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	<title>Arquivos Mundo - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
	<lastBuildDate>Mon, 05 Jan 2026 16:00:39 +0000</lastBuildDate>
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		<title>A guerra imperialista contra a Venezuela e a América Latina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 16:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A agressão à Venezuela é, na essência, uma declaração de guerra contra toda a América Latina e o Caribe, particularmente contra a América do Sul. Toda a região ingressa em uma nova etapa histórica, que exigirá estratégia e tática próprias. A ação desencadeada pelos Estados Unidos contra a Venezuela neste sábado (3) constitui um episódio &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="row row-small">
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<h3>A agressão à Venezuela é, na essência, uma declaração de guerra contra toda a América Latina e o Caribe, particularmente contra a América do Sul. Toda a região ingressa em uma nova etapa histórica, que exigirá estratégia e tática próprias.</h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-70867 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Claudine-Hellmuth-Politico.webp" alt="" width="1290" height="860" /></p>
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</div>
<div class="row row-small">
<div class="column large-12 small-12">
<div class="post-info ">
<p>A ação desencadeada pelos Estados Unidos contra a Venezuela neste sábado (3) constitui um episódio de extrema gravidade e marca uma inflexão perigosa nos conflitos internacionais contemporâneos.</p>
<p>Trata-se de uma operação brutal, cuidadosamente planejada e executada como demonstração explícita de força, destinada a impor pela violência aquilo que Washington já não consegue assegurar por meio da diplomacia, do direito internacional ou de qualquer forma mínima de consenso entre as nações. Ficou patente a brutalidade dessa ofensiva, executada pela chamada Força Delta, uma divisão apresentada como da elite das forças armadas dos EUA, que é na prática uma organização terrorista com raio de ação internacional. A ação deixou evidente ainda o desprezo absoluto pela soberania de um país e pela vida de seu povo.</p>
<p>Estamos diante de uma ação de caráter inequivocamente criminoso. A ação é criminosa porque viola frontalmente a Carta das Nações Unidas, ignora os princípios da autodeterminação dos povos e do não uso da força, e atropela qualquer noção de legalidade internacional. Afronta, ainda, princípios consagrados na Segunda Cúpula da Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos) realizada em Havana, em 2014. É criminosa porque transforma sanções, bloqueios, ameaças militares e ações militares diretas em instrumentos sistemáticos de coerção política. E porque normaliza a agressão armada como método permanente de dominação, com um agravante inaceitável: o sequestro de um Presidente da República legítimo e constitucional, um líder revolucionário, socialista, dedicado ao bem-estar de seu povo e à grandeza de sua nação.</p>
<p>Esta ação desnuda, sem qualquer disfarce, o caráter imperialista da política externa dos Estados Unidos. As instituições multilaterais, já profundamente fragilizadas, entram em colapso quando a maior potência militar do planeta usa a força bruta para impor seus desígnios. O sistema internacional, que deveria mediar conflitos e conter abusos, é rebaixado à condição humilhante de espectador impotente. O direito internacional deixa de ser norma e passa a ser tratado como peça descartável.</p>
<p>A guerra contra a Venezuela insere-se plenamente na nova fase do imperialismo estadunidense, consolidada a partir da recente estratégia de segurança nacional e do chamado corolário Trump. Este, desprovido de caráter, de compromisso com o diálogo e de quaisquer qualificações morais</p>
<p>para exercer liderança global, infenso às normas das relações internacionais e do multilateralismo, proclamou a América Latina como centro das prioridades estratégicas de seu governo. Trata a região como questão territorial, de segurança nacional e de interesse econômico direto dos EUA. O objetivo é explícito: domínio, neocolonialismo e exclusão de outros países do espaço latino-americano.</p>
<p>As falas de Trump, durante a entrevista coletiva concedida no sábado na Casa Branca, escancaram o viés imperialista, o objetivo de domínio político, econômico e energético da América Latina. A Venezuela surge como peça-chave dessa arquitetura, especialmente por deter as maiores reservas de petróleo do mundo.</p>
<p>O chefete da Casa Branca articulou suas declarações dentro do que se chama de Corolário Trump da Declaração Monroe de inícios do século 19. Nesta leitura, ele reivindica para si o papel de gestor direto da ordem regional, inclusive com intervenção militar e controle de recursos estratégicos.</p>
<p>Ao abordar a situação venezuelana, Trump afirmou que os Estados Unidos assumirão a condução do país enquanto não haja, segundo suas palavras, uma mudança política considerada adequada. “Vamos governar o país até que uma transição segura, adequada e judiciosa possa acontecer”, declarou, vinculando a soberania venezuelana a uma tutela externa.</p>
<p>A dimensão militar foi tratada sem rodeios. Trump afirmou que o envio de tropas não estava descartado, reforçando a disposição de uso da força para sustentar essa estratégia. “Não temos medo de tropas no solo”, disse, ao justificar a presença militar como instrumento legítimo de governo e segurança.</p>
<p>O petróleo apareceu como eixo estruturante do discurso. Trump declarou que os Estados Unidos garantirão que o setor energético venezuelano será colocado sob uma nova lógica de exploração. Segundo ele, o objetivo é fazer com que o petróleo “funcione como deveria”, numa formulação que associa exploração econômica com intervenção estrangeira direta.</p>
<p>Nesta mesma linha, anunciou a entrada maciça de empresas norte-americanas no país sul americano. “As grandes empresas petrolíferas dos EUA vão entrar na Venezuela para gastar bilhões e consertar a infraestrutura de petróleo deteriorada, para começar a gerar lucros”, afirmou, deixando explícita a centralidade do capital estadunidense no saque do petróleo venezuelano.</p>
