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	<title>Arquivos LGBTI - Sindicato dos Bancários</title>
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		<title>Confira a programação completa do Encontro Vozes que Tranformam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 11:36:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Vozes que Tranformam: Mulheres, Diversidade e Inclusão em movimento” será o tema do Encontro que a Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (Feebbase) realiza no dia 25 de abril, no Hotel Portobello em Salvador. O evento é aberto a bancários e bancárias dos dois estados. Quem tiver interesse de participar, precisa ficar atento aos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-medium wp-image-71981" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_encontro_vozes_que_transformam_a45b4-240x300.jpeg" alt="" width="240" height="300" /></p>
<p>“Vozes que Tranformam: Mulheres, Diversidade e Inclusão em movimento” será o tema do Encontro que a Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (Feebbase) realiza no dia 25 de abril, no Hotel Portobello em Salvador. O evento é aberto a bancários e bancárias dos dois estados. Quem tiver interesse de participar, precisa ficar atento aos comunicados do sindicato de sua cidade, para saber como se inscrever.</p>
<p>Realizado em dois turnos, o Encontro se propõe a fomentar o debate sobre os problemas enfrentados pelas mulheres, LGBTQIAPN+ e Pessoas com Deficiência (PcDs) no mercado de trabalho e na sociedade. Inclusão além da cotas, desigualdade salarial, violência contra a mulher, discriminação simbólica e LGBTFOBIA serão alguns dos temas discutidos durante o evento.</p>
<p>O Encontro começa às 9h, com debates conjuntos sobre temas de interesses de todos os públicos. Os palestrantes serão a Promotora de Justiça da Bahia Sara Gama Sampaio; o criador da Positivar Masculinidades Tiago Azeviche e o advogado Dimitri Sales.</p>
<p>A manhã será encerrada com a mesa “Inclusão para além das cotas”, que terá como palestrante Silvanete Brandão, que é presidente da Associação Baiana de Deficientes Físicos (ABADEF), assistente social, professora universitária e ativista do movimento nacional da pessoa com deficiência.</p>
<p>Na parte da tarde serão dois encontros separados. Em uma sala o 9º Encontro das Bancárias da Bahia e Sergipe e na outra o 3º Encontro Diversidade Bancária LGBTQIAPN+ da Bahia e Sergipe.</p>
<p>O encerramento será às 18h.</p>
<p>Confira a programação dos dois encontros:</p>
<p><img loading="lazy" class="wp-image-72058  alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/encontro_vozes_-manha_802ec-819x1024.jpeg" alt="" width="337" height="450" /><img loading="lazy" class="wp-image-72059 alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-819x1024.png" alt="" width="334" height="417" /> <img loading="lazy" class="wp-image-72060 alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-819x1024.png" alt="" width="325" height="407" /></p>
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<p>Fonte: FEEB BA/SE</p>
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		<title>Encontro das Bancárias, Diversidade e Inclusão será no dia 25 de abril</title>
		<link>https://bancarios.com.br/encontro-das-bancarias-diversidade-e-inclusao-sera-no-dia-25-de-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 10:43:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com o tema “Vozes que Transformam”, a Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (Feebbase) realiza o primeiro Encontro das Mulheres, Diversidade e Inclusão, que acontecerá no dia 25 de abril, durante todo o dia, no Hotel Portobello, em Salvador. O Encontro tem como público prioritário as mulheres, @s LGBTQIAPN+ e as Pessoas com Deficiência &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-71981 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_encontro_vozes_que_transformam_a45b4-240x300.jpeg" alt="" width="282" height="335" /></p>
<p>Com o tema “Vozes que Transformam”, a Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (Feebbase) realiza o primeiro Encontro das Mulheres, Diversidade e Inclusão, que acontecerá no dia 25 de abril, durante todo o dia, no Hotel Portobello, em Salvador.</p>
<p>O Encontro tem como público prioritário as mulheres, @s LGBTQIAPN+ e as Pessoas com Deficiência (PcD). No entanto, o evento é aberto aos bancários e bancárias da Bahia e Sergipe, interessados em debater formas de garantir igualdade de oportunidades e de direitos para todos os trabalhadores e trabalhadoras do ramo financeiro.</p>
<p>O Encontro acontece em duas partes. Pela manhã haverá uma discussão conjunta sobre temas que interessam às mulheres, @s LGBTQIAPN+ e as Pessoas com Deficiência (PcD). Pela tarde, cada segmento ocupará uma sala, para que possa discutir pautas específicas.</p>
<p>Quem tiver interesse em participar, deve ficar atento aos comunicados do sindicato de sua base, para saber as regras para inscrição.</p>
<p><strong><em>Fonte: FEEB/BA-SE</em></strong></p>
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		<title>Parada do Orgulho LGBT+ sai às ruas cobrando acesso à assistência social</title>
		<link>https://bancarios.com.br/parada-do-orgulho-lgbt-sai-as-ruas-cobrando-acesso-a-assistencia-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 13:11:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGBTI]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-58217 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/06/systemuploadsckparada203jpg-620x349xfit-e43d1.jpg" alt="" width="620" height="349" /></p>
