revelou &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/especialista-aponta-motivos-que-levam-trabalhadores-a-insatisfacao-raiva-e-tristeza/">Especialista aponta motivos que levam trabalhadores à insatisfação, raiva e tristeza</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="dd-m-display dd-m-display--small dd-m-background-energized-light">
<div class="wrap">
<div class="row">
<div class="col-xs-12">
<div class="row">
<div class="col-xs-12 col-lg-10 col-md-10 col-lg-offset-1 col-md-offset-1">
<h3 class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">Pesquisas mostram um nível alto de insatisfação e adoecimento mental relacionadas ao trabalho. Pesquisadora da Fundacentro, Maria Maeno, aponta alguns dos motivos prováveis para essas condições</h3>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="dd-m-icon__group-icons"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-65635 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/10/systemuploadsnews8cc1f7347b2aa21d04d-700x460xfit-8cf0f.jpg" alt="" width="700" height="460" /></div>
<div>
<p>A última <a href="https://www.sociabble.com/blog/employee-engagement/gallup-state-global-workplace-report/#employee-mental-health-a-global-snapshot" target="_blank" rel="noopener">pesquisa State Of The Global Workplace</a>, realizada pela consultoria especializada em análise comportamental no Trabalho, Gallup, com 128 mil funcionários e funcionárias em mais de 160 países, revelou que no Brasil 46% dos trabalhadores e/ou trabalhadoras estão estressados, 25% tristes e 18% com raiva. Esse dado coloca o país em quarto lugar em sentimentos de raiva e tristeza, e em sétimo lugar em estresse na região da América Latina.</p>
<p>Outros números mostram que os índices de patologias relacionadas ao esgotamento e insatisfação no trabalho têm piorado ao longo dos anos. Dados do Ministério da Previdência Social revelam que 288.865 benefícios por incapacidade devido a transtornos mentais e comportamentais foram concedidos no Brasil em 2023, o que representa 38% a mais do que em 2022.</p>
<p>Além disso, de acordo com levantamento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o número anual de afastamentos por <em>Burnout</em> aumentaram em quase 1000% em um década. A estimativa é de que cerca de 40% das pessoas economicamente ativas sofram de burnout.</p>
<p>Para entender quais são as causas para tais condições, o Portal CUT ouviu a médica, ativista em saúde no trabalho e pesquisadora da Fundacentro, Maria Maeno. Aspectos como o sistema capitalista, as relações ‘modernas’ de trabalho e precarização das relações aliada às retiradas de direitos nos últimos anos foram abordados pela especialista.</p>
<p>Ela afirmou que os motivos possíveis para tal realidade são os mais diversos. Desde a pressão por metas até a competividade, passando pela falta de expectativas e a realização de trabalhos que produzam prazer nos trabalhadores.</p>
<p>Independentemente das pesquisas, para Maria Maeno “é possível afirmar que vários aspectos da vida aos quais a classe trabalhadora vem sendo submetida afetam fortemente a saúde e, em especial, a saúde mental”, entre eles a inexistência ou precarização de vínculos como previdenciários trabalhistas, “cada vez mais tênues, o que resulta em insegurança de sobrevivência cotidiana”.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>Milhões enfrentam situações perigosas, insalubres e penosas no trabalho o que os torna vulneráveis à ocorrência de acidentes e doenças entre as quais a da esfera da saúde mental</p>
<footer>&#8211; Maria Maeno</footer>
</blockquote>
<p><strong>Mas é realidade</strong></p>
<p>Sobre o aspecto levantando pela pesquisa do Gallup, de que trabalhadores estão insatisfeitos ela explica que <strong>o trabalho é ponto central na vida das pessoas</strong> porque determina as condições de vida, o lazer, a cultura, os horizontes e desejos, determina horários, as divisões das 24 horas do dia. E pode-se afirmar, de acordo com a médica que, cada vez mais, um percentual mais alto desse tempo é dedicado ao trabalho.</p>
<p>“E em geral, não é um trabalho realizador, que dá prazer, mas sim, muitas vezes, sem sentido, em um contexto de trabalho fragmentado sob gestão opressora com exigência de produtividade que submetem as pessoas a situações extremas de violência psicológica”, afirmou.</p>