<p>Em outra declaração que reforçou o tom de expropriação, Trump apresentou um falso pretexto, uma deturpação histórica: “Eles roubaram nosso petróleo”, disse, sugerindo que os recursos venezuelanos eram propriedade estadunidense.</p>
<p>A mensagem de Trump é clara. Os Estados Unidos deram o primeiro passo no empreendimento imperialista da MAGA em face da América Latina e Caribe, corroborado pelo chefe do Estado Maior Conjunto dos EUA, general Daniel Caine: “Neste momento, nossas forças permanecem na região em alto estado de prontidão, preparadas para projetar poder, defender-se e proteger nossos interesses regionais”, assegurou.</p>
<p>A agressão à Venezuela é, na essência, uma declaração de guerra contra toda a América Latina e o Caribe, particularmente contra a América do Sul. Toda a região ingressa em uma nova etapa histórica, que exigirá estratégia e tática próprias por parte dos povos e das forças comprometidas com a soberania nacional e as transformações políticas e sociais.</p>
<p>A dominação imperialista nesta nova etapa já se manifesta de forma concreta em diversos países da região. Estão claramente submetidos à órbita de Washington países como a Argentina, o Chile, desde a eleição de Kast, Paraguai, Bolívia, Equador, Peru, El Salvador, República Dominicana, Panamá e Costa Rica. Em Honduras, o governo norte-americano promoveu uma ingerência no processo eleitoral, com vistas a instaurar um governo submisso. O cerco a Cuba se intensifica, com maior bloqueio e outras ações hostis. Observam-se também ameaças ao Brasil, à Colômbia e ao México, países que têm políticas externas independentes. No caso colombiano, chama a atenção o calendário eleitoral, com eleições presidenciais previstas para maio. No Brasil, o processo eleitoral de outubro também se insere nesse tabuleiro geopolítico, tornando o país alvo potencial de pressões, ingerências e tentativas de desestabilização.</p>
<p>A relação do Brasil com os Estados Unidos possui uma peculiaridade que exige vigilância redobrada. O equilíbrio é necessário, a submissão, inaceitável. A política externa soberana passa pela defesa dos interesses nacionais, a integração regional e a recusa em transformar o país numa plataforma de interesses alheios.</p>
<p>Em situações como esta, a luta de ideias se torna mais exigente e desafiadora, em que não há cabimento para pescadores de águas turvas, pregoeiros do nada, “professores de deus”, cuja inócua atividade equivale a arar no mar, confundindo análise com ruído e militância com espetáculo. É igualmente necessário evitar especulações, ilações e acusações vazias, que apenas desarmam politicamente aqueles que deveriam estar preparados para o confronto histórico em curso. É também imprescindível afastar especulações infundadas e narrativas deliberadamente falsas. Circula a suspeita aleivosa de um suposto acordo entre parceiros estratégicos da Venezuela e o aspirante a tirano global, segundo o qual forças extra-hemisféricas teriam, em segredo, pactuado limitar-se a gestos meramente protocolares diante das ações de Donald Trump, em troca da neutralidade norte americana nos conflitos em que essas potências estão envolvidas. Trata-se de um delírio conspiratório, desprovido de qualquer base factual.</p>
<p>Por fim, é necessário reafirmar com toda clareza: o inimigo principal dos povos latino-americanos e caribenhos é o imperialismo estadunidense, que dispõe de estratégia definida e interesses inequívocos. Por isso trata a região como seu quintal, explicita sua cobiça pelas riquezas naturais e proclama abertamente a meta de dominá-la por completo, uma dominação que os povos da América Latina jamais aceitaram nem aceitarão. Trump inaugura uma nova era de colonialismo nas Américas, parte de seu projeto megalomaníaco de “tornar os EUA grandes de novo”, estratégia concebida para tentar contornar o declínio histórico irreversível do imperialismo estadunidense.</p>
<p>Como afirmou Socorro Gomes, líder do Cebrapaz e ex-presidenta do Conselho Mundial da Paz: “A ação criminosa de Trump contra a Venezuela vai , ao contrário, acelerar a decadência do imperialismo norte-americano, nosso dever é, apesar das adversidades circunstanciais, infundir nos povos a convicção de que o imperialismo não é invencível e será derrotado”.</p>
<p>As forças que lutam por uma nova ordem política e econômica no mundo devem constituir-se em vanguardas de seus povos, elaborar estratégias e táticas consoantes a nova situação mundial e regional, e mobilizar amplas forças sociais para enfrentar os novos desafios e batalhas que se impõem.</p>
</div>
<p><em><strong>Fonte: Vermelho</strong></em></p>
<div class="post-info "></div>
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		<title>Israel e Hamas chegam a acordo de cessar-fogo e libertação de reféns</title>
		<link>https://bancarios.com.br/israel-e-hamas-chegam-a-acordo-de-cessar-fogo-e-libertacao-de-refens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jan 2025 12:36:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O acordo de cessar-fogo, que inclui a libertação de reféns e a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza, pode levar a retirada de tropas e retorno de refugiados a suas casas. Palestinos aguardam resultado de negociações de cessar-fogo em Khan Yunis, sul de Gaza, nesta quarta Após intensas negociações mediadas pelo Catar, Israel &#8230;</p>
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<div id="single-the-title" class="column large-12 small-12 text-center mt-30">
<h3>O acordo de cessar-fogo, que inclui a libertação de reféns e a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza, pode levar a retirada de tropas e retorno de refugiados a suas casas.</h3>
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<div class="post--image"><img class="lazy loaded" src="https://vermelho.org.br/wp-content/uploads/2025/01/Captura-de-Tela-2025-01-15-as-16.13.47.png" data-src="https://vermelho.org.br/wp-content/uploads/2025/01/Captura-de-Tela-2025-01-15-as-16.13.47.png" data-was-processed="true" />Palestinos aguardam resultado de negociações de cessar-fogo em Khan Yunis, sul de Gaza, nesta quarta</div>
<p>Após intensas negociações mediadas pelo Catar, Israel e o Hamas fecharam um acordo de cessar-fogo, que inclui a libertação de reféns e a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza. A notícia foi confirmada nesta quarta-feira (15) pelo gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.</p>
