<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Geral - Sindicato dos Bancários</title>
	<atom:link href="https://bancarios.com.br/category/geral/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://bancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários</description>
	<lastBuildDate>Thu, 18 Jun 2026 16:57:49 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Bets e dízimo a igrejas moem pobres com fantasia de salvação mágica</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bets-e-dizimo-a-igrejas-moem-pobres-com-fantasia-de-salvacao-magica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 16:55:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=72511</guid>

					<description><![CDATA[<p>Arquétipo do vigarista que seduz com promessas cintilantes e esvazia bolsos e almas inspira ambos os sistemas. Indivíduo esmagado por desigualdades projeta no líder religioso ou na roleta virtual ideia de resgate fantástico No grande teatro da miséria humana, a esperança é a moeda de troca mais valiosa. O desespero, por sua vez, funciona como &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/bets-e-dizimo-a-igrejas-moem-pobres-com-fantasia-de-salvacao-magica/">Bets e dízimo a igrejas moem pobres com fantasia de salvação mágica</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Arquétipo do vigarista que seduz com promessas cintilantes e esvazia bolsos e almas inspira ambos os sistemas. Indivíduo esmagado por desigualdades projeta no líder religioso ou na roleta virtual ideia de resgate fantástico</h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-72512 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1746868531681f19338f818_1746868531_3x2_lg.jpg" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p>No grande teatro da miséria humana, a esperança é a moeda de troca mais valiosa. O desespero, por sua vez, funciona como o ingresso VIP para um espetáculo de ilusões.</p>
<p>Nesse palco, atualmente no nosso país, operam duas máquinas implacáveis de moer pobre. Elas vestem fantasias distintas para encenar a mesma tragicomédia. De um lado, temos o dízimo cobrado sob a ameaça do fogo eterno e a promessa de um paraíso financeiro. Do outro lado, brilham os sites de apostas, as famosas bets, que acenam com a riqueza instantânea a um clique de distância.</p>
<p>Ambos os sistemas são exploradores da fé e da agonia. Eles operam sob a batuta do arquétipo do Trickster: malandro, embusteiro, vigarista e enganador. Esse trapaceiro mítico e zombeteiro nos seduz com promessas cintilantes para esvaziar os nossos bolsos e as nossas almas no apagar das luzes. É fascinante observar como os mecanismos de transferência de renda dos mais vulneráveis para os mais espertos são idênticos.</p>
<p>Vendem-se promessas sem qualquer garantia. Pode ser o milagre divino inquestionável ou o sorteio cego do algoritmo. O apelo emocional é sempre covarde e fisga o indivíduo pela jugular do sonho. Quem lucra de verdade são lideranças que vivem do suor alheio. Elas desfilam em jatinhos e carros de luxo e transformam o altar e a internet em palcos lucrativos. Podem ser pastores com suas roupas, relógios e carros de luxo e cintilantes ou influenciadores digitais ostentando desde a camisa do seu time do coração até jatinhos e iates caríssimos.</p>
<p>Quando a promessa falha, a isenção de responsabilidade é imediata e cínica. Para a igreja, a desculpa é a vontade de Deus ou a falta de fé do irmão. Para a plataforma de apostas, a justificativa é a falta de sorte naquela noite. Os números dessa falsa alquimia são estarrecedores e pintam um retrato sombrio do nosso Brasil.</p>
<p>Em 2025, o mercado legal de apostas online <a href="https://www.poder360.com.br/poder-sportsmkt/bets-tiveram-receita-de-r-37-bilhoes-em-2025/" target="_blank" rel="nofollow noopener">atraiu mais de 25 milhões de brasileiros e teve uma receita bruta absurda de R$ 37 bilhões</a>. Do outro lado do balcão da fé, as cifras também assustam. Investigações apontaram que apenas a Igreja Universal do Reino de Deus movimentou <a href="https://www.intercept.com.br/2022/07/20/universal-embolsa-33-bilhoes-em-doacoes-bancarias/" target="_blank" rel="nofollow noopener">cerca de R$ 42 bilhões em doações bancárias</a> em um período de quatro anos e meio.</p>
<p>Não é por acaso que o Censo de 2022 revelou que o <a href="https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2024/02/veja-os-municipios-com-maior-presenca-de-locais-de-ensino-saude-e-religiao-segundo-o-censo.shtml" target="" rel="noopener">Brasil possui mais de 579 mil estabelecimentos religiosos</a>. Esse número supera com folga a soma de todas as escolas e hospitais do país. Sob a lente da psicologia analítica de <a href="https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2025/07/como-jung-nascido-ha-150-anos-ajuda-a-transitar-num-mundo-ansioso.shtml" target="" rel="noopener">Carl Gustav Jung</a>, percebemos a gravidade do fenômeno. Tanto o templo quanto o aplicativo funcionam como telas em branco para a projeção da nossa Sombra e do nosso anseio inato por salvação.</p>
<p>O indivíduo esmagado pela desigualdade e pela falta de perspectiva projeta no líder religioso ou na roleta virtual a figura do salvador mágico. Ele abdica da sua autonomia e do seu poder de agência.</p>
<p>Somos confrontados com a figura do Puer Aeternus. Essa criança eterna dentro de nós que recusa o trabalho árduo da realidade e implora por um resgate fantástico. As bets e a teologia da prosperidade alimentam essa fantasia infantil. Elas oferecem uma alquimia corrompida que promete transformar o chumbo do sofrimento diário no ouro da riqueza instantânea.</p>
<p>O resultado físico e simbólico dessa exploração é percebido pela <a href="https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/03/sus-inicia-teleatendimento-de-saude-para-pessoas-com-vicio-em-bets.shtml" target="" rel="noopener">quantidade de sintomas mentais</a> e, consequentemente, físicos. Os corpos adoecem pela ansiedade crônica da aposta perdida. Os estômagos são corroídos pela culpa religiosa asfixiante. As mentes se fragmentam pelo endividamento, e as famílias se rompem em silêncio. Afinal, quem não aposta é excluído da roda de amigos modernos e quem não devolve o dízimo é expulso do rebanho sagrado. A exploração é normalizada sob o disfarce perverso de ajuda ou entretenimento.</p>
