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	<title>Arquivos Raça e Etnia - Sindicato dos Bancários</title>
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		<title>Comitê Gestor do Plano Juventude Negra Viva avança na implementação das ações e lança Observatório Nacional das Juventudes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 10:43:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Raça e Etnia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Secretário de Combate ao Racismo da Contraf-CUT, Almir Aguiar, participou das atividades e destacou a importância do fortalecimento das políticas públicas voltadas à juventude negra no Brasil O secretário de Combate ao Racismo da Contraf-CUT, Almir Aguiar, participou das atividades do Plano Juventude Negra Viva (PJNV), que marcaram importantes avanços na consolidação das políticas públicas &#8230;</p>
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<div id="share" class="share__container" data-image="" data-title="" data-url="">Secretário de Combate ao Racismo da Contraf-CUT, Almir Aguiar, participou das atividades e destacou a importância do fortalecimento das políticas públicas voltadas à juventude negra no Brasil</div>
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<p>O secretário de Combate ao Racismo da Contraf-CUT, Almir Aguiar, participou das atividades do Plano Juventude Negra Viva (PJNV), que marcaram importantes avanços na consolidação das políticas públicas voltadas à juventude negra no país. A programação incluiu o lançamento do Observatório Nacional das Juventudes, no dia 30 de março, e a realização da 7ª Reunião do Comitê Gestor do Plano, entre os dias 31 de março e 1º de abril de 2026.</p>
<p>O encontro reuniu representantes de ministérios, organizações da sociedade civil e agentes territoriais, reafirmando o caráter interministerial, participativo e federativo do plano. Durante os debates, foram discutidos o fortalecimento da governança, o monitoramento das ações e os caminhos para ampliar a implementação das políticas em todo o território nacional.</p>
<p>Um dos pontos centrais da reunião foi o reconhecimento da parceria entre o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e o Ministério da Igualdade Racial, considerada estratégica para o fortalecimento das ações desenvolvidas pelos 54 agentes territoriais do PJNV, responsáveis por articular e induzir a implementação do plano nos estados e municípios.</p>
<p>Segundo Almir Aguiar, a ampliação da participação federativa representa um passo decisivo para o avanço das metas estabelecidas. “A inclusão dos agentes territoriais e a adesão já registrada de 16 estados e 64 municípios fortalecem a capacidade de implementação do plano. Isso contribui diretamente para reduzir a letalidade da juventude negra e ampliar políticas de inclusão nas áreas de cultura, esporte, educação e intercâmbio internacional”, destacou.</p>
<p>O dirigente também ressaltou a urgência das ações diante dos indicadores sociais e de segurança pública. Dados recentes do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontam que, em 2024, o país registrou 44.127 mortes violentas intencionais, sendo 79% das vítimas homens negros e 43,5% jovens com até 29 anos. “Os números mostram que precisamos avançar cada vez mais com políticas estruturantes. O Plano Juventude Negra Viva é uma resposta concreta do Estado brasileiro para enfrentar desigualdades históricas e garantir oportunidades reais para essa juventude”, afirmou.</p>
<h2><strong>Integração entre ministérios e aprimoramento da gestão</strong></h2>
<p>A programação contou ainda com apresentações de iniciativas conduzidas por diversos órgãos do governo federal, entre eles o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Ministério da Saúde e o Ministério da Igualdade Racial. As exposições permitiram uma visão integrada das ações já em execução e de seus impactos nas vidas das juventudes negras.</p>
<p>No último dia de atividades, o Comitê Gestor analisou recomendações apresentadas em relatório da Controladoria-Geral da União (CGU), consideradas estratégicas para o aprimoramento da governança, do monitoramento e da transparência das ações do plano. Também foi apresentada a minuta do Regimento Interno do Comitê Gestor, que seguirá em debate coletivo.</p>
<p>Ao final do encontro, foram definidas agendas prioritárias e o calendário de atividades alusivas aos dois anos do Plano Juventude Negra Viva, reafirmando o compromisso institucional com a promoção da igualdade racial e a ampliação de direitos.</p>
<h2><strong>Lançamento do Observatório Nacional das Juventudes</strong></h2>
<p>A agenda teve início no dia 30 de março com o lançamento do Observatório Nacional das Juventudes, iniciativa coordenada pela Secretaria Nacional de Juventude da Secretaria-Geral da Presidência da República em parceria com diversos órgãos federais, como parte das metas do Plano Juventude Negra Viva.</p>
<p>O Observatório tem como objetivo centralizar dados, pesquisas e estudos sobre jovens brasileiros entre 15 e 29 anos, subsidiando a formulação de políticas públicas mais eficientes, especialmente para aqueles que vivem em áreas rurais e periferias urbanas.</p>
<p>Para Almir Aguiar, a criação do Observatório representa um avanço estratégico na construção de políticas públicas baseadas em evidências. “O Observatório tem papel fundamental ao mapear a juventude considerando raça, território, gênero e condição socioeconômica. A partir desses dados, conseguimos compreender melhor a realidade dos jovens e formular políticas públicas capazes de construir um futuro mais seguro e inclusivo, especialmente para negros e negras, que ainda são maioria entre os jovens em situação de vulnerabilidade social”, avaliou.</p>
<p>A participação da CUT e da Contraf-CUT no Comitê Gestor reforça o compromisso do movimento sindical com o enfrentamento ao racismo estrutural, a defesa da vida da juventude negra e a construção de políticas públicas que promovam inclusão, direitos e igualdade de oportunidades no Brasil.</p>
<p><strong>Fonte: Contraf CUT</strong></p>
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		<title>Encontro das Bancárias, Diversidade e Inclusão será no dia 25 de abril</title>
		<link>https://bancarios.com.br/encontro-das-bancarias-diversidade-e-inclusao-sera-no-dia-25-de-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 10:43:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco de Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[Banco HSBC]]></category>
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		<category><![CDATA[Raça e Etnia]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança no trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o tema “Vozes que Transformam”, a Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (Feebbase) realiza o primeiro Encontro das Mulheres, Diversidade e Inclusão, que acontecerá no dia 25 de abril, durante todo o dia, no Hotel Portobello, em Salvador. O Encontro tem como público prioritário as mulheres, @s LGBTQIAPN+ e as Pessoas com Deficiência &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-71981 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_encontro_vozes_que_transformam_a45b4-240x300.jpeg" alt="" width="282" height="335" /></p>
<p>Com o tema “Vozes que Transformam”, a Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (Feebbase) realiza o primeiro Encontro das Mulheres, Diversidade e Inclusão, que acontecerá no dia 25 de abril, durante todo o dia, no Hotel Portobello, em Salvador.</p>
<p>O Encontro tem como público prioritário as mulheres, @s LGBTQIAPN+ e as Pessoas com Deficiência (PcD). No entanto, o evento é aberto aos bancários e bancárias da Bahia e Sergipe, interessados em debater formas de garantir igualdade de oportunidades e de direitos para todos os trabalhadores e trabalhadoras do ramo financeiro.</p>
<p>O Encontro acontece em duas partes. Pela manhã haverá uma discussão conjunta sobre temas que interessam às mulheres, @s LGBTQIAPN+ e as Pessoas com Deficiência (PcD). Pela tarde, cada segmento ocupará uma sala, para que possa discutir pautas específicas.</p>
<p>Quem tiver interesse em participar, deve ficar atento aos comunicados do sindicato de sua base, para saber as regras para inscrição.</p>
<p><strong><em>Fonte: FEEB/BA-SE</em></strong></p>
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		<item>
		<title>CUT consolida política interna contra assédio e discriminação</title>
		<link>https://bancarios.com.br/cut-consolida-politica-interna-contra-assedio-e-discriminacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 10:13:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assédio moral]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Raça e Etnia]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CUT deu mais um passo na consolidação de uma política permanente de enfrentamento às violências ao lançar o Protocolo de Prevenção e Ação em Casos de Discriminação, Assédio e Violência por Razões de Gênero, Instrumento elaborado para aplicação no âmbito da própria central, o protocolo busca promover uma cultura de respeito e garantir ambientes livres &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-61930" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/02/nao-assedio-fw-600x350-1-300x175.webp" alt="" width="400" height="233" /></p>
<p>A CUT deu mais um passo na consolidação de uma política permanente de enfrentamento às violências ao lançar o <strong>Protocolo de Prevenção e Ação em Casos de Discriminação, Assédio e Violência por Razões de Gênero</strong>, Instrumento elaborado para aplicação no âmbito da própria central, o protocolo busca promover uma cultura de respeito e garantir ambientes livres de violência e assédio.</p>
<p>Criado para estabelecer mecanismos concretos de prevenção e enfrentamento, especialmente contra práticas que atingem mulheres, o <strong>Protocolo</strong> reafirma um compromisso ético e político da CUT com a transformação das relações de convivência e trabalho. O documento orienta que todas as pessoas atuem com respeito às diferenças, aos pontos de vista e sem qualquer forma de conduta discriminatória, intimidatória ou assediadora, assegurando espaços inclusivos, seguros e democráticos.</p>
<p>O conceito principal da elaboração dessa iniciativa, explica a secretária da Mulher Trabalhadora da CUT, Amanda Corcino, é de que “não há projeto sindical transformador se as mulheres não estiverem protegidas dentro da própria organização”.</p>
<p>Ela afirma que a violência contra é mulher é um problema estrutural na sociedade, originado na afirmativa machista de manutenção de poder em todos os espaços e nenhum deles está livre dessa violência. E, prossegue, dentro do movimento sindical, mais do que uma reação a eventuais casos, é preciso um posicionamento político efetivo, ou seja, uma ação que situe o movimento sindical como exemplo de combate à violência de gênero</p>
<p>“A violência contra as mulheres não acontece somente fora da nossa organização, também se manifesta dentro dela. E isso exige de nós uma resposta política. Não estamos falando apenas de casos extremos. Estamos falando de práticas cotidianas que deslegitimam, silenciam e afastam mulheres dos espaços de decisão”, diz Amanda.</p>
<p>Enfrentar o assédio e todas as formas de violência, ela pontua. “não é uma pauta secundária”.</p>
<p>“É condição para que a CUT seja coerente com o projeto de transformação social que defende. O protocolo não surge do nada. Ele é fruto da luta das mulheres da CUT que se recusaram a naturalizar essas violências. Nosso desafio agora é fazer com que ele saia do papel e se torne prática.  E isso depende de cada uma de nós.”</p>
<p><strong>Cartilha</strong></p>
<p>A Cartilha de Aplicação do Protocolo de Prevenção e Ação em Casos de Discriminação, Assédio e Violência por Razões de Gênero, é um material foi elaborado para orientar, de forma acessível, toda a militância e a estrutura sindical sobre como identificar situações de violência de gênero e agir corretamente diante delas.</p>
<p>O material foi elaborado partindo do princípio que é preciso haver um “letratamento”. Por ser estrutural, a violência contra a mulher é muitas vezes praticas por pessoas que sequer entendem que determinada conduta representa uma agressão, um assédio, e portanto, uma violência.</p>
<p>“O protocolo vem acompanhado dessa cartilha que explica exatamente o que uma pessoa – em geral um homem – pratica contra a mulher e considera como ‘natural’. É preciso ‘reeducar’, mas isso não significa que o agressor não tenha que ser responsabilizado. É por isso que nosso protocolo é detalhado e preciso nesses pontos”, diz Amanda.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>Mais do que um conjunto de normas, a cartilha cumpre o papel formativo de tornar visíveis práticas muitas vezes naturalizadas no cotidiano sindical e que, na prática, produzem silenciamento, constrangimento e afastamento de mulheres dos espaços de decisão</p>
<footer>&#8211; Amanda Corcino</footer>
</blockquote>
<p><strong>Um guia para reconhecer e enfrentar a violência</strong></p>
<p>A cartilha organiza, de forma didática, os principais conceitos e orientações do protocolo, ajudando a identificar o que caracteriza assédio, discriminação e violência de gênero.</p>
<p>O material explica que essas violências podem se manifestar de diversas formas:</p>
<ul>
<li>Física</li>
<li>Psicológica</li>
<li>Moral</li>
<li>Sexual</li>
<li>Simbólica</li>
<li>Política</li>
<li>Patrimonial</li>
<li>Digital (por meio de redes sociais, por exemplo)</li>
</ul>
<p>Também detalha situações recorrentes no cotidiano sindical, como a interrupção sistemática da fala de uma mulher, a desqualificação de sua atuação ou práticas que geram constrangimento e isolamento.</p>
<p>Ao mesmo tempo, faz uma distinção importante: &#8220;<strong>Nem todo conflito é assédio, mas toda violência deve ser reconhecida e enfrentada&#8221;</strong></p>
<p><strong>Como identificar uma situação</strong></p>
<p>Para ajudar na identificação, a cartilha orienta observar alguns elementos:</p>
<ul>
<li>Há constrangimento ou humilhação?</li>
<li>Existe repetição ou padrão na conduta?</li>
<li>Há conteúdo discriminatório ou sexual?</li>
<li>Há tentativa de silenciamento ou exclusão?</li>
</ul>
<p>A análise deve considerar o contexto, a repetição e o impacto das ações.</p>
<p><strong>Como agir</strong></p>
<p>Diante de uma situação de violência, o protocolo estabelece diretrizes:</p>
<ul>
<li>Não minimizar o ocorrido</li>
<li>Não expor as pessoas envolvidas</li>
<li>Não investigar de forma informal</li>
<li>Não tentar resolver fora dos canais institucionais</li>
<li>Fazer o encaminhamento adequado</li>
</ul>
<p>O caminho é acionar as instâncias responsáveis dentro da CUT, garantindo que o caso seja tratado com confidencialidade, responsabilidade e respeito.</p>
<p>A cartilha reforça que <strong>denunciar não é expor  e sim acionar mecanismos de proteção construídos coletivamente.</strong></p>
<p><strong>Responsabilidade de toda a organização</strong></p>
<p>O protocolo se aplica a todas as pessoas que participam da vida sindical:</p>
<ul>
<li>Dirigentes</li>
<li>Militantes</li>
<li>Trabalhadores e trabalhadoras da estrutura</li>
<li>Assessores e assessoras</li>
<li>Convidados e convidadas</li>
</ul>
<p>O protocolo ressalta que as diretrizes valem em todos os espaços, presenciais e virtuais, ou seja, onde há atividade sindical, há responsabilidade institucional.</p>
<p><strong>Formação para transformar a cultura sindical</strong></p>
<p>Um dos fios condutores da cartilha é a formação. O material destaca que a prevenção depende de processos contínuos de formação sindical, capazes de:</p>
<ul>
<li>Identificar práticas de violência</li>
<li>Enfrentar sua naturalização</li>
<li>Fortalecer relações democráticas</li>
</ul>
<p>Os materiais pedagógicos elaborados pela secretarias nacional de Formação junto com a secretária nacional da Mulher Trabalhadora SNMT – a cartilha de aplicação e o caderno para formadores – partem da compreensão de que o protocolo só existirá, de fato, quando se transformar em prática coletiva.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>Não basta ter um documento bem elaborado, é preciso garantir apropriação, método e capacidade de ação nos territórios. O seminário com o coletivo de mulheres que a secretaria nacional de Formação, juntamente com a secretária nacional da Mulher Trabalhadora, realizou no dia 26 de março mostrou exatamente isso: quando a formação é enraizada na experiência concreta das companheiras, ela rompe o silêncio, desnaturaliza a violência e prepara lideranças para agir com responsabilidade política e institucional. É assim que a gente tira o protocolo do papel e coloca ele na vida real da CUT</p>
<footer>&#8211; Rosane Bertotti, secretária nacional de Formação da CUT</footer>
</blockquote>
<p><strong>Lançamento </strong></p>
<p>A apresentação do protocolo e da cartilha será realizada em um evento especuial na sede da CUT Nacional, em São Paulo, no dia 23 de abril.</p>
<p><strong>Fonte: CUT</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Os riscos de assassinato dos negros no Brasil: 49%</title>
		<link>https://bancarios.com.br/os-riscos-de-assassinato-dos-negros-no-brasil-49/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 12:14:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Raça e Etnia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A constante militância por parte dos grupos identitários tem causa embasada. O medo não é à toa e a discriminação ultrapassa palavras ou olhares tortos. No Brasil, a população negra segue como a mais vulnerável quando comparada à branca, especialmente no que diz respeito à violência letal. O receio de morrer ou de ser preso &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-71045 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/01/IMAGEM_NOTICIA_3-2026-01-28T095929.632.jpg" alt="" width="900" height="600" /></p>
<p>A constante militância por parte dos grupos identitários tem causa embasada. O medo não é à toa e a discriminação ultrapassa palavras ou olhares tortos. No Brasil, a população negra segue como a mais vulnerável quando comparada à branca, especialmente no que diz respeito à violência letal.</p>
<p>O receio de morrer ou de ser preso injustamente faz parte do cotidiano, atravessa gerações e molda comportamentos desde a infância, em um sistema que historicamente associa cor da pele a perigo e criminalidade.</p>
<p>Esta percepção encontra respaldo em dados concretos. Estudo conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP (Universidade de São Paulo), com base em 42.441 homicídios registrados em 2022, mostra que pessoas negras enfrentam um risco significativamente maior de morrer assassinadas do que as brancas, mesmo quando fatores sociais e territoriais são semelhantes. A pesquisa aponta que a cor da pele permanece como fator determinante da letalidade no país.</p>
<p>Segundo os dados, pessoas pretas e pardas representaram quase 78% das vítimas de homicídio no Brasil naquele ano, enquanto pessoas brancas corresponderam a pouco mais de 21%. A desigualdade é agravada nas regiões mais violentas do país. Nos municípios com alta incidência de homicídios, a taxa chegou a 43,2 mortes por 100 mil habitantes, e quase 90% das vítimas eram negras, sobretudo pardas. Essas áreas concentram-se majoritariamente no Nordeste, além de partes do Norte e da Amazônia.</p>
<p>Mesmo após o uso de métodos estatísticos rigorosos, que comparam pessoas com perfis semelhantes de idade, sexo, escolaridade e local de moradia, a disparidade racial persiste. No cenário mais conservador da análise, pessoas negras apresentaram 49% mais chance de morrer por homicídio do que pessoas brancas; em outros modelos, o risco foi até duas vezes maior. Os dados reforçam que o medo ensinado às crianças negras não é paranoia, mas uma estratégia de sobrevivência em um país onde a violência segue um padrão seletivo.<br />
Fonte: Bancários Bahia.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Por unanimidade, STF reconhece existência de racismo estrutural no Brasil. Entenda</title>
		<link>https://bancarios.com.br/por-unanimidade-stf-reconhece-existencia-de-racismo-estrutural-no-brasil-entenda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 12:39:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Raça e Etnia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Julgamento da ADPF 973 aponta falhas históricas e determina revisão de ações antirracistas Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a existência de racismo estrutural no Brasil e a ocorrência de graves violações a preceitos fundamentais, ao concluir, nesta quinta-feira (18), o julgamento da ADPF 973. A decisão determina que o poder público adote &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="dd-m-display dd-m-display--small dd-m-background-energized-light">
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<h3 class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">Julgamento da ADPF 973 aponta falhas históricas e determina revisão de ações antirracistas</h3>
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<div class="dd-m-icon__group-icons"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-70862 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/01/systemuploadsnews729902bb98cc653e0d6-700x460xfit-9aace.jpg" alt="" width="700" height="460" /></div>
</div>
<p data-start="118" data-end="348">Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a existência de racismo estrutural no Brasil e a ocorrência de graves violações a preceitos fundamentais, ao concluir, nesta quinta-feira (18), o julgamento da ADPF 973.</p>
<p data-start="350" data-end="745">A decisão determina que o poder público adote medidas para enfrentar o problema, como a revisão ou elaboração de um plano nacional de combate ao racismo estrutural, a reavaliação de políticas de acesso à educação e ao emprego, incluindo o sistema de cotas, e a criação de protocolos de atendimento à população negra por órgãos do Judiciário, Ministérios Públicos, Defensorias e forças policiais.</p>
<p data-start="747" data-end="1112">A ação foi ajuizada por sete partidos políticos, que pediam o reconhecimento da violação sistemática dos direitos da população negra. A maioria dos ministros acompanhou o voto do relator, Luiz Fux, que reconheceu o racismo estrutural, mas afastou o reconhecimento do estado de coisas inconstitucional, por entender que há medidas em curso para enfrentar o problema.</p>
<p data-start="1114" data-end="1466"><strong>Avanço histórico</strong></p>
<p data-start="1114" data-end="1466">Para a secretária nacional de Combate ao Racismo da CUT, <strong>Maria Júlia Nogueira</strong>, a decisão representa um avanço histórico.</p>
<p data-start="1114" data-end="1466">“O STF reconhece aquilo que o movimento negro denuncia há décadas: o racismo é estrutural e produz desigualdades profundas. Essa decisão fortalece a luta por políticas públicas efetivas e pela responsabilização do Estado”, afirmou.</p>
<p data-start="1468" data-end="1840">Segundo ela, <a href="https://www.cut.org.br/noticias/stf-forma-maioria-em-julgamento-para-reconhecer-o-racismo-estrutural-no-brasil-6102">o reconhecimento do racismo estrutural</a> precisa se traduzir em ações concretas. “Não basta o reconhecimento jurídico. É fundamental que as determinações do Supremo resultem em políticas públicas efetivas, com orçamento, metas e participação social, para enfrentar as desigualdades no acesso ao trabalho, à educação, à justiça e à segurança pública”, completou.</p>
<p data-start="1842" data-end="2074">Ficaram vencidos os ministros Edson Fachin, Flávio Dino e a ministra Cármen Lúcia, que defenderam o reconhecimento da omissão estatal sistêmica e do estado de coisas inconstitucional decorrente do racismo estrutural e institucional.</p>
<p data-start="1842" data-end="2074"><em><strong>Fonte: CUT</strong></em></p>
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		<title>20 de Novembro: Dia da Consciência Negra é feriado nacional e reforça a luta histórica contra o racismo no Brasil</title>
		<link>https://bancarios.com.br/20-de-novembro-dia-da-consciencia-negra-e-feriado-nacional-e-reforca-a-luta-historica-contra-o-racismo-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 18:12:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Raça e Etnia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil celebra, nesta quinta-feira (20), o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, feriado instituído pela Lei nº 14.759/2023, sancionada pelo presidente Lula. A data marca oficialmente a resistência do povo negro e relembra que o racismo estrutural ainda organiza profundamente a sociedade. O dia 20 de novembro homenageia Zumbi dos Palmares, líder &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-70602 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Semana-da-Consciencia-Negra-Bancaria.pdf.jpg" alt="" width="600" height="350" /></p>
<p>O Brasil celebra, nesta quinta-feira (20), o <strong>Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra</strong>, feriado instituído pela <strong>Lei nº 14.759/2023</strong>, sancionada pelo presidente Lula. A data marca oficialmente a resistência do povo negro e relembra que o racismo estrutural ainda organiza profundamente a sociedade.</p>
<p>O dia 20 de novembro homenageia <strong>Zumbi dos Palmares</strong>, líder do Quilombo dos Palmares e símbolo máximo da luta contra a escravidão. A data foi originalmente criada em 2011, pela <strong>Lei nº 12.519</strong>, após forte reivindicação do movimento negro organizado, mas só se tornou feriado nacional em 2023.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Por que 20 de novembro? A força da resistência</strong></p>
<p>O 20 de novembro foi escolhido por militantes do Movimento Negro Unificado em 1978, durante a retomada das mobilizações sociais no período final da ditadura militar. A data marca o assassinato de Zumbi, em 1695, por bandeirantes chefiados por Domingos Jorge Velho.</p>
<p>Ao elegerem Zumbi como referência, e não o 13 de maio, data da Lei Áurea, o movimento negro destacou que a abolição sem políticas de inclusão produziu apenas uma <strong>“liberdade falsa”</strong>, que abandonou a população negra à própria sorte. O 20 de novembro, portanto, é símbolo da luta pela memória e resistência dos povos africanos escravizados, pelos direitos da população negra no presente e contra o racismo institucional que persiste no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quem foi Zumbi dos Palmares?</strong></p>
<p>Pesquisas históricas indicam que Zumbi nasceu no Quilombo dos Palmares, um dos maiores da América Latina. Apesar de versões idealizadas sobre sua vida, há consenso sobre seu papel como líder militar e político na defesa de Palmares contra invasores, combates que duraram décadas.</p>
<p>Palmares foi um território de autonomia, organização social e liberdade, onde milhares de pessoas fugidas da escravidão construíram novas possibilidades de vida. Por isso, Zumbi se tornou referência para movimentos sociais, para o ensino básico (conforme a <strong>Lei 10.639/2003</strong>) e para ações antirracistas no país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A permanência das desigualdades</strong></p>
<p>Dados apresentados no fórum pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) mostram que a participação de negras e negros no sistema financeiro ainda está longe da representatividade que possuem na população geral (56,1%).</p>
<p>Em 2021, de um total de aproximadamente 450 mil trabalhadores e trabalhadoras bancários, 110 mil se declaravam negros, representando 24,44% da categoria.</p>
<p>Essa representação diminui ainda mais quando observamos os cargos de liderança. Em 2021, pessoas pretas e pardas representavam apenas <strong>20,3%</strong> das ocupações de liderança na categoria bancária, enquanto pessoas brancas ocupavam <strong>75,5%</strong> desses cargos.</p>
<p>A presença de jovens negros e negras também reflete esse cenário desigual. Em 2021, trabalhadores com até 29 anos representavam apenas <strong>17,8%</strong> da categoria bancária. Dentre eles, apenas <strong>31,6%</strong> eram negros, com maior concentração na faixa dos 18 aos 24 anos.</p>
<p>No âmbito regional, os dados do <strong>formulário de autoidentificação de Raça, Cor, Sexualidade e Religião</strong> aplicado pelo <strong>Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região</strong> revelam que, entre as bancárias e bancários da base territorial, <strong>11,4%</strong> se identificam como <strong>negros</strong> e <strong>38%</strong> como <strong>pardos</strong> — números que reforçam a importância de políticas de inclusão e ações afirmativas no setor.</p>
<p>Além disso, no cotidiano, práticas racistas aparecem em olhares, atitudes de clientes, “brincadeiras”, comentários sobre aparência, e até na vigilância excessiva — marcadores históricos do controle sobre corpos negros.</p>
<p>Por isso, o combate ao racismo é parte essencial da luta sindical.</p>
<p><strong>Por que este dia importa para a categoria bancária?</strong></p>
<p>Porque o ambiente de trabalho só será realmente saudável quando for <strong>seguro, igualitário e inclusivo</strong> para todas as pessoas.<br />
Isso implica:</p>
<ul>
<li>Combater práticas racistas nas relações de trabalho;</li>
<li>Garantir políticas afirmativas nas instituições financeiras;</li>
<li>Promover formação continuada sobre relações étnico-raciais;</li>
<li>Defender oportunidades justas de crescimento;</li>
<li>Valorizar a presença negra nos bancos e no movimento sindical.</li>
</ul>
<p>O Sindicato reafirma seu compromisso de pautar a questão racial em todas as mesas de negociação, fortalecer coletivos negros e denunciar situações de discriminação.</p>
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		<title>VIII Fórum Nacional pela Visibilidade Negra no Sistema Financeiro</title>
		<link>https://bancarios.com.br/viii-forum-nacional-pela-visibilidade-negra-no-sistema-financeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 13:11:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Raça e Etnia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Encontro reuniu cerca de 120 participantes de sindicatos e federações de trabalhadores do ramo financeiro de todo o país e marcou simbolicamente o início do Mês da Consciência Negra O VIII Fórum Nacional pela Visibilidade Negra no Sistema Financeiro encerrou-se na última sexta-feira (7), em Fortaleza, com a aprovação de uma agenda estratégica para fortalecer &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>Encontro reuniu cerca de 120 participantes de sindicatos e federações de trabalhadores do ramo financeiro de todo o país e marcou simbolicamente o início do Mês da Consciência Negra</h3>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-70488 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Forum-Visibilidade-Negra.jpeg" alt="" width="1072" height="598" /></div>
<div class="news-details__main-content">
<div class="news-details__main-text visible">
<p>O VIII Fórum Nacional pela Visibilidade Negra no Sistema Financeiro encerrou-se na última sexta-feira (7), em Fortaleza, com a aprovação de uma agenda estratégica para fortalecer o combate ao racismo e ampliar a inclusão da população negra no setor financeiro. Realizado na sede do Sindicato dos Bancários do Ceará, o encontro reuniu cerca de 120 participantes de sindicatos e federações de trabalhadores do ramo financeiro de todo o país e marcou simbolicamente o início do Mês da Consciência Negra, momento em que o movimento sindical reforça a defesa da memória de Zumbi dos Palmares e o compromisso com a igualdade racial.</p>
<p>Durante dois dias de debates, painéis, exposições e trocas de experiências, o Fórum aprofundou a análise sobre desigualdade racial, políticas afirmativas, condições de trabalho, violência estrutural e desafios contemporâneos como o avanço da inteligência artificial no sistema financeiro. As discussões culminaram na aprovação da Carta de Fortaleza, documento que reúne propostas e ações concretas para os próximos meses.</p>
<p>A secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT, Elaine Cutis, destacou que o evento cumpriu plenamente seu papel ao articular formação, mobilização e encaminhamentos práticos. “Este Fórum superou as expectativas. Saímos daqui com mais consciência, mais formação e, principalmente, com ações objetivas construídas coletivamente. É um passo importante para manter o debate racial no centro da ação sindical e transformar realidades dentro dos bancos”, avaliou.</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;&gt;</strong> <a href="https://contrafcut.com.br/fotos/viii-forum-nacional-pela-visibilidade-negra-no-sistema-financeiro/" target="_blank" rel="noopener">Veja galeria de fotos</a></p>
<h2><strong>Enfrentamento ao racismo estrutural</strong></h2>
<p>Os debates confirmaram que a realidade da população negra no mercado de trabalho, e especificamente no sistema financeiro, é marcada por graves desigualdades. Dados apresentados por pesquisadores mostraram que mulheres negras continuam a receber, em média, 53% a menos que outros trabalhadores, enquanto a violência segue atingindo de forma desproporcional a juventude negra, responsável por 79% das vítimas de homicídios registrados em 2024.</p>
<p>Para o secretário de Combate ao Racismo da Contraf-CUT, Almir Aguiar, o Fórum consolidou um acúmulo fundamental de diagnósticos e propostas para enfrentar esses desafios. “O Fórum mostrou, com precisão, que a luta contra o racismo precisa ser permanente e estruturada. Debatemos dados duros, ouvimos especialistas e, principalmente, construímos caminhos para avançar. A Carta de Fortaleza é um instrumento poderoso, porque traduz indignação em ação, análise em compromisso”, afirmou.</p>
<p>Ele reforçou que o setor financeiro precisa romper com sua histórica desigualdade interna. “Sabemos que a presença negra ainda está concentrada nas bases dos bancos, e isso não é aceitável. A partir deste Fórum, reforçamos a exigência de políticas reais de inclusão, formação e ascensão profissional. É desta maneira que precisamos transformar o sistema financeiro e contribuirmos para transformar a sociedade”, concluiu.</p>
<h2><strong>Formação, resistência e políticas afirmativas</strong></h2>
<p>As mesas temáticas abordaram desde a construção histórica do racismo no Brasil até desafios atuais, como o impacto da tecnologia e práticas de gestão que reproduzem desigualdades. Pesquisadores como Arilson dos Santos Gomes e Rodrigo Monteiro trouxeram análises sobre resistência negra, relações de trabalho e mitos sobre contratação de pessoas negras no setor bancário.</p>
<p>Expositores também destacaram a urgência de políticas de ações afirmativas e a necessidade de vigilância constante para impedir retrocessos, reforçando que avanços obtidos nas últimas décadas são fruto de forte mobilização social e que dependem da participação ativa do movimento sindical.</p>
<h2><strong>Carta de Fortaleza reforça compromissos e tarefas imediatas</strong></h2>
<p>Entre os principais encaminhamentos aprovados no Fórum estão:</p>
<ul>
<li>Promoção de formação permanente sobre relações raciais;</li>
<li>Criação de protocolos antirracistas e canais de denúncia;</li>
<li>Realização de fóruns locais e atividades nas datas históricas da luta negra;</li>
<li>Qualificação profissional com foco na juventude negra;</li>
<li>Criação de coletivos e fundos de apoio para ampliar a participação de dirigentes negros;</li>
<li>Ações de promoção da saúde da população negra;</li>
<li>Realização periódica de reuniões de mobilização e organização.</li>
</ul>
<p>Para Elaine Cutis, o compromisso firmado pelas entidades presentes demonstra a força e a maturidade da categoria. “A Carta de Fortaleza traduz um movimento coletivo potente. Ela mostra que o combate ao racismo é uma prioridade e que as entidades estão dispostas a transformar esse compromisso em prática, nas agências e nos locais de trabalho”, avaliou.</p>
<p>Almir Aguiar destacou que o Fórum reforça o papel histórico da Contraf-CUT de luta contra o racismo e pioneirismo em defesa da população negra. “Encerramos este encontro certos de que estamos no caminho certo. O Fórum fortaleceu vínculos, aprofundou debates e nos deu uma agenda sólida para continuar enfrentando o racismo estrutural no sistema financeiro. A Contraf-CUT seguirá vigilante, mobilizada e determinada a avançar”, afirmou.</p>
<h2><strong>Consciência Negra é todos os dias</strong></h2>
<p>O VIII Fórum Nacional pela Visibilidade Negra no Sistema Financeiro encerrou-se reafirmando que a luta por igualdade e reparação deve ser cotidiana. No mês que marca a memória de Zumbi dos Palmares e o Dia da Consciência Negra, o movimento sindical bancário reforça que a justiça racial é tarefa permanente, tanto dentro dos bancos, quanto dentro das entidades e em toda a sociedade.</p>
<p>“Saímos daqui com uma agenda concreta em mãos. Concluímos as atividades aqui no Ceará fortalecidos, organizados e comprometidos com a construção de um sistema financeiro mais diverso, justo e verdadeiramente antirracista”, concluiu Almir Aguiar.</p>
<p><em><strong>Fonte: Contraf</strong></em></p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Empreendedorismo negro: barreiras estruturais ainda são obstáculo</title>
		<link>https://bancarios.com.br/empreendedorismo-negro-barreiras-estruturais-ainda-sao-obstaculo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 13:21:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novembro Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Raça e Etnia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento ‘Future in Black’, em São Paulo, abordou desafios da população negra no mundo dos negócios e do trabalho Por Roberta Jovchelevich Se a obtenção de uma linha de crédito para estruturar um micro ou pequeno negócio não é simples, para empreendedores negros, essa jornada é ainda mais difícil. “Pessoas negras têm três vezes mais dificuldade &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><em class="sub-title">Evento ‘Future in Black’, em São Paulo, abordou desafios da população negra no mundo dos negócios e do trabalho</em></h3>
<div><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-70434 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-10-15-at-20.06.01_p34130_cover_image_resized.webp" alt="" width="814" height="492" /></div>
<div class="author">Por <strong>Roberta Jovchelevich</strong></div>
<div class="text-content">
<p>Se a obtenção de uma linha de crédito para estruturar um micro ou pequeno negócio não é simples, para empreendedores negros, essa jornada é ainda mais difícil. “Pessoas negras têm três vezes mais dificuldade de acesso a crédito”, afirmou Fernando Soares, gerente do Mover – Movimento pela Equidade Racial, na abertura do encontro ‘Future in Black’, em São Paulo (SP).</p>
<p>A maior conferência de tomadores de decisão negros da América Latina reuniu representantes de órgãos públicos e de grandes empresas ao longo desta quarta-feira (15), para refletir sobre a construção de um país mais dinâmico e justo, em que a população negra esteja inserida social e economicamente de forma plena.</p>
<p><mark class="mark-highlight animated">Levantamento do Sebrae indica que 16 milhões de pessoas negras empreendem no Brasil, com faturamento médio mensal de R$ 2,5 mil. Desse montante, apenas 26% já conseguiram acessar algum tipo de crédito.</mark></p>
<div id="attachment_34131" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-34131" src="https://agenciasebrae.com.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-15-at-18.06.40.jpeg" alt="" width="1599" height="1066" />Eraldo Ricardo dos Santos, gerente adjunto de Diversidade e Inclusão do Sebrae Nacional (fotos: Fábio Eufrazio)</div>
<p><mark class="mark-highlight animated">“A matriz de análise de crédito das instituições financeiras pressupõe garantias e o CEP da residência. Ocorre que mais de 80% da população negra não tem propriedades e a maioria dos endereços é considerada vulnerável, então o score (pontuação) cai”,</mark> explicou Eraldo Ricardo dos Santos, gerente adjunto de Diversidade e Inclusão do Sebrae Nacional, demonstrando que o sistema financeiro, mesmo que negue, leva em conta critérios raciais na hora de conceder crédito.</p>
<p>Iniciativa do Sebrae com o BNDES – Banco Nacional do Desenvolvimento no intuito de reverter essa situação resultou no Fundo Garantidor de Investimento (FGI), que cobre até 80% do empréstimo a micro e pequenos empreendedores em caso de inadimplência.</p>
<p>Em parceria com o Mover, o Sebrae também estuda a criação de linhas de crédito exclusivas para pessoas negras. “É necessário que o setor público cobre do setor privado o compromisso com a promoção da equidade racial como condição para a contratação de serviços”, ressaltou Daiesse Jaala, Chefe de Auditoria de Licitações e Contratos da Advocacia Geral da União.</p>
<p><mark class="mark-highlight animated">“Foi muito difícil obter crédito, consegui em um banco privado, mas pagando juros altíssimos”, contou Anderson Marcelo, CEO da startup Delivery das Favelas, plataforma de entrega voltada para atender moradores de comunidades.</mark></p>
<p>Criada no Rio de Janeiro em 2021, a empresa surgiu da própria realidade de Anderson que não conseguia que compras online fossem entregues na sua casa uma vez que os serviços tradicionais se negavam a entrar na favela alegando risco de violência. “Em quatro anos de atividade, temos 0% de sinistro”, comemora.</p>
<p>Anderson participou do ‘Future in Black’ a convite do Sebrae, que promoveu a ida de pequenos empreendedores com ideias inovadoras ao evento para divulgarem seus negócios e fazerem novas conexões.</p>
<p><strong>INTENCIONALIDADE</strong> – No lounge patrocinado pelo Sebrae, o destaque era o chá de rooibos orgânico, erva sul-africana de sabor similar ao mate com toque mais sutil e adocicado. “O verdadeiro chá se faz a partir da infusão, não se deve ferver. Isso amarga o chá”, explicava Flávia Barbosa, responsável pela degustação e microempresária, há 7 anos no ramo com a Capins da Terra, montando workshops e blends de chá de origem controlada.</p>
<div id="attachment_34132" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-34132" src="https://agenciasebrae.com.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-15-at-18.08.51.jpeg" alt="" width="1599" height="1066" />Flávia Barbosa, criadora da Capins da Terra (fotos: Fábio Eufrazio)</div>
<p>“Dificuldades no mercado de trabalho me levaram a empreender. Era isso ou aceitar subempregos, basicamente”, conta a paulista de Ribeirão Preto, que desde o início de sua jornada de ‘charista’, como ela se define, buscou o apoio do Sebrae.</p>
<p>Também contando com o suporte da instituição, a Infleet oferece soluções eficientes para gestão de frota, utilizando tecnologia para reduzir acidentes e diminuir a emissão de poluentes pelos veículos. Criada por quatro colegas do curso de engenharia politécnica da Universidade Federal da Bahia, em 2018, hoje conta com mais de 900 clientes atendidos. “Temos planos de expandir para a América Latina”, disse Vitor Reis, COO e fundador, lembrando da estratégica participação no programa Inovativa em 2017.</p>
<p>No pequeno estande ao lado, Leonardo Souza exaltava o potencial da cultura maker que o seu empreendimento, a Ideia Space, proporciona a alunos do Ensino Médio, ao desmistificar a educação espacial: “O espaço é acessível para todo mundo.”</p>
<p>Como ação de acesso a mercados para mitigar os desafios enfrentados por profissionais negros, bem como de promoção e capacitação de empreendedores que estão em comunidades, a terceira edição do ‘Future in Black’ evidenciou a importância das políticas de ação afirmativa no impacto social das famílias e no progresso econômico do país.</p>
<p><mark class="mark-highlight animated">“A gente precisa de ação! No nosso meio não tem meritocracia. Se não tivermos intenção de comprar de pequenos negócios afro, nossa realidade não vai mudar”, clamou o gerente Eraldo dos Santos.</mark></p>
<p>Douglas Vidal, criador do Future in Black, anunciou que em 2026 o evento será uma conferência global, trazendo líderes de mais de 30 países. Além disso, segundo Vidal, foi criado o Instituto com o mesmo nome encontro, como o propósito de transformar executivos negros em líderes influentes.</p>
<p><em><strong>Fonte: agenciasebrae</strong></em></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>VIII Fórum Nacional pela Visibilidade Negra: inscrições vão até 31 de outubro</title>
		<link>https://bancarios.com.br/viii-forum-nacional-pela-visibilidade-negra-inscricoes-vao-ate-31-de-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 11:49:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Raça e Etnia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As inscrições para o VIII Fórum Nacional pela Visibilidade Negra no Sistema Financeiro seguem até o dia 31 de outubro. O evento será realizado nos dias 6 e 7 de novembro, na sede do Sindicato dos Bancários do Ceará, em Fortaleza. O Fórum é voltado a dirigentes sindicais responsáveis pelas secretarias de políticas sociais das &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-70323 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/10/8_forum_da_visibilidade_negra_3_e5981-1.jpeg" alt="" width="1024" height="571" /></p>
<p>As inscrições para o VIII Fórum Nacional pela Visibilidade Negra no Sistema Financeiro seguem até o dia 31 de outubro. O evento será realizado nos dias 6 e 7 de novembro, na sede do Sindicato dos Bancários do Ceará, em Fortaleza.</p>
<p>O Fórum é voltado a dirigentes sindicais responsáveis pelas secretarias de políticas sociais das entidades do ramo financeiro (sindicatos e federações), a dirigentes envolvidos na temática e a bancárias e bancários, que acompanham ou desejam acompanhar as discussões sobre igualdade de oportunidades, combate ao racismo e negociações coletivas.</p>
<p>Em sua 8ª edição, o fórum se consolidou como espaço de atualização, troca de informações e formação. O objetivo é contribuir para os debates junto à base, à sociedade e às mesas temáticas de negociações com representantes dos bancos e com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Confira a programação completa do evento:</b></p>
<p><b>06 de novembro: quinta-feira</b></p>
<p><b>9h</b> – Início do credenciamento</p>
<p><b>9h30</b> – Mesa de Abertura</p>
<p><b>Análise de conjuntura histórica das relações de trabalho e raciais no Brasil e suas consequências na vida da população negra</b></p>
<p><b>10h30 </b>– Arilson dos Santos Gomes</p>
<p>Professor, Mestre e Doutor em História pelo PPGH/PUCRS, Doutor em Ensino de História pela UFC, Professor da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB) e Pesquisador do Programa Cientista Chefe da Cultura – FUNCAP/SECULT/Ceará.</p>
<p><b>11h05</b> – Tiago Santana</p>
<p>Ex-Superintendente de Juventude do Governo do Rio de Janeiro, ex-assessor parlamentar na Câmara Federal e atual Secretário de Políticas de Ações Afirmativas, Combate e Superação do Racismo do Ministério da Igualdade Racial.</p>
<p><b>11h40</b> – Debate</p>
<p><b>12h10</b> – Intervalo para almoço</p>
<p><b>Participação de negros e negras no mercado de trabalho, políticas de inclusão e combate ao racismo</b></p>
<p><b>14h</b> – Vivian Machado</p>
<p>Economista, Mestra em Economia Política pela PUC-SP, técnica da Subseção do Dieese na CONTRAF/CUT e pesquisadora do Observatório CONJUSCS da Universidade de São Caetano do Sul.</p>
<p><b>14h35</b> – Maria Júlia Reis Nogueira</p>
<p>Servidora Pública Federal, graduada em Administração Pública, diretora do SINTSPREV/Maranhão, Secretária Nacional de Combate ao Racismo da CUT/BR e representante da Central no Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial (CNPIR/MIR).</p>
<p><b>15h10</b> – Jerônimo da Silva Júnior</p>
<p>Historiador pela Universidade Católica de Salvador, dirigente do SEEB/BA, fundador do Departamento de Combate ao Racismo da entidade, ex-membro da Comissão Nacional Contra a Discriminação Racial da CUT (CNDCR) e delegado da III Conferência Mundial Contra o Racismo e a Intolerância em Durban (África do Sul).</p>
<p><b>16h</b>– Debate</p>
<p><b>16h30</b> – Intervalo para o café</p>
<p><b>Empoderamento negro e a luta antirracista</b></p>
<p><b>16h50</b> – Deo Garcez – A cultura como forma de resistência</p>
<p>Ator de teatro, TV e cinema, professor, autor, diretor e produtor teatral. Bacharel em Interpretação Teatral e Licenciado em Artes Cênicas pela Faculdade Dulcina de Moraes. Participou de 16 novelas e mais de 50 espetáculos. Há mais de 10 anos encena “Luiz Gama: Uma voz pela liberdade”.</p>
<p><b>17h25</b> – Martir Silva – O direito como forma de resistência</p>
<p>Advogada e professora, Mestre em Avaliação de Políticas Públicas pela UFC, docente de Direito no Centro Universitário Cearense, militante do movimento negro e feminista. Atualmente é Secretária Executiva da Igualdade Racial do Estado do Ceará.</p>
<p><b>18h00 </b>– Adriana Almeida – O parlamento como forma de resistência</p>
<p>Professora, graduada em Biologia, primeira vereadora negra na Câmara Municipal de Fortaleza pelo PT. Defende pautas de equidade racial, juventude, população LGBTQIA+, inclusão de pessoas com deficiência, cultura, meio ambiente e proteção animal.</p>
<p><b>18h35</b> – Debate</p>
<p><b>19h10</b> – Encerramento</p>
<p><b>20h00 </b>– Confraternização</p>
<p><b>07 de novembro de 2025: sexta-feira</b></p>
<p><b>O sistema econômico brasileiro como política de inclusão de negras e negros no mercado de trabalho e redução das desigualdades sociais</b></p>
<p><b>9h30 </b>– Rodrigo Monteiro</p>
<p>Economista, auditor do Banco Central do Brasil há 30 anos, pós-graduado em Contabilidade, Auditoria e Normas Internacionais. Atualmente é Coordenador-Geral de Administração na Imprensa Nacional (Casa Civil da Presidência). Integrante da Associação Brasileira de Economistas pela Democracia (ABED/DF).</p>
<p><b>10h05</b> – Debate</p>
<p><b>10h35 </b>– Combate à discriminação racial: a categoria bancária e suas experiências</p>
<p><b>11h50</b> – Desafios e compromissos das entidades envolvidas</p>
<p><b>12h30</b> – Encerramento</p>
<p>&nbsp;</p>
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<div class="bt-social-share-button bt-facebook-share-button">Fonte: FEEB/BA-SE.</div>
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		<title>Negros seguem como principais vítimas da violência no Brasil, mostra Anuário de Segurança 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 11:37:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Raça e Etnia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-69610 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-18-at-12.47.20-1024x571.jpeg" alt="" width="618" height="345" /></p>
<p>O Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025, divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), revela o peso do racismo estrutural na violência do país. Em 2024, a cada dez pessoas mortas pela polícia, oito eram negras. O levantamento também aponta que mulheres negras são a maioria entre as vítimas de feminicídio e que policiais negros são os mais atingidos pela violência letal em serviço.</p>
<p>Segundo o estudo, 82% das mortes decorrentes de intervenção policial foram de pessoas pretas ou pardas. A maioria das vítimas eram homens (99,2%) e jovens: as taxas mais altas estão entre adolescentes de 12 a 17 anos (2,3 por 100 mil) e jovens de 18 a 24 anos (9,6 por 100 mil).</p>
<p>Outro dado alarmante mostra que a violência atinge também quem veste a farda. Em 2024, 170 policiais civis e militares foram mortos em serviço, sendo 65,4% deles negros, ainda que este grupo represente pouco mais da metade do efetivo.</p>
<p>No total, o Brasil registrou 44.127 mortes violentas intencionais em 2024, das quais 79% tiveram vítimas negras. Quase metade das pessoas assassinadas tinha até 29 anos.</p>
<p>Entre os feminicídios, a desigualdade racial também aparece: 63,6% das mulheres assassinadas eram negras, em sua maioria entre 18 e 44 anos (70,5%). A violência ocorreu principalmente dentro de casa (79,8%), praticada por parceiros ou ex-parceiros, utilizando sobretudo armas brancas (48,4%) ou de fogo (23,6%).</p>
<p>Para o secretário de Combate ao Racismo da Contraf-CUT, Almir Aguiar, os números não deixam dúvidas sobre a realidade brasileira. “O Anuário escancara o que sempre denunciamos: a violência no Brasil tem cor. A juventude negra, as mulheres negras e até os policiais negros são as maiores vítimas de um sistema que os desvaloriza e os trata como descartáveis. Esses dados comprovam o racismo estrutural que atravessa nossa sociedade e também as instituições de segurança pública. É urgente que o Estado assuma a responsabilidade de enfrentar essa realidade com políticas públicas sérias e ações efetivas de combate ao racismo”, afirmou.</p>
<p>Almir destaca ainda que a luta contra a violência racial está diretamente ligada à luta por direitos. “Não existe democracia plena enquanto a juventude negra continuar sendo exterminada e as mulheres negras seguirem sendo as principais vítimas do feminicídio. O combate ao racismo é condição essencial para a construção de um país justo e igualitário”, completou.</p>
<p>Fonte: Contraf.</p>
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