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	<title>Arquivos Fake News - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
	<lastBuildDate>Tue, 11 Feb 2025 12:08:26 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Meta, campo minado de golpes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 12:08:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fake News]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As redes sociais da Meta são um campo minado para golpistas golpearem a população, especialmente as camadas mais pobres. Estudo do NetLab/UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) demonstra como anúncios fraudulentos se proliferam nas plataformas, explorando a desinformação e promovendo golpes que afetam diretamente trabalhadores e aposentados. Enquanto a propaganda enganosa circula livremente, milhões &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-67499 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/02/IMAGEM_NOTICIA_3-2025-02-11T090939.953.jpg" alt="" width="900" height="506" /></p>
<p>As redes sociais da Meta são um campo minado para golpistas golpearem a população, especialmente as camadas mais pobres. Estudo do NetLab/UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) demonstra como anúncios fraudulentos se proliferam nas plataformas, explorando a desinformação e promovendo golpes que afetam diretamente trabalhadores e aposentados.</p>
<p>Enquanto a propaganda enganosa circula livremente, milhões de pessoas são enganadas, perdendo dinheiro e caindo em armadilhas que prometem benefícios inexistentes e impossíveis.</p>
<p>A pesquisa identificou 1.770 anúncios maliciosos e 87 sites fraudulentos ligados a golpes. Golpistas usam a insegurança gerada por mudanças em regras tributárias e fake news para enganar usuários, simulando páginas do governo e de instituições financeiras.</p>
<p>Entre as fraudes mapeadas estão promessas de acesso a programas fictícios como &#8220;Resgata Brasil&#8221; e &#8220;Benefício Cidadão&#8221;, usando a confiança da população para roubar dados, dinheiro e tudo mais que conseguirem.</p>
<p>Mesmo após a revogação da Instrução Normativa 2.219/2024, que gerou pânico com boatos sobre taxação do Pix, os anúncios enganosos cresceram 35% nas redes da Meta.</p>
<p>O estudo mostra que a desinformação é lucrativa dentro das plataformas, nas quais criminosos encontram terreno fértil para espalhar golpes sem controle. Enquanto isto, quem mais precisa de proteção segue desamparado, vítima de um sistema que favorece grandes corporações em detrimento da segurança do povo.</p>
<p>Fonte: Bancários Bahia.</p>
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		<item>
		<title>Meta diz que encerra checagem de fatos só nos EUA, mas política de discursos de ódio já afeta o Brasil</title>
		<link>https://bancarios.com.br/meta-diz-que-encerra-checagem-de-fatos-so-nos-eua-mas-politica-de-discursos-de-odio-ja-afeta-o-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 12:37:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fake News]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O fim do serviço de checagem de fatos da Meta – companhia que controla Facebook, Instagram e Whatsapp – não será encerrada fora dos Estados Unidos “no momento”, afirmou a empresa em resposta aos questionamentos da Advocacia-Geral da União (AGU) do Brasil, nesta terça-feira (14). &#8220;A Meta desde já esclarece que, no momento, está encerrando &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-67134 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/01/image_processing20250114-194732-80pk0g.webp" alt="" width="800" height="533" /></p>
<p>O fim do serviço de checagem de fatos da Meta – companhia que controla Facebook, Instagram e Whatsapp – não será encerrada fora dos Estados Unidos “no momento”, afirmou a empresa em resposta aos questionamentos da Advocacia-Geral da União (AGU) do Brasil, nesta terça-feira (14).</p>
<p>&#8220;A Meta desde já esclarece que, no momento, está encerrando seu Programa de Verificação de Fatos independente apenas nos Estados Unidos&#8221;, declarou a empresa reagindo a um pedido oficial de explicações sobre sua nova política de checagem de fatos.</p>