<p>Chegamos então ao ápice da hipocrisia estrutural. O mesmo fiel que condena a aposta como um jogo de azar pecaminoso senta-se na primeira fileira do culto da prosperidade. Ele espera que os seus R$ 50 se multipliquem magicamente por obra do Espírito Santo. Um deposita na conta do pastor pela promessa de cura e riqueza. O outro deposita no site sediado em um paraíso fiscal pela promessa de retorno financeiro imediato.</p>
<p>Ambos saem mais pobres e sangrados por uma indústria do vício. Essa máquina usa algoritmos e bônus de boas-vindas ou se blinda com isenções fiscais e absoluta falta de transparência. A igreja na sua defesa ainda oferece o amparo social de uma cesta básica e o calor de uma oração compartilhada. A plataforma de apostas te deixa apenas com o brilho frio da tela do celular na madrugada.</p>
<p>A diferença real é que uma usa Deus como fiador inquestionável da ilusão e a outra usa o acaso matemático. A saída para esse labirinto não é escolher qual explorador tem a melhor lábia ou a melhor interface. O buraco é muito mais profundo. O problema central não é a dicotomia entre igreja e aposta. A verdadeira engrenagem é um país profundamente desigual e carente de educação financeira e de letramento teológico.</p>
<p>É preciso dizer que Malaquias 3:10 nunca foi um recibo de depósito bancário com garantia de salvação e prosperidade, apesar da ameaça de que reter os recursos de dízimos e oferendas equivale a roubar a Deus. Precisamos de reflexão crítica e de uma regulação séria. É urgente acabar com a farra da isenção fiscal para templos que operam como corporações financeiras. Também é fundamental impor limites draconianos às casas de apostas que lucram com o vício.</p>
<div class="c-news__body" data-news-content-text="" data-disable-copy="" data-continue-reading="" data-continue-reading-hide-others=".js-continue-reading-hidden" data-age-rating="">
<p>A pergunta que deveria ecoar na nossa autoconsciência não é a quem devemos entregar o nosso dinheiro suado. A verdadeira questão é: por que tantos brasileiros ainda precisam acreditar, desesperadamente, em milagres financeiros comprados a prestação?</p>
<p>Enquanto não tivermos educação universal e de qualidade que incentive o pensamento crítico, o autoconhecimento e a autonomia e enquanto não houver salários dignos e uma distribuição de renda menos criminosa, os mercadores de ilusão continuarão prosperando. Enquanto escolas e hospitais perderem de goleada para templos e cassinos virtuais, sempre haverá um espertalhão vendendo um pedaço do céu para quem já vive no inferno da sobrevivência diária.</p>
<p><em><strong>Fonte: Folha de São Paulo</strong></em></p>
</div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/bets-e-dizimo-a-igrejas-moem-pobres-com-fantasia-de-salvacao-magica/">Bets e dízimo a igrejas moem pobres com fantasia de salvação mágica</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Menos agência, mais exclusão</title>
		<link>https://bancarios.com.br/menos-agencia-mais-exclusao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 16:37:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=72437</guid>

					<description><![CDATA[<p>O possível fechamento do posto de atendimento do Bradesco em Macururé, na Bahia, debatido em audiência pública, é mais um capítulo de um processo que se repete em todo o Brasil. A retirada gradual da presença física dos bancos, especialmente em cidades menores e mais afastadas dos grandes centros urbanos. Durante a audiência, vereadores, os &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/menos-agencia-mais-exclusao/">Menos agência, mais exclusão</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-72438 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/IMAGEM_NOTICIA_3-2026-06-11T132726.095.jpg" alt="" width="900" height="483" /></p>
<p>O possível fechamento do posto de atendimento do Bradesco em Macururé, na Bahia, debatido em audiência pública, é mais um capítulo de um processo que se repete em todo o Brasil. A retirada gradual da presença física dos bancos, especialmente em cidades menores e mais afastadas dos grandes centros urbanos.</p>
<div class="sc-5836b2ba-1 gyooMR">
<div class="sc-5836b2ba-3 kWfFCu">
<p>Durante a audiência, vereadores, os diretores do Sindicato da Bahia, Eric Oliveira e Eldonsuel da Silva, lideranças comunitárias e moradores defenderam a permanência do atendimento no município. Para muitos, o fechamento significa longos deslocamentos para realizar operações, receber benefícios, acessar crédito ou resolver pendências.</p>
<p>A preocupação da população de Macururé tem fundamento. O município pode engrossar a lista do desmonte promovido pelo Bradesco na Bahia. O banco é líder em unidades encerradas no Estado.</p>
<p>Entre outubro de 2023 e abril de 2026, foram fechadas 55 agências e abertas apenas seis novas unidades, todas voltadas para segmentos empresariais ou clientes de alta renda. O saldo é negativo em 49 agências.</p>
<p>A redução da rede física prioriza a digitalização dos serviços e a redução dos postos de trabalho. Os números são alarmantes. Na Bahia, 40 municípios perderam a única agência do Bradesco. Juntas, as cidades têm 811.219 habitantes impactados diretamente.</p>
<p>Os dados do Dieese revelam ainda que, dos 417 municípios baianos, apenas 203 possuem atualmente pelo menos uma agência bancária. Outros 214 permanecem desassistidos. Em muitos casos, os moradores precisam percorrer dezenas de quilômetros para realizar operações que poderiam ser resolvidas na própria cidade.</p>
<p>Fonte: Bancários Bahia</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/menos-agencia-mais-exclusao/">Menos agência, mais exclusão</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SEEB/VCR convida categoria para o seminário &#8220;Diálogos Produtivos&#8221; sobre os desafios do mundo do trabalho</title>
		<link>https://bancarios.com.br/seeb-vcr-convida-categoria-para-o-seminario-dialogos-produtivos-sobre-os-desafios-do-mundo-do-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 16:07:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=72420</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (11), às 18h, o auditório do Colégio Professora Heleusa Figueira Câmara será palco do seminário Diálogos Produtivos, promovido pelo SINDSEFAZ. Esse encontro importantíssimo reunirá especialistas para debater os impactos das transformações econômicas, tecnológicas e sociais sobre o trabalho, o serviço público e a organização sindical. A programação contará com a participação da economista &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/seeb-vcr-convida-categoria-para-o-seminario-dialogos-produtivos-sobre-os-desafios-do-mundo-do-trabalho/">SEEB/VCR convida categoria para o seminário &#8220;Diálogos Produtivos&#8221; sobre os desafios do mundo do trabalho</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-72421 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-10-at-11.45.06.jpeg" alt="" width="1080" height="1350" /></p>
