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	<title>Arquivos Juventude - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
	<lastBuildDate>Mon, 07 Jun 2021 13:12:27 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Fórum Mundial debate desafios e caminhos para a juventude trabalhadora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jun 2021 13:12:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Juventude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 500 pessoas de 72 países e 162 sindicatos filiados a UNI Global Union participaram do Fórum Mundial de Juventude, realizado virtualmente nos dias 3 e 4 de junho Dos cerca de 50 milhões de jovens brasileiros com idade de 15 a 29 anos, cerca de metade está desempregada. Na média do país, a &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mais de 500 pessoas de 72 países e 162 sindicatos filiados a UNI Global Union participaram do Fórum Mundial de Juventude, realizado virtualmente nos dias 3 e 4 de junho</em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-47042 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Sem-título.jpg" alt="" width="618" height="384" /></p>
<p>Dos cerca de 50 milhões de jovens brasileiros com idade de 15 a 29 anos, cerca de metade está desempregada. Na média do país, a taxa dos nem-nem (nem trabalha e nem estuda) cresceu de 23,66% no último trimestre de 2019 para 29,33% no segundo trimestre do ano passado – recorde histórico, de acordo com estudo elaborado pelo Centro de Políticas Sociais da FGV Social, braço da Fundação Getúlio Vargas – depois retrocedendo a 25,52% de outubro a dezembro de 2020.</p>
<p>O estudo, feito entre o primeiro e o terceiro trimestres de 2020, revelou que o ganho médio de adolescentes inseridos no mercado de trabalho com idade entre 15 e 19 anos caiu 34% em relação ao ano anterior. A faixa etária dos 20 aos 24 anos teve queda de 25% e, entre 25 a 29 anos, uma perda de 22%.</p>
<p>Os mais novos foram os mais afetados pelo desemprego desde o início da pandemia do coronavírus: a taxa foi de 31% para jovens adultos e chegou a 53% entre adolescentes. O percentual relacionado à força de trabalho em geral é de 17%.</p>
<p>No setor informal, que abriga 80% dos jovens trabalhadores no mundo, o impacto também foi sentido. Ao todo, o número de jovens que não têm emprego, educação ou treinamento, já somava 21% no início do ano passado e é provável que aumente em 2021, segundo o documento do Fórum Econômico Mundial “Global Risks Report 2021” (“Relatório de riscos globais de 2021”).</p>
<p>Neste cenário preocupante e desafiador, 532 pessoas de 72 países e 162 sindicatos filiados a UNI Global Union participaram do Fórum Mundial de Juventude, realizado virtualmente na quinta-feira 3 e sexta-feira 4 de junho.</p>
<p>“Com o nome Jovenes de Pie – Youth Rise Up, o fórum debateu questões importantes para a juventude trabalhadora de todo o mundo nos diversos painéis temáticos apresentados, dentre eles sobre direitos humanos, sindicalização e a insegurança no mercado de trabalho, com aumento dos trabalhos informais”, disse Lucimara Malaquias, presidenta da UNI Américas Juventude e Coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander.</p>
<p>Karen Souza, dirigente sindical e bancária do Bradesco, ressaltou que o fórum contribuiu para a organização contra os ataques e retrocessos que a classe trabalhadora vem enfrentando.</p>
<p>“A realização do fórum permite que os sindicatos filiados à Uni Global, sediada na Suíça, troquem experiências e tirem direcionamentos para ações a serem tomadas em defesa dos empregos e dos trabalhadores”, explicou.</p>
<p>O Fórum aprovou um plano de lutas para os próximos quatros anos e os comitês regionais deverão debater novas propostas e estratégias em breve.</p>
<p>A UNI Global Union representa mais de 20 milhões de trabalhadores em mais de 150 países e tem forte presença e atuação sindical no setor de serviços. Organizada em regiões e setores, busca contribuir para o fortalecimento internacional de categorias profissionais e de debates relevantes aos trabalhadores, dentre eles, o da Juventude.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> SPBancários</p>
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		<title>UNI realizará fórum para debater questões da juventude trabalhadora</title>
