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	<title>Arquivos Inteligência Artificial - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
	<lastBuildDate>Fri, 25 Jul 2025 13:20:33 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Impacto da IA é irreversível e exige participação de trabalhadores para transição</title>
		<link>https://bancarios.com.br/impacto-da-ia-e-irreversivel-e-exige-participacao-de-trabalhadores-para-transicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 12:41:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Negociação Nacional Bancária sobre Novas Tecnologias, como a IA, e a Atividade Bancária” será o tema do próximo encontro entre Comando Nacional dos Bancários e Fenaban Hoje é impensável descartar a tecnologia e seus impactos no mercado de trabalho. Um estudo da empresa PwC aponta que, só no Reino Unido, a inteligência artificial (IA) pode criar 2,7 &#8230;</p>
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<h3 class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">“Negociação Nacional Bancária sobre Novas Tecnologias, como a IA, e a Atividade Bancária” será o tema do próximo encontro entre Comando Nacional dos Bancários e Fenaban</h3>
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<div class="dd-m-icon__group-icons"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-69367" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/07/systemuploadsnews70c817fa3f40ad6e0a7-700x460xfit-d7203.jpeg" alt="" width="700" height="460" /></div>
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<p>Hoje é impensável descartar a tecnologia e seus impactos no mercado de trabalho. <a href="https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/inteligencia-artificial-vai-transformar-o-mercado-de-trabalho-com-novas-oportunidades/" target="_blank" rel="noopener">Um estudo da empresa PwC</a> aponta que, só no Reino Unido, a inteligência artificial (IA) pode criar 2,7 milhões de empregos líquidos, até 2037.</p>
<p>Já <a href="https://valor.globo.com/brasil/noticia/2025/06/03/ia-generativa-pode-afetar-313-milhoes-de-empregos-no-brasil.ghtml" target="_blank" rel="noopener">outro estudo conduzido pela LCA 4Inteligence</a>, considerando 435 ocupações no Brasil, destaca que 31,3 milhões (de um universo de 103,2 milhões de ocupações no país) serão afetadas, em maior ou menor grau, pela IA. Em entrevista ao jornal Valor Econômico, o responsável pela pesquisa da LCA, Bruno Imaizumi, explicou que a maior probabilidade é que ocorra  &#8220;transformação dos empregos&#8221; e não &#8220;automação total&#8221; na maioria das ocupações, isso porque elas ainda exigirão a intervenção humana.</p>
<p>Por outro lado, das mais de 31 milhões de vagas afetadas, 5,5 milhões correm o risco de sofrerem automatização completa, sendo 4 milhões relacionadas à ocupação de escrituário geral: profissionais que executam tarefas administrativas e que dão suporte em processos burocráticos. Portanto, a chegada da IA e outras formas de tecnologia no mercado de trabalho aponta para três cenários concomitantes: (1) criação; (2) transformação; e (3) eliminação de ocupações.</p>
<p><strong>Qual ou quais desses cenários atingem em maior ou menor grau o ramo financeiro? E como se preparar para essas mudanças com o objetivo de proteger os trabalhadores? Essas são algumas das questões que o Comando Nacional dos Bancários levará para a “Negociação Nacional Bancária sobre Novas Tecnologias, como a IA, e a Atividade Bancária”, prevista para a próxima segunda-feira (28)</strong>.</p>
<p><strong>Impacto da tecnologia no emprego bancário</strong></p>
<p><a href="https://febrabantech.febraban.org.br/evento/febrabantech2025/noticias/pesquisa-febraban-mostra-que-80-dos-bancos-incorporam-ia-nas-operacoes" target="_blank" rel="noopener">Em março deste ano, a Febraban divulgou</a> que 80% dos bancos já incorporaram a IA em suas operações: em 2024, os bancos brasileiros investiram R$ 42,3 bilhões em tecnologia e, em 2025, a expectativa é que esse volume aumente em 13% em relação ao ano anterior, alcançando R$ 47,8 bilhões.</p>
<p>Já um <a href="https://contrafcut.com.br/noticias/emprego-bancario-segue-em-queda-no-primeiro-trimestre-de-2025-aponta-novo-caged/" target="_blank" rel="noopener">relatório mais recente, produzido pelo Dieese</a> com base em dados do Caged, mostra que, no primeiro trimestre de 2025, foram eliminadas 1.197 vagas no setor bancário formal, número 67,8% superior ao registrado no mesmo período de 2024. Em 12 meses, esse corte foi mais expressivo: 7.473 postos a menos, sendo que, só em março, 1.111 vagas bancárias foram extintas.</p>
<p>Por outro lado, os bancos apresentaram aumento de contratação na área de Tecnologia da Informação (TI): em 12 meses foram criadas 1.842 vagas.</p>
<p><strong>“Nos últimos anos, temos discutido com os bancos essa movimentação, que aponta para um fortalecimento das áreas de TI nos bancos. Essa atuação do movimento sindical bancário gerou algumas conquistas importantes, em 2022, na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), como a mesa permanente ‘Negociação Nacional Bancária sobre Novas Tecnologias’ e o comprometimento dos bancos em investir na formação e requalificação de trabalhadores na área de TI, com destaque para bolsas de estudo exclusivas para mulheres”</strong>, explica Juvandia Moreira, coordenadora do Comando Nacional dos Bancários e presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).</p>
<p>A dirigente ressaltou que discutir a questão de gênero nesse processo de ascensão das novas tecnologias é fundamental porque as mulheres estão entre as mais afetadas com essas mudanças. O trabalho da LCA 4Intelligence, por exemplo, destaca que as mulheres têm duas vezes mais chances de serem expostas à IA generativa, por estarem mais concentradas nas ocupações que sofrem maior risco de automação, como áreas administrativas e de atendimento ao cliente.</p>
<p>Já, em relação a queda de emprego no setor bancário, 66,5% das 1.197 vagas fechadas no primeiro trimestre de 2025 correspondiam a vagas que antes eram ocupadas por mulheres. Ao mesmo tempo, na área que mais cresce nos bancos, a de TI, houve uma redução da proporção de mulheres de 31,9%, em 2012, para 25,2%, em 2024. O que significa que, para cada quatro trabalhadores na área de TI dos bancos, apenas um é mulher.</p>
<p><strong>Redução da jornada</strong></p>
<p>Entre as propostas do movimento sindical para equilibrar os ganhos da automação digital nos bancos com os trabalhadores está a redução da jornada de trabalho.</p>
<p><strong>“O que estamos vivenciando neste momento com a IA é comparável aos impactos da máquina à vapor, à energia elétrica, computação e internet, talvez, só que de uma forma mais acelerada. Portanto, não é a primeira vez, para a humanidade, que o trabalho sofreu impactos dos avanços tecnológicos. Como as gerações passadas conseguiram superar esses desafios? <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2007/05/03/jornada-de-trabalho-de-8-horas-na-industria-completa-75-anos" target="_blank" rel="noopener">No século XX, por exemplo, ocorreu o fim das escalas abusivas nas fábricas</a>. E hoje podemos repensar, novamente, a redução semanal da carga horária para evitar a concentração de renda, em benefício de toda a sociedade”</strong>, ressalta Juvandia Moreira .</p>