<p>O acordo ocorre 15 meses após o início do conflito em outubro de 2023, que resultou na captura de 251 reféns pelo Hamas. Destes, 94 permanecem em Gaza; acredita-se que 60 estejam vivos.</p>
<p>A data de início foi definida para o dia 19, domingo próximo, de acordo com uma alta autoridade de um dos países mediadores e duas altas autoridades israelenses. O acordo precisa ser formalmente ratificado pelo gabinete israelense, de acordo com as autoridades. Também há detalhes técnicos que precisam ser trabalhados. Duas outras autoridades disseram que houve uma disputa de última hora sobre a fronteira Egito-Gaza, que atualmente é controlada por forças israelenses.</p>
<p>O gabinete de Netanyahu deve votar o acordo nesta quinta-feira (16), sob pressão contrária da ultradireita do governo. A primeira fase da libertação de reféns está prevista para começar no domingo, enquanto negociações para uma segunda rodada, incluindo a libertação de homens em idade militar, devem ocorrer após 16 dias.</p>
<p>Para implementar o acordo, a equipe de negociação do Hamas nas negociações em Doha, no Catar, precisa obter o consentimento dos comandantes do grupo em Gaza, incluindo Muhammad Sinwar, cujo irmão Yahya liderou o grupo antes de ser morto por Israel em outubro.</p>
<p><strong>Os termos do acordo</strong></p>
<p>Embora os detalhes finais ainda estejam em negociação, as principais cláusulas incluem:</p>
<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Libertação de reféns</strong>: O Hamas libertará 33 reféns, incluindo mulheres, crianças, idosos e feridos, em troca da liberação de cerca de 1.000 prisioneiros palestinos por Israel.</li>
<li><strong>Cessar-fogo inicial de seis semanas</strong>: Um período de trégua permitirá a entrada de 600 caminhões diários com ajuda humanitária, incluindo alimentos, medicamentos e combustível.</li>
<li><strong>Retirada de tropas israelenses</strong>: Israel começará a se retirar das áreas densamente povoadas de Gaza, mantendo uma zona de segurança ao leste da Faixa.</li>
<li><strong>Reabertura da passagem de Rafah</strong>: A fronteira entre Gaza e o Egito será gradualmente reaberta para civis desarmados e ajuda humanitária.</li>
</ol>
<p><strong>Impactos humanitários</strong></p>
<p>O acordo promete aliviar a crise humanitária em Gaza, onde 2 milhões de pessoas enfrentam deslocamento, escassez de alimentos e colapso dos serviços básicos. Com o envio de combustível, hospitais poderão retomar operações e sistemas de água e esgoto serão reparados.</p>
<p>A notícia foi recebida com celebrações nas ruas de Gaza e de cidades israelenses. No entanto, tanto o Hamas quanto o governo de Israel destacaram que questões importantes, como a governança futura de Gaza, ainda precisam ser negociadas.</p>
<p>Organizações humanitárias da ONU, já se mobilizam para implementar o plano de ajuda, enquanto diplomatas afirmam que o acordo representa um avanço crucial, mas frágil, para a resolução do conflito.</p>
<p>Com 45 mil mortos desde outubro de 2023, a esperança é de que o cessar-fogo marque o início de um caminho para a paz duradoura, apesar da intransigência de Israel. O acordo na mesa vem depois que meses de diplomacia de vaivém falharam em acabar com a guerra em Gaza, que começou depois que o Hamas lançou um ataque surpresa contra Israel em 7 de outubro de 2023, que matou 1.200 pessoas e fez 250 reféns. Cerca de 105 cativos foram libertados posteriormente em um cessar-fogo de uma semana em novembro de 2023 em troca de 240 prisioneiros palestinos.</p>
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		<title>&#8216;Dia dos Ricos Poluidores&#8217;: 1% mais rico já emitiu &#8216;cota anual&#8217; de CO2 de 2025; 50% mais pobres levarão 3 anos</title>
		<link>https://bancarios.com.br/dia-dos-ricos-poluidores-1-mais-rico-ja-emitiu-cota-anual-de-co2-de-2025-50-mais-pobres-levarao-3-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2025 11:50:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O 1% mais rico da população mundial vai terminar de consumir nesta sexta-feira (10) sua &#8220;cota anual&#8221; de emissões de gases causadores do efeito estufa de 2025. Já a metade mais pobre da população levará 1.022 dias para emitir a mesma quantidade de gases – ou seja, quase 3 anos. Isso é o que indica o &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-67078 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/01/image_processing20210720-2968-1172un4.jpeg" alt="" width="800" height="529" /></p>
<p>O 1% mais rico da população mundial vai terminar de consumir nesta sexta-feira (10) sua &#8220;cota anual&#8221; de emissões de gases causadores do efeito estufa de 2025. Já a metade mais pobre da população levará 1.022 dias para emitir a mesma quantidade de gases – ou seja, quase 3 anos.</p>
<p>Isso é o que indica o estudo &#8220;A Desigualdade de Carbono Mata&#8221;, da organização internacional Oxfam, que discute a desigualdade social e econômica mundo afora. A Oxfam divulgou o estudo nesta sexta-feira justamente para marcar a data em que tal cota foi consumida. A entidade decidiu chamar o dia de &#8220;Dia dos Ricos Poluidores&#8221;.</p>
<p>A Oxfam definiu a cota anual e individual considerando metas de emissão fixadas para que a temperatura média do planeta não suba mais do 1,5ºC, tida por cientistas como o limite para a sustentabilidade da humanidade. Segundo a Oxfam, essa cota é de 2,1 toneladas de carbono por pessoa por ano.</p>
<p>Hoje, cada bilionário pertencente a 1% mais rico da população emite, em média, 76 toneladas de carbono por ano. Já cada pessoa da metade mais pobre emite, em média, apenas 0,7 toneladas de carbono.</p>
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<div id="div-gpt-ad-1720010829506-0">Para limitar o aquecimento global a 1,5°C, os mais ricos deveriam cortar 97% de suas emissões até 2030. &#8220;Os super-ricos continuam desperdiçando as chances da humanidade com estilos de vida extravagantes, investimentos poluentes e influência política nociva. Uma pequena elite está roubando bilhões de pessoas de seu futuro para alimentar sua ganância&#8221;, disse Nafkote Dabi, líder de Política de Mudanças Climáticas da Oxfam.</div>
</div>
