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	<title>Arquivos Editorial - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
	<lastBuildDate>Wed, 11 Dec 2024 14:12:39 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Editorial: &#8220;Estar atento e forte&#8221;, por Alex Leite</title>
		<link>https://bancarios.com.br/editorial-estar-atento-e-forte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 14:09:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Alex Leite*. Em um ano marcado pelo descontentamento de uma parte da categoria com o acordo fechado entre o Comando Nacional e a FENABAN, a revelação de mais um capítulo da tentativa de golpe militar organizada pelo ex-presidente Bolsonaro e sua cúpula, mostram-nos a necessidade de estarmos atentos e fortes. Nesta Campanha Salarial, realizada &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-66694" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/12/20230829134343.jpg" alt="" width="539" height="353" /></p>
<p><strong>Por Alex Leite*.</strong></p>
<p>Em um ano marcado pelo descontentamento de uma parte da categoria com o acordo fechado entre o Comando Nacional e a FENABAN, a revelação de mais um capítulo da tentativa de golpe militar organizada pelo ex-presidente Bolsonaro e sua cúpula, mostram-nos a necessidade de estarmos atentos e fortes.</p>
<p>Nesta Campanha Salarial, realizada depois de dois governos autoritários, de direita, e que impuseram derrotas à classe trabalhadora através das reformas aprovadas pelo Congresso, também direitista, os bancários imaginavam conquistar avanços significativos.</p>
<p>Se desta vez, era visível o descontentamento, vide números das assembleias, principalmente nos bancos oficiais, a busca por um acordo sem uma greve também era claro, na estratégia usada pelo Comando.</p>
<p>Sem uma luta que conquiste avanços, mesmo com os enfrentamentos que solidifique a luta coletiva, talvez, quando for necessário resistir contra a retirada de direitos, não tenhamos força suficiente, por não sabermos mais como se faz.</p>
<p>Ao descobrirmos os detalhes do golpe militar frustrado, que envolvia o assassinato do presidente eleito, seu vice e ministros do STF, e toda uma narrativa política para consolidar uma ditadura no país, com consequências previsíveis de desrespeito a todos os direitos constitucionais e humanos conquistados com muita luta pela sociedade.</p>
<p>Os fatos mostram que escapamos por pouco. Não podemos esquecer de que é preciso estarmos atentos e conectados, além de organizados e dispostos a encarar os desafios de garantir que tudo que conquistamos com muita luta e determinação não seja destruído, seja pela ganância dos banqueiros e pelos devaneios de ditadores de plantão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>*Alex Leite é diretor de Imprensa e Comunicação do SEEB/VCR.</strong></p>
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		<title>Editorial: Valorizar o coletivo</title>
		<link>https://bancarios.com.br/editorial-valorizar-o-coletivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 13:23:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Alex Leite*. O enfrentamento dos desafios diários em busca de melhores condições de trabalho e vida, na defesa dos interesses sociais, econômicos e profissionais são as razões para que trabalhadores e trabalhadoras se juntem para a criação dos sindicatos. A organização e a mobilização da classe trabalhadora são fundamentais para encarar essas lutas. Buscando &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://bancarios.com.br/editorial-valorizar-o-coletivo/dsc_0058-7/" rel="attachment wp-att-61688"><img loading="lazy" class="aligncenter  wp-image-61688" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/DSC_0058-scaled.jpg" alt="" width="647" height="395" /></a></p>
<p><strong>Por Alex Leite*</strong>.</p>
<p>O enfrentamento dos desafios diários em busca de melhores condições de trabalho e vida, na defesa dos interesses sociais, econômicos e profissionais são as razões para que trabalhadores e trabalhadoras se juntem para a criação dos sindicatos. A organização e a mobilização da classe trabalhadora são fundamentais para encarar essas lutas.</p>
<p>Buscando contrapor o poder econômico do empresariado privado ou público, a luta coletiva tem sido a principal arma nessa batalha incessante. Para isso, a conscientização do indivíduo como parte de uma classe trabalhadora, é o elemento modificador que detém o poder de fazer uma correlação de forças para exigir dos patrões, condições melhores de trabalho e renda.</p>
