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	<title>Arquivos LGBTI - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
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		<title>Encontro das Bancárias, Diversidade e Inclusão será no dia 25 de abril</title>
		<link>https://bancarios.com.br/encontro-das-bancarias-diversidade-e-inclusao-sera-no-dia-25-de-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 10:43:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco de Brasília]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança no trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o tema “Vozes que Transformam”, a Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (Feebbase) realiza o primeiro Encontro das Mulheres, Diversidade e Inclusão, que acontecerá no dia 25 de abril, durante todo o dia, no Hotel Portobello, em Salvador. O Encontro tem como público prioritário as mulheres, @s LGBTQIAPN+ e as Pessoas com Deficiência &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-71981 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_encontro_vozes_que_transformam_a45b4-240x300.jpeg" alt="" width="282" height="335" /></p>
<p>Com o tema “Vozes que Transformam”, a Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (Feebbase) realiza o primeiro Encontro das Mulheres, Diversidade e Inclusão, que acontecerá no dia 25 de abril, durante todo o dia, no Hotel Portobello, em Salvador.</p>
<p>O Encontro tem como público prioritário as mulheres, @s LGBTQIAPN+ e as Pessoas com Deficiência (PcD). No entanto, o evento é aberto aos bancários e bancárias da Bahia e Sergipe, interessados em debater formas de garantir igualdade de oportunidades e de direitos para todos os trabalhadores e trabalhadoras do ramo financeiro.</p>
<p>O Encontro acontece em duas partes. Pela manhã haverá uma discussão conjunta sobre temas que interessam às mulheres, @s LGBTQIAPN+ e as Pessoas com Deficiência (PcD). Pela tarde, cada segmento ocupará uma sala, para que possa discutir pautas específicas.</p>
<p>Quem tiver interesse em participar, deve ficar atento aos comunicados do sindicato de sua base, para saber as regras para inscrição.</p>
<p><strong><em>Fonte: FEEB/BA-SE</em></strong></p>
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		<title>Parada do Orgulho LGBT+ sai às ruas cobrando acesso à assistência social</title>
		<link>https://bancarios.com.br/parada-do-orgulho-lgbt-sai-as-ruas-cobrando-acesso-a-assistencia-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 13:11:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGBTI]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-58217 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/06/systemuploadsckparada203jpg-620x349xfit-e43d1.jpg" alt="" width="620" height="349" /></p>
<p>A Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo saiu às ruas neste domingo (11) sob o tema “Políticas Sociais para LGBT+ – Queremos por inteiro e não pela metade”. Dezenas de milhares de pessoas compareceram ao evento, iniciado na Avenida Paulista,em São Paulo,mani. No manifesto deste ano, a Associação da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, organizadora do evento, denuncia majoritariamente invisibilidade perante a assistência social do país. O documento inclui também outras revindicações como respeito à moradia e acesso a educação e saúde.</p>
<p><strong>SUAS</strong><br />
“Muito falamos do SUS, o Sistema Único de Saúde, que é exemplo para o mundo, apesar de algumas falhas. Mas pouco, ou quase nada, é falado do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Presente em todo o Brasil, o SUAS deveria garantir a proteção social aos cidadãos, prestando apoio a indivíduos, famílias e à comunidade no enfrentamento de suas dificuldades por meio de serviços, benefícios, programas e projetos. No entanto, mostra-se fragilizado quando se trata do público LGBT+”, pontua o grupo no documento.</p>
<p>“A maior parte dos seus planos, programas, projetos, serviços e benefícios são disfarçadamente direcionados às famílias e indivíduos cisgêneros e heterossexuais. Essas distorções ficam evidenciadas quando procuramos fazer parte desses programas, que possuem requisitos quase sempre inalcançáveis pelas genealogias LGBT+. Não existe um olhar específico para essa comunidade, que sobrevive em um país que viola suas vidas”, acrescenta.</p>
<p>“Nosso objetivo é tornar o SUAS mais conhecido dentro da comunidade e do ativismo LGBT+. Precisamos legitimar nossa luta e fazer com que o nosso país atenda e entenda as especificidades dessa parcela da população brasileira. É urgente enfrentar a discriminação e a exclusão, que agrava a situação dessas pessoas, além de fomentar o vício em drogas, o que as leva a viver nas ruas e passar fome.”</p>
<p><strong>Moradia, saúde e educação</strong><br />
Além do SUAS, a parada traz à tona problemas relacionados a moradia, educação e saúde. “Não há qualquer diretriz que garanta, nos residenciais com construção em andamento no Brasil, uma cota específica de moradias para pessoas LGBT+ de baixa renda”, dizem. “Segundo dados da Pesquisa do Orgulho, conduzida pelo Datafolha, em parceria com Havaianas e a organização internacional All Out, pelo menos 37% da população LGBT+ têm dificuldade de acesso à educação, enquanto quase 40% enfrentam diariamente o preconceito em serviços de saúde.”</p>
<p><strong>Oportunidade de debater</strong></p>
<p>A parada lembrou, ainda de acordo com o manifesto, “gestão desastrosa do desgoverno de extrema direita de Jair Bolsonaro. Assistimos atônitos aos ataques à democracia, tentativas de golpe, volta da fome, Amazônia devastada e abandono do povo brasileiro. Entre tantas intemperanças ao estado de direito, vimos também a retirada da população LGBT+ das Políticas de Direitos Humanos”. Agora, eles veem, com o governo do presidente Lula, oportunidade de debater a assistência social para a comunidade LGBT+. O momento é agora!”.</p>