<p>A manifestação da empresa divulgada pela AGU foi uma resposta a um pedido extrajudicial feito em 10 de janeiro pelo governo sobre o<strong> </strong>fim do programa da Meta de verificação de conteúdo nas redes sociais, anunciado pelo dono da empresa de tecnologia, Mark Zuckerberg, em 7 de janeiro.</p>
<p>A mudança segue a agenda de governo do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, que assume a Casa Branca no próximo dia 20 de janeiro, e defende a desregulamentação do ambiente digital, além de ser contrário à política de checagem de fatos.</p>
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<div id="div-gpt-ad-1720010829506-0">Desde 2016, a Meta oferece no Facebook e no Instagram um serviço de checagem de fatos, realizado por jornalistas e especialistas em cerca de 115 países, que apura se informações que circulavam nas redes eram verdadeiras ou falsas, e oferecia a contextualização aos usuários.</div>
</div>
<p>Com o fim da checagem de fatos, a empresa passou a adotar a política de “notas da comunidade”. Com isso, apenas usuários previamente cadastrados podem contestar alguma informação que circula nas plataformas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="ckeditor-subtitle"><strong>AGU expressa &#8220;grave preocupação&#8221;</strong></p>
<p>Ao mesmo tempo em que diz proteger os direitos humanos e a segurança de grupos vulneráveis no documento enviado à AGU, a Meta defendeu alterações na política sobre discurso de ódio que passou a permitir insultos preconceituosos contra mulheres, imigrantes e homossexuais. A companhia confirmou que essas mudanças já estão em vigor no Brasil.</p>
<p>“Tais atualizações procuram simplificar o conteúdo da política de modo a permitir um debate mais amplo e conversas sobre temas que são parte de discussões em voga na sociedade”, explicou a companhia, alegando que a política antes em vigor havia limitado o “debate político legítimo e, com frequência, impedindo a livre expressão que pretendemos viabilizar”.</p>
<p>A AGU destacou que a alteração da política sobre discurso de ódio causa “grave preocupação” no Brasil porque “pode representar terreno fértil para violação da legislação e de preceitos constitucionais que protegem direitos fundamentais dos cidadãos brasileiros”, acrescentando que as mudanças informadas pela Meta “não estão adequadas à legislação brasileira e não são suficientes para proteção dos direitos fundamentais”.</p>
<p>A instituição destacou ainda que a nova posição da Meta contraria a defesa que a companhia fez no julgamento sobre o Marco Civil da Internet no Supremo Tribunal Federal (STF). “Em tais manifestações, representantes da empresa asseguraram que as então políticas de governança de conteúdo eram suficientes para a proteção dos direitos fundamentais dos usuários”, diz a pasta.</p>
<p>A AGU vai promover uma audiência pública, na próxima quinta-feira (16), para discutir com órgãos governamentais e entidades da sociedade civil as ações para lidar com o tema das redes sociais a partir das mudanças anunciadas pela Meta.</p>
<p>“A audiência vai discutir os efeitos da nova política implementada pela Meta, o dever de cuidado das plataformas digitais, os riscos da substituição do Programa de Verificação de Fatos no exterior e as medidas a serem ser adotadas com o objetivo de assegurar o cumprimento da legislação nacional e a proteção de direitos”, diz o comunicado.</p>
<p><em>Fonte: Brasil de Fato. </em></p>
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		<title>88% dos brasileiros defendem punição a candidatos que usam fake news</title>