<p>No todo da classe trabalhadora, ela explicou, “se os formais sofrem um processo acelerado de precarização, os que sempre estiveram na informalidade vivem situações inimagináveis de violência à sua condição humana”.</p>
<p>E exemplificou que categorias como das trabalhadoras domésticas que, mesmo havendo uma lei que regulamente o trabalho no setor “no mundo real se deparam com trabalho análogo à escravidão, baixos salários, privação de liberdade, maus tratos, discriminação”, além de outros fatores que, nesse cenário, afetam fortemente a saúde mental provocando depressão, ansiedade, burnout, transtorno de stress pós-traumático e outras patologias.</p>
<p><strong>Depressão e suicídio a serviço do capitalismo</strong></p>
<p>As formas de adoecimento, ao longo da história, variaram de acordo com os sistemas econômicos e sociais sob os quais as pessoas vivem. Maria Maeno lembra que tivemos diferentes doenças infecciosas que acometeram a humanidade e até hoje surgem novos tipos.</p>
<p>Características do capitalismo contemporâneo, o desempenho e a produção são os atuais fatores que moldam a experiência de vida dos trabalhadores, em especial, no mundo ocidental e que provocam uma sobrecarga emocional sobre cada um de nós, levando-nos às condições de adoecimento mental.</p>
<p>“Se estivéssemos em uma sociedade teórica, em que o dia pudesse contemplar períodos grandes de atividades que trazem prazeres, com uso da criatividade e capacidade humana para construir coisas, ideias e reflexões ou simplesmente contemplar o mundo, certamente estaríamos conversando outras coisas que não o adoecimento psíquico, prevalente em vários segmentos de trabalhadores”, ilustrou a pesquisadora.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>Em alguns setores o uso de medicamentos controlados, os ‘traja-preta’ é alto. Portanto, é uma sociedade doente em que o trabalho adoece e mata</p>
<footer>&#8211; Maria Maeno</footer>
</blockquote>
<p><strong>Injustiça social</strong></p>
<p>Maria Maeno ainda reforça que o capitalismo, desde o século XIX, foi exacerbando a concentração de renda e poder a um grupo cada vez menor, espoliando quem produz, de fato, as riquezas.</p>
<p>“Como seria um mundo sem trabalhadores como garis, os da saúde, do serviço funerário, do setor de energia, de saneamento, os rurais, sem o transporte?”, ela questionou e ponderou que são esses que atendem às necessidades básicas das sociedade e, no entanto, são mal remunerados, mal tratados socialmente, desvalorizados e isso é aceito pela sociedade.</p>
<p>“É uma sociedade que naturaliza os acidentes e o adoecimento que o trabalho provoca”, observa a médica.</p>
<p><strong>Reformas</strong></p>
<p>As reformas Trabalhista e da Previdência foram marcos da retirada de direitos, mas o processo de retirada de direitos e desrespeito à legislação continua ‘diuturnamente’. Por vezes de forma silenciosa, mas por outras, percebida, suscitando reações insuficientes para vencer a máquina conservadora que se fortaleceu na sociedade, e que tem expressão nos que fazem as leis”, diz Maeno sobre o poder público</p>
<p><strong>Novas relações de trabalho</strong></p>
<p>Ainda como fator de adoecimento, há que se destacar as novas formas de atividades laborais que passaram a fazer parte da vida de um maior contingente de trabalhadores. Atualmente há significativa parcela da população em trabalho híbrido, remoto ou mesmo intermitente, em que não há uma constância na atividade.</p>
<p>Muitos preferem essa modalidade não presencial usando argumentos como ter mais tempo para questões pessoais, flexibilidade de horários e economia de tempo de deslocamento. Por outro lado, temos estudos mostrando que o remoto não poupa as pessoas das humilhações da pressão, dos prolongamentos de jornada. Pelo contrário, a exploração da força de trabalho é cada vez maior e a tecnologia da informação e comunicação tem sido usada para essas finalidades”, diz Maeno.</p>
<p>E sobretudo, pontuou que há uma questão que não pode ser negligenciada, a de que as pessoas que trabalham em suas casas distanciam-se cada vez mais do sentimento de ‘coletivo’ e até perdem o contato.</p>