<p>Por fim, colocam o caminho a ser seguido. “É necessário discutir temas evidenciados na política de assistência social que possam gerar respostas e soluções para os problemas que estamos enfrentando. Queremos reivindicar um modelo de gestão participativa, onde o SUAS articule esforços e recursos dos municípios, estados e união para a execução e o financiamento de políticas nacionais de assistência social LGBT+. As Paradas de Orgulho têm enorme poder de jogar luz sobre temas esquecidos ou ignorados pelo poder público.”</p>
<p><strong>Silvio Almeida, Zé Gotinha e Rita Lee</strong></p>
<p>Diversas personalidades compareceram ou foram lembradas na Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo. Um dos destaques foi o ministro de Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida. “Todas as pessoas que estão aqui devem ter muito orgulho de estarem vivas,apesar de um mundo que as violentas”, afirmou, de acordo com a <em>Folha de S.Paulo</em>. “Depois de todos esses anos que vivemos, estamos fazendo uma grande virada. O que se demanda aqui não é favor, é dever do Estado brasileiro, e estou aqui como representante do governo. É dever do Estado zelar pela saúde e garantir educação e que todas as pessoas tenham acesso a emprego e renda de forma digna.”</p>
<p>A festa na Paulista teve a lembrança de personagens marcantes, como as cantoras Gal Costa e Rita Lee, que morreram recentemente. O Zé Gotinha, personagem simbolo da vacinação brasileira, também compareceu sendo inclusive chamado para subir em um dos trios elétricos. Foram registradas, ainda, a presença de diversas personalidades famosas do mundo da música e televisão.</p>
<p>Fonte:  Contraf.</p>
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		<title>Combate à LGBTfobia é dever de todos</title>
		<link>https://bancarios.com.br/combate-a-lgbtfobia-e-dever-de-todos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 12:08:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGBTI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Internacional de Luta contra a LGBTfobia de 2023, nesta quarta-feira (17), o Brasil tem muito a refletir e repudiar. No ano passado, foram registradas pelo menos 273 mortes violentas de pessoas LGBTQIA+ no país. Foram 228 assassinatos, 30 suicídios e 15 mortes por outras causas, como decorrentes de lesões por agressão. Os dados &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-57777" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/05/lgbtqia-lgbtfobia.jpeg" alt="" width="755" height="455" /></p>
<p>No Dia Internacional de Luta contra a LGBTfobia de 2023, nesta quarta-feira (17), o Brasil tem muito a refletir e repudiar. No ano passado, foram registradas pelo menos 273 mortes violentas de pessoas LGBTQIA+ no país. Foram 228 assassinatos, 30 suicídios e 15 mortes por outras causas, como decorrentes de lesões por agressão.</p>
<p>Os dados são do <a href="https://observatoriomorteseviolenciaslgbtibrasil.org/dossie/mortes-lgbt-2022/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Observatório de Mortes Violentas Contra LGBTI+</a>. Os números, porém, podem ainda ser piores, pois, como não há números oficiais sobre esses crimes, o levantamento é feito principalmente a partir de informações divulgadas pela imprensa.</p>
<p>Para Adilson Barros, da direção da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), “o dia 17 tem sua referência na luta para mudar toda situação de violência e descaso de uma parcela da população, enquanto grande parte da sociedade discrimina e ignora leis e iniciativas para sua inclusão”.</p>
<h3><strong>Uma vítima a cada 32 horas</strong></h3>
<p>As maiores vítimas são travestis e transexuais, com 58% das mortes. Em seguida vêm os casos de gays, com 35%, e de lésbicas e de homens trans com 3% cada. No total, a média é de uma pessoa LGBTQIA+ morta por causa violenta a cada 32 horas no Brasil.</p>
<p>As vítimas tinham de 13 a 75 anos, com concentração maior entre jovens adultos, de 20 a 29 anos (33,33%). O Nordeste, com 118 casos, e o Sudeste, com outros 71, foram as regiões mais hostis contra pessoas LGBTQIA+.</p>
<p>Adilson, que também é militante dos movimentos LGBTQIA+, ressalta que “mesmo com mudanças na forma de olhar social e biologicamente, os LGBTQIA+ ainda não estão em um mundo confortável para os caminhos do respeito e compreensão da igualdade”.</p>
<p>Ele também observa que a questão é preocupante não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. “Ainda hoje, há pelo menos 69 países que criminalizam relacionamentos consensuais entre pessoas do mesmo sexo, alguns inclusive com pena de morte”, completa.</p>
<h3><strong>Ambiente ruim</strong></h3>
<p>O dossiê do Observatório mostra em 2022 uma redução de 14% de casos, em relação a 2021, quando foram elencadas 316 mortes violentas no Brasil. No entanto, em relação a 2000, quando o levantamento começou a ser feito e registrou 130 mortes, o aumento é de 108%. Por isso, o relatório afirma que os dados, vistos no longo prazo, indicam que o ambiente político e social brasileiro continua a estimular a LGBTfobia.</p>
<h3><strong>No trabalho</strong></h3>
<p>A aceitação de profissionais LGBTQIA+ é outro ponto que precisa de atenção, conforme Adilson. “As empresas em geral, e os bancos em particular, precisam estar preparados para receber essa população e aprender a lidar com a diversidade no dia a dia. A contratação por orientação sexual e identidade de gênero deve ser tratada como uma conquista, um avanço nos direitos”, diz. Para o militante, “a partir desse processo, campanhas de combate à discriminação no local de trabalho ganharão fôlego e contribuirão para a construção de um ambiente de trabalho saudável”.</p>
<p>O secretário de Políticas Sociais da Contraf-CUT, Elias Jordão, afirma que “a dedicação ao tema por parte da Contraf-CUT tem trazido avanços à categoria bancária, como cláusulas que estendem os direitos aos casais homoafetivos, o combate à discriminação e o direito à manifestação da identidade visual”.</p>