		<link>https://bancarios.com.br/88-dos-brasileiros-defendem-punicao-a-candidatos-que-usam-fake-news/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 16:48:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fake News]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa inédita divulgada pelo Observatório Febraban revela que 83% dos brasileiros defendem punição aos candidatos que fizerem uso de notícias falsas nas suas campanhas. 52% deles são a favor de penas mais severas como a impugnação das candidaturas. Outros 12% defendem suspensão da campanha eleitoral por um período, 10% opinam pela suspensão completa da propaganda &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa inédita divulgada pelo Observatório Febraban revela que 83% dos brasileiros defendem punição aos candidatos que fizerem uso de notícias falsas nas suas campanhas. 52% deles são a favor de penas mais severas como a impugnação das candidaturas.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-64561 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/fake-news-3-849x560-1.jpg" alt="" width="849" height="560" /></p>
<p>Outros 12% defendem suspensão da campanha eleitoral por um período, 10% opinam pela suspensão completa da propaganda eleitoral e 3% indicam apenas uma repreensão pública. 5% defendem todas elas.</p>
<p>O tema é o que mais preocupa e chama a atenção de 73% das pessoas nesse período eleitoral. Os entrevistados querem punição para quem se utiliza ou são beneficiados pela prática ilegal.</p>
<p>Cinquenta e nove por cento declararam ter recebido fake news e 30% dos entrevistados já se sentiram prejudicados por essas notícias falsas.</p>
<p>Um quarto ou 25% declara já ter bloqueado alguém ou ter sido bloqueado em grupos do WhatsApp por causa de conflitos relacionados aos candidatos em eleições passadas.</p>
<p>“Eleições municipais são historicamente muito polarizadas por fatores locais. 59% dos que vivenciaram bloqueios ou saída de grupos no WhatsApp por discussões políticas acreditam que isso vai se repetir esse ano”, revela a pesquisa.</p>
<p>De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o levantamento inédito procura investigar o que pensam os brasileiros sobre o grau de envolvimento da população com as campanhas, as opiniões sobre as fake news no contexto eleitoral e as formas pelas quais as pessoas se informam sobre o pleito eleitoral.</p>
<p>Traz ainda a avaliação da população sobre o trabalho de seus atuais prefeitos e vereadores. A pesquisa também apura as opiniões específicas em cada uma das cinco regiões brasileiras.</p>
<p>“Os resultados naturalmente refletem a maior proximidade dos cidadãos com o município, dada a vivência direta com a prestação de serviços nos seus bairros e comunidades”, avalia o sociólogo e cientista político Antonio Lavareda, presidente do Conselho Científico do Ipespe.</p>
<p>“Os dados evidenciam o entendimento da estrutura federativa pela população: enquanto o gestor local é responsável pela administração direta dos serviços públicos, o chefe do Executivo Federal desempenha papel central no gerenciamento do país, na execução de políticas públicas nacionais e, sobretudo, na condução da economia, que se traduz em condições de emprego, renda e controle da inflação”, completa.</p>
<p><strong>Determinantes</strong></p>
<p>O levantamento aponta ainda que o apoio político não tem papel “determinante” na escolha dos eleitores.</p>
<p>Para as candidaturas a prefeito, 41% prestam maior atenção nas propostas e outros 29% na experiência administrativa. O desempenho na campanha e nos debates chega a 17% e apoio político 7%.</p>
<p>“Às vésperas das convenções partidárias para definição dos candidatos ou candidatas às prefeituras, 36% dos entrevistados declaram já ter feito a sua escolha. Outros 28% afirmam que irão escolher quando os candidatos estiverem definidos e começar a campanha. E 29% acreditam que só decidirão na reta final, depois do último debate (20%) ou mesmo no dia da eleição (9%) – um potencial de indecisos que pode deixar algumas disputas em aberto até o último momento, a depender da conjuntura de cada município”, observa a Febraban.</p>
<p>A 16ª edição da pesquisa Observatório Febraban feita pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) para a Febraban foi realizada entre os dias 4 e 10 de julho de 2024, com 3 mil pessoas nas cinco regiões do país.</p>
<p><em><strong>Fonte: Vermelho</strong></em></p>