<p>A pesquisa da Oxfam aponta ainda que, desde 1990, as emissões dos mais ricos já causaram trilhões de dólares em danos econômicos, perdas agrícolas extensas e milhões de mortes por calor extremo. &#8220;Nos últimos 30 anos, os países de baixa e média-baixa renda sofreram danos econômicos três vezes maiores do que os valores de financiamento climático prometidos pelos países ricos&#8221;, declarou a entidade.</p>
<p>Ainda segundo a Oxfam, até 2050, as emissões dos mais ricos podem levar a perdas agrícolas suficientes para alimentar 10 milhões de pessoas por ano.</p>
<p>&#8220;Os governos precisam parar de servir aos interesses dos mais ricos. Esses grandes poluidores devem ser responsabilizados&#8221;, acrescentou Dabi.</p>
<p>A Oxfam recomenda a criação de impostos sobre os mais ricos e sobre bens de luxo, obrigar corporações a cortar emissões e aumentar o financiamento climático. A entidade estima que países ricos devem cerca de 5 trilhões de dólares (mais de R$ 30 trilhões) a países em desenvolvimento do que ela chama de &#8220;dívida climática&#8221;.</p>
<p>Fonte: Brasil de Fato.</p>
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		<title>‘Pacto para o Futuro’ é aprovado na ONU</title>
		<link>https://bancarios.com.br/pacto-para-o-futuro-e-aprovado-na-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 15:56:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Líderes mundiais aprovaram, no último domingo (22), durante a Cúpula do Futuro que faz parte da 79ª sessão da Assembleia Geral da ONU, o documento Pacto para o Futuro, com 56 ações que visam aprofundar a cooperação internacional. O texto aprovado de forma consensual por 143 países, entre eles o Brasil, também compreende o Pacto Digital &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_65568" aria-describedby="caption-attachment-65568" style="width: 1170px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-65568 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/09/image1170x530cropped.jpg" alt="" width="1170" height="530" /><figcaption id="caption-attachment-65568" class="wp-caption-text">Salão da Assembleia Geral durante a abertura da Cúpula do Futuro. Foto: UN Photo/Loey Felipe</figcaption></figure>
<p>Líderes mundiais aprovaram, no último domingo (22), durante a Cúpula do Futuro que faz parte da 79ª sessão da Assembleia Geral da ONU, o documento <em>Pacto para o Futuro</em>, com 56 ações que visam aprofundar a cooperação internacional. O texto aprovado de forma consensual por 143 países, entre eles o Brasil, também compreende o Pacto Digital Global e a Declaração sobre as Gerações Futuras. Apenas sete países foram contrários e 15 se abstiveram.</p>
<p>Durante meses o Pacto de resgate do multilateralismo, como deixou claro o secretário-geral da ONU, António Guterres, foi negociado. A entidade classifica como o “mais amplo acordo internacional em muitos anos” com questões em várias áreas, entre elas transição energética, novas tecnologias, a proposta de reforma do Conselho de Segurança, transformação da governança global, desarmamento, as dívidas dos países, assim como ações para acelerar a implementação da Agenda 2030 com os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (confira o documento, em inglês, na íntegra <a href="https://www.un.org/sites/un2.un.org/files/sotf-pact_for_the_future_adopted.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>).</p>
<p>Entre os pontos trazidos consta medidas para a transição energética com o fim da utilização dos combustíveis fósseis de maneira justa, ordenada e equitativa, o mais rápido possível e de forma progressiva dentro dessa década classificada como crítica quanto às mudanças climáticas. O Pacto pede ainda um instrumento internacional para tratar a poluição plástica – algo similar a Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, em inglês) para a diminuição de emissão de gases poluentes e do efeito estufa.</p>
<p>Sobre a reforma do Conselho de Segurança da ONU, é defendida a “ampliação do órgão para que seja mais representativo” e reparar a sub-representação da África, Ásia-Pacífico e América do Sul. No entanto, o texto somente insere a ideia de aprofundamento do diálogo quando o assunto é mexer no poder de veto, tanto no âmbito do mecanismo quanto na sua utilização – os EUA já demonstraram frontal discordância sobre uma mudança nesse sentido.</p>
<p>Sobre o meio digital, as Nações se comprometeram na adoção “softwares de código aberto seguros e protegidos, dados abertos, modelos abertos de inteligência artificial e padrões abertos que beneficiem a sociedade como um todo”. Com isso, espera-se maior interoperabilidade digital e processos mais transparentes na utilização de Inteligência Artificial.</p>
<p>Ainda foi aprovado o pedido para debate amplo sobre desarmamento, com o compromisso de respeito aos tratados e protocolos que visam evitar uma guerra nuclear.</p>
<p>No contexto de crises financeiras dos países, o Pacto apoia países endividados na superação de suas despesas ao passo que priorizem os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.</p>
<p>No <em>Pacto para o Futuro </em>ainda constam previsões para proteção de civis em combates, erradicação da pobreza, eliminação da fome, igualdade de gênero, promoção da cultura e do esporte, reforma da arquitetura financeira internacional, entre outros.</p>
<p>Apesar da aprovação ampla, sete países foram contrários: Belarus, Coréia do Norte, Irã, Nicarágua, Rússia e Síria. Estes apresentaram uma proposta de redação para um dos artigos que previa que “as Nações Unidas e o seu sistema não deverão intervir em questões que sejam essencialmente da jurisdição interna de qualquer Estado”. O pedido para a modificação do texto foi recusado pelos demais países.</p>
<p>O debate geral da 79ª sessão Assembleia Geral da ONU ocorre na próxima terça-feira (24). O presidente Lula fará o discurso de abertura, em ato historicamente realizado pelo Brasil.</p>
<p><em><strong>Fonte: Vermelho</strong></em></p>
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		<title>Fome mantém patamar alto e atinge 733 milhões de pessoas no mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 12:16:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O relatório O Estado da Segurança Alimentar e da Nutrição no Mundo (Sofi, na sigla em inglês), publicado nesta quarta-feira (24/7), estima que, em 2023, entre 713 milhões e 757 milhões de pessoas passaram fome, uma média de 733 milhões. O número corresponde a uma a cada 11 pessoas no mundo. Os dados indicam que a &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-64420 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/07/image_processing20210417-10498-1gxfxcc.jpeg" alt="" width="800" height="600" /></p>
