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	<title>Arquivos CASSI - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
	<lastBuildDate>Thu, 22 Jul 2021 12:43:33 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Cassi Essencial tende a encarecer ao longo do tempo</title>
		<link>https://bancarios.com.br/cassi-essencial-tende-a-encarecer-ao-longo-do-tempo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jul 2021 12:43:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CASSI]]></category>
		<category><![CDATA[DestaquesApp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo plano está sendo vendido como ‘alternativa mais barata’ e com ‘ampla rede de prestadores’, duas informações que não se sustentam Desde que foi oficialmente lançado, na segunda quinzena de junho, o Cassi Essencial vem sendo denunciado por diversas entidades sindicais e representativas dos trabalhadores e aposentados do Banco do Brasil. Por trás de rostos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novo plano está sendo vendido como ‘alternativa mais barata’ e com ‘ampla rede de prestadores’, duas informações que não se sustentam</em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-47818 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/07/whatsapp-image-2021-07-21-at-133430.jpeg" alt="" width="618" height="372" /></p>
<p>Desde que foi oficialmente lançado, na segunda quinzena de junho, o Cassi Essencial vem sendo denunciado por diversas entidades sindicais e representativas dos trabalhadores e aposentados do Banco do Brasil.</p>
<p>Por trás de rostos felizes que estampam a cartilha do novo plano de saúde da Caixa de Assistência dos Funcionários (Cassi), existe uma estratégia para esvaziar os planos já existentes (Cassi Família I e II) e a redução da corresponsabilidade do Banco do Brasil com a manutenção da Cassi e do Plano Associados.</p>
<p>Até o momento, oficialmente, a Cassi não se manifestou sobre as críticas. No portal da entidade, o Cassi Essencial está sendo vendido como uma alternativa com “ampla rede de prestadores” e com “melhor custo-benefício” por oferecer preço regionalizado, duas informações que não se sustentam.</p>
<p><strong>O que a propaganda esconde</strong></p>
<p>No Cassi Essencial a rede credenciada é, em média, 22% menor em relação aos planos Associados e Família. Em Brasília chega a ser menor em 78%, Alagoas 50% e Rio de Janeiro 32%. (link: https://www.cassi.com.br/images/hotsites/nossosplanos/basecredenciada.html)</p>
<p>O novo plano também sai mais caro para o bolso do conveniado, em relação aos outros. Para começar, o Cassi Essencial não conta com o patrocínio do BB, ao Contrário do Plano Associados que tem o Banco como patrocinador, inclusive na aposentadoria.</p>
<p>Vale destacar ainda que o Cassi Essencial tem coparticipação de 30% ou 40% para eventos fora da área geográfica estabelecida para o novo contratante. Além disso, estabelece custo de franquia para internações que podem ser de R$ 250 ou R$ 350 se o atendimento for fora da área contratual.</p>
<p>Para terminar, o novo plano tende a encarecer sobremaneira com o tempo, pois os valores de custeio serão anuais, por faixa etária mais o cálculo atuarial. Veja a tabela a seguir, comparando o Cassi Essencial com o Plano Associados:</p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-47817 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/07/whatsapp-image-2021-07-21-at-153027-1024x608.jpeg" alt="" width="618" height="367" /></figure>
<p><strong>Enfraquecimento da Cassi</strong></p>
<p>O Cassi Essencial foi criado para captar o mesmo público alvo dos planos já existentes Cassi Família I e II, ou seja, os parentes consanguíneos até 4º grau e os parentes afins até 2º grau de funcionários. Mas novos funcionários, egressos de bancos incorporados, funcionários, ex-funcionários e aposentados do BB também podem aderir.</p>
<p>“Ao oferecer um plano de mercado para novos e futuros funcionários, a alta administração do Banco do Brasil e atual diretoria e conselhos da Cassi violam o princípio de solidariedade e isonomia que pautam a todos os colegas do banco”, alerta o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga.</p>
<p>“O título da Cassi como maior plano de autogestão do país se deve justamente ao seu sistema solidário, onde os mais jovens ajudam a custear os mais velhos e pelo fato de o Banco do Brasil, enquanto patrocinador, arcar com parte das despesas. Portanto, ao atrair novos funcionários para o Cassi Essencial a administração da Cassi está comprometendo a sustentabilidade de toda a entidade”, completa Fukunaga.</p>
<p>Fonte: Contraf/Cut</p>
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		<item>
		<title>Conheça as armadilhas do Cassi Essencial</title>
		<link>https://bancarios.com.br/conheca-as-armadilhas-do-cassi-essencial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jul 2021 12:45:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CASSI]]></category>
		<category><![CDATA[DestaquesApp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Artigo aponta, didaticamente, os riscos que os funcionários do Banco do Brasil correm ao aderir ao novo plano da Cassi O coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga, escreveu um artigo no qual demonstra, de maneira didática, os riscos aos quais os funcionários do Banco do Brasil se &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Artigo aponta, didaticamente, os riscos que os funcionários do Banco do Brasil correm ao aderir ao novo plano da Cassi</em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-47718 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/07/tag-artigo-os-risco-do-cassi-essencial.jpeg" alt="" width="618" height="372" /></p>
<p>O coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga, escreveu um artigo no qual demonstra, de maneira didática, os riscos aos quais os funcionários do Banco do Brasil se expõem ao fazer a adesão ao novo plano de saúde da Caixa de Assistência dos Funcionários (Cassi), o “Cassi Essencial”.</p>
<p>No texto, João explica que a diretoria da Cassi apresenta o novo plano como sendo “mais barato” sem dar a devida importância à franquia, ao aumento da coparticipação, à redução da rede credenciada e à menor cobertura.</p>
<p>Outro ponto observado no texto é com relação aos problemas que o novo plano pode trazer aos planos atuais, uma vez que será oferecido para o mesmo público. O “canibalismo” pode inviabilizar os planos já existentes e prejudicar a Caixa de Assistência como um todo, tema tratado ao se falar sobre o desiquilíbrio nas contas da Cassi.</p>
<p>O artigo trata ainda da exclusão dos funcionários de bancos incorporados e conclui que o novo plano tem como objetivo a redução da corresponsabilidade do Banco do Brasil com a manutenção da Cassi e do Plano Associados.</p>
<p>Leia abaixo o texto na íntegra.</p>
<h2 class="has-text-align-center"><strong>Essencial para quem?</strong></h2>
<p class="has-text-align-right"><em>João Fukunaga*</em></p>
<p><em>O lançamento do plano Cassi Essencial chegou com uma massiva campanha para inebriar os familiares de funcionários do BB e traz uma série de perguntas, duvidas e questões que demonstram o quanto à direção da Cassi está distante de seus associados.</p>
<p>Em suma, os dirigentes da Caixa de Assistência anunciam um plano “mais barato” e com cobertura similar aos planos família, entretanto não é bem isso que se depreende após uma leitura mais atenta dos prospectos.</p>
<p>São diversos senões que precisam ser analisados e para os quais faltam explicações:</p>
<p><strong>Destrutivo</strong></p>
<p>Inicialmente é preciso estabelecer que o público alvo do novo plano canibaliza os planos ja existentes (Cassi Família I e II), pois o público alvo é o mesmo e ainda permite a migração entre planos. Ao oferecer um plano “mais barato” para o mesmo público poderá levar a um esvaziamento dos demais planos, tornando-os insustentáveis.</p>
<p>Ademais cria a possibilidade de aposentados, pensionistas e ex funcionários aderirem ao plano. Essa alternativa pode ser muito útil ao BB, pois lhe retira responsabilidade de contribuir ao plano associados e cumprir com os contratos assumidos junto ao funcionalismo no sentido de viabilizar a Cassi.</p>
<p><strong>Desidratado</strong></p>
<p>É preciso que fique estabelecido que esse custo “menor” se dá em virtude de um plano “desidratado”, pois tem uma cobertura menor, uma vez que atende apenas ao rol da ANS no novo plano. Cria a co-participação de 30% ou 40% para eventos fora da área geográfica estabelecida para o novo contratante. Cria um novo custo para internações, a franquia, que pode ser de R$ 250 ou R$ 350 se o atendimento for fora da área contratual. A rede credenciada é menor em cerca de 22% em relação aos planos Associados e família, entretanto em algumas regiões essa rede de atendimento é muito menor (Brasília -78%, Alagoas -50%, Rio de Janeiro -32%) e pode induzir as pessoas a contratar um plano sem conhecer necessariamente a rede de atendimento por ter os outros planos da mesma gestora como referência.</p>
<p>Os valores de custeio serão anuais, por faixa etária e mais cálculo atuarial, o que pode encarecer sobremaneira com o tempo.</p>
<p><strong>Discriminatório</strong></p>
<p>Incita a discriminação no corpo funcional, pois segrega os funcionários do BB originários dos bancos incorporados ao não lhes permitir o acesso ao Plano Associados, seu legítimo direito. Enquanto a reivindicação dos funcionários tem sido de garantir a todos os mesmos direitos no que tange à previdência e saúde, a diretoria da Cassi tenta livrar as responsabilidades do BB quanto ao patrocínio de plano de saude ao criar uma “alternativa” que lhes distancia dessa conquista.</p>
<p><strong>Desequilibrado</strong></p>
<p>Do ponto de vista administrativo não explica como a diminuição do valor de custeio dos planos pode trazer mais sustentabilidade, uma vez que deverá ocorrer uma diminuição da arrecadação para custear as despesas administrativas da entidade. O simples fato de “baratear” o custo do plano não significa que haverá um crescimento do número de novos contratantes, uma vez que a tendencia é que haja migração dos planos família para o novo plano.</p>
<p>Um associado de 33 anos do Cassi Família II, no estado de São Paulo, tem hoje uma mensalidade de R$ 733,30 e tem a oferta do Plano Essencial por R$ 438,85, uma redução de 40,15%. Quem cobrirá as despesas administrativas da entidade? Um verdadeiro canibalismo empresarial que pode trazer mais incertezas e desequilíbrio. A tendência é que os familiares migrem para o plano “mais em conta”. Caso o plano Associados precise majorar as contribuições, poderá ocorrer outro evento de canibalismo, com a migração de aposentados e pensionistas para o plano essencial, diminuindo direitos e livrando o BB de seus compromissos, um verdadeiro cavalo de Tróia. Entretanto com o reajuste anual das faixas etárias e a possibilidade de ajuste atuarial, esse aumento pode ser potencializado e levar a um custo maior que os 4% que o associado paga hoje, levando novamente a uma decisão equivocada por propaganda enganosa.</p>
<p>A realidade é que o Cassi Familia está ficando inviável pelo alto custo, uma vez que não se tomou iniciativas para torná-lo mais acessível do ponto de vista financeiro. A alternativa apresentada, Cassi Essencial, poderá esvaziar e inviabilizar os planos familia e trazer ainda mais desequilíbrio às combalidas contas da Caixa de Assistência.</em></p>
<h6><em>* Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB).</em></h6>
<p>Fonte: Contraf/Cut</p>
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		<item>
		<title>Cassi Essencial é Cavalo de Troia e põe em risco toda a Cassi</title>
		<link>https://bancarios.com.br/cassi-essencial-e-cavalo-de-troia-e-poe-em-risco-toda-a-cassi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2021 12:43:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CASSI]]></category>
		<category><![CDATA[DestaquesApp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Adesão de novos funcionários ao Cassi Essencial, como querem os diretores, põe em risco sustentabilidade do maior plano de autogestão do país Redação: Lilian Milena Enfraquecimento da Cassi, redução do número de credenciados, falta de transparência e mais atenção aos interesses do banco do que aos interesses dos funcionários do Banco do Brasil. Estes são &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Adesão de novos funcionários ao Cassi Essencial, como querem os diretores, põe em risco sustentabilidade do maior plano de autogestão do país</em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-47622 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/07/card-cassi-essencial-e-cavolo-de-troia.jpeg" alt="" width="618" height="618" /><br />
Redação: Lilian Milena</p>
<p>Enfraquecimento da Cassi, redução do número de credenciados, falta de transparência e mais atenção aos interesses do banco do que aos interesses dos funcionários do Banco do Brasil. Estes são alguns dos resultados da implantação do novo plano de saúde criado pelos diretores da Caixa de Assistência dos funcionários do Banco do Brasil, chamado de “Cassi Essencial”. O alerta é das entidades sindicais e representativas dos trabalhadores do BB.</p>
<p>O plano foi criado por diretores e conselheiros eleitos e indicados pelo banco na Cassi. Parece que todos se subordinam aos interesses do banco e se esquecem de defender os interesses dos associados.</p>
<p>O Cassi Essencial foi criado sob o argumento de atrair os participantes que cancelaram o Plano Cassi Família e desejam um plano mais barato. Mas não é isso que fica evidente ao analisar o novo produto. O plano foi criado não apenas para atrair ex-funcionários e parentes por consanguinidade e afinidade dos funcionários do Banco do Brasil. Os funcionários do BB e da Cassi, aposentados e pensionistas e funcionários oriundos dos bancos incorporados também poderão aderir ao novo plano.</p>
<h3><strong>Canibalização e descumprimento do estatuto</strong></h3>
<p>Os sindicatos e entidades que representam os funcionários do banco denunciam que, por se tratar de um plano de mercado, o trabalhador que aderir ao Cassi Essencial não contará com o patrocínio do banco e com as contribuições patronais. Portanto, se mais funcionários forem atraídos para o novo produto, haverá redução do número de participantes nos planos de Associados e Cassi Família, colocando em risco todo o sistema de solidariedade da Cassi.</p>
<p>Em outras palavras, os diretores da Cassi criaram um produto para ajudar o banco e enfraquecer a Cassi. Uma autofagia explícita. O Cassi Essencial ajudará o banco, que poderá forçar funcionários a migrar para este plano e, assim, poderá fugir do patrocínio e reduzirá suas despesas com a saúde dos funcionários. A migração de participantes do Cassi Família para o novo plano poderá inviabilizar o Cassi Família, encarecendo suas mensalidades – pela relação contratual, a Cassi deve manter os planos ativos enquanto houver participantes.</p>
<p>“A adesão de funcionários [ao Cassi Essencial] desconfigura o Plano Associados, que é um plano solidário, onde os entrantes ajudam a custear os mais velhos e o banco é obrigado a custear parte das despesas. Já o Cassi Essencial, na prática, é um plano de mercado”, explica o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga.</p>
<p>Fukunaga destaca que a direção da Cassi contraria o estatuto da entidade, que estabelece:</p>
<figure class="wp-block-pullquote alignwide">
<blockquote><p><em>“Art. 6º. São associados da CASSI, nos termos e condições previstas neste Estatuto e no Regulamento do Plano de Associados: I. os funcionários do Banco do Brasil S.A. de qualquer categoria, inscritos no Plano de Associados.<br />
§ 1º – O ingresso no Plano de Associados da CASSI será feito mediante solicitação do funcionário, a qualquer tempo, a partir da data de início do vínculo empregatício com o Banco do Brasil S.A.”</em></p></blockquote>
</figure>
<p>“O que os diretores da Cassi estão propondo com o plano Cassi Essencial é irregular, desobedece ao estatuto da entidade. Além disso, configura crime de responsabilidade com o futuro da Cassi, uma vez que deixaria de ter novos entrantes”, pondera Fukunaga.</p>
<h3><strong>Menos credenciados, mais coparticipação</strong></h3>
<p>A rede de credenciados do Cassi Essencial, principalmente nos grandes centros, é bem menor que a rede dos demais planos, criando dificuldades para o atendimento aos participantes. O valor pago em coparticipação em exames, consultas e procedimentos neste plano também maior que nos outros, e pode não compensar a redução das contribuições mensais.</p>
<p>Outra questão levantada pelas entidades sindicais é a falta de transparência, isso porque os diretores da Cassi não divulgaram um comparativo de preços entre os planos Cassi Família e Cassi Essencial, comprometendo a possibilidade de qualquer interessado verificar a relação custo x benefício mais vantajosa para ele.</p>
<p>Fonte: Contraf/Cut</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Trabalhadores cobram informações do novo presidente da Cassi</title>
		<link>https://bancarios.com.br/trabalhadores-cobram-informacoes-do-novo-presidente-da-cassi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jul 2021 12:58:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CASSI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Informações sobre o uso da tecnologia para “aproximação dos associados” e novo plano de mercado Cassi Essencial estiveram em pauta As entidades de representação dos associados à Caixa de Assistência dos funcionários do Banco do Brasil se reuniram com a diretoria e o novo presidente da entidade, Castro Junior, na sexta-feira (2). A reunião foi &#8230;</p>
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<div class="elementor-widget-container">Informações sobre o uso da tecnologia para “aproximação dos associados” e novo plano de mercado Cassi Essencial estiveram em pauta</div>
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<figure class="wp-caption"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-43083 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2020/09/logocassi-1.jpg" alt="" width="618" height="463" /></figure>
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<p>As entidades de representação dos associados à Caixa de Assistência dos funcionários do Banco do Brasil se reuniram com a diretoria e o novo presidente da entidade, Castro Junior, na sexta-feira (2). A reunião foi realizada a pedido da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).</p>
<p>A princípio, a reunião tinha o objetivo de ressaltar a importância e restabelecer a mesa de negociações entre as partes para garantir a manutenção da Cassi e a melhoria de seus serviços. Mas, um comunicado publicado no site da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) na terça-feira (29) mudou o enfoque da reunião.</p>
<p>“Depois do comunicado tivermos que fazer uma série de questionamentos para saber se há interesse em colocar a tecnologia e a redução do custo em detrimento da qualidade do atendimento e da Estratégia Saúde da Família (ESF), explicou a secretária de Juventude e representante da Contraf-CUT nas negociações com a Cassi e o Banco do Brasil, Fernanda Lopes.</p>
<p>No comunicado, o novo presidente da Cassi afirma que sua gestão fará uso de meios tecnológicos para estar mais próxima dos associados.</p>
<p>Segundo o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga, a primeira e principal mensagem que o texto passa é que será aplicada tecnologia no atendimento. “A Cassi, nestes tempos de pandemia e de gestão de tecnólogos bancários, está maravilhada com esse discurso, que pode iludir alguns bancários. Mas, é preciso ter muito cuidado para não cairmos nesta tentação. Temos que ficaratentos para que a Cassi não se desvirtue e passe a ser como um plano de saúde qualquer, que apenas corre atrás da redução dos custos e abandone o atendimento humanizado e sua função de caixa de assistência aos associados”, alertou.</p>
<h3>Cassi Essencial</h3>
<p>Além de tratar sobre os pontos referentes a uso da tecnologia mencionados no comunicado, a representação dos trabalhadores solicitou informações sobre o novo plano de mercado disponibilizado, o Cassi Essencial.</p>
<p>A Cassi ficou de responder aos questionamentos da representação dos trabalhadores na próxima reunião, ainda sem data definida.</p>
<p>Fonte: Contraf/CUT</p>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Tecnologia não pode substituir o atendimento humano pela Cassi</title>
		<link>https://bancarios.com.br/tecnologia-nao-pode-substituir-o-atendimento-humano-pela-cassi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 12:33:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CASSI]]></category>
		<category><![CDATA[DestaquesApp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entidade não pode apenas correr atrás da redução de custos e abrir mão de sua função como caixa de assistência Cassi Um comunicado publicado nesta terça-feira (29) no site da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) colocou em alerta a representação dos funcionários do Banco do Brasil e associados da Cassi. No texto, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-element elementor-element-5464db98 elementor-widget elementor-widget-theme-post-excerpt" data-id="5464db98" data-element_type="widget" data-widget_type="theme-post-excerpt.default">
<div class="elementor-widget-container"><em>Entidade não pode apenas correr atrás da redução de custos e abrir mão de sua função como caixa de assistência Cassi</em></div>
<div><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-43083 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2020/09/logocassi-1.jpg" alt="" width="618" height="463" /></div>
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<p>Um comunicado publicado nesta terça-feira (29) no site da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) colocou em alerta a representação dos funcionários do Banco do Brasil e associados da Cassi. No texto, o novo presidente da Cassi, Castro Júnior, afirma que sua gestão fará uso de meios tecnológicos para estar mais próxima dos associados.</p>
<p>“A primeira e principal mensagem que o texto passa é que será aplicada tecnologia no atendimento. A Cassi, nestes tempos de pandemia e de gestão de tecnólogos bancários, está maravilhada com esse discurso, que pode iludir alguns bancários, afinal, estamos em constante contato com a tecnologia. Mas, é preciso ter muito cuidado para não cairmos nesta tentação e atentos para que a Cassi não se desvirtue e passe a ser como um plano de saúde qualquer, que apenas corre atrás da redução dos custos e abandone o atendimento humanizado e sua função de caixa de assistência aos associados”, alertou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga, que coordenada as ações de negociações com o Banco do Brasil e com a Cassi.</p>
<p>O coordenador da CEBB afirmou que o assunto será tratado com o novo presidente em reunião que será realizada, a pedido da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), na próxima sexta-feira (2).</p>
<h3>Atenção primária e ESF</h3>
<p>“Queremos deixar claro que a questão da atenção primária, mencionada em um parágrafo sem especificação em um dos parágrafos do comunicado, não se trata de um atendimento superficial por telefone, mas sim de consultas periódicas presenciais, com todos os cuidados clínicos, exames, se necessários, e acompanhamento com fichas de queixas e exames anteriores”, disse Fukunaga.</p>
<p>O coordenador da CEBB ressaltou, ainda, que a telemedicina, usada durante a pandemia, foi útil em um momento em que era necessário o isolamento social e pode ser utilizada nos casos em que não há a especialidade na cidade em que o associado se encontra. “Mas, ela não pode substituir os atendimentos presenciais, com prontuários médicos e todas as demais formas de acompanhamentos de saúde dos pacientes, tampouco deve ser colocada de lado a estratégia de saúde da família, que atua com saúde preventiva e contribui não apenas para a melhoria da saúde dos usuários como também para a saúde da Cassi, uma vez que ajuda a reduzir os custos”, concluiu.</p>
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		<title>Votação do Relatório 2020 da Cassi começou nesta semana</title>
		<link>https://bancarios.com.br/votacao-do-relatorio-2020-da-cassi-comecou-nesta-semana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2021 13:08:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CASSI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Associados podem votar até 28 de abril; Contraf-CUT tem críticas aos resultados apresentados A votação para aprovação do Relatório 2020 da Caixa de Assistência dos funcionários do Banco do Brasil começou na última segunda-feira (19) e segue até às 18h do dia 28 de abril. Todos os associados à Cassi podem votar. O documento apresenta o &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Associados podem votar até 28 de abril; Contraf-CUT tem críticas aos resultados apresentados</em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-46265 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/04/tag-votacao-relatorio-2020-cassi.jpeg" alt="" width="618" height="372" /></p>
<p>A votação para aprovação do <a href="https://www.cassi.com.br/relatorio2020/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Relatório 2020</a> da Caixa de Assistência dos funcionários do Banco do Brasil começou na última segunda-feira (19) e segue até às 18h do dia 28 de abril. Todos os associados à Cassi podem votar. O documento apresenta o resultado econômico-financeiro de 2020 e as principais ações de gestão da Cassi.</p>
<p>A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a maioria dos sindicatos e federações da categoria bancária do país têm diversas críticas às ações de gestão da Cassi, mas indicam a aprovação do relatório porque o mesmo reflete fielmente o resultado econômico-financeiro do período e a não aprovação pode ocasionar problemas que podem prejudicar a manutenção da Caixa de Assistência dos funcionários.</p>
<p>“As ações da Cassi não são as mais adequadas para nós, associados. Mas, o relatório reflete a situação financeira da entidade. É isso o que estamos aprovando”, explicou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga. “Nós fizemos um documento e vamos publicar um boletim O Espelho expressando nossas críticas”, completou.</p>
<h3><strong>Principais críticas</strong></h3>
<ul>
<li><strong>Cassi é para cuidar da saúde, não para acumular dinheiro<br />
</strong>A diretoria da Cassi apresentou o Balanço 2020 aos associados, vangloriando-se do superávit acumulado, como se fosse fruto de eficiência e inovações da gestão. Por vezes parece que apresentam o balanço de um banco, não de um plano de assistência à saúde.</li>
<li><strong>Telemedicina é paliativo e compromete atenção integral à saúde<br />
</strong>A Cassi implantou a telemedicina como alternativa de atendimento durante a pandemia. Vale como solução paliativa, inclusive para quem não tinha acesso à rede credenciada. Mas não pode ser adotada como solução definitiva, pois entra em choque com a Estratégia Saúde da Família (ESF), modelo adotado pelos melhores e mais modernos sistemas de saúde do mundo e que foi indicada por consultorias especializadas contratas pela própria Cassi, como a <em>Accenture</em> que atestou o ESF como melhor estratégia de redução de custos.</li>
<li><strong>Associados querem redução da coparticipação e mais medicamentos<br />
</strong>Como a situação financeira da Cassi está equilibrada, a Contraf-CUT e as demais entidades representativas reivindicam a redução dos percentuais de copartipação anteriores a 2019, revogando a decisão unilateral tomada pela diretoria da Cassi. Não faz sentido continuar penalizando aqueles que mais precisam dos serviços médicos.<br />
A Contraf-CUT também defende a ampliação do fornecimento de medicamentos de uso contínuo, alguns deles de alto custo, para garantir o tratamento adequado para todos.</li>
</ul>
<p>Fonte: Contraf/Cut</p>
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		<title>Boletim sobre Relatório da Cassi está disponível</title>
		<link>https://bancarios.com.br/boletim-sobre-relatorio-da-cassi-esta-disponivel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2021 12:34:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CASSI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Edição especial do O Espelho traz críticas da Contraf-CUT demonstrações econômico-financeiras e de gestão da Cassi O boletim especial com a posição da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e da maioria dos sindicatos e federações da categoria bancária do país, com críticas às ações de gestão da Cassi está disponível. O material serve de &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Edição especial do O Espelho traz críticas da Contraf-CUT demonstrações econômico-financeiras e de gestão da Cassi</em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-46225 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2021/04/tag-o-espelho-relatorio-2020-cassi.jpeg" alt="" width="618" height="372" /></p>
<p>O boletim especial com a posição da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e da maioria dos sindicatos e federações da categoria bancária do país, com críticas às ações de gestão da Cassi está disponível. O material serve de subsídio para a votação do Relatório 2020 da Cassi, que começou nesta segunda-feira e segue até às 18h do dia 28 de abril.</p>
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" class="wp-image-287211" src="https://contrafcut.com.br/wp-content/uploads/2021/04/espelho-pagina1-scaled.jpg" sizes="(max-width: 1810px) 100vw, 1810px" srcset="https://contrafcut.com.br/wp-content/uploads/2021/04/espelho-pagina1-scaled.jpg 1810w, https://contrafcut.com.br/wp-content/uploads/2021/04/espelho-pagina1-163x230.jpg 163w, https://contrafcut.com.br/wp-content/uploads/2021/04/espelho-pagina1-768x1086.jpg 768w, https://contrafcut.com.br/wp-content/uploads/2021/04/espelho-pagina1-1086x1536.jpg 1086w, https://contrafcut.com.br/wp-content/uploads/2021/04/espelho-pagina1-1448x2048.jpg 1448w" alt="" width="1810" height="2560" /></figure>
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" class="wp-image-287212" src="https://contrafcut.com.br/wp-content/uploads/2021/04/espelho-pagina2-scaled.jpg" sizes="(max-width: 1810px) 100vw, 1810px" srcset="https://contrafcut.com.br/wp-content/uploads/2021/04/espelho-pagina2-scaled.jpg 1810w, https://contrafcut.com.br/wp-content/uploads/2021/04/espelho-pagina2-163x230.jpg 163w, https://contrafcut.com.br/wp-content/uploads/2021/04/espelho-pagina2-768x1086.jpg 768w, https://contrafcut.com.br/wp-content/uploads/2021/04/espelho-pagina2-1086x1536.jpg 1086w, https://contrafcut.com.br/wp-content/uploads/2021/04/espelho-pagina2-1448x2048.jpg 1448w" alt="" width="1810" height="2560" /></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Contraf/Cut</p>
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		<title>Diretor eleito da Cassi defende manutenção de valor extra na coparticipação</title>
		<link>https://bancarios.com.br/diretor-eleito-da-cassi-defende-manutencao-de-valor-extra-na-coparticipacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2020 12:45:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CASSI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Flesch ignora que negociação feita pelas entidades de representação dos funcionários, coordenada pela Contraf-CUT, possibilitou estabilidade financeira à Cassi e defende que participantes devem continuar sendo onerados O diretor eleito pelos funcionários para ocupar a Diretoria de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes da Caixa de Assistência dos Funcionários (Cassi), Carlos Flesch, emitiu um &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Flesch ignora que negociação feita pelas entidades de representação dos funcionários, coordenada pela Contraf-CUT, possibilitou estabilidade financeira à Cassi e defende que participantes devem continuar sendo onerados</em></p>
<p><a href="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Sem-título-1.jpg"><img loading="lazy" class="aligncenter size-large wp-image-44307" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Sem-título-1.jpg" alt="" width="618" height="403" /></a></p>
<p>O diretor eleito pelos funcionários para ocupar a Diretoria de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes da Caixa de Assistência dos Funcionários (Cassi), Carlos Flesch, emitiu um comunicado defendendo que as pessoas que o elegeram continuem pagando valores adicionais de coparticipação para consultas médicas, sessões de psicoterapia, acupuntura e visitas domiciliares e exames de laboratórios, diagnose e terapia.</p>
<p>Para Flesch, o “cenário exige prudência da atual Diretoria, no sentido de não rever, neste momento, a coparticipação, até que a Cassi esteja saudável no longo prazo.”</p>
<p>Em janeiro de 2019, os percentuais de coparticipação para os participantes do Plano de Associados da Cassi foram definidos em 40% para consultas médicas (exceto as realizadas por médicos nas CliniCassi), sessões de psicoterapia, acupuntura e visitas domiciliares e em 20% para os exames de laboratórios, diagnose e terapia (tais como fisioterapia, RPG, fonoaudiologia, terapia ocupacional). Em novembro do mesmo ano, quando ocorreram as reuniões para a mudança do estatuto da Cassi, houve acordo na mesa de negociação, entre as entidades representativas dos funcionários do BB e a diretoria da Cassi, para que a cobrança da coparticipação retornasse aos percentuais anteriores a janeiro de 2019, caso a proposta de estatuto fosse aprovada pelo corpo social.</p>
<p>“O valor das coparticipações já deveriam ter voltado aos patamares anteriores. Mas, infelizmente, na última eleição, foi eleito um diretor que não defende os interesses dos associados”, lamentou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga.</p>
<h3><strong>O que realmente é preciso fazer</strong></h3>
<p>“O excedente da coparticipação foi uma medida apenas paliativa. Flesch omite o resultado da negociação feita pelas entidades de representação dos funcionários, coordenada pela Contraf-CUT, que possibilitou alguma estabilidade financeira à Cassi. Agora é preciso promover mudanças estruturantes nos processos de gestão e de TI, bem como no modelo de saúde”, observou a representante da Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb-SP/MS) na CEBB, Elisa Figueiredo. “Isso sim pode garantir a perenidade da Cassi”, completou.</p>
<p>Para Elisa, a mudança precisa partir do aprofundamento do modelo de atenção primária na saúde. “É, comprovadamente, a única possibilidade de sustentabilidade de qualquer sistema ou plano de saúde. A manutenção de altos níveis de coparticipação vai justamente na contramão disto, pois inibe e restringe o cuidado com a saúde. A consequência disso é o adoecimento ou o avanço da doença, e tratar a doença é muito mais caro do que preveni-la, gerando mais déficit. A coparticipação deve ser vista como efeito moderador e não fonte de renda”, concluiu.</p>
<h3><strong>Procedimentos represados</strong></h3>
<p>O diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes da Cassi usa o déficit de R$ 11 milhões em outubro de 2020, supostamente gerado pelo retorno de procedimentos represados por conta da pandemia, para justificar a defesa da manutenção do percentual de coparticipação.</p>
<p>Mas, para o ex-gerente executivo da Cassi, Claudio Said, que assessora a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) na área de saúde, as alegações de Flesch não se sustentam. Segundo Said, no balancete de outubro, divulgado no site da Cassi, consta que o valor provisionado para pagar guias não liquidadas aumentou de R$ 512 milhões em setembro para R$ 632 milhões em outubro (R$ 120 milhões). “O aumento pode ter ocorrido devido a represamento de guias nos prestadores de serviços ou na própria Cassi. Uma diferença tão grande entre dois meses seguidos sugere que alguma coisa deixou de ser registrada em setembro e foi registrada em outubro. Esse efeito tem caráter operacional e não pode ser avaliado olhando apenas o mês de outubro. A leitura deve abranger todo o ano de 2020, o qual tem registrados superávits sucessivos, devido ao aumento na receita proporcionado pelo aumento na contribuição dos associados e pela cobrança por dependentes”, disse.</p>
<p>Said observou, ainda, que o efeito da pandemia sobre as finanças dos planos de saúde foi a redução de despesas, não o incremento delas, porque as pessoas deixaram de procurar o atendimento, exceto em situações de emergência. “Grande parte dos procedimentos eletivos não-realizados por conta da pandemia não retornará. Quem deixou de fazer uma coleta de sangue em março não fará duas coletas em setembro apenas para compensar a coleta que deixou de fazer. Atendimentos nos ambulatórios de hospitais e clínicas também não retornarão, porque a situação de urgência já foi vencida. Não me venha o diretor querer atirar nos ombros dos associados a responsabilidade por déficits ocasionais. Isso é covardia. Não é postura de diretor eleito”, criticou. “É preciso respeitar o associado que colocou a mão no próprio bolso, foi excessivamente onerado com o aumento da coparticipação, para salvar a Cassi”, concluiu.</p>
<p>Fonte: Contraf/Cut</p>
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		<title>Na Cassi, luta por redução da coparticipação</title>
		<link>https://bancarios.com.br/na-cassi-luta-por-reducao-da-coparticipacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2020 14:19:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CASSI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entidades e sindicatos que representam os associados da Cassi cobram um posicionamento sobre os valores pagos na coparticipação do plano de saúde. Todas as entidades que integraram a mesa de negociação se reuniram com a diretoria da Cassi para obter um posicionamento sobre o assunto. Em janeiro de 2019, o Conselho Deliberativo da Cassi aprovou &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2020/05/logocassi2.jpg"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-40776 alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2020/05/logocassi2-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a></p>
<p>Entidades e sindicatos que representam os associados da Cassi cobram um posicionamento sobre os valores pagos na coparticipação do plano de saúde. Todas as entidades que integraram a mesa de negociação se reuniram com a diretoria da Cassi para obter um posicionamento sobre o assunto.</p>
<p>Em janeiro de 2019, o Conselho Deliberativo da Cassi aprovou a alteração do percentual de coparticipação, até que houvesse medidas capazes de realizar um equilíbrio financeiro do plano que se encontrava com déficit nas contas. Na decisão, ficou claro que seria revisto os patamares de coparticipação assim que fossem implementadas as medidas, porém não está sendo comprida.</p>
<p>A coparticipação foi um assunto recorrente na mesa de negociação durante a proposta de sustentabilidade da Cassi, já que a Caixa de Assistência promoveu aumento significativo na cobrança de realização de exames e consultas, com a desculpa que as contas da Cassi precisavam de um incremento.</p>
<p>Os sindicatos durante o processo de negociação se ampararam na decisão do Conselho Deliberativo e firmaram um compromisso também com a diretoria da Cassi sobre a retomada dos índices de coparticipação aos patamares de 2018. Mas, a diretoria não reconhece o compromisso feito no processo negocial.</p>
<p>As entidades vêm com perplexidade a falta de diálogo da diretoria da Cassi, que não reconhece o compromisso estabelecido pelo próprio Conselho Deliberativo. Os representantes agora lutam contra o rompimento do que foi acordado, e também buscam a construção de um diálogo transparente.</p>
<p>Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia</p>
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		<title>Representação dos funcionários do BB esperam diálogo com nova diretoria da Cassi</title>
		<link>https://bancarios.com.br/representacao-dos-funcionarios-do-bb-esperam-dialogo-com-nova-diretoria-da-cassi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2020 12:16:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CASSI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entidades representativas foram as responsáveis por negociar proposta que resultou na injeção de recursos na caixa de assistência e cobram a volta da coparticipação aos patamares de 2018 A nova diretoria e os novos conselhos deliberativo e fiscal da Cassi tomaram posse em 1º de junho. As entidades representativas dos funcionários foram convidadas e participaram &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/representacao-dos-funcionarios-do-bb-esperam-dialogo-com-nova-diretoria-da-cassi/">Representação dos funcionários do BB esperam diálogo com nova diretoria da Cassi</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-element elementor-element-5464db98 elementor-widget elementor-widget-theme-post-excerpt" data-id="5464db98" data-element_type="widget" data-widget_type="theme-post-excerpt.default">
<div class="elementor-widget-container"><em>Entidades representativas foram as responsáveis por negociar proposta que resultou na injeção de recursos na caixa de assistência e cobram a volta da coparticipação aos patamares de 2018</em></div>
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<figure class="wp-caption"><a href="https://contrafcut.com.br/wp-content/uploads/2019/05/logocassi2.jpg?x85106" data-elementor-open-lightbox="yes" data-elementor-lightbox-title="Cassi" data-elementor-lightbox-description="Logotipo da Cassi"><img loading="lazy" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail lazyloaded" src="https://contrafcut.com.br/wp-content/uploads/2019/05/logocassi2.jpg?x85106" sizes="(max-width: 2080px) 100vw, 2080px" srcset="https://contrafcut.com.br/wp-content/uploads/2019/05/logocassi2.jpg 2080w, https://contrafcut.com.br/wp-content/uploads/2019/05/logocassi2-410x205.jpg 410w, https://contrafcut.com.br/wp-content/uploads/2019/05/logocassi2-768x384.jpg 768w" alt="Cassi" width="2080" height="1039" data-lazy-srcset="https://contrafcut.com.br/wp-content/uploads/2019/05/logocassi2.jpg 2080w, https://contrafcut.com.br/wp-content/uploads/2019/05/logocassi2-410x205.jpg 410w, https://contrafcut.com.br/wp-content/uploads/2019/05/logocassi2-768x384.jpg 768w" data-lazy-sizes="(max-width: 2080px) 100vw, 2080px" data-lazy-src="https://contrafcut.com.br/wp-content/uploads/2019/05/logocassi2.jpg?x85106" data-was-processed="true" /></a><figcaption class="widget-image-caption wp-caption-text"></figcaption></figure>
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<p>A nova diretoria e os novos conselhos deliberativo e fiscal da Cassi tomaram posse em 1º de junho. As entidades representativas dos funcionários foram convidadas e participaram da cerimônia, já que cabe a elas e aos conselhos de usuários defenderem os associados e o patrimônio da Cassi.</p>
<p>A nova direção é composta por Carlos Emílio Flesch (Diretoria de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes); Jair Antônio Pegorim Miller e Rejane Aparecida Rodrigues Zanello (Conselho Deliberativo); e Hamilton Omar Biscalquini e Antônio Roberto Andretta (Conselho Fiscal).</p>
<p>“O Sindicato entende que a renovação da direção da Cassi é uma oportunidade para que sejam retomadas negociações sobre demandas permanentes”, afirmou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga.</p>
<p>Através da Contraf-CUT, as entidades representativas dos funcionários do Banco do Brasil ANABB, AAFBB, FAABB, Conselhos de Usuários da CASSI e Afabb-SP protocolaram ofício cobrando a volta da coparticipação nos mesmo patamares de 2018.</p>
<p>Em meados de 2018, a Cassi promoveu o aumento dos percentuais de coparticipação para o Plano de Associados. Consultas, sessões psicoterápicas, acupuntura e visita domiciliar passaram de 30% para 40%. Diagnose e terapias – de 10% para 20%.</p>
<p>“Os aumentos penalizam os funcionários com menores salários e o banco não aceita contribuir com nenhum tostão. Portanto, no mínimo, a empresa deveria dar alguma contrapartida pelos aumentos dos associados, como a injeção de mais recursos para sustentabilidade da Cassi”, afirmou Fukunaga.</p>
<p>A situação financeira da caixa de assistência está equilibrada devido as negociações com as entidades representativas dos funcionários, o que resultou na proposta de injeção de recursos aprovada pelo corpo social.</p>
<p>“Nós esperamos bons resultados da nova direção, sem qualquer tipo de surpresas que possam afetar negativamente o corpo social, como por exemplo, a tentativa de implantar um novo plano de custeio, ideia já cogitada por Luiz Satoru, uma vez que há recomposição de receitas proveniente daquilo que foi negociado pelas entidades representativas”, enfatizou Fukunaga.</p>
<p>“Ou seja, em janeiro deste ano entrou dinheiro na Cassi, que agora se encontra com recursos em caixa. Portanto, as coparticipações nos procedimentos médicos, consultas e exames podem voltar aos patamares anteriores, e vamos cobrar esta demanda”, concluiu o dirigente.</p>
<p>Fonte: Contraf-Cut</p>
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