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		<title>Projeto de Lei contra Fake News: Campanha pela aprovação do PL 2630 ganha força com apoio de líderes sindicais</title>
		<link>https://bancarios.com.br/projeto-de-lei-contra-fake-news-campanha-pela-aprovacao-do-pl-2630-ganha-forca-com-apoio-de-lideres-sindicais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2023 12:23:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fake News]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A luta contra as fake news na internet e nas redes sociais ganha mais importância agora que foi aprovado o Regime de  Urgência do Projeto de Lei 2630. A matéria deve ser votada nos próximos dias. Relator do projeto, o baiano e deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP) desenvolve várias ações de conscientização sobre a importância do tema, como o &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_59038" aria-describedby="caption-attachment-59038" style="width: 777px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class=" wp-image-59038" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/08/img_5617_2-scaled-1.jpg" alt="" width="777" height="673" /><figcaption id="caption-attachment-59038" class="wp-caption-text">Brasília (DF), 15/052023 &#8211; Matéria Fake News . Foto: Wilson Dias/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>A luta contra as fake news na internet e nas redes sociais ganha mais importância agora que foi aprovado o Regime de  Urgência do Projeto de Lei 2630. A matéria deve ser votada nos próximos dias. Relator do projeto, o baiano e deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP) desenvolve várias ações de conscientização sobre a importância do tema, como o abaixo assinado eletrônico pela aprovação do PL <a href="https://aprovapl2630.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>(ASSINE AQUI)</strong></a>.</p>
<p>Vice-presidente da CTB Bahia e coordenador do Núcleo Baiano do Instituto Barão de Itararé, Emanoel Souza conclama os sindicalistas classistas a abraçarem a causa e divulgarem nos sindicatos. “Essa é uma luta que tem muito a ver com a ação na defesa das categorias. É fundamental que os sindicatos façam esse debate junto às suas bases e à sociedade. Vencer a batalha de ideias contra a extrema direita no Brasil é decisivo para a reconstrução do Brasil e vivermos em uma sociedade melhor”</p>
<p><strong>A campanha nacional defende 10 motivos para a aprovação do PL 2630:</strong></p>
<p><strong>1) Internet Sem Ódio –</strong> O principal objetivo da lei é tornar o ambiente digital livre de conteúdos que estimulem o ódio ou preconceitos de qualquer natureza.</p>
<p><strong>2) Proteção a Crianças e Adolescentes – </strong>O projeto amplia a proteção de crianças e adolescentes nas redes sociais.</p>
<p><strong>3) Internet Sem Fake News – </strong>A proposta cria regras que coíbem a propagação de desinformação e notícias falsas.</p>
<p><strong>4) Responsabilidade Solidária –</strong> As plataformas serão responsabilizadas pela reparação de danos que possam ser causados por conteúdos ilegais patrocinados.</p>
<p><strong>5) Transparência na Internet –</strong> As plataformas digitais terão que apresentar informações simples e objetivas aos usuários sobre seus serviços e termos de uso.</p>
<p><strong>6) Valoriza a Liberdade de Expressão – </strong>As plataformas deverão informar ao usuário os motivos de qualquer moderação de conteúdo e lhe dar oportunidade de defesa.</p>
<p><strong>7) Transparência na Publicidade – </strong>As plataformas deverão informar aos usuários se um conteúdo é impulsionado ou patrocinado e quem pagou pelo serviço.</p>
<p><strong>8) Dever de Cuidado –</strong> As plataformas deverão ser diligentes para moderar ou remover conteúdos ilegais sempre que comunicadas.</p>
<p><strong>9) Educação Midiática – </strong>O projeto prevê levar a educação midiáticas para as escolas, promovendo o uso consciente da internet para o exercício da cidadania.</p>