<p>Compreender a importância do pertencimento à classe trabalhadora, fortalece o entendimento de quem é o explorador e quem é o explorado, e da necessidade da luta coletiva para conquistar avanços nas relações trabalhistas.</p>
<p>Ao longo desses 62 anos, com mais ou menos intensidade, a depender das diretorias que estiveram à frente do SEEB/VCR, a busca para agregar a todos nas lutas sempre foi o objetivo.</p>
<p>Coletivamente, conquistamos um acordo que garante vários benefícios, e, apesar dos ataques dos governos e dos patrões para retirar nossas conquistas, a resistência da classe tem conseguido manter os direitos que foram conquistados com muita luta e sacrifício de milhares de trabalhadores.</p>
<p>Só assim, com a participação de cada bancário e bancária e, se enxergando conscientemente como classe trabalhadora que valoriza a luta coletiva é que podemos seguir adiante, com a confiança de que os novos desafios serão vencidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>*Alex Leite é diretor de Imprensa e Comunicação do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região.</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Retrospectiva 2023: Editorial &#8211; Por dias melhores</title>
		<link>https://bancarios.com.br/retrospectiva-2023-editorial-por-dias-melhores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Dec 2023 11:36:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Alex Leite, diretor de Imprensa e Comunicação. Apesar de toda a conjuntura vivida pelos brasileiros e brasileiras, desde os acontecimentos envolvendo a posse do novo presidente da república, das tratativas e tentativas de golpe de Estado, dos prognósticos pessimistas, da queda do terraplanismo e das promessas de transformações ainda não cumpridas, conseguimos sobreviver. Voltando &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-61211" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Manifestacao-Santander-1-scaled.jpg" alt="" width="763" height="538" />Por Alex Leite, diretor de Imprensa e Comunicação.</p>
<p>Apesar de toda a conjuntura vivida pelos brasileiros e brasileiras, desde os acontecimentos envolvendo a posse do novo presidente da república, das tratativas e tentativas de golpe de Estado, dos prognósticos pessimistas, da queda do terraplanismo e das promessas de transformações ainda não cumpridas, conseguimos sobreviver.</p>
<p>Voltando a fazer parte do mundo global, o Brasil busca a retomada, pelo menos em tese, do respeito aos diretos humanos e a busca por uma sociedade com maior respeito as liberdades individuais e à diversidade. Reduzimos os riscos à democracia, mas não perdemos o rumo de lutar para que nossos diretos sejam respeitados, pois sabemos que é só assim que se mantém as conquistas.</p>
<p>O Sindicato, que representa os bancários e bancárias das 45 cidades que compõe nossa base sindical, intensificou o trabalho para continuar atendendo as demandas da categoria.</p>
<p>Com protestos e manifestações nas agências bancárias e nas ruas, denunciamos os abusos dos bancos e cobramos soluções para os mais variados problemas que afetam os trabalhadores e as trabalhadoras. Sem retroagir, atuamos também nas esferas institucionais de discussão e decisão da sociedade, buscando sempre melhores condições de trabalho e qualidade de vida para todos e todas.</p>
<p>Para garantir que os direitos da classe sejam respeitados, a intervenção do departamento jurídico tem sido fundamental, além de recuperar valores expressivos aos nossos filiados e filiadas. Com assistência gratuita, garantimos também que dezenas de trabalhadores demitidos irregularmente fossem reintegrados.</p>
<p>Com os eventos realizados conseguimos reunir a categoria com seus dependentes e amigos, possibilitando a integração, o lazer e a descontração, tão necessários para reduzir o estresse e ganhar energia e disposição para enfrentar os desafios diários. Para o ano que se aproxima, com o fim do acordo coletivo, temos a certeza que será necessária a participação coletiva de todos os trabalhadores e trabalhadoras para garantir direitos e avançar nas conquistas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Editorial: Mobilização para garantir o futuro</title>
		<link>https://bancarios.com.br/editorial-mobilizacao-para-garantir-o-futuro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 12:33:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Alex Leite, diretor de Imprensa e Comunicação. Com a divulgação dos índices econômicos que estabelecem os reajustes nas verbas salarias e nos benefícios previstos no acordo nacional da categoria, bancárias e bancários tem garantido, até agosto de 2024, todos os direitos previstos e alcançados nas negociações ocorridas em 2022. Após superar o desafio de &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-59634 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/09/download-sfsfsfsfaq.png" alt="" width="311" height="162" /></p>