		<link>https://bancarios.com.br/uni-realizara-forum-para-debater-questoes-da-juventude-trabalhadora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2021 12:50:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Juventude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além de ser um espaço de formação, fórum contribuirá com a organização contra ataques aos direitos dos trabalhadores A UNI Global Union, sediada em Nyon, na Suíça, realizará nos dias 3 e 4 de junho um Fórum Mundial da Juventude para discutir sobre direitos humanos, mudança climática, precarização do trabalho, sindicalização, formação entre outros temas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-element elementor-element-5464db98 elementor-widget elementor-widget-theme-post-excerpt" data-id="5464db98" data-element_type="widget" data-widget_type="theme-post-excerpt.default">
<div class="elementor-widget-container"><em>Além de ser um espaço de formação, fórum contribuirá com a organização contra ataques aos direitos dos trabalhadores</em></div>
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<figure class="wp-caption"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-46910 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/06/tag-forum-de-juventude-da-uni-global.jpeg" alt="" width="618" height="372" /><figcaption class="widget-image-caption wp-caption-text"></figcaption></figure>
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<p>A UNI Global Union, sediada em Nyon, na Suíça, realizará nos dias 3 e 4 de junho um Fórum Mundial da Juventude para discutir sobre direitos humanos, mudança climática, precarização do trabalho, sindicalização, formação entre outros temas voltados aos interesses da juventude trabalhadora.</p>
<p>“O fórum é um espaço importante não apenas para a formação de novas lideranças da juventude sindical, mas também para direcionar a organização dos trabalhadores num cenário de retrocessos que vivenciamos não apenas no Brasil, mas em todo o mundo”, disse a presidenta da UNI Américas Juventude, Lucimara Malaquias.</p>
<p>“Os jovens, juntamente com as mulheres, são os mais atingidos pela onda de retrocessos que se instalou em todo o mundo. Precisamos nos organizar para combater as políticas recessivas, os cortes de direitos, recuperar espaço perdido e avançar na luta por novas conquistas”, disse a secretária de Juventude da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Fernanda Lopes. “O Fórum Mundial da Juventude da UNI dará grande contribuição neste sentido”, completou.</p>
<p>A atividade será realizada inteiramente pela internet, com a utilização do aplicativo de videoconferências Zoom. Todos os painéis temáticos contarão com tradução para a Língua Portuguesa e para as demais línguas dos participantes.</p>
<p>A UNI Global Union representa mais de 20 milhões de trabalhadores em mais de 150 países e tem forte presença e atuação sindical no setor de serviços. Organizada em regiões e setores, busca contribuir para o fortalecimento internacional de categorias profissionais e de debates relevantes aos trabalhadores, dentre eles, o da Juventude.</p>
<p>A participação se dará por meio de <a href="https://uniglobalunion-org.zoom.us/meeting/register/tZAvfuCtrzIrE9F7ElXvgjp-K2taAezGvX5K" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inscrições prévias</a>, levando em, conta a idade limite de 35 anos.</p>
<p>Fonte: Contraf/Cut</p>
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		<title>Pacto pela inclusão de jovens negras e negros no mercado de trabalho é lançado</title>
		<link>https://bancarios.com.br/pacto-pela-inclusao-de-jovens-negras-e-negros-no-mercado-de-trabalho-e-lancado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jun 2018 17:51:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Juventude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Pacto pela Inclusão Social de Jovens Negras e Negros no Mercado de Trabalho de São Paulo foi lançado na sede do Ministério Público do Trabalho (MPT-SP). O documento foi elaborado pela Coordenadoria Nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidade e Eliminação da Discriminação no Trabalho (Coordigualdade) do MPT, com a participação de várias instituições &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2018/06/pacto-pela-inclusao-de-jovens-negras-e-negros-no-mercado-de-_5733df7d071a29ec344725f33077f828.jpeg"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-29882 alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2018/06/pacto-pela-inclusao-de-jovens-negras-e-negros-no-mercado-de-_5733df7d071a29ec344725f33077f828-300x178.jpeg" alt="" width="300" height="178" /></a></p>
<div class="content">
