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	<title>Arquivos LGBTQIAPN+ - Sindicato dos Bancários</title>
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		<title>Diversidade será um dos temas do Encontro Vozes que Transformam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 12:08:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Diversidade LGBTQIAPN+ será um dos temas em debate no Encontro Vozes que Transformam, que será realizado pela Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (Feebbase), no dia 25 de abril, no Hotel Portobello, em Salvador. O evento debaterá também os direitos das mulheres e das Pessoas com Deficiência (PCD’s). Voltado para os bancários e bancárias &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="wp-image-71981 alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_encontro_vozes_que_transformam_a45b4-819x1024.jpeg" alt="" width="304" height="385" />Diversidade LGBTQIAPN+ será um dos temas em debate no Encontro Vozes que Transformam, que será realizado pela Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (Feebbase), no dia 25 de abril, no Hotel Portobello, em Salvador. O evento debaterá também os direitos das mulheres e das Pessoas com Deficiência (PCD’s).</p>
<p>Voltado para os bancários e bancárias da Bahia e Sergipe, o Encontro será dividido em duas parte. Pela manhã os debates serão conjuntos. A abertura será às 9h, com exposições sobre temas de interesses de todos os públicos. Logo em seguida, começam as debates específicos, com a mesa “Inclusão para além das cotas”, que terá como palestrante Silvanete Brandão, que é presidente da Associação Baiana de Deficientes Físicos (ABADEF), assistente social, professora universitária e ativista do movimento nacional da pessoa com deficiência.</p>
<p>Na parte da tarde, o público será dividido em salas distintas para os encontros das Bancárias e da Diversidade LGBTQIAPN+. Cada encontro terá sua própria programação e palestrantes.</p>
<p>Quem tiver interesse em participar, deve ficar atento aos comunicados do sindicato de sua base, para saber as regras para inscrição, que contemplarão todo o Encontro Vozes que Transformam.</p>
<p><b>Confira a programação do Encontro da Diversidade</b></p>
<p><b>9h </b>– Abertura</p>
<p><b>10h </b>– Inclusão para além das cotas &#8211; <b>Silvanete Brandão &#8211; </b>Presidente da Associação Baiana de Deficientes Físicos (ABADEF), assistente social, professora universitária e ativista do movimento nacional da pessoa com deficiência.</p>
<p><b>13h</b> – Almoço</p>
<p><b>14h </b>– <b>3º Encontro Diversidade LGBTQIAPN+</b></p>
<p><b>Roda de Conversa &#8211; Mediadora: Mariana Serrano</b> &#8211; Advogada, professora de Direito Antidiscriminatório da população LGBTQIAPN+. Autora de livro Vidas LGBTQIA+. Reflexões para não sermos idiotas.</p>
<p><b>Violência Simbólica, Discriminação e Sistema Financeiro &#8211; Dimitri Sales </b>– Advogado, Doutor em Direito, Membro da Comissão de Diversidade Sexual e Gênero OAB/SP, professor da Must University (Flórida-USA). ;</p>
<p><b>LGBTFOBIA &#8211; Genilson Coutinho</b> – Ativista LGBTQUIAPN+ e criador do Site Dois Terços.</p>
<p><b>Representatividade &#8211; </b><b>Thiffany Odara</b> – Doutoranda em Educação pela UFBA, Especialista em Gênero, Raça, Sexualidade e Etnia, integrante do Fórum Nacional de Travestis e Transexuais Negras (FONATRANS) e do Fórum de Travesti e Transexuais da BA (Fórum TT).</p>
<p><b>16h</b> &#8211; Debate</p>
<p><b>17h</b> &#8211; Confraternização.</p>
<p><strong>Fonte: FEEB BA/SE</strong></p>
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		<title>Encontro das Bancárias, Diversidade e Inclusão será no dia 25 de abril</title>
		<link>https://bancarios.com.br/encontro-das-bancarias-diversidade-e-inclusao-sera-no-dia-25-de-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 10:43:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com o tema “Vozes que Transformam”, a Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (Feebbase) realiza o primeiro Encontro das Mulheres, Diversidade e Inclusão, que acontecerá no dia 25 de abril, durante todo o dia, no Hotel Portobello, em Salvador. O Encontro tem como público prioritário as mulheres, @s LGBTQIAPN+ e as Pessoas com Deficiência &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-71981 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_encontro_vozes_que_transformam_a45b4-240x300.jpeg" alt="" width="282" height="335" /></p>
<p>Com o tema “Vozes que Transformam”, a Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (Feebbase) realiza o primeiro Encontro das Mulheres, Diversidade e Inclusão, que acontecerá no dia 25 de abril, durante todo o dia, no Hotel Portobello, em Salvador.</p>
<p>O Encontro tem como público prioritário as mulheres, @s LGBTQIAPN+ e as Pessoas com Deficiência (PcD). No entanto, o evento é aberto aos bancários e bancárias da Bahia e Sergipe, interessados em debater formas de garantir igualdade de oportunidades e de direitos para todos os trabalhadores e trabalhadoras do ramo financeiro.</p>
<p>O Encontro acontece em duas partes. Pela manhã haverá uma discussão conjunta sobre temas que interessam às mulheres, @s LGBTQIAPN+ e as Pessoas com Deficiência (PcD). Pela tarde, cada segmento ocupará uma sala, para que possa discutir pautas específicas.</p>
<p>Quem tiver interesse em participar, deve ficar atento aos comunicados do sindicato de sua base, para saber as regras para inscrição.</p>
<p><strong><em>Fonte: FEEB/BA-SE</em></strong></p>
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		<title>Dia da Visibilidade Trans expõe as contradições entre direitos, trabalho e violência</title>
		<link>https://bancarios.com.br/dia-da-visibilidade-trans-expoe-as-contradicoes-entre-direitos-trabalho-e-violencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 12:59:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGBTQIAPN+]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Nacional da Visibilidade Trans, celebrado em 29 de janeiro, o Brasil volta a encarar uma de suas contradições mais profundas. Ao mesmo tempo em que o tema ganha maior espaço no debate público e na mídia, o país segue liderando, há quase duas décadas, os índices de assassinatos de pessoas trans no mundo. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="dd-m-image__group"><img src="https://www.cut.org.br/images/cache/systemuploadsnews55324a717fbc294bf57-700x460xfit-7739e.jpeg" alt="notice" data-src-mobile="/images/cache/systemuploadsnews55324a717fbc294bf57-320x210xfit-7739e.jpeg" data-src-tablet="/images/cache/systemuploadsnews55324a717fbc294bf57-768x460xfit-7739e.jpeg" data-src-web="/images/cache/systemuploadsnews55324a717fbc294bf57-700x460xfit-7739e.jpeg" /></figure>