<p>Ela completa que, neste debate, o que está em jogo não é só a proteção de empregos de uma categoria, mas a conscientização política sobre as mudanças que estão por vir e que poderão determinar se haverá ou não escalada na concentração de renda no mundo e, com isso, um aprofundamento da pobreza. <strong>&#8220;Esses são temas que já estão sendo discutidos em fóruns internacionais que participamos, representando o movimento sindical brasileiro, promovidos por entidades como a Organização Internacional do Trabalho (OIT)”</strong>, salientou a presidenta da Contraf-CUT.</p>
<p>Ela conclui reforçando que as vantagens competitivas trazidas pela IA precisam ser compartilhadas por toda a sociedade.<strong> “Para isso temos que desenvolver estratégias múltiplas e que incluem (1) capacitação de trabalhadores, (2) redução da jornada de trabalho e (3) participação da sociedade nos debates sobre o desenvolvimento dessas tecnologias que afetam a vida de toda a humanidade de forma irreversível”</strong>, pontua.</p>
<p><strong><em>Fonte: Contraf-CUT</em></strong></p>
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		<item>
		<title>CUT promove ciclo de debates sobre: Inteligência Artificial</title>
		<link>https://bancarios.com.br/cut-promove-ciclo-de-debates-sobre-inteligencia-artificial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Oct 2024 12:07:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O objetivo é abordar os impactos e desafios para o mundo do trabalho e a organização sindical A Central Única dos Trabalhadores (CUT), por meio de suas Secretarias de Formação, Geral, Relações Internacionais e SECOM, promoverá o Ciclo de Debates: Inteligência Artificial &#8211; Impactos e Desafios para o Mundo do Trabalho e para a Organização &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>O objetivo é abordar os impactos e desafios para o mundo do trabalho e a organização sindical</h3>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-65968 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-17-at-13.29.58.jpeg" alt="" width="1072" height="598" /></div>
<p>A Central Única dos Trabalhadores (CUT), por meio de suas Secretarias de Formação, Geral, Relações Internacionais e SECOM, promoverá o Ciclo de Debates: Inteligência Artificial &#8211; Impactos e Desafios para o Mundo do Trabalho e para a Organização Sindical. O evento será realizado virtualmente nos dias 31 de outubro, 7, 14, 21, 28 de novembro e 5 de dezembro, sempre das 19h às 21h.</p>
<p>Esse ciclo formativo tem como objetivo explorar os impactos da Inteligência Artificial (IA) no ambiente de trabalho e nas organizações sindicais, abordando temas como o funcionamento da IA, suas aplicações, discriminações algorítmicas e desafios para os trabalhadores.</p>
<h1>Objetivos do Ciclo de Debates:</h1>
<p>Compreender o que é Inteligência Artificial (IA) e seu funcionamento;<br />
Identificar as principais aplicações da IA;<br />
Verificar os impactos diretos e indiretos da IA e suas novas formas de discriminação e controle sobre trabalhadores/as;<br />
Analisar os desafios e oportunidades que a IA representa para a organização sindical dos trabalhadores/as;<br />
Desenvolver estratégias adequadas para enfrentar as transições tecnológicas no mundo do trabalho em defesa da classe trabalhadora.</p>
<h1>Programação:</h1>
<p><strong>31/10 (19h &#8211; 21h)</strong></p>
<p>Introdução à Inteligência Artificial e o Mundo do Trabalho</p>
<p>Palestrante: Atahualpa Blanchet (IEA-USP)</p>
<p><strong>07/11 (19h &#8211; 21h)</strong></p>
<p>Impactos da IA na Organização Sindical</p>
<p>Palestrante: Adriana Marcolino (DIEESE)</p>
<p><strong>14/11 (19h &#8211; 21h)</strong></p>
<p>Estratégias Sindicais, Letramento Digital, Soberania de Dados e Discriminações Algorítmicas</p>
<p>Palestrante: Caroline Coelho (CSA-USP)</p>
<p><strong>21/11 (19h &#8211; 21h)</strong></p>
<p>IA e Negociação Coletiva: Trocas de Experiências Internacionais</p>
<p>Palestrante: UGT/Espanha</p>
<p><strong>28/11 (19h &#8211; 21h)</strong></p>
<p>IA, Privacidade, Ética, Desigualdade e Impactos na Democracia</p>
<p>Palestrante: Miguel Nicolelis (Duke University)</p>
<p><strong>05/12 (19h &#8211; 21h)</strong></p>
<p>Oficina de Engenharia de Prompt para o Movimento Sindical</p>
<p>Palestrante: André Luan Nunes Macedo (UFMG)</p>
<h1><strong>Inscrições:</strong></h1>
<p>O curso será realizado pela plataforma Zoom, e as inscrições estão abertas até o dia 28 de outubro de 2024. Para se inscrever, basta preencher a ficha de inscrição no link: <a href="https://forms.gle/TqDgo1tHRHbiaqC77">Formulário de Inscrição</a>.</p>
<p>Após a inscrição, os participantes serão cadastrados na Plataforma Compartilhada da Formação da CUT, onde terão acesso a textos, vídeos e materiais complementares. Além disso, os inscritos serão adicionados a um grupo de WhatsApp para receber informações adicionais e orientações para o ciclo de debates.</p>
<p><em><strong>Fonte: Contraf-Cut</strong></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Recomendações estratégicas para o futuro da Inteligência Artificial</title>
		<link>https://bancarios.com.br/recomendacoes-estrategicas-para-o-futuro-da-inteligencia-artificial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 12:38:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Documento de São Luís aborda a importância da IA para uma transformação digital inclusiva &#8220;Declaração de São Luís&#8221; é documento que apresenta recomendações estratégicas para o futuro da Inteligência Artificial (IA) dentro da estrutura do G20 a partir de um trabalho conjunto dos grupos de engajamento L20, C20, T20 e W20. O documento aborda a &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="dd-m-display dd-m-display--small dd-m-background-energized-light">
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<h3 class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">Documento de São Luís aborda a importância da IA para uma transformação digital inclusiva</h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-65903 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/10/systemuploadsnews6a48accf8aa41c44c78-700x460xfit-b7449.png" alt="" width="700" height="460" /></p>
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<p>&#8220;Declaração de São Luís&#8221; é documento que apresenta recomendações estratégicas para o futuro da Inteligência Artificial (IA) dentro da estrutura do G20 a partir de um trabalho conjunto dos grupos de engajamento L20, C20, T20 e W20.</p>
<p>O documento aborda a importância da IA para uma transformação digital inclusiva e também se volta para o impacto da tecnologia sobre o futuro do trabalho e a educação.</p>
<p>“Para nós do Labor20, inovações tecnológicas que impactam a vida dos trabalhadores devem ser reguladas por acordos coletivos de trabalho, ao mesmo tempo em que os direitos fundamentais do trabalho estabelecidos pela OIT sejam garantidos e promovidos pelos estados membros do G20. Para isso é crucial o respeito à liberdade sindical, direito de greve e de negociação coletiva”, afirma Antonio Lisboa, coordenador do L20 e secretário de relações internacionais da CUT.</p>
<p>Os autores da declaração conjunta chamam ainda a atenção para os potenciais impactos ambientais que a IA pode ter no consumo de energia e de água. Por outro lado, observa que a tecnologia pode ter um papel importante na mitigação das mudanças climáticas, ao promover práticas ambientais mais limpas e sustentáveis com base em dados otimizados.</p>