<p>O Pacto pela Inclusão Social de Jovens Negras e Negros no Mercado de Trabalho de São Paulo foi lançado na sede do Ministério Público do Trabalho (MPT-SP). O documento foi elaborado pela Coordenadoria Nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidade e Eliminação da Discriminação no Trabalho (Coordigualdade) do MPT, com a participação de várias instituições e entidades dos movimentos negros.</p>
<p>O secretário de Combate ao Racismo da Contraf, Almir Aguiar, que participou do evento, afirmou que existe preconceito no sistema financeiro e a ausência de negros e negras é visível, tanto o Censo da Diversidade de 2008, como de 2014. “A participação dos negros é pequena diante dos 450 mil trabalhadores do setor. A cor da pele dificulta não só o acesso como também a ascensão profissional.”</p>
<p>Para o secretário de Combate ao Racismo da Contraf, os bancos deveriam assinar o Pacto pela Inclusão Social de Jovens Negras e Negros no Mercado de Trabalho e amplia-lo para todo o país. “A Bahia é um exemplo clássico, é um estado predominantemente negro, e ainda tem poucos negro trabalhando no setor”, completou.</p>
<p>A procuradora Valdirene de Assis, representante nacional da Coordigualdade, disse que o objetivo do Pacto é fortalecer e efetivar políticas e ações voltadas à população negra, buscando ampliar a sua inserção e ascensão ao mercado de trabalho. “Ele estabelece formas de ampliar a qualificação e a capacitação desse público, além de conscientizar a sociedade, agentes públicos e colaboradores da iniciativa privada sobre a importância da diversidade racial nos segmentos empresariais e governamentais.”</p>
<p>Durante o evento foi inaugurado ainda o Fórum Estadual de Prevenção e Combate à Discriminação Racial nas Relações de Trabalho, que terá encontros bimestrais e constituição proposta pelo Ministério Público do Trabalho e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro participará. &#8220;A proposta do Pacto das empresas admitirem jovens negras e negros egressos do sistema de cotas, universitários negros e negras beneficiários de bolsas e cotistas e estudantes negros e negras de programa de pós-graduação, não é diferente do debate que a CGROSS vem fazendo com a Fenaban. A representação da Fenaban disse que vem treinando alguns jovens negros para possível contratação. O Pacto mostra que a Fenaban precisa sair desse atraso e ser mais inclusiva, não basta fazer o treinamento, tem que efetivamente contratar negras e negros e inseri-los no sistema financeiro&#8221;, finalizou Almir Aguiar.</p>
</div>
<p id="page-author">Fonte: Contraf</p>
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		<title>IBGE: um terço dos jovens desempregados. Nos preparemos para maiores ataques</title>
		<link>https://bancarios.com.br/ibge-um-terco-dos-jovens-desempregados-nos-preparemos-para-maiores-ataques/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 May 2018 15:40:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Juventude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No ano passado, o governo golpista de Michel Temer aprovou a Reforma Trabalhista, que retirava uma série de direitos conquistados pelos trabalhadores e modificava a relação entre empregado e empregador, tornando-a muito mais favorável para os empresários. Descarregando assim, o preço da crise econômica que assola o país nas costas dos trabalhadores. Porém, ao contrário &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_29132" aria-describedby="caption-attachment-29132" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2018/05/arton23030-a87fd.jpg"><img loading="lazy" class="wp-image-29132 size-medium" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2018/05/arton23030-a87fd-300x186.jpg" alt="" width="300" height="186" /></a><figcaption id="caption-attachment-29132" class="wp-caption-text">Fonte: Daniel Verpa</figcaption></figure>
<p>No ano passado, o governo golpista de Michel Temer aprovou a Reforma Trabalhista, que retirava uma série de direitos conquistados pelos trabalhadores e modificava a relação entre empregado e empregador, tornando-a muito mais favorável para os empresários. Descarregando assim, o preço da crise econômica que assola o país nas costas dos trabalhadores.</p>
<p>Porém, ao contrário do que o governo golpista prometeu, a taxa de desemprego no país só aumentou com a reforma. Segundo dados do IBGE, a taxa de desemprego no primeiro trimestre de 2018 está em 13,1%, em comparação ao 4º trimestre de 2017, a taxa de desemprego subiu em todo o país.</p>