<div class="dd-m-editor">
<p>No Dia Nacional da Visibilidade Trans, celebrado em 29 de janeiro, o Brasil volta a encarar uma de suas contradições mais profundas. Ao mesmo tempo em que o tema ganha maior espaço no debate público e na mídia, o país segue liderando, há quase duas décadas, os índices de assassinatos de pessoas trans no mundo. A constatação reforça que a visibilidade, embora essencial, ainda não se converteu em garantia plena de direitos básicos, como segurança, cidadania e acesso ao trabalho digno.</p>
<p>A data surgiu em 2004, a partir da campanha <em>“Travesti e Respeito: já está na hora dos dois serem vistos juntos”</em>, articulada pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) em parceria com o Ministério da Saúde. O objetivo era afirmar que visibilidade significa respeito concreto, vivido no cotidiano e não apenas reconhecimento simbólico.</p>
<p>Para o secretário de Políticas LGBTQIA+ da CUT, Walmir Siqueira, o 29 de janeiro deve ser marcado não apenas por celebrações, mas por denúncia e cobrança efetiva.</p>
<p><strong>“O Brasil continua sendo o país que mais mata pessoas trans no mundo. Isso é um dado que a gente não pode perder de vista quando fala de visibilidade”</strong>, afirma. Segundo ele, a violência extrema é apenas uma das faces de um sistema que impõe exclusões sucessivas à população trans.</p>
<p><strong>Direitos reconhecidos, realidade ainda desigual</strong></p>
<p>Nos últimos anos, o Brasil acumulou avanços importantes no campo jurídico. Pessoas trans e travestis podem realizar a retificação de nome e gênero diretamente em cartório, sem necessidade de cirurgia, laudos médicos ou autorização judicial. O uso do nome social é garantido em escolas, universidades, no sistema eleitoral e nos serviços públicos. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece atendimento integral por meio do Processo Transexualizador, incluindo hormonização e cirurgias.</p>
<p>Além disso, o Supremo Tribunal Federal (STF) equiparou a transfobia ao crime de racismo, assegurando proteção legal. Apesar desses marcos, a distância entre o direito formal e a vida cotidiana ainda é grande.</p>
<p><strong>Mercado de trabalho: exclusão histórica e inserção precária</strong></p>
<p>A exclusão no mundo do trabalho segue como uma das principais formas de violação de direitos. Walmir lembra que, historicamente, a população trans foi empurrada para a informalidade e para a prostituição como estratégia de sobrevivência.</p>
<p>“O mercado de trabalho para as pessoas trans sempre foi discriminatório. Tem preconceito, tem exclusão, e muitas acabam sendo relegadas à prostituição para conseguir sobrevivência”, afirma.</p>
<p>Para além disso, “n<strong>ão basta garantir o posto de trabalho. É preciso garantir a dignidade nesse emprego</strong>”, diz Walmir. Ele explica que o mercado tem se aberto à questão, mas não se trata somente de garantir a vaga para a pessoa trans. É preciso que haja um ambiente seguro no emprego após a contratação.</p>
<p>Mesmo quando existem iniciativas de inclusão, elas costumam ser limitadas. “Há alguns lugares que até contratam pessoas trans, mas geralmente são trabalhos precarizados, sem exigir qualificação. E muitas dessas pessoas são qualificadas, têm estudo, têm potencial, mas não conseguem usar isso nem para a própria vida, nem para a sociedade”, diz.</p>
<p>Essa avaliação é confirmada por dados do estudo <em>“A inserção e as características das pessoas trans no Assalariamento formal”</em>, do Ipea (2025). A pesquisa identificou 38,7 mil pessoas trans entre 14 e 64 anos, a partir do cruzamento de dados do CPF e da Rais. Apenas 25% estavam no emprego formal, índice 6,8 pontos percentuais abaixo da média da população geral.</p>
<p>As desigualdades são expressivas:</p>
<ul>
<li>a taxa de inserção é de 31,1% entre homens trans e de apenas 20,7% entre mulheres trans.</li>
<li>no setor público, a presença é ainda mais reduzida: somente 5,5% ocupam vínculos estatutários, metade da proporção observada na população total.</li>
<li>a maior parte das pessoas trans empregadas está concentrada em poucos setores, como comércio, serviços administrativos e alojamento e alimentação.</li>
</ul>
<p><strong><a href="https://www.cut.org.br/noticias/universo-trans-em-numeros-trabalho-direitos-e-seguranca-1748" target="_blank" rel="noopener">Universo trans em números: trabalho, direitos e segurança</a> &#8211; leia aqui um resumo dos dados sobre mercado de trabalho, quais os direitos e os números da violência no país que continua sendo o que mais mata pessoas trans no mundo.</strong></p>
<p><strong>Qualificação não garante igualdade</strong></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/judanunes_?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==" target="_blank" rel="noopener">Para a especialista em Educação para Inclusão da Diversidade e pesquisadora de futuros Judá Nunes</a>, a lógica do mercado de trabalho está longe de ser meritocrática.</p>
<p>“<strong>O mercado de trabalho para pessoas trans no Brasil não se parece com uma escada em que ‘quem se qualifica sobe’. Ele se parece mais com um percurso cheio de barreiras</strong>”, afirma.</p>
<p>Os rendimentos evidenciam essa desigualdade estrutural. Pessoas trans no emprego formal recebem, em média, R$ 2.707 — valor 32% inferior à média nacional do trabalho formal. Mesmo entre profissionais com ensino superior completo, a diferença persiste: a renda de pessoas trans é 27,6% menor do que a de trabalhadores não trans com o mesmo nível de escolaridade.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>Não é só ‘falta de diploma’, é também o quanto o mercado desvaloriza a pessoa trans mesmo quando ela cumpre os critérios que o próprio mercado diz exigir</p>
<footer>&#8211; Judá Nunes</footer>
</blockquote>
<figure style="width: 500px" class="wp-caption alignnone"><a class="dd-lightbox" href="https://assets.cut.org.br/system/uploads/ck/jUDA.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" src="https://www.cut.org.br/images/cache/systemuploadsckjudapng-500x289xfit-8d3b2.png" alt="Arquivo pessoal" width="500" height="289" /></a><figcaption class="wp-caption-text">Arquivo pessoal</figcaption></figure>
<p>A desigualdade se intensifica quando se cruzam identidade de gênero, raça e território. Pessoas trans negras, pardas e indígenas apresentam rendimentos ainda menores, e regiões com menor dinamismo econômico concentram taxas mais baixas de inserção, com destaque negativo para o Nordeste.</p>
<p><strong>A violência não é casual: “esse sistema tem método”</strong></p>
<p>A persistência da violência contra pessoas trans, mesmo em pleno século XXI, não pode ser atribuída apenas ao preconceito individual. Para Judá Nunes, trata-se de uma engrenagem social organizada. “<strong>Esse sistema não é uma ‘atmosfera conservadora’ solta no ar. Ele tem método</strong>”, afirma.</p>