<p>“Há pessoas que foram contratadas e não conhecem quem as contratou e tampouco seus colegas de trabalho. Esse isolamento por tempos prolongados priva a pessoa de convívio com colegas e amigos. Mas o tempo exigido de trabalho continua alto, assim como a produtividade”, exemplificou.</p>
<p>Tal realidade ainda impacta diretamente na organização e na luta por direitos.</p>
<p>“O trabalho passa permear a vida da pessoa e a da família. Os contatos passam a ser virtuais, quase exclusivamente. A distância física não poupa ninguém de validações de desempenho com critérios cada mais obscuros e arbitrários. Promove-se mais competividade e falta de solidariedade entre trabalhadores. Esse cenário promove solidão maior pois não há possiblidade de trocas com pessoas e construção coletiva de resistência, levando a sensação de impotência, adoecimento”, concluiu Maria Maeno.</p>
<p><strong>Pesquisa Gallup</strong></p>
<p>De acordo com o estudo, trabalhadores que não gostam de seus empregos apresentam mais stress e ansiedade, além de outros sentimentos negativos, o que se reflete no cotidiano desses trabalhadores</p>
<p>Em cada um dos países, a consultoria entrevistou cerca de mil pessoas. Quando questionados se vivenciavam estresse um dia antes da pesquisa, 46% dos brasileiros responderam positivamente. Em nível global, 41% dos trabalhadores entrevistados responderam que sentiram estresse um dia antes da pesquisa, 21% raiva e 22% tristeza.</p>
<p>A pesquisa ainda aponta que “nos últimos 10 anos, o número de pessoas expressando estresse, tristeza, ansiedade, raiva ou preocupação tem aumentado, atingindo seus níveis mais altos desde o início das pesquisas da Gallup.”</p>
<p><em><strong>Fonte: CUT</strong></em></p>
</div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/especialista-aponta-motivos-que-levam-trabalhadores-a-insatisfacao-raiva-e-tristeza/">Especialista aponta motivos que levam trabalhadores à insatisfação, raiva e tristeza</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pessoas de 40 e 69 anos são 35,3% dos brasileiros empregados</title>
		<link>https://bancarios.com.br/pessoas-de-40-e-69-anos-sao-353-dos-brasileiros-empregados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 14:16:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=65434</guid>

					<description><![CDATA[<p>As três faixas que concentraram o aumento de vagas preenchidas foram as de 40 a 49 anos (alta de 0,5%), de 50 a 59 (0,4%) e de 60 anos (0,3%) O Brasil fechou o ano passado com 44,4 milhões de brasileiros empregados formalmente, o que representou um crescimento de 3,5% em relação a 2022 ou &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/pessoas-de-40-e-69-anos-sao-353-dos-brasileiros-empregados/">Pessoas de 40 e 69 anos são 35,3% dos brasileiros empregados</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="row row-small">
<div id="single-the-title" class="column large-12 small-12 text-center mt-30">
<h3>As três faixas que concentraram o aumento de vagas preenchidas foram as de 40 a 49 anos (alta de 0,5%), de 50 a 59 (0,4%) e de 60 anos (0,3%)</h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-65435 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/09/industria-TI.jpg" alt="" width="1170" height="700" /></p>
</div>
</div>
<p>O Brasil fechou o ano passado com 44,4 milhões de brasileiros empregados formalmente, o que representou um crescimento de 3,5% em relação a 2022 ou 1,5 milhão de empregos a mais. Desse total, a população entre 40 anos e 69 anos representa 35,3% dos brasileiros.</p>
<p>Os dados são da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), divulgada semana passada pelo Ministério do Trabalho. O estudo indica que pessoas acima de 40 anos compõem os três segmentos em que o emprego formal cresceu.</p>
<p>As três faixas que concentraram o aumento de vagas preenchidas foram as de 40 a 49 anos, com crescimento de 0,5%, de 50 a 59 anos, com variação positiva de 0,4% e a de 60 anos com 0,3%. As demais tiveram pequenas oscilações para baixo.</p>
<p>A subsecretária de Estatística e Estudos do Trabalho, Paula Montagner, destacou que as informações da Rais, obtidas via eSocial, são essenciais para o acompanhamento do mercado de trabalho formal no Brasil e para a formulação de políticas públicas.</p>
<p>Ela ressaltou que a antecipação da divulgação dos dados do setor privado se deu em função da preparação do 2º Relatório Nacional de Igualdade Salarial.</p>