<p>Nesta quinta-feira (11), às 18h, o auditório do Colégio Professora Heleusa Figueira Câmara será palco do seminário Diálogos Produtivos, promovido pelo SINDSEFAZ. Esse encontro importantíssimo reunirá especialistas para debater os impactos das transformações econômicas, tecnológicas e sociais sobre o trabalho, o serviço público e a organização sindical.</p>
<p>A programação contará com a participação da economista Ana Georgina Dias, supervisora técnica regional do DIEESE na Bahia, e do administrador Marcelo Neves, professor da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e mestre em Educação.</p>
<p>O seminário tem como objetivo fortalecer espaços permanentes de reflexão e diálogo sobre os desafios enfrentados pelos servidores públicos, pelo movimento sindical e pela classe trabalhadora. Em um cenário marcado pelo avanço da inteligência artificial, pelas novas formas de contratação, pela precarização das relações de trabalho e pelas constantes reformas administrativas, torna-se cada vez mais necessária uma atuação sindical qualificada, atualizada e conectada às demandas dos trabalhadores.</p>
<p>O Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região (SEEB/VCR) participará da atividade e convida bancárias, bancários e toda a categoria a se somarem a esse importante momento de debate, troca de experiências e construção coletiva. A participação das trabalhadoras e trabalhadores é fundamental para fortalecer a luta por direitos e contribuir para a construção de um futuro mais justo e democrático para o mundo do trabalho.</p>
<p>Participe!</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/seeb-vcr-convida-categoria-para-o-seminario-dialogos-produtivos-sobre-os-desafios-do-mundo-do-trabalho/">SEEB/VCR convida categoria para o seminário &#8220;Diálogos Produtivos&#8221; sobre os desafios do mundo do trabalho</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ditadura nunca mais: CUT reafirma compromisso histórico com a democracia e soberania</title>
		<link>https://bancarios.com.br/ditadura-nunca-mais-cut-reafirma-compromisso-historico-com-a-democracia-e-soberania/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 15:16:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=71926</guid>

					<description><![CDATA[<p>No aniversário do golpe, a Central destaca a importância da verdade, justiça e reparação para consolidar a democracia Neste 31 de março de 2026, quando se completam 62 anos do golpe militar de 1964, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) reafirma, com firmeza e sem concessões, seu compromisso histórico com a democracia, com os direitos &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/ditadura-nunca-mais-cut-reafirma-compromisso-historico-com-a-democracia-e-soberania/">Ditadura nunca mais: CUT reafirma compromisso histórico com a democracia e soberania</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="dd-m-display dd-m-display--small dd-m-background-energized-light">
<div class="wrap">
<div class="row">
<div class="col-xs-12">
<div class="row">
<div class="col-xs-12 col-lg-10 col-md-10 col-lg-offset-1 col-md-offset-1">
<h3 class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">No aniversário do golpe, a Central destaca a importância da verdade, justiça e reparação para consolidar a democracia</h3>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="dd-m-share dd-m-share--mobile-fixed">
<div class="dd-m-icon__group-icons"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-71927 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/03/systemuploadsnewsfc175470ac094c949c4-700x460xfit-f560f.jpeg" alt="" width="700" height="460" /></div>
</div>
<p>Neste 31 de março de 2026, quando se completam 62 anos do golpe militar de 1964, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) reafirma, com firmeza e sem concessões, seu compromisso histórico com a democracia, com os direitos do povo trabalhador e com a soberania nacional. Não esquecemos, não perdoamos e não aceitaremos qualquer tentativa de reescrever ou relativizar esse período de violência, repressão e ataque à classe trabalhadora.</p>
<p>A ditadura militar foi um projeto político das elites, sustentado não apenas pelas Forças Armadas, mas também pela ação direta de setores empresariais e pela ingerência internacional, especialmente dos Estados Unidos, como parte de uma estratégia mais ampla de controle sobre a América Latina. Foi um regime que perseguiu, prendeu, torturou e assassinou trabalhadores, estudantes e lideranças populares, ao mesmo tempo em que aprofundou desigualdades e concentrou renda.</p>
<p>Hoje, diante de um cenário internacional marcado por disputas geopolíticas e pela crise do imperialismo estadunidense, assistimos à intensificação de violações do direito internacional e de ataques à soberania dos povos. Esse contexto exige vigilância permanente e reforça a necessidade de defender a democracia, a autodeterminação dos povos e os direitos da classe trabalhadora frente a qualquer tentativa de avanço autoritário.</p>
<p>A ditadura não foi apenas um período do passado — seus efeitos seguem presentes. A manutenção de estruturas como as polícias militares, criadas sob a lógica da repressão, é expressão concreta dessa herança autoritária que ainda pesa sobre o povo brasileiro, especialmente sobre a juventude negra e periférica.</p>
<p>A CUT nasceu da luta contra a ditadura e da organização da classe trabalhadora por direitos, democracia e melhores condições de vida. O movimento sindical esteve na linha de frente da resistência, enfrentando o autoritarismo nas fábricas, no campo, nas escolas e nas ruas, construindo a base das conquistas democráticas que temos hoje.</p>
<p>Denunciamos, mais uma vez, o papel de empresas que colaboraram com o regime ditatorial, seja financiando a repressão, fornecendo informações sobre trabalhadores, ou se beneficiando diretamente das violações de direitos. Esse passado não pode ser tratado como página virada. É inaceitável que empresas que participaram de um regime de exceção sigam impunes.</p>