<p>A Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo saiu às ruas neste domingo (11) sob o tema “Políticas Sociais para LGBT+ – Queremos por inteiro e não pela metade”. Dezenas de milhares de pessoas compareceram ao evento, iniciado na Avenida Paulista,em São Paulo,mani. No manifesto deste ano, a Associação da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, organizadora do evento, denuncia majoritariamente invisibilidade perante a assistência social do país. O documento inclui também outras revindicações como respeito à moradia e acesso a educação e saúde.</p>
<p><strong>SUAS</strong><br />
“Muito falamos do SUS, o Sistema Único de Saúde, que é exemplo para o mundo, apesar de algumas falhas. Mas pouco, ou quase nada, é falado do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Presente em todo o Brasil, o SUAS deveria garantir a proteção social aos cidadãos, prestando apoio a indivíduos, famílias e à comunidade no enfrentamento de suas dificuldades por meio de serviços, benefícios, programas e projetos. No entanto, mostra-se fragilizado quando se trata do público LGBT+”, pontua o grupo no documento.</p>
<p>“A maior parte dos seus planos, programas, projetos, serviços e benefícios são disfarçadamente direcionados às famílias e indivíduos cisgêneros e heterossexuais. Essas distorções ficam evidenciadas quando procuramos fazer parte desses programas, que possuem requisitos quase sempre inalcançáveis pelas genealogias LGBT+. Não existe um olhar específico para essa comunidade, que sobrevive em um país que viola suas vidas”, acrescenta.</p>
<p>“Nosso objetivo é tornar o SUAS mais conhecido dentro da comunidade e do ativismo LGBT+. Precisamos legitimar nossa luta e fazer com que o nosso país atenda e entenda as especificidades dessa parcela da população brasileira. É urgente enfrentar a discriminação e a exclusão, que agrava a situação dessas pessoas, além de fomentar o vício em drogas, o que as leva a viver nas ruas e passar fome.”</p>
<p><strong>Moradia, saúde e educação</strong><br />
Além do SUAS, a parada traz à tona problemas relacionados a moradia, educação e saúde. “Não há qualquer diretriz que garanta, nos residenciais com construção em andamento no Brasil, uma cota específica de moradias para pessoas LGBT+ de baixa renda”, dizem. “Segundo dados da Pesquisa do Orgulho, conduzida pelo Datafolha, em parceria com Havaianas e a organização internacional All Out, pelo menos 37% da população LGBT+ têm dificuldade de acesso à educação, enquanto quase 40% enfrentam diariamente o preconceito em serviços de saúde.”</p>
<p><strong>Oportunidade de debater</strong></p>
<p>A parada lembrou, ainda de acordo com o manifesto, “gestão desastrosa do desgoverno de extrema direita de Jair Bolsonaro. Assistimos atônitos aos ataques à democracia, tentativas de golpe, volta da fome, Amazônia devastada e abandono do povo brasileiro. Entre tantas intemperanças ao estado de direito, vimos também a retirada da população LGBT+ das Políticas de Direitos Humanos”. Agora, eles veem, com o governo do presidente Lula, oportunidade de debater a assistência social para a comunidade LGBT+. O momento é agora!”.</p>
<p>Por fim, colocam o caminho a ser seguido. “É necessário discutir temas evidenciados na política de assistência social que possam gerar respostas e soluções para os problemas que estamos enfrentando. Queremos reivindicar um modelo de gestão participativa, onde o SUAS articule esforços e recursos dos municípios, estados e união para a execução e o financiamento de políticas nacionais de assistência social LGBT+. As Paradas de Orgulho têm enorme poder de jogar luz sobre temas esquecidos ou ignorados pelo poder público.”</p>
<p><strong>Silvio Almeida, Zé Gotinha e Rita Lee</strong></p>
<p>Diversas personalidades compareceram ou foram lembradas na Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo. Um dos destaques foi o ministro de Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida. “Todas as pessoas que estão aqui devem ter muito orgulho de estarem vivas,apesar de um mundo que as violentas”, afirmou, de acordo com a <em>Folha de S.Paulo</em>. “Depois de todos esses anos que vivemos, estamos fazendo uma grande virada. O que se demanda aqui não é favor, é dever do Estado brasileiro, e estou aqui como representante do governo. É dever do Estado zelar pela saúde e garantir educação e que todas as pessoas tenham acesso a emprego e renda de forma digna.”</p>
<p>A festa na Paulista teve a lembrança de personagens marcantes, como as cantoras Gal Costa e Rita Lee, que morreram recentemente. O Zé Gotinha, personagem simbolo da vacinação brasileira, também compareceu sendo inclusive chamado para subir em um dos trios elétricos. Foram registradas, ainda, a presença de diversas personalidades famosas do mundo da música e televisão.</p>
<p>Fonte:  Contraf.</p>
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		<title>Combate à LGBTfobia é dever de todos</title>
		<link>https://bancarios.com.br/combate-a-lgbtfobia-e-dever-de-todos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 12:08:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGBTI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Internacional de Luta contra a LGBTfobia de 2023, nesta quarta-feira (17), o Brasil tem muito a refletir e repudiar. No ano passado, foram registradas pelo menos 273 mortes violentas de pessoas LGBTQIA+ no país. Foram 228 assassinatos, 30 suicídios e 15 mortes por outras causas, como decorrentes de lesões por agressão. Os dados &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-57777" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/05/lgbtqia-lgbtfobia.jpeg" alt="" width="755" height="455" /></p>