<p>A taxa de desemprego no Nordeste foi a que mais subiu, chegando a 15,9% este ano, mais que a taxa nacional. Em seguida vem o sudeste, que tem a maior concentração populacional do país em que há 13,8% de desempregados. Na região Norte o desemprego chegou aos 12,7%, no Centro-Oeste ficou em 10,05% e no Sul 8,4%, isso apenas no 1º trimestre de 2018.</p>
<p>A crise econômica é bastante profunda e todas as medidas tomadas pelo governo vem no sentido de tentar salvar os empresários e banqueiros dela, retirando diretos, precarizando as condições de vida, além de cortar investimentos na educação e na saúde.</p>
<p>O programa que os setores golpistas da burguesia querem para o país, aprofundando muito os ataques, mostra a dificuldade para conquistar apoio, como se mostra em cada pesquisa eleitoral. Ao mesmo tempo o PT, mesmo que adotando outro discurso, promete &#8220;responsabilidade fiscal&#8221;, ou seja, seguir honrando o pagamento da dívida, organizando a economia nacional para este saque imperialista enquanto atacam nossos direitos.</p>
<p>Os problemas estruturais do país, vísiveis em cada nova estatística, mostram como ao contrário do que a mídia tanto falou, o pior da crise ainda não passou. Precisamos nos preparar para maiores ataques e a necessária resposta dos trabalhadores.</p>
<p>Fonte: Esquerda Diário</p>
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		<item>
		<title>Como a crise econômica impacta a vida da juventude?</title>
		<link>https://bancarios.com.br/como-crise-economica-impacta-vida-da-juventude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Dec 2017 14:58:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Juventude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil vem enfrentando a maior crise econômica da sua história. A queda do Produto Interno Bruto por dois anos consecutivos impacta nossas vidas no que tange ao aumento do desemprego, queda dos investimentos, diminuição do rendimento médio das famílias, entre outras dimensões econômicas. A política econômica adotada pela equipe do governo golpista de Michel Temer &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-27022 alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2017/12/39158362511_8e33b2e9d8_z-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" />O Brasil vem enfrentando a maior crise econômica da sua história. A queda do Produto Interno Bruto por dois anos consecutivos impacta nossas vidas no que tange ao aumento do desemprego, queda dos investimentos, diminuição do rendimento médio das famílias, entre outras dimensões econômicas.</p>
<p>A política econômica adotada pela equipe do governo golpista de Michel Temer tem nos levado ladeira abaixo. O governo tem compreendido as causas da atual crise econômica como de crescimento exagerado do gasto público. Nessa perspectiva, o remédio do corte drástico da despesa primária, ou seja, de tudo o que é orçamento do governo que não vai para honrar as obrigações financeiras, é amargo e profundamente ineficiente, o que agrava ainda mais o quadro do paciente.</p>
<p>A atual crise brasileira tem a ver com a queda da receita. Cortar gastos em uma economia em crise só contribui para que a receita caia ainda mais! Em momento de crise – em que nem as famílias e nem as empresas tem condições de se endividar – apenas o Estado teria condições de fazer uma política “anticíclica” garantindo os níveis de renda interna, assim preservando empregos e investimento.</p>
<p>Neste cenário, os trabalhadores são os mais afetados. Dentro da classe trabalhadora – que não é homogênea – podemos afirmar seguramente que mulheres, negros e jovens ficam ainda mais vulneráveis às crises e às políticas de “austeridade”, como corte de gastos públicos e arrochos salariais. Nessa reflexão falaremos somente da juventude.</p>
<p>a) Uma das principais características das crises são o aumento expressivo do desemprego. Nesse contexto os jovens sempre são mais afetados. Atualmente a taxa de desemprego entre jovens de até 29 anos está em 28% (PNAD Contínua IBGE 2017). Isso quer dizer que a cada quatro jovens, um está desempregado;</p>
<p>b) Esse crescimento do desemprego entre a juventude não é explicado somente pela contração e fechamento de postos de trabalho. O percentual de jovens desempregados antes da crise era muito menor porque grande parte deles não estava procurando emprego. Ocorre que com a crise, aquela família que conseguia manter um filho estudando por mais tempo já não consegue mais &#8211; ou porque tem algum membro desempregado ou porque caiu muito a renda familiar. Assim, esse jovem começa a pressionar a taxa de desemprego, o que é ruim para a economia nacional, mas muito pior para aquele jovem que podia só estudar e assim concorrer com melhores condições a uma vaga nas universidades ou mesmo a um emprego melhor qualificado;</p>