<p>Por isso, reafirmamos: é necessária a responsabilização efetiva dessas empresas, há hoje 14 inquéritos no Ministério Público sobre empresas que cometeram graves violações de direitos contra trabalhadores, indígenas, camponeses, quilombolas, sindicalistas e outros grupos. Não há democracia plena sem verdade e justiça. Responsabilizar é também impedir que essas práticas se repitam sob novas formas no presente.</p>
<p>Neste ano eleitoral, a classe trabalhadora precisa afirmar um projeto político que rompa definitivamente com esse legado autoritário. Isso passa por mudanças estruturais, como a mudança do papel das polícias, a revisão da formação militar, o fim da militarização da educação, a alteração do artigo 142 da Constituição.</p>
<p>Sabemos que o debate sobre segurança pública tem ganhado força, mas não aceitaremos que ele seja capturado por soluções autoritárias, violentas e excludentes. Defendemos um modelo de segurança que proteja o povo trabalhador, baseado em direitos humanos, justiça social e valorização da vida.</p>
<p>A CUT reafirma seu compromisso histórico com a luta por Verdade, Memória, Justiça e Reparação — ontem e hoje. Seguiremos organizando a classe trabalhadora para enfrentar o autoritarismo, defender direitos e construir um Brasil soberano, democrático e justo.</p>
<p>Pela soberania dos povos. Pela democracia. Pela vida e pelos direitos da classe trabalhadora. Ditadura Nunca Mais!</p>
<p>Executiva Nacional da CUT</p>
<p>São Paulo, 31 de março de 2026.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/ditadura-nunca-mais-cut-reafirma-compromisso-historico-com-a-democracia-e-soberania/">Ditadura nunca mais: CUT reafirma compromisso histórico com a democracia e soberania</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O papel do sindicato na proteção dos trabalhadores das fintechs</title>
		<link>https://bancarios.com.br/o-papel-do-sindicato-na-protecao-dos-trabalhadores-das-fintechs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 13:29:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=71840</guid>

					<description><![CDATA[<p>Embora empresas não sejam reconhecidas como bancos, casos WillBank e Pleno podem abrir precedentes para o segmento Esta é a décima segunda reportagem da série Por Dentro do Sistema Financeiro, uma parceria entre o Jornal GGN e a Contraf-CUT que busca analisar por dentro do Sistema Financeiro Nacional O cenário financeiro digital brasileiro vive o &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/o-papel-do-sindicato-na-protecao-dos-trabalhadores-das-fintechs/">O papel do sindicato na proteção dos trabalhadores das fintechs</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>Embora empresas não sejam reconhecidas como bancos, casos WillBank e Pleno podem abrir precedentes para o segmento</h3>
</div>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-71841 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-18-at-12.17.17.jpeg" alt="" width="1072" height="598" /></p>
<p><em><strong>Esta é a décima segunda reportagem da série Por Dentro do Sistema Financeiro, uma parceria entre o Jornal GGN e a Contraf-CUT que busca analisar por dentro do Sistema Financeiro Nacional</strong></em></p>
<p>O cenário financeiro digital brasileiro vive o que especialistas chamam de “ressaca regulatória”: após a expansão vista durante a gestão de Roberto Campos Neto no Banco Central — que viu o registro de mais de 1.500 novas fintechs a partir de 2023 —, a autoridade monetária, agora sob a condução de Gabriel Galípolo, iniciou um processo rigoroso de saneamento do sistema.</p>
<p>O que se vê hoje é o estouro de uma bolha de desregulação que, embora vendida como inovação, caminha sobre um “passivo social” alarmante. A tese central desta crise é a de que a inovação, quando atropela a supervisão, transfere o risco do capital diretamente para o colo do trabalhador.</p>
<p>“Nossa primeira reclamação é que (as fintechs precisam) cumprir normas, ter fiscalização rígida, ponto físico de atendimento, e os trabalhadores serem do ramo financeiro representado por suas entidades de classe”, afirma Neiva Ribeiro, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, em entrevista exclusiva.</p>
<p>“As empresas de pagamento, startups financeiras, não podem ser um lugar para desvirtuar o papel do banco, do bancário e deixar o sistema em risco. Fomos contra o aumento sem controle das fintechs, denunciamos durante a CPI das fraudes digitais que existe uma série de modalidades de crimes cibernéticos que o BC não dá conta, e não tivemos sucesso”.</p>
<p>No caso envolvendo a liquidação do conglomerado Master – que além do Banco Master inclui Will Bank e Banco Pleno – o mercado financeiro debruçou-se sobre a recuperação de ativos investidos, mas foi o sindicato dos bancários que se posicionou contra a precarização e o abandono dos profissionais afetados.</p>
<h2><strong>Raio-X das Liquidações</strong></h2>
<p>A teia societária revela conexões profundas: o Will Bank operava como o braço digital do Banco Master, sob o comando de Daniel Vorcaro. Já o Banco Pleno — que carrega o DNA do antigo Indusval, fundado em 1967, e passou pela marca Voiter — era controlado por Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro.</p>
<p>O colapso do Pleno ocorreu em meio a um cenário policial: Augusto Lima foi preso na Operação Compliance Zero em novembro de 2025, em um indicativo de que a deterioração de liquidez andava de mãos dadas com graves problemas de conformidade.</p>
<p>O efeito cascata nessas instituições expõe não apenas falhas de gestão, mas um rombo financeiro bilionário. No caso do Banco Master, essa perda está estimada em R$40 bilhões, além do efeito a ser sentido pelos funcionários do grupo, como é possível estimar na tabela abaixo.</p>
<figure>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>Instituição</td>
<td>Data da Liquidação</td>
<td>Trabalhadores Impactados</td>
</tr>
<tr>
<td>Banco Master</td>
<td>18/11/2025</td>
<td>~400 ativos (de um quadro original de 515)</td>
</tr>
<tr>
<td>Will Bank</td>
<td>21/01/2026</td>
<td>Mais de 700 trabalhadores</td>
</tr>
<tr>
<td>Banco Pleno</td>
<td>18/02/2026</td>
<td>~160 trabalhadores</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</figure>
<h2><strong>A Atuação do Sindicato</strong></h2>
<p>Diante da inércia das massas liquidandas, o Sindicato dos Bancários mobilizou-se para garantir que o “custo da quebra” não fosse descontado dos salários.</p>