<p>No Dia Internacional de Luta contra a LGBTfobia de 2023, nesta quarta-feira (17), o Brasil tem muito a refletir e repudiar. No ano passado, foram registradas pelo menos 273 mortes violentas de pessoas LGBTQIA+ no país. Foram 228 assassinatos, 30 suicídios e 15 mortes por outras causas, como decorrentes de lesões por agressão.</p>
<p>Os dados são do <a href="https://observatoriomorteseviolenciaslgbtibrasil.org/dossie/mortes-lgbt-2022/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Observatório de Mortes Violentas Contra LGBTI+</a>. Os números, porém, podem ainda ser piores, pois, como não há números oficiais sobre esses crimes, o levantamento é feito principalmente a partir de informações divulgadas pela imprensa.</p>
<p>Para Adilson Barros, da direção da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), “o dia 17 tem sua referência na luta para mudar toda situação de violência e descaso de uma parcela da população, enquanto grande parte da sociedade discrimina e ignora leis e iniciativas para sua inclusão”.</p>
<h3><strong>Uma vítima a cada 32 horas</strong></h3>
<p>As maiores vítimas são travestis e transexuais, com 58% das mortes. Em seguida vêm os casos de gays, com 35%, e de lésbicas e de homens trans com 3% cada. No total, a média é de uma pessoa LGBTQIA+ morta por causa violenta a cada 32 horas no Brasil.</p>
<p>As vítimas tinham de 13 a 75 anos, com concentração maior entre jovens adultos, de 20 a 29 anos (33,33%). O Nordeste, com 118 casos, e o Sudeste, com outros 71, foram as regiões mais hostis contra pessoas LGBTQIA+.</p>
<p>Adilson, que também é militante dos movimentos LGBTQIA+, ressalta que “mesmo com mudanças na forma de olhar social e biologicamente, os LGBTQIA+ ainda não estão em um mundo confortável para os caminhos do respeito e compreensão da igualdade”.</p>
<p>Ele também observa que a questão é preocupante não apenas no Brasil, mas em todo o mundo. “Ainda hoje, há pelo menos 69 países que criminalizam relacionamentos consensuais entre pessoas do mesmo sexo, alguns inclusive com pena de morte”, completa.</p>
<h3><strong>Ambiente ruim</strong></h3>
<p>O dossiê do Observatório mostra em 2022 uma redução de 14% de casos, em relação a 2021, quando foram elencadas 316 mortes violentas no Brasil. No entanto, em relação a 2000, quando o levantamento começou a ser feito e registrou 130 mortes, o aumento é de 108%. Por isso, o relatório afirma que os dados, vistos no longo prazo, indicam que o ambiente político e social brasileiro continua a estimular a LGBTfobia.</p>
<h3><strong>No trabalho</strong></h3>
<p>A aceitação de profissionais LGBTQIA+ é outro ponto que precisa de atenção, conforme Adilson. “As empresas em geral, e os bancos em particular, precisam estar preparados para receber essa população e aprender a lidar com a diversidade no dia a dia. A contratação por orientação sexual e identidade de gênero deve ser tratada como uma conquista, um avanço nos direitos”, diz. Para o militante, “a partir desse processo, campanhas de combate à discriminação no local de trabalho ganharão fôlego e contribuirão para a construção de um ambiente de trabalho saudável”.</p>
<p>O secretário de Políticas Sociais da Contraf-CUT, Elias Jordão, afirma que “a dedicação ao tema por parte da Contraf-CUT tem trazido avanços à categoria bancária, como cláusulas que estendem os direitos aos casais homoafetivos, o combate à discriminação e o direito à manifestação da identidade visual”.</p>
<p>Outro ponto destacado pelo dirigente é “o processo de reorganização do coletivo LGBTQIA+, que atuará no sentido de cobrar dos bancos e da sociedade mais visibilidade e contratações da população LGBTQIA+, além de outras lutas, que este novo momento do país nos permite, com um governo popular e democrático”.</p>
<h3><strong>Defenda-se</strong></h3>
<p>Conheça aqui a cartilha <a href="https://antrabrasil.files.wordpress.com/2020/03/cartilha-lgbtifobia.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>O que fazer em caso de violência LGBTfóbica</em></a>, publicada pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (<a href="https://antrabrasil.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Antra</a>). Para encontrar apoio, em caso de necessidade, acesse o <a href="https://www.abglt.org/mapa-da-cidadania" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mapa da Cidadania</a>, produzido pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (<a href="https://www.abglt.org/mapa-da-cidadania" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ABGLT</a>), com serviços e ferramentas jurídicas de defesa da comunidade LGBTQIA+, com informações de todas as unidades da Federação.</p>
<p>Conheça também <a href="https://transrespect.org/en/tvt-publication-series/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">publicações da Transgender Europe</a>, várias com versão em português.</p>
<p>Fonte: Contraf.</p>
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		<item>
		<title>População bissexual busca visibilidade neste dia 23</title>
		<link>https://bancarios.com.br/populacao-bissexual-busca-visibilidade-neste-dia-23/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2022 13:07:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGBTI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Data marca luta por presença social e combate ao ódio, ao preconceito e à discriminação Fonte: Contraf A comunidade bissexual luta, no dia 23 de setembro, pelo reconhecimento à sua presença social e pelo fim do preconceito, do ódio, da desconfiança e da negação. A bifobia, entre as formas de desrespeito e agressões às diversidades, &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4>Data marca luta por presença social e combate ao ódio, ao preconceito e à discriminação</h4>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-54186 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/09/visibilidade-bissexual-2022.jpeg" alt="" width="755" height="455" /></p>