<p>O relatório O Estado da Segurança Alimentar e da Nutrição no Mundo (Sofi, na sigla em inglês), publicado nesta quarta-feira (24/7), estima que, em 2023, entre 713 milhões e 757 milhões de pessoas passaram fome, uma média de 733 milhões. O número corresponde a uma a cada 11 pessoas no mundo.</p>
<p>Os dados indicam que a alta na quantidade de pessoas passando fome se mantém após a pandemia de Covid-19. Desde 2019, a média vem crescendo, passando de 581,3 milhões, na pré-pandemia, para 733 milhões, no estudo deste ano.</p>
<p>O relatório é elaborado pela <a href="https://www.fao.org/brasil/pt/" target="_blank" rel="noopener">Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO)</a>, em conjunto com o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (WFP) e a Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>Os dados foram divulgados às margens da reunião ministerial para estabelecer uma Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, no Rio de Janeiro.</p>
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<div class="m-box-text">
<h6 class="m-title"><span style="font-size: 16px;">A África é a região que apresenta os piores índices, com 20,4% da população passando fome. Na Ásia, a porcentagem é de 8,1%.</span></h6>
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</article>
</div>
<p>Já a América Latina e Caribe tiveram uma melhora, com 6,2% da população em situação de insegurança alimentar grave. Na Oceania, o percentual é de 7,3%.</p>
<p>As organizações alertam que o mundo tem falhado em alcançar a meta de zerar a fome até 2030, conforme os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. Caso o cenário se mantenha, o número de pessoas cronicamente subnutridas pode chegar a 582 milhões em 2030.</p>
<p>Fonte: Metrópoles.</p>
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		<title>Dia da Criança Palestina: Israel causou quase 14 mil mortes evitáveis em Gaza e número deve subir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Apr 2024 12:44:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 25 de outubro o premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, justificou em cadeia nacional o massacre na Faixa de Gaza &#8211; iniciado 18 dias antes &#8211; afirmando que eles, os israelenses, seriam &#8220;filhos da luz&#8221;, enquanto os palestinos, &#8220;filhos das trevas&#8221;. &#8220;Já matamos milhares de terroristas e não vamos parar por aí. É só o começo&#8221;, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-62687 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/04/image_processing20240403-1860486-9tky1d.webp" alt="" width="512" height="314" /></p>
<p>Em 25 de outubro o premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, justificou em cadeia nacional o massacre na Faixa de Gaza &#8211; iniciado 18 dias antes &#8211; afirmando que eles, os israelenses, seriam &#8220;filhos da luz&#8221;, enquanto os palestinos, &#8220;filhos das trevas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Já matamos milhares de terroristas e não vamos parar por aí. É só o começo&#8221;, disse.</p>
<p>Netanyahu vem cumprindo a promessa, eliminando indiscriminadamente filhos e filhas de palestinas. Em março, o número de mortes evitáveis de crianças palestinas em quatro meses de massacre já superava o número total de crianças mortas em todas as outras guerras que ocorreram no mundo entre 2019 e 2022: 12.300. No começo de abril, a cifra chegava a 13.800, segundo o Ministério da Saúde local, com muitas mais soterradas debaixo dos destroços produzidos pelos bombardeios.</p>
<p>Este número não deve parar de crescer. Enquanto bombardeios prosseguem pelo território palestino, a ONU alerta para a possibilidade de que milhares delas morram de fome, especialmente no Norte de Gaza, onde mal chega comida. No sul, o risco de matança em larga escala é real, se Rafah for invadida, como o governo israelense promete fazer.</p>
<p>É neste cenário que o mundo marca, neste 5 de abril, o Dia da Criança Palestina.</p>
<p class="ckeditor-subtitle">Antes do massacre: cenário traumático</p>
<p>A data foi estabelecida pela maior liderança histórica deste povo e vencedor do prêmio Nobel da Paz, Yasser Arafat. Em 1995, o então presidente palestino fez o anúncio ao se comprometer com convenções internacionais que asseguram  direitos à crianças e como forma de denunciar os maus tratos sofridos por elas sob a ocupação israelense.</p>
<p>Na década atual, Israel &#8211;  que determinou que a maioridade penal para palestinos seria aos 12 anos &#8211; já vinha endurecendo estes maus tratos. Em  2022, o ministro palestino de Detidos e Ex-Detidos, Abdul-Nasser Farawna, disse que o número de crianças palestinas presas por Israel havia crescido 140% entre 2021 e 2020.</p>
<p>No Dia da Criança Palestina de 2023, o ministério disse que 40 delas haviam sido mortas e mais de 800 detidas apenas no período de um ano.</p>
<p>“As demolições de casas, o despejo de palestinos de Jerusalém, o cerco ilegal à Faixa de Gaza, a tortura e as práticas desumanas, bem como a escalada de ataques terroristas armados por milícias armadas de colonos israelenses, devastam a vida das crianças palestinas”, disse o ministério, em abril deste ano.</p>
<p>“Combinadas, estas ações criminosas e práticas ilegais criam uma realidade diária insuportável e traumática para as crianças palestinas que permanecem privadas de qualquer forma de proteção a que têm direito.”</p>
<p class="ckeditor-subtitle">Após o massacre: desesperador</p>
<p>Se o cenário era &#8220;sufocante&#8221; antes de 7 de outubro, como definiu a ONU, após a data, se tornou devastador.  Além de mortes, a Unicef disse que o massacre causava em média a amputação de braços ou pernas de cerca de 10 crianças palestinas por dia. Muitas dessas amputações, são feitas sem anestesia e com equipamentos improvisados, como arames farpados, devido à destruição de infra-estrutura hospitalar.</p>
<p>Os números não contam toda a história. No começo da semana, médicos canadenses ouvidos pelo jornal britânico <em>The Guardian</em> afirmaram ter evidências de que crianças seriam alvos de atiradores de elite israelenses, pelas marcas de balas.</p>
