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	<title>Arquivos Nota das Centrais - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
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		<title>Nota das Centrais: Contra o golpismo e a ingerência: em defesa da soberania da Venezuela</title>
		<link>https://bancarios.com.br/nota-das-centrais-contra-o-golpismo-e-a-ingerencia-em-defesa-da-soberania-da-venezuela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 11:33:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nota das Centrais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Condenamos de forma contundente e inequívoca o ataque dos Estados Unidos à Venezuela. O imperialismo age para retomar o controle sobre a América Latina, apropriar-se do petróleo venezuelano e enfraquecer o BRICS. Nunca se tratou de democracia. A alegação de combate ao narcotráfico também não passa de uma cínica hipocrisia. O golpismo está no ar &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-67075 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/01/notas-centrais-1024x575-1.jpeg" alt="" width="491" height="305" /></p>
<p>Condenamos de forma contundente e inequívoca o ataque dos Estados Unidos à Venezuela. O imperialismo age para retomar o controle sobre a América Latina, apropriar-se do petróleo venezuelano e enfraquecer o BRICS. Nunca se tratou de democracia. A alegação de combate ao narcotráfico também não passa de uma cínica hipocrisia.</p>
<p>O golpismo está no ar — e mais vivo do que nunca. O cerco à Venezuela vem sendo construído há décadas, desde que Hugo Chávez lutou para implementar no país um projeto de desenvolvimento independente e soberano, algo que os Estados Unidos jamais aceitaram.</p>
<p>O sequestro do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, neste sábado, 3 de janeiro de 2026, explicita as linhas geopolíticas que separam, de um lado, os golpistas e imperialistas e, de outro, aqueles que lutam pela soberania e pela independência dos povos. O governo extremista de Donald Trump aproveitou-se do relativo isolamento internacional da Venezuela — impedida de ingressar no BRICS —, apesar da resistência firme do país frente a ataques, ameaças militares, campanhas de desinformação e difamação sistemática.</p>
<p>Cabe exclusivamente ao povo venezuelano, e não a potências estrangeiras, decidir sobre o seu próprio destino.</p>
<p>A intervenção na Venezuela representa uma ameaça não apenas ao país, mas também ao Brasil, à América Latina e ao mundo. Como a história mostra, o controle político, social e econômico exercido pelos Estados Unidos sobre o continente tende a aprofundar a desigualdade, impor arrocho econômico, desmontar políticas sociais e conduzir a períodos de grave retrocesso.</p>
<p>O governo brasileiro deve buscar todos os meios para apoiar o povo venezuelano e atuar pela estabilidade regional.</p>
<p>Reafirmamos, neste momento, um compromisso inegociável:</p>
<p>Em defesa do multilateralismo e da solução pacífica de conflitos;</p>
<p>Em defesa da soberania, do diálogo e da autodeterminação dos povos.</p>
<p>É hora de unir forças contra a guerra, contra a intervenção e em favor da paz e da integração latino-americana.</p>
<p style="text-align: right;">São Paulo, 3 de janeiro de 2026</p>
<p style="text-align: center;">Sérgio Nobre, presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores)</p>
<p style="text-align: center;">Miguel Torres, presidente da Força Sindical</p>
<p style="text-align: center;">Ricardo Patah, presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores)</p>
<p style="text-align: center;">Ronaldo Leite, presidente (interino) da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)</p>
<p style="text-align: center;">Antonio Neto, presidente da CSB (Central dos Sindicatos</p>
<p style="text-align: center;">Brasileiros)</p>
<p style="text-align: center;">Sônia Zerino, presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST)</p>
<p style="text-align: center;">Nilza Pereira de Almeida, secretária-geral da</p>
<p style="text-align: center;">Intersindical</p>
<p style="text-align: center;">José Gozze, presidente da Pública Central do Servidor</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Nota das Centrais: Pela soberania nacional, contra o imperialismo midiático</title>
		<link>https://bancarios.com.br/nota-das-centrais-pela-soberania-nacional-contra-o-imperialismo-midiatico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 12:51:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nota das Centrais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pela soberania nacional, contra o imperialismo midiático Nós, centrais sindicais, repudiamos a postura do dono da empresa de comunicação Meta, que, à exemplo do dono do X (devidamente punido pela justiça brasileira), tenta atropelar a legislação e a soberania dos países onde a empresa opera. Mark Zuckerberg é dono de um verdadeiro império que, ao &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-67075 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/01/notas-centrais-1024x575-1.jpeg" alt="" width="1024" height="575" /></p>