<p>Segundo ela, o gênero funciona como uma fronteira social que sustenta hierarquias e define quem é reconhecido como legítimo. Quando pessoas trans existem com autonomia, trabalho e projetos de vida, expõem o caráter construído dessas fronteiras, o que provoca reações que vão da violência direta à exclusão silenciosa, por meio da burocracia e do recorrente argumento do “não é o perfil”.</p>
<p>Judá ressalta que o avanço do conservadorismo reativa hierarquias antigas e transforma pessoas trans em alvo de pânico moral, desviando o foco de problemas estruturais como desigualdade, falta de trabalho digno e ausência de políticas públicas.</p>
<p><strong>Violência persistente e abandono institucional</strong></p>
<p>Esse sistema de exclusão se manifesta de forma extrema na violência letal. Em 2025, foram registrados 80 assassinatos de pessoas trans no Brasil, segundo dados da Antra. Embora o número represente uma redução em relação a 2024, houve aumento nas tentativas de homicídio, indicando que a violência permanece. A maioria das vítimas são travestis e mulheres trans, jovens, negras ou pardas. O Nordeste concentrou o maior número de casos no ano.</p>
<p>A ausência de monitoramento oficial por parte do Estado agrava o cenário. Os dados são levantados pela sociedade civil a partir de denúncias e notícias, o que aponta para subnotificação e descrédito nas instituições de segurança pública. O dossiê da Antra defende a ampliação de políticas de proteção e o acesso de mulheres trans às políticas já existentes voltadas às mulheres cis.</p>
<p><strong>Visibilidade como cobrança por políticas públicas permanentes</strong></p>
<p>Para Walmir Siqueira, o Dia Nacional da Visibilidade Trans precisa estar diretamente associado à exigência de políticas públicas estruturadas e permanentes.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>A gente precisa cobrar do Estado políticas públicas LGBTQIA+, inclusive na questão do emprego. As pessoas trans ficaram muito tempo fora do mercado formal e têm direito a ocupar esse espaço que sempre foi negado</p>
<footer>&#8211; Walmir Siqueira</footer>
</blockquote>
<p>Ele destaca que inclusão não se resume à contratação. “Não adianta contratar uma pessoa trans ou travesti e permitir que continue tendo piadinha, assédio, perseguição ou que ela seja colocada num posto inferior, como se aquilo fosse o máximo que ela pode alcançar”, diz.</p>
<p>Para o dirigente, igualdade real passa também pela possibilidade de acesso a cargos de chefia, coordenação e liderança. “Senão, a gente fica só na imagem, na visibilidade, mas sem mudar de verdade a realidade da vida dessas pessoas.”</p>
<p><strong><em>Fonte: CUT</em></strong></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Feebbase lança Manual da Diversidade e Inclusão LGBTQIAPN+ dos Bancários</title>
		<link>https://bancarios.com.br/feebbase-lanca-manual-da-diversidade-e-inclusao-lgbtqiapn-dos-bancarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 14:32:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGBTQIAPN+]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (Feebbase) realizou uma Live nesta segunda-feira (30/6), para lançar o Manual da Diversidade e Inclusão LGBTQIAPN+. Um documento que surgiu da necessidade de fazer com todos percebam, que atrás destas letras existem pessoas com sentimentos e responsabilidades. Para a presidenta da Feebbase, Andréia Sabino, “este foi um &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-69115 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/07/lancamento_do_manual_lgbt__3ad52.jpg" alt="" width="1023" height="633" /></p>
<p>A Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (Feebbase) realizou uma Live nesta segunda-feira (30/6), para lançar o Manual da Diversidade e Inclusão LGBTQIAPN+. Um documento que surgiu da necessidade de fazer com todos percebam, que atrás destas letras existem pessoas com sentimentos e responsabilidades.</p>
<p>Para a presidenta da Feebbase, Andréia Sabino, “este foi um evento muito importante. A divulgação de um material rico em conhecimento, precisamos muito, é uma pauta que a gente precisa muito avançar, mais do que nunca, a gente precisa aprender a respeitar e lidar com essa comunidade tão importante, tão significante pra todos, e essa cartilha é o início de um projeto, é um projeto que vem sendo trabalhado com muitas mãos, com muito cuidado, pra que a gente possa dialogar melhor e ajudar com que as pessoas se sintam mais respeitadas e também que todos aprendam a respeitar”, destacou.</p>
<p>A construção do Manual foi aprovada durante o 1º Encontro da Diversidade Bancária da Bahia e Sergipe, realizado em abril de 2024. A ideia foi sendo aprimorada ao longo do tempo e o lançamento ocorreu agora, para encerrar as atividades do Mês do Orgulho LGBTQIAPN+.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-69114 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/07/lancamento_do_manual_lgbt_2_f7698.jpg" alt="" width="1024" height="768" /></p>
<p>A Manual foi confeccionado pelo jornalista Onã Rudá, que é consultor de diversidade e inclusão e ativista pelos direitos da população LGBTQIAPN+, sob a supervisão da diretoria de Gênero e Diversidade da Feebbase.</p>
<p>“A sociedade precisa compreender que as pessoas LGBTQIAPN+ têm liberdade para escolher seus parceiros e parceiras, logo não cabe a terceiros essa decisão. Esse manual é uma ferramenta para ser consultada constantemente, pois o conhecimento transforma e faz com que não ocorra discriminação a esta comunidade. Precisamos de um ambiente de trabalho livre de todas as formas de opressão e sem LGBTQIAPN+fobia”, ressaltou a diretora de Gênero e Diversidade da Feebbase, Nancy Andrade.</p>
<p>O material será disponibilizado nos próximos dias no site da Federação e os sindicatos também poderão imprimir para distribuir em suas bases.</p>
<p>Fonte: FEEB/VCR.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Contraf-CUT, Fenaban e Ceert avançam nos debates para o 4º Censo da Diversidade</title>
		<link>https://bancarios.com.br/contraf-cut-fenaban-e-ceert-avancam-nos-debates-para-o-4o-censo-da-diversidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 12:23:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGBTQIAPN+]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo de Trabalho (GT) formado por representantes do movimento sindical bancário, dos bancos e do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert) se reuniu nesta quinta-feira (12), na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), para definir os critérios do 4º Censo da Diversidade. &#8220;Está &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-68998 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Acordo-CEF-1170x780-1-1024x683.webp" alt="" width="618" height="412" /></p>
