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	<title>Arquivos Movimentos Sociais - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
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		<title>Ato em Vitória da Conquista reúne trabalhadores contra escala 6&#215;1 e em defesa de direitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 17:19:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimento Sindical]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na manhã desta quinta-feira (30), o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região (SEEB/VCR) participou da mobilização nacional pelo fim da escala 6&#215;1, realizada na Praça 9 de Novembro. O ato reuniu trabalhadores, representantes de entidades sindicais e movimentos sociais, em defesa de melhores condições de trabalho e de direitos fundamentais. Organizada pelo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-72210 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_20260430_111756-copia-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="936" /></p>
<p>Na manhã desta quinta-feira (30), o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região (SEEB/VCR) participou da mobilização nacional pelo fim da escala 6&#215;1, realizada na Praça 9 de Novembro. O ato reuniu trabalhadores, representantes de entidades sindicais e movimentos sociais, em defesa de melhores condições de trabalho e de direitos fundamentais.</p>
<p>Organizada pelo Fórum Sindical e Popular, a manifestação trouxe como principais pautas o fim da jornada de trabalho 6&#215;1, o combate à violência contra as mulheres e a denúncia do abandono da saúde pública de Vitória da Conquista.</p>
<p>Para Toni Alcântara, coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Bahia (APLB), a luta pelo fim da escala 6&#215;1 é urgente e necessária: “Essa jornada é extremamente desgastante e impacta diretamente a saúde física e mental dos trabalhadores. Defender o fim desse modelo é lutar por dignidade e qualidade de vida”, destacou.</p>
<p>Reinaldo Neris Santos, diretor jurídico do Sindicato dos Trabalhadores de Limpeza do Estado da Bahia (SINDILIMP/BA), afirma que a luta de sua categoria também abrange a necessidade de um piso nacional reconhecido por lei. “A nossa profissão não foi reconhecida ainda, por isso, nós lutamos pela PL 4146 para regulamentar, estabelecendo um piso nacional, jornada de 40 horas semanais e adicional de insalubridade de 40%.”</p>
<p>A trabalhadora da limpeza urbana e diretora do SINDILIMP, Dila Ribeiro, também destacou a importância da regulamentação para a valorização da categoria. “Esse projeto é de grande importância para os trabalhadores da limpeza pública, inclusive garis e margaridas. Somos a maioria da categoria e trabalhamos dia e noite para manter a cidade limpa”, afirmou.</p>
<p>A categoria bancária também relembra que, após intensa mobilização, conquistou a escala 5&#215;2 em 1985, demonstrando que é possível garantir melhores condições de trabalho sem prejuízos à economia. A experiência reforça que avanços são resultado da organização e da luta coletiva.</p>
<p>“Hoje percebemos a iminência da perda de direitos, por isso, precisamos nos mobilizar contra as pautas políticas de retiradas de direitos das trabalhadoras e trabalhadores e entender, de uma vez por todas, que a política está ali para trabalhar pela população. Atualmente a categoria bancária vem sofrendo com constantes demissões, fechamento de agências e o excesso de adoecimento. Diante desse cenário, não há outro caminho senão a mobilização. É a partir da luta coletiva que conseguimos barrar retrocessos e garantir dignidade para os trabalhadores e trabalhadoras,” afirma Sarah Sodré, diretora do SEEB/VCR.</p>
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		<title>CUT e centrais sindicais ocuparão Brasília pela redução da jornada sem redução salarial, fim da escala 6&#215;1 e outros direitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 12:31:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Sindical]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manifestação reforça série de reivindicações construídas coletivamente por representantes de todas as categorias do país e que serão entregues aos presidentes da República, da Câmara dos Deputados e do Senado Representantes sindicais de todas as categorias do país se preparam para ocupar Brasília na próxima quarta-feira, 15 de abril, com a Marcha da Classe Trabalhadora. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<p><strong><em>Manifestação reforça série de reivindicações construídas coletivamente por representantes de todas as categorias do país e que serão entregues aos presidentes da República, da Câmara dos Deputados e do Senado</em></strong></p>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-72063 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Fotos-contraf-_14_-1024x571.jpg" alt="" width="618" height="345" /></div>
<div class="news-details__main-content">
<div class="news-details__main-text visible">
<p>Representantes sindicais de todas as categorias do país se preparam para ocupar Brasília na próxima quarta-feira, 15 de abril, com a Marcha da Classe Trabalhadora. A Confederação Nacional das Trabalhadoras e dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e entidades filiadas também participarão dos atos na capital do país.</p>
<p>A marcha será precedida pela Plenária da Conferência da Classe Trabalhadora (CONCLAT), em frente ao Teatro Municipal, onde os representantes de categorias de todo o país apresentarão o documento de reivindicações construído coletivamente, no Fórum das Centrais Sindicais.</p>