<p>c) O rotatividade também é maior entre os jovens. Isso quer dizer que nós jovens somos os primeiros a sermos demitidos em momentos de aperto financeiro;</p>
<p>d) As políticas de cortes de gastos, a exemplo a Emenda Constitucional (EC) 95, impacta – sobretudo – as possibilidade de futuro dos jovens, na medida em que congela os gastos em educação, que é uma política que acompanha a juventude por quase todo seu desenvolvimento;</p>
<p>e) Além disso, cortes em outras políticas públicas que tendem a se intensificar em momentos de crise – a exemplo da extinção do Passe Livre para estudantes na cidade de São Paulo – prejudicam as formas de estudo e lazer, principalmente da juventude das periferias.</p>
<p>Esses são apenas alguns exemplos que ajudam a compreender que as crises econômicas e suas políticas neoliberais de resolução no curto prazo, tem impactos sociais permanentes, contribuindo para frustrar um dos principais sonhos da juventude, que expressa-se na perspectiva de um futuro melhor.</p>
<p>Se esses problemas são coletivos, restam-nos saídas também coletivas, que passam pela organização social dos jovens e a defesa de um outro projeto de nação!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Brasil de Fato</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Governo Rui Costa ataca mais uma vez a educação</title>
		<link>https://bancarios.com.br/governo-rui-costa-ataca-mais-uma-vez-a-educacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2017 16:17:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Juventude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na manhã desta quarta-feira (29), a juventude conquistense foi à rua lutar contra o fechamento do Nilton Gonçalves. Com um cortejo fúnebre, estudantes, professores e população, enterraram a educação para denunciar mais este desmando do governo do estado. Esta já é a quarta escola pública fechadas em Vitória da Conquista. O governo que tem construído &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-26782 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2017/11/DSC_0365-1024x678.jpg" alt="" width="618" height="409" /></p>
<p>Na manhã desta quarta-feira (29), a juventude conquistense foi à rua lutar contra o fechamento do Nilton Gonçalves. Com um cortejo fúnebre, estudantes, professores e população, enterraram a educação para denunciar mais este desmando do governo do estado.<br />
Esta já é a quarta escola pública fechadas em Vitória da Conquista. O governo que tem construído presídios para serem entregues para iniciativa privada, deixou o imóvel onde funciona a escola Nilton Gonçalves com um atraso de mais de 20 meses de aluguel, como denuncia Enoque Matos, professor, “É importante que a sociedade saiba que um governo que não tem uma política séria para educação fecha escola e abre presídios, nós repudiamos essa atitude covarde do governo do estado, que pretende fechar uma escola que atende uma região de mais ou menos cinco bairros”.<br />
Com o fechamento desta escola, os estudantes serão remanejados para outras escolas, o que resultará em um maior descolamento ainda mais difícil e a superlotação de salas de aula.<br />
O movimento cobra um pronunciamento do governador Rui Costa sobre a situação, com a perspectiva de construção de uma nova escola e o pagamento dos alugueis atrasados, mas ainda não foram atendidos.</p>
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		<title>Bancária da CEF/Conquista participa de encontro internacional</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bancaria-da-cefconquista-participa-de-encontro-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2017 16:16:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Juventude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A bancária da CEF/Vitória da Conquista e diretora da Federação dos Bancários BA/SE, Daniele Couto, representou a categoria no 4º Encuentro de la Juventud Trabajadora del Cono Sur, da Federação Sindical Mundial &#8211; FSM, que aconteceu em Buenos Aires, Argentina, nos dias 28, 29 e 30 de setembro. Na oportunidade, jovens de vários países puderam &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-26193 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2017/10/624c8a96-c9b2-4e50-947f-97edb3cc9760-1024x576.jpg" alt="" width="618" height="348" /></p>