<p>Além disso, a declaração incentiva que os países promovam o desenvolvimento tecnológico colaborativo e solidário a fim de haver troca de melhores práticas, conhecimento e experiências em políticas de IA, incluindo governança, ética, privacidade e segurança cibernética.</p>
<p>Para acessar o documento, clique nos links abaixo:</p>
<ul>
<li><a href="https://assets.cut.org.br/system/uploads/ck/20240910%20Sao%20Luis%20Declaration%20Artificial%20Intelligence.pdf" target="_blank" rel="noopener">Declaração de São Luís (por L20, C20, T20 e W20) – documento original em inglês</a></li>
<li><a href="https://assets.cut.org.br/system/uploads/ck/Declara%C3%A7%C3%A3o%20de%20S%C3%A3o%20Lu%C3%ADs_traduzida.pdf" target="_blank" rel="noopener">Declaração de São Luís traduzida para o português:</a></li>
</ul>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Inteligência Artificial afetará entre 40% e 80% dos empregos, segundo estudos</title>
		<link>https://bancarios.com.br/inteligencia-artificial-afetara-entre-40-e-80-dos-empregos-segundo-estudos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 19:23:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para evitar concentração de renda e desemprego em massa, serão necessárias redução da jornada, renda básica universal e taxação de grandes fortunas; para isso, Estados e democracias precisam ser fortalecidos Cerca de 80% dos empregos serão substituídos pela Inteligência Artificial (IA) nas próximas décadas. A avaliação foi divulgada em artigo do bilionário Vinod Khosla, cofundador da Sun &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>Para evitar concentração de renda e desemprego em massa, serão necessárias redução da jornada, renda básica universal e taxação de grandes fortunas; para isso, Estados e democracias precisam ser fortalecidos</h3>
</div>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-65628 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-30-at-14.44.41.jpeg" alt="" width="1072" height="598" /></p>
<div class="news-details__image">
<p>Cerca de <a href="https://epocanegocios.globo.com/futuro-do-trabalho/noticia/2024/09/80percent-dos-empregos-serao-substituidos-por-ia-e-isso-nao-sera-necessariamente-ruim-diz-investidor-bilionario-vinod-khosla.ghtml" target="_blank" rel="noopener">80% dos empregos serão substituídos pela Inteligência Artificial (IA)</a> nas próximas décadas. A avaliação foi divulgada em artigo do bilionário Vinod Khosla, cofundador da Sun Microsystems e investidor da Netscape, Amazon, Google e OpenAI. Em análise, ele completa que o fenômeno não será necessariamente ruim e tem alto potencial de gerar riquezas para todos. Mas isso, se os governos tomarem medidas de regulamentação e a partir de mecanismos que ele mesmo defende, como a renda básica universal e redução da jornada de trabalho semanal.</p>
<p>Caso isso não ocorra, Khosla, que diz estudar tecnologia disruptiva há quatro décadas, aponta que não será possível evitar uma &#8220;distopia econômica&#8221;, ou seja, o processo de concentração de riqueza e desemprego em massa.</p>
<p>&#8220;Khosla fala o que nós temos defendido há bastante tempo: regulação realizada pelo Estado, renda básica e jornada reduzida, de forma que os impactos da tecnologia no mercado de trabalho não resultem no aprofundamento das desigualdades e sim em ganhos sociais para todos e todas&#8221;, observa a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira.</p>
<p>Um <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/internacional/audio/2024-01/inteligencia-artificial-vai-afetar-40-dos-empregos-em-todo-o-mundo" target="_blank" rel="noopener">estudo divulgado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI)</a> em janeiro, apontou, por outro lado, que a IA irá afetar 40% dos empregos em todo o mundo. Em países como Estados Unidos e Reino Unido, o impacto será maior, entre 60% e 70%. No Brasil, a estimativa da entidade é que 41% dos empregos com alta exposição à Inteligência Artificial serão afetados.</p>
<h2><strong>Cenário na categoria bancária</strong></h2>
<p>Levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que, entre 2013 e 2023, houve um crescimento de 453% no número de transações por trabalhador bancário: em 2013 cada trabalhador realizava cerca de 78,5 mil transações por ano. Esse número passou para 434,7 mil transações em 2023. Nesse período de dez anos, o número de bancários e bancárias no país reduziu de 511.833 para 427.878.</p>
<p>Uma das maneiras defendidas pelo movimento sindical bancário para que os ganhos com a tecnologia sejam partilhados com os trabalhadores é a redução da jornada de cinco para quatro dias semanais. Proposta menos ousada que a defendida pelo bilionário Vinod Khosla, que fala de uma semana de trabalho de três ou até um dia. “A vida se tornará mais significativa, pois a necessidade de trabalhar 40 horas por semana pode desaparecer em algumas décadas para os países que se adaptarem a essas tecnologias”, acredita.</p>
<p>&#8220;Quando nós do movimento sindical bancário começamos a defender a jornada reduzida, há alguns anos, parecia que estávamos defendendo uma proposta surreal. Mas agora essa pauta está se mostrando cada dia mais necessária. Porém, para que a gente consiga, em países emergentes como o Brasil, partilhar dos avanços tecnológicos, reforçamos que a população precisa se unir para cobrar do Estado regulação. Somente com Estado forte será possível garantir um futuro socialmente justo, com mais qualidade de vida para estudar, estar com a família e que resulte também no barateamento dos serviços públicos para todos e todas&#8221;, completou.</p>
<p>O Dieese estima ainda que a implementação da jornada de quatro dias semanais, entre os bancários que hoje realizam jornada de 37 horas semanais, teria o potencial de criar mais de 108 mil vagas no setor, ou 25% do total de vagas que existem atualmente. &#8220;Seriam geradas ainda mais 240 mil vagas, ou 55,5% da quantidade atual, caso a jornada reduzida fosse implementada entre os trabalhadores que hoje realizam jornada semanal de 30 horas&#8221;, completa o economista do Dieese responsável pelos cálculos, Gustavo Cavarzan.</p>
<h2><strong>Concentração sem precedentes</strong></h2>
<p>Em junho, durante <a href="https://contrafcut.com.br/noticias/em-discurso-na-oit-lula-cobra-taxacao-de-fortunas-nao-ha-democracia-com-fome/" target="_blank" rel="noopener">sua participação na 112ª Sessão da Conferência Internacional do Trabalho (CIT)</a>, realizada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), o presidente Lula destacou que nunca no mundo existiram tantos bilionários como na atualidade. &#8220;Estamos falando de 3 mil pessoas que detêm quase US$ 15 trilhões em patrimônio. Isso representa a soma dos PIBs do Japão, da Alemanha, da Índia e do Reino Unido&#8221;, completou.</p>
<p>Além da renda básica universal e redução da jornada, a taxação de grandes fortunas é outro instrumento defendido por estudiosos para tentar reverter o violento processo de concentração. Um deles é o economista Thomas Piketty, considerado um dos maiores especialistas sobre economia da desigualdade e redistribuição de renda.</p>
<p>A <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2017/12/13/internacional/1513193348_895757.html" target="_blank" rel="noopener">Pesquisa Desigualdade Mundial 2018</a>, que ajudou a coordenar, aponta que a partir dos anos 1980, o setor privado passou a assumir grande parte dos recursos que antes eram de patrimônio público, isso em quase todos os países: ricos ou emergentes. &#8220;Enquanto a riqueza nacional aumentou substancialmente, o patrimônio público hoje é negativo ou próximo de zero nos países ricos&#8221;, completam os autores da pesquisa que aponta para a necessidade de taxação de grandes fortunas, para a recuperação do patrimônio público, e isso inclui a disponibilidade de serviços essenciais como saúde, educação e, agora, enfrentamento das crises decorrentes das mudanças climáticas.</p>