<p>Em seguida, os manifestantes seguirão em marcha rumo à Esplanada dos Ministérios, para entregar o documento ao presidente Lula e aos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e Câmara dos Deputados, Hugo Motta.</p>
<p><strong>“Os grandes carros-chefes dessa marcha, os pontos mais importantens, são a redução da jornada sem redução salarial e o fim da escala 6&#215;1. Também estamos lutando para que os trabalhadores de aplicativos tenham direitos. Outro ponto importante é a ratificação da Convenção da OIT 151, que garante o direito de negociação coletiva para o servidor público”</strong>, explica <strong>Juvandia Moreira</strong>, presidenta da Contraf-CUT e vice-presidenta da Central Única dos Trabalhadores (CUT).</p>
<p>A dirigente destaca também que o documento único de reivindicações é uma atualização da pauta aprovada no CONCLAT 2022. <strong>“Desde então, a cada ano, as propostas são atualizadas, sempre a partir de um amplo debate com todas as categoriais. E, graças a essa estratégia de unidade na construção de reivindicações e pressão social, conseguimos avançar significativamente”</strong>, observa a Juvandia, completando que,<strong> dos 63 itens estabelecidos no CONCLAT DE 2022, cerca de 70% foram implementados pelo governo federal ou encaminhados ou estão em tramitação no Congresso Nacional</strong>, como:</p>
<p>&#8211; Política de valorização do salário-mínimo;<br />
&#8211; Política de igualdade salarial entre mulheres e homens;<br />
&#8211; Retomada e ampliação do Bolsa Família;<br />
&#8211; Recuperação da participação sindical nos espaços institucionais;<br />
&#8211; Política de combate à fome e à pobreza;<br />
&#8211; Correção da tabela do Imposto de Renda;<br />
&#8211; Reforma tributária &#8211; isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil;<br />
&#8211; Medidas para reduzir o endividamento produtivo e industrial;<br />
&#8211; Crédito às pequenas empresas.</p>
<p><strong>O documento atualizado para este ano contém, agora, 68 itens, incluindo:</strong></p>
<p>&#8211; Redução da jornada sem redução salarial;<br />
&#8211; Fim da escala 6&#215;1;<br />
&#8211; Combate à pejotização;<br />
&#8211; Regulamentação do trabalho por aplicativo;<br />
&#8211; Fortalecimento das negociações coletivas;<br />
&#8211; Combate ao feminicídio; e<br />
&#8211; Direito de negociação aos servidores públicos.</p>
<p>A Marcha da Classe Trabalhadora integra um plano de ação maior, articulado com as atividades do 1º de Maio, Dia do Trabalhador. <strong>&#8220;Até essa data, que simboliza a luta histórica por direitos da classe trabalhadora, as organizações sindicais seguirão com atividades culturais, sociais, políticas e formativas, em todas as regiões do país, para fortalecer as reivindicações e bandeiras de luta&#8221;</strong>, pontua Juvandia Moreira.</p>
<h2>Programação</h2>
<p><strong>O que:</strong> Marcha da Classe Trabalhadora 2026<br />
<strong>Quando: </strong>15 de abril<br />
<strong>Onde: </strong>Estacionamento do Teatro Nacional, Brasília (DF), com marcha até a Esplanada dos Ministérios<br />
<strong>Horas:</strong><br />
* 8h – Concentração<br />
* 9h – Plenária da Classe Trabalhadora<br />
* 10h30/11h – Início da marcha</p>
</div>
<p><strong>Fonte: CONTRAF CUT</strong></p>
</div>
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		<item>
		<title>CEE e Caixa debatem melhorias no canal de atendimento às vítimas de violência doméstica</title>
		<link>https://bancarios.com.br/cee-e-caixa-debatem-melhorias-no-canal-de-atendimento-as-vitimas-de-violencia-domestica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 13:25:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Denúncias]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Melhorar a divulgação dos canais de atendimento e garantir que não haja perda de rendimento/função em casos de transferência estão entre os pontos a serem melhorados; CEE também cobrou respostas sobre Super Caixa e avisou que vai mobilizar empregados e tomar medidas sindicais e outras cabíveis Veja o resumo do que você vai ler no &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<p>Melhorar a divulgação dos canais de atendimento e garantir que não haja perda de rendimento/função em casos de transferência estão entre os pontos a serem melhorados; CEE também cobrou respostas sobre Super Caixa e avisou que vai mobilizar empregados e tomar medidas sindicais e outras cabíveis</p>
<p><img loading="lazy" class="wp-image-71949 size-large aligncenter" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Reuniao-com-a-Caixa-Mulheres-31MAR2026-1024x571.jpeg" alt="" width="618" height="345" /></p>
</div>
<div class="news-details__main-content">
<div class="news-details__main-text visible">
<p><strong>Veja o resumo do que você vai ler no texto</strong></p>
<p>•    Contraf-CUT cobra da Caixa dados sobre o canal Acolhe, de apoio a mulheres vítimas de violência doméstica.<br />
•    CEE também exige informações sobre o Diálogo Seguro, canal para denúncias de assédio e discriminação no trabalho.<br />
•    Representação dos empregados pede ampliação da divulgação dos dois canais.<br />
•    Contraf-CUT pede divulgação do canal sindical “Basta! Não Irão nos Calar”, que oferece acolhimento e apoio jurídico às trabalhadoras.<br />
•    Caixa informa que ainda analisa casos de empregados que não receberam a premiação do Super Caixa.<br />
•    CEE propõe nova mesa até 8 de abril para discutir regras do programa em 2026.<br />
•    Para pendências de 2025, representantes indicam possibilidade de mobilização sindical e outras medidas.<br />
•    Banco prevê início da vacinação contra gripe até o fim de abril, podendo antecipar.<br />