<p><strong>10) Informação de Qualidade – </strong>As plataformas terão que pagar pelo uso de conteúdos jornalísticos. Desinformação se combate com mais informação checada e qualificada.</p>
<p><b>Fonte: CTB.</b></p>
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			</item>
		<item>
		<title>BNDES: Entenda como funcionam os empréstimos e ajude a combater fake news</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bndes-entenda-como-funcionam-os-emprestimos-e-ajude-a-combater-fake-news/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2023 12:22:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fake News]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Obras no exterior beneficiaram mais de 2 mil empresas brasileiras e auditoria, mesmo encomendada no governo passado, comprovou que banco de estímulo nunca apresentou perdas O nome do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) voltou às manchetes dos jornais e a repercutir em comentários nas redes sociais, depois de o presidente Luiz Inácio &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-element elementor-element-5464db98 elementor-widget elementor-widget-theme-post-excerpt" data-id="5464db98" data-element_type="widget" data-widget_type="theme-post-excerpt.default">
<h4 class="elementor-widget-container">Obras no exterior beneficiaram mais de 2 mil empresas brasileiras e auditoria, mesmo encomendada no governo passado, comprovou que banco de estímulo nunca apresentou perdas</h4>
</div>
<div class="elementor-image"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-56209 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/02/whatsapp-image-2023-01-31-at-163931.jpeg" alt="" width="755" height="455" /></div>
<div>
<p>O nome do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) voltou às manchetes dos jornais e a repercutir em comentários nas redes sociais, depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmar que o Brasil <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-01/bndes-voltara-financiar-projetos-em-paises-vizinhos-diz-lula">voltará a financiar projetos de engenharia e desenvolvimento no exterior</a> por meio da entidade de fomento, ao anunciar o interesse do país em apoiar a construção de gasoduto na Argentina que, futuramente, poderá abastecer o Brasil com gás de xisto.</p>
<p>Segundo o presidente, há interesses “no gasoduto, nos fertilizantes, no conhecimento científico e tecnológico que a Argentina tem”. Lula destacou ainda que “países maiores têm que auxiliar os países que têm menos condições”. O BNDES é atualmente o terceiro maior banco de estímulo do mundo, atrás apenas de instituições da China e da Alemanha.</p>
<h3><strong>Como funcionam os empréstimos fora do país</strong></h3>
<p>“A primeira grande fake news que temos que combater é de que o BNDES empresta dinheiro diretamente aos países”, pontua o vice-presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Vinícius Assumpção. “Quem recebe os aportes financeiros são empresas brasileiras que prestam serviços para as obras que serão desempenhadas no exterior”, destaca.</p>
<p><a href="https://agenciadenoticias.bndes.gov.br/detalhe/fatoboato/Boato-BNDES-envia-dinheiro-para-outros-paises/">Na página Agência BNDES de Notícias</a>, o banco esclarece que “apoia a exportação de bens e serviços brasileiros para o exterior” e não envia dinheiro para outros países. “São coisas bem diferentes. No apoio à exportação, os recursos são desembolsados aqui mesmo, no Brasil, em R$ [reais], para a empresa brasileira exportadora”, explica.</p>
<p>Por outro lado, os países estrangeiros que recebem as obras ficam responsáveis pelo pagamento dos débitos, de forma parcelada, com taxa de juros definida no acordo com o governo brasileiro.</p>
<p>Em 1997, ainda no governo Fernando Henrique, foi criado o Fundo de Garantia à Exportação (FGE), vinculado ao Ministério da Fazenda, que, em caso de inadimplência do devedor, indeniza o banco.</p>
<h3><strong>Ampliação do mercado às empresas brasileiras</strong></h3>