<p>Já segundo o <a href="https://contrafcut.com.br/noticias/concentracao-de-renda-aumenta-em-todo-o-mundo/" target="_blank" rel="noopener">relatório Desigualdade S.A, produzido pela Oxfam</a>, divulgado neste ano, sete das 10 maiores corporações do mundo têm um bilionário como principal acionista. O mesmo trabalho aponta que a fortuna dos cinco homens mais ricos do mundo mais que dobrou desde 2020 (passou de US$ 405 bilhões para US$ 869 bilhões), ao mesmo tempo em que as quase cinco bilhões de pessoas mais pobres ficaram ainda mais pobres.</p>
<p>“O setor produtivo e os recursos financeiros estão concentrados em uma escala sem precedentes na história da humanidade. Considerando os avanços tecnológicos e, ainda, que <a href="https://contrafcut.com.br/noticias/grandes-empresas-de-tecnologia-detem-informacoes-politicas-e-economicas/" target="_blank" rel="noopener">apenas cinco grandes empresas de tecnologia no mundo</a> (Amazon, Microsoft, Alibaba, Google e Huawei) detém hoje 81,2% do mercado mundial de infraestrutura de serviços e isso inclui mecanismos de IA que estão e serão implementados, temos um desafio muito grande para evitar a ‘distopia econômica’, ou seja, o processo de concentração de riqueza e desemprego em massa, alertado por Khosla, e isso só será possível com democracias fortes, e democracias fortes só acontecem com Estados fortes e organizações atuantes da sociedade civil organizada”, pontua Juvandia Moreira.</p>
<p><strong><em>Fonte: Contraf</em></strong></p>
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		<title>IA pode afetar 37 milhões de trabalhadores no Brasil</title>
		<link>https://bancarios.com.br/ia-pode-afetar-37-milhoes-de-trabalhadores-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2024 16:56:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A inteligência artificial generativa (IAGen) pode impactar cerca de 37 milhões de trabalhadores no Brasil, o que corresponde a 37% dos postos de trabalho, e as mulheres têm maior risco de serem substituídas pela tecnologia, segundo estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT). De acordo com relatório da entidade, entre 26% e 38% dos empregos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A inteligência artificial generativa (IAGen) pode impactar cerca de 37 milhões de trabalhadores no Brasil, o que corresponde a 37% dos postos de trabalho, e as mulheres têm maior risco de serem substituídas pela tecnologia, segundo estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT).</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-64883 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Captura-de-Tela-2024-08-07-as-18.31.13.png" alt="" width="629" height="351" /></p>
<p>De acordo com relatório da entidade, entre 26% e 38% dos empregos na América Latina e Caribe podem ser influenciados pela IAGen — ou seja, o impacto no Brasil está entre os mais altos estimados para a região. A inteligência artificial generativa é aquela usada para gerar conteúdos, como textos, imagens e músicas, por exemplo.</p>
<p>Segundo a OIT, no entanto, “é mais provável que a tecnologia aumente e transforme os empregos, em vez de os automatizar totalmente. Especificamente, entre 8% e 14% dos empregos poderiam ter melhor produtividade graças à IAGen, enquanto apenas entre 2% e 5% enfrentam o risco de automatização total”.</p>
<p><strong>Mulheres</strong></p>
<p>Na média da região, assim como no Brasil, a OIT destaca que o percentual de risco de automação é duas vezes maior para mulheres do que para homens.</p>
<p>Segundo o documento, “mulheres que trabalham em áreas urbanas, são mais jovens, não são pobres, atuam em setores formais (principalmente nos setores bancário, de finanças ou administração pública), ou que tenham maior grau de instrução, estão mais expostas à automação pela IAGen”.</p>
<p>Além disso, destaca, “a possível perda de empregos bem remunerados, formais e qualificados causada pela automação possibilitada pela IAGen em setores dominados por mulheres teria impactos negativos para as já altamente desiguais e informais economias na região”.</p>
<p><strong>Recomendações</strong></p>
<p>Para lidar com a nova realidade que pode ser gerada pelo uso dessa tecnologia, a OIT aponta algumas recomendações dirigidas aos governos e legisladores.</p>
<p>“Os governos devem estabelecer políticas públicas que visem proteger os empregos, minimizar as disrupções provocadas pela perda de empregos resultante da IAGen, e maximizar os possíveis benefícios à produtividade à medida que a IAGen seja mais difundida no ambiente de trabalho”, destaca a entidade.</p>
<p>Neste sentido, sugere, entre outras medidas, a implantação de programas permanentes de aprendizagem para mitigar as perdas de empregos e aumentar a produtividade e o fortalecimento das competências fundamentais dos trabalhadores para que usem as novas ferramentas de IAGen no trabalho, visando aumentar sua produtividade e criatividade.</p>
<p>Além disso, chama atenção para a importância do aumento da proteção social “para estabilizar transições e lidar com lacunas de gênero, uma vez que os trabalhos predominantemente realizados por mulheres estão expostos à automação de maneira desproporcional”.</p>
<p><em><strong>Fonte: Portal Vermelho</strong></em></p>
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		<title>Paralisação global de TI revela vulnerabilidade da dependência de monopólio de bigtechs</title>
		<link>https://bancarios.com.br/paralisacao-global-de-ti-revela-vulnerabilidade-da-dependencia-de-monopolio-de-bigtechs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 16:36:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imunidade chinesa revelou a dimensão do colapso causado por uma única empresa americana, e a necessidade de geração de tecnologia doméstica para proteção e garantia de segurança nacional Um colapso global da tecnologia da informação paralisou organizações ao redor do mundo, afetando desde companhias aéreas, bancos, bolsas de valores, passando por grandes supermercados, empresas de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Imunidade chinesa revelou a dimensão do colapso causado por uma única empresa americana, e a necessidade de geração de tecnologia doméstica para proteção e garantia de segurança nacional</h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-64411 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Captura-de-Tela-2024-07-22-as-19.02.32.png" alt="" width="795" height="530" /></p>
<div class="fb-recommendations-bar" data-href="https://feebbase.com.br/site/mais-noticias/ca-da-caixa-convoca-presidente-da-caixa-asset-para-prestar-esclarecimentos" data-read-time="30" data-action="like" data-trigger="onvisible" data-side="right" data-num_recommendations="2">
<div class="row row-small">
<div id="single-the-title" class="column large-12 small-12 text-center mt-30">
