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	<title>Arquivos Privatização - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
	<lastBuildDate>Tue, 20 Jul 2021 13:04:09 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Contraf-CUT lança site em defesa dos bancos públicos</title>
		<link>https://bancarios.com.br/contraf-cut-lanca-site-em-defesa-dos-bancos-publicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jul 2021 13:04:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mobilização nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Privatização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portal reúne textos, vídeos e materiais que mostram a importância dos bancos públicos para o desenvolvimento econômico e social do país; demais empresas e serviços públicos também têm espaço A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) laçou, na sexta-feira (16), o site Se é público, é para todos para aglutinar, em um mesmo lugar, textos, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Portal reúne textos, vídeos e materiais que mostram a importância dos bancos públicos para o desenvolvimento econômico e social do país; demais empresas e serviços públicos também têm espaço</em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-47769 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/07/tag-site-bancos-publicos-1.jpeg" alt="" width="618" height="372" /></p>
<p>A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) laçou, na sexta-feira (16), o site Se é público, é para todos para aglutinar, em um mesmo lugar, textos, vídeos e materiais que se contrapõem aos ataques e tentativas de privatização e mostram a importância dos bancos públicos para o desenvolvimento econômico e social do país. A iniciativa faz parte da campanha realizada por entidades sindicais e associativas da categoria bancária de todo o país em defesa dos bancos públicos.</p>
<p>“A intenção é que este seja um instrumento que sirva como base de apoio para a luta contra a privatização das empresas públicas de uma forma geral e dos bancos públicos especificamente”, afirmou o secretário de Comunicação da Contraf-CUT, Gerson Carlos Pereira, ao informar que as demais empresas públicas também terão espaço no site. “Buscaremos reunir, neste mesmo espaço, textos, vídeos, imagens e dados que mostram os motivos pelos quais as empresas públicas não podem ser privatizadas”, completou.</p>
<h3><strong>Sindicato Solidário</strong></h3>
<p>Gerson disse, ainda, que a ideia do site em defesa dos bancos públicos foi inspirada em outra experiência semelhante da Contraf-CUT, o site da campanha <a href="https://sindicatosolidario.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sindicato Solidário</a>.</p>
<p>“Já há bastante tempo incentivamos o conceito de sindicato cidadão, que, além de fazer a luta corporativa em defesa dos direitos e em busca de novas conquistas para a categoria, também desenvolve ações em defesa dos direitos sociais, da democracia, enfim da cidadania”, recordou o diretor de Comunicação da Contraf-CUT. “E, em abril de 2020, quando a Covid-19 se alastrou pelo país, causando desemprego, fome e desespero, lançamos a campanha Sindicato Solidário, para incentivar as entidades sindicais e a categoria bancária como um todo a mostrar sua solidariedade às pessoas mais necessitadas. Criamos um site para divulgar e invectivar as ações de solidariedade e para permitir que quem fizesse doações pudesse indicar instituições para recebê-las. Foi um sucesso!”, completou. “Queremos repetir esse sucesso com as ações em defesa das empresas e bancos públicos, assim como das pessoas que neles trabalham”, concluiu.</p>
<p>Fonte: Contraf/Cut</p>
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		<title>Bolsonaro tenta aprovar privatização dos Correios na Câmara esta semana</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bolsonaro-tenta-aprovar-privatizacao-dos-correios-na-camara-esta-semana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jul 2021 13:01:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Privatização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT, privatização dos Correios é parte do ataque geral às empresas públicas A proposta do governo Bolsonaro de privatizar os Correios deve ser votada esta semana na Câmara dos Deputados. O projeto de lei 591 prevê a venda integral da empresa. “Essa proposta de privatizar os Correios vai representar mais &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-element elementor-element-5464db98 elementor-widget elementor-widget-theme-post-excerpt" data-id="5464db98" data-element_type="widget" data-widget_type="theme-post-excerpt.default">
<div class="elementor-widget-container"><em>Para Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT, privatização dos Correios é parte do ataque geral às empresas públicas</em></div>
<div><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-47648 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/07/whatsapp-image-2021-07-12-at-151546.jpeg" alt="" width="618" height="372" /></div>
</div>
<div class="elementor-image">
<p>A proposta do governo Bolsonaro de privatizar os Correios deve ser votada esta semana na Câmara dos Deputados. O projeto de lei 591 prevê a venda integral da empresa. “Essa proposta de privatizar os Correios vai representar mais exclusão social. Atualmente, os Correios tem um serviço de entrega de mercadorias para locais distantes do interior do país que vai ficar muito mais caro caso uma empresa privada assuma os Correios. São milhões de pessoas que dependem de um serviço público essencial”, alertou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira.</p>
<p>O governo Bolsonaro pretende entregar para a iniciativa privada uma empresa lucrativa e de destacada importância social. No ano passado, os Correios apresentou lucro líquido de R$ 1,53 bilhão o melhor resultado nos últimos 10 anos. O patrimônio líquido obteve crescimento de 84% em relação ao ano de 2019, totalizando, aproximadamente R$ 950 milhões. Além de inviabilizar a entrega de mercadorias para locais distantes a um custo acessível, a privatização dos Correios deve causar o fechamento de agências em muitas localidades e também o desemprego.</p>
<p>A privatização está tramitando em caráter de urgência, um sinal de que o governo quer aprovar o mais rápido possível propostas impopulares antes do ano que vem, um ano eleitoral. “Bolsonaro não está passando a boiada somente sobre o meio ambiente. É um ataque geral, à democracia, aos direitos trabalhistas e também contra as empresas públicas, incluídos aí os bancos públicos, ferramentas essenciais para o desenvolvimento do país”, afirmou a presidenta da Contraf-CUT.</p>
<p>Fonte: Contraf/Cut</p>
</div>
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		<item>
		<title>Bolsonaro tenta sair da crise com proposta de privatização dos Correios, acusam funcionários</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bolsonaro-tenta-sair-da-crise-com-proposta-de-privatizacao-dos-correios-acusam-funcionarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jul 2021 13:10:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Privatização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalhadores criticam tentativa de venda de 100% da estatal: &#8220;Sempre que é atacado, presidente fala em privatizar&#8221; O governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) aposta na privatização do patrimônio público sempre que está ameaçado pela deflagração de uma crise institucional. A constatação é de trabalhadores dos Correios ouvidos pelo Brasil de Fato. A categoria é contrária à &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="description"><em>Trabalhadores criticam tentativa de venda de 100% da estatal: &#8220;Sempre que é atacado, presidente fala em privatizar&#8221;</em></p>
<figure id="attachment_47571" aria-describedby="caption-attachment-47571" style="width: 618px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="wp-image-47571 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/07/image_processing20210706-3755-va6tq.jpeg" alt="" width="618" height="370" /><figcaption id="caption-attachment-47571" class="wp-caption-text">Movimento no Centro de Tratamento de Encomendas dos Correios, em Benfica</figcaption></figure>
<p>O governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) aposta na privatização do patrimônio público sempre que está ameaçado pela deflagração de uma crise institucional. A constatação é de trabalhadores dos Correios ouvidos pelo<strong> Brasil de Fato</strong>. A categoria é contrária à privatização de 100% da estatal planejada pelo Executivo.</p>
<p>Nesta semana, o Executivo mudou a estratégia e definiu o modelo de privatização dos Correios que tentará aprovar na Câmara dos Deputados. Após cogitar &#8220;fatiar&#8221; a empresa e conduzir o processo de forma gradual, o Executivo quer vender 100% do capital da estatal.</p>
<p>Na última segunda-feira (5), o secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Diogo Mac Cord, disse ao jornal <em>O Globo</em>, que o plano da pasta é um formato de leilão tradicional, em que o comprador leva os ativos e passivos dos Correios.</p>
<p>O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), já estipulou a votação do projeto para os próximos dias, entre 12 e 15 de julho. A intenção do governo é publicar o edital dos Correios neste ano, provavelmente em dezembro, por isso, segundo Mac Cord, &#8220;é importante votar o projeto na Câmara antes do recesso&#8221;.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/MWDqzDounSo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p>O <strong>Brasil de Fato</strong> conversou sobre o tema com a presidente do Sintect-DF (Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Correios e Telégrafos do Distrito Federal), Amanda Corsino, e com o secretário-geral da Fentect (Federação Nacional dos Trabalhdores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares), José Rivaldo da Silva.</p>
<p>Os dois trabalhadores dos Correios citaram o uso político da tentativa de privatização da estatal. Segundo eles, a proposta de realizar a venda de 100% da empresa em apenas um leilão serve para ofuscar as crises do governo Bolsonaro.</p>
<p>&#8220;Toda vez que o governo é atacado, ele sempre joga na mídia uma situação de privatizar. Agora o alvo é os Correios. Foi assim com a situação da Eletrobras, que é um absurdo, e a gente tá vendo o quanto que significa aí o aumento da conta de luz. Quem paga a conta são os brasileiros. Quem vai pagar a conta da privatização dos Correios? Também somos nós, os brasileiros&#8221;, afirmou José Rivaldo da Silva.</p>
<p class="ckeditor-img-caption"><img src="https://images03.brasildefato.com.br/938cfddc7c0c734cf236eb09c20ad73d.jpeg" /><br />
<em>A categoria é contrária à privatização de 100% da estatal planejada pelo Executivo / Marcelo Casall Jr / Agência Brasil</em></p>
<p>A funcionária Amanda Corcino disse que o Executivo tenta recuperar prestígio junto a agentes do mercado com a tentativa de privatização dos Correios: &#8220;O Brasil vive uma crise sanitária e humanitária. A privatização dos Correios ocorre em um momento em que o governo se afunda em denúncias de corrupção. Ele [Bolsonaro] vai tentar agora recuperar um pouco da sua credibilidade junto ao mercado, tentando impor a sua agenda neoliberal&#8221;.</p>
<p class="ckeditor-subtitle"><strong>Leia o relato dos trabalhadores dos Correios</strong></p>
<p><strong>José Rivaldo da Silva, secretário-geral da Fentect (Federação Nacional dos Trabalhdores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares):</strong></p>
<p>&#8220;É uma covardia tremenda do presidente da Câmara, Arthur Lira, botar em votação a privatização dos Correios. Os trabalhadores dos Correios têm perdido a vida por ser uma categoria essencial, mas nós já perdemos mais de 300 trabalhadores para a covid no exercício da nossa profissão.</p>
<p>É uma covardia muito grande privatizar os Correios sem debater com a sociedade. A população não sabe que, de fato, está por trás de tudo isso. Nós temos uma empresa de mais de 358 anos, uma empresa importante pro nosso país, é uma uma empresa que está presente em todos os municípios. Nas catástrofes atuais, somos a primeira empresa a chegar a uma série de lugares desse país.</p>
<p>O que precisamos mesmo é que o governo federal faça investimento público e aumente o efetivo da empresa. Nós éramos 128 mil trabalhadores em 2012, hoje somos pouco mais de 92 mil trabalhadores. Há um processo de diminuição do tamanho da empresa e de seu efetivo. Mesmo assim, a gente ainda detém índice de qualidade de entrega de 92%, quando as empresas privadas que já atuam nesse mercado de logística só tem 75%.</p>
<p>O que a gente precisa mesmo é fortalecer a empresa para enfrentar as crises, não de privatização. Hoje você já tem legislação suficiente para que o Correio possa fazer parceria com empresas aéreas e agilizar ainda mais o processo de chegada nos lugares mais longínquos do nosso país, nos estados mais distantes e nos grandes centros.</p>
<p>Toda vez que o governo é atacado, ele sempre joga na mídia uma situação de privatizar. Agora o alvo é os Correios. Foi assim com a situação da Eletrobras, que é um absurdo, e a gente tá vendo o quanto que significa aí o aumento da conta de luz. Quem paga a conta são os brasileiros. Quem vai pagar a conta da privatização dos Correios? Também somos nós, os brasileiros.</p>
<p>Nós lamentamos muito essa postura do governo federal. Estamos lutando. Vamos fazer o enfrentamento, não vamos nos deixar vencer. Vamos fazer o que tem que ser feito. Os trabalhadores têm disposição para greve, têm disposição para lutar. A gente tem que aproveitar esse momento de luta, aproveitando a fragilidade do governo, que está envolvido em denúncias de corrupção.</p>
<p>Uma coisa também que está passando despercebida é que a Câmara está passando tudo que interessa ao Governo. A Câmara tem uma responsabilidade muito grande. Temos que cobrar do Arthur Lira o compromisso dele com o nosso país porque o governo Bolsonaro propõe a entrega, dos direitos sociais, do patrimônio público, das estatais, e a Câmara dos Deputados é quem aprova.</p>
<p>É importante que a sociedade cobre dos parlamentares. Eles são os grandes responsáveis por dar êxito à política genocida do governo Bolsonaro. Os parlamentares estão dizendo &#8220;amém&#8221;. A maioria ali, o Centrão e aqueles que têm as benesses do governo Bolsonaro, têm entregado os trabalhadores, têm entregado o patrimônio público. Nós precisamos combater isso. Os trabalhadores do Correios vão continuar firmes nessa luta. Esperamos sair vitoriosos de todo esse processo.&#8221;</p>
<p><strong>Amanda Corsino, presidente do Sintect-DF (Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Correios e Telégrafos do Distrito Federal):</strong></p>
<p>&#8220;O governo, nesta semana, está numa tentativa desesperada de aprovar a privatização dos Correios. Trata-se de um projeto que, por si só, já traria muito prejuízo para a população. O Brasil é um país continental. Por isso, se você não tiver ali o Estado como garantidor da universalização postal, que é o direito de todo cidadão receber correspondência, muitas pessoas vão ficar desassistidas.</p>
<p>Um exemplo é o que aconteceu em Portugal, um país bem menor que o nosso. Por lá, as empresas privadas querem atuar somente no segmento de encomendas e nos grandes centros. As populações periféricas do interior vão sofrer um verdadeiro apagão postal.</p>
<p>O Brasil vive uma crise sanitária e humanitária. A privatização dos Correios ocorre em um momento em que o governo se afunda em denúncias de corrupção. Ele [Bolsonaro] vai tentar agora recuperar um pouco da sua credibilidade junto ao mercado, tentando impor a sua agenda neoliberal.</p>
<p>O centrão está cobrando um preço muito alto e é claro o desespero do governo. Nós estamos no nosso trabalho, de tentar pressionar os deputados, para que essa votação não ocorra. Esperamos ter forças para que esse tema volte à pauta só após o recesso. Nós vamos resistir enquanto trabalhadores e usuários dos Correios.</p>
<p>O governo deveria buscar a imunização, não a privatização dos Correios. O Brasil está com uma taxa muito baixa de vacinação. É preciso perceber o problema da fome dos brasileiros, não privatizar uma empresa que exerce um papel social importante de distribuição de medicamentos, de livro didáticos, que realiza com sucesso a operação do ENEM</p>
<p>Os Correios também são muito utilizados pelos micros e pequenos empresários para entrega dos seus produtos. O governo não deveria acabar com isso nesse momento, né? O governo Bolsonaro se diz preocupado com os Correios, mas deveria mesmo é procurar resolver a grande crise que hoje nós passamos no Brasil.&#8221;</p>
<p>Fonte: Brasil de Fato</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Privatização da Eletrobras, um golpe contra os interesses nacionais, enfrenta resistências na sociedade</title>
		<link>https://bancarios.com.br/privatizacao-da-eletrobras-um-golpe-contra-os-interesses-nacionais-enfrenta-resistencias-na-sociedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jun 2021 12:53:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Privatização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jabutis colocados na MP aprovada pelo Congresso apontam para a perda de soberania sobre a gestão dos recursos hídricos no país. Eletricitários irão ao STF para barrar o desmonte da maior empresa do setor elétrico da América Latina Depois de passar pelo Senado Federal com placar apertado (42 x 37), a Câmara dos Deputados carimba &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="post-title-noticia"><em>Jabutis colocados na MP aprovada pelo Congresso apontam para a perda de soberania sobre a gestão dos recursos hídricos no país. Eletricitários irão ao STF para barrar o desmonte da maior empresa do setor elétrico da América Latina</em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-47353 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/06/camara_dos_deputados_2_400.jpg" alt="" width="600" height="400" /></p>
<div class="post-content-noticia">
<p>Depois de passar pelo Senado Federal com placar apertado (42 x 37), a Câmara dos Deputados carimba em segunda votação nesta segunda-feira (21), um dia antes do fim da validade, a Medida Provisória 1031/21, que autoriza a privatização do Sistema Eletrobras, definida por entidades ligadas aos trabalhadores da estatal como nociva para o desenvolvimento regional do Brasil. O texto da MP, que entre os deputados recebeu 258 votos a favor e 136 contra, foi aprovado em meio a um movimento de resistência de bancadas parlamentares e de setores do próprio Executivo. Foi resultado direto da passagem da “boiada da privatização” no Congresso Nacional, através de todo tipo de lobby, promessas e concessões.</p>
<p>Com base nessa MP, a privatização da maior empresa de energia elétrica da América Latina está sendo definida como crime contra o país e o povo por parlamentares, trabalhadores e entidades que defendem o patrimônio público. As críticas recaem sobre dispositivos que obrigam o governo federal a contratar energia gerada por usinas térmicas a gás para as diversas regiões brasileiras. A Medida Provisória poderá resultar ainda em um custo adicional de R$ 84 bilhões aos consumidores de energia elétrica.</p>
<p>Outro alvo de contestação diz respeito ao dispositivo que autoriza as usinas da Eletrobras, que hoje vendem energia pelo mercado regulado, passarem a vendê-la no chamado mercado livre, a um preço bastante superior. A manobra, na prática, significará uma explosão no custo da energia. É mais do mesmo: no lugar de uma empresa preocupada em gerar energia barata e de boa qualidade para a população, o formato escolhido é por uma gestão medida por sua capacidade de gerar lucros aos acionistas privados, com ameaças à soberania energética do país.</p>
<p>A intenção do atual governo em levar adiante os planos de privatização do patrimônio do povo brasileiro é contestada pela Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) e por outras entidades representativas, como a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a Federação Nacional dos Urbanitários (FNU) e o Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE). Em nota, a FNU informa que “vender a Eletrobras é abrir mão das bacias hidrográficas brasileiras, assim como do controle de águas como a do Rio São Francisco”. O processo privatista provocará consequências danosas para o país, segundo o CNE, “a começar pelo aumento na conta de luz da população, fora as questões do desenvolvimento econômico, social e regional, que serão prejudicadas em nome do lucro privado”.</p>
<p>A CUT lembra também que defender a Eletrobras é defender a soberania nacional, dado ser a estatal superavitária e ostentar condições de construir a integração nacional, por estar presente em praticamente todas as cidades e regiões do país. E afirma ainda que a maior empresa do setor elétrico, com capacidade instalada de 51.143 MW, representando 30% do total da geração de energia do Brasil, afetará igualmente o meio ambiente, com políticas de descaso como vem ocorrendo com a Companhia Vale do Rio de Doce, privatizada pelo governo do PSDB de Fernando Henrique Cardoso, que jamais se preocupou em proteger os biomas onde atuam e suas populações locais. Para exemplificar essa denúncia, a Central Única dos Trabalhadores cita o rompimento da barragem de Brumadinho, em Minas Gerais.</p>
<p>No Congresso, parlamentares sinalizam sobre o risco da privatização da Eletrobras, por representar perda da soberania no setor elétrico, aumento desenfreado da tarifa de luz e abertura de mais espaço para as térmicas, em detrimento de fontes renováveis, encarecendo o valor da energia para o consumidor residencial e para grandes consumidores, como o setor industrial, como parte da inclusão dos chamados “jabutis”, termo criado para definir os dispositivos sem relação com o texto original, na MP aprovada por deputados e senadores. O temor é justificável. Nos últimos três anos, a Eletrobras gerou R$ 30 bilhões de lucros para a economia brasileira.  Em seu perfil no Facebook, a ex-presidenta Dilma Rousseff também condenou a privatização do setor elétrico público, com o argumento de que a medida tira do país um instrumento para evitar a falta de energia e os racionamentos.</p>
<p><strong>Irregularidades na proposta de desestatização </strong></p>
<p>São cada vez maiores os indícios de que o processo de desestatização de empresas públicas está sendo conduzido de maneira irregular. Sergio Takemoto, presidente da Fenae, denuncia: “Combinada com o fatiamento da área de seguros e de outros setores lucrativos da Caixa, como loterias e cartões, a venda do patrimônio público agravará ainda mais a crise econômica que o Brasil atravessa, pois levará ao aumento do desemprego e ao fim de políticas públicas que contribuem para o desenvolvimento social e econômico de conteúdo nacional”.</p>
<p>Segundo ele, como a privatização da Eletrobras abre uma nova onda de venda do patrimônio público no país, existe a necessidade de os trabalhadores, a população e a sociedade intensificarem a luta e resistirem contra a entrega para a iniciativa privada da maior empresa elétrica brasileira, de modo a evitar também o desmonte da Caixa e de outras empresas públicas.</p>
<p>O presidente da Fenae protesta ainda pelo fato de a gestora de recursos do banco público figurar como mais uma do radar de abertura de capital de subsidiárias, previsto para o segundo semestre deste ano, conforme notas publicadas em jornal de grande circulação.  O plano é tentar emplacar a oferta pública inicial de ações em etapas, começando pela estruturação, dependente ainda do aval do Banco Central. Na sequência, a proposta é fazer a migração dos fundos para a gestora, medida considerada necessária para que então ocorra o IPO.</p>
<p>Para a Federação Nacional das Associações do Pessoal, a luta contra a privatização da Caixa, do Banco do Brasil, da Eletrobras e dos Correios precisa ser intensificada. “São as empresas públicas que possibilitam ao governo adotar medidas anticíclicas. Nosso apoio aos serviços prestados pelas estatais visa defender o direito da população a essas políticas públicas”, reitera Sergio Takemoto.</p>
<p>Com apoio de diversos setores do país, os trabalhadores da Eletrobras se mobilizam por direitos, democracia, soberania nacional e em defesa das empresas públicas. A batalha, agora, será travada no campo jurídico, buscando junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) a inconstitucionalidade da MP 1031, de modo a preservar o Sistema Eletrobras como patrimônio de todo o povo brasileiro. “A luta é pelo Brasil e por cada cidadão brasileiro”, declara o Coletivo Nacional dos Eletricitários.</p>
<p>Fonte: Fenae</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Bancada da oposição e entidades em defesa das estatais se reúnem para barrar privatizações</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bancada-da-oposicao-e-entidades-em-defesa-das-estatais-se-reunem-para-barrar-privatizacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 May 2021 14:31:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Privatização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em reunião virtual que aconteceu nesta segunda-feira (3), representantes das entidades relataram as ações do Governo para privatizar bancos públicos, Petrobras, Eletrobras, Correios, Dataprev, Serpro, portos e outros setores essenciais para o desenvolvimento do país As centrais sindicais, confederações e federações estão se articulando para barrar as privatizações das empresas estatais brasileiras. Nesta segunda-feira (3) &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="post-title-noticia"><em>Em reunião virtual que aconteceu nesta segunda-feira (3), representantes das entidades relataram as ações do Governo para privatizar bancos públicos, Petrobras, Eletrobras, Correios, Dataprev, Serpro, portos e outros setores essenciais para o desenvolvimento do país</em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-46467 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-04-at-10.38.52.jpeg" alt="" width="600" height="400" /></p>
<div class="post-content-noticia">
<p>As centrais sindicais, confederações e federações estão se articulando para barrar as privatizações das empresas estatais brasileiras. Nesta segunda-feira (3) as entidades se reuniram com a bancada de oposição para debaterem o avanço do Governo Bolsonaro nas privatizações e os prejuízos que vão causar à população.</p>
<p>O presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Sergio Takemoto, participou da reunião. Além dos representantes em defesa dos bancos públicos, estavam entidades que representam as empresas públicas Petrobras, Eletrobras, Correios, Serpro Dataprev e outras estatais com ameaça de privatização.</p>
<p>Os participantes analisaram uma nota técnica do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) sobre a importância das estatais no período pós-pandemia. Além das estatais dos setores de energia, saúde, pesquisa e informação, o estudo confirma a necessidade da atuação dos bancos públicos na oferta de crédito para diminuir a desigualdade, manter o emprego e a renda e para uma retomada efetiva do desenvolvimento.</p>
<p>“No atual quadro de crise, se tornará ainda mais importante conceber propostas de crédito para apoiar a retomada econômica. A CEF, o BB, o BNDES e outros bancos públicos regionais podem dar contribuição relevante nesse processo, por conta da experiência acumulada e de sua capilaridade no território nacional”, diz a nota técnica.</p>
<p>A importância da Caixa, aponta o estudo, não se restringe à oferta de crédito e sua presença nos municípios onde os bancos privados não querem ir. O banco público é responsável pela gestão do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), pelo Programa de Integração Social (PIS), pelo Seguro-Desemprego e por programas sociais como Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) e o Auxílio Emergencial, que ajudou quase 70 milhões de brasileiros a enfrentar a crise causada pela pandemia.</p>
<p>Sergio Takemoto explicou aos senadores as estratégias do Governo Bolsonaro e da direção do banco para privatizar a Caixa aos pedaços &#8211; fatiar o banco em subsidiárias e vender cada uma delas, como aconteceu com a Caixa Seguridade. “É uma maneira de burlar a Constituição e o Supremo Tribunal Federal (STF), que já decidiu que a privatização da ‘empresa-mãe’ deve passar pelo aval do Congresso”.</p>
<p>Takemoto também relatou as ações de esvaziamento das funções sociais e enfraquecimento das políticas públicas para a população, como Minha Casa Minha Vida, Fies e demais programas realizados pela Caixa. O presidente da Caixa já anunciou que os pagamentos dos programas sociais serão transferidos para outra instituição financeira que será privatizada, o chamado Banco Digital. O presidente da Fenae se preocupa, inclusive, com a continuidade ou existência destas políticas públicas, caso sejam repassadas para o setor privado. E propôs a unidade das entidades para resistir aos ataques e barrar as privatizações.</p>
<p>O senador Paulo Paim respondeu a Takemoto e informou que vai levar as informações para serem discutidas na bancada. “Os dados são assustadores. Isso faz a gente intensificar mais a luta e resistir ao máximo para mostrar que um novo mundo é possível, com o Estado implementando emprego, renda e fomentando a economia no pós-pandemia”, disse o senador.</p>
</div>
<p>Fonte: Fenae</p>
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		<title>Com energia privatizada, nordestinos sofrem com preços altos e serviços ruins</title>
		<link>https://bancarios.com.br/com-energia-privatizada-nordestinos-sofrem-com-precos-altos-e-servicos-ruins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2021 13:28:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Privatização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aumentos acima da inflação, apagões e falhas no atendimento são algumas das reclamações dos moradores de três estados do Nordeste e um do Norte, onde as estatais foram vendidas para a Equatorial Energia Moradores de das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sul sentem no dia a dia o resultado negativo das privatizações das companhias estaduais &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Aumentos acima da inflação, apagões e falhas no atendimento são algumas das reclamações dos moradores de três estados do Nordeste e um do Norte, onde as estatais foram vendidas para a Equatorial Energia</em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-46240 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/04/systemuploadsnewscc8510d420edf073139-700x460xfit-18793.jpg" alt="" width="618" height="406" /></p>
<p>Moradores de das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sul sentem no dia a dia o resultado negativo das privatizações das companhias estaduais de energia. Os relatos são de aumentos exorbitantes de tarifas, apagões e serviços prestados de péssima qualidade aos clientes. Esses problemas podem se espalhar para todos os estados do país se a <strong>Eletrobras for privatizada, como quer o governo de Jair Bolsonaro (Ex-PSL).</strong></p>
<p>Todos os compradores das empresas públicas são, é claro, donos de empresas privadas que, em nome do lucro, como era previsível e foi alertado pela CUT e pelos sindicalistas da Federação Nacional dos Urbanitários (FNU), deixam a população sem atendimento decente, mesmo cobrando altos valores nas tarifas de energia. ´</p>
<p>O Portal CUT listou alguns exemplos de como essas privatizações, ao contrário do que diz o governo, trazem enormes prejuízos ao país e ao povo brasileiro.</p>
<p>Na primeira matéria, vamos mostrar o que vem ocorrendo no <strong>Nordeste</strong> desde que empresas estaduais foram privatizadas. Na região, a mesma empresa, a Equatorial Energia, comprou as companhias estaduais de Alagoas, Piauí e Maranhão. Incluímos o estado do Pará, que apesar de ser na região Norte, também teve sua companhia de energia comprada pela Equatorial.</p>
<p>Veja o que ocorreu nesses estados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure class="image align-center"><span class="dd-label"><i class="fa fa-camera"></i>ALEX CAPUANO</span><a class="dd-lightbox" href="https://admin.cut.org.br/system/uploads/ck/energia%20nordeste%20demiss%C3%B5es%20e%20reajustes%20arte%20alex.jpg" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" src="https://www.cut.org.br/images/cache/systemuploadsckenergia20nordeste20-620x413xfit-f58f3.jpg" alt="Alex Capuano" width="620" height="413" /></a><figcaption class="dd-m-image__group__figcaption dd-m-text dd-m-text--smallest font-MerriWeather"></figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Alagoas</strong></p>
<p>Desde que Equatorial Energia comprou em leilão, em dezembro de 2018, ainda sob o governo do golpista Michel Temer (MDB-SP), a antiga Companhia Energética do Estado de Alagoas (CEAL) pela bagatela de R$ 50 mil (cinquenta mil reais), as contas dos 3,35 milhões de moradores do estado sofreram reajustes de energia de 26,3%, todos autorizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Só no ano passado o reajuste foi de 10% &#8211; índice maior do que a inflação de 4,52%. O acumulado do índice de 2019 a 2010 é de 8,83% &#8211; índices bem abaixo das correções nos valores das contas de energia.</p>
<p>Mesmo pagando mais caro, as reclamações contra a Equatorial Energia no Procon, em 2020, somaram 1.300. As principais queixas são sobre contas cobradas a maior e cortes de energia sem o devido prazo legal, em plena crise sanitária, com as pessoas em isolamento social, consumindo mais energia em suas casas, com renda reduzida e sem poder trabalhar e, portanto, muitas vezes, sem pagar suas contas. Insensível, a Equatorial continua cortando a energia e cobrando além do valor realmente utilizado.</p>
<p>Uma preocupação a mais para a idosa e pensionista Nilda Vieira, que tem toda a responsabilidade de pagar todas as despesas da casa e de mais s três pessoas, com a pensão de três salários mínimos.</p>
<p>“As contas de energia na minha casa chegam entre R$300 e R$ 500. Nosso dinheiro mal dá para pagar todas as contas, e esses aumentos dificultaram muito mais a nossa vida. É revoltante, eu já não sei o que fazer. Eu tento economizar, mas não sei mais o que desligar. Eu acho uma estupidez os preços da Equatorial. Este mês chegou R$502. Ainda tem o gás e a alimentação que também sempre aumentam, afirma a consumidora da Equatorial.</p>
<p><strong>Lucros milionários e demissões</strong></p>
<p>“A Equatorial teve lucros milionários em 2020, graças principalmente ao esforço de seus trabalhadores e trabalhadoras. O aumento no seu lucro líquido foi nada menos que 52,1%, saltando de R$ 1.484 bilhão para R$ 2.257 bilhões, em 2020 comparativamente a 2019”, afirma Dafne Orion, presidenta do Sindicato dos Urbanitários de Alagoas.</p>
<p>Apesar do lucro bilionário, a empresa só demite. Antes da privatização eram 1.200 trabalhadores. Hoje a Equatorial mantém apenas 700, e no início do mês ainda houve mais 10 demissões injustificadas.</p>
<p>Para Rilda Alves, presidenta da CUT Alagoas, os prejuízos da privatização da CEAL estão principalmente ligados aos trabalhadores que perderam seus postos de trabalho e aos usuários que tiveram aumento na tarifa do serviço.</p>
<p>“Quando foi discutida a privatização, o argumento apresentado para o leilão foi a melhoria nos serviços e atendimentos. Infelizmente não foi isso que vimos. Hoje, a queda de energia é muito mais frequente e ficamos sem ter a quem recorrer”, diz a dirigente.</p>
<p><strong>Quedas de Energia</strong></p>
<p>Moradores de todas as partes da capital alagoana, e também do interior, sofrem com as constantes quedas de energia. Na capital, Maceió, na Ponta Verde e bairros adjacentes, várias quedas são constatadas todas as semanas. Os consumidores reclamam que por causa das quedas de energia constantes estão perdendo equipamentos elétricos. O Ministério Público Federal (MPF) foi acionado para checar como andam os investimentos que a Equatorial tem a obrigação de fazer, mediante contrato em Alagoas, no valor de 545 milhões.</p>
<p><strong>Piauí</strong></p>
<p>Depois que a Equatorial Energia comprou a Companhia de Energia do Piauí (Cepisa), em outubro de 2018, já foram demitidos 1.500 trabalhadores concursados e houve aumento de 47,5% nas tarifas de luz. Para vender a Cepisa, em 2017, o governo de Michel Temer (MDB-SP) autorizou um reajuste imediato de 27,5% e mais 12,5% após a privatização. Também houve reajuste de mais 7,5%, desde entre 2008 e 2010.</p>
<p>Quem também sofreu com a privatização foram os trabalhadores da Cepisa. O Piauí tinha 2.200 trabalhadores do quadro próprio e quase a mesma quantidade de trabalhadores terceirizados.</p>
<p>“Éramos quase 5 mil trabalhadores, hoje já são 1.700 os demitidos, mas a empresa não nos dá acesso ao número de terceirizados. Os concursados são agora somente 650”,  critica Herbert Marinho, dirigente do Coletivo Nacional dos Eletricitários, trabalhador da  Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf/Piauí).</p>
<p>A Equatorial é responsável pela rede de distribuição em todo o estado do Piauí. A empresa pública, Chesf, é a geradora de energia, contudo,  também tem subestações que ligam à geração, passando pela transmissão e chegando até a rede de distribuição da Equatorial<strong>.</strong></p>
<p><strong>Maranhão</strong></p>
<p>O processo de privatização da energia no Maranhão teve início na gestão da ex-governadora Roseane Sarney, na década de 1990. A empresa estadual foi vendida a um grupo norte-americano e chileno, mas faliu. Por causa disso, no houve uma nova venda em 2 de Maio de 2004. Hoje quem comanda o setor energético no estado é a Equatorial Energia.</p>
<p>As maiores queixas da população são a falta de energia nas cidades distantes dos principais centros, a falta de postos de atendimento que registrem reclamações e as altas tarifas. Apesar de ser um dos estados mais pobres do país, o Maranhão tem a terceira maior tarifa cobrada sobre a energia.</p>
<p>“A Aneel tem um mecanismo diferente para aumentar a tarifa no Maranhão. Num ano ele diz que é reajuste, no outro diz que é reposição tarifária”, ironiza Fernando Pereira, presidente do Sindicato dos Eletricitários do Maranhão (STIU-MA) e secretário de Energia da Federação Nacional dos Urbanitários (FNU), sobre os aumentos nas tarifas que atingiram 13,1%, de 2018 a 2020.</p>
<p>O precário atendimento à população é outro problema enfrentado pelos consumidores da Equatorial. Segundo Pereira, há apenas três postos instalados em São Luís para atender os 1,5 milhão de moradores da capital do estado, e o resultado são apagões que chegam a durar de dois a três dias em cidades longe dos principais centros urbanos do Maranhão.</p>
<p><strong>Trabalhador terceirizado</strong></p>
<p>Desde que foi privatizada, a empresa já demitiu quase 2.500 trabalhadores, mas para manter a média de 1.200, ela demite e recontrata, seis meses depois,  o mesmo trabalhador com salário menor, tíquetes de refeição também menores e sem plano de saúde, denuncia Pereira.</p>
<p>“É por isso que em 2 de Maio de 2004 a empresa tinha 1.280 trabalhadores e até 19 de março deste ano tem 1.164. Enquanto o ticket para o trabalhador direito é de R$ 1100, o terceirizado ganha R$ 300 na 55 Soluções, empresa criada pelo grupo Equatorial para administrar as contratações e demissões, da área administrativa”, afirma Pereira.</p>
<p>Já os trabalhadores de campo, que fazem consertos e manutenção das linhas de transmissão e outros serviços, são administrados por três empresas cujos contratos sociais são de construção civil, e não pertence ao grupo Equatorial, o que dificulta a atuação sindical dos eletricitários.</p>
<p>“Os CNPJs dessas empresas são de construção civil, não de energia, e até na hora de uma reclamação trabalhista quem vai lá defender a Equatorial é o terceirizado, da empresa ligada ao sindicato da construção civil”, critica o presidente do STIU-MA.</p>
<p><strong>Pará</strong></p>
<p>A Equatorial Energia comprou, em 2012, a companhia no Pará, que já havia sido privatizada em 1998. Em 23 anos de privatização da então Companhia de Energia do Pará (Celpa) já foram cinco mil, o número de trabalhadores demitidos, o que corresponde a mais de dois quadros de pessoal que a empresa possui.</p>
<p>“Antes da privatização eram 2.500 trabalhadores, hoje são 1.150, mas se contarmos desde 1998, o número de demitidos é muito maior. Também aumentou absurdamente o número de terceirizados. Antes a cada um trabalhador próprio direto havia um trabalhador terceirizado. Hoje de cada um próprio existem 5,5 trabalhadores terceirizados”, conta Ronaldo Romeiro, um dos coordenadores do Sindicato dos Eletricitários do Pará (STIU-PA).</p>
<p>Sofrem os trabalhadores e sofre a população com o descaso da empresa. A Equatorial desligou o sistema de atendimento pelo número 0800 e instalou um posto de atendimento dentro do próprio Procon, onde era uma das campeãs de reclamações. Para Romeiro, este fato deixa claro que a empresa quer diminuir as estatísticas negativas no órgão.</p>
<p>“É como se alguém chegasse no Procon para fazer uma reclamação contra uma empresa e o próprio dono a recebesse. É um absurdo um órgão de defesa do consumidor deixar que uma empresa privada atue dentro de suas instalações”, critica.</p>
<p>A maior queixa dos consumidores, segundo o dirigente, são os preços altos das tarifas. Apesar do estado do Pará ser um exportador de energia para outros estados, a população paga uma das cinco tarifas mais caras do país.</p>
<p>“ A Aneel é uma agência reguladora a serviço do grande capital e não da população brasileira. O grupo Equatorial faz muita propaganda, mas o índice de satisfação do cliente está nas piores posições”, afirma Romeiro.</p>
<p><strong>*Colaboraram: Sandra Sena (CUT-AL) e Ronaldo Granja (Sindicato dos Urbanitários de Alagoas)</strong></p>
<p>Fonte: Contraf/Cut</p>
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