<p>O levantamento aponta que todos os principais setores econômicos apresentaram crescimento em 2023.</p>
<p>A Construção Civil liderou com um aumento de 6,8% (+181.588 vínculos), seguida pelo setor de Serviços, que adicionou 962.877 vínculos (+4,8%). O Comércio cresceu 2,1% (+212.543 vínculos), a Agropecuária 1,9% (+33.842 vínculos), e a Indústria registrou um incremento de 121.318 vínculos (+1,4%). As Indústrias Extrativas também se destacaram com um aumento de 5,7% (+14.632 vínculos).</p>
<p>A maior concentração de empregos formais permaneceu na região Sudeste, que detém 51,2% dos vínculos, seguida pelo Sul (18,4%) e Nordeste (16,4%). No entanto, as regiões Norte (+5,4%), Nordeste (+4,2%), e Centro-Oeste (+4,2%) registraram o maior crescimento percentual. O Piauí teve o maior crescimento relativo entre os estados, com um aumento de 7,3%, seguido por Amapá (+6,8%), Tocantins (+6,6%) e Roraima (+6,3%).</p>
<p><strong>Remuneração</strong></p>
<p>A remuneração média no setor privado em 2023 foi de R$ 3.514,24, com a maior média salarial registrada na Indústria (R$ 4.181,51), seguida pelo setor de Serviços (R$ 3.714,88).</p>
<p>Em termos absolutos, o setor de serviços foi o maior empregador, com acréscimo de 962,8 mil novos postos de trabalho, crescimento de 4,8%.</p>
<p>Em termos percentuais, os maiores incrementos se deram na construção, com 6,8%, seguido de perto pelo setor de “Outros Serviços”, que inclui os segmentos de artes, cultura e esportes, com 6,5%.</p>
<p><em>Fonte: Vermelho, com informações da Ascom/MTE</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/pessoas-de-40-e-69-anos-sao-353-dos-brasileiros-empregados/">Pessoas de 40 e 69 anos são 35,3% dos brasileiros empregados</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reflexo de políticas públicas, desemprego cai a 6,9%, menor nível em dez anos</title>
		<link>https://bancarios.com.br/reflexo-de-politicas-publicas-desemprego-cai-a-69-menor-nivel-em-dez-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2024 11:20:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/s/?p=64818</guid>

					<description><![CDATA[<p>Clemente Ganz Lúcio destaca ao Vermelho que essa melhora no mercado de trabalho está diretamente ligada a fatores estruturais que têm fortalecido a economia e gerado emprego. A taxa de desemprego no Brasil caiu para 6,9% no segundo trimestre de 2024, o menor nível registrado para o período nos últimos dez anos, segundo a PNAD &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/reflexo-de-politicas-publicas-desemprego-cai-a-69-menor-nivel-em-dez-anos/">Reflexo de políticas públicas, desemprego cai a 6,9%, menor nível em dez anos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="row row-small">
<div id="single-the-title" class="column large-12 small-12 text-center mt-30">
<h3>Clemente Ganz Lúcio destaca ao Vermelho que essa melhora no mercado de trabalho está diretamente ligada a fatores estruturais que têm fortalecido a economia e gerado emprego.</h3>
</div>
</div>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-64822 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-Tela-2024-08-15-as-18.10.15.png" alt="" width="1171" height="702" /></p>
<p>A taxa de desemprego no Brasil caiu para 6,9% no segundo trimestre de 2024, o menor nível registrado para o período nos últimos dez anos, segundo a PNAD Contínua divulgada pelo IBGE. Essa queda significativa, que representa uma redução de 1,1 ponto percentual em relação ao mesmo trimestre de 2023, tem sido apontada como um reflexo direto das políticas públicas e dos investimentos realizados nos últimos anos.</p>
<p>Clemente Ganz Lúcio, ex-diretor técnico do Dieese e consultor das Centrais Sindicais, destaca ao Portal Vermelho que essa melhora no mercado de trabalho está diretamente ligada a uma série de fatores estruturais que têm fortalecido a economia e gerado emprego.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img loading="lazy" class="wp-image-663433 lazy loaded" src="https://vermelho.org.br/wp-content/uploads/2023/06/Clemente-Ganz-Lucio.jpg" sizes="(max-width: 366px) 100vw, 366px" srcset="https://vermelho.org.br/wp-content/uploads/2023/06/Clemente-Ganz-Lucio.jpg 366w, https://vermelho.org.br/wp-content/uploads/2023/06/Clemente-Ganz-Lucio-291x300.jpg 291w" alt="" width="366" height="377" data-src="https://vermelho.org.br/wp-content/uploads/2023/06/Clemente-Ganz-Lucio.jpg" data-srcset="https://vermelho.org.br/wp-content/uploads/2023/06/Clemente-Ganz-Lucio.jpg 366w, https://vermelho.org.br/wp-content/uploads/2023/06/Clemente-Ganz-Lucio-291x300.jpg 291w" data-sizes="(max-width: 366px) 100vw, 366px" data-was-processed="true" /></figure>