<p>O Grupo de Trabalho (GT) formado por representantes do movimento sindical bancário, dos bancos e do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert) se reuniu nesta quinta-feira (12), na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), para definir os critérios do 4º Censo da Diversidade.</p>
<p><strong>&#8220;Está foi a segunda vez que o GT se reuniu. O encontro anterior foi muito produtivo, permitindo que hoje fosse possível avançar nos ajustes desse instrumento necessário para conhecer o perfil da categoria e que conquistamos nas negociações da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) com os bancos&#8221;</strong>, explica Almir Aguiar, o secretário de Combate ao Racismo da Contraf-CUT, que coordenou a mesa representando os trabalhadores.</p>
<p>O dirigente completou que esta fase de debate dos critérios e formato do questionário é fundamental para garantir um perfil estatístico seguro da categoria. <strong>“Serão abordadas questões, por exemplo, que vão nos ajudar a verificar a diferença salarial entre homens e mulheres; negros e brancos e, com base nisso, analisar se houve evolução na redução das desigualdades, em relação aos censos anteriores e como promover ações para alcançar a igualdade salarial entre todos os trabalhadores do setor&#8221;</strong>, exemplificou Almir.</p>
<p>O cronograma aprovado no encontro anterior está mantido:</p>
<p><strong>&#8211; Agosto: </strong>Ceert apresentará o teste para o 4º Censo da Diversidade ao movimento sindical e à Fenaban;<br />
<strong>&#8211; Setembro </strong>(terceira semana): Início da divulgação do censo;<br />
<strong>&#8211; Fevereiro de 2026: </strong>Divulgação dos resultados.</p>
<p>Além de Almir Aguiar, participaram representando os trabalhadores no GT Fernanda Lopes (Secretária da Mulher da Contraf-CUT); Bianca Garbelini (Secretária da Juventude da Contraf-CUT) e Francisco Pugliesi (Dirigente-executivo da SRSS do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região).</p>
<p>Fonte: Contraf.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/contraf-cut-fenaban-e-ceert-avancam-nos-debates-para-o-4o-censo-da-diversidade/">Contraf-CUT, Fenaban e Ceert avançam nos debates para o 4º Censo da Diversidade</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mês do Orgulho LGBTQIA+: visibilidade, respeito e dignidade para todas as idades</title>
		<link>https://bancarios.com.br/mes-do-orgulho-lgbtqia-visibilidade-respeito-e-dignidade-para-todas-as-idades-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 14:50:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGBTQIAPN+]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CUT destaca trabalho decente, saúde com inclusão, envelhecimento da população e políticas de acolhimento da população LGBTQIA+ como pautas centrais neste mês de reflexão e luta por direitos Junho é o Mês do Orgulho LGBTQIA+, celebrado em memória da Revolta de Stonewall (1969), que marcou um ponto de virada na luta por direitos civis da &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/mes-do-orgulho-lgbtqia-visibilidade-respeito-e-dignidade-para-todas-as-idades-2/">Mês do Orgulho LGBTQIA+: visibilidade, respeito e dignidade para todas as idades</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<p>CUT destaca trabalho decente, saúde com inclusão, envelhecimento da população e políticas de acolhimento da população LGBTQIA+ como pautas centrais neste mês de reflexão e luta por direitos</p>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-68925 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-04-at-13.21.48.jpeg" alt="" width="1072" height="598" /></div>
<div class="news-details__main-content">
<div class="news-details__main-text visible">
<p>Junho é o Mês do Orgulho LGBTQIA+, celebrado em memória da Revolta de Stonewall (1969), que marcou um ponto de virada na luta por direitos civis da população LGBTQIA+. Mais do que celebração, a data é um chamado à ação contra a violência, o preconceito e as desigualdades. A LGBTQIA+fobia, entendida como o preconceito, a hostilidade, a exclusão ou agressão contra pessoas em razão de sua identidade de gênero ou orientação sexual, ainda é uma realidade cotidiana no Brasil.</p>
<p>A CUT, neste mês reforça a importância de pautar o trabalho decente, a inclusão no mundo do trabalho formal, a visibilidade das pessoas LGBTQIA+ e as necessidades específicas da comunidade, em especial, diante do envelhecimento dessa população.</p>
<p><strong>Trabalho decente e inclusão: bandeiras da CUT no Mês do Orgulho</strong></p>
<p>A principal bandeira da CUT neste mês é a promoção do trabalho decente, ou seja, empregos com direitos, segurança, dignidade e igualdade de oportunidades. &#8220;Estamos priorizando a discussão sobre a inclusão das pessoas LGBTQIA+ que estão fora do mercado formal de trabalho. Mas isso não significa apenas inserir no mercado, é garantir que sejam reconhecidas e respeitadas como pessoas LGBTQIA+ dentro dos espaços de trabalho”, secretário de Políticas LGBTQIA+ da CUT, Walmir Siqueira, o professor Wal.</p>
<p>A luta, portanto, é também contra a precarização, que atinge de forma desproporcional as populações já marginalizadas, como negros e negras, mulheres, jovens, pessoas com deficiência, idosos e, sendo essas pessoas da comunidade LGBTQIA+, a discriminação é dobrada.</p>
<p>Além da atuação institucional nos locais de trabalho, sindicatos como os de professores e professoras, profissionais da saúde e metalúrgicos estão promovendo encontros e ações de conscientização sobre diversidade e direitos LGBTQIA+ ao longo do mês. “Os bancários também vão fazer uma mesa de negociação específica sobre a diversidade”, acrescenta o professor Wal.</p>
<p><strong>Envelhecer sendo LGBTQIA+: o duplo peso da exclusão</strong></p>
<p>O tema do envelhecimento da população LGBTQIA+ ganhou centralidade neste ano, inclusive sendo o mote da Parada do Orgulho de São Paulo, a maior do mundo. A CUT reconhece a relevância e endossa a urgência do debate. &#8220;O idoso LGBT está 15 passos atrás. É discriminado pela idade e também pela orientação sexual ou identidade de gênero&#8221;, afirma Wal.<br />
Ainda que haja uma carência de dados oficiais sobre o tema, a invisibilidade das pessoas idosas LGBTQIA+ é fato e é alimentada tanto pelo etarismo (preconceito por idade) como pela estrutura familiar tradicional, que muitas vezes exclui afetivamente essas pessoas. Muitos são forçados a esconder sua identidade para poderem acessar serviços de saúde, instituições de longa permanência ou mesmo para receber cuidados em casa.</p>