•    Caixa admite erro no Informe de Rendimentos do IR, mas ainda não informou prazo para correção.<br />
•    CEE cobra mesas de negociação mais frequentes, para tratar de temas pendentes da categoria.</p>
<h2><strong>Leia a íntegra do texto</strong></h2>
<p>A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa se reuniu nesta segunda-feira (31) com a direção do banco, por videoconferência, para discutir políticas de combate à violência contra mulheres, casos de assédio no ambiente de trabalho e outras demandas da categoria. A reunião ocorreu após cobrança da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) para que a Caixa apresentasse dados sobre o canal de atendimento às empregadas vítimas de violência doméstica, conforme previsto na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos bancários.</p>
<p>Na Caixa, o canal de apoio recebe o nome de Acolhe, voltado ao atendimento de empregadas em situação de violência doméstica e familiar. Durante a reunião, o banco apresentou dados sobre o funcionamento da ferramenta. Segundo as informações apresentadas, o canal registrou 102 acionamentos em 2025, dos quais 25 resultaram na adesão à jornada de acolhimento e 12 levaram à aplicação de medidas protetivas.</p>
<p>A CEE também cobrou informações sobre o Diálogo Seguro, canal destinado ao acolhimento e orientação de trabalhadores em casos de assédio moral, assédio sexual ou discriminação no ambiente de trabalho.</p>
<p>Para a representante da Federação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Fetrafi/NE), Cândida Fernandes (Chay), a discussão é fundamental diante da gravidade do tema no país. “Infelizmente vivemos em um país que ocupa uma posição vergonhosa no ranking de violência contra mulheres. Debater esse tema nas mesas de negociação é fundamental para que possamos avançar em políticas efetivas de proteção e acolhimento às trabalhadoras”, afirmou.</p>
<h2><strong>Ampliação da divulgação dos canais</strong></h2>
<p>Os representantes dos empregados reconheceram a importância dos canais apresentados, mas reforçaram a necessidade de ampliar a divulgação entre os trabalhadores.</p>
<p>A representante da Federação dos Bancários da CUT do Estado de São Paulo (Fetec-CUT/SP), Luiza Hansen, destacou que muitas trabalhadoras ainda desconhecem os mecanismos de apoio existentes. “É fundamental ampliar a divulgação desses canais. Muitas colegas não sabem que têm esse suporte e acabam enfrentando essas situações sozinhas. Quanto mais informação chegar à base, maior será a possibilidade de acolhimento e proteção”, ressaltou.</p>
<p>A CEE reconheceu o trabalho que vem sendo realizado pela Caixa, mas avalia que é preciso realizar algumas melhorias nas ferramentas utilizadas e nas normas estabelecidas. “É preciso garantir que as empregadas não serão prejudicadas”, disse a representante da Fetrafi/RS, Sabrina Muniz. “A mulher já está passando por uma situação que é, muitas vezes, desesperadora, e ela pode acabar optando por ser transferida, mesmo sem função, para fugir da situação de risco. A Caixa precisa garantir que a mulher não seja ainda mais prejudicada nesse processo de violência. Pra isso, o banco precisa melhorar a norma estabelecida para que ela não seja, mais uma vez, prejudicada por causa de uma violência que sofreu”, completou.</p>
<p>Durante a reunião, a CEE também reforçou a importância do canal “Basta! Não Irão nos Calar”, mantido pela Contraf-CUT e por sindicatos da categoria. O canal oferece acolhimento às mulheres vítimas de violência e pode ser utilizado também por quem prefere não recorrer aos canais institucionais do banco.</p>
<p>A ferramenta sindical oferece apoio psicológico e também assessoria jurídica, algo que não é disponibilizado nos canais internos da Caixa.</p>
<p>Para a representante da Fetec-CUT/PR, Samanta Almeida, a existência de alternativas é fundamental para ampliar a rede de proteção. “O canal Basta é um instrumento importante para as trabalhadoras que não se sentem confortáveis em buscar apoio diretamente na empresa. Ele garante acolhimento e também orientação jurídica, ajudando muitas mulheres a romper o ciclo da violência”, explicou.</p>
<h2><strong>Veja como acessar os canais</strong></h2>
<p><strong>Acolhe</strong><br />
Telefone (61) 3545-1500 (de segunda a sexta, em dias úteis, das 9h às 18h)<br />
Canal de atendimento de Pessoas (canal interno, onde o(a) empregado(a) pode registrar solicitações ou dúvidas).<br />
Sou Caixa – Web (não tem característica de urgência/emergência – para estes casos, o banco recomenda ligar para 190 – Polícia Militar, ou para 180).</p>
<p><strong>Diálogo Seguro</strong><br />
Acolhimento interno: Atendimento de Pessoas<br />
Acolhimento externo: 0800 591 2563<br />
Canal Mulher Caixa: Acolhimento da Mulher</p>
<p><strong>Basta! Não irão nos calar!</strong> <em>(canais dos sindicatos, em parceria com a Contraf-CUT)</em><br />
1. São Paulo, Osasco e Região, canal Basta! Não irão nos calar!, que atende via WhatsApp (11) 97325-7975;<br />
2. Piracicaba e Região, canal SindBan Acolhe, que atende via telefone (19) 3417-1333;<br />
3. Campinas e Região, canal Mulher não se cale!, que atende via WhatsApp (19) 99814-6417;<br />
4. Brasília, canal Viva Sem Violência, que atende via WhatsApp (61) 9292-5294;<br />
5. Pernambuco, canal Basta! Não irão nos calar!, que atende via WhatsApp (81) 97347-3585;<br />
6. Paraíba, canal Basta de Violência Doméstica contra Mulher, que atende via WhatsApp (83) 9123-9845;<br />
7. ABC Paulista, canal Basta! Não irão nos calar!, que atende via WhatsApp (11) 98244-1637;<br />
8. Rio de Janeiro, canal Basta! Não irão nos calar!, que atende via WhatsApp (21) 2103-4128;<br />