<p><em>Por Alex Leite, diretor de Imprensa e Comunicação.</em></p>
<p>Com a divulgação dos índices econômicos que estabelecem os reajustes nas verbas salarias e nos benefícios previstos no acordo nacional da categoria, bancárias e bancários tem garantido, até agosto de 2024, todos os direitos previstos e alcançados nas negociações ocorridas em 2022.</p>
<p>Após superar o desafio de enfrentar um governo antidemocrático e comprometido em acabar com todos os benefícios conquistados pelos trabalhadores ao longo de muitos anos de luta e sacrifício, a classe trabalhadora precisa se fortalecer e continuar mobilizada para garantir que retrocessos não sejam tolerados.</p>
<p>Apesar de a vitória do atual presidente ter significado o impedimento para que as ideologias ultradireitistas &#8211; que desrespeitam os direitos humanos, as liberdades individuais e coloca a política da exploração em limites dos recursos naturais e do trabalho como fonte de riqueza para uns poucos privilegiados &#8211; avancem, ainda há muito que lutar.</p>
<p>É necessário que a força e a determinação da classe trabalhadora, que foi fundamental para derrotar o projeto Bolsonarista, esteja mobilizado para cobrar do governo Lula, a implementação das propostas que realmente interessam ao povo brasileiro. Não podemos aceitar passivamente que as empresas estatais, entre elas os bancos públicos, instrumentos fundamentais para as políticas públicas de desenvolvimento econômico e social, virem apenas moedas de troca para o novo governo acomodar partidos que efetivamente não possuem nenhuma responsabilidade com a melhoria das condições de vida dos trabalhadores e da população brasileira.</p>
<p>A retomada de um governo que garanta a democracia e a participação popular nas escolhas das políticas que serão implementadas é fundamental para o futuro, e os trabalhadores precisam ocupar os espaços de poder e se manterem mobilizados para garantir que as conquistas alcançadas ao longo dos anos não sejam perdidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Editorial: Construindo um novo amanhã, por Sarah Sodré</title>
		<link>https://bancarios.com.br/editorial-construindo-um-novo-amanha-por-sarah-sodre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 14:34:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Sarah Sodré, vice-presidente do SEEB/VCR. Quisera que todos os dias fossem de reflexão e estudo acerca do machismo estrutural, mas nos foi delegado apenas um dia para que possamos utilizar nosso local de fala e chamar a atenção para a identificação das formas de falar, sentir e pensar relacionadas ao patriarcado e analisar a &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-56805 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Feminist-Feast-1024x686.jpg" alt="" width="618" height="414" /></p>
<p><strong>Por Sarah Sodré, vice-presidente do SEEB/VCR.</strong></p>
<p>Quisera que todos os dias fossem de reflexão e estudo acerca do machismo estrutural, mas nos foi delegado apenas um dia para que possamos utilizar nosso local de fala e chamar a atenção para a identificação das formas de falar, sentir e pensar relacionadas ao patriarcado e analisar a construção dos discursos machistas.</p>
<p>No convívio social, as ações muitas vezes são subjetivas, como receber um comentário abusivo e ter que trata-lo como elogio, aceitar piadas que diminuem a integridade das mulheres ou abordar como atitude cuidadosa uma ação que despersonaliza e deslegitima aquela que é cuidada como sendo inferior.</p>
<p>Na formação social, algumas instituições são reprodutoras do machismo estrutural, além de serem os possíveis lócus de resistência da transformação social. A família normalmente mantém a naturalização do machismo; a escola, com educadores muitas vezes imersos no caldo cultural machista; e a igreja, que transcende o machismo como forma de naturalização.</p>
<p>O ambiente laboral dá continuidade a essa realidade ao não reprimir e nem validar as denúncias de assédio e perseguição. Qual bancária nunca passou por situação de ter que reprimir a feição de indignação ao ouvir uma piada machista ou atitude assediadora principalmente por parte de superiores hierárquicos?</p>
<p>Que não percamos a nossa força e a nossa voz e que tenhamos esperança de vislumbrar dias com igualdade de tratamento e oportunidades.</p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Descaso com os bancários</title>