<p>Outro ponto destacado pelo dirigente é “o processo de reorganização do coletivo LGBTQIA+, que atuará no sentido de cobrar dos bancos e da sociedade mais visibilidade e contratações da população LGBTQIA+, além de outras lutas, que este novo momento do país nos permite, com um governo popular e democrático”.</p>
<h3><strong>Defenda-se</strong></h3>
<p>Conheça aqui a cartilha <a href="https://antrabrasil.files.wordpress.com/2020/03/cartilha-lgbtifobia.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>O que fazer em caso de violência LGBTfóbica</em></a>, publicada pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (<a href="https://antrabrasil.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Antra</a>). Para encontrar apoio, em caso de necessidade, acesse o <a href="https://www.abglt.org/mapa-da-cidadania" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mapa da Cidadania</a>, produzido pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (<a href="https://www.abglt.org/mapa-da-cidadania" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ABGLT</a>), com serviços e ferramentas jurídicas de defesa da comunidade LGBTQIA+, com informações de todas as unidades da Federação.</p>
<p>Conheça também <a href="https://transrespect.org/en/tvt-publication-series/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">publicações da Transgender Europe</a>, várias com versão em português.</p>
<p>Fonte: Contraf.</p>
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		<item>
		<title>População bissexual busca visibilidade neste dia 23</title>
		<link>https://bancarios.com.br/populacao-bissexual-busca-visibilidade-neste-dia-23/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2022 13:07:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGBTI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Data marca luta por presença social e combate ao ódio, ao preconceito e à discriminação Fonte: Contraf A comunidade bissexual luta, no dia 23 de setembro, pelo reconhecimento à sua presença social e pelo fim do preconceito, do ódio, da desconfiança e da negação. A bifobia, entre as formas de desrespeito e agressões às diversidades, &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Data marca luta por presença social e combate ao ódio, ao preconceito e à discriminação</h4>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-54186 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/09/visibilidade-bissexual-2022.jpeg" alt="" width="755" height="455" /></p>
<p><em><strong>Fonte: Contraf</strong></em></p>
<p>A comunidade bissexual luta, no dia 23 de setembro, pelo reconhecimento à sua presença social e pelo fim do preconceito, do ódio, da desconfiança e da negação. A bifobia, entre as formas de desrespeito e agressões às diversidades, é marcada por uma característica peculiar, pois ocorre por parte de pessoas tanto das populações heterossexuais como das de LGBTQIA+.</p>
<p>Para Adilson Barros, da direção executiva da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), “a importância desta celebração é reconhecer que a bissexualidade existe de fato, luta por seus direitos, é discriminada na sociedade e, infelizmente, dentro da comunidade LGBTQIA+ também”.</p>
<p>Adilson, que também é militante LGBTQIA+, observou que, por outro lado, estão surgindo sinais positivos contra essa tendência mais conservadora e preconceituosa. “Há um movimento constante de celebridades e pessoas públicas se autodeclarando bi, trazendo o tema como pauta no combate à discriminação. Basta, é preciso entender que as pessoas bissexuais não estão confusas ou indecisas! Toda forma de amor vale a pena!”.</p>
<h3><strong>Direitos</strong></h3>
<p>Os direitos da pessoa bissexual não são particularizados pela legislação brasileira, mas englobados nas conquistas da comunidade LGBTQIA+ como um todo. Em 2019, por exemplo, o Supremo Tribunal Federal (STF), definiu como crime, em diversos tipos penais, toda discriminação por orientação sexual e identidade de gênero, independente da forma de sua manifestação, o que inclui a pessoa bissexual.</p>
<p>Organismos internacionais já se pronunciaram sobre a questão, como a Organização das Nações Unidas (ONU), que orientou os países a tratar a violência contra bissexuais como violação de direitos básicos da pessoa, e a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), que chamou a atenção para o fato de que bissexuais podem estar mais suscetíveis a problemas mentais, exatamente pela falta de visibilidade social.</p>
<p>O <a href="https://site.cfp.org.br/cfp-publica-resolucao-sobre-bissexualidades/#:~:text=%E2%80%9CVamos%20hoje%20dar%20mais%20um,maio%20de%202022%E2%80%9D%2C%20pontuou" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conselho Federal de Psicologia (CFP) publicou recentemente um documento com posturas para o atendimento dessa população</a>. As diretrizes do CFP proíbem o psicólogo de tentar promover qualquer tipo de “cura” ou direcionamento da sexualidade. A secretária da Juventude da Contraf-CUT, Bianca Garbelini, a Bia, avaliou que “esta foi uma importante conquista da população bissexual, que deve ser celebrada”.</p>
<p><a href="https://www.oas.org/pt/cidh/jsForm/?File=/pt/cidh/prensa/notas/2021/250.asp#:~:text=A%20Comiss%C3%A3o%20lembra%20que%20as,ao%20longo%20da%20sua%20vida." target="_blank" rel="noreferrer noopener">A CIDH, também pede que os países americanos se dediquem a coletar e sistematizar dados a respeito da violência e discriminação contra bissexuais</a>, para que esses levantamentos sirvam de base para adoção de medidas para a garantia de seus direitos. Conforme observou Bia, que também é militante LGBTQIA+, “a visibilidade é imprescindível para que haja dados sobre a população bissexual. O respeito por essas pessoas é um direito fundamental”.</p>
<h3><strong>A data</strong></h3>