<p><em><strong>Fonte: Contraf</strong></em></p>
<p>A comunidade bissexual luta, no dia 23 de setembro, pelo reconhecimento à sua presença social e pelo fim do preconceito, do ódio, da desconfiança e da negação. A bifobia, entre as formas de desrespeito e agressões às diversidades, é marcada por uma característica peculiar, pois ocorre por parte de pessoas tanto das populações heterossexuais como das de LGBTQIA+.</p>
<p>Para Adilson Barros, da direção executiva da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), “a importância desta celebração é reconhecer que a bissexualidade existe de fato, luta por seus direitos, é discriminada na sociedade e, infelizmente, dentro da comunidade LGBTQIA+ também”.</p>
<p>Adilson, que também é militante LGBTQIA+, observou que, por outro lado, estão surgindo sinais positivos contra essa tendência mais conservadora e preconceituosa. “Há um movimento constante de celebridades e pessoas públicas se autodeclarando bi, trazendo o tema como pauta no combate à discriminação. Basta, é preciso entender que as pessoas bissexuais não estão confusas ou indecisas! Toda forma de amor vale a pena!”.</p>
<h3><strong>Direitos</strong></h3>
<p>Os direitos da pessoa bissexual não são particularizados pela legislação brasileira, mas englobados nas conquistas da comunidade LGBTQIA+ como um todo. Em 2019, por exemplo, o Supremo Tribunal Federal (STF), definiu como crime, em diversos tipos penais, toda discriminação por orientação sexual e identidade de gênero, independente da forma de sua manifestação, o que inclui a pessoa bissexual.</p>
<p>Organismos internacionais já se pronunciaram sobre a questão, como a Organização das Nações Unidas (ONU), que orientou os países a tratar a violência contra bissexuais como violação de direitos básicos da pessoa, e a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), que chamou a atenção para o fato de que bissexuais podem estar mais suscetíveis a problemas mentais, exatamente pela falta de visibilidade social.</p>
<p>O <a href="https://site.cfp.org.br/cfp-publica-resolucao-sobre-bissexualidades/#:~:text=%E2%80%9CVamos%20hoje%20dar%20mais%20um,maio%20de%202022%E2%80%9D%2C%20pontuou" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conselho Federal de Psicologia (CFP) publicou recentemente um documento com posturas para o atendimento dessa população</a>. As diretrizes do CFP proíbem o psicólogo de tentar promover qualquer tipo de “cura” ou direcionamento da sexualidade. A secretária da Juventude da Contraf-CUT, Bianca Garbelini, a Bia, avaliou que “esta foi uma importante conquista da população bissexual, que deve ser celebrada”.</p>
<p><a href="https://www.oas.org/pt/cidh/jsForm/?File=/pt/cidh/prensa/notas/2021/250.asp#:~:text=A%20Comiss%C3%A3o%20lembra%20que%20as,ao%20longo%20da%20sua%20vida." target="_blank" rel="noreferrer noopener">A CIDH, também pede que os países americanos se dediquem a coletar e sistematizar dados a respeito da violência e discriminação contra bissexuais</a>, para que esses levantamentos sirvam de base para adoção de medidas para a garantia de seus direitos. Conforme observou Bia, que também é militante LGBTQIA+, “a visibilidade é imprescindível para que haja dados sobre a população bissexual. O respeito por essas pessoas é um direito fundamental”.</p>
<h3><strong>A data</strong></h3>
<p>O Dia da Visibilidade Bissexual surgiu em 1999, a partir da iniciativa dos ativistas estadunidenses Wendy Curry, Michael Page e Gigi Raven Wilbur. Para eles, mesmo após a <a href="https://contrafcut.com.br/noticias/dia-internacional-do-orgulho-lgbtqia-para-reflexao-e-respeito/?swcfpc=1">Rebelião de </a><a href="https://contrafcut.com.br/noticias/dia-internacional-do-orgulho-lgbtqia-para-reflexao-e-respeito/?swcfpc=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Stonewall</a><a href="https://contrafcut.com.br/noticias/dia-internacional-do-orgulho-lgbtqia-para-reflexao-e-respeito/?swcfpc=1"> Inn</a>, em Nova York, em 1969, com a qual os movimentos LGBTQIA+ ganharam mais força mundo afora, as pessoas bissexuais seguiam sem visibilidade, necessária para combater tanto a bifobia, como os estigmas de que elas são adeptas de promiscuidade e inseguras quanto a sua identidade afetiva.</p>
<p>Como ressaltou Bia, “é preciso acabar de vez com estes estereótipos que estabelecem pessoas bissexuais como promíscuas ou incapazes de manter relacionamentos estáveis. As pessoas devem ter a liberdade de viver como quiserem, sem rótulos que as associem a este ou aquele comportamento”.</p>
<p>No Brasil, o Dia da Visibilidade Bissexual ainda não foi estabelecido nacionalmente, porém alguns movimentos favoráveis a isso começam a ocorrer. Em agosto de 2021, por exemplo, Porto Alegre incluiu a celebração no calendário oficial das datas comemorativas e de conscientização da cidade, a partir de lei proposta pela vereadora Daiana Santos (PCdoB).</p>
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		<title>Visibilidade Lésbica: pelo fim da violência e pela vida</title>
		<link>https://bancarios.com.br/visibilidade-lesbica-pelo-fim-da-violencia-e-pela-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2022 10:54:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Agosto é o mês do Orgulho Lésbico, e nesta segunda-feira (29) é celebrado o dia da Visibilidade Lésbica. A data marca a primeira grande manifestação dessa comunidade no Brasil, ocorrida em 1983, movimento que ficou conhecido com o “Stonewall Brasileiro” (conheça o que foi a “Rebelião de Stonewall Inn”). Para a secretária da Juventude da &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-53597 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/08/visibilidade-lesbica-2022.jpeg" alt="" width="755" height="455" /></p>