<ul>
<li><strong>Pressão Presencial</strong>: Protestos na Avenida Faria Lima e nas sedes dos bancos foram fundamentais para forçar o reconhecimento do passivo trabalhista. O Sindicato exigiu que o Banco Central e os liquidantes dessem rosto e previsibilidade ao processo.</li>
<li><strong>Articulação Jurídica e Administrativa</strong>: Ofícios foram enviados sistematicamente a Eduardo Felix Bianchin, responsável técnico nomeado pelo BC. A pressão garantiu a manutenção da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), salvaguardando benefícios como a 13ª cesta alimentação e planos de saúde. No Banco Master, o Sindicato cobra inclusive a multa pelo atraso no pagamento da multa de 40% do FGTs.<br />
<strong>Mobilização Digital</strong>: Após a liquidação, o corte abrupto de acesso aos sistemas deixou centenas de trabalhadores no escuro. As plenárias virtuais tornaram-se o centro de comando da categoria, reunindo, por exemplo, 268 profissionais em uma única sessão do Will Bank para orientações jurídicas e acolhimento.</li>
</ul>
<p>“Só a união, a mobilização e a organização podem fazer frente à má-gestão do capital. Trabalhadores e trabalhadoras dependem desses empregos para sobreviver e nunca são lembrados pela mídia hegemônica quando uma instituição financeira é liquidada. O Sindicato está aqui para garantir que bancários não paguem pelos erros dos banqueiros”, afirma Neiva Ribeiro.</p>
<h2><strong>Paradoxos e Pendências</strong></h2>
<p>A situação do Will Bank é um prato cheio para analistas. A instituição reportou um prejuízo de R$408,3 milhões no terceiro trimestre. Esse resultado contábil não impediu a liquidação por insolvência e “vínculo de interesse” com o Banco Master.<br />
O Sindicato denunciou pressões de gestores para que funcionários pedissem demissão, uma manobra para esvaziar direitos rescisórios que foi prontamente combatida pela entidade.<br />
No Banco Pleno, a transição do antigo Indusval para a gestão de Augusto Lima terminou em desrespeito flagrante: falta de crédito de auxílio refeição/alimentação e o não pagamento do PPR (Programa de Participação dos Resultados) e, enquanto o liquidante anunciava o desligamento de 60% do quadro para março de 2026, o sindicato trabalhava para impedir o tratamento desigual entre trabalhadores presenciais e remotos, exigindo isonomia no pagamento das verbas.</p>
<h2><strong>O Precedente e a Luta por Regulação</strong></h2>
<p>O colapso dessas instituições é o sintoma de uma “assimetria tributária” e regulatória. Fintechs cresceram pagando menos impostos sobre o lucro líquido e operando sem a obrigatoriedade de pontos físicos ou fiscalização rígida.<br />
Para o Sindicato, o risco sistêmico é real e ameaça a estabilidade do Sistema Financeiro Nacional (SFN). Diante disso, a entidade defende as seguintes propostas:</p>
<ul>
<li><strong>Fundo Garantidor para Trabalhadores</strong>: A criação de um fundo privado, análogo ao FGC (Fundo Garantidor de Créditos) dos investidores, para garantir salários e rescisões em casos de liquidação.</li>
<li><strong>Fiscalização Rígida e Presença Física</strong>: Obrigatoriedade de canais de atendimento presenciais e fiscalização preventiva pelo BC, e não apenas corretiva após o rombo.</li>
<li><strong>Enquadramento Bancário Universal</strong>: Todos os trabalhadores do setor, independentemente se o CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) classifique como<strong> </strong>instituição de pagamento ou startup), devem ser protegidos pela CCT (Convenções Coletivas de Trabalho) dos bancários para evitar a “fraude de função”.</li>
</ul>
<p>“A fintech tem que ser regulada pelo Banco Central, Receita e órgãos fiscalizadores, e os trabalhadores têm que ser bancários ou do ramo financeiro”, destaca Neiva. “Independente de não ser formalmente representado pela CNAE, pelo registro do Ministério do Trabalho, nós (o sindicato) representamos de fato essas pessoas (…)”.</p>
<h2><strong>Sindicato como Garantia de Previsibilidade</strong></h2>
<p>Enquanto o mercado se preocupa com a liquidez dos ativos, o Sindicato dos Bancários é a voz que se levanta para tratar do “passivo social”. As crises do Grupo Master, Will Bank e Banco Pleno provam que a tecnologia não substitui a responsabilidade.<br />
“O Banco Central não pode ser autônomo, dos trabalhadores e da sociedade? Tem de prestar contas ao mercado? Não pode. Os trabalhadores deveriam ter espaço em algum conselho que decida o rumo (do sistema)”, afirma Neiva Ribeiro.<br />
“Se somos afetados, tínhamos de estar dentro do Conselho (Monetário Nacional, órgão superior do Sistema Financeiro Nacional) para opinar. A gente questiona muito a desregulamentação: porque criam figuras para que esses trabalhadores não estejam presentes? Para que a gente não possa se organizar e questionar”.</p>
<h2><strong>Guia do Trabalhador: O que fazer em caso de Liquidação</strong></h2>
<p>O Sindicato orienta os profissionais demitidos a seguirem este protocolo de proteção:</p>
<ul>
<li><strong>Kit de rescisão</strong>: Exigir o envio imediato do TRCT (Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho), Guia do Seguro-Desemprego e ASO (Atestado de Saúde Ocupacional). Atenção: desde junho de 2025, a regra do FGTS dispensa a “chave”, mas exige que a empresa encaminhe o requerimento oficial para liberação.</li>
<li><strong>Prazos legais</strong>: O pagamento deve ocorrer em até 10 dias. No caso do Banco Master, o Sindicato já está cobrando juridicamente a multa pelo atraso nos depósitos de 40% do FGTS.</li>
<li><strong>Verba de requalificação</strong>: Verificar o crédito da verba prevista na CCT, essencial para a reinserção no mercado de trabalho.</li>
<li><strong>Conferência Sindical</strong>: Não assine documentos sem a conferência dos cálculos pelo departamento jurídico do Sindicato, especialmente em casos de doenças pré-existentes ou estabilidade.</li>
</ul>
<p><em><strong>Fonte: CONTRAF</strong></em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/o-papel-do-sindicato-na-protecao-dos-trabalhadores-das-fintechs/">O papel do sindicato na proteção dos trabalhadores das fintechs</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desigualdade também rouba o sono</title>
		<link>https://bancarios.com.br/desigualdade-tambem-rouba-o-sono/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 15:06:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=71504</guid>