<p>O Dia da Visibilidade Bissexual surgiu em 1999, a partir da iniciativa dos ativistas estadunidenses Wendy Curry, Michael Page e Gigi Raven Wilbur. Para eles, mesmo após a <a href="https://contrafcut.com.br/noticias/dia-internacional-do-orgulho-lgbtqia-para-reflexao-e-respeito/?swcfpc=1">Rebelião de </a><a href="https://contrafcut.com.br/noticias/dia-internacional-do-orgulho-lgbtqia-para-reflexao-e-respeito/?swcfpc=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Stonewall</a><a href="https://contrafcut.com.br/noticias/dia-internacional-do-orgulho-lgbtqia-para-reflexao-e-respeito/?swcfpc=1"> Inn</a>, em Nova York, em 1969, com a qual os movimentos LGBTQIA+ ganharam mais força mundo afora, as pessoas bissexuais seguiam sem visibilidade, necessária para combater tanto a bifobia, como os estigmas de que elas são adeptas de promiscuidade e inseguras quanto a sua identidade afetiva.</p>
<p>Como ressaltou Bia, “é preciso acabar de vez com estes estereótipos que estabelecem pessoas bissexuais como promíscuas ou incapazes de manter relacionamentos estáveis. As pessoas devem ter a liberdade de viver como quiserem, sem rótulos que as associem a este ou aquele comportamento”.</p>
<p>No Brasil, o Dia da Visibilidade Bissexual ainda não foi estabelecido nacionalmente, porém alguns movimentos favoráveis a isso começam a ocorrer. Em agosto de 2021, por exemplo, Porto Alegre incluiu a celebração no calendário oficial das datas comemorativas e de conscientização da cidade, a partir de lei proposta pela vereadora Daiana Santos (PCdoB).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Visibilidade Lésbica: pelo fim da violência e pela vida</title>
		<link>https://bancarios.com.br/visibilidade-lesbica-pelo-fim-da-violencia-e-pela-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2022 10:54:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGBTI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agosto é o mês do Orgulho Lésbico, e nesta segunda-feira (29) é celebrado o dia da Visibilidade Lésbica. A data marca a primeira grande manifestação dessa comunidade no Brasil, ocorrida em 1983, movimento que ficou conhecido com o “Stonewall Brasileiro” (conheça o que foi a “Rebelião de Stonewall Inn”). Para a secretária da Juventude da &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-53597 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/08/visibilidade-lesbica-2022.jpeg" alt="" width="755" height="455" /></p>
<p>Agosto é o mês do Orgulho Lésbico, e nesta segunda-feira (29) é celebrado o dia da Visibilidade Lésbica. A data marca a primeira grande manifestação dessa comunidade no Brasil, ocorrida em 1983, movimento que ficou conhecido com o “Stonewall Brasileiro” (conheça o que foi a “<a href="https://contrafcut.com.br/noticias/dia-internacional-do-orgulho-lgbtqia-para-reflexao-e-respeito/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rebelião de Stonewall Inn</a>”).</p>
<p>Para a secretária da Juventude da Contraf-CUT, Bianca Garbelini, a Bia, “a visibilidade é fundamental, pois nós ainda não somos vistas dentro de nossa sexualidade, de nossas identidades visuais, pois existe aquele senso comum de que a mulher lésbica não é lésbica de verdade, e que ela ainda não conheceu um homem que a faça virar uma mulher realmente, o que acaba nos invisibilizando como sujeitos”.</p>
<p>Como ressalta Bia, que também é militante pelos direitos da mulher lésbica, isso ocorre “mesmo dentro da comunidade LGBTQIA+, apesar de todos os avanços em geral, nos últimos 20 ou 30 anos”. Por conta desse estigma, os atos de 29 de agosto buscam o reconhecimento social, a garantia de seus direitos e a luta pelo fim da violência contra a mulher lésbica. Segundo poucos levantamentos a respeito, cresce a cada ano o número de lesbocídios – assassinatos e ações de abuso que culminam com a morte da mulher lésbica.</p>
<h3><strong>Dados raros, porém alarmantes</strong></h3>
<p>A invisibilidade alcança inclusive os dados de lesbocídios e outras formas de violência. Como observa Bia, “somente agora estamos começando a ter dados sobre a violência, pois até muito pouco tempo existia o mito de que a mulher lésbica não sofria violência, quando o que ocorria era que não existiam dados sobre isso”.</p>
<p>Apesar de escassos, os levantamentos e estudos sobre a questão são preocupantes. Em 1983, por exemplo, o Grupo Gay da Bahia identificou um lesbocídio no país. Anos depois, pesquisa feita pelo Instituto Patrícia Galvão levantou 16 casos em 2014, 26 em 2015, 30 em 2016 e 54 em 2017, uma escalada alarmante, com 126 mortes em apenas quatro anos. O estudo também estima que 89% desses crimes são causados por homens e que 29% deles são cometidos por alguém que mora na mesma casa da vítima. Conheça aqui o <a href="https://dossies.agenciapatriciagalvao.org.br/fontes-e-pesquisas/wp-content/uploads/sites/3/2018/04/Dossi%C3%AA-sobre-lesboc%C3%ADdio-no-Brasil.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dossiê Sobre Lesbocídio no Brasil</a>.</p>
<p>Diante desses números, Bia observa que a data da Visibilidade Lésbica é fundamental para a luta por direitos, “pois não existe nenhuma iniciativa do Estado para levantamento de dados, nenhuma iniciativa de proteção para nós; sabe-se que a maior parte de violência contra a mulher lésbica vem de homens, e não há nenhum mecanismo específico contra isso; então a Visibilidade é importante, sim, para cobrarmos do Estado a responsabilidade pela nossa segurança, pelo nosso bem estar, pelo nosso direito de viver, de ser e de amar quem a gente quiser”.</p>
<h3><strong>No trabalho</strong></h3>
<p>Entre as reivindicações apresentadas aos bancos, na Campanha Nacional 2022, a categoria bancária incluiu cláusulas específicas em respeito aos trabalhadores e trabalhadoras LGBTQIA+. Conforme explica Bia, “com relação ao trabalho no setor bancário, uma questão fundamental é o direito à identidade visual, como cada um se expressa para o mundo”. Com relação a esse item, a secretária pontua que “existe a mulher lésbica que é mais feminilizada ou menos”, e ambas devem ser respeitadas. Bia denuncia que “a mulher menos feminilizada, que se expressa dentro dessa identidade sapatão, que chamam de masculina, mas que é apenas menos feminina, acaba sofrendo muito mais discriminação”.</p>