<p>O Brasil chegou a ter 2,3% de presença no mercado global nos serviços de engenharia, nos anos em que o BNDES atuou ativamente para financiar obras de engenharia no exterior. <a href="http://sinaval.org.br/2014/05/china-toma-espaco-de-empreiteira-local-na-america-latina/">Segundo levantamento feito pela LCA Consultores</a>, na década passada, mais de 2 mil empresas brasileiras, sendo 76% médias e pequenas, faziam parte da rede de fornecedores nesses empreendimentos. Hoje, a presença da engenharia brasileira está em menos de 1%.</p>
<p>“Estamos falando de um modelo de investimento que prioriza o fortalecimento de empresas nacionais, gera mais empregos e, consequentemente, mais renda. No exterior, as empresas brasileiras podem atuar em tudo que envolve a obra, desde os processos de engenharia, até os insumos e os equipamentos necessários para levantar do papel o empreendimento, tanto cimento, caminhões, e produtos básicos, como os uniformes e a alimentação dos trabalhadores”, observa o dirigente da Contraf-CUT.</p>
<h3><strong>BNDES só lucrou</strong></h3>
<p>De 1998 até 2022, o BNDES desembolsou US$ 10,5 bilhões em obras realizadas no exterior. Nesse período, recebeu de volta US$ 12,7 bilhões. Portanto, o banco brasileiro teve lucro de US$ 2,2 bilhões ou pouco mais de R$ 11 bilhões. “O banco não perdeu, mas ganhou dinheiro, com o financiamento para países da América Latina e da África. Não são dados da Fundação Perseu Abramo ou do Dieese. Estão no site do BNDES”, observou o colunista do jornal Valor Econômico, Daniel Rittner, <a href="https://valor.globo.com/brasil/coluna/e-o-porto-de-mariel-e-o-metro-de-caracas.ghtml">em matéria especial, publicada em novembro de 2022</a>.</p>
<p>Ainda segundo informes divulgados pelo BNDES, em todo o período de 2003 a 2015, nos governos Lula e Dilma, o banco seguiu apresentando lucro líquido.</p>
<h3><strong>Investimentos são maiores no Brasil </strong></h3>
<p>De 1998 até 2022, o banco emprestou US$ 274 bilhões à infraestrutura nacional, valor 26 vezes maior do que os empréstimos para financiar bens e serviços em obras de empresas brasileiras no exterior (US$ 10,5 bilhões).</p>
<h3><strong>Estados Unidos, campeão de recursos</strong></h3>
<p>Nada de “ditadura socialista” no BNDES, nem durante os governos Lula e Dilma. Um informe divulgado pelo BNDES, em 2019, mostra que, desde 1998, o <a href="https://oglobo.globo.com/epoca/guilherme-amado/site-do-bndes-contraria-bolsonaro-diz-que-banco-nao-manda-recurso-para-exterior-23752708">BNDES destinou recursos para obras em mais de 40 países</a>. O campeão dos recursos destinados pelo banco de fomento brasileiro foram os Estados Unidos, com mais US$ 17 bilhões, atrás de Argentina (US$ 3,5 bilhões) e Angola (US$ 3,4 bilhões).</p>
<p>Os países que estão em atraso com o BNDES, atualmente, são Venezuela (US$ 681 milhões), Moçambique (US$ 122 milhões) e Cuba (US$ 226 milhões). Os débitos totalizam US$ 1,03 bilhão, até setembro de 2022. Mas outros US$ 573 milhões estão por vencer. Os valores relativos a esses empréstimos foram pagos pelo FGE.</p>
<h3><strong>Fake news da “caixa-preta”</strong></h3>
<p>A pedido do então presidente Bolsonaro, que ainda propagava a fake news da “caixa preta do BNDES”, o banco encomendou uma <a href="https://esportes.yahoo.com/noticias/caixa-preta-do-bndes-a-fake-news-que-custou-r-48-milhoes-123412471.html">auditoria aos escritórios de advocacia Levy &amp; Salomão e Cleary, Gottlieb Steen &amp; Hamilton</a>, com sedes no Rio e em Nova York, para analisar os contratos com o grupo J&amp;F, dos irmãos Joesley e Wesley Batista.</p>
<p>O relatório, de oito páginas e que custou R$ 48 milhões ao BNDES, nada constatou. “As decisões do banco parecem ter sido adotadas após considerações de diversos fatores negociais relevantes e ponderações dos riscos e potenciais benefícios para o banco”, concluíram os escritórios.</p>
<h3><strong>Gás mais barato </strong></h3>
<p>Vinícius Assumpção, ressalta que, na guerra de informações sobre o tema, pouco se comentou nas redes sociais sobre o que o Brasil pode ganhar com o gasoduto argentino. “A agência de notícias Reuters, por exemplo, avalia que a obra é interessante para o Brasil, que hoje compõe grande parte da sua demanda pelo gás boliviano”, destaca o dirigente da Contraf-CUT.</p>