9. Porto Alegre e Região, canal Basta! Não irão nos calar!, que atende via WhatsApp (51) 97401-0902;<br />
10. Rondônia, canal Basta! Não irão nos calar!, que atende via WhatsApp (69) 9214-0464;<br />
11. Catanduva e Região, canal Basta! Não irão nos calar!, que atende via WhatsApp (11) 99591-7733;<br />
12. Jundiaí e Região, canal Basta! Não irão nos calar!, que atende via WhatsApp (11) 99591-7733;<br />
13. Pará, canal Basta! Não irão nos calar!, que atende via WhatsApp (91) 9257-5443;<br />
14. Curitiba, canal Basta! Não irão nos calar!, que atende via WhatsApp (41) 99279-7848.</p>
<h2><strong>Casos de violência e assédio no trabalho</strong></h2>
<p>A representante da Fetec-CUT/CN, Tatiana Oliveira, também destacou a importância de acompanhar a efetividade dos canais e dos procedimentos adotados pela empresa. “Precisamos conhecer os dados e entender como esses casos estão sendo tratados na prática. Só assim conseguimos avaliar a efetividade das políticas de enfrentamento à violência e ao assédio dentro do banco”, afirmou.</p>
<p>Sabrina Muniz ressaltou a importância de transformar os dados em políticas concretas de prevenção. “É importante termos transparência sobre os casos e os encaminhamentos, porque essas informações ajudam a orientar políticas de prevenção e conscientização dentro do banco”, disse.</p>
<h2><strong>Super Caixa segue sem solução</strong></h2>
<p>Outro tema debatido na reunião foi o pagamento da premiação do Super Caixa. Muitos empregados relataram não ter recebido o benefício.</p>
<p>A Caixa informou que ainda existe um comitê analisando os casos enviados pelas entidades e pelos próprios trabalhadores, e que as situações seguem em avaliação.</p>
<p>A CEE afirmou que está disposta a discutir soluções para o SuperCaixa 2025 e regras para o Super Caixa 2026, propondo a realização de uma mesa específica sobre o tema até o dia 8 de abril. No entanto, em relação às pendências referentes ao Super Caixa 2025, a representação dos trabalhadores afirmou que irá mobilizar a categoria e adotar as medidas sindicais e outras ações cabíveis.</p>
<p>“Desde o início, procuramos a Caixa para negociar o regulamento. Como o banco se manteve intransigente, tentamos que as distorções fossem corrigidas, o que a Caixa sinalizou que poderia fazer. Mas este ponto acabou não avançando também. Por isso, nesta reunião deixamos claro para o banco que vamos mobilizar as empregadas e empregados”, disse Luiza Hansen.</p>
<h2><strong>Vacinação e erro no Informe de Rendimentos</strong></h2>
<p>Os representantes dos empregados também cobraram informações sobre o calendário de vacinação contra a gripe (Influenza) para os trabalhadores da Caixa. Segundo o banco, o processo de contratação das empresas responsáveis pela campanha está em fase final, com previsão de início até a última semana de abril, podendo haver antecipação.</p>
<p>Outro tema tratado foi o erro no Informe de Rendimentos utilizado na declaração do Imposto de Renda. A Caixa reconheceu que houve inconsistências nos dados e informou que já comunicou os empregados sobre o problema. No entanto, o banco afirmou que ainda não tem previsão de quando os informes corrigidos serão disponibilizados e que avisará qa Contraf-CUT sobre a solução do problema.</p>
<h2><strong>CEE cobra mais mesas de negociação</strong></h2>
<p>Durante a reunião, os representantes dos trabalhadores também cobraram maior frequência nas mesas de negociação, para tratar de diversos temas que seguem pendentes.</p>
<p>Entre os assuntos apontados estão:</p>
<p>•    Situação pendente referente a função de caixa;<br />
•    Premiação do Super Caixa;<br />
•    condições de trabalho das pessoas com deficiência (PCDs);<br />
•    Saúde Caixa;<br />
•    Campanha de vacinação contra a gripe;<br />
•    Reposicionamento e fechamento de unidades;<br />
•    Projeto Genesis (contact center);<br />
•    Implantação das plataformas PJ e impactos na rede e infraestrutura;<br />
•    Entrada em vigor da nova NR-1, com mudanças nas normas de saúde e segurança no trabalho;<br />
•    Debate sobre um novo plano de cargos e salários.</p>
<p>A CEE reforçou que esses temas impactam diretamente o cotidiano dos trabalhadores e precisam avançar nas mesas de negociação com a empresa.</p>
</div>
<p><strong>Fonte: Contraf-CUT</strong></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>MORADIA É DIREITO: MPA ocupa agências da Caixa na Bahia pra denunciar lentidão no MCMV</title>
		<link>https://bancarios.com.br/moradia-e-direito-mpa-ocupa-agencias-da-caixa-na-bahia-pra-denunciar-lentidao-no-mcmv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 16:40:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=69502</guid>

					<description><![CDATA[<p>MORADIA É DIREITO: MPA ocupa agências da Caixa na Bahia para denunciar lentidão no MCMV Na última segunda-feira (5), o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) ocupou a GIAHB (Gerência Executiva de Habitação) da Caixa Econômica Federal, em Vitória da Conquista e Feira de Santana. A ação ocorreu por parte dos beneficiários da habitação das 274 &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-69497 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-08-06-as-11.13.03_d84fa58d-1024x1024.jpg" alt="" width="618" height="618" /></p>
<p>MORADIA É DIREITO: MPA ocupa agências da Caixa na Bahia para denunciar lentidão no MCMV</p>
<p>Na última segunda-feira (5), o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) ocupou a GIAHB (Gerência Executiva de Habitação) da Caixa Econômica Federal, em Vitória da Conquista e Feira de Santana.</p>