<p>Além da morte e dos ferimentos, há a fome. O coordenador de ajuda da ONU para o local, Jamie McGoldrick, declarou, no começo de março, que &#8220;crianças estão morrendo de fome&#8221;.</p>
<p>&#8220;Antes da guerra, menos de um por cento das crianças de Gaza até cinco anos de idade sofria desnutrição severa. Hoje, uma em cada três crianças até dois anos de idade sofre desnutrição aguda&#8221;, disse o coordenador da Unicef, James Elder, em fins de março. &#8220;No Norte de Gaza, fui cercado por dezenas de milhares de pessoas fazendo o sinal universal de fome, pedindo comida.&#8221;</p>
<p>Há também a sede. Já em dezembro, a Unicef alertava que crianças em Gaza tinham acesso a pouco mais de 2 litros de água por dia, quando o recomendado é 15l. Desde então, com o endurecimento do bloqueio e destruição de estações de saneamento e dessalinização, a situação piorou.</p>
<p>E há Rafah. A cidade na fronteira sul do território, fronteira com o Egito, tinha pouco mais de 200 mil habitantes em setembro. Com o território bombardeado, mais de um milhão de palestinos se amontoam lá, em tendas precárias, a espera da chegada da prometida ofensiva militar israelense.</p>
<p>&#8220;Rafah é uma cidade de crianças, 600 mil meninas e meninos estão lá. Uma ofensiva? é ofensivo&#8221;, disse o coordenador da Unicef.</p>
<p>Por outro lado, muitas crianças não morrem, mas várias delas se veem sem parentes vivos. A Unicef calcula que o massacre deixou ao menos 18 mil crianças sem familiares conhecidos que possam se responsabilizar por elas.</p>
<p>O massacre de palestinos promovido por Israel é considerado genocídio por um número cada vez maior de países. Ao redor do mundo, várias entidades aproveitam essa data para marcar o Dia das Crianças Palestinas como o Dia Internacional de Solidariedade com a Criança Palestina e denunciar o ataque contra civis &#8211; a maioria de mulheres e crianças &#8211; como sendo crimes de guerra cometidos pelo atual governo de Israel.</p>
<p>Fonte: Brasil de Fato.</p>
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		<title>&#8216;Palestinos estão com fome&#8217;, alerta ONU após aliados de Israel cortarem fundos para refugiados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2024 14:12:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência da ONU para Refugiados Palestinos (UNRWA) alertou para os riscos do aumento da fome na Faixa de Gaza após sofrer cortes em seu financiamento. Duas semanas atrás, o governo israelense acusou funcionários da agência de participação no ataque do Hamas em território israelense que serviu de pretexto para o massacre em curso na Palestina. Após &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-61851 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image_processing20240131-2144942-h4adpq.webp" alt="" width="800" height="533" /></p>
<p>A Agência da ONU para Refugiados Palestinos (UNRWA) alertou para os riscos do aumento da fome na Faixa de Gaza após sofrer cortes em seu financiamento. Duas semanas atrás, o governo israelense acusou funcionários da agência de participação no ataque do Hamas em território israelense que serviu de pretexto para o massacre em curso na Palestina. Após a denúncia, a entidade perdeu praticamente um terço dos seus recursos e a situação dos palestinos na Faixa de Gaza se tornou ainda mais dramática.</p>
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<div id="publiNacionalParagrafo1" class="divPublicidadeManual">Um dossiê de seis páginas elaborado por Israel, ao qual a agência <a href="https://www.reuters.com/world/middle-east/israeli-intelligence-accuses-190-gaza-un-staff-hamas-islamic-jihad-roles-2024-01-29/" target="_blank" rel="noopener">Reuters</a> afirma ter tido acesso, alega que funcionários da UNRWA teriam atuado como militantes do Hamas ou da Jihad Islâmica. A ONU não recebeu formalmente uma cópia do dossiê, disse o porta-voz da organização, Stephane Dujarric, na segunda-feira (29). Os palestinos acusaram Israel de falsificar informações para manchar a reputação da agência.</div>
</div>
<p>Uma investigação &#8220;completa e urgente&#8221; está em andamento, informou a ONU em seu site oficial, e nove funcionários supostamente envolvidos foram demitidos, segundo Philippe Lazzarini, chefe da UNRWA. Mas nenhuma dessas providências foi suficiente para evitar prejuízos à agência. Até agora, 15 países, entre eles Estados Unidos e Alemanha — maiores doadores da UNRWA — anunciaram que vão suspender o aporte de recursos, o que vai provocar um rombo de US$ 444 milhões nas finanças da agência, cujo orçamento total é de aproximadamente US$ 1,2 bilhão.</p>
<p>&#8220;Muitos estão com fome enquanto o relógio avança&#8221;, disse Lazzarini. Mais da metade dos 2,3 milhões de palestinos de Gaza procuram assistência diária e a UNRWA já está muito sobrecarregada pela guerra de Israel contra o Hamas. Na segunda-feira, a agência informou que seria incapaz de continuar suas operações em Gaza e em toda a região após o final de fevereiro se o financiamento não for retomado.</p>
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<div id="publiNacionalParagrafo4" class="divPublicidadeManual">A menos que surjam novos doadores, ou que esses países voltem atrás, até o final de fevereiro a UNRWA não poderá pagar os salários de seus 30 mil funcionários, 13 mil deles no território devastado da Faixa Gaza. Possivelmente, será prejudicada também a compra e distribuição de alimentos e medicamentos. Outras organizações de ajuda humanitária teriam dificuldade em assumir o papel da UNRWA, dadas as complexidades para se obter acesso a Gaza e a vasta escala de necessidades.</div>
</div>
<p>Na terça-feira (30), um porta-voz do Departamento de Estado dos EUA procurou minimizar a gravidade da decisão, alegando que seu país já havia distribuído 99% do último montante aprovado. Mas o fato é que a situação dos palestinos, já fortemente afetada pela ofensiva militar de Israel, tende a piorar se a ajuda humanitária, que já é insuficiente, for reduzida ainda mais.</p>
<p><strong>Fome e desespero</strong></p>
<p>Passados quase quatro meses de guerra, que causa grande destruição na Palestina, muitas pessoas estão à beira da fome. Algumas chegam a saquear veículos de ajuda humanitária em busca de alimentos e suprimentos, como aconteceu em Khan Yunis, no sul de Gaza.</p>