<p><strong>Pela soberania nacional, contra o imperialismo midiático</strong></p>
<p>Nós, centrais sindicais, repudiamos a postura do dono da empresa de comunicação Meta, que, à exemplo do dono do X (devidamente punido pela justiça brasileira), tenta atropelar a legislação e a soberania dos países onde a empresa opera.</p>
<p>Mark Zuckerberg é dono de um verdadeiro império que, ao lado de poucas empresas, como o Google e o X, monopoliza o sistema de informação e comunicação internacional, uma condição de autoritarismo que contradiz a alegada &#8220;liberdade de expressão&#8221;.</p>
<p>Sua decisão pessoal, unilateral e baseada em interesses privados, atinge de forma irresponsável populações de países inteiros. A maior desregulamentação das redes sociais da empresa Meta (Facebook, Instagram, Threads) aumentará a propagação de notícias falsas e discursos de ódio, o que, por sua vez, incentiva a organização de grupos terroristas, extremistas, criminosos e que usam a violência para impor seus propósitos.</p>
<p>Isso já foi registrado no documentário &#8220;Privacidade Hackeada&#8221; (Karim Amer e Jehane Noujaim, 2019), que revela o uso ilegal de dados do Facebook de pelo menos 87 milhões de pessoas em campanhas para o referendo do Brexit, no Reino Unido, na eleição do presidente Trump em 2016, nos Estados Unidos, e na eleição de Jair Bolsonaro, no Brasil. O tema é abordado no livro &#8220;A Máquina do Ódio&#8221; (2020), no qual a autora, Patrícia Campos Mello, demonstra como, influenciados pelas redes sociais, eleitores tendem a valorizar políticos extremistas. E o jornalista e ativista Julian Assange também expôs claramente no livro &#8220;Quando o Google Encontrou o WikiLeaks&#8221; (2014) o sistema de controle político que as empresas que dominam a internet possuem.</p>
<p>Torna ainda pior a situação o fato de as medidas anunciadas pelo dono da Meta estarem atreladas ao novo governo de Donald Trump, um notório extremista de direita que despreza o bem-estar da população.</p>
<p>Em um cenário de crescente influência das redes sociais e da Inteligência Artificial, é imperativo fortalecer a regulação, proteger os dados pessoais e garantir a confiabilidade das informações que circulam. Apoiamos as medidas do Governo Federal e do Supremo Tribunal Federal como passos essenciais para a preservação da soberania nacional. Contudo, essa luta exige a participação ativa de todos: trabalhadores, entidades sindicais e a sociedade civil devem se unir para exigir transparência, responsabilidade e um ambiente digital que promova os interesses coletivos, não apenas os das grandes corporações. Apenas assim conseguiremos proteger nossa democracia e construir um futuro mais justo e soberano.</p>
<p>São Paulo 10 de janeiro de 2025</p>
<p><strong>Sérgio Nobre</strong>, presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores)</p>
<p><strong>Miguel Torres</strong>, presidente da Força Sindical</p>
<p><strong>Ricardo Patah</strong>, presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores)</p>
<p><strong>Adilson Araújo</strong>, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)</p>
<p><strong>Moacyr Tesch Auersvald</strong>, presidente da NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores)</p>
<p><strong>Antonio Neto</strong>, presidente da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros)</p>
<p><strong>Nilza Pereira</strong>, secretária-geral da Intersindical Central da Classe Trabalhadora</p>
<p><strong>Emanuel Melato</strong>, Coordenador da Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora</p>
<p><strong>José Gozze</strong>, presidente da Pública Central do Servidor</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Nota das centrais: Em defesa da democracia: chamado das lideranças sindicais</title>
		<link>https://bancarios.com.br/nota-das-centrais-em-defesa-da-democracia-chamado-das-liderancas-sindicais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2025 11:46:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nota das Centrais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A luta pela democracia no Brasil é causa que envolve toda a sociedade e, particularmente, as lideranças políticas. Neste texto, representantes das centrais sindicais do País — CUT (Central Única dos Trabalhadores), Força Sindical, UGT (União Geral dos Trabalhadores), CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores), CSB (Central &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-67075 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/01/notas-centrais-1024x575-1.jpeg" alt="" width="1024" height="575" /></p>