<p>Um colapso global da tecnologia da informação paralisou organizações ao redor do mundo, afetando desde companhias aéreas, bancos, bolsas de valores, passando por grandes supermercados, empresas de mídia, universidades e até hospitais, embora os computadores domésticos ou de pequenas empresas tenham escapado, assim como a maioria dos sistemas chineses. Esse incidente levanta sérias preocupações para profissionais de segurança cibernética, empresas e governos, destacando a interdependência das redes organizacionais, serviços de computação em nuvem e a internet, bem como as vulnerabilidades criadas por essa dependência do monopólio de uma única empresa sobre determinada tecnologia.</p>
<p>O incidente de 19 de julho de 2024 sublinha a fragilidade da sociedade moderna baseada em informações e a necessidade urgente de fortalecer a resiliência cibernética e diversificar a segurança nas cadeias de suprimentos de software. A indisponibilidade desse dia não tem precedentes em sua escala e gravidade. O termo técnico para o que aconteceu com os computadores afetados é que eles foram “tijolados”. Esta palavra se refere a esses computadores que se tornaram tão inúteis por esta indisponibilidade que eles se tornaram tijolos.</p>
<p>A causa mais básica do caos foi uma atualização automática defeituosa do software de segurança cibernética Falcon, amplamente utilizado pela CrowdStrike, que fez com que PCs executando o sistema operacional Windows da Microsoft travassem. É por isso que as empresas têm recebido a “tela azul da morte” [uma tela de computador com uma mensagem de erro indicando uma falha do sistema]. Infelizmente, muitos servidores e PCs precisaram ser consertados manualmente, e várias das organizações afetadas têm milhares desses dispositivos espalhados pelo mundo.</p>
<p>O grande problema é que não se pode consertar esse problema remotamente. É preciso entrar em cada máquina separadamente e colocá-la no modo “seguro” ou “recuperação” para isolar o software. A partir daí, você deve conseguir reiniciar a máquina e fazê-la funcionar novamente. Mas se você for uma grande empresa global com um grande patrimônio de TI distribuído, isso vai levar muito tempo. Levará dias para que elas trabalhem fisicamente em todas essas máquinas. Como os hospitais em Londres que foram atacados com ransomware em 3 de junho. O sistema de saúde pública inglês ainda está sofrendo.</p>
<p>CrowdStrike é uma empresa de segurança cibernética dos EUA e Falcon é um de seus produtos de software que as organizações instalam em seus computadores para mantê-los seguros contra ataques cibernéticos e malware. Sua função é monitorar o que está acontecendo nos computadores em que está instalado, procurando por sinais de atividade nefasta (como malware). Quando detecta algo suspeito, ajuda a bloquear a ameaça. Nesse sentido, o Falcon é um pouco como um software antivírus tradicional, mas com esteroides. Como é um produto direcionado, e personalizados, para grandes corporações, não afetou computadores domésticos.</p>
<p>Mais do que isso, no entanto, ele também precisa ser capaz de bloquear ameaças. Por exemplo, se ele detectar que um computador que ele está monitorando está se comunicando com um hacker em potencial, o Falcon precisa ser capaz de desligar essa comunicação. Isso significa que o Falcon é firmemente integrado ao software principal dos computadores em que ele roda – Microsoft Windows.</p>
<p><strong>Impacto global e perdas econômicas</strong></p>
<p>O Crowdstrike tem sido um grande sucesso – seu software de segurança é usado por centenas de milhares de grandes clientes ao redor do mundo. Então, companhias aéreas, aeroportos, ferrovias, hospitais, bolsas de valores… estão todos caindo, a partir da Austrália quando eles acordaram para trabalhar na sexta-feira.</p>
<p>Incidentes de tecnologia moderna, sejam ataques cibernéticos ou problemas técnicos, continuam a paralisar o mundo de maneiras novas e complexas. A falha de atualização do CrowdStrike não apenas criou caos no mundo dos negócios, mas também perturbou a sociedade global. As perdas econômicas resultantes de tais incidentes, incluindo perda de produtividade, custos de recuperação e interrupção de negócios, provavelmente serão extremamente altas.</p>
<p>Curiosamente, em 11 de junho de 2024, uma publicação no blog da própria CrowdStrike previu uma situação em que o ecossistema global de computação poderia ser comprometido por tecnologia defeituosa de um fornecedor. No entanto, eles provavelmente não esperavam que seu próprio produto fosse a causa. Outra ironia sobre esse incidente é que os profissionais de segurança têm encorajado organizações a implantar tecnologia de segurança avançada como esta por décadas. No entanto, essa mesma tecnologia agora resultou em uma grande interrupção como não víamos há anos.</p>
<p><strong>Golpes e explorações</strong></p>
<p>Organizações podem desabilitar alguns de seus dispositivos de segurança da Internet para tentar se antecipar ao problema, mas isso pode abrir brechas para criminosos cibernéticos. É provável que as pessoas sejam alvos de vários golpes que se aproveitam do pânico ou da ignorância sobre o problema. Usuários sobrecarregados podem aceitar ofertas de assistência falsa, levando ao roubo de identidade ou ao desperdício de dinheiro em soluções falsas.</p>
<p>Organizações e usuários precisarão esperar até que uma correção esteja disponível ou tentar se recuperar por conta própria se tiverem capacidade técnica. Mas, quando questionados sobre que medidas tomar para se proteger de um novo evento, os maiores técnicos de segurança cibernética apresentam respostas genéricas e paliativas que não garantem nada.</p>
<p><strong>Razões para a imunidade chinesa</strong></p>
<p>Apesar disso, a China mostrou uma luz no fim do túnel, ao escapar em grande parte ilesa da paralisação global de tecnologia da informação. A razão para a imunidade da China é bastante simples: o software de segurança cibernética da CrowdStrike é pouco utilizado no país. Poucas organizações chinesas compram software de uma empresa americana que, no passado, tem sido crítica em relação à ameaça cibernética representada por Pequim.</p>
<p>Além disso, a China não depende tanto da Microsoft quanto o resto do mundo. Empresas domésticas como Alibaba, Tencent e Huawei dominam o setor de serviços em nuvem, reduzindo significativamente a dependência de soluções estrangeiras.</p>
<p>Os relatos de interrupções na China, quando ocorreram, foram principalmente em empresas ou organizações estrangeiras. Em sites de mídia social chineses, alguns usuários reclamaram que não conseguiam fazer check-in em cadeias internacionais de hotéis como Sheraton, Marriott e Hyatt nas cidades chinesas.</p>
<p><strong>Estratégia de substituição tecnológica</strong></p>
<p>Nos últimos anos, organizações governamentais, empresas e operadores de infraestrutura na China têm substituído cada vez mais os sistemas de TI estrangeiros por nacionais. Alguns analistas chamam essa rede paralela de “splinternet”.</p>
<p>“É um testemunho da estratégia da China no gerenciamento das operações tecnológicas estrangeiras,” afirma Josh Kennedy White, um especialista em cibersegurança baseado em Singapura.</p>
<p>A Microsoft opera na China através de um parceiro local, a 21Vianet, que gerencia seus serviços de forma independente da infraestrutura global da Microsoft. Esse arranjo isola os serviços essenciais da China – como bancos e aviação – de interrupções globais.</p>
<p><strong>Segurança Nacional</strong></p>