<p>&#8220;Tivemos um caminhão ainda esta manhã tentando chegar ao Hospital Nasser, onde há pacientes e funcionários da área de saúde, todos precisando de comida, mas a população, muito necessitada, já havia basicamente tomado os suprimentos&#8221;, disse Christian Lindmeier, porta-voz da Organização Mundial da Saúde (OMS), na terça-feira (30).</p>
<p>Esse tipo de incidente, que não é raro, &#8220;mostra como são graves as necessidades&#8221;, disse ele a jornalistas, alertando que as doenças entre a população desnutrida de Gaza podem se &#8220;espalhar como fogo e isso está além dos bombardeios e dos desabamentos de prédios&#8221;.</p>
<p>Para piorar, a população de Gaza voltou a receber ordens de evacuação do exército israelense, segundo o OCHA, escritório de coordenação de ajuda humanitária da ONU. &#8220;Estamos no meio de outra onda de deslocamento em Gaza, seguindo ordens de despejo para grandes áreas residenciais e em meio a hostilidades intensas&#8221;, disse a OCHA em uma postagem no X. &#8220;Mais pessoas estão sendo mortas ou feridas. O sul está superlotado e o acesso humanitário ao norte é extremamente limitado.&#8221;</p>
<p>Para Bassam Khalil, que fugiu de Jabaliya, no norte de Gaza, para um abrigo da UNRWA no sul com seus cinco filhos após o início da guerra, o fechamento da agência &#8220;seria uma grande catástrofe&#8221;. &#8220;Não há outros doadores. Apenas a UNRWA nos dá farinha, óleo, alimentos enlatados, açúcar, leite, cobertores e colchões&#8221;, disse ele.</p>
<p>Se a UNRWA tiver que interromper suas operações, &#8220;todos morreremos de fome&#8221;, disse Om Ibrahim Alian, mãe de cinco filhos, incluindo um recém-nascido, todos sobrevivendo com cupons de alimentos da agência, fórmula infantil e fraldas.</p>
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<div id="publi_conceitoRegionalCaixa_300" class="divPublicidadeManual">Sami Abu Shehadeh, um político palestino em Israel, disse que cortar o financiamento da UNRWA por alegações envolvendo uma dúzia de seus 30 mil funcionários equivale a &#8220;punição coletiva&#8221;.</div>
</div>
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<div></div>
<div id="publiNacionalParagrafo-1" class="divPublicidadeManual"><em>Com informações do Financial Times e ONU News.</em></div>
<div>Fonte: Brasil de Fato.</div>
</div>
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		<title>Tribunal de Haia deve anunciar 1ª decisão sobre denúncia por genocídio contra Israel nesta sexta-feira</title>
		<link>https://bancarios.com.br/tribunal-de-haia-deve-anunciar-1a-decisao-sobre-denuncia-por-genocidio-contra-israel-nesta-sexta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2024 11:39:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Corte Internacional de Justiça (CIJ), tribunal da ONU localizado em Haia, anunciou que na próxima sexta-feira (26) deverá tomar a primeira decisão sobre a acusação de genocídio contra Israel apresentada pela África do Sul. No dia 11 de janeiro, o país acusou formalmente o Estado israelense de cometer um genocídio contra o povo palestino &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/tribunal-de-haia-deve-anunciar-1a-decisao-sobre-denuncia-por-genocidio-contra-israel-nesta-sexta-feira/">Tribunal de Haia deve anunciar 1ª decisão sobre denúncia por genocídio contra Israel nesta sexta-feira</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://bancarios.com.br/tribunal-de-haia-deve-anunciar-1a-decisao-sobre-denuncia-por-genocidio-contra-israel-nesta-sexta-feira/image_processing20240124-1462678-kz907e/" rel="attachment wp-att-61714"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-61714" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/image_processing20240124-1462678-kz907e.webp" alt="" width="800" height="533" /></a></p>
<p>A Corte Internacional de Justiça (CIJ), tribunal da ONU localizado em Haia, anunciou que na próxima sexta-feira (26) deverá tomar a primeira decisão sobre a acusação de genocídio contra Israel apresentada pela África do Sul.</p>
<p>No dia 11 de janeiro, o país acusou formalmente o Estado israelense de cometer um genocídio contra o povo palestino por conta dos ataques à Faixa de Gaza que ocorrem desde outubro do ano passado e já deixaram mais de 25 mil mortos, a maioria mulheres e crianças.</p>
<p>A corte deve agora decidir se o massacre em Gaza fere a Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio, assinada em 1948, após o Holocausto.</p>
<p>Além disso, a denúncia sul-africana pede que o tribunal ordene a interrupção imediata dos ataques israelenses, algo que a CIJ tem competência para fazer. Uma sentença do tribunal em Haia determinando o fim da ações pode aumentar a pressão internacional sobre as autoridades israelenses.</p>
<p>A sessão será transmitida ao vivo e poderá ser acompanhada pelo link divulgado pelo tribunal em suas redes sociais na publicação abaixo.</p>
<p>Ao apresentar as acusações, a África do Sul disse que &#8220;o primeiro ato genocida [de Israel] é o assassinato em massa de palestinos em Gaza&#8221;. Adila Hassim, advogada da equipe jurídica sul-africana, destacou que &#8220;palestinos são mortos em suas casas, em lugares onde procuram abrigos, em hospitais, em escolas, mesquitas, igrejas, e tentando conseguir comida e água para suas famílias&#8221;.</p>
<p>Tembeka Ngcukaitobi, outro defensor sul-africano, disse que &#8220;a tentativa de genocídio de Israel está enraizada na crença de que o inimigo não é apenas o braço militar do Hamas, nem o Hamas de maneira geral, mas o povo palestino em Gaza&#8221;.</p>
<p>Israel também teve oportunidade de apresentar seu argumentos à Corte e negou as acusações, culpando o grupo Hamas pela escalada em Gaza. Para pesquisadores ouvidos pelo Brasil de Fato no início do mês, a narrativa de Israel pretende &#8220;desviar o foco&#8221; das atenções.</p>
<p>Diversos países manifestaram apoio à denúncia da África do Sul em Haia, inclusive o Brasil. Em nota, o governo brasileiro disse que respalda a iniciativa &#8220;de acionar a Corte Internacional de Justiça para que determine que Israel cesse imediatamente todos os atos e medidas que possam constituir genocídio ou crimes relacionados nos termos da Convenção para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio&#8221;.</p>
<p>Fonte: Brasil de Fato.</p>
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		<item>
		<title>Conflito no Oriente Médio chega ao 100º dia com quase 24 mil palestinos mortos</title>