<p>De um modo geral, Bia indica que, por ser muito machista, “o ambiente bancário exige aquela coisa de a mulher ter que se enfeitar para ser uma boa vendedora, então, ela tem que usar salto, se maquiar, usar decote, e a mulher lésbica que não é muito feminilizada, ao não corresponder com a essa expectativa, acaba sendo vítima de mais preconceito, escondida e jogada aos piores postos de trabalho, e isso não acontece só nos bancos, mas no mercado como um todo”.</p>
<p>Para Adilson Barros, da direção executiva da Contraf-CUT, “as mulheres lésbicas, mesmo com décadas de luta, ainda sofrem duplo preconceito e são levadas para uma invisibilidade em diversos espaços da sociedade”. Por isso, conforme diz Adilson, que também é militante LGBTQIA+, “será preciso valorizar sempre a visibilidade lésbica como uma luta fundamental dentro e fora da comunidade LGBTQIA+, com direito a voz, ocupação de espaço e igualdade de oportunidades”.</p>
<h3><strong>Canais de denúncia</strong></h3>
<p>Denúncias de casos de lesbofobia, outras formas de LGBTfobia ou violência contra mulher, crianças, adolescentes, idosos ou qualquer pessoa vulnerável, podem ser feitas pelo Disque 100, pelo portal do <a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/ondh/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Departamento de Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos</a>, ou pelo 190, telefone da Polícia Militar.</p>
<p>Fonte: Contraf.</p>
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		<title>Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, para reflexão e respeito</title>
		<link>https://bancarios.com.br/dia-internacional-do-orgulho-lgbtqia-para-reflexao-e-respeito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2022 12:55:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGBTI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta terça-feira, 28 de junho, em todo o mundo ocorrem celebrações pelo Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, também conhecido como Dia do Orgulho Gay. A data é importante para a reflexão sobre a igualdade de direitos entre as pessoas em qualquer situação, o respeito à diversidade e o combate a toda forma de discriminação e, &#8230;</p>
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<p>Nesta terça-feira, 28 de junho, em todo o mundo ocorrem celebrações pelo Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, também conhecido como Dia do Orgulho Gay. A data é importante para a reflexão sobre a igualdade de direitos entre as pessoas em qualquer situação, o respeito à diversidade e o combate a toda forma de discriminação e, em especial, à LGBTfobia.</p>
<p>A LGBTfobia, muitas vezes referida como homofobia, é a discriminação, aversão, ódio ou ato de agressão, por iniciativa individual ou coletiva, baseada na crença preconceituosa da inferioridade das pessoas LGBTQIA+ em relação à chamada heteronormatividade, ou a forma de pensar que marginaliza os relacionamentos afetivos que não sejam heterossexuais.</p>
<p>A secretária da Juventude da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Bianca Garbelini, observa que “a sociedade ainda é cis-heteronormativa, ou seja, quer impor como norma quem devemos amar e como devemos nos apresentar perante ela”. Para Bianca, também militante LGBTQIA+, “quando uma pessoa LGBTQIA+ quebra essa norma, na questão afetivo-sexual ou na identidade de gênero, existe a reação violenta por parte dos que não aceitam a diversidade. Por isso, dizemos que nossa existência é política, porque todos os dias resistimos à violência para defender nosso direito de ser e amar quem quisermos”.</p>
<h3><strong>É crime</strong></h3>
<p>A LGBTfobia foi responsável por 316 mortes no Brasil, só em 2021, segundo <a href="https://observatoriomorteseviolenciaslgbtibrasil.org/dossie/mortes-lgbt-2021/#dossi%C3%AA-completo-de-mortes-e-viol%C3%AAncias-contra-lgbti+-no-Brasil-em-2021" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dossiê de Mortes e Violências contra LGBTI+</a>, preparado pelo <a href="https://observatoriomorteseviolenciaslgbtibrasil.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Observatório de Mortes e Violências LGBTI+</a>. O número mostra um crescimento de 33% desse tipo de crime no período de um ano no país. As entidades ligadas à comunidade LGBTQIA+ estimulam todos a denunciar qualquer crime por discriminação ou agressão contra vulneráveis. Um dos caminhos é o <a href="https://www.gov.br/pt-br/servicos/denunciar-violacao-de-direitos-humanos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">disque 100</a>, do Governo Federal.</p>
<p>Várias organizações que atuam em defesa dos direitos da comunidade LGBTQIA+ também possuem canais de atendimento e orientação a vítimas de toda forma de violência, como o <a href="https://grupogaydabahia.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Grupo Gay da Bahia</a>, a <a href="https://antrabrasil.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra</a>) e a <a href="https://www.abglt.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT)</a>.</p>
<p>Para Adilson Barros, da direção executiva da Contraf-CUT, “sempre será necessário falar sobre a situação da comunidade LGBTQIA+, uma vez que sofremos diariamente com o preconceito, exclusão, violação de direitos e dificuldade de acesso à educação e ao mercado de trabalho”. Adilson, que também é militante LGBTQIA+, lembra que, “apesar da criminalização da LGBTfobia pelo Supremo Tribunal Federal, em 2019, os casos de violência aumentaram por ausência de políticas públicas e pelo discurso de ódio vindo daqueles que preferem atacar os que pensam e desejam uma sociedade inclusiva e sem preconceito”.</p>
<h3><strong>Mapa da cidadania</strong></h3>
<p>A ABGLT oferece em seu site o <a href="https://www.abglt.org/mapa-da-cidadania" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mapa da Cidadania</a>, com um importante conjunto de orientações e informações sobre serviços, ferramentas jurídicas e órgãos de apoio à diversidade sexual e de gênero, existentes em todo Brasil. O mapa é muito organizado, objetivo e fácil de usar: basta acessar o link acima e clicar no nome do estado onde você está.</p>