<p>Pequim vê a redução da dependência de sistemas estrangeiros como uma forma de fortalecer a segurança nacional. Isso é semelhante à maneira como alguns países ocidentais baniram a tecnologia da empresa chinesa Huawei em 2019, ou a decisão do Reino Unido de proibir o uso do TikTok, de propriedade chinesa, em dispositivos governamentais em 2023.</p>
<p>Desde então, os Estados Unidos lançaram um esforço concentrado para proibir a venda de tecnologias avançadas de chips semicondutores para a China, além de tentar impedir que empresas americanas invistam em tecnologia chinesa. O governo dos EUA afirma que todas essas restrições são motivadas por questões de segurança nacional, embora os graves problemas de segurança nacional sofridos mundo afora sejam todos causados por empresas americanas.</p>
<p><strong>Reação da mídia chinesa</strong></p>
<p>Um editorial publicado no sábado pelo jornal estatal Global Times fez uma referência velada às restrições impostas à tecnologia chinesa.</p>
<p>“Alguns países falam constantemente sobre segurança, generalizam o conceito de segurança, mas ignoram a verdadeira segurança; isso é irônico”, afirmou o editorial. O argumento é que os EUA tentam ditar as regras sobre quem pode usar a tecnologia global e como ela deve ser usada, enquanto uma de suas próprias empresas causou um caos global devido à falta de cuidado.</p>
<p>O Global Times também criticou os gigantes da internet que “monopolizam” a indústria: “Confiar exclusivamente nas principais empresas para liderar os esforços de segurança na rede, como alguns países defendem, pode não apenas prejudicar o compartilhamento inclusivo dos resultados de governança, mas também introduzir novos riscos de segurança.”</p>
<p>O incidente global de tecnologia destacou a vulnerabilidade das infraestruturas cibernéticas globais e a eficácia da estratégia da China de depender de soluções tecnológicas domésticas. Enquanto o resto do mundo luta para se recuperar, a China continua a fortalecer sua posição em cibersegurança e independência tecnológica.</p>
<p><em><strong>Fonte: Vermelho</strong></em></p>
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		<title>Método usa inteligência artificial para detectar fake news com sucesso de 94%</title>
		<link>https://bancarios.com.br/metodo-usa-inteligencia-artificial-para-detectar-fake-news-com-sucesso-de-94/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2024 14:10:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Técnica desenvolvida por mestrando da Federal Fluminense possibilita a análise textual de notícias para verificar se são verdadeiras ou não. Ideia é criar ferramenta online Como forma de contribuir para o combate às fake news no ambiente digital, um mestrando da Universidade Federal Fluminense (UFF) desenvolveu um método para a detecção desse tipo de publicação &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="row row-small">
<div id="single-the-title" class="column large-12 small-12 text-center mt-30">
<h3>Técnica desenvolvida por mestrando da Federal Fluminense possibilita a análise textual de notícias para verificar se são verdadeiras ou não. Ideia é criar ferramenta online</h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-64248 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/07/fakenews-pesquisa_canva.jpg" alt="" width="1890" height="1063" /></p>
</div>
</div>
<div class="row row-small">
<div class="column large-12 small-12">
<div class="post-info ">
<p>Como forma de contribuir para o combate às fake news no ambiente digital, um mestrando da Universidade Federal Fluminense (UFF) desenvolveu um método para a detecção desse tipo de publicação usando recursos de inteligência artificial (IA). A técnica é capaz de diferenciar o que é verdadeiro ou falso com precisão de 94%.</p>
<p>Para se chegar a este resultado, foram analisadas mais de 30 mil mensagens publicadas na rede social X (antigo Twitter). Ao todo, foram testadas três formas diferentes de averiguação, das quais duas tiveram os melhores resultados e podem ser usadas juntas, de maneira complementar.</p>
<p>A primeira consiste em alimentar um algoritmo com notícias verdadeiras e treiná-lo para reconhecê-las. A outra é semelhante no que se refere à análise textual, mas em vez do uso de algoritmo, foi utilizada metodologia estatística, que analisa a frequência com que determinadas palavras e combinações de palavras aparecem nas fake news.</p>
<p>“A ideia é desenvolver uma ferramenta online em que o usuário possa copiar e colar um texto e que indique se o mesmo apresenta indícios de uma notícia falsa”, explica ao <strong>Portal Vermelho</strong> o professor e orientador da pesquisa, Diogo Mattos. A técnica resulta de estudo feito pelo engenheiro de telecomunicações Nicollas Rodrigues, em sua dissertação de mestrado pela UFF.</p>
<p>Mattos acrescenta que o método “visa somente analisar o estilo textual para identificar características que sugiram que o texto é uma notícia falsa ou não. Por só analisar o texto, a ferramenta não depende de dados de propagação do conteúdo em redes sociais ou informações dos usuários que o compartilha”.</p>
<p>A motivação para a pesquisa, diz, deve-se ao “aumento do número de notícias falsas divulgadas e o interesse público pelo tema das fake news, verificado a partir do crescimento na quantidade de buscas no Google desde de 2016”.</p>
<p>A ferramenta pode ajudar inclusive aqueles que acreditam saber diferenciar o que é fato do que é falso. Pesquisa divulgada em abril e feita pelo Instituto Locomotiva mostrou que quase 90% da população brasileira admite ter acreditado em conteúdos não verdadeiros. Segundo o levantamento, oito em cada dez brasileiros já deu credibilidade a <em>fake news</em>. Mesmo assim, 62% confiam na própria capacidade de diferenciar informações falsas e verdadeiras.</p>
<p>Outra pesquisa, de 2022, feita pela Poynter Institute, escola de jornalismo e organização de pesquisas americana, aponta que no Brasil, quatro em cada dez pessoas dizem receber notícias falsas todos os dias.</p>
<p>Diante dos resultados promissores obtidos pela pesquisa, o professor explica que agora o foco é a publicação de artigos científicos que divulguem essas conclusões e dêem publicidade aos métodos testados.</p>
<p>Ele acrescenta que foram desenvolvidos ainda alguns projetos em parceria com órgãos de fomento (CNPq, Capes e Faperj) e com a Prefeitura de Niterói que focam a identificação de fake news e uso de IA para o tratamento de textos.</p>
<p><em><strong>Fonte: Vermelho</strong></em></p>
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			</item>
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		<title>Inteligência artificial traz riscos e requer marco regulatório, diz Villas Bôas Cueva</title>
		<link>https://bancarios.com.br/inteligencia-artificial-traz-riscos-e-requer-marco-regulatorio-diz-villas-boas-cueva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2024 14:53:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada vez mais presentes nas atividades do dia a dia, os mecanismos de inteligência artificial (IA) trazem consigo um risco à sociedade. Diante desse quadro, nomes relevantes do setor de tecnologia clamam por regras, e os países já se mobilizam para criar seus marcos regulatórios a fim de garantir segurança no uso de tais ferramentas, &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-column elementor-col-66 elementor-top-column elementor-element elementor-element-dfc7374" data-id="dfc7374" data-element_type="column">
