<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos O Piquete Bancário - Sindicato dos Bancários</title>
	<atom:link href="https://bancarios.com.br/category/o-piquete-bancario/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://bancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários</description>
	<lastBuildDate>Wed, 29 Oct 2025 14:45:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Confira a entrevista do presidente do SEEB/VCR no programa Inclusão em Foco</title>
		<link>https://bancarios.com.br/confira-a-entrevista-do-presidente-do-seeb-vcr-no-programa-inclusao-em-foco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 14:45:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=70369</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (29), o presidente do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, Leonardo Viana, foi o convidado do programa Inclusão em Foco, apresentado pelo jornalista Júnior Patente, na Mega Rádio. Na oportunidade, Leonardo abordou a sua trajetória de atuação na luta por direitos e igualdade, desde o movimento estudantil até os seus dois &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/confira-a-entrevista-do-presidente-do-seeb-vcr-no-programa-inclusao-em-foco/">Confira a entrevista do presidente do SEEB/VCR no programa Inclusão em Foco</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-70370 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/10/291020251038572.jpg" alt="" width="852" height="630" /></p>
<p>Nesta quarta-feira (29), o presidente do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, Leonardo Viana, foi o convidado do programa Inclusão em Foco, apresentado pelo jornalista Júnior Patente, na Mega Rádio.</p>
<p>Na oportunidade, Leonardo abordou a sua trajetória de atuação na luta por direitos e igualdade, desde o movimento estudantil até os seus dois mandatos à frente do Sindicato.</p>
<p>Confira a entrevista:</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://castbox.fm/app/castbox/player/id5517390/id861051006?v=8.22.11&amp;autoplay=0" width="100%" height="500" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/confira-a-entrevista-do-presidente-do-seeb-vcr-no-programa-inclusao-em-foco/">Confira a entrevista do presidente do SEEB/VCR no programa Inclusão em Foco</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bancários são medalhistas no Campeonato Baiano de Jiu-jitsu, etapa Vitória da Conquista</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bancarios-sao-medalhistas-no-campeonato-baiano-de-jiu-jitsu-etapa-vitoria-da-conquista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 15:07:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Além do banco]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=69583</guid>

					<description><![CDATA[<p>A categoria é repleta de talentos que, fora do banco, se dedicam aos mais diversos esportes e atividades de lazer. Um exemplo disso são os bancários André Rocha e Raíque dos Santos, do Bradesco/Itapetinga, que são atletas de jiu-jitsu. No último domingo (10), eles participaram do Campeonato Baiano de Jiu-jitsu, etapa Vitória da Conquista, realizado &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/bancarios-sao-medalhistas-no-campeonato-baiano-de-jiu-jitsu-etapa-vitoria-da-conquista/">Bancários são medalhistas no Campeonato Baiano de Jiu-jitsu, etapa Vitória da Conquista</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-69586 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-08-13-as-13.28.14_4d1f468e-ed.jpg" alt="" width="673" height="404" /></p>
<p>A categoria é repleta de talentos que, fora do banco, se dedicam aos mais diversos esportes e atividades de lazer.</p>
<p>Um exemplo disso são os bancários André Rocha e Raíque dos Santos, do Bradesco/Itapetinga, que são atletas de jiu-jitsu.</p>
<p>No último domingo (10), eles participaram do Campeonato Baiano de Jiu-jitsu, etapa Vitória da Conquista, realizado pela Federação Baiana de Jiu-jitsu (FBJJO). Os atletas receberam patrocínio do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região para competir no evento.</p>
<p>Na oportunidade, André se sagrou campeão, pelo segundo ano consecutivo, na categoria Faixa Marrom Master 1, e Raíque conquistou o segundo lugar na categoria Faixa Azul Master 1.<img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-69587 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-08-13-as-13.30.53_b24e46f4-ed.jpg" alt="" width="614" height="359" /></p>
<p>“Quero deixar aqui meu profundo agradecimento ao Sindicato pelo apoio e incentivo que sempre nos deram. Esse tipo de parceria faz toda a diferença, não só para mim, mas para todos que acreditam no esporte como ferramenta de transformação. O apoio não é apenas um patrocínio, é um voto de confiança no nosso trabalho e dedicação. Muito obrigado por acreditarem nos bancários e no jiu-jitsu”, afirmou André.<img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-69588 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-08-13-as-13.34.00_77811662-ed-1024x597.jpg" alt="" width="618" height="360" /></p>
<p><em><strong><a href="https://bancarios.com.br/confira-os-criterios-para-solicitacao-de-patrocinio-e-doacao-do-seeb-vcr/">Confira aqui as regras para pleitear patrocínio.</a></strong></em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/bancarios-sao-medalhistas-no-campeonato-baiano-de-jiu-jitsu-etapa-vitoria-da-conquista/">Bancários são medalhistas no Campeonato Baiano de Jiu-jitsu, etapa Vitória da Conquista</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Entrevista &#124; Christian Dunker: neoliberalismo fez cuidado com saúde mental ser tão genérico quanto tratar diabete</title>
		<link>https://bancarios.com.br/entrevista-christian-dunker-neoliberalismo-fez-cuidado-com-saude-mental-ser-tao-generico-quanto-tratar-diabete/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 12:12:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=67900</guid>

					<description><![CDATA[<p>Devidamente reconhecida pela medicina mundial desde 1973, a síndrome de burnout começou a ser citada popularmente nos últimos anos. Inclusive, agora em 2025 foi quando o Ministério da Saúde incorporou a síndrome ao rol de doenças ocupacionais no Brasil. Para o psicanalista Christian Dunker, professor titular na Universidade de São Paulo (USP), a pandemia foi um evento importante para &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/entrevista-christian-dunker-neoliberalismo-fez-cuidado-com-saude-mental-ser-tao-generico-quanto-tratar-diabete/">Entrevista | Christian Dunker: neoliberalismo fez cuidado com saúde mental ser tão genérico quanto tratar diabete</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-67901 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/03/WhatsApp-Image-2025-03-17-at-18-1024x732.webp" alt="" width="618" height="442" /></p>
<p>Devidamente reconhecida pela medicina mundial desde 1973, a síndrome de burnout começou a ser citada popularmente nos últimos anos. Inclusive, agora em 2025 foi quando o Ministério da Saúde incorporou a síndrome ao rol de doenças ocupacionais no Brasil.</p>
<p>Para o psicanalista Christian Dunker, professor titular na Universidade de São Paulo (USP), a pandemia foi um evento importante para tornar o conceito mais conhecido pelas pessoas. No entanto, ele relaciona a expansão do diagnóstico a uma trajetória de aproximadamente 50 anos.</p>
<p>Ele usa o ano de 1973 como um marco. É quando burnout é reconhecida pela medicina e também é o ano em que há uma reforma no manual da Associação Americana de Psiquiatria.</p>
<p>“Essa reforma começou a convidar a gente para olhar para os nossos sintomas no discurso mais popular, no discurso mais amplo, como se a gente tivesse uma diabete mental”, explica em entrevista ao <a href="https://www.brasildefato.com.br/programas/bem-viver/"><strong>Conversa Bem Viver</strong></a> desta terça-feira (18).</p>
<p>O que o professor quer dizer é que “começou a se entender [que] os transtornos mentais são genéricos”, portanto os tratamento também deveriam ser.</p>
<p>A relação com a diabetes é pelo fato da doença ser tratada de maneira sistemática: “Ah eu to me sentindo aqui, então em vez de insulina, o que tá me faltando é serotonina, ou então toma dopamina que passa, toma serotonina…diminui o cortisol que passa…”</p>
<p>Com tudo isso, Dunker relaciona outro evento importante que se instalou a partir de 1973.</p>
<p>“A gente vai lembrar, olha só que curioso, aconteceu uma novidade no mundo da economia política, que foi a primeira vez em que se implantou de maneira ampla, geral e irrestrita o neoliberalismo no Chile de Pinochet, depois veio a Inglaterra de Margaret Thatcher, depois veio a Estados Unidos de Reagan e isso terminou no Consenso de Washington, ou seja, agora é assim que a gente trabalha”.</p>
<p>“Bom, 40, 50 anos depois o que aconteceu quando chegou a covid? As pessoas mudaram o seu cotidiano. E quando a gente muda o cotidiano, olha melhor pra ele”.</p>
<p>“As pessoas perceberam como elas estavam vivendo e elas perceberam como a gente estava em uma relação de aumento do sofrimento pra gerar mais desempenho”.</p>
<p>Na entrevista ele detalha o que é burnout, quais são os sintomas em cada fase e explica melhor essa relação do neoliberalismo com o burnout.</p>
<p><iframe loading="lazy" style="border-radius: 12px;" src="https://open.spotify.com/embed/episode/2jUvSApxLiKidkcoGls0Z5?utm_source=generator" width="100%" height="152" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h4 id="h-confira-a-entrevista-na-integra" class="wp-block-heading">Confira a entrevista na íntegra</h4>
<p><strong>Afinal o que é burnout?</strong></p>
<p>Burnout é uma síndrome, como são quase todas as afecções dos transtornos mentais. A gente escolhe essa palavra para justamente designar algo que é como uma doença, que nos faz sofrer, que tem sintomas, mas que não é exatamente como uma doença, por isso a gente chama de transtorno.</p>
<p>Burnout foi descrito em 1973 e ele permaneceu como uma categoria semioficial até muito recentemente, quando foi incluído na Classificação Internacional das Doenças, a CID.</p>
<p>Durante esse período a gente foi em certa forma desligando os nossos transtornos dos nossos contextos de desencadeamento e causalidade.</p>
<p>Então é como se a nossa forma de vida, nossa forma de trabalhar, nossa forma de estudar, nossa forma de amar, nossa forma de desejar, não tivesse uma relação assim tão clara, tão definida, com os nossos sintomas.</p>
<p>O burnout vem então como uma espécie paradigma para isso, como uma espécie de alerta que diz: “olha gente, tem doenças, tem transtornos que têm que ver com maneira como a gente se comporta, como a gente lida, como a gente enfrenta o trabalho”.</p>
<p><strong>Como ela se desenvolve na pessoa?</strong></p>
<p>Ele tem várias fases, ao final a gente pode caracterizá-lo como um estado de exaustão, um estado de colapso.</p>
<p>Mas ele não começa assim. Ele começa com um aumento do pensamento, da conversa sobre o tema trabalho. Um aumento da ansiedade com a produtividade, com a empregabilidade, com o medo de perder e com o desejo de prosperar e subir no trabalho.</p>
<p>Então ela não brinca mais direito com os filhos, porque ela está sempre cansada. O casamento talvez perca um pouco do elã porque ele tem que pensar no trabalho, justamente, para manter o casamento, para manter a família.</p>
<p>Os amigos ficam para depois, ou seja, aqueles que não estão no universo do trabalho vão perdendo a importância.</p>
<p>Isso vai caracterizando uma pessoa que, para alguns, pode ser até muito focada. Numa segunda fase em que a pessoa já está mais orientada para si, já tem problemas nos seus círculos de relação, começam a aparecer adoecimentos recorrentes.</p>
<p>Fiquei gripado, depois peguei uma tenossinovite que não passa, daí tem dor nas costas, agora tem um problema no estômago e esses pequenos eventos psicossomáticos vão se acumulando.</p>
<p>Junto, começam a surgir aqueles estados limítrofes. Qual a diferença entre um humor irritado e uma depressão? Um humor explosivo e uma depressão? Qual a diferença entre uma pessoa que está sempre preocupada e uma síndrome ansiosa? Com a diferença entre uma pessoa que está sempre reativa do ponto de vista de afetos, e uma pessoa muito sensível?</p>
<p>A terceira fase é quando todo mundo em volta reconhece que ali tem um problema. A pessoa começa a se comportar de uma maneira egoísta.</p>
<p>Tem um traço muito curioso que é quando ela vai se anestesiando para o sofrimento dos outros. Ela vai entrando em um espécie de tubo egoístico, em que ela só se preocupa consigo, e aqueles que estão em volta, inclusive dentro do trabalho, começam a ser tratados como peças, como objetos.</p>
<p>Ou então o estado que vai levando a jornadas muito longas de trabalho, às vezes exigidas pelo empregador, o que é péssimo, que tem que ver com o nosso capitalismo contemporâneo de plataforma, mas às vezes imposta pela própria pessoa.</p>
<p>Ela vai chegando mais cedo, ela vai saindo mais tarde, ela vai se irritando com quem tira férias, ela vai puxando mais serviço para si, ela vai centralizando decisões…</p>
<p>E um detalhe: esse ‘a mais’ muitas vezes é premiado. É essa pessoa que vai ser colocar na gerência, essa pessoa que vai ganhar uma promoção, e isso reforça ainda mais esse engajamento alienado, vamos chamar assim, no trabalho, e que termina com uma situação muito difícil.</p>
<p>Quando o burnout se instala, não adianta mais você tomar uma semana, ir descansar uma semana… não vai ser mais uma semana.</p>
<p>Foi um processo crônico e na sua fase final a pessoa já não consegue mais lidar com tanto tempo acelerando a máquina de si, então ela frequentemente começa a usar substâncias com a finalidade até terapêutica, mas de dopagem.</p>
<p>E aí a pergunta que não quer calar: a empresa que foi vendo isso acontecer, que foi patrocinando isso acontecer, que foi premiando o sujeito para chegar a esse ponto. Qual a responsabilidade?</p>
<p>Realmente tem que ser um encargo para que esse funcionário tenha um afastamento realmente longo para se recuperar.</p>
<p><strong>Quanto desse aumento de casos de burnout e da popularização do termo tem a ver com a pandemia? ou seria mais importante falar do neoliberalismo e do capitalismo contemporâneo de plataforma?</strong></p>
<p>A gente tem que pensar num caso como esse de forma multidimensional e de forma histórica.</p>
<p>Em 1973, quando foi descrito o burnout pela primeira vez, existe um marco importante. Se a gente olhar para esse mesmo ano, ele tem dois acontecimentos muito significativos.</p>
<p>Um é a renovação do nosso manual psiquiátrico, usado amplamente no mundo, inclusive com influência sobre as definições da CID, que é o manual da Associação Americana de Psiquiatria.</p>
<p>Em 1973 fez uma reforma tirando todas as referências a etiologia, ou seja, qual é a causalidade, portanto, desligando sofrimento em forma de vida, desligando sintomas do como é que você ama, como é que você está no mundo, e produzindo diagnósticos, vamos dizer assim, onde a dimensão convencional é muito forte.</p>
<p>Ou seja, reunir regularidades e chamar isso de depressão, depois reúne outras características e define isso como ansiedade e por aí vai.</p>
<p>Essa reforma começou a convidar a gente para olhar para os nossos sintomas no discurso mais popular, no discurso mais amplo, como se a gente tivesse uma diabete mental.</p>
<p>“Ah em vez de insulina, tava me faltando serotonina. Então, toma serotonina. Diminui o cortisol que passa…”</p>
<p>A gente começou a se entender a partir de que os transtornos mentais são genéticos, então o que eu posso fazer? Eu posso fazer um pouco de exercício, posso me alimentar melhor…</p>
<p>É como se fosse uma externalização da causalidade psicológica dos sintomas, da relação entre os sintomas e a vida daquela pessoa, da relação entre os sintomas e o que aconteceu com ela, em termos de traumas.</p>
<p>Em 1973 aconteceu uma novidade no mundo da economia política, que foi a primeira vez em que se implantou, de maneira ampla, geral e irrestrita o neoliberalismo no Chile de Pinochet, depois veio a Inglaterra de Margaret Thatcher, depois veio os Estados Unidos de Reagan e isso terminou no Consenso de Washington, ou seja, agora é assim que a gente trabalha.</p>
<p>Bom, daqui a 40, 50 anos o que a gente vai dizer sobre quando chegou a covid? As pessoas mudaram o seu cotidiano. E quando a gente muda o cotidiano, você olha melhor pra ele.</p>
<p>As pessoas perceberam como elas estavam vivendo e elas perceberam como a gente estava em uma relação de aumento do sofrimento pra gerar mais desempenho.</p>
<p>Então, recolher-se em casa gerou esse distanciamento e foi muito importante. Em segundo o próprio recolhimento, ele gerou condições, vamos dizer assim, de indução ao patógeno. Então aumentou a depressão para um, aumentou a ansiedade para o outro, aumentou aquilo que a pessoa já sofria antes, tornou a vulnerabilidade mais expressa, mais visível, mais patente.</p>
<p>Quer dizer, a covid funcionou como uma espécie de curto-circuito para a gente perceber tudo isso junto. Que a nossa maneira de olhar para a saúde mental não estava boa, que a gente estava se dopando para conseguir resistir a esse sistema e a gente estava trabalhando de um jeito que a vida estava ficando muito pequena.</p>
<p>Então, a partir daí, a gente está num momento em que um velho paradigma não dá mais, não funciona mais e a gente não tem o novo.</p>
<p>A gente sabe que nesse novo, provavelmente a atenção e o cuidado ao sofrimento vão ser muito importantes. Provavelmente a escuta vai ser muito importante, o sentimento de você estar pertencendo a uma comunidade, a um corpo, a um projeto, vai ser muito importante.</p>
<p>Mas como isso tudo se liga? Numa diagnóstica, em novas terapias, ainda não está dado.</p>
<p><strong>Então quais são os caminhos a serem seguidos?</strong></p>
<p>É um caminho ético e político. Ele é ético na medida que a gente precisa implantar uma cultura do cuidado, uma cultura do cuidado com si.</p>
<p>A maior parte do que a gente chama de autocuidado hoje não é autocuidado. É método de corrida, fazer exercício, etc. Isso é bom, é ótimo, mas isso não é autocuidado. Isso muitas vezes é disciplina, é método, é mais policiamento da pessoa em cima de si, aliás, muitas vezes feito sem cuidados, a base do porrete, a base de me forçar, uma relação de violência comigo.</p>
<p>Então estou falando de desenvolver uma cultura de cuidado, como a gente desenvolveu uma cultura do cuidado com a saúde. Faça exames, faça check-up, não engorde demais, cuide com o álcool. Isso tá posto pra gente, né? Mas a gente não tem um equivalente quando a gente olha pra saúde mental.</p>
<p>Então a gente vê pessoas em organizações em rotas de colisão, de choque, de autodestrutividade e acaba sendo conivente. Ou seja, tem essa dimensão ética do cuidado e tem a dimensão política da organização coletiva, para dizer, “olha, tem certas coisas que a gente tem que evitar”.</p>
<p>Não tem que evitar gordura trans? Tem [também] que evitar uma coisa chamada microgestão. Empresa que usa microgestão, que fica controlando cada centímetro que aquele funcionário faz ou não faz, é temeroso.</p>
<p>Daqui a dez, vinte anos a gente dizia “olha como as pessoas faziam, as pessoas planejaram banheiros que uma pessoa não conseguia ficar mais de três minutos porque era para aumentar a produção”.</p>
<p>Essa dimensão ética de um lado, política de outro, ela convoca algumas diretrizes. Primeiro lugar que a gente tem que fazer algo antes do sintoma. Não adianta. Você só poder se manifestar e dizer “eu preciso de ajuda” se você tiver uma depressão ou ansiedade.</p>
<p>Por que a gente precisa de um diagnóstico para cuidar?</p>
<p>A saúde mental se faz no território. Não adianta me encaixar chamando especialistas, tem que olhar ali naquela casa, naquela escola, aquela empresa. Que recursos que a gente tem aqui? Onde é que estão os pontos de escuta? onde é que estão os pontos de recomposição? onde é que está a escuta transformativa? quem são essas pessoas?</p>
<p>Nem sempre são os líderes, os gerentes, os donos. Às vezes é aquela pessoa que tem uma posição mais humilde, mas ela é fundamental para a saúde mental daquele grupo.</p>
<p>A gente nem olha pra isso, tudo invisível.</p>
<p>Fonte: Brasil de Fato.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/entrevista-christian-dunker-neoliberalismo-fez-cuidado-com-saude-mental-ser-tao-generico-quanto-tratar-diabete/">Entrevista | Christian Dunker: neoliberalismo fez cuidado com saúde mental ser tão genérico quanto tratar diabete</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bancário da CEF e diretor do Sindicato participou do Desafio Internacional das Ilha, em Ilhéus</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bancario-da-cef-e-diretor-do-sindicato-participou-do-desafio-internacional-das-ilha-em-ilheus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 14:52:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Além do banco]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=67320</guid>

					<description><![CDATA[<p>A categoria é repleta de talentos nas mais diversas áreas. No último sábado (25), o funcionário da Caixa Econômica Federal e diretor de Raça e Etnia do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, Carlos Augusto do Nascimento, participou do Desafio Internacional das Ilhas &#8211; Etapa Pedra de Ilhéus, onde conquistou a 3º &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/bancario-da-cef-e-diretor-do-sindicato-participou-do-desafio-internacional-das-ilha-em-ilheus/">Bancário da CEF e diretor do Sindicato participou do Desafio Internacional das Ilha, em Ilhéus</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-67322 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/01/carlos-natacao.jpg" alt="" width="570" height="570" /></p>
<p>A categoria é repleta de talentos nas mais diversas áreas.</p>
<p>No último sábado (25), o funcionário da Caixa Econômica Federal e diretor de Raça e Etnia do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, Carlos Augusto do Nascimento, participou do Desafio Internacional das Ilhas &#8211; Etapa Pedra de Ilhéus, onde conquistou a 3º colocação na categoria 50-59.</p>
<p>Nesta competição de natação, os atletas percorreram 5 km, enfrentando o mar aberto entre as Ilhas de Pedra de Ilhéus e a Praia da Concha.</p>
<p>“Foi com imenso prazer que poder participar mais uma vez dessa que é a etapa mais importante do circuito de travessias aquáticas do Sul da Bahia. Competindo na modalidade convencional, sem nadadeiras, pude alcançar um resultado satisfatório na prova principal. Muito além da alegria pela colocação, senti o imenso prazer de nadar em mar aberto e desfrutar da linda paisagem da cidade de Ilhéus”, afirmou Carlos.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/bancario-da-cef-e-diretor-do-sindicato-participou-do-desafio-internacional-das-ilha-em-ilheus/">Bancário da CEF e diretor do Sindicato participou do Desafio Internacional das Ilha, em Ilhéus</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Editorial: &#8220;Estar atento e forte&#8221;, por Alex Leite</title>
		<link>https://bancarios.com.br/editorial-estar-atento-e-forte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 14:09:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=66693</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Alex Leite*. Em um ano marcado pelo descontentamento de uma parte da categoria com o acordo fechado entre o Comando Nacional e a FENABAN, a revelação de mais um capítulo da tentativa de golpe militar organizada pelo ex-presidente Bolsonaro e sua cúpula, mostram-nos a necessidade de estarmos atentos e fortes. Nesta Campanha Salarial, realizada &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/editorial-estar-atento-e-forte/">Editorial: &#8220;Estar atento e forte&#8221;, por Alex Leite</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-66694" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/12/20230829134343.jpg" alt="" width="539" height="353" /></p>
<p><strong>Por Alex Leite*.</strong></p>
<p>Em um ano marcado pelo descontentamento de uma parte da categoria com o acordo fechado entre o Comando Nacional e a FENABAN, a revelação de mais um capítulo da tentativa de golpe militar organizada pelo ex-presidente Bolsonaro e sua cúpula, mostram-nos a necessidade de estarmos atentos e fortes.</p>
<p>Nesta Campanha Salarial, realizada depois de dois governos autoritários, de direita, e que impuseram derrotas à classe trabalhadora através das reformas aprovadas pelo Congresso, também direitista, os bancários imaginavam conquistar avanços significativos.</p>
<p>Se desta vez, era visível o descontentamento, vide números das assembleias, principalmente nos bancos oficiais, a busca por um acordo sem uma greve também era claro, na estratégia usada pelo Comando.</p>
<p>Sem uma luta que conquiste avanços, mesmo com os enfrentamentos que solidifique a luta coletiva, talvez, quando for necessário resistir contra a retirada de direitos, não tenhamos força suficiente, por não sabermos mais como se faz.</p>
<p>Ao descobrirmos os detalhes do golpe militar frustrado, que envolvia o assassinato do presidente eleito, seu vice e ministros do STF, e toda uma narrativa política para consolidar uma ditadura no país, com consequências previsíveis de desrespeito a todos os direitos constitucionais e humanos conquistados com muita luta pela sociedade.</p>
<p>Os fatos mostram que escapamos por pouco. Não podemos esquecer de que é preciso estarmos atentos e conectados, além de organizados e dispostos a encarar os desafios de garantir que tudo que conquistamos com muita luta e determinação não seja destruído, seja pela ganância dos banqueiros e pelos devaneios de ditadores de plantão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>*Alex Leite é diretor de Imprensa e Comunicação do SEEB/VCR.</strong></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/editorial-estar-atento-e-forte/">Editorial: &#8220;Estar atento e forte&#8221;, por Alex Leite</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Trabalho de Base: cerca de 26 mil km percorridos entre os 45 municípios</title>
		<link>https://bancarios.com.br/trabalho-de-base-cerca-de-26-mil-km-percorridos-entre-os-45-municipios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 13:09:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Base territorial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=66669</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mantendo o compromisso com seus filiados e filiadas, o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região percorreu, ao longo do ano, 25.671 km em viagens a base. Com uma área de atuação que abrange 45 cidades, o SEEB/VCR realiza o trabalho de forma rotineira para garantir que mesmo as unidades mais distantes recebam &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/trabalho-de-base-cerca-de-26-mil-km-percorridos-entre-os-45-municipios/">Trabalho de Base: cerca de 26 mil km percorridos entre os 45 municípios</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-66670 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Bra-tanhacu-1024x678.jpg" alt="" width="618" height="409" /></p>
<p>Mantendo o compromisso com seus filiados e filiadas, o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região percorreu, ao longo do ano, 25.671 km em viagens a base. Com uma área de atuação que abrange 45 cidades, o SEEB/VCR realiza o trabalho de forma rotineira para garantir que mesmo as unidades mais distantes recebam a presença da diretoria em um intervalo máximos de 45 dias.</p>
<p>Um dos pontos marcantes deste ano foi o diálogo aberto com a categoria sobre a Campanha Nacional dos Bancários, bem como as manifestações contra o fechamento das agências do Bradesco em Anagé e Tanhaçu e da agência do Itaú de Itapetinga.</p>
<p>As viagens tem como objetivo verificar as condições de trabalho e infraestrutura das agências, estabelecendo diálogos direto com a categoria, ouvindo suas demandas e fiscalizando o cumprimento dos termos da Convenção e Acordos Coletivos, bem como da CLT.</p>
<p>Essa proximidade assegura que bancários e bancárias de todas as agências da região tenham suas necessidades atendidas.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/trabalho-de-base-cerca-de-26-mil-km-percorridos-entre-os-45-municipios/">Trabalho de Base: cerca de 26 mil km percorridos entre os 45 municípios</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bancário Joaquim Ribeiro é campeão brasileiro de Cross Duathlon 2024</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bancario-joaquim-ribeiro-e-campeao-brasileiro-de-cross-duathlon-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 12:01:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Além do banco]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/s/?p=64711</guid>

					<description><![CDATA[<p>Além da atuação no banco, a categoria é repleta de talentos nas mais diversas áreas. Um exemplo é o bancário Joaquim Ribeiro Neto, funcionário do Banco do Brasil/Agência Empresa VCA, que se sagrou campeão brasileiro de Cross Duathlon 2024, age 45/49, e Campeão Baiano 2024. Os títulos foram conquistados durante a Etapa do Brasileiro Super &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/bancario-joaquim-ribeiro-e-campeao-brasileiro-de-cross-duathlon-2024/">Bancário Joaquim Ribeiro é campeão brasileiro de Cross Duathlon 2024</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-64714 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240808-WA0065-1024x768.jpg" alt="" width="618" height="464" /></p>
<p>Além da atuação no banco, a categoria é repleta de talentos nas mais diversas áreas.</p>
<p>Um exemplo é o bancário Joaquim Ribeiro Neto, funcionário do Banco do Brasil/Agência Empresa VCA, que se sagrou campeão brasileiro de Cross Duathlon 2024, age 45/49, e Campeão Baiano 2024.</p>
<p>Os títulos foram conquistados durante a Etapa do Brasileiro Super Série de Cross Duathlon, ocorrido no último domingo (4), na Fazenda Martinelli, em Camaçari.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-64713 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/IMG-20240808-WA0057-1024x682.jpg" alt="" width="618" height="412" /></p>
<p>O Cross Duathlon é uma variação do Triathlon, que combina ciclismo e corrida, em ambiente técnico que mescla percursos em trilhas e estradas de chão. A modalidade começou a ser organizada na Europa, pois alguns triatletas sentiam dificuldades para treinar natação devido ao frio rigoroso do hemisfério norte. A modalidade conta com 5km de Corrida em trilha; 20km de bike MTB em circuito XCO e 2,5km de corrida em trilha.</p>
<p>Joaquim é o atual campeão Baiano de Cross Triathlon 2024 e ficou em 3º colocado no Brasileiro da mesma modalidade. Já havia conquistado o título de campeão baiano de Cross Triathlon em 2023 e 6º colocado no Brasileiro de Cross Triathlon 2023.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-64712 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Imagem-do-WhatsApp-de-2024-08-08-as-11.03.48_32a9ce54-1024x681.jpg" alt="" width="618" height="411" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com os referidos resultados, o atleta bancário garantiu vaga para o Mundial Super Séries 2025, que será realizado na Espanha. “Agradeço a Deus, meus familiares e amigos, bem como a todos que me apoiaram nessas conquistas, como o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região”, afirmou.</p>
<p>“A diretoria do SEEB/VCR busca incentivar a prática esportiva entre a categoria, pois é uma válvula de escape para as pressões diárias sofridas no ambiente de trabalho, contribuindo para a melhoria da saúde física e mental. Parabéns ao colega Joaquim pelas vitórias”, afirma Carlos Alberto Gonçalves, diretor de Esporte e Lazer.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/bancario-joaquim-ribeiro-e-campeao-brasileiro-de-cross-duathlon-2024/">Bancário Joaquim Ribeiro é campeão brasileiro de Cross Duathlon 2024</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Editorial: Valorizar o coletivo</title>
		<link>https://bancarios.com.br/editorial-valorizar-o-coletivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 13:23:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/s/?p=61687</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Alex Leite*. O enfrentamento dos desafios diários em busca de melhores condições de trabalho e vida, na defesa dos interesses sociais, econômicos e profissionais são as razões para que trabalhadores e trabalhadoras se juntem para a criação dos sindicatos. A organização e a mobilização da classe trabalhadora são fundamentais para encarar essas lutas. Buscando &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/editorial-valorizar-o-coletivo/">Editorial: Valorizar o coletivo</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://bancarios.com.br/editorial-valorizar-o-coletivo/dsc_0058-7/" rel="attachment wp-att-61688"><img loading="lazy" class="aligncenter  wp-image-61688" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/DSC_0058-scaled.jpg" alt="" width="647" height="395" /></a></p>
<p><strong>Por Alex Leite*</strong>.</p>
<p>O enfrentamento dos desafios diários em busca de melhores condições de trabalho e vida, na defesa dos interesses sociais, econômicos e profissionais são as razões para que trabalhadores e trabalhadoras se juntem para a criação dos sindicatos. A organização e a mobilização da classe trabalhadora são fundamentais para encarar essas lutas.</p>
<p>Buscando contrapor o poder econômico do empresariado privado ou público, a luta coletiva tem sido a principal arma nessa batalha incessante. Para isso, a conscientização do indivíduo como parte de uma classe trabalhadora, é o elemento modificador que detém o poder de fazer uma correlação de forças para exigir dos patrões, condições melhores de trabalho e renda.</p>
<p>Compreender a importância do pertencimento à classe trabalhadora, fortalece o entendimento de quem é o explorador e quem é o explorado, e da necessidade da luta coletiva para conquistar avanços nas relações trabalhistas.</p>
<p>Ao longo desses 62 anos, com mais ou menos intensidade, a depender das diretorias que estiveram à frente do SEEB/VCR, a busca para agregar a todos nas lutas sempre foi o objetivo.</p>
<p>Coletivamente, conquistamos um acordo que garante vários benefícios, e, apesar dos ataques dos governos e dos patrões para retirar nossas conquistas, a resistência da classe tem conseguido manter os direitos que foram conquistados com muita luta e sacrifício de milhares de trabalhadores.</p>
<p>Só assim, com a participação de cada bancário e bancária e, se enxergando conscientemente como classe trabalhadora que valoriza a luta coletiva é que podemos seguir adiante, com a confiança de que os novos desafios serão vencidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>*Alex Leite é diretor de Imprensa e Comunicação do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região.</strong></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/editorial-valorizar-o-coletivo/">Editorial: Valorizar o coletivo</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Entrevista: “O estigma associado ao tratamento ainda é grande”</title>
		<link>https://bancarios.com.br/entrevista-o-estigma-associado-ao-tratamento-ainda-e-grande/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 12:23:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/s/?p=61672</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entrevistamos o médico psiquiatra, graduado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e membro titular da Associação Brasileira de Psiquiatria, Ciro Novais. O objetivo é alertar os bancários e bancárias sobre os sintomas iniciais que podem indicar a presença de um possível adoecimento mental. Como a campanha Janeiro Branco pode influenciar ou apoiar as pessoas que &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/entrevista-o-estigma-associado-ao-tratamento-ainda-e-grande/">Entrevista: “O estigma associado ao tratamento ainda é grande”</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="https://bancarios.com.br/entrevista-o-estigma-associado-ao-tratamento-ainda-e-grande/whatsapp-image-2024-01-19-at-17-17-15/" rel="attachment wp-att-61673"><img loading="lazy" class="wp-image-61673 alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/WhatsApp-Image-2024-01-19-at-17.17.15.jpeg" alt="" width="536" height="513" /></a>Entrevistamos o médico psiquiatra, graduado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e membro titular da Associação Brasileira de Psiquiatria, Ciro Novais. O objetivo é alertar os bancários e bancárias sobre os sintomas iniciais que podem indicar a presença de um possível adoecimento mental.</strong></p>
<p><strong>Como a campanha Janeiro Branco pode influenciar ou apoiar as pessoas que buscam ajuda para problemas de saúde mental?</strong> Ainda existe preconceito com os portadores de transtornos psiquiátricos. Apesar de observarmos alguma melhora, o estigma associado ao tratamento ainda é grande. Campanhas como o Janeiro Branco, assim como o Setembro Amarelo, ajudam a desmistificar os transtornos psiquiátricos e consequentemente ajudar na redução dos danos à sociedade por procura dos pacientes ao tratamento adequado.</p>
<p><strong>Dar visibilidade aos transtornos mentais ajuda a reduzir o preconceito?</strong> Sem dúvida. Já existe comprovação que falar sobre esse tema ajuda na conscientização da necessidade de procurar por tratamento.</p>
<p><strong>Quais sintomas podem servir de alerta para a necessidade de buscar ajuda?</strong> Como regra geral, as mudanças de comportamento demostram a necessidade de procurar ajuda. Normalmente, o sofrimento psíquico é de fácil detecção. Porém, o estigma associado ao tratamento ainda inibe muito a procura de ajuda. Daí, a importância de se falar a respeito desse assunto.</p>
<p><strong>Quem está diagnosticado com transtorno de ansiedade ou depressão deve ser afastado do trabalho?</strong> Pessoas com transtorno depressivo ou de ansiedade geralmente tem prejuízo na sua funcionalidade. Nem sempre está associado a uma condição do trabalho. Contudo, em alguns casos, impossibilita o trabalho por algum tempo ou permanentemente.</p>
<p><strong>Como a pessoa pode conviver com os sintomas, sendo portadora da depressão ou ansiedade? </strong>Em quase todos os casos, o tratamento melhora bastante a qualidade vida. Em casos mais graves o acompanhamento de perto possibilita um alívio significante dos sintomas.</p>
<p><strong>Como as pessoas em volta podem ajudar a pessoa adoecida?</strong> Com acolhimento e respeito.</p>
<p><strong>Como deve ser enfrentado o preconceito em relação ao adoecimento mental, tendo em vista que a sociedade estigmatiza essas pessoas, inclusive em tratamento?</strong> Falando bastante sobre o tema. Em praticamente todos os grupos sociais temos portadores de transtornos psiquiátricos, falar sobre o tema com mais frequência é apenas tornar corriqueiro o que já devia ser tratado com mais normalidade, como as outras doenças em geral.</p>
<p><strong>Como manter o bem-estar mental e prevenir o adoecimento?</strong> Não existe regra, mas, em geral, manter uma rotina saudável, sem exageros e com atividade física regular, ajuda a prevenir as doenças mentais. A informação também ajuda na intervenção precoce evitando quadros mais graves.</p>
<p><em><strong>As opiniões expressas não refletem, necessariamente, o posicionamento da diretoria do SEEB/VCR.</strong></em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/entrevista-o-estigma-associado-ao-tratamento-ainda-e-grande/">Entrevista: “O estigma associado ao tratamento ainda é grande”</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Curtas d&#8217;O Piquete Bancário nº 1553</title>
		<link>https://bancarios.com.br/curtas-do-piquete-bancario-no-1553/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 12:02:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curtas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/s/?p=61664</guid>

					<description><![CDATA[<p>Plantão Jurídico retorna nesta quarta (24) Os atendimentos jurídicos disponibilizados pelo Sindicato para seus filiados retornam nesta quarta (24), após o período de recesso forense. Para agendar um horário, basta entrar em contato com a Secretaria, pelos telefones (77) 3424-1620/3424-2062 ou pelo WhatsApp (77) 3424-7186. Os plantões são realizados semanalmente, na sede do Sindicato, pelos &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/curtas-do-piquete-bancario-no-1553/">Curtas d&#8217;O Piquete Bancário nº 1553</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1>Plantão Jurídico retorna nesta quarta (24)</h1>
<p><a href="https://bancarios.com.br/curtas-do-piquete-bancario-no-1553/plantao-juridico-1-2/" rel="attachment wp-att-61665"><img loading="lazy" class=" wp-image-61665 aligncenter" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/plantao-juridico-1.jpg" alt="" width="335" height="190" /></a></p>
<p>Os atendimentos jurídicos disponibilizados pelo Sindicato para seus filiados retornam nesta quarta (24), após o período de recesso forense.<br />
Para agendar um horário, basta entrar em contato com a Secretaria, pelos telefones (77) 3424-1620/3424-2062 ou pelo WhatsApp (77) 3424-7186.<br />
Os plantões são realizados semanalmente, na sede do Sindicato, pelos advogados do escritório conveniado Higino &amp; Amazonas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Filados têm prioridade para compra de carro do Sindicato</h1>
<p><a href="https://bancarios.com.br/sindicato-poe-a-venda-um-dos-automoveis-da-entidade-filiados-tem-prioridade-de-compra-2/attachment/376425240134287/" rel="attachment wp-att-61632"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-61632" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/01/376425240134287.jpg" alt="" width="640" height="424" /></a></p>
<p>O Sindicato colocou à venda um dos automóveis da entidade. Os filiados possuem 15 dias de prioridade de compra. Os critérios de desempate serão: maior valor e data de realização da oferta.<br />
Confira os detalhes: Renault Duster Dynamique 1.6 16v, modelo 2019, 77.093 km, final de placa: 8, direção hidráulica, flex, cor prata, vidro elétrico, airbags, trava elétrica, ar-condicionado, alarme, sensor de ré, câmera de ré e som. Valor da tabela FIPE R$ 69.500.<br />
Os interessados devem entrar em contato nos telefones (77) 3424-1620/3424-2062 ou pelo WhatsApp (77) 3424-7186.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/curtas-do-piquete-bancario-no-1553/">Curtas d&#8217;O Piquete Bancário nº 1553</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