<h3><strong>Rebelião de Stonewall Inn</strong></h3>
<p>A data de 28 de junho, como Dia do Orgulho LGBTQIA+, tem origem num ato de resistência à repressão policial em 1969, no bairro Greenwich Village, de Nova York, que é marcado pela convivência pacífica de diversidades étnica e sexual. Nesse dia, o bar Stonewall Inn, voltado à comunidade LGBTQIA+, foi alvo de uma inspeção por conta de seu público, na qual 13 pessoas foram detidas, entre funcionários e clientes.</p>
<p>Quando uma mulher foi agredida na ação e pediu socorro, pessoas que circulavam pela região juntaram-se para defendê-la. A reação popular cresceu, e os policiais tiveram que se refugiar dentro do bar, até que chegasse reforço das forças de segurança. As manifestações mobilizaram milhares de pessoas e seguiram na cidade por cinco dias, contra a perseguição policial e a discriminação generalizada contra a comunidade LGBTQIA+. O episódio ficou conhecido como Rebelião de Stonewall Inn.</p>
<p>Fonte: Contraf.</p>
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		<title>29 de janeiro: Dia da Visibilidade Trans</title>
		<link>https://bancarios.com.br/29-de-janeiro-dia-da-visibilidade-trans/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jan 2022 12:52:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há 18 anos, no dia 29 de janeiro de 2004, foi promovido um ato no Congresso Nacional, em Brasília, pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde com um grupo de mulheres e homens trans e travestis. Era o lançamento da campanha “Travesti e Respeito”. A data se tornou um marco &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="size-full wp-image-50915 aligncenter" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/01/tag-dia-da-visibilidade-trans.jpeg" alt="" width="755" height="455" />Há 18 anos, no dia 29 de janeiro de 2004, foi promovido um ato no Congresso Nacional, em Brasília, pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde com um grupo de mulheres e homens trans e travestis. Era o lançamento da campanha “Travesti e Respeito”. A data se tornou um marco contra a transfobia no Brasil e foi escolhida como o Dia da Visibilidade Trans.</p>
<p>“Por mais que continuem invisíveis, diversas pessoas transgênero ocupam lugares de destaque na sociedade brasileira. No trabalho, cumprem suas funções, ocupam espaços na vida pública e na política, com representação nos parlamentos, programas de TV, enfim, é uma realidade que está posta e só não vê quem não quer”, observou o dirigente da Executiva da Confederação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Adilson Barros.</p>
<p>Séries de TV, com atrizes e atores trans no elenco, como <em>Orange is the new black, Sense 8, Psi, Euphoria</em> e <em>Verdades Secretas 2</em>, na qual a atriz Gabrielle Gambine reclamou de transfobia durante as gravações, tratam abertamente de questões envolvendo pessoas transgênero. Além disso, nos últimos dias, a participação da Linn da Quebrada num <em>reality show</em>, tem conquistado grande atenção dos brasileiros para o tema.</p>
<p>“Essas iniciativas louváveis confirmam o crescimento do reconhecimento e das contratações. E isso é muito bom! É sinal do quanto se pode avançar nas políticas públicas e que as pessoas trans e travestis podem e precisam ser inseridas no mercado de trabalho, com políticas públicas de capacitação. Mas, também mostra que que elas estão aptas. Basta não discriminar”, completou.</p>
<p><strong>Para além das “telas”</strong></p>
<p>Adilson lamenta, no entanto, que a maioria das pessoas transgênero ainda seja “invisibilizada”. “Infelizmente, ainda persiste o preconceito e a discriminação. Tirando quem tem destaque social, as demais pessoas transgênero têm dificuldade de conseguir emprego. As que conseguem, não ficam no atendimento ao público, não conseguem ascensão na carreira profissional e muitas delas continuam à margem da sociedade, sendo obrigadas a se prostituir para sobreviver. Sem falar dos inúmeros casos de violência a que estas pessoas são submetidas”, disse.</p>
<p>O dirigente da Contraf-CUT aponta estes fatos tendo como base sua atuação social, mas até mesmo nos dados demográficos esta população é meio que invisível. Não existem informações oficiais sobre a quantidade e nem como vivem as brasileiras e os brasileiros trans. As informações são levantadas por entidades que trabalham com este público, como a <a href="https://antrabrasil.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra)</a>, que estima que 1,9% da população nacional seja composta por trans.</p>
<p>Com relação à violência, o levantamento aponta que, de 2010 para 2020, o número de assassinatos de pessoas trans aumentou de 99 para 175, um aumento de 76,8%. Os números totais de 2021 ainda não foram computados, mas dados do <a href="https://antrabrasil.files.wordpress.com/2021/07/boletim-trans-002-2021-1sem2021-1.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Boletim 002-2021</a>, da Antra, apontam que foram registrados 89 assassinatos de pessoas trans no primeiro semestre do ano passado.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-50918" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/01/grafico-assassinatos-de-trans-2008-2020.jpg" alt="" width="567" height="313" /></p>
<p>“As pessoas trans conseguiram ampliar seu espaço de atuação na sociedade, mas estes números nos trazem uma triste realidade que ainda precisa ser superada”, lamentou o dirigente da Contraf-CUT. “Por isso, temos que comemorar os espaços conquistados, mas sem nos esquecermos de que a realidade ainda é triste, e muito violenta, para as pessoas trans”, concluiu.</p>
<p>Fonte: Contraf.</p>
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		<title>Dia Internacional de Luta Contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia é comemorado nesta segunda (17)</title>