<p>A ação ocorreu por parte dos beneficiários da habitação das 274 unidades aprovadas do Minha Casa, Minha Vida (MCMV rural) de sete municípios que são base do MPA e que tem amargado a lentidão e a burocracia excessiva, impedindo os beneficiários de acessarem o seu direito à moradia.</p>
<p>Em nota, o MPA afirma que &#8220;é inaceitável que a Bahia ainda ostente o vergonhoso título de segundo estado com o maior déficit habitacional rural do Brasil”.</p>
<p>Os números falam por si: são 181.000 moradias em déficit na zona rural, afetando diretamente 35% da nossa população que vive e produz no campo. Este problema não é apenas a falta de um teto, mas a ausência de dignidade: ainda hoje, prevalecem as precárias &#8220;casas de taipa&#8221;, sem a infraestrutura básica de água, esgoto e energia elétrica que é um direito fundamental. O déficit habitacional total da Bahia, somando áreas urbanas e rurais, ultrapassa as 600 mil unidades, evidenciando a urgência da situação.</p>
<p>“O desmonte do Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR) entre 2017 e 2022, com a paralisação das contratações de novas casas, teve um impacto devastador no campo. A proposta orçamentária de apenas R$ 100 mil para o programa em 2023 é um reflexo da falta de compromisso federal com a habitação rural nesse período. As 274 famílias contempladas nos municípios de Caém, Cansanção, Jacobina, Malhada de Pedra, São José do Jacuípe, Serrolândia e Vitória da Conquista exigem respeito aos acordos firmados, assim como, agilidade nas contratações e prioridade para o povo do campo. Moradia digna é um direito, é permanência no campo, é pilar da soberania alimentar e da reconstrução de um Brasil mais justo. Exigimos a imediata contratação das 274 unidades habitacionais do MCMV Rural na Bahia! Moradia é direito! Quem alimenta o Brasil exige respeito!”, afirma a Secretaria estadual do MPA da Bahia.</p>
<p>As informações e fotografias são do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA). @vozcamponesba @mpa.brasil</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-69498 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-08-06-as-11.14.11_b5ed6c71-1024x575.jpg" alt="" width="618" height="347" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>SEEB/VCR participa da Plenária Popular da Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora</title>
		<link>https://bancarios.com.br/68115-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 12:50:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As diretoras do Sindicato dos Bancários Giovania Souto e Sarah Sodré, das pastas Assistência de Saúde e Qualidade de Vida do Trabalhador e Vice-Presidente respectivamente, participaram da 1ª Plenária Popular da Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora para produção da 5ª Conferência Estadual de Saúde da Trabalhadora e do Trabalhador do Estado da Bahia, que &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_68116" aria-describedby="caption-attachment-68116" style="width: 1600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-68116" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/04/plenariasaude.jpg" alt="" width="1600" height="1200" /><figcaption id="caption-attachment-68116" class="wp-caption-text">Diretoras do SEEB Giovania Souto e Sarah Sodré</figcaption></figure>
<p>As diretoras do Sindicato dos Bancários Giovania Souto e Sarah Sodré, das pastas Assistência de Saúde e Qualidade de Vida do Trabalhador e Vice-Presidente respectivamente, participaram da 1ª Plenária Popular da Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora para produção da 5ª Conferência Estadual de Saúde da Trabalhadora e do Trabalhador do Estado da Bahia, que terá como tema “Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora como Direito Humano”.</p>
<p>O evento aconteceu na manhã da quinta-feira (3), no auditório Lúcia Dórea do Cemae, realizado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest), Conselho Municipal de Saúde (CMS) e Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (CISTT). Foram seguidos três eixos a partir do mote principal: A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora; As novas relações de trabalho e a Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora; e a Participação Popular na Saúde dos Trabalhadores e das Trabalhadoras para efetivação do controle social.</p>
<p>A construção coletiva para Conferência é garantia de pluralidade às lutas sociais pela saúde de qualidade, como aponta a Vice-Presidente do SEEB/VCR, Sarah Sodré. “A Plenária Popular sobre saúde do trabalhador e trabalhadora como Direito Humano possibilitou a discussão acerca dos desafios, expectativas e necessidades da população dentro do contexto histórico e político brasileiro e a política estadual de saúde. A participação de diversos sindicatos, setores, profissionais da saúde, aposentados é a tentativa de ampliar as discussões e levar para as suas respectivas bases para que se envolvam e se mobilizem em busca de melhorias e avanços”, destaca a diretora.</p>
<p>Os preparativos anteciparam a Macroconferência, que organizará em âmbito estadual as demandas para o encontro nacional. “Esses momentos são de extrema importância para a construção de políticas públicas para o trabalhador e para a trabalhadora, por isso, devido à grandeza dessas organizações, convidamos todos a participarem. Nos próximos dias 15 e 16, acontece a Macroconferência, onde o nosso Sindicato ocupará uma vaga como delegado, com poder de voto na mesa, e uma outra vaga como suplente”, convida a diretora de assuntos de saúde do SEEB/VCR, Giovania Souto.</p>
