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	<title>Arquivos Realidade Bancária - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Apr 2026 10:57:01 +0000</lastBuildDate>
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	<item>
		<title>Lula sanciona leis para fortalecer combate à violência contra mulheres</title>
		<link>https://bancarios.com.br/lula-sanciona-leis-para-fortalecer-combate-a-violencia-contra-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 10:57:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presidente destacou que legislação precisa estar atenta e atualizada O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta quinta-feira (9), três projetos de lei que fortalecem o combate à violência contra a mulher. Um deles prevê monitoramento eletrônico de agressores em caso de violência doméstica. O segundo projeto tipifica crime de vicaricídio, assassinato de filhos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="header-noticia full-width">
<div class="linha-fina-noticia">Presidente destacou que legislação precisa estar atenta e atualizada</div>
<div><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-72042 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/pzzb1369.jpg_0-1024x613-1.webp" alt="" width="715" height="471" /></div>
<div>
<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta quinta-feira (9), três projetos de lei que fortalecem o combate à violência contra a mulher. Um deles prevê monitoramento eletrônico de agressores em caso de violência doméstica.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685388&amp;o=node" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685388&amp;o=node" /></p>
<p>O segundo projeto tipifica crime de vicaricídio, assassinato de filhos e parentes como forma de punir ou causar sofrimento às mulheres. Já o terceiro projeto sancionado cria o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra Mulheres Indígenas.</p>
<p>Durante a cerimônia de assinatura no Palácio do Planalto, Lula destacou que a legislação precisa estar atenta e atualizada para lidar com os diversos tipos de violência praticados contra as mulheres.</p>
<h2>Causas e efeitos</h2>
<p>“Toda lei que a gente faz corrige em determinado momento alguma coisa. Mas os violentos encontram um jeito de burlar o que foi feito. Na verdade, estamos cuidando dos efeitos e não das causas”, afirmou Lula ao defender, também, leis que levem o tema para o campo da educação, focada nos jovens, de forma a favorecer uma melhor formação comportamental.</p>
<blockquote><p>“Se a gente não cuidar da causa, a gente não vai resolver esse problema. A mulher sempre estará à mercê de alguém que não cumpre nenhuma regra. O desafio é muito sério”, completou presidente da República.</p></blockquote>
<p>Lula lembrou que os mais jovens têm, por meio das novas tecnologias, cada vez mais acesso a informações que nem sempre são as mais adequadas. Nesse sentido, reiterou a importância de o país avançar na regulação das redes sociais e de determinados conteúdos inapropriados que circulam pela internet.</p>
<p><strong>“Quem dera essas informações [difundidas nas redes sociais] fossem para uma boa formação; que fossem coisas educacionais e produtivas para criarmos um novo homem e uma nova mulher”, discursou o presidente ao lamentar que haja mais facilidades para se acessar coisas ruins do que boas nesses meios.</strong></p>
</div>
</div>
<div class="subheader">
<div class="container-autoria">
<h2>Violência</h2>
<p>Para o presidente, a falta de controle das plataformas digitais é um dos fatores de incentivo à violência e ao não cumprimento de regras.</p>
<blockquote><p>“Precisamos evitar que os crimes aconteçam. Se a gente não brigar com as plataformas para cuidar disso, não é pai e mãe que vão conseguir cuidar. Não é, até porque pai e mãe têm muitos outros afazeres, e nem sempre estão dentro do quarto, deitados na cama com o filho, vendo o que ele está fazendo [nas redes sociais]. O desafio é muito grande”, completou.</p></blockquote>
<p>Informações: Agência Brasil</p>
<p><strong>Fonte: CUT</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Itaú ignora afastamento de bancários. COE cobra respeito</title>