<p>Os argentinos já concluíram a primeira fase do gasoduto Néstor Kirchner, para transportar gás de xisto produzido na região de Vaca Muerta, no oeste do território do país. “Temos a decisão, nos próximos 90 dias, de colocar em licitação a segunda parcela [do gasoduto] para garantir, por um lado, o abastecimento de Uruguaiana, mas, por outro, explorar o desenvolvimento da infraestrutura para abastecer o Rio Grande do Sul”, <a href="https://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2023/01/23/argentina-licitara-em-90-dias-2-trecho-de-gasoduto-de-vaca-muerta.htm">disse o ministro da Economia da Argentina, Sergio Massa</a>, no dia 23 de janeiro, em reunião ao lado do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. “O desafio que temos que enfrentar juntos é que Vaca Muerta chegue ao Brasil para que os brasileiros tenham acesso ao volume de gás que precisam para o processo de desenvolvimento industrial e para que os argentinos tenham a oportunidade de exportar parte do que é nosso recurso”, completou.</p>
<p>Para se conectar ao Rio Grande do Sul, o gasoduto precisará de uma terceira fase, que não está incluída na licitação a ser anunciada. Mas a fala de Massa já indica que os argentinos querem que o plano saia do papel.</p>
<p>Os Estados Unidos são, atualmente, o país que mais explora o xisto, por deter a maior reserva mundial do tipo de rocha de onde é possível extrair petróleo e gás. Por ser uma fonte de energia barata, contribuiu para que o país do Norte mantivesse vantagens no crescimento econômico. A grande questão em torno da fonte de energia são os danos ambientais, pela forma como ocorre a extração e pela emissão de dióxido de carbono na atmosfera.</p>
<p><strong><em>Fonte: ContrafCUT</em></strong></p>
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		<title>É #FAKE que antecessor de filho de Mourão no BB ganhava R$ 100 mil</title>
		<link>https://bancarios.com.br/e-fake-que-antecessor-de-filho-de-mourao-no-bb-ganhava-r-100-mil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jan 2019 18:43:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fake News]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Circula pelas redes sociais um cartaz que dissemina conteúdo falso a respeito da nomeação do filho do vice-presidente Hamilton Mourão, Antonio Hamilton Rossell Mourão, para o cargo de assessor especial da presidência do Banco do Brasil. O texto diz que o antecessor de Mourão no cargo era petista e recebia salário acima de R$ 100 &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2019/01/fake-bbm.jpg"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-32907 alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2019/01/fake-bbm-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a>Circula pelas redes sociais um cartaz que dissemina conteúdo falso a respeito da nomeação do filho do vice-presidente Hamilton Mourão, Antonio Hamilton Rossell Mourão, para o cargo de assessor especial da presidência do Banco do Brasil. O texto diz que o antecessor de Mourão no cargo era petista e recebia salário acima de R$ 100 mil. A mensagem é #FAKE.</p>
<p>De acordo com a assessoria do Banco do Brasil, as três pessoas que ocuparam cargos equivalentes ao de Antonio Mourão não são filiadas a nenhum partido político. A assessoria também afirma que nunca houve salário de R$ 100 mil.</p>
<p>A mensagem afirma que Antonio Hamilton Rossel Mourão trabalha há 18 anos no Banco do Brasil, é concursado e atende aos requisitos do cargo, informações confirmadas pelo banco.</p>
<p>Também diz que o salário dele deve passar de R$ 12 mil para R$ 37 mil. De acordo com a tabela do Banco do Brasil, o menor salário entre os funcionários da instituição em 30 de setembro de 2018 era de R$ 2.854,65 e o maior salário, de R$ 45.489,12. Se for levado em conta o vencimento dos dirigentes (presidente, vice-presidente e diretores), o maior salário é o do presidente: R$ 68.781,66.</p>
<p>Fonte: Valor.</p>
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