<p>Agosto é o mês do Orgulho Lésbico, e nesta segunda-feira (29) é celebrado o dia da Visibilidade Lésbica. A data marca a primeira grande manifestação dessa comunidade no Brasil, ocorrida em 1983, movimento que ficou conhecido com o “Stonewall Brasileiro” (conheça o que foi a “<a href="https://contrafcut.com.br/noticias/dia-internacional-do-orgulho-lgbtqia-para-reflexao-e-respeito/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rebelião de Stonewall Inn</a>”).</p>
<p>Para a secretária da Juventude da Contraf-CUT, Bianca Garbelini, a Bia, “a visibilidade é fundamental, pois nós ainda não somos vistas dentro de nossa sexualidade, de nossas identidades visuais, pois existe aquele senso comum de que a mulher lésbica não é lésbica de verdade, e que ela ainda não conheceu um homem que a faça virar uma mulher realmente, o que acaba nos invisibilizando como sujeitos”.</p>
<p>Como ressalta Bia, que também é militante pelos direitos da mulher lésbica, isso ocorre “mesmo dentro da comunidade LGBTQIA+, apesar de todos os avanços em geral, nos últimos 20 ou 30 anos”. Por conta desse estigma, os atos de 29 de agosto buscam o reconhecimento social, a garantia de seus direitos e a luta pelo fim da violência contra a mulher lésbica. Segundo poucos levantamentos a respeito, cresce a cada ano o número de lesbocídios – assassinatos e ações de abuso que culminam com a morte da mulher lésbica.</p>
<h3><strong>Dados raros, porém alarmantes</strong></h3>
<p>A invisibilidade alcança inclusive os dados de lesbocídios e outras formas de violência. Como observa Bia, “somente agora estamos começando a ter dados sobre a violência, pois até muito pouco tempo existia o mito de que a mulher lésbica não sofria violência, quando o que ocorria era que não existiam dados sobre isso”.</p>
<p>Apesar de escassos, os levantamentos e estudos sobre a questão são preocupantes. Em 1983, por exemplo, o Grupo Gay da Bahia identificou um lesbocídio no país. Anos depois, pesquisa feita pelo Instituto Patrícia Galvão levantou 16 casos em 2014, 26 em 2015, 30 em 2016 e 54 em 2017, uma escalada alarmante, com 126 mortes em apenas quatro anos. O estudo também estima que 89% desses crimes são causados por homens e que 29% deles são cometidos por alguém que mora na mesma casa da vítima. Conheça aqui o <a href="https://dossies.agenciapatriciagalvao.org.br/fontes-e-pesquisas/wp-content/uploads/sites/3/2018/04/Dossi%C3%AA-sobre-lesboc%C3%ADdio-no-Brasil.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dossiê Sobre Lesbocídio no Brasil</a>.</p>
<p>Diante desses números, Bia observa que a data da Visibilidade Lésbica é fundamental para a luta por direitos, “pois não existe nenhuma iniciativa do Estado para levantamento de dados, nenhuma iniciativa de proteção para nós; sabe-se que a maior parte de violência contra a mulher lésbica vem de homens, e não há nenhum mecanismo específico contra isso; então a Visibilidade é importante, sim, para cobrarmos do Estado a responsabilidade pela nossa segurança, pelo nosso bem estar, pelo nosso direito de viver, de ser e de amar quem a gente quiser”.</p>
<h3><strong>No trabalho</strong></h3>
<p>Entre as reivindicações apresentadas aos bancos, na Campanha Nacional 2022, a categoria bancária incluiu cláusulas específicas em respeito aos trabalhadores e trabalhadoras LGBTQIA+. Conforme explica Bia, “com relação ao trabalho no setor bancário, uma questão fundamental é o direito à identidade visual, como cada um se expressa para o mundo”. Com relação a esse item, a secretária pontua que “existe a mulher lésbica que é mais feminilizada ou menos”, e ambas devem ser respeitadas. Bia denuncia que “a mulher menos feminilizada, que se expressa dentro dessa identidade sapatão, que chamam de masculina, mas que é apenas menos feminina, acaba sofrendo muito mais discriminação”.</p>
<p>De um modo geral, Bia indica que, por ser muito machista, “o ambiente bancário exige aquela coisa de a mulher ter que se enfeitar para ser uma boa vendedora, então, ela tem que usar salto, se maquiar, usar decote, e a mulher lésbica que não é muito feminilizada, ao não corresponder com a essa expectativa, acaba sendo vítima de mais preconceito, escondida e jogada aos piores postos de trabalho, e isso não acontece só nos bancos, mas no mercado como um todo”.</p>
<p>Para Adilson Barros, da direção executiva da Contraf-CUT, “as mulheres lésbicas, mesmo com décadas de luta, ainda sofrem duplo preconceito e são levadas para uma invisibilidade em diversos espaços da sociedade”. Por isso, conforme diz Adilson, que também é militante LGBTQIA+, “será preciso valorizar sempre a visibilidade lésbica como uma luta fundamental dentro e fora da comunidade LGBTQIA+, com direito a voz, ocupação de espaço e igualdade de oportunidades”.</p>
<h3><strong>Canais de denúncia</strong></h3>
<p>Denúncias de casos de lesbofobia, outras formas de LGBTfobia ou violência contra mulher, crianças, adolescentes, idosos ou qualquer pessoa vulnerável, podem ser feitas pelo Disque 100, pelo portal do <a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/ondh/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Departamento de Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos</a>, ou pelo 190, telefone da Polícia Militar.</p>
<p>Fonte: Contraf.</p>
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		<title>Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, para reflexão e respeito</title>