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		<title>Plenária Popular para Conferência Estadual de Saúde da Trabalhadora e do Trabalhador acontece nesta quinta</title>
		<link>https://bancarios.com.br/plenaria-popular-para-conferencia-estadual-de-saude-da-trabalhadora-e-do-trabalhador-acontece-nesta-quinta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 15:56:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A diretora de Assistência de Saúde e Qualidade de Vida do Trabalhador do SEEB/VCR, Giovania Souto, participa, na próxima quinta-feira (3), da Plenária Popular para eleger delegadas e delegados e traçar as diretrizes regionais para a 5ª Conferência Estadual de Saúde da Trabalhadora e do Trabalhador do Estado da Bahia. A Conferência deste ano traz &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A diretora de Assistência de Saúde e Qualidade de Vida do Trabalhador do SEEB/VCR, Giovania Souto, participa, na próxima quinta-feira (3), da Plenária Popular para eleger delegadas e delegados e traçar as diretrizes regionais para a 5ª Conferência Estadual de Saúde da Trabalhadora e do Trabalhador do Estado da Bahia.</p>
<p>A Conferência deste ano traz o mote “Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora como Direito Humano”, com construções a partir de três eixos: A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora; As novas relações de trabalho e a Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora; e Participação Popular na Saúde dos Trabalhadores e das Trabalhadoras para efetivação do controle social.</p>
<p>Giovania, que é titular no Conselho Municipal de Saúde representando Sindicatos de Trabalhadores Urbanos, membro da Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador (CIST) e do Conselho de Ética de Pesquisa (CEP) da Faculdade Independente do Nordeste (Fainor) como usuária do Sistema Único de Saúde, tem participado da construção dos debates relacionados ao eixo 2: “As Novas Relações de Trabalho e a Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora”.</p>
<p>O encontro acontece a partir das 8h30, no auditório Lúcia Dórea, no Polo de Educação em Saúde (Cemae), em parceria entre a Secretaria Municipal de Saúde de Vitória da Conquista, o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) e o Conselho Municipal de Saúde (CMS).</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-68023 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/CONFERENCIA-DE-SAUDE.jpg" alt="" width="1024" height="1280" /></p>
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		<title>MST celebra 41 anos de luta e esperança: Um marco na história da Reforma Agrária no Brasil</title>
		<link>https://bancarios.com.br/mst-celebra-41-anos-de-luta-e-esperanca-um-marco-na-historia-da-reforma-agraria-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 11:48:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste 22 de janeiro, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) celebra 41 anos de sua fundação, um marco significativo de resistência, organização popular e luta por direitos no campo. O primeiro encontro nacional, realizado em 1984 na cidade de Cascavel, Paraná, é considerado o início da trajetória do movimento, que se tornou sinônimo &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-67257 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/01/mst.jpg" alt="" width="768" height="512" /></p>
<p>Neste 22 de janeiro, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) celebra 41 anos de sua fundação, um marco significativo de resistência, organização popular e luta por direitos no campo. O primeiro encontro nacional, realizado em 1984 na cidade de Cascavel, Paraná, é considerado o início da trajetória do movimento, que se tornou sinônimo de esperança para milhares de famílias em todo o Brasil.</p>
<p>Ao longo dessas quatro décadas, o MST tem garantido acesso à terra, segurança alimentar e dignidade a muitas pessoas. A luta pela reforma agrária é vista como um caminho necessário para construir um país mais justo e solidário. “O MST é uma referência nas lutas populares e desempenha um papel extremamente relevante na democratização da propriedade da terra”, afirmou Adilson Araújo, presidente da CTB. Ele destacou a importância do movimento na defesa da unidade dos movimentos sociais e na busca pela transformação social.</p>
<p>Como parte das comemorações, o MST realiza pela primeira vez a reunião da Coordenação Nacional na região amazônica, em Belém do Pará. Este encontro ocorre em um momento crucial, já que a Conferência das Nações Unidas para as Mudanças Climáticas (COP 30) será realizada na capital paraense em novembro deste ano. A expectativa do MST é que boas notícias venham do governo federal, especialmente em relação ao assentamento das famílias acampadas.</p>
<p>Nos últimos meses, o movimento enfrentou desafios significativos, incluindo um ataque violento em Tremembé (SP), onde duas lideranças foram mortas. Apesar disso, a determinação do MST permanece firme. Ceres Hadich, membra da Coordenação Nacional do MST, expressou a intenção de intensificar as ocupações e mobilizações para garantir os direitos dos trabalhadores rurais.</p>
<div>
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<div dir="auto">
<div class="prose dark:prose-invert inline leading-normal break-words min-w-0 [word-break:break-word]">A celebração dos 41 anos do MST é um momento de reflexão e esperança. “Que a luta do MST continue a inspirar sonhos e transformar realidades!”, concluiu Araújo. A história do MST é uma prova viva de que a luta por justiça social e reforma agrária é não apenas possível, mas essencial para o futuro do Brasil.</div>
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<div>Fonte: CTB.</div>