		<link>https://bancarios.com.br/descaso-com-os-bancarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2020 12:35:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[O Piquete Bancário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Sarah Sodré, diretora de Assuntos Jurídicos. O ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou na noite desta segunda-feira (16) medidas emergenciais para conter o impacto da pandemia do novo coronavírus sobre a economia brasileira. As ações significam uma injeção de R$ 147 bilhões, principalmente por meio da redução temporária ou adiamento de impostos e da &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2020/03/IMAGEM_NOTICIA_3-17.jpg"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-39342 size-medium" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2020/03/IMAGEM_NOTICIA_3-17-300x167.jpg" alt="" width="300" height="167" /></a></p>
<p><em>Por Sarah Sodré, diretora de Assuntos Jurídicos.</em></p>
<p>O ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou na noite desta segunda-feira (16) medidas emergenciais para conter o impacto da pandemia do novo coronavírus sobre a economia brasileira. As ações significam uma injeção de R$ 147 bilhões, principalmente por meio da redução temporária ou adiamento de impostos e da antecipação de pagamentos que seriam feitos ao longo do ano a idosos e trabalhadores. Há também medidas para tentar evitar o forte aumento de preços de produtos médicos e novos recursos para o Ministério da Saúde.</p>
<p>O pacote vem depois de Guedes ter sido criticado, na semana passada, pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, por não ter apresentado medidas de curto prazo para minimizar o estrago que a doença terá na economia. Observa-se que o trabalhador informal (40% dos trabalhadores brasileiros) será o mais impactado e que inexiste, até o momento, medidas para aqueles que estão desempregados. O governo mostra que não está preocupado com os mais pobres.</p>
<p>Banqueiros, até o momento, não demonstraram preocupação com a categoria bancária, muito menos com clientes e usuários. Campanhas publicitárias com o pedido de que a população procure canais alternativos por si só não garantem a não proliferação do vírus. Funcionários que fazem atendimento ao público ou lidam com volume de dinheiro são os mais expostos.</p>
<p>O sentimento da categoria, neste momento é de medo, insegurança e abandono por parte de patrões e governo. Exercemos atividades em contato com o público e estamos vulneráveis a esse vírus que atingiu nível de propagação mundial.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pela igualdade de direitos</title>
		<link>https://bancarios.com.br/pela-igualdade-de-direitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2020 12:35:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[O Piquete Bancário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Por Sarah Sodré, diretora de Assuntos Jurídicos do SEEB/VCR. A Marcha das Mulheres é um meio de dar visibilidade à luta de mulheres que fazem o enfrentamento a todas as formas de violência que o desgoverno de Bolsonaro impõe à classe trabalhadora, denunciando o completo desmonte das políticas públicas de combate à violência contra &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_39187" aria-describedby="caption-attachment-39187" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2020/03/5c8bf88e22000051001b1de3-1.jpeg"><img loading="lazy" class="wp-image-39187 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2020/03/5c8bf88e22000051001b1de3-1.jpeg" alt="" width="960" height="435" /></a><figcaption id="caption-attachment-39187" class="wp-caption-text">Quadrinho: Jenny Jordah/ Mulheres na Luta &#8211; 150 anos em busca de liberdade, igualdade e sororidade.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Sarah Sodré, diretora de Assuntos Jurídicos do SEEB/VCR.</em></p>
<p>A Marcha das Mulheres é um meio de dar visibilidade à luta de mulheres que fazem o enfrentamento a todas as formas de violência que o desgoverno de Bolsonaro impõe à classe trabalhadora, denunciando o completo desmonte das políticas públicas de combate à violência contra a mulher em nível federal, que vem reverberando de forma avassaladora no estado e nos municípios, e que a cada dia as deixam condenadas à própria sorte. As trabalhadoras, mais uma vez, mostram também que estão dispostas a enfrentar a retirada de direitos e lutar contra a crescente criminalização dos movimentos sociais.</p>