		<link>https://bancarios.com.br/dia-internacional-do-orgulho-lgbtqia-para-reflexao-e-respeito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2022 12:55:40 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-52610 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/06/orgulho-lgbtqia-2022.jpeg" alt="" width="755" height="455" /></p>
<p>Nesta terça-feira, 28 de junho, em todo o mundo ocorrem celebrações pelo Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, também conhecido como Dia do Orgulho Gay. A data é importante para a reflexão sobre a igualdade de direitos entre as pessoas em qualquer situação, o respeito à diversidade e o combate a toda forma de discriminação e, em especial, à LGBTfobia.</p>
<p>A LGBTfobia, muitas vezes referida como homofobia, é a discriminação, aversão, ódio ou ato de agressão, por iniciativa individual ou coletiva, baseada na crença preconceituosa da inferioridade das pessoas LGBTQIA+ em relação à chamada heteronormatividade, ou a forma de pensar que marginaliza os relacionamentos afetivos que não sejam heterossexuais.</p>
<p>A secretária da Juventude da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Bianca Garbelini, observa que “a sociedade ainda é cis-heteronormativa, ou seja, quer impor como norma quem devemos amar e como devemos nos apresentar perante ela”. Para Bianca, também militante LGBTQIA+, “quando uma pessoa LGBTQIA+ quebra essa norma, na questão afetivo-sexual ou na identidade de gênero, existe a reação violenta por parte dos que não aceitam a diversidade. Por isso, dizemos que nossa existência é política, porque todos os dias resistimos à violência para defender nosso direito de ser e amar quem quisermos”.</p>
<h3><strong>É crime</strong></h3>
<p>A LGBTfobia foi responsável por 316 mortes no Brasil, só em 2021, segundo <a href="https://observatoriomorteseviolenciaslgbtibrasil.org/dossie/mortes-lgbt-2021/#dossi%C3%AA-completo-de-mortes-e-viol%C3%AAncias-contra-lgbti+-no-Brasil-em-2021" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dossiê de Mortes e Violências contra LGBTI+</a>, preparado pelo <a href="https://observatoriomorteseviolenciaslgbtibrasil.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Observatório de Mortes e Violências LGBTI+</a>. O número mostra um crescimento de 33% desse tipo de crime no período de um ano no país. As entidades ligadas à comunidade LGBTQIA+ estimulam todos a denunciar qualquer crime por discriminação ou agressão contra vulneráveis. Um dos caminhos é o <a href="https://www.gov.br/pt-br/servicos/denunciar-violacao-de-direitos-humanos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">disque 100</a>, do Governo Federal.</p>
<p>Várias organizações que atuam em defesa dos direitos da comunidade LGBTQIA+ também possuem canais de atendimento e orientação a vítimas de toda forma de violência, como o <a href="https://grupogaydabahia.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Grupo Gay da Bahia</a>, a <a href="https://antrabrasil.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra</a>) e a <a href="https://www.abglt.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT)</a>.</p>
<p>Para Adilson Barros, da direção executiva da Contraf-CUT, “sempre será necessário falar sobre a situação da comunidade LGBTQIA+, uma vez que sofremos diariamente com o preconceito, exclusão, violação de direitos e dificuldade de acesso à educação e ao mercado de trabalho”. Adilson, que também é militante LGBTQIA+, lembra que, “apesar da criminalização da LGBTfobia pelo Supremo Tribunal Federal, em 2019, os casos de violência aumentaram por ausência de políticas públicas e pelo discurso de ódio vindo daqueles que preferem atacar os que pensam e desejam uma sociedade inclusiva e sem preconceito”.</p>
<h3><strong>Mapa da cidadania</strong></h3>
<p>A ABGLT oferece em seu site o <a href="https://www.abglt.org/mapa-da-cidadania" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mapa da Cidadania</a>, com um importante conjunto de orientações e informações sobre serviços, ferramentas jurídicas e órgãos de apoio à diversidade sexual e de gênero, existentes em todo Brasil. O mapa é muito organizado, objetivo e fácil de usar: basta acessar o link acima e clicar no nome do estado onde você está.</p>
<h3><strong>Rebelião de Stonewall Inn</strong></h3>
<p>A data de 28 de junho, como Dia do Orgulho LGBTQIA+, tem origem num ato de resistência à repressão policial em 1969, no bairro Greenwich Village, de Nova York, que é marcado pela convivência pacífica de diversidades étnica e sexual. Nesse dia, o bar Stonewall Inn, voltado à comunidade LGBTQIA+, foi alvo de uma inspeção por conta de seu público, na qual 13 pessoas foram detidas, entre funcionários e clientes.</p>
<p>Quando uma mulher foi agredida na ação e pediu socorro, pessoas que circulavam pela região juntaram-se para defendê-la. A reação popular cresceu, e os policiais tiveram que se refugiar dentro do bar, até que chegasse reforço das forças de segurança. As manifestações mobilizaram milhares de pessoas e seguiram na cidade por cinco dias, contra a perseguição policial e a discriminação generalizada contra a comunidade LGBTQIA+. O episódio ficou conhecido como Rebelião de Stonewall Inn.</p>
<p>Fonte: Contraf.</p>
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		<title>29 de janeiro: Dia da Visibilidade Trans</title>