</div>
<p>“A sustentação do investimento produtivo, o anúncio dos programas de investimento como a Nova Indústria Brasil, a retomada do PAC, Minha Casa Minha Vida e tantos outros investimentos, os programas de transferência de renda, especialmente o Bolsa Família, a valorização do salário mínimo com grande impacto sobre a base da pirâmide salarial, tudo isso converge para um aumento da capacidade de consumo das famílias e também o investimento empresarial vem aumentando”, afirma Ganz Lúcio.</p>
<p>Essa combinação de políticas econômicas e sociais não apenas impulsionou o consumo, como também incentivou o crescimento dos investimentos públicos e privados, o que, segundo Ganz Lúcio, tem gerado um impacto positivo na criação de empregos e na formalização do mercado de trabalho. “Estamos vendo um aumento da formalização com carteira de trabalho assinada, queda no desalento, e até mesmo um aumento nas demissões a pedido, que indicam que os trabalhadores estão confiantes na possibilidade de encontrar melhores oportunidades de emprego”, comenta.</p>
<p>Os dados do IBGE corroboram essa análise, mostrando que o percentual de empregados com carteira assinada no setor privado foi de 73,6% no período, com destaque para estados como Santa Catarina (87,0%), Paraná (81,6%) e São Paulo (80,5%). Além disso, o rendimento médio real mensal habitual subiu para R$ 3.214, representando uma melhora em relação ao segundo trimestre de 2023, quando a renda média era de R$ 3.037.</p>
<p>Apesar dos avanços, o relatório do IBGE também revela desafios persistentes. As maiores taxas de desemprego foram registradas em Pernambuco (11,5%), Bahia (11,1%) e Distrito Federal (9,7%). Além disso, a taxa de desocupação continua sendo mais elevada entre mulheres (8,6%) e pessoas negras e pardas (8,5% e 7,8%, respectivamente).</p>
<p>No entanto, Ganz Lúcio aponta que o cenário atual, apesar dos desafios, é um sinal claro de que a dinâmica econômica está no caminho certo para promover a inclusão social e o crescimento sustentável. “Esses indicadores mostram que as pessoas estão voltando a ter esperança de conseguir um posto de trabalho, e a economia tem dado sinais positivos em termos de geração de emprego e crescimento da renda”, conclui.</p>
<p>Com a continuidade dos investimentos públicos e das políticas de transferência de renda, a expectativa é que o mercado de trabalho continue a se fortalecer, proporcionando melhores condições de vida para a população brasileira e consolidando o país em uma trajetória de crescimento sustentável.</p>
<p><strong>Estatísticas</strong></p>
<p>A queda na taxa de desemprego ocorreu em 15 das 27 Unidades da Federação. A queda é em comparação com o primeiro trimestre de 2024. As outras 12 unidades da federação não tiveram variações significativas no indicador.</p>
<p>As maiores taxas de desocupação foram de Pernambuco (11,5%), Bahia (11,1%) e Distrito Federal (9,7%). As menores foram as de Santa Catarina (3,2%), Mato Grosso (3,3%) e Rondônia (3,3%).</p>
<p>A taxa de informalidade no Brasil ficou em 38,6% da população ocupada. As maiores taxas são as do Pará (55,9%), do Maranhão (55,7%) e do Piauí (54,6%). As menores ficaram com Santa Catarina (27,1%), Distrito Federal (29,8%) e São Paulo (31,2%).</p>
<p>O percentual de empregados com carteira assinada no setor privado foi de 73,6%. Os estados com as maiores taxas de empregados com carteira assinada foram Santa Catarina (87,0%), Paraná (81,6%) e São Paulo (80,5%). As menores taxas ficaram no Piauí (50,1%), no Maranhão (52,4%) e na Paraíba (54,7%).</p>
<p>A renda média da população ocupada teve alta. O rendimento médio real mensal habitual foi de R$ 3.214 no período entre abril e junho de 2024. Houve alta em comparação com o segundo trimestre de 2023, quando a renda médica era de R$ 3.037.</p>