<p>O aumento dos índices de violência contra as mulheres e o feminicídio está diretamente conectado com o governo Bolsonaro. Desde que assumiu a presidência, ele e sua equipe sucateiam serviços de atendimento, disseminam preconceitos e desinformação, e nos tratam como objeto.</p>
<p>Bolsonaro incentiva a violência contra a mulher, naturalizando e fazendo com que os homens se sintam mais confortáveis em nos violentar. Ele corta recursos do combate à violência ao invés de aplicá-los em políticas focadas na prevenção e no atendimento das mulheres em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>Lutaremos com voz altiva contra todas as formas de violência, doméstica e familiar, assédio moral e sexual, inclusive no ambiente de trabalho, a favor da igualdade de oportunidades e que se faça valer a igualdade de direitos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O presente é de luta</title>
		<link>https://bancarios.com.br/o-presente-e-de-luta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2020 12:45:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[O Piquete Bancário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Leonardo Viana, presidente do SEEB/VCR. A cada novo ataque desferido pelos banqueiros e pelo governo contra os bancos públicos e os bancários, a luz de alerta dos trabalhadores deve brilhar cada vez mais forte. Fechamento de agências e de setores estratégicos, transferência compulsória de bancários, extinção de funções comissionadas, redução das remunerações dos cargos &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2020/03/1º-de-maio.jpg"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-39075 size-medium" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2020/03/1º-de-maio-219x300.jpg" alt="" width="219" height="300" /></a>Por Leonardo Viana, presidente do SEEB/VCR.</em></p>
<p>A cada novo ataque desferido pelos banqueiros e pelo governo contra os bancos públicos e os bancários, a luz de alerta dos trabalhadores deve brilhar cada vez mais forte. Fechamento de agências e de setores estratégicos, transferência compulsória de bancários, extinção de funções comissionadas, redução das remunerações dos cargos de gerência e de assessores, demissões, além de ferir os bancários financeiramente e nas suas condições de trabalho, servem de teste para os patrões avaliarem o poder de resposta da categoria e avançar nos ataques em escala ainda maior, como na negociação coletiva que se aproxima.</p>
<p>Apesar de apresentarem aumento nos lucros no ano de 2019 em comparação com o ano anterior, os bancos insistem em sucatear as condições de trabalho, achatar os salários da categoria e demitir, numa clara sintonia com a política de ataque aos trabalhadores orquestrada pelo governo.</p>
<p>Nesse contexto de ofensiva contra os direitos, as remunerações e os empregos, a categoria bancária precisa estar atenta e mobilizada para responder a todos esses ataques e demonstrar força para evitar o enfraquecimento da categoria e a perda de mais direitos.</p>
<p>Participar das mobilizações, ainda que pontuais, nos locais de trabalho, com a padronização das roupas, divulgações em redes sociais, atos dentro e fora das agências, deve ser uma postura de todos e todas. O envolvimento da categoria nessas mobilizações é fundamental para somar forças na busca de conquistas maiores, como a de um novo Acordo Coletivo que garanta a manutenção dos direitos conquistados pelos bancários e uma remuneração condizente com os resultados apresentados pelos banco em função do nosso trabalho.</p>
<p>Somente com a participação da categoria nas mobilizações será possível estar forte nas mesas de negociação para enfrentar a ganância dos banqueiros e os ataques do governo.</p>
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		<title>Editorial: Exploração sem limites</title>
		<link>https://bancarios.com.br/editorial-exploracao-sem-limites/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2020 18:35:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Alex Leite, diretor de Imprensa e Comunicação. Com a divulgação dos resultados dos lucros dos bancos Itaú e Bradesco, demonstrando uma lucratividade absurda diante da realidade econômica e social do Brasil, fica cada vez mais claro para quem o governo Jair Bolsonaro e seu ministro Paulo Guedes tem direcionado as políticas públicas. Com a &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2020/02/20191203141216_5265ec75-ec39-4427-8346-54900f7b9b0a.jpeg"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-38895 size-medium" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2020/02/20191203141216_5265ec75-ec39-4427-8346-54900f7b9b0a-300x144.jpeg" alt="" width="300" height="144" /></a><strong>Por Alex Leite, diretor de Imprensa e Comunicação.</strong></p>