		<link>https://bancarios.com.br/dia-internacional-de-luta-contra-a-homofobia-transfobia-e-bifobia-e-comemorado-nesta-segunda-17/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 May 2021 15:32:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira (17), é comemorado o Dia Internacional de Luta Contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia. Há 31 anos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu suprimir a homossexualidade como doença mental da lista de patologias registradas no Manual de Diagnóstico e Estatística de Desordens Mentais. A data visa conscientizar a população em geral sobre &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-46666 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/05/lgbt.jpg" alt="" width="512" height="268" />Nesta segunda-feira (17), é comemorado o Dia Internacional de Luta Contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia. Há 31 anos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu suprimir a homossexualidade como doença mental da lista de patologias registradas no Manual de Diagnóstico e Estatística de Desordens Mentais.</p>
<p>A data visa conscientizar a população em geral sobre a luta contra a discriminação dos homossexuais, transexuais e transgêneros, debater os mais variados tipos de preconceitos contra as diferentes orientações sexuais e identidades de gênero, além de gerar o desenvolvimento de uma conscientização civil sobre a importância da criminalização da homofobia.</p>
<p>Segundo o “Relatório: Observatório de Mortes Violentas de LGBTI+ no Brasil”, divulgado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), 237 LGBT+ tiveram morte violenta no país vítimas da homotransfobia em 2020: 224 homicídios (94,5%) e 13 suicídios (5,5%).</p>
<p>Diferentemente do que se repete desde que o Grupo Gay da Bahia iniciou tal pesquisa, em 1980, pela primeira vez, as travestis ultrapassaram os gays em número de mortes: 161 travestis e trans (70%), 51 gays (22%) 10 lésbicas (5%), 3 homens trans (1%), 3 bissexuais (1%) e finalmente 2 heterossexuais confundidos com gays (0,4%).</p>
<p>“A data ressalta a necessidade de adoção de medidas práticas indispensáveis para se conferir efetiva cidadania à população LGBTQIA+, que além de todos os riscos a que está exposta toda a sociedade brasileira, ainda morre em razão de uma condição inata. Morre por expressar carinho em público, morre por ser diferente de um padrão heteronormativo. E não é só isso, a luta também envolve direito à educação, à moradia, ao acesso ao sistema público de saúde de acordo com as respectivas particularidades”, afirma Sarah Sodré, diretora de Assuntos Jurídicos.</p>
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		<title>Congresso recebe pela primeira vez projeção do arco-íris em Dia do Orgulho LGBT</title>
		<link>https://bancarios.com.br/congresso-recebe-pela-primeira-vez-projecao-do-arco-iris-em-dia-do-orgulho-lgbt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2020 14:09:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGBTI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foram projetadas ainda mensagens como &#8220;democracia&#8221;, &#8220;diversidade&#8221;, &#8220;direitos&#8221; e &#8220;LGBT&#8221; O Congresso Nacional recebeu na noite deste domingo (28) projeções das cores do arco-íris. A intervenção comemorou o Dia do Orgulho LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais). O dia 28 de junho marca a rebelião de Stonewall, em Nova York, em 1969. A revolta se deu por &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="c-content-head__subtitle"><em>Foram projetadas ainda mensagens como &#8220;democracia&#8221;, &#8220;diversidade&#8221;, &#8220;direitos&#8221; e &#8220;LGBT&#8221;</em></p>
<figure id="attachment_41454" aria-describedby="caption-attachment-41454" style="width: 618px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2020/06/15933975775ef95149edee5_1593397577_16x9_lg.jpg"><img loading="lazy" class="wp-image-41454 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2020/06/15933975775ef95149edee5_1593397577_16x9_lg-1024x576.jpg" alt="" width="618" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-41454" class="wp-caption-text">Projeção no Congresso em homenagem ao Dia do Orgulho LGBT &#8211; Roque de Sá/Agência Senado</figcaption></figure>
<p>O Congresso Nacional recebeu na noite deste domingo (28) projeções das cores do arco-íris. A intervenção comemorou o Dia do Orgulho LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais).</p>
<p>O dia 28 de junho marca a rebelião de Stonewall, em Nova York, em 1969. A revolta se deu por frequentadores do bar como reação à repressão de policiais que invadiram o bar.</p>
<p>Pela primeira vez na história, o Congresso foi palco de uma manifestação oficial pelo orgulho LGBT. As projeções foram feitas das 20h às 20h15.</p>
<div>
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</div>
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</div>
<p>O pedido do ato é do senador Fabiano Contarato (Rede-ES). Com a pandemia do novo coronavírus, não foi realizada neste ano em Brasília a Parada do Orgulho LGBT. As duas torres do Congresso receberam a imagem da bandeira do arco-íris. Foram projetadas ainda mensagens como &#8220;democracia&#8221;, &#8220;diversidade&#8221;, &#8220;direitos&#8221; e &#8220;LGBT&#8221;. A conta oficial do Senado no Twitter afirmou que &#8220;o Congresso Nacional respeita a diversidade&#8221;.</p>
<div class="player_dynad_tv rs_skip"></div>
<p>O senador autor do pedido também se manifestou. &#8220;Esse arco-íris que iluminou o Congresso Nacional simboliza a nossa liberdade, respeito, amor e a igualdade&#8221;, escreveu Contarato.</p>
<p>&#8220;Sonho com o dia em que ninguém será julgado pela cor da sua pele, pela sua orientação sexual ou por qualquer outra situação que justifique violência ou preconceito.&#8221;</p>