		<link>https://bancarios.com.br/conflito-no-oriente-medio-chega-ao-100o-dia-com-quase-24-mil-palestinos-mortos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 13:04:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste domingo (14), o conflito no Oriente Médio chegou ao 100º dia, e a autoridade de saúde de Gaza afirmou que já são 23.968 mortos do lado palestino desde 7 de outubro. Philippe Lazzarini, chefe da Agência da ONU para Refugiados Palestinos (UNRWA) afirmou no sábado (13) que a crise é &#8220;agravada pela linguagem desumanizante &#8230;</p>
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<p>Neste domingo (14), o conflito no Oriente Médio chegou ao 100º dia, e a autoridade de saúde de Gaza afirmou que já são 23.968 mortos do lado palestino desde 7 de outubro. Philippe Lazzarini, chefe da Agência da ONU para Refugiados Palestinos (UNRWA) afirmou no sábado (13) que a crise é &#8220;agravada pela linguagem desumanizante e o uso de água, comida e combustível como instrumentos de guerra&#8221;. Ele alertou também para a situação das crianças de Gaza: &#8220;Toda uma geração de crianças está traumatizada e a cura levará anos. Milhares foram mortas, mutiladas e se tornaram órfãs. Centenas de milhares estão privadas de educação&#8221;.</p>
<p>Apesar dos apelos internacionais, o massacre promovido por Israel parece longe de acabar. Também no sábado (13), o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu afirmou que &#8220;ninguém vai nos deter, nem Haia, nem o eixo do mal, nem ninguém mais&#8221;. A fala do político fez referência ao processo que Israel enfrenta na Corte Internacional de Haia, na Holanda. A África do Sul acusa o país de cometer genocídio contra o povo palestino na Faixa de Gaza. Na acusação, a advogada Adila Hassim destacou os seguintes pontos que, segundo ela, confirmam a intenção de provocar genocídio:</p>
<p>&#8211; uso de armas que causam destruição em larga escala,</p>
<p>&#8211; prática de designar uma &#8220;zona segura&#8221; para que os palestinos busquem refúgio e depois essas mesmas zonas serem bombardeadas,</p>
<p>&#8211; prática de privar palestinos de necessidades básicas: comida, água, saúde, combustível, saneamento e comunicação,</p>
<p>&#8211; destruição de infraestrutura, casas, escolas, mesquitas, igrejas, hospitais,</p>
<p>&#8211; grande número de crianças mortas, feridas e tornadas órfãs,</p>
<p>A acusação apresentada pela África do Sul é apoiada pelos 57 países que formam a Organização para a Cooperação Islâmica e por nações como o Brasil. Israel refuta a acusação, alegando que apenas está exercendo a autodefesa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Manifestações pelo mundo</strong></p>
<p>O sábado (13) foi marcado por manifestações pelo cessar-fogo em todo o mundo. Em Washington, milhares de ativistas pró-Palestina se reuniram no segundo grande protesto desde 7 de outubro. O jornalista palestino Wael al-Dahdouh, da Al Jazeera, participou por vídeo-chamada. Ele se tornou um símbolo da violência cometida por Israel após perder a esposa, uma filha, dois filhos e um neto em ataques aéreos, além de ter sido ele mesmo atingido por um drone israelense. “As pessoas não tem sustento, comida ou água, um lugar para dormir, um banheiro e o que é necessário para a vida, não uma vida decente, mas apenas para se manter vivo&#8221;, afirmou al-Dahdouh para a multidão reunida em Washington. Ilyasah Shabazz, filha de Malcolm X, também discursou. Entre os manifestantes, havia judeus ortodoxos antissionistas.</p>
<p>Israel também registrou protestos contra o governo de coalizão liderado por Netanyahu. Na capital. Tel-Aviv, os manifestantes pediram novas eleições. Em Haifa, o ex-ministro da Defesa Moshe Ya&#8217;alon (que ocupou o cargo no governo de Netanyahu entre 2013 e 2016) discursou para os manifestantes e acusou o governo de não priorizar a libertação dos reféns.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cronologia do massacre</strong></p>
<p>O atual conflito teve início em 7 de outubro com um ataque massivo do Hamas a Israel. Cerca de 1200 pessoas foram mortas (a primeira estimativa foi de 1400 mortos, mas as próprias autoridades de Israel refizeram o cálculo) e por volta de 240 foram sequestrados. A resposta israelense foi imediata, como bombardeio a Gaza e corte de suprimento de comida, água, combustível e eletricidade. Após acordos, caminhões de ajuda humanitária puderam entrar no território, mas em quantidade muito menor do que a necessária.</p>
<p>Entre 24 de novembro e 1º de dezembro, Israel e o Hamas fizeram uma trégua temporária. 105 reféns feitos pelo Hamas foram libertados, e 240 palestinos foram soltos de prisões israelenses &#8211; a maioria mulheres e menores de 18 anos que foram detidos, mas nunca chegaram a ser acusados.</p>
<p>Desde então, não houve mais acordos para cessar-fogo.</p>
<p>Fonte: Brasil de Fato.</p>
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		<title>Brasileiros são autorizados a deixar a Faixa de Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 13:51:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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<p>O grupo de 34 brasileiros que aguardavam a liberação para deixar a Faixa de Gaza recebeu a autorização nesta sexta-feira (10) e aguardam desde o início da manhã para cruzar a fronteira de Rafah, com o Egito. Os brasileiros ou palestinos em proceso de naturalização estavam no sul de Gaz, nas cidades de Khan Yunis e Rafah.</p>
<p>&#8220;Espero que a gente consiga viajar hoje, a chance é muito grande. Talvez tenha dificuldade, mas espero que não aconteça isso e a gente já está indo agora na fronteira&#8221;, disse  o comerciante Hasan Rabee, de 30 anos, em um vídeo gravado no ônibus com16 brasileiros que estavam  em Khan Yunis a caminho de Rafah.</p>
<p>passagem humanitária, que fica no sul da Faixa de Gaza, na fronteira com o Egito, tem sido marcada por instabilidades logísticas e diplomáticas. Ambas dificultam a saída de cidadãos que querem fugir da zona de guerra, bombardeada incessantemente por Israel há mais de um mês.</p>
<p>Fechada nesta quarta (8), devido a uma “circunstância de segurança” não explicada, a fronteira foi reaberta nesta quinta-feira (9).</p>
<p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>
<p>Fonte: Brasil de Fato.</p>
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