<p>Com a divulgação dos resultados dos lucros dos bancos Itaú e Bradesco, demonstrando uma lucratividade absurda diante da realidade econômica e social do Brasil, fica cada vez mais claro para quem o governo Jair Bolsonaro e seu ministro Paulo Guedes tem direcionado as políticas públicas.<br />
Com a imposição de Medidas Provisórias, negociando cargos e verbas com o Congresso para aprovar os pacotes que facilitam cada dia mais a vida dos banqueiros e de todo o empresariado, o governo retira direitos conquistados e as garantias mínimas para que o trabalhador possa exercer o seu ofício com tranquilidade e dignidade.<br />
A exploração da mão de obra não tem mais limite. Os contratos provisórios, intermitentes, “carteira-verde e amarela”, são formas de aumentar os ganhos das empresas com a retirada das parcelas do lucro que caberiam à classe trabalhadora.<br />
Se não há limites para os mais ricos nesse governo, a população tem tido as suas necessidades &#8211; que deveriam ser atendidas pelos serviços públicos e para os quais destinamos grande parte dos nossos rendimentos por meio do pagamento de impostos &#8211; limitadas pela falta de investimentos nos setores essenciais para a sua sobrevivência.<br />
Com o aval do governo, não só os limites para o pagamento da Participação nos Lucros dos bancos (PLRs) se reduzem a valores irrisórios se comparado ao lucro total das empresas, mas também são impostas mudanças e reestruturações, que sem negociações ou apresentação de alternativas prejudicam drasticamente a vida de milhares de funcionários que tem dedicado suas vidas para construir a solidez destas empresas.<br />
É hora de dar um basta à tanta exploração e impor limites a um governo que desconhece os valores e as regras dos direitos humanos.</p>
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		<title>Editorial: O mito acabou</title>
		<link>https://bancarios.com.br/editorial-o-mito-acabou/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2020 13:32:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Alex Leite, diretor de Imprensa e Comunicação. A representação fantasiosa daqueles personagens que se utilizavam de forças sobrenaturais para explicar e resolver as aflições dos povos não existe mais no Brasil. Reverenciado como “mito”, o presidente Jair Bolsonaro tem demostrado, ao longo da sua carreira política e sobretudo hoje, que a sua figura não &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong><a href="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2020/02/bolsonaro-nao-eh-bem-vindo-em-portugal-2019.png"><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-38818 size-medium" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2020/02/bolsonaro-nao-eh-bem-vindo-em-portugal-2019-300x200.png" alt="" width="300" height="200" /></a>Por Alex Leite, diretor de Imprensa e Comunicação.</strong></em></p>
<p>A representação fantasiosa daqueles personagens que se utilizavam de forças sobrenaturais para explicar e resolver as aflições dos povos não existe mais no Brasil. Reverenciado como “mito”, o presidente Jair Bolsonaro tem demostrado, ao longo da sua carreira política e sobretudo hoje, que a sua figura não transcende nenhuma dimensão. As suas atitudes, seu programa de governo e as pessoas nomeadas para os diversos ministérios mostram a verdadeira face terrena do “mito”.<br />
Ataques à imprensa, aos pobres e aos Direitos Humanos; ministros ultras liberais e defensores do fascismo, nazismo, de conceitos que remontam à idade média e os períodos mais obscuros da humanidade: para obter os seus propósitos, todas as ferramentas têm sido utilizadas para continuar dando explicações mitológicas sobre os fatos que afetam diariamente a vida da maioria da população.<br />
No mundo real, os acontecimentos nos impõem algo completamente diferente do mundo idealizado apresentado pelo governo. Os números do desemprego, das carências dos serviços essenciais, a retirada dos direitos trabalhistas, as políticas de exclusão social e cultural associadas às privatizações e sucateamento das empresas públicas (responsáveis por grande parte do desenvolvimento econômico e social) revelam que o “mito” nunca existiu, servindo apenas para iludir aqueles que queriam soluções fáceis para problemas complexos.<br />
O “mito” tem protegido apenas seus filhos “de sangue”, os seus amigos e aqueles que investiram nesse personagem para chegarem ao poder. A nós, trabalhadores, só resta lutar com base na nossa história e acabar de uma vez com essa mitologia falsa.</p>
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