					<description><![CDATA[<p>A rotina de trabalho múltipla imposta às mulheres, que combina jornada profissional, trabalho doméstico não remunerado e responsabilidades de cuidado tem impactos diretos e profundos na saúde. Dados do Vigitel 2025, apresentados pelo Ministério da Saúde, revelam que mulheres dormem pior do que homens no Brasil, evidenciando como a sobrecarga cotidiana compromete o descanso e &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/desigualdade-tambem-rouba-o-sono/">Desigualdade também rouba o sono</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignnone size-medium wp-image-71505" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/02/IMAGEM_NOTICIA_3-2026-02-04T115850.895-300x167.jpg" alt="" width="300" height="167" /></p>
<p>A rotina de trabalho múltipla imposta às mulheres, que combina jornada profissional, trabalho doméstico não remunerado e responsabilidades de cuidado tem impactos diretos e profundos na saúde. Dados do Vigitel 2025, apresentados pelo Ministério da Saúde, revelam que mulheres dormem pior do que homens no Brasil, evidenciando como a sobrecarga cotidiana compromete o descanso e a qualidade de vida. O sono insuficiente não é escolha individual, mas consequência de uma organização social que explora o tempo e o corpo das mulheres.</p>
<p>A privação de sono gera uma dívida que provoca prejuízos emocionais, irritabilidade, déficit de atenção, falhas de memória e dificuldade na tomada de decisões, afetando diretamente a vida profissional e pessoal. Esses efeitos se manifestam no curto prazo e aprofundam o desgaste físico e mental, aumentando conflitos, adoecimentos e afastamentos do trabalho. A lógica produtivista ignora esses impactos e segue exigindo desempenho máximo de quem já opera no limite.</p>
<p>Esse cenário se agrava com as especificidades do corpo feminino. Oscilações hormonais do ciclo menstrual, tensão pré-menstrual e dores como a cólica intensificam distúrbios do sono, ansiedade e depressão. A dor e o sono mantêm uma relação direta: quanto maior o sofrimento físico, pior a qualidade do descanso.</p>
<p>A desigualdade de gênero se expressa, também, na saúde, revelando que a multitarefa e o acúmulo de responsabilidades seguem adoecendo mulheres em silêncio, sem o devido reconhecimento social ou políticas públicas eficazes.</p>
<p><strong><em>Fonte: Bancários Bahia</em></strong></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/desigualdade-tambem-rouba-o-sono/">Desigualdade também rouba o sono</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Agências do INSS estarão fechadas nos dias 28, 29 e 30 de janeiro</title>
		<link>https://bancarios.com.br/agencias-do-inss-estarao-fechadas-nos-dias-28-29-e-30-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 14:38:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=70956</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informa que as agências da Previdência Social não realizarão atendimento presencial nos dias 28, 29 e 30 de janeiro, em razão de melhorias programadas nos sistemas previdenciários, conforme oficiado pela Dataprev, empresa responsável pela tecnologia da informação da Previdência Social. Os serviços digitais prestados por meio do Meu &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/agencias-do-inss-estarao-fechadas-nos-dias-28-29-e-30-de-janeiro/">Agências do INSS estarão fechadas nos dias 28, 29 e 30 de janeiro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-70957 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/01/b57ece0b-517f-4bf5-ae49-881bc655bf40.png" alt="" width="768" height="431" /></p>
<p>O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informa que as agências da Previdência Social não realizarão atendimento presencial nos dias 28, 29 e 30 de janeiro, em razão de melhorias programadas nos sistemas previdenciários, conforme oficiado pela Dataprev, empresa responsável pela tecnologia da informação da Previdência Social.</p>
<p>Os serviços digitais prestados por meio do Meu INSS (site e aplicativo) e da Central Telefônica 135 ficarão indisponíveis a partir das 19h do dia 27 até o dia 31.</p>
<p>A medida é necessária para a modernização dos sistemas, garantindo maior estabilidade, segurança e eficiência dos serviços.</p>
<p>Para reduzir os impactos aos cidadãos, o INSS realizará atendimentos extras nos finais de semana dos dias 17 e 18 e 24 e 25 de janeiro, com o objetivo de antecipar agendamentos e compensar a suspensão temporária do atendimento presencial. Caso o beneficiário prefira receber atendimento em dia útil, o INSS garantirá o reencaixe.</p>
<p>O INSS agradece a compreensão da população e reforça seu compromisso com a melhoria contínua dos serviços prestados.</p>
<p><strong><em>Fonte: Ascom INSS</em></strong></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/agencias-do-inss-estarao-fechadas-nos-dias-28-29-e-30-de-janeiro/">Agências do INSS estarão fechadas nos dias 28, 29 e 30 de janeiro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desemprego se mantém em 5,6% e atinge menor nível histórico, diz IBGE</title>
		<link>https://bancarios.com.br/desemprego-se-mantem-em-56-e-atinge-menor-nivel-historico-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 15:21:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=70398</guid>

					<description><![CDATA[<p>Número de pessoas ocupadas segue em nível recorde, com alta da formalização e queda de 11,8% no total de desempregados em um ano A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,6% no trimestre móvel encerrado em setembro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado, obtido &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/desemprego-se-mantem-em-56-e-atinge-menor-nivel-historico-diz-ibge/">Desemprego se mantém em 5,6% e atinge menor nível histórico, diz IBGE</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="dd-m-display dd-m-display--small dd-m-background-energized-light">
<div class="wrap">
<div class="row">
<div class="col-xs-12">
<div class="row">
<div class="col-xs-12 col-lg-10 col-md-10 col-lg-offset-1 col-md-offset-1">
<p class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">Número de pessoas ocupadas segue em nível recorde, com alta da formalização e queda de 11,8% no total de desempregados em um ano</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="dd-m-share dd-m-share--mobile-fixed">
<div class="dd-m-icon__group-icons">