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		<title>SEEB/VCR marca presença no Grito dos Excluídos e Excluídas 2024</title>
		<link>https://bancarios.com.br/seeb-vcr-marca-presenca-no-grito-dos-excluidos-e-excluidas-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 11:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimento Sindical]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há 30 anos, o movimento é realizado sempre no Dia da Independência do Brasil, para questionar a verdadeira independência do povo brasileiro. Na manhã deste sábado (7), o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região participou da manifestação do Grito dos Excluídos e Excluídas, na Avenida Integração, às 10h. Todos os anos, o &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Há 30 anos, o movimento é realizado sempre no Dia da Independência do Brasil, para questionar a verdadeira independência do povo brasileiro.</strong></p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-65283 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/09/IMG-20240909-WA0019.jpg" alt="" width="1156" height="868" /></p>
<p>Na manhã deste sábado (7), o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região participou da manifestação do Grito dos Excluídos e Excluídas, na Avenida Integração, às 10h.</p>
<p>Todos os anos, o ato acontece como uma forma de denunciar as desigualdades sociais históricas causadas pelo sistema capitalista, em um espaço de articulação popular para reivindicar melhores condições de vida e trabalho.</p>
<p>Nesse ano, o tema “Todas as formas de vida importam. Mas quem se importa?”, tratou de alertar sobre a necessidade de preservar o meio ambiente, tendo em vista que as alterações climáticas cada vez mais frequentes prejudicam todos os ecossistemas globais.</p>
<p>Em Vitória da Conquista, o ato protestou contra a violência que atinge mulheres, negros, indígenas, comunidade LGBTQIAPN+, o povo do campo e as pessoas em situação de rua. Também foi levantada a bandeira contra o genocídio palestino e todo o sofrimento dos venezuelanos que vieram para Vitória da Conquista em busca de uma vida mais digna.</p>
<p>Além das questões gerais do grito dos excluídos e excluídas, foram feitas denúncias pela falta de atendimento e de medicamento nos postos de saúde e pela falta de diálogo entre o município e as organizações da sociedade civil para discussão de políticas públicas.</p>
<p>‘’O grito dos excluídos é um ato de resistência da sociedade, principalmente dos povos marginalizados e invisibilizados pela sociedade e pelo poder público. Essa luta já perdura há 30 anos. Em Vitória da Conquista, podemos participar do ato no desfile cívico, em conjunto com diversas organizações dos movimentos sociais, como o Fórum Intersindical e Popular Conquistense, movimentos de estudantes, dos sem-terras, pequenos produtores rurais, sindicatos, setores da igreja católica, como a Cáritas, o Conselho de Leigos, a Comissão Pastoral da Terra, dentre outros. Isso demonstra o quanto o Grito tem ganhado importância ao longo desses anos e se consolida como um contraponto ao modelo de desfile cívico militarizado que exalta setores privilegiados da sociedade enquanto se esquece dos mais necessitados.’’ Afirma Leonardo Viana, presidente do SEEB/VCR.</p>
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		<item>
		<title>Grito dos Excluídos acontece neste sábado (7)</title>
		<link>https://bancarios.com.br/grito-dos-excluidos-acontece-neste-sabado-7/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 14:28:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tradicionalmente, o movimento é realizado no Dia da Independência do Brasil, para questionar a verdadeira independência do povo brasileiro. Em 2024, o Grito dos Excluídos e Excluídas celebra 30 anos de existência e resistência. Irá acontecer neste sábado (7), às 10h, na Avenida Integração, a manifestação popular do Grito dos Excluídos. O Sindicato dos Bancários &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Tradicionalmente, o movimento é realizado no Dia da Independência do Brasil, para questionar a verdadeira independência do povo brasileiro. Em 2024, o Grito dos Excluídos e Excluídas celebra 30 anos de existência e resistência.</b></p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-65226 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Grito-dos-Excluidos.png" alt="" width="600" height="350" /></p>
<p>Irá acontecer neste sábado (7), às 10h, na Avenida Integração, a manifestação popular do Grito dos Excluídos. O Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região estará presente no ato e convida todos os bancários e bancárias a participarem desse movimento histórico.</p>
<p>Sob o tema “Todas as formas de vida importam. Mas quem se importa?”, o ato acontece para denunciar as desigualdades sociais históricas causadas pelo sistema capitalista, em um espaço de articulação popular para reivindicar melhores condições de vida e trabalho.</p>
<p><strong>História </strong></p>
<p>O movimento foi fruto da 2ª Semana Social Brasileira da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), que ocorreu entre 1993 e 1994, visando denunciar as desigualdades e violências, promover a vida e a dignidade, fortalecer as comunidades locais, reforçar o compromisso de um projeto popular e celebrar e fortalecer a resistência.</p>
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		<item>
		<title>Agentes de Pastorais Negros: entidade nacional do movimento negro brasileiro completa 41 anos</title>