<p>O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), celebrou a iniciativa. &#8220;Em uma sociedade plural, não pode haver espaço para preconceito. O Congresso Nacional respeita a diversidade&#8221;, disse, em rede social.</p>
<p>O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), também registrou a data. &#8220;Dia feliz para os que prezam os direitos humanos, as minorias, o respeito e a diversidade (lembrando que hoje é o dia internacional do orgulho LGBT); dia triste para os saudosistas do autoritarismo&#8221;, escreveu.</p>
<p>Gilmar Mendes, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), compartilhou as imagens do Congresso.</p>
<p>&#8220;A liberdade de orientação sexual e de identidade de gênero são conquistas inafastáveis da Constituição de 1988. Não existe cura para o que não é doença&#8221;, escreveu no Twitter.</p>
<p>&#8220;Há poucos grupos sociais capazes de lutar com um sentimento tão poderoso chamado de orgulho. #PRIDE2020​&#8221;, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Folha de São Paulo</p>
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		<title>População LGBTQIA+ é uma das mais atingidas pela pandemia</title>
		<link>https://bancarios.com.br/populacao-lgbtqia-e-uma-das-que-mais-sofrem-durante-pandemia-causada-pelo-coronavirus-alem-da-vulnerabilidade-social-e-doencas-pre-existentes-os-lgbtqia-tambem-lidam-com-preconceito-atitudes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2020 11:10:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A população LGBTQIA+ é uma das que mais sofrem durante a pandemia causada pelo coronavírus. Além da vulnerabilidade social e doenças pré-existentes, os LGBTQIA+ também lidam com preconceito, atitudes hostis e falta de entendimento de funcionários e do sistema de saúde, para o enfrentamento da Covid-19. “Por apresentar taxas mais altas de contaminação comunitária por &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2020/05/download-5.jpg"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-40601 alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2020/05/download-5-300x158.jpg" alt="" width="300" height="158" /></a>A população LGBTQIA+ é uma das que mais sofrem durante a pandemia causada pelo coronavírus. Além da vulnerabilidade social e doenças pré-existentes, os LGBTQIA+ também lidam com preconceito, atitudes hostis e falta de entendimento de funcionários e do sistema de saúde, para o enfrentamento da Covid-19.</p>
<p>“Por apresentar taxas mais altas de contaminação comunitária por HIV e de câncer, pessoas LBTQIA+ possuem maiores chances de comprometimento do sistema imunológico e vulnerabilidade para a Covid-19. Pelo mesmo motivo, a discriminação se torna uma barreira quando a opção é procurar atendimento médico”, explicou o dirigente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Adilson Barros.</p>
<p>A contaminação pelo vírus HIV também preocupa ativistas e especialistas. Uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, em 2018, já apontava o aumento de HIV entre homens gays no Brasil, sobretudo entre jovens.</p>
<p>De acordo com os dados, a taxa de novos casos na faixa etária de 15 a 19 anos mais do que triplicou entre 2006 e 2015. Passou de 2,4 para 6,7 casos a cada 100 mil habitantes. Já na faixa etária dos 20 a 24 anos, a taxa dobrou de 15,9 para 33,1 casos a cada 100 mil habitantes.</p>
<p>O levantamento também apontou razões pelas quais o aumento da incidência do HIV se deu no País e, principalmente, entre jovens. Um deles é o esvaziamento de campanhas de prevenção destinadas ao público gay e, também, a perda de financiamento de organizações não-governamentais especializadas no tema.</p>
<p>Para a médica da família Ana Paula Amorim, da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), a crise gerada pelo surto de coronavírus no Brasil evidencia não só uma questão de saúde para a população LGBT, mas uma situação de extrema vulnerabilidade que é acentuada neste momento.</p>
<p>“Um dos pontos de maior relevância é a exclusão social e a violência à qual a população LGBT é submetida. Isso faz com que essas pessoas não tenham recursos para ficar em casa, por exemplo”, diz. “A gente tem uma grande parcela da população LGBT, ainda mais das pessoas trans, incluídas no mercado informal de trabalho e também na prostituição como única forma de retorno financeiro.”</p>
<p>De acordo com o médico infectologista, Vinicius Borges, a recomendação para as pessoas com HIV é que continuem seu tratamento de acordo com a recomendação médica, mas reforcem a proteção contra a Covid-19.</p>
<p>“Não existem estudos específicos mas, aparentemente, a doença não se comporta de uma maneira mais grave em pessoas vivendo com HIV. Mas é importante diferenciar que a pessoa que vive com HIV não é igual a pessoa que tem Aids. Geralmente, a pessoa com HIV tem uma imunidade maior, carga viral indetectável, então apresenta a mesma chance de se infectar e adoecer que o resto da população”, afirmou o médico infectologista.</p>
<h3><strong>Apoio emergencial durante a pandemia</strong></h3>
<p>Muitas instituições trabalham regularmente para apoiar a comunidade LGBTQIA+, porém, com a pandemia, os atendimentos também foram afetados. Os rendimentos das casas diminuíram e o isolamento social impede a realização de eventos, que garantem recursos para a manutenção dos projetos.</p>
<p>Para driblar esses obstáculos, a ONG All Out lançou uma campanha para apoiar casas de acolhimento LGBTQIA+ no Brasil. Para que as pessoas possam ajudar, sem sair de casa, é preciso entrar no site da campanha e fazer a doação. O valor será destinado a 12 casas, distribuídas em sete estados brasileiros, integrantes da Rede Brasileira de Casas de Acolhimento LGBTQIA+, para arcar com custos de manutenção, alimentação e materiais de limpeza.  As casas apoiam LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade social, como os que estão em situação de rua, os refugiados, aqueles que realizam trabalho sexual e os que podem ser despejados de seus lares.</p>
<p>Fonte: Contraf.</p>
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