<p>A bancária da CEF/Vitória da Conquista e diretora da Federação dos Bancários BA/SE, Daniele Couto, representou a categoria no 4º Encuentro de la Juventud Trabajadora del Cono Sur, da Federação Sindical Mundial &#8211; FSM, que aconteceu em Buenos Aires, Argentina, nos dias 28, 29 e 30 de setembro. Na oportunidade, jovens de vários países puderam debater qual o papel dos trabalhadores no atual cenário de ofensiva conservadora de se alastra por toda a América Latina.</p>
<p>O evento que contou com a presença de Ernesto Freyre, responsável da FSM na América Latina e Caribe e representou o fortalecimento da classe trabalhadora. “No encontro tivemos a oportunidade de compartilhar experiências de luta e sem dúvida isso nos fortalece enquanto classe. Nosso horizonte foi discutir o papel da juventude no atual cenário de ofensiva conservadora de se alastra por toda a América Latina. Pontuamos os aspectos da revolução tecnológica e seus impactos no mundo do trabalho, também sobre a ofensiva conservadora neoliberal que afeta o movimento sindical”, pontua Daniele Couto.</p>
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		<title>A juventude e as consequências do desemprego e das reformas antipopulares</title>
		<link>https://bancarios.com.br/a-juventude-e-as-consequencias-do-desemprego-e-das-reformas-antipopulares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jul 2017 16:37:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-24627 size-medium" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2017/07/35634723911_7f74b0d2ff_z-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></p>
<p>Até pouco tempo atrás as políticas públicas de inserção social, ainda que bastante tímidas, animaram boa parte dos jovens do Grande Recife e das cidades interioranas a sonharem mais alto. Sendo os primeiros da família a entrar na universidade ou acessando os programas de primeiro emprego, a busca dos jovens por oportunidades de melhoria deixava de ser um sonho inatingível.</p>
<p>A diferença para o momento atual é grande. Em pouco mais de um ano após o golpe, já foram muitos os ataques a direitos e derrotas impostas a essa população. Além de enfrentarem a maior dificuldade dos últimos 16 anos para se inserirem no mercado de trabalho, com uma taxa de desemprego que chega a 28,8% entre a faixa etária de 18 a 24 anos (IBGE, 2017), a juventude têm sofrido as consequências de uma série de projetos antipopulares, entre os quais a diminuição de recursos destinados à educação, além das reformas em curso, como a da Previdência social e a trabalhista, todas projetadas pelo atual governo Michel Temer com apoio da maioria do Congresso Nacional e dos setores conservadores da sociedade, especialmente do empresariado.</p>
<p>Os impactos dessas reformas podem agravar ainda mais o cenário de incertezas e desigualdades enfrentadas pela juventude pernambucana no dia a dia, pois a parcela da população mais afetada será a que está em busca do primeiro emprego ou que se inseriu recentemente no mundo do trabalho. A reforma trabalhista, ao flexibilizar os contratos, retira garantias e proteções fundamentais dos trabalhadores e trabalhadoras, quadro que se agrava ainda mais entre os jovens negros e as mulheres, historicamente discriminados nesse setor. Já a reforma da Previdência pesa como mais uma ameaça aos direitos dessa geração, pois considerando que há uma maior rotatividade nos postos de trabalho ocupados pelos jovens, o tempo de permanência no mercado de trabalho formal para obter a aposentadoria integral se torna superior aos 49 anos. Em outras palavras, mesmo para quem começar a trabalhar aos 16 anos, a idade de aposentadoria será superior aos 65 anos.</p>
<p>Ao contrário do atual governo, que trabalha nos bastidores do Congresso Nacional para aprovar essas reformas de forma ligeira e sem discussão com outros atores sociais, eventos políticos e culturais nas periferias, escolas e universidades movimentam os jovens para operar mudanças nesse cenário. Através de entidades, movimentos sociais e jovens artistas, cada vez mais, o enfrentamento popular contra os projetos que colocam em risco a vida e os direitos da juventude toma corpo e formas diversas de resistências.</p>
<p>Com a clareza de que só a mobilização popular pode barrar as reformas do governo golpista, é fundamental continuar convocando os jovens, as mulheres e homens trabalhadores, em cada bairro, local de trabalho, escolas, universidades e igrejas, dispostos a lutar pelo restabelecimento da democracia através das eleições diretas, e permitir que o povo tenha o direito de decidir os rumos do país.</p>
<p>Fonte: Brasil de Fato</p>
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