<p>Por outro lado, muitas pessoas LGBTQIA+ acabam assumindo o cuidado de familiares idosos ou com deficiência. São relações de afeto e responsabilidade que nem sempre são reconhecidas pelo Estado, mas que revelam o papel ativo da comunidade LGBTQIA+ no tecido social.</p>
<p><strong>Direito de acesso à saúde</strong></p>
<p>A questão da saúde da população LGBTQIA+ – especialmente das pessoas trans – é um dos maiores gargalos quando se fala em direitos básicos. Homens trans que necessitam de atendimento ginecológico ou obstétrico enfrentam barreiras desde a marcação de consultas até o acolhimento adequado nas unidades de saúde. Mulheres trans, por sua vez, muitas vezes precisam de acompanhamento urológico ou endocrinológico, mas encontram resistência, desconhecimento ou até violência institucional.</p>
<p>As cirurgias de afirmação de gênero (também conhecidas como redesignação sexual), quando disponíveis pelo SUS, ainda são de acesso extremamente limitado, e a ausência de profissionais capacitados agrava esse cenário. Como alerta o Walmir Siqueira, “a gente não conseguiu discutir nem ginecologista e urologista para pessoas trans; imagina quando essas pessoas envelhecem e precisam de cuidados geriátricos especializados?”.</p>
<p>O envelhecimento da população trans é um ponto crítico: essas pessoas foram historicamente privadas de acesso a direitos como educação, emprego formal e assistência à saúde, o que gera impacto direto na qualidade de vida na velhice. O Brasil ainda é o país que mais mata pessoas trans no mundo, o que torna cada idosa ou idoso LGBTQIA+ um símbolo de resistência.</p>
<p><strong>Trabalho e aposentadoria: lacunas que precisam de resposta</strong></p>
<p>Outro ponto sensível diz respeito à aposentadoria de pessoas trans. “A gente precisa discutir como se aposenta um homem trans que fez a transição e trabalhou sob um nome e gênero anterior. Não há uma regra definida, nem no INSS, nem no STF”, explica Wal.</p>
<p>A ausência de regulamentações específicas para aposentadorias de pessoas trans gera insegurança jurídica e exclusão. Além disso, há a necessidade urgente de formar profissionais e criar serviços públicos que considerem as vivências da população LGBTQIA+ idosa – como geriatras capacitados para lidar com a diversidade de corpos, identidades e histórias.</p>
<p><strong>Mobilizações, conferências e a primeira marcha nacional LGBTQIA+ da CUT</strong></p>
<p>A atuação da CUT no Mês do Orgulho não se restringe aos ambientes sindicais. A entidade participa ativamente da “feirinha” da Parada de São Paulo, com distribuição de materiais informativos, rodas de conversa e mobilização política. Além disso, está prevista a realização da primeira Marcha Nacional de Trabalhadores e Trabalhadoras LGBTQIA+, em São Paulo, marcada para o dia 18 de junho, da Praça da República à Praça Ramos.</p>
<p>“É um começo, a marcha ainda será pequena, mas marca nossa posição e abre espaço para que nos próximos anos ela cresça”, projeta Wal. “Queremos trazer um tom mais politizado para a semana da Parada.”</p>
<p>Outro destaque é a 5ª Conferência Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, que acontece em outubro. A CUT vem participando ativamente das etapas municipais e estaduais, articulando a inserção de propostas com foco no mundo do trabalho, formação sindical e proteção social. “Nossa expectativa é que muitos delegados e delegadas sejam militantes da CUT, para que possamos levar nossa visão à conferência nacional.”</p>
<p><strong>Próxima parada: São Paulo</strong></p>
<p>O tema da Parada do Orgulho LGBTQIA+ de São Paulo, a maior do mundo, em 2025 é &#8220;Envelhecer LGBT+: Memória, Resistência e Futuro&#8221;. A parada, que acontecerá em 22 de junho, será uma homenagem às vivências das pessoas LGBTQIA+ de 60 anos ou mais, que abriram caminho para as conquistas atuais através da resistência e do combate ao preconceito.</p>
<p>Temas destaque:</p>
<ul>
<li><strong>Envelhecer LGBT+: </strong>A parada se propõe a celebrar as experiências e a história das pessoas LGBTQIA+ mais velhas, reconhecendo a importância de sua resistência e luta contra a discriminação.</li>
<li><strong>Memória : </strong>O tema busca lembrar a história e a importância da memória da comunidade LGBTQIA+ para o presente e para o futuro.</li>
<li><strong>Resistência: </strong>A Parada homenageia a resistência e a força de quem lutou por direitos e conquistas, mesmo diante de dificuldades e opressão.</li>
<li><strong>Futuro: </strong>O tema também olha para o futuro, buscando garantir que as próximas gerações LGBTQIA+ possam envelhecer com dignidade e orgulho, com o apoio de políticas públicas e o respeito da sociedade.</li>
<li><strong>Local: </strong>A Parada do Orgulho LGBTQIA+ de São Paulo acontece na Avenida Paulista</li>
</ul>
<p><em><strong>Fonte: Contraf &#8211; CUT</strong></em></p>
</div>
</div>
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			</item>
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		<title>Mês do Orgulho LGBTQIA+: visibilidade, respeito e dignidade para todas as idades</title>
		<link>https://bancarios.com.br/mes-do-orgulho-lgbtqia-visibilidade-respeito-e-dignidade-para-todas-as-idades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 11:31:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGBTQIAPN+]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Junho é o Mês do Orgulho LGBTQIA+, celebrado em memória da Revolta de Stonewall (1969), que marcou um ponto de virada na luta por direitos civis da população LGBTQIA+. Mais do que celebração, a data é um chamado à ação contra a violência, o preconceito e as desigualdades. A LGBTQIA+fobia, entendida como o preconceito, a &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/mes-do-orgulho-lgbtqia-visibilidade-respeito-e-dignidade-para-todas-as-idades/">Mês do Orgulho LGBTQIA+: visibilidade, respeito e dignidade para todas as idades</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-68865 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/06/systemuploadsnewsff676c12aece5ebb236-700x460xfit-3ad2d.jpeg" alt="" width="700" height="460" /></p>
<p>Junho é o Mês do Orgulho LGBTQIA+, celebrado em memória da Revolta de Stonewall (1969), que marcou um ponto de virada na luta por direitos civis da população LGBTQIA+. Mais do que celebração, a data é um chamado à ação contra a violência, o preconceito e as desigualdades. A LGBTQIA+fobia, entendida como o preconceito, a hostilidade, a exclusão ou agressão contra pessoas em razão de sua identidade de gênero ou orientação sexual, ainda é uma realidade cotidiana no Brasil.</p>
<p>A CUT, neste mês reforça a importância de pautar o trabalho decente, a inclusão no mundo do trabalho formal, a visibilidade das pessoas LGBTQIA+ e as necessidades específicas da comunidade, em especial, diante do envelhecimento dessa população.</p>