		<link>https://bancarios.com.br/29-de-janeiro-dia-da-visibilidade-trans/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jan 2022 12:52:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há 18 anos, no dia 29 de janeiro de 2004, foi promovido um ato no Congresso Nacional, em Brasília, pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde com um grupo de mulheres e homens trans e travestis. Era o lançamento da campanha “Travesti e Respeito”. A data se tornou um marco &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="size-full wp-image-50915 aligncenter" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/01/tag-dia-da-visibilidade-trans.jpeg" alt="" width="755" height="455" />Há 18 anos, no dia 29 de janeiro de 2004, foi promovido um ato no Congresso Nacional, em Brasília, pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde com um grupo de mulheres e homens trans e travestis. Era o lançamento da campanha “Travesti e Respeito”. A data se tornou um marco contra a transfobia no Brasil e foi escolhida como o Dia da Visibilidade Trans.</p>
<p>“Por mais que continuem invisíveis, diversas pessoas transgênero ocupam lugares de destaque na sociedade brasileira. No trabalho, cumprem suas funções, ocupam espaços na vida pública e na política, com representação nos parlamentos, programas de TV, enfim, é uma realidade que está posta e só não vê quem não quer”, observou o dirigente da Executiva da Confederação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Adilson Barros.</p>
<p>Séries de TV, com atrizes e atores trans no elenco, como <em>Orange is the new black, Sense 8, Psi, Euphoria</em> e <em>Verdades Secretas 2</em>, na qual a atriz Gabrielle Gambine reclamou de transfobia durante as gravações, tratam abertamente de questões envolvendo pessoas transgênero. Além disso, nos últimos dias, a participação da Linn da Quebrada num <em>reality show</em>, tem conquistado grande atenção dos brasileiros para o tema.</p>
<p>“Essas iniciativas louváveis confirmam o crescimento do reconhecimento e das contratações. E isso é muito bom! É sinal do quanto se pode avançar nas políticas públicas e que as pessoas trans e travestis podem e precisam ser inseridas no mercado de trabalho, com políticas públicas de capacitação. Mas, também mostra que que elas estão aptas. Basta não discriminar”, completou.</p>
<p><strong>Para além das “telas”</strong></p>
<p>Adilson lamenta, no entanto, que a maioria das pessoas transgênero ainda seja “invisibilizada”. “Infelizmente, ainda persiste o preconceito e a discriminação. Tirando quem tem destaque social, as demais pessoas transgênero têm dificuldade de conseguir emprego. As que conseguem, não ficam no atendimento ao público, não conseguem ascensão na carreira profissional e muitas delas continuam à margem da sociedade, sendo obrigadas a se prostituir para sobreviver. Sem falar dos inúmeros casos de violência a que estas pessoas são submetidas”, disse.</p>
<p>O dirigente da Contraf-CUT aponta estes fatos tendo como base sua atuação social, mas até mesmo nos dados demográficos esta população é meio que invisível. Não existem informações oficiais sobre a quantidade e nem como vivem as brasileiras e os brasileiros trans. As informações são levantadas por entidades que trabalham com este público, como a <a href="https://antrabrasil.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra)</a>, que estima que 1,9% da população nacional seja composta por trans.</p>
<p>Com relação à violência, o levantamento aponta que, de 2010 para 2020, o número de assassinatos de pessoas trans aumentou de 99 para 175, um aumento de 76,8%. Os números totais de 2021 ainda não foram computados, mas dados do <a href="https://antrabrasil.files.wordpress.com/2021/07/boletim-trans-002-2021-1sem2021-1.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Boletim 002-2021</a>, da Antra, apontam que foram registrados 89 assassinatos de pessoas trans no primeiro semestre do ano passado.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-50918" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2022/01/grafico-assassinatos-de-trans-2008-2020.jpg" alt="" width="567" height="313" /></p>
<p>“As pessoas trans conseguiram ampliar seu espaço de atuação na sociedade, mas estes números nos trazem uma triste realidade que ainda precisa ser superada”, lamentou o dirigente da Contraf-CUT. “Por isso, temos que comemorar os espaços conquistados, mas sem nos esquecermos de que a realidade ainda é triste, e muito violenta, para as pessoas trans”, concluiu.</p>
<p>Fonte: Contraf.</p>
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		<title>Dia Internacional de Luta Contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia é comemorado nesta segunda (17)</title>
		<link>https://bancarios.com.br/dia-internacional-de-luta-contra-a-homofobia-transfobia-e-bifobia-e-comemorado-nesta-segunda-17/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 May 2021 15:32:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGBTI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira (17), é comemorado o Dia Internacional de Luta Contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia. Há 31 anos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu suprimir a homossexualidade como doença mental da lista de patologias registradas no Manual de Diagnóstico e Estatística de Desordens Mentais. A data visa conscientizar a população em geral sobre &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-46666 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/05/lgbt.jpg" alt="" width="512" height="268" />Nesta segunda-feira (17), é comemorado o Dia Internacional de Luta Contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia. Há 31 anos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu suprimir a homossexualidade como doença mental da lista de patologias registradas no Manual de Diagnóstico e Estatística de Desordens Mentais.</p>
<p>A data visa conscientizar a população em geral sobre a luta contra a discriminação dos homossexuais, transexuais e transgêneros, debater os mais variados tipos de preconceitos contra as diferentes orientações sexuais e identidades de gênero, além de gerar o desenvolvimento de uma conscientização civil sobre a importância da criminalização da homofobia.</p>