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<div class="elementor-element elementor-element-150f06e elementor-widget__width-initial conteudo-post elementor-widget elementor-widget-theme-post-content" data-id="150f06e" data-element_type="widget" data-widget_type="theme-post-content.default">
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<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-64136 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/07/ministro-ricardo-villas-boas-cueva5.png" alt="" width="691" height="437" /></p>
<p>Cada vez mais presentes nas atividades do dia a dia, os mecanismos de inteligência artificial (IA) trazem consigo um risco à sociedade. Diante desse quadro, nomes relevantes do setor de tecnologia clamam por regras, e os países já se mobilizam para criar seus marcos regulatórios a fim de garantir segurança no uso de tais ferramentas, afirma o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, do Superior Tribunal de Justiça.</p>
<p>Para Cueva, IA já faz parte do cotidiano das pessoas, mas suscita problemas sérios</p>
<p>Especialista no tema, tendo presidido a comissão de juristas que propôs subsídios à regulação da inteligência artificial no Brasil, o ministro traçou um panorama da questão na série “Grandes Temas, Grandes Nomes do Direito”, na qual a revista eletrônica Consultor Jurídico ouve algumas das mais influentes personalidades do Direito sobre os assuntos de maior relevância da atualidade.</p>
<p>Para Cueva, a sociedade já se beneficia dos aspectos positivos da inteligência artificial, “seja quando pedimos um crédito, uma contratação de um seguro ou de um beneficio, ou as câmeras de reconhecimento facial”. Porém, junto com os inúmeros prós, há também os contras, como os riscos aos direitos de personalidade, de invasão de privacidade e de discriminação de pessoas.</p>
<p>“Há, sobretudo agora, com esses modelos de linguagem ampliada, de IA generativa, como os chatboxes [caso do ChatGPT], o risco de informações erradas, que possam conduzir as pessoas a conclusões erradas. E também o risco de que esses mecanismos ampliem desmesuradamente a desinformação, o que ameaça até mesmo os processos políticos da democracia”, disse o ministro.</p>
<p>Ele lembrou que os possíveis impactos negativos da inteligência artificial já levaram executivos de tecnologia e importantes pesquisadores — incluindo Elon Musk, da Tesla, e o pioneiro da IA Yoshua Bengio — a pedir uma moratória no desenvolvimento de novas ferramentas do tipo.</p>
<p>As dúvidas em torno do uso da IA também mobilizam os legisladores ao redor do mundo, segundo o ministro. É o que ocorre na União Europeia, já em avançado estágio de discussão do projeto de sua pioneira Lei de Inteligência Artificial, nos Estados Unidos e também no Brasil, com o Projeto de Lei 2.338/2023, que dispõe sobre o uso da IA no país.</p>
<p>“Então, já se discutem alguns modelos de regulação que levam em conta a classificação de riscos, pois alguns são considerados excessivos, outros considerados altos, outros razoáveis, e para cada um desses riscos há a necessidade de normas específicas.” Tudo isso seria supervisionado por uma autoridade encarregada de evitar abusos no uso da tecnologia.</p>
<p>Quanto ao Poder Judiciário, os uso dos algoritmos pode fornecer informações adicionais e relevantes — desde que fidedignas —, ajudando os magistrados na tomada de decisão. Na avaliação do ministro, porém, a tecnologia não pode dar a palavra final no lugar do magistrado.</p>
<p>“Fala-se também nos modelos de justiça preditiva, que seriam modelos pelos quais o magistrado teria uma análise prévia de toda a jurisprudência que já existe a respeito, com muita precisão, para evitar tratamento antiisonômico de casos iguais, para evitar que haja a chamada ‘loteria judiciária’, e que haja decisões diferentes para casos idênticos.”</p>
<p>Assista o vídeo:<br />
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<div class="elementor-shortcode">Fonte e foto: <a href="https://www.conjur.com.br/2023-mai-25/ia-traz-riscos-requer-marco-regulatorio-villas-boas-cueva">Conjur</a></div>
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		<title>Alerta! Bancos investem pesado em GenIA</title>
		<link>https://bancarios.com.br/alerta-bancos-investem-pesado-em-genia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jul 2024 14:38:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) aponta que em 2023 o total de gastos e investimentos dos bancos brasileiros com tecnologia chegou a R$ 39 bilhões. Para este ano a expectativa é de crescimento de 21%, totalizando mais de R$ 47 bilhões. Os avanços tecnológicos são importantes para a sociedade, mas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Levantamento do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) aponta que em 2023 o total de gastos e investimentos dos bancos brasileiros com tecnologia chegou a R$ 39 bilhões. Para este ano a expectativa é de crescimento de 21%, totalizando mais de R$ 47 bilhões.</h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-64094 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/07/IMAGEM_NOTICIA_3-2024-07-01T113434.318.jpg" alt="" width="900" height="576" /></p>
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<p>Os avanços tecnológicos são importantes para a sociedade, mas não podem significar extinção de emprego e prejuízos. O sistema financeiro tem se aproveitado bastante. Estudo do IBV (Institute for Business Value) da IBM revela que 86% das organizações bancárias em todo o mundo, o que inclui o Brasil, estão desenvolvendo ou se preparando para entrar em operação com uso de IA generativa (GenIA).</p>
<p>Quando se trata do uso nos bancos da América Latina, quatro pilares se destacam na pesquisa entre os executivos: 31% disseram que a aplicação da tecnologia tem como foco o engajamento do cliente. Depois aparecem operações de risco, compliance e segurança (25%), recursos humanos, marketing e operações de compras (25%) e, por fim, desenvolvimento de TI (19%).</p>
<p>Grande parte dos bancos pesquisados (78%) está implementando taticamente a tecnologia em pelo menos um caso de uso. Já os demais (8%) estão focando na implementação de IA nos negócios.</p>
<p>Os bancários, que estão em campanha salarial e lutam pela manutenção dos empregos, veem com preocupação o investimento pesado em IA, enquanto as demissões e os fechamentos de agências crescem.</p>
<p>Levantamento do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) aponta que em 2023 o total de gastos e investimentos dos bancos brasileiros com tecnologia chegou a R$ 39 bilhões. Para este ano a expectativa é de crescimento de 21%, totalizando mais de R$ 47 bilhões.</p>
<p><em><strong>Fonte: bancariosbahia</strong></em></p>
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		<title>Grandes empresas de tecnologia detêm informações políticas e econômicas</title>
		<link>https://bancarios.com.br/grandes-empresas-de-tecnologia-detem-informacoes-politicas-e-economicas-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 12:43:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se o Brasil já amarga o fato de ser um país de desenvolvimento industrial tardio, o cenário fica ainda pior quando analisamos a produção de tecnologias digitais com o selo 100% verde e amarelo, justamente em um setor central para a correlação de poder no mundo: Inteligência Artificial (IA). O alerta é do doutor em &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Se o Brasil já amarga o fato de ser um país de desenvolvimento industrial tardio, o cenário fica ainda pior quando analisamos a produção de tecnologias digitais com o selo 100% verde e amarelo, justamente em um setor central para a correlação de poder no mundo: Inteligência Artificial (IA). O alerta é do doutor em Ciências Políticas da Universidade de São Paulo (USP) e professor da Universidade Federal do ABC (UFABC), Sérgio Amadeu, que palestrou na mesa “IA e seus impactos na vida, no emprego e na sociedade”, durante a 26ª Conferência Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, no sábado (8/6).</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-63934 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/06/26_conferencia_nacional_colonialismo_digital_fed21-1.jpeg" alt="" width="1024" height="571" /></p>