<p>Entre as grandes regiões, o rendimento cresceu no Sul (R$ 3.528), no Nordeste (R$ 2.238) e no Sudeste (R$ 3.627). A renda ficou estável no Norte (R$ 2.508) e no Centro-Oeste (R$ 3.641) na comparação anual. Na comparação com o 1º trimestre de 2024, a renda cresceu apenas no Sul e no Nordeste, e ficou estável nas demais regiões.</p>
<p>O desemprego foi maior para mulheres, pretos e pardos no período. A taxa de desocupação por sexo foi de 5,6% para os homens e de 8,6% para as mulheres no segundo trimestre de 2024. Já a taxa de desocupação por cor ou raça ficou abaixo da média nacional para os brancos (5,5%) e acima da média para os pretos (8,5%) e pardos (7,8%).</p>
<p>Pessoas com menos escolaridade tiveram maior nível de desemprego. A taxa de desemprego para as pessoas com ensino médio incompleto foi de 11,5% no período. Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi de 7,1%, enquanto que para as pessoas com nível superior completo ela ficou em 3,6%.</p>
<p>São consideradas desempregadas as pessoas de 14 anos ou mais que estão sem ocupação e que seguem à procura de trabalho. O dado não considera, portanto, quem não tem emprego e não está buscando vagas. O levantamento abrange atividades formais e informais.</p>
<p><em><strong>Fonte: Vermelho</strong></em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/reflexo-de-politicas-publicas-desemprego-cai-a-69-menor-nivel-em-dez-anos/">Reflexo de políticas públicas, desemprego cai a 6,9%, menor nível em dez anos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em 2023, Brasil alcança recorde de 100 milhões de pessoas ocupadas</title>
		<link>https://bancarios.com.br/em-2023-brasil-alcanca-recorde-de-100-milhoes-de-pessoas-ocupadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2024 16:05:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/s/?p=63988</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em 2023, a população brasileira ocupada alcançou 100,7 milhões de pessoas, valor recorde para o período. Esse contingente representa acréscimo de 1,1% em relação a 2022 (99,6 milhões de pessoas) e de 12,3% frente à população de 2012 (89,7 milhões). Em relação a 2022, o total da população em idade de trabalhar expandiu 0,9%, e &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/em-2023-brasil-alcanca-recorde-de-100-milhoes-de-pessoas-ocupadas/">Em 2023, Brasil alcança recorde de 100 milhões de pessoas ocupadas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-63989 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/06/1de84ed1-932d-41ea-b883-17c02df5f28d.jpeg" alt="" width="768" height="459" /></p>
<p>Em 2023, a população brasileira ocupada alcançou 100,7 milhões de pessoas, valor recorde para o período. Esse contingente representa acréscimo de 1,1% em relação a 2022 (99,6 milhões de pessoas) e de 12,3% frente à população de 2012 (89,7 milhões).</p>
<p>Em relação a 2022, o total da população em idade de trabalhar expandiu 0,9%, e foi estimada em 174,8 milhões de pessoas em 2023, ano em que o nível da ocupação ficou estimado em 57,6%.</p>
<p>Os dados constam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) &#8211; Características Adicionais do Mercado de Trabalho 2023, divulgada nesta sexta-feira (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O percentual de empregados com carteira assinada no setor privado teve expansão de 2012 (39,2%) a 2014 (40,2%); no entanto, a partir de 2015, essa categoria passou a registrar queda. Em 2023, voltou a crescer, alcançando 37,4% da população ocupada &#8211; ante a 36,3%, em 2022. O número desses trabalhadores em 2023 (37,7 milhões) foi o maior da série.</p>
<p>Os empregados sem carteira assinada no setor privado atingiram o percentual de 13,3% em 2023, queda de 0,3 ponto percentual em um ano. Contudo, apesar da queda, a estimativa continua sendo uma das maiores da série histórica.</p>
<p>Sem grandes variações ao longo da série, os empregados no setor público (inclusive servidor estatutário e militar) mantiveram sua participação em torno de 12% em 2023, equivalente a 12,2 milhões de trabalhadores.</p>
<p>Os trabalhadores domésticos seguiram em estabilidade, apresentando o mesmo percentual de 2022, isto é, 6% dos ocupados. Já entre os empregadores houve a interrupção do movimento expansivo, observado até 2018 (4,8%), passando para 4,6% em 2019, 4,4% em 2022 e 4,3% em 2023.</p>
<h2>Sindicalizados</h2>