<figure class="dd-m-image__group"><img src="https://www.cut.org.br/images/cache/systemuploadsnews1d9c5da2d8150550bc3-700x460xfit-a364b.png" alt="notice" data-src-mobile="/images/cache/systemuploadsnews1d9c5da2d8150550bc3-320x210xfit-a364b.png" data-src-tablet="/images/cache/systemuploadsnews1d9c5da2d8150550bc3-768x460xfit-a364b.png" data-src-web="/images/cache/systemuploadsnews1d9c5da2d8150550bc3-700x460xfit-a364b.png" /></figure>
<div class="dd-m-editor">
<p data-start="209" data-end="584">A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,6% no trimestre móvel encerrado em setembro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado, obtido pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), repete a mínima histórica registrada desde o início da série, em 2012.</p>
<p data-start="586" data-end="734">Esse foi o terceiro trimestre consecutivo em que o indicador se manteve no mesmo patamar. No mesmo período de 2024, a taxa estava em 6,4%.</p>
<p data-start="736" data-end="1038">De acordo com o IBGE, cerca de 6,045 milhões de pessoas estavam desempregadas no país — o menor número já registrado. O total representa uma queda de 3,3% (menos 209 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e de 11,8% (menos 809 mil) na comparação com o mesmo período do ano passado.</p>
<p data-start="1040" data-end="1261">A população ocupada permaneceu estável em 102,4 milhões de pessoas, número recorde na série histórica. Em relação a 2024, houve um crescimento de 1,4%, o equivalente a 1,4 milhão de trabalhadores a mais.</p>
<p data-start="1263" data-end="1466">O nível de ocupação — proporção de pessoas com trabalho em relação à população em idade ativa — ficou em 58,7%, estável no trimestre e 0,3 ponto percentual acima do registrado um ano antes.</p>
<p data-start="1263" data-end="1466"><strong>Formalização do emprego atinge novo recorde</strong></p>
<p data-start="1524" data-end="1788">O número de trabalhadores empregados no setor privado chegou a 52,7 milhões no trimestre encerrado em setembro, o maior contingente desde o início da série histórica. Apesar disso, o indicador apresentou estabilidade em relação aos trimestres anteriores.</p>
<p data-start="1790" data-end="2062">Entre os empregados com carteira assinada (excluindo trabalhadores domésticos), o total alcançou 39,2 milhões, um novo recorde do IBGE. O dado ficou estável em relação ao trimestre anterior, mas representa alta de 2,7% (mais 1 milhão de pessoas) em 12 meses.</p>
<p data-start="2064" data-end="2239">Já o número de empregados sem carteira assinada ficou em 13,5 milhões, estável no trimestre e 4,0% menor do que no mesmo período de 2024 (menos 569 mil pessoas).</p>
<p data-start="2241" data-end="2371">No setor público, o contingente de trabalhadores chegou a 12,8 milhões, uma alta de 2,4% em relação ao ano anterior.</p>
<p data-start="2373" data-end="2575">A taxa de informalidade foi de 37,8% da população ocupada, o equivalente a 38,7 milhões de pessoas — mesmo nível do trimestre anterior e inferior ao registrado em setembro de 2024 (38,8%).</p>
<p data-start="2577" data-end="2750">Entre os trabalhadores por conta própria, o total chegou a 25,9 milhões, número estável no trimestre e 4,1% superior ao observado um ano antes (mais 1 milhão).</p>
<p data-start="2577" data-end="2750"><strong><em>Fonte: Cut, com informações do G1*</em></strong></p>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/desemprego-se-mantem-em-56-e-atinge-menor-nivel-historico-diz-ibge/">Desemprego se mantém em 5,6% e atinge menor nível histórico, diz IBGE</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Congresso aprova validade permanente para isenção do Imposto de Renda</title>
		<link>https://bancarios.com.br/congresso-aprova-validade-permanente-para-isencao-do-imposto-de-renda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 15:18:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=70395</guid>

					<description><![CDATA[<p>Projeto aprovado garante isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e garante estabilidade jurídica ao contribuinte, eliminando o limite de cinco anos previsto na LDO O Congresso Nacional aprovou nesta quinta-feira (30) um projeto de lei que torna permanentes as mudanças propostas pelo Poder Executivo no Imposto de Renda das &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/congresso-aprova-validade-permanente-para-isencao-do-imposto-de-renda/">Congresso aprova validade permanente para isenção do Imposto de Renda</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="dd-m-display dd-m-display--small dd-m-background-energized-light">
<div class="wrap">
<div class="row">
<div class="col-xs-12">
<div class="row">
<div class="col-xs-12 col-lg-10 col-md-10 col-lg-offset-1 col-md-offset-1">
<h3 class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">Projeto aprovado garante isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e garante estabilidade jurídica ao contribuinte, eliminando o limite de cinco anos previsto na LDO</h3>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="dd-m-share dd-m-share--mobile-fixed">
<div class="dd-m-icon__group-icons">
<figure class="dd-m-image__group"><img src="https://www.cut.org.br/images/cache/systemuploadsnews5d5589868147d2dc16d-700x460xfit-e2a2c.jpeg" alt="notice" data-src-mobile="/images/cache/systemuploadsnews5d5589868147d2dc16d-320x210xfit-e2a2c.jpeg" data-src-tablet="/images/cache/systemuploadsnews5d5589868147d2dc16d-768x460xfit-e2a2c.jpeg" data-src-web="/images/cache/systemuploadsnews5d5589868147d2dc16d-700x460xfit-e2a2c.jpeg" /></figure>
<div class="dd-m-editor">
<p>O Congresso Nacional aprovou nesta quinta-feira (30) um projeto de lei que torna permanentes as mudanças propostas pelo Poder Executivo no Imposto de Renda das pessoas físicas. O texto segue para sanção presidencial.</p>
<p>Na prática, o <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/pesquisa/-/materia/167619" target="_blank" rel="noopener">PLN 1/2025</a> dá caráter de continuidade a uma eventual isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, ainda em análise no Congresso. O benefício tributário está previsto no Projeto de Lei <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/170775" target="_blank" rel="noopener">(PL) 1.087/2025</a>, já aprovado na Câmara e que aguarda votação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, com relatoria do senador Renan Calheiros (MDB-AL).</p>
<p>Sem a mudança, a isenção para quem ganha até R$ 5 mil valeria por apenas cinco anos, como prevê a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). O texto aprovado por senadores e deputados nesta quinta-feira acaba com essa limitação de tempo.</p>
<p>“A proposta traz segurança jurídica ao contribuinte, pois garante a confiabilidade e a previsibilidade de que a eventual alteração na legislação do Imposto de Renda da Pessoa Física [IRPF], seja qual for o desfecho da proposição no Parlamento, não será obrigatoriamente rediscutida a cada cinco anos”, argumentou a relatora, senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO).</p>
<h3><strong>Adendo</strong></h3>
<p>O texto aprovado nesta quinta é um substitutivo (texto alternativo) da relatora. Professora Dorinha Seabra apresentou um adendo de Plenário que alterou alguns pontos do relatório original aprovado em junho pela Comissão Mista de Orçamento (CMO). O adendo foi lido pelo deputado Gervásio Maia (PSB-PB).</p>
<p>A primeira mudança diz respeito ao prazo para projetos de lei relativos a créditos suplementares e especiais. Segundo o texto aprovado, as matérias podem ser enviadas pelo Poder Executivo ao Congresso Nacional até 29 de novembro. O prazo anterior era 15 de outubro.</p>
<p>Outra mudança trata da meta fiscal. O texto mantém para 2025 a regra válida em anos anteriores: a meta é considerada cumprida se a União alcançar o limite inferior do intervalo de tolerância estabelecido pela LDO. Isso equivale a um déficit primário de R$ 30,9 bilhões.</p>
<p>O partido Novo apresentou um destaque para retirar esse ponto do texto, mas a proposta foi derrotada nas duas Casas do Congresso Nacional.</p>
<h3><strong>Emendas parlamentares</strong></h3>
<p>O adendo de Plenário também estabelece regras para a execução de emendas apresentadas por parlamentares que perderam o mandato por decisão judicial ou legislativa. Se os recursos já tiverem sido empenhados, as emendas individuais permanecem vinculadas ao parlamentar cassado. Caso ainda não tenham sido empenhadas, elas passam a ser vinculadas ao parlamentar que o substituir.</p>
<p>A senadora Professora Dorinha Seabra retirou do texto um dispositivo que assegurava recursos para a alteração do número de deputados federais — de 513 para 531. O aumento de 18 cadeiras estava previsto no Projeto de Lei Complementar <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/168472" target="_blank" rel="noopener">(PLP) 177/2023</a>, mas foi integralmente vetado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<h3><strong>Esportes</strong></h3>
<p>A relatora incluiu no substitutivo a possibilidade de concessão de benefícios tributários para o incentivo ao esporte. A senadora Leila Barros (PDT-DF) elogiou a iniciativa.</p>
<p>Leila foi relatora do <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/169605" target="_blank" rel="noopener">PLP 234/2024</a>, que aumenta o limite de dedução no Imposto de Renda para o incentivo ao esporte. A matéria aguarda a sanção do presidente da República.</p>
<p>— O setor esportivo está em alegria. O PLP 234/2024 era uma expectativa muito grande do setor esportivo, mas faltava a abertura desse espaço orçamentário para que a gente garantisse a sanção sem vetos — destacou Leila Barros.</p>
<p>Fonte: Agência Senado</p>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/congresso-aprova-validade-permanente-para-isencao-do-imposto-de-renda/">Congresso aprova validade permanente para isenção do Imposto de Renda</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Capitalismo digital destrói mentes</title>
		<link>https://bancarios.com.br/capitalismo-digital-destroi-mentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 15:06:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=70388</guid>

					<description><![CDATA[<p>A narrativa de que a digitalização e o avanço tecnológico representam progresso ilimitado ignora o impacto humano do processo. O setor de tecnologia enfrenta uma crise silenciosa e alarmante: os transtornos mentais já superam as doenças crônicas como principal razão para o consumo de medicamentos entre profissionais da área. Dados da Vidalink revelam que, apenas &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/capitalismo-digital-destroi-mentes/">Capitalismo digital destrói mentes</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>A narrativa de que a digitalização e o avanço tecnológico representam progresso ilimitado ignora o impacto humano do processo.</h2>
<div class="sc-5836b2ba-1 gyooMR">
<div class="sc-5836b2ba-3 kWfFCu"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-70389 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/10/IMAGEM_NOTICIA_3.jpg" alt="" width="900" height="508" /></div>
</div>
<p>O setor de tecnologia enfrenta uma crise silenciosa e alarmante: os transtornos mentais já superam as doenças crônicas como principal razão para o consumo de medicamentos entre profissionais da área. Dados da Vidalink revelam que, apenas no primeiro semestre deste ano, 54,58% das compras de remédios realizadas por trabalhadores do setor estavam relacionadas à saúde mental, um retrato claro de um modelo de trabalho que esgota e adoece.</p>
<p>A narrativa de que a digitalização e o avanço tecnológico representam progresso ilimitado ignora o impacto humano do processo. Sob a lógica do ultraliberalismo, que romantiza jornadas exaustivas, metas inalcançáveis e hiperconectividade, profissionais da tecnologia são empurrados para um ciclo de pressão constante, instabilidade e sofrimento psíquico.</p>
<p>Ao contrário do que grandes corporações tentam vender com discursos vazios de “bem-estar” e “inovação humanizada”, a realidade mostra que a precarização se espalha muito além dos escritórios modernos e cafés descolados.</p>
<p>No varejo e na indústria, os efeitos da exploração digital também se multiplicam, demonstrando que a pauta da saúde mental é urgente e estrutural. Tratar o cuidado como benefício secundário ou modismo corporativo não responde à crise.</p>
<p>Enfrentar este cenário exige políticas reais de proteção ao trabalhador, redução de jornadas abusivas, valorização profissional, ambientes seguros e acolhedores. Saúde mental não é brinde empresarial, é direito, e somente um projeto que priorize gente, e não lucro, pode garantir isto.</p>
<p>Fonte: Bancários Bahia.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/capitalismo-digital-destroi-mentes/">Capitalismo digital destrói mentes</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