<p>A luta pela democracia no Brasil é causa que envolve toda a sociedade e, particularmente, as lideranças políticas. Neste texto, representantes das centrais sindicais do País — CUT (Central Única dos Trabalhadores), Força Sindical, UGT (União Geral dos Trabalhadores), CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores), CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros), Intersindical e Pública — unem-se em manifesto que reforça a importância de resguardar e fortalecer a democracia.</p>
<p>A mensagem destaca os desafios enfrentados pela democracia e o Estado de Direito, desde o marco da redemocratização, com a eleição de Tancredo Neves, em 1985, até as ameaças contemporâneas, como os ataques golpistas de janeiro de 2023.</p>
<p>As lideranças sindicais renovam o compromisso com o fortalecimento das instituições, a valorização do trabalho, que é conquista de avanços sociais e humanos, reafirmando que a democracia não deve ser desvantagem. <strong>Leia a íntegra da nota</strong>:</p>
<p><em>“<strong>Defender a democracia é uma causa de todo o povo brasileiro</strong></em></p>
<p><em>Há quarenta anos, a eleição de Tancredo Neves pelo Colégio Eleitoral, em janeiro de 1985, inaugurava um novo período para o Brasil e seu povo trabalhador: a redemocratização. Embora eleito por via indireta, Tancredo foi o primeiro presidente civil após o golpe de 1964. Sua eleição marcou o fim da ditadura militar brasileira.</em></p>
<p><em>Hoje, 8 de janeiro de 2025, resgatar esta memória reforça nossa consciência sobre o valor de vivermos em um país onde a população é livre para se organizar, para se expressar, para reivindicar mais direitos e melhores condições de vida.</em></p>
<p><em>Vivemos, desde 1985, o maior período de democracia, com as instituições funcionando e os movimentos sindical e popular podendo atuar com liberdade.</em></p>
<p><em>Entretanto, insistentes reflexos de um passado recente, o bolsonarismo saudoso da ditadura militar, nos alertam para o fato de que a democracia é um sistema em permanente construção, que deve ser cultivado e aprimorado sempre.</em></p>
<p><em>Os ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023, em Brasília, partiram de grupos que não aceitaram a eleição de um governo pela maioria dos brasileiros através do voto, esse direito tão duramente conquistado. Eles almejavam impor, de forma autoritária e violenta, uma ordem paralela. Como descobrimos recentemente, estavam articulados com uma grande conspiração cujo objetivo era repetir o abominável golpe de 1º de abril de 1964.</em></p>
<p><em>As instituições democráticas falaram mais alto e, naquele momento, agiram para debelar a usurpação de poder que assombrava a capital federal.</em></p>
<p><em>Todos nós devemos nos envolver nesta causa que é a defesa da democracia, sem relativizá-la em falsas interpretações. É preciso fortalecer os partidos políticos, o movimento social, as organizações de trabalhadores e as instituições que organizam nosso país. Mesmo com todos os desafios que ela apresenta, só em uma democracia podemos lutar e conquistar juntos a valorização do trabalho e o avanço social e humano.</em></p>
<p><em>Sem anistia aos golpistas! Não passarão!</em></p>
<p><em>Viva os trabalhadores e as trabalhadoras! Viva a democracia!</em></p>
<p><em>São Paulo, 8 de janeiro de 2025.</em></p>
<p><em>Sérgio Nobre, presidente da <a href="https://www.cut.org.br/">CUT (Central Única dos Trabalhadores)</a></em></p>
<p><em>Miguel Torres, presidente da <a href="http://www.fsindical.org.br/">Força Sindical</a></em></p>
<p><em>Ricardo Patah, presidente da <a href="https://www.ugt.org.br/">UGT (União Geral dos Trabalhadores)</a></em></p>
<p><em>Adilson Araújo, presidente da <a href="https://www.ctb.org.br/">CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)</a></em></p>
<p><em>Moacyr Tesch Auersvald, presidente da <a href="https://www.ncst.org.br/">NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores)</a></em></p>
<p><em>Antonio Neto, presidente da <a href="https://csb.org.br/">CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros)</a></em></p>
<p><em>Nilza Pereira, secretária-geral da <a href="https://intersindicalcentral.com.br/">Intersindical Central da Classe Trabalhadora</a></em></p>
<p><em>José Gozze, presidente da <a href="https://www.publica.org.br/">Pública Central do Servidor</a>”</em></p>
<p>Fonte: DIAP.</p>
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