<p>Em 2023, das 100,7 milhões de pessoas ocupadas, 8,4% eram associadas a algum sindicato, apontando para a redução de trabalhadores sindicalizados em relação a 2022 (9,2% dos ocupados), fenômeno que está ocorrendo desde 2012. As regiões Nordeste (9,5%) e Sul (9,4%) permaneceram com os valores mais altos, enquanto Norte (6,9%) e Centro-Oeste (7,3%), tiveram os menores índices.</p>
<p>De 2012 a 2021 e, novamente, em 2023, o percentual de homens sindicalizados superou o de mulheres sindicalizadas; porém, essa diferença foi de apenas 0,3 pontos percentuais. em 2023, 8,2% entre as mulheres e 8,5% entre os homens.</p>
<p>Em 2023, o grupamento de atividade da Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura teve queda na taxa de sindicalização, passando para 15%. Essa atividade tem participação importante dos sindicatos de trabalhadores rurais, muitos deles de pequeno porte da agricultura familiar, principalmente, nas regiões Nordeste e Sul. Também com importante cobertura sindical, a Administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (14,4%) também apresentou queda em 2023. O mesmo movimento foi observado em outros grupamentos que antes tinham taxas de sindicalização elevadas como Indústria geral; Transporte, armazenagem e correio; e Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas.</p>
<p>Em 2023, o empregado com carteira assinada no setor privado, o trabalhador familiar auxiliar e o empregado no setor público (inclusive servidor estatutário e militar) tinham as taxas de sindicalização mais elevadas, respectivamente, 10,1%, 10,4% e 18,3%. No caso do trabalhador familiar auxiliar, esse percentual, comparativamente elevado, pode ser explicado pela concentração desses trabalhadores nas atividades agropecuárias de caráter familiar, que têm participação importante dos sindicatos de trabalhadores rurais. Por outro lado, o empregado no setor privado sem carteira de trabalho assinada (3,7%) e o trabalhador doméstico (2%) registraram as menores coberturas.</p>
<p>De 2022 para 2023, houve queda da taxa de sindicalização entre os empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada, de 11% para 10,1% e dos empregados no setor público (inclusive servidor estatutário e militar), de 19,9% para 18,3%. Esses dois primeiros grupos são aqueles que historicamente possuem os principais percentuais de filiação, mas também foram os que registraram as principais perdas nos últimos anos. Isso mostra que, independentemente do setor de atividade (público ou privado), a retração da sindicalização atinge todos os segmentos da ocupação.</p>
<p>“Percebe-se, então, que a expansão da população ocupada nos últimos anos não se converteu em aumento da cobertura sindical no país. Esse resultado pode estar relacionado a diversos elementos, como a forma de inserção do trabalhador na ocupação, as modalidades contratuais mais flexíveis introduzidas pela Lei 13.467, de 13.07.2017, conhecida como reforma trabalhista, e o uso crescente de contratos temporários no setor público etc”, diz o IBGE.</p>
<h2>CNPJ</h2>
<p>Após crescimento significativo de 2019 para 2022 (6,3%), o contingente formado por empregadores e trabalhadores por conta própria ficou praticamente estável em 2023, sendo estimado em 29,9 milhões de pessoas. Desses, 9,9 milhões (33%) estavam em empreendimentos registrados no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), apontando queda em relação a 2022.</p>
<p>A maioria dessas pessoas era formada por homens, 64,6%. Entretanto, embora houvesse predomínio do contingente masculino entres empregadores e trabalhadores por conta própria, o percentual de pessoas com registro no CNPJ era um pouco maior entre as mulheres (34,5%) do que entre os homens (32,3%). Observou-se, de 2022 para 2023, uma queda desse registro para ambos os sexos: 1,7 e 0,9 p.p., respectivamente para mulheres e homens.</p>
<p>Os empregadores e os trabalhadores por conta própria estavam principalmente concentrados nas atividades do comércio e serviços, com participações de 21,3% e 43,8%, respectivamente. Essas duas atividades também apresentavam as maiores taxas de coberturas no CNPJ, de 46,8% e 38,1%, respectivamente.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/em-2023-brasil-alcanca-recorde-de-100-milhoes-de-pessoas-ocupadas/">Em 2023, Brasil alcança recorde de 100 milhões de pessoas ocupadas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