<p>Segundo o “Relatório: Observatório de Mortes Violentas de LGBTI+ no Brasil”, divulgado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), 237 LGBT+ tiveram morte violenta no país vítimas da homotransfobia em 2020: 224 homicídios (94,5%) e 13 suicídios (5,5%).</p>
<p>Diferentemente do que se repete desde que o Grupo Gay da Bahia iniciou tal pesquisa, em 1980, pela primeira vez, as travestis ultrapassaram os gays em número de mortes: 161 travestis e trans (70%), 51 gays (22%) 10 lésbicas (5%), 3 homens trans (1%), 3 bissexuais (1%) e finalmente 2 heterossexuais confundidos com gays (0,4%).</p>
<p>“A data ressalta a necessidade de adoção de medidas práticas indispensáveis para se conferir efetiva cidadania à população LGBTQIA+, que além de todos os riscos a que está exposta toda a sociedade brasileira, ainda morre em razão de uma condição inata. Morre por expressar carinho em público, morre por ser diferente de um padrão heteronormativo. E não é só isso, a luta também envolve direito à educação, à moradia, ao acesso ao sistema público de saúde de acordo com as respectivas particularidades”, afirma Sarah Sodré, diretora de Assuntos Jurídicos.</p>
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		<item>
		<title>Congresso recebe pela primeira vez projeção do arco-íris em Dia do Orgulho LGBT</title>
		<link>https://bancarios.com.br/congresso-recebe-pela-primeira-vez-projecao-do-arco-iris-em-dia-do-orgulho-lgbt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2020 14:09:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGBTI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foram projetadas ainda mensagens como &#8220;democracia&#8221;, &#8220;diversidade&#8221;, &#8220;direitos&#8221; e &#8220;LGBT&#8221; O Congresso Nacional recebeu na noite deste domingo (28) projeções das cores do arco-íris. A intervenção comemorou o Dia do Orgulho LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais). O dia 28 de junho marca a rebelião de Stonewall, em Nova York, em 1969. A revolta se deu por &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/congresso-recebe-pela-primeira-vez-projecao-do-arco-iris-em-dia-do-orgulho-lgbt/">Congresso recebe pela primeira vez projeção do arco-íris em Dia do Orgulho LGBT</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="c-content-head__subtitle"><em>Foram projetadas ainda mensagens como &#8220;democracia&#8221;, &#8220;diversidade&#8221;, &#8220;direitos&#8221; e &#8220;LGBT&#8221;</em></p>
<figure id="attachment_41454" aria-describedby="caption-attachment-41454" style="width: 618px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2020/06/15933975775ef95149edee5_1593397577_16x9_lg.jpg"><img loading="lazy" class="wp-image-41454 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2020/06/15933975775ef95149edee5_1593397577_16x9_lg-1024x576.jpg" alt="" width="618" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-41454" class="wp-caption-text">Projeção no Congresso em homenagem ao Dia do Orgulho LGBT &#8211; Roque de Sá/Agência Senado</figcaption></figure>
<p>O Congresso Nacional recebeu na noite deste domingo (28) projeções das cores do arco-íris. A intervenção comemorou o Dia do Orgulho LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais).</p>
<p>O dia 28 de junho marca a rebelião de Stonewall, em Nova York, em 1969. A revolta se deu por frequentadores do bar como reação à repressão de policiais que invadiram o bar.</p>
<p>Pela primeira vez na história, o Congresso foi palco de uma manifestação oficial pelo orgulho LGBT. As projeções foram feitas das 20h às 20h15.</p>
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<p>O pedido do ato é do senador Fabiano Contarato (Rede-ES). Com a pandemia do novo coronavírus, não foi realizada neste ano em Brasília a Parada do Orgulho LGBT. As duas torres do Congresso receberam a imagem da bandeira do arco-íris. Foram projetadas ainda mensagens como &#8220;democracia&#8221;, &#8220;diversidade&#8221;, &#8220;direitos&#8221; e &#8220;LGBT&#8221;. A conta oficial do Senado no Twitter afirmou que &#8220;o Congresso Nacional respeita a diversidade&#8221;.</p>
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<p>O senador autor do pedido também se manifestou. &#8220;Esse arco-íris que iluminou o Congresso Nacional simboliza a nossa liberdade, respeito, amor e a igualdade&#8221;, escreveu Contarato.</p>
<p>&#8220;Sonho com o dia em que ninguém será julgado pela cor da sua pele, pela sua orientação sexual ou por qualquer outra situação que justifique violência ou preconceito.&#8221;</p>
<p>O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), celebrou a iniciativa. &#8220;Em uma sociedade plural, não pode haver espaço para preconceito. O Congresso Nacional respeita a diversidade&#8221;, disse, em rede social.</p>
<p>O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), também registrou a data. &#8220;Dia feliz para os que prezam os direitos humanos, as minorias, o respeito e a diversidade (lembrando que hoje é o dia internacional do orgulho LGBT); dia triste para os saudosistas do autoritarismo&#8221;, escreveu.</p>
<p>Gilmar Mendes, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), compartilhou as imagens do Congresso.</p>
<p>&#8220;A liberdade de orientação sexual e de identidade de gênero são conquistas inafastáveis da Constituição de 1988. Não existe cura para o que não é doença&#8221;, escreveu no Twitter.</p>
<p>&#8220;Há poucos grupos sociais capazes de lutar com um sentimento tão poderoso chamado de orgulho. #PRIDE2020​&#8221;, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Folha de São Paulo</p>
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