		<link>https://bancarios.com.br/agentes-de-pastorais-negros-entidade-nacional-do-movimento-negro-brasileiro-completa-41-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 12:56:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Março é o mês do aniversário dos Agentes de Pastorais Negros (APNs), entidade nacional do movimento negro brasileiro que completa 41 anos. Esse mês constitui, para os APNs e outras entidades que lutam contra o racismo, uma mistura de celebração e denúncia, alegria, tristeza e resistência. Para além do aniversário da entidade no dia 14 de março, nós &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Março é o mês do aniversário dos Agentes de Pastorais Negros (APNs), entidade nacional do movimento negro brasileiro que completa 41 anos.</p>
<p>Esse mês constitui, para os APNs e outras entidades que lutam contra o racismo, uma mistura de celebração e denúncia, alegria, tristeza e resistência. Para além do aniversário da entidade no dia 14 de março, nós temos o Dia Internacional das Mulheres, o Dia Internacional de Combate à Discriminação Racial e o Dia Nacional das Tradições das Raízes de Matrizes Africanas e Nações do Candomblé no dia 21 deste mês.</p>
<p>Os APNs são uma organização forjada e alicerçada na luta contra o racismo, pelos direitos e a cidadania da população afro-brasileira, presente em 16 estados brasileiros e no Distrito Federal, desenvolvendo ações e projetos com crianças, adolescentes, jovens e mulheres. Atuamos com foco na educação, cultura, saúde, geração de renda e segurança alimentar e nutricional. E no monitoramento das políticas públicas, com participação em diversos conselhos de direitos em âmbito municipal, estadual e federal.</p>
<p class="ckeditor-subtitle">Mulheres negras</p>
<p>Quando pensamos no Dia Internacional das Mulheres, não podemos nos esquecer da situação específica das mulheres negras.</p>
<p>É certo que temos motivos para comemorar. A presença de muitas mulheres negras em posição de representatividade merece destaque. Por exemplo, o reconhecimento e a eleição da escritora Conceição Evaristo para a Academia Mineira de Letras; a presença de mulheres negras em mandatos parlamentares, como a vereadora Moara Saboia, as deputadas estaduais Macaé Evaristo e Andréia de Jesus e a deputada federal Dandara Tonantzin.</p>
<p>Temos também mulheres negras se destacando no telejornalismo, na teledramaturgia, bem como em outros espaços sociais. Por outro lado, as estatísticas indicam que as mulheres negras, em geral, continuam sendo a parcela da população com maior vulnerabilidade social.</p>
<p>Dados do ministério da saúde, divulgado no Relatório: Oficina de Morte Materna de Mulheres Negras no Contexto do SUS, de 2023, aponta que as mulheres negras são as que mais morrem por complicações no parto ou no aborto. A incidência de morbidade materna foi de 18,3% para mulheres pretas, de 15,0% para mulheres pardas e de 14,0% para mulheres brancas. As causas predominantes são as síndromes hipertensivas (hipertensão arterial grave e a pré-eclâmpsia grave).</p>
<p>As mulheres negras também representaram 61,1% das vítimas de feminicídios em 2022, segundo dados do Fórum de Segurança Pública.</p>
<p class="ckeditor-subtitle">Racismo</p>
<p>O racismo continua implacável para a população negra. O e-book Direito de Viver: a realidade da violência contra pessoas negras no Brasil, lançado pelo Fundo Brasil, apresenta dados perturbadores sobre a persistência do racismo estrutural no Brasil. Em 2022, de cada 100 pessoas mortas pela polícia 83 eram negras. Sendo que 76% dessas vítimas eram jovens, tinham entre 12 e 29 anos. As pessoas negras representavam 68,2% da população encarcerada.</p>
<p>Com relação ao racismo religioso, as pessoas praticantes das religiões de matrizes africanas foram as que mais sofrem com a discriminação, o preconceito e a violência. Dados de 2021, produzidos pelo Observatório das Liberdades Religiosas, apontam que 244 casos de intolerância denunciados tinham como vítimas praticantes do candomblé e da umbanda. Um mapeamento que entrevistou 255 comunidades tradicionais de terreiros em todo o Brasil apontou que 48,2% (123 comunidades) sofreram de 1 a 5 episódios de ataques em seus terreiros entre 2021 e 2022.</p>
<p>Esses dados são alarmantes e indicadores do racismo estrutural que afeta nossa população negra. Os casos mais recentes foram o do motoboy negro, Everton Henrique Goandete da Silva, agredido a faca por um homem branco, Sérgio Camargo Kupstaitis, que foi abordado por policiais militares do Rio Grande do Sul como se ele fosse o criminoso.</p>
<p>Outro caso foi o do porteiro negro, Rodinei Antônio Xavier, agredido covardemente por um morador branco (o nome do agressor não foi informado) de um condomínio também em Porto Alegre. Esses fatos, entre outros significados, mostram para nós, pessoas negras, que a brancura ainda representa um privilegio no Brasil.</p>
<p class="ckeditor-subtitle">Festejar é resistir</p>
<p>Em meio a todas as evidências de racismo estrutural persistente, nós, APNs, ainda encontramos motivos para comemorar mais um aniversário. A festa, a alegria e o riso para população negra nunca devem ser entendidos como sinal de ingenuidade, mas como parte de uma resistência histórica.</p>
<p>Festejar, para nós, é uma estratégia para respirar, recompor as emoções e o físico, e continuar lutando contra as injustiças e o racismo. Viva aos Agentes de Pastorais Negros! Sigamos na luta contra o racismo!</p>
<p><em>*José Antônio Marçal é Agente de Pastoral Negro (APNs); João Carlos Pio de Souza é coordenador estadual dos APNs Minas Gerais e Sarah Santos é da Secretaria Nacional dos APNs Brasil.</em></p>
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