<p><strong>Trabalho decente e inclusão: bandeiras da CUT no Mês do Orgulho</strong></p>
<p>A principal bandeira da CUT neste mês é a promoção do trabalho decente, ou seja, empregos com direitos, segurança, dignidade e igualdade de oportunidades. &#8220;Estamos priorizando a discussão sobre a inclusão das pessoas LGBTQIA+ que estão fora do mercado formal de trabalho. Mas isso não significa apenas inserir no mercado, é garantir que sejam reconhecidas e respeitadas como pessoas LGBTQIA+ dentro dos espaços de trabalho”, secretário de Políticas LGBTQIA+ da CUT, Walmir Siqueira, o professor Wal.</p>
<p>A luta, portanto, é também contra a precarização, que atinge de forma desproporcional as populações já marginalizadas, como negros e negras, mulheres, jovens, pessoas com deficiência, idosos e, sendo essas pessoas da comunidade LGBTQIA+, a discriminação é dobrada.</p>
<p>Além da atuação institucional nos locais de trabalho, sindicatos como os de professores e professoras, profissionais da saúde e metalúrgicos estão promovendo encontros e ações de conscientização sobre diversidade e direitos LGBTQIA+ ao longo do mês. “Os bancários também vão fazer uma mesa de negociação específica sobre a diversidade”, acrescenta o professor Wal.</p>
<p><strong>Envelhecer sendo LGBTQIA+: o duplo peso da exclusão</strong></p>
<p>O tema do envelhecimento da população LGBTQIA+ ganhou centralidade neste ano, inclusive sendo o mote da Parada do Orgulho de São Paulo, a maior do mundo. A CUT reconhece a relevância e endossa a urgência do debate. &#8220;O idoso LGBT está 15 passos atrás. É discriminado pela idade e também pela orientação sexual ou identidade de gênero&#8221;, afirma Wal.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>Ser uma pessoa LGBTQIA+ idosa no Brasil é ser sobrevivente de uma guerra</p>
<footer>&#8211; Walmir Siqueira</footer>
</blockquote>
<p>Ainda que haja uma carência de dados oficiais sobre o tema, a invisibilidade das pessoas idosas LGBTQIA+ é fato e é alimentada tanto pelo etarismo (preconceito por idade) como pela estrutura familiar tradicional, que muitas vezes exclui afetivamente essas pessoas. Muitos são forçados a esconder sua identidade para poderem acessar serviços de saúde, instituições de longa permanência ou mesmo para receber cuidados em casa.</p>
<p>Por outro lado, muitas pessoas LGBTQIA+ acabam assumindo o cuidado de familiares idosos ou com deficiência. São relações de afeto e responsabilidade que nem sempre são reconhecidas pelo Estado, mas que revelam o papel ativo da comunidade LGBTQIA+ no tecido social.</p>
<p><strong>Direito de acesso à saúde</strong></p>
<p>A questão da saúde da população LGBTQIA+ – especialmente das pessoas trans – é um dos maiores gargalos quando se fala em direitos básicos. Homens trans que necessitam de atendimento ginecológico ou obstétrico enfrentam barreiras desde a marcação de consultas até o acolhimento adequado nas unidades de saúde. Mulheres trans, por sua vez, muitas vezes precisam de acompanhamento urológico ou endocrinológico, mas encontram resistência, desconhecimento ou até violência institucional.</p>
<p>As cirurgias de afirmação de gênero (também conhecidas como redesignação sexual), quando disponíveis pelo SUS, ainda são de acesso extremamente limitado, e a ausência de profissionais capacitados agrava esse cenário. Como alerta o Walmir Siqueira, “a gente não conseguiu discutir nem ginecologista e urologista para pessoas trans; imagina quando essas pessoas envelhecem e precisam de cuidados geriátricos especializados?”.</p>
<p>O envelhecimento da população trans é um ponto crítico: essas pessoas foram historicamente privadas de acesso a direitos como educação, emprego formal e assistência à saúde, o que gera impacto direto na qualidade de vida na velhice. O Brasil ainda é o país que mais mata pessoas trans no mundo, o que torna cada idosa ou idoso LGBTQIA+ um símbolo de resistência.</p>
<p><strong>Trabalho e aposentadoria: lacunas que precisam de resposta</strong></p>
<p>Outro ponto sensível diz respeito à aposentadoria de pessoas trans. “A gente precisa discutir como se aposenta um homem trans que fez a transição e trabalhou sob um nome e gênero anterior. Não há uma regra definida, nem no INSS, nem no STF”, explica Wal.</p>
<p>A ausência de regulamentações específicas para aposentadorias de pessoas trans gera insegurança jurídica e exclusão. Além disso, há a necessidade urgente de formar profissionais e criar serviços públicos que considerem as vivências da população LGBTQIA+ idosa – como geriatras capacitados para lidar com a diversidade de corpos, identidades e histórias.</p>
<p><strong>Mobilizações, conferências e a primeira marcha nacional LGBTQIA+ da CUT</strong></p>
<p>A atuação da CUT no Mês do Orgulho não se restringe aos ambientes sindicais. A entidade participa ativamente da “feirinha” da Parada de São Paulo, com distribuição de materiais informativos, rodas de conversa e mobilização política. Além disso, está prevista a realização da primeira Marcha Nacional de Trabalhadores e Trabalhadoras LGBTQIA+, em São Paulo, marcada para o dia 18 de junho, da Praça da República à Praça Ramos.</p>
<p>“É um começo, a marcha ainda será pequena, mas marca nossa posição e abre espaço para que nos próximos anos ela cresça”, projeta Wal. “Queremos trazer um tom mais politizado para a semana da Parada.”</p>
<p>Outro destaque é a 5ª Conferência Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, que acontece em outubro. A CUT vem participando ativamente das etapas municipais e estaduais, articulando a inserção de propostas com foco no mundo do trabalho, formação sindical e proteção social. “Nossa expectativa é que muitos delegados e delegadas sejam militantes da CUT, para que possamos levar nossa visão à conferência nacional.”</p>
<p><strong>Próxima parada: São Paulo</strong></p>
<p>O tema da Parada do Orgulho LGBTQIA+ de São Paulo, a maior do mundo, em 2025 é &#8220;Envelhecer LGBT+: Memória, Resistência e Futuro&#8221;. A parada, que acontecerá em 22 de junho, será uma homenagem às vivências das pessoas LGBTQIA+ de 60 anos ou mais, que abriram caminho para as conquistas atuais através da resistência e do combate ao preconceito.</p>
<p>Temas destaque:</p>
<ul>
<li><strong>Envelhecer LGBT+: </strong>A parada se propõe a celebrar as experiências e a história das pessoas LGBTQIA+ mais velhas, reconhecendo a importância de sua resistência e luta contra a discriminação.</li>
<li><strong>Memória : </strong>O tema busca lembrar a história e a importância da memória da comunidade LGBTQIA+ para o presente e para o futuro.</li>
<li><strong>Resistência: </strong>A Parada homenageia a resistência e a força de quem lutou por direitos e conquistas, mesmo diante de dificuldades e opressão.</li>
<li><strong>Futuro: </strong>O tema também olha para o futuro, buscando garantir que as próximas gerações LGBTQIA+ possam envelhecer com dignidade e orgulho, com o apoio de políticas públicas e o respeito da sociedade.</li>
<li><strong>Local: </strong>A Parada do Orgulho LGBTQIA+ de São Paulo acontece na Avenida Paulista</li>
</ul>
<p>Fonte: CUT.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pesquisa da Fenaban reforça importância das cláusulas de diversidade e igualdade conquistadas pelos bancários</title>
		<link>https://bancarios.com.br/pesquisa-da-fenaban-reforca-importancia-das-clausulas-de-diversidade-e-igualdade-conquistadas-pelos-bancarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 11:17:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGBTQIAPN+]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) apresentou os dados de uma pesquisa realizada nos bancos sobre a aplicação das cláusulas conquistadas na Campanha Nacional 2024 relacionadas à diversidade e igualdade de oportunidade nas instituições financeiras. A exposição dos números referentes a empregados PCDs, LGBTQIA+ e mulheres foi feita durante a mesa de “Negociação Nacional Bancária &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/pesquisa-da-fenaban-reforca-importancia-das-clausulas-de-diversidade-e-igualdade-conquistadas-pelos-bancarios/">Pesquisa da Fenaban reforça importância das cláusulas de diversidade e igualdade conquistadas pelos bancários</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-68862 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/06/DSC09250.webp" alt="" width="800" height="500" /></p>
<p>A Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) apresentou os dados de uma pesquisa realizada nos bancos sobre a aplicação das cláusulas conquistadas na Campanha Nacional 2024 relacionadas à diversidade e igualdade de oportunidade nas instituições financeiras.</p>
<p>A exposição dos números referentes a empregados PCDs, LGBTQIA+ e mulheres foi feita durante a mesa de “Negociação Nacional Bancária sobre Diversidade, Inclusão e Pertencimento”, realizada na sede da Fenaban, na tarde desta sexta-feira 30.</p>
<h2><strong>Pessoas com deficiência (PCD)</strong></h2>
<p>Segundo o levantamento da Fenaban, existem 18.528 pessoas com deficiência no setor, representando 4,28% de toda a categoria.</p>
<p>Em relação ao cumprimento da Cláusula 116 da CCT, que concede abono de ausência aos PCDs para conserto ou reparo de próteses, o levantamento da Fenaban revelou 101 ocorrências de trabalhadores que se utilizaram desta cláusula.</p>
<p>“Desde que a Convenção Coletiva de Trabalho 2024-2026 foi assinada, a cláusula 116 já foi aplicada em 52 ocorrências entre setembro e dezembro, o que revela não só a importância desta conquista, como uma certa demanda reprimida para o reparo de próteses, o que pode ter como causa o medo dos bancários de pedirem para os seus gestores ausência do trabalho para este fim, que agora é garantido pela CCT”, ressalta Neiva Ribeiro, presidenta do Sindicato e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários, que representa os trabalhadores de bancos nas negociações com a Fenaban.</p>
<figure class="wp-block-drupalmedia-drupal-media-entity">
<div>
<div class="field field--name-field-media-image field--type-image field--label-hidden field__item"><img src="https://spbancarios.com.br/sites/default/files/inline-images/DSC09279%20%281%29.jpg" /></div>
</div><figcaption>Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT e Neiva Ribeiro, presidenta do Sindicato</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Licença-maternidade/licença-paternidade</strong></h2>
<ul>
<li>84% dos bancos aderiram à conquista da ampliação da licença-maternidade de 120 para 180 dias e licença-paternidade de cinco para 20 dias;</li>
<li>6% afirmaram que irão aderir a essa extensão de direitos até o 1º semestre de 2026;</li>
<li>6% estão analisando e 4% não deram previsão;</li>
<li>100% dos bancos afirmaram conceder o mesmo tratamento às relações homoafetivas em relação às licenças-maternidade e paternidade.</li>
<li>Destaque para o aumento de bancários e bancárias que acessaram este direito:</li>
<li>Do total de 7.269 licenças-maternidade, 99,6% (7.240) foram de 180 dias;</li>
<li>Do total de 6.770 licenças-paternidade, 99,4% (6.732) foram de 20 dias.</li>
</ul>
<h2><strong>LGBTQIA+</strong></h2>
<ul>
<li>97% dos bancos afirmaram aplicar o reconhecimento da relação homoafativa estável, aplicando as vantagens da CCT aos cônjuges no caso de casais homoafetivos;</li>
<li>71% disseram que têm indicações para que cônjuges/companheiros do mesmo sexo tenham acesso ao plano de saúde do companheiro bancário.</li>
</ul>
<p><strong>Declaração de repúdio de qualquer forma de discriminação contra pessoas LGBTQIA+:</strong></p>
<ul>
<li>71% já realizaram a declaração;</li>
<li>14% irão realizar ainda neste ano;</li>
<li>3% até 1º de semestre de 2026;</li>
<li>11% estão pendentes.</li>
</ul>
<p><strong>Declaração de apoio à igualdade, sem discriminação LGBTQIA+, com destaque às pessoas trans:</strong></p>
<ul>
<li>69% declararam;</li>
<li>11% irá declarar em 2025;</li>
<li>3% até 1º semestre de 2026;</li>
<li>17% estão pendentes sobre o tema.</li>
</ul>
<p><strong>Informações aos empregados sobre o reconhecimento e respeito ao grupo diverso de pessoas LGBTQIA+:</strong></p>
<ul>
<li>91% informaram;</li>
<li>6% irão informar ainda em 2025;</li>
<li>3% estão pendentes quanto a essa demanda.</li>
</ul>
<p><strong>Canais de apoio para questões ligadas aos temas LGBTQIA+:</strong></p>
<ul>
<li>86% dos bancos disponibilizam;</li>
<li>8% irão disponibilizar ainda neste ano;</li>
<li>3% até 1º semestre de 2026;</li>
<li>3% estão pendentes.</li>
<li>Sendo que 94% desses canais são os mesmos das cláusulas de combate ao assédio moral, sexual e outras formas de violência.</li>
</ul>
<h2><strong>População trans</strong></h2>
<ul>
<li>Segundo a Fenaban, o levantamento revelou a presença de 233 de pessoas trans no setor:</li>
<li>77% dos bancos que responderam à pesquisa disseram que possuem pessoas trans em seus quadros;</li>
<li>20% não ofereceram esses dados;</li>
<li>3% afirmaram não controlar essa informação</li>
<li>100% dos bancos afirmaram que estão assegurados os direitos do uso do pronome de auto identificação (nome social).</li>
</ul>
<p><strong>Disponibilização, pelos bancos, aos seus empregados, de informações sobre as iniciativas relativas à &#8220;diversidade, inclusão e pertencimento&#8221;:</strong></p>
<ul>
<li>74% disponibilizaram;</li>
<li>14% vão disponibilizar ainda em 2025;</li>
<li>3% até 1º semestre de 2026;</li>
<li>9% estão pendentes.</li>
</ul>
<p>A pesquisa foi entre novembro (fim da Campanha Nacional dos Bancários) e abril, com 35 bancos onde trabalham 90% da categoria.</p>
<p>“Os números revelados pela pesquisa da Fenaban evidenciam a importância para os bancários das cláusulas de diversidade conquistadas na última Campanha Nacional. Mostram também o quanto a nossa categoria está à frente na defesa dos direitos humanos, tão atacados no momento atual. Espero que a gente avance mais nessa discussão. Os bancários têm interesse nessa temática. Não basta só colocar pessoas PCDs, LGBT e negras nos bancos. As agências bancárias e departamentos têm de ser espaços onde o racismo, a violência de gênero e a LGBTfobia sejam intoleráveis. E nós vamos seguir lutando para obter avanços nesta pauta”, afirma Neiva.</p>
<h2><strong>4º Censo da Diversidade</strong></h2>
<p>Em conformidade com a cláusula 136 da Convenção Coletiva de Trabalho, o Comando Nacional dos Bancários cobrou a realização, até o final de 2026, de uma nova edição do Censo da Diversidade, Inclusão e Pertencimento do Setor Bancário.</p>
<p>Ficou definida a criação de um grupo de trabalho formado por bancários, Fenaban e Ceert – empresa contratada para a produção do censo –, a fim de elaborar as perguntas da pesquisa, que deverá ser feita com os trabalhadores até a terceira semana de setembro. Seu resultado deve ser divulgado em fevereiro de 2026.</p>
<h2><strong>Protocolo de conduta contra racismo e LGBTfobia</strong></h2>
<p>O Comando Nacional dos Bancários cobrou a implantação de um grupo de trabalho visando a elaboração de um protocolo de atuação em casos de racismo e LGBTfobia, tanto entre funcionários quanto de clientes contra funcionários.</p>
<p>“A formação precisa vir acompanhada da ação para coibir esses tipos de violência. Recebemos diversos casos de funcionários que sofreram racismo e os trabalhadores não souberam como reagir, porque não foram preparados. Então a nossa proposta é desenvolver um protocolo que acolha e que coíba esses crimes, para proteger a categoria”, ressaltou a coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira.</p>
<p>A Fenaban reconheceu a relevância da proposta. Mas alegou não estarem preparados para o seu debate na mesa desta sexta-feira 30, e pediram para a pauta retornar à discussão em um próximo encontro.</p>
<p>Fonte: SP Bancários.</p>
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		<title>SEEB/VCR participa do 2º Encontro da Diversidade Bancária LGBTQIAPN+ Bahia e Sergipe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 17:01:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTQIAPN+]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O 2º Encontro da Diversidade Bancária LGBTQIAPN+ Bahia e Sergipe aconteceu no último sábado (12), reunindo cerca de 90 trabalhadores bancários das bases dos 13 sindicatos filiados à Federação Bahia e Sergipe. No evento realizado no auditório do Hotel Portobello, no bairro de Ondina, em Salvador, participaram pelo SEEB/VCR o presidente do Sindicato, Leonardo Viana, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-68242 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/04/conferencialgbtqiap.jpg" alt="" width="1600" height="900" /></p>
<p>O 2º Encontro da Diversidade Bancária LGBTQIAPN+ Bahia e Sergipe aconteceu no último sábado (12), reunindo cerca de 90 trabalhadores bancários das bases dos 13 sindicatos filiados à Federação Bahia e Sergipe. No evento realizado no auditório do Hotel Portobello, no bairro de Ondina, em Salvador, participaram pelo SEEB/VCR o presidente do Sindicato, Leonardo Viana, a diretora para Assuntos de Gênero, Camille Correia, e a bancária da Caixa Rosecleia Brandão.</p>
<p>Ao longo do dia, com debates sobre igualdade de oportunidades, diversidade, direitos de trabalhadores LGBTQIAPN+, foram realizadas as mesas abordando os temas &#8220;O direito como ferramenta de resistência”, “Militância LGBTQIAPN+&#8221; e &#8220;Resistência e avanços na categoria bancária – CCT&#8221;.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-68241 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/04/conferencialgbtqia.jpg" alt="" width="1600" height="901" /></p>
<p>O evento é um instrumento para discussão de pautas relacionadas ao tema, mas, também, para acolhimento e fortalecimento da luta contra lgbtfobia nas agências bancárias. “O Encontro da Diversidade foi um momento de troca de vivências e identificação de demandas em comum a esta parte da categoria, que acaba sendo invisibilizada na maior parte das vezes. Encontramos força em nossas dores e nas nossas conquistas”, reafirmou a Diretora para Assuntos de Gênero do Sindicato, Camille Correia.</p>
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		<title>Inscreva-se para o 2º Encontro da Diversidade Bancária LGBTQIAPN+ Bahia e Sergipe até hoje (7)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 13:34:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGBTQIAPN+]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atenção, bancárias e bancários: termina hoje o prazo para a inscrição no 2º Encontro da Diversidade Bancária LGBTQIAPN+ Bahia e Sergipe. O evento acontece no Real Classic Bahia Hotel, em Salvador, e terá como tema central “Resistência X Conservadorismo”. O Encontro tem o objetivo de promover a discussão sobre os diretos dos trabalhadores LGBTQIAPN+ no &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-68050" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/04/LGBTQIAPN-01.png" alt="" width="1250" height="730" /></p>
<p>Atenção, bancárias e bancários: termina hoje o prazo para a inscrição no 2º Encontro da Diversidade Bancária LGBTQIAPN+ Bahia e Sergipe.</p>
<p>O evento acontece no Real Classic Bahia Hotel, em Salvador, e terá como tema central “Resistência X Conservadorismo”. O Encontro tem o objetivo de promover a discussão sobre os diretos dos trabalhadores LGBTQIAPN+ no setor financeiro, recolhendo informações para poder representar melhor este segmento na mesa de negociação com os bancos.</p>
<p>Na oportunidade, serão discutidos assuntos-chave como: o direito como ferramenta de resistência, militância LGBTQIAPN+, resistência e avanços na categoria bancária.</p>
<p>As associadas e os associados que tiverem vontade de participar do encontro devem informar o interesse por meio dos telefones (77) 3424-1620/3424-2062 ou pelo WhatsApp (77) 3424-7186.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/inscreva-se-para-o-2o-encontro-da-diversidade-bancaria-lgbtqiapn-bahia-e-sergipe-ate-hoje-7/">Inscreva-se para o 2º Encontro da Diversidade Bancária LGBTQIAPN+ Bahia e Sergipe até hoje (7)</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
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