<p>Apesar de ter um número expressivo de universidades e centros de pesquisa, estruturas públicas que geram grande quantidade de dados e inúmeras empresas de estatais de tecnologia da informação, o país não aparece entre os desenvolvedores de modelos significativos de IA.</p>
<p>“A maioria ou quase a totalidade dos países está destinada a ter papel secundário ou irrelevante no ecossistema de desenvolvimento das tecnologias chamadas de inteligentes. E as barreiras para a entrada no setor estão se elevando em níveis superiores aos do mundo industrial”, destacou Amadeu, que também é militantes na batalha pelo software livre.</p>
<p>Dados de 2022, apresentados por ele no evento, mostram que os Estados Unidos possuíam, naquele ano, 16 sistemas significativos de aprendizado de máquinas, o Reino Unido oito e a China três. Canadá e Alemanha possuíam dois sistemas, cada um, e França, Índia, Israel, Rússia e Singapura um sistema por país.</p>
<p>“Há também uma concentração significativa no mercado de armazenamento de dados e dos chamados serviços de nuvem”, continuou o ativista digital. “Em 2021, apenas cinco empresas detinham 81,2% desse mercado mundial de infraestrutura de serviços”, completou. Essas cinco grandes empresas da tecnologia (big techs) são Amazon (com 38,9% do mercado); Microsoft (21,1%); Alibaba (9,5%); Google (7,1%); e Huawei (4,6%). Sendo que, no ano seguinte, em 2022, a Amazon e Microsoft ampliaram ainda mais a participação neste mercado para 40% e 21,5%, respectivamente.</p>
<p><strong>Dependência</strong><br />
Amadeu ressaltou que essa divisão internacional não pode ser avaliada apenas do ponto de vista competitivo e comercial, de empresas e países que concentram a oferta de IA, mas do controle de informações decisivas para a segurança e dependência nacional.</p>
<p>“Em seu livro Colonialismo digital: o império dos EUA e o novo imperialismo no Sul Global, Michel Kwet afirmou que o colonialismo digital, exercido principalmente pelos Estados Unidos, se baseia no controle do hardware, software e conectividade. No texto, ele escreve que ao controlar o ecossistema digital, as grandes corporações controlam também experiências mediadas pelos computadores e isso lhes dá direito sobre questões políticas, econômicas e culturais, portanto sobre o domínio de vidas. Esse é um novo controle imperial&#8221;, completou o cientista político.</p>
<p>Pesquisa realizada pela Educação Vigiada, também utilizada na palestra por Sérgio Amadeu, revela que 71,53% das universidades brasileiras utilizam os e-mails do Google e outras 7,64% e-mails da Microsoft.</p>
<p>Amadeu destacou ainda que, durante o mandato de Bolsonaro, em 2020, o governo brasileiro, por meio do Ministério da Educação, contratou a Microsoft, que passou a hospedar em sua nuvem o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) que, atualmente, tem a inscrição de mais de 1,5 milhão de estudantes.</p>
<p>Outro caso que chama ainda mais a atenção é do SouGov.br, que precisa ser utilizado pelos servidores do poder público federal, lançado também durante a gestão Bolsonaro, em 2021. Ao aceitar os termos de uso e política de privacidade do aplicativo, o usuário é chamado a consentir com a transferência internacional de suas informações à Microsoft, responsável pelo sistema.</p>
<p><strong>Cada vez mais caro e complexo</strong><br />
Um ponto crítico dessa escalada de produção de IA é que, por ter a produção altamente concentrada, sua atualização está cada vez mais complexa e cara, tornando difícil a quebra de oligopólios no setor.</p>
<p>Sérgio Amadeu mostrou que, em 2022, a indústria era responsável por 32 dos sistemas significativos de aprendizado de máquinas, enquanto que, parcerias entre indústria e academia responsáveis por um sistema, organizações colaborativas e coletivos de pesquisa por dois sistemas cada um, a academia por um sistema e setores sem fins lucrativos (que em anos anteriores chegaram a se desenvolver na área) já não tinham nenhum sistema em andamento.</p>
<p>O cientista político também citou uma matéria publicada na MIT Technology Review, sobre a privatização da IA que revelou que, atualmente, para competir no setor é necessária uma “enorme intensidade de recursos para produzir resultados dignos”, poder que somente as grandes empresas detém, tornando cada vez mais difícil a geração no meio acadêmico.</p>
<p>A título de exemplo, o chat GPT-2, lançado pela Microsoft no final de 2019, foi treinado com 1,5 bilhão de parâmetros. O sistema mais atualizado, chat GPT-3, foi treinado com 175 bilhões de parâmetros e a previsão é que o GPT-4 leve essa escala aos trilhões.</p>
<p>O PaLM, concorrente do GPT, desenvolvido pela Google e lançado em 2022, foi treinado com 540 bilhões de parâmetros e custou cerca de US$ 8 bilhões (valor 160 vezes maior do que custou o GPT-2).</p>
<p><strong>Desafios do Brasil para enfrentar o cenário</strong><br />
“O pesquisador de desenvolvimento científico, Nathan Rosenberg, evidenciou que um país pode ser usuário, copiador ou desenvolvedor de tecnologias digitais e o Brasil é usuário”, destacou Sérgio Amadeu, completando que, atualmente, “os elementos essenciais que sustentam a revolução tecnológica são os semicondutores, as infraestruturas de armazenamento e de processamento”.</p>
<p>Amadeu observou que o Brasil é um país fornecedor de dados para big techs, com usuários de serviços e produtos desenvolvidos e treinados com dados da população que tem desenvolvedores de aplicativos. No entanto, estes utilizam grandes modelos que rodam nas estruturas das gigantes da tecnologia. Mas, para o cientista político, há caminhos estratégicos para o Brasil superar este cenário.</p>
<p>“As nossas condições reais estão no número expressivo de universidades, centros de pesquisa, de estruturas públicas que geram grande qualidade de dados, além da diversidade cultural&#8221;, pontuou. &#8220;Também temos inúmeras empresas estatais de tecnologia da informação, uma economia diversificada e usuária intensa de tecnologias informacionais e grande autonomia na gestão da internet do país&#8221;, completou.</p>
<p>Entretanto, para aproveitar essas condições, os empecilhos que o país precisa superar não são fáceis e incluem a cultura do menor esforço das elites nacionais e que detém recursos que poderiam ser investidos no setor. &#8220;Soma-se a isso a consolidação da doutrina neoliberal no país, que bloqueia investimentos expressivos em áreas públicas para tecnologia da informação&#8221;, frisou o ativista digital. &#8220;E, além da dependência forte de softwares e hardwares fundamentais, temos grandes dificuldades na formação de técnicos, engenheiros e matemáticos&#8221;, concluiu.</p>
<p>Fonte: Texto e foto da Contraf.</p>
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