		<link>https://bancarios.com.br/itau-ignora-afastamento-de-bancarios-coe-cobra-respeito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 10:50:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[Realidade Bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após uma série de denúncias feitas por trabalhadores, o Grupo de Trabalho de Saúde dos empregados do Itaú se reuniu com o banco nesta quarta-feira (08/04), em São Paulo, para cobrar soluções imediatas sobre as graves reclamações. Após uma série de denúncias feitas por trabalhadores, o Grupo de Trabalho de Saúde dos empregados do Itaú &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<header class="sc-5836b2ba-0 KjFEM">Após uma série de denúncias feitas por trabalhadores, o Grupo de Trabalho de Saúde dos empregados do Itaú se reuniu com o banco nesta quarta-feira (08/04), em São Paulo, para cobrar soluções imediatas sobre as graves reclamações.</p>
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</div>
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<div class="sc-bae5a3a5-1 sc-bae5a3a5-2 dREBKY hBaa-dL"><img loading="lazy" class="aligncenter" src="https://api.bancariosbahia.org.br/fotos/noticias/42702/IMAGEM_NOTICIA_3.jpg?v=894fe13522287633b199135771dce3be" alt="" width="720" height="398" data-nimg="responsive" /></div>
<div class="sc-bae5a3a5-3 hPEvTM">
<p>Após uma série de denúncias feitas por trabalhadores, o Grupo de Trabalho de Saúde dos empregados do Itaú se reuniu com o banco nesta quarta-feira (08/04), em São Paulo, para cobrar soluções imediatas sobre as graves reclamações.</p>
<p>Um dos principais pontos em pauta foi a continuidade das convocações indevidas para exames médicos (ASO) de funcionários afastados pelo INSS ou que ainda aguardam perícia. Mesmo após serem informados da situação pelos canais oficiais, os trabalhadores são chamados e, em alguns casos, ameaçados com advertências.</p>
<p>Para a diretora da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, Luciana Doria, representante dos funcionários na COE, a situação é grave. “É inadmissível exigir o comparecimento de bancários adoecidos, com contratos suspensos, sob ameaça de advertência. É preciso um tratamento humanizado”, afirmou.</p>
<p>Segundo ela, há um descompasso entre os prazos das tratativas feitas pelo IU Conecta e as convocações para os exames, o que gera boa parte dos problemas. “Não é razoável que o ASO seja marcado um dia após a perícia, considerando todas as dificuldades enfrentadas no INSS. O bancário precisa ter tempo hábil para apresentar o resultado”, pontuou. O GT solicitou prazos para respostas e a revisão imediata dos procedimentos.</p>
<p>Outro tema debatido foi o canal de denúncias para mulheres vítimas de violência. O movimento sindical cobrou agilidade, sigilo e efetividade nas apurações, diante do descontentamento com o tempo de resposta e os resultados apresentados. É fundamental revisar os processos de investigação para garantir credibilidade e confiança. O banco se comprometeu a levar, na próxima reunião, representantes do Ombudsman para esclarecer os pontos levantados.</p>
<p>Também foram relatadas inconsistências nas folhas de pagamento, especialmente durante o afastamento por saúde. Trabalhadores apontam descontos indevidos, como antecipações salariais debitadas antes do recebimento do benefício do INSS, o que agrava o endividamento em um momento de fragilidade.</p>
<p>Além disso, persistem queixas sobre falhas na análise de documentos enviados pelos empregados e problemas na comunicação do banco. O GT reforçou que as situações são recorrentes e cobrou soluções concretas, além do cumprimento dos compromissos já assumidos anteriormente. O banco informou ainda que a campanha de vacinação deve começar em 27 de abril.</p>
</div>
<p><strong>Fonte: Bancários Bahia</strong></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Sancionado, Estatuto dos Direitos do Paciente entra em vigor</title>
		<link>https://bancarios.com.br/sancionado-estatuto-dos-direitos-do-paciente-entra-em-vigor-fonte-agencia-senado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 11:40:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pacientes atendidos na rede pública e privada de saúde passam a contar com um conjunto unificado de direitos e deveres com a entrada em vigor do Estatuto dos Direitos do Paciente. A norma estabelece regras para garantir mais autonomia, informação, segurança e respeito à dignidade de quem utiliza serviços de saúde. A Lei 15.378, de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-72027 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/imagem_materia.jpg" alt="" width="744" height="483" /></p>
<p>Pacientes atendidos na rede pública e privada de saúde passam a contar com um conjunto unificado de direitos e deveres com a entrada em vigor do Estatuto dos Direitos do Paciente. A norma estabelece regras para garantir mais autonomia, informação, segurança e respeito à dignidade de quem utiliza serviços de saúde. A <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2026-04-06;15378" target="_blank" rel="noopener">Lei 15.378, de 2026</a>, sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, foi publicada nesta terça-feira (7) no <i>Diário Oficial da União</i> (<i>DOU</i>).</p>
<p>O estatuto assegura a participação do paciente nas decisões sobre o próprio tratamento, com direito a informações claras sobre diagnóstico, prognóstico, riscos, benefícios e alternativas terapêuticas. A norma também prevê a possibilidade de o paciente aceitar ou recusar procedimentos, indicar um representante para decisões em caso de incapacidade ou registrar sua vontade antecipadamente.</p>
<h3><strong>Privacidade</strong></h3>
<p>O texto inclui medidas voltadas à privacidade e à dignidade, como direito a acompanhante em consultas e internações, acesso ao prontuário médico, busca por segunda opinião e confidencialidade das informações de saúde. Também proíbe discriminação no atendimento e determina o respeito ao nome de preferência e às características culturais, religiosas e sociais do paciente, além de prever cuidados paliativos e apoio a familiares em situações de doença grave.</p>
<p>A medida ainda assegura o direito de questionar profissionais sobre procedimentos adotados, identificação da equipe responsável, higienização de mãos e instrumentos, além da procedência e da dosagem de medicamentos e insumos utilizados. Também prevê o direito a cuidados paliativos, com alívio da dor e do sofrimento, e a possibilidade de escolher o local da morte, conforme as regras do Sistema Único de Saúde (SUS) ou dos planos de assistência à saúde, além de apoio aos familiares em situações de doença grave.</p>
<p>Além dos direitos, a lei define responsabilidades do paciente ou de seu representante, como prestar informações corretas sobre o histórico de saúde, seguir orientações médicas e respeitar normas das instituições.</p>
<h3><strong>Garantias</strong></h3>
<p>A proposta teve origem no <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/154422">PL 2.242/2022</a>, apresentado pelos deputados Pepe Vargas (PT-RS), Chico D’Angelo (PDT-RJ) e Henrique Fontana (PT-RS), aprovado pelo Senado em 11 de março sob relatoria do senador Humberto Costa (PT-PE). O texto também determina a divulgação periódica dos direitos dos pacientes e prevê mecanismos para apuração de reclamações em casos de descumprimento das normas estabelecidas.</p>
<p>No dia da aprovação do projeto, Humberto Costa afirmou que o Estatuto trará resultados objetivos no cuidado aos pacientes, pois estabelecerá em lei um conjunto claro de garantias, fortalecendo a “dimensão humana” do cuidado.</p>
<p>— Se esse estatuto já estivesse vigendo, com toda certeza nós poderíamos ter evitado esse terrível episódio acontecido aqui em Brasília, de várias pessoas que foram mortas por profissionais de saúde completamente indignos de serem classificados como tal — disse Humberto Costa.</p>
<p><strong>Fonte: Agência Senado</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Nova lei inclui na CLT obrigação de informar trabalhadores sobre vacinação e prevenção ao câncer</title>
		<link>https://bancarios.com.br/nova-lei-inclui-na-clt-obrigacao-de-informar-trabalhadores-sobre-vacinacao-e-prevencao-ao-cancer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 10:01:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (06/04) a Lei nº 15.377/2026, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para reforçar a promoção da saúde no ambiente de trabalho. A norma passa a exigir que as empresas disponibilizem aos seus empregados informações sobre campanhas oficiais de vacinação e sobre doenças como &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="wp-image-72011 size-large aligncenter" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Foto-canva-pro-1170x658-1-1024x576.webp" alt="" width="618" height="348" /></p>
<p>Foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (06/04) a Lei nº 15.377/2026, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para reforçar a promoção da saúde no ambiente de trabalho. A norma passa a exigir que as empresas disponibilizem aos seus empregados informações sobre campanhas oficiais de vacinação e sobre doenças como o papilomavírus humano (HPV) e os cânceres de mama, colo do útero e próstata.</p>
<p>A nova legislação determina a inclusão do artigo 169-A na CLT, estabelecendo que os empregadores devem não apenas divulgar essas informações, conforme orientações do Ministério da Saúde, mas também promover ações de conscientização e orientar os trabalhadores sobre o acesso aos serviços de diagnóstico.</p>
<p>Outro ponto relevante da lei é o reforço do direito à realização de exames preventivos. As empresas passam a ter o dever de informar expressamente aos empregados sobre a possibilidade de se ausentarem do trabalho para a realização desses exames, sem prejuízo do salário, conforme já previsto na legislação trabalhista.</p>
<p>Além disso, a norma acrescenta o § 3º ao artigo 473 da CLT, consolidando a obrigatoriedade de comunicação por parte do empregador sobre esse direito, ampliando a transparência e o acesso à informação no ambiente laboral.</p>
<p>A medida representa um avanço na promoção da saúde e na prevenção de doenças entre os trabalhadores, ao integrar o ambiente de trabalho às políticas públicas de saúde.</p>
<p><strong>Fonte: Gov.br</strong></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Contraf-CUT cobra mudanças no programa Super Caixa e alerta para possíveis prejuízos aos trabalhadores</title>
		<link>https://bancarios.com.br/contraf-cut-cobra-mudancas-no-programa-super-caixa-e-alerta-para-possiveis-prejuizos-aos-trabalhadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 10:12:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Realidade Bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Representação dos empregados critica novas regras que ampliam condicionantes para pagamento da comissão e aumentam pressão por metas •    Comissionamento passa a depender também do lucro do banco •    Novo modelo de avaliação amplia número de indicadores •    Sistema de níveis pode reduzir valores recebidos •    Representação dos trabalhadores apresentou propostas de mudanças •    CEE &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Representação dos empregados critica novas regras que ampliam condicionantes para pagamento da comissão e aumentam pressão por metas</strong><img loading="lazy" class="wp-image-71975 size-large aligncenter" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/super-1024x571.jpg" alt="" width="618" height="345" /></p>
<div class="news-details__intro-text">
<p>•    Comissionamento passa a depender também do lucro do banco<br />
•    Novo modelo de avaliação amplia número de indicadores<br />
•    Sistema de níveis pode reduzir valores recebidos<br />
•    Representação dos trabalhadores apresentou propostas de mudanças<br />
•    CEE solicitou reunião específica com a Caixa para tratar do tema</p>
</div>
<div class="news-details__main-content">
<div class="news-details__main-text visible">
<p>As mudanças implementadas pela Caixa no regulamento do <strong>programa de comissionamento Super Caixa 2026</strong> acenderam um alerta entre as entidades representativas dos empregados. A análise feita pela <strong>Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT)</strong>, assessorada pela <strong>Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa)</strong>, aponta que as alterações ampliam condicionantes para o pagamento da comissão, aumentam a complexidade do sistema de metas e podem dificultar o acesso dos trabalhadores aos valores previstos no programa.</p>
<p>“A Caixa implementou este programa sem qualquer debate ou participação da representação dos trabalhadores. Se houve qualquer conversa sobre o programa antes de o mesmo ser implementado, não foi com qualquer entidade ligada à Contraf-CUT”, lembrou o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), da Caixa, Felipe Pacheco. A CEE representa a Contraf-CUT nas negociações com a Caixa.</p>
<p>Felipe lembrou ainda que, desde quando o banco anunciou o Super Caixa, em meados de agosto de 2025, a representação das empregadas e dos empregados fez diversos questionamentos, alertou que os empregados seriam prejudicados e apresentou diversas propostas de melhorias. “A Caixa conseguiu piorar ainda mais o que já estava ruim. Criando mais dificuldades para que os empregados recebam a comissão”, disse.</p>
<h2><strong>Super Caixa 2026: ainda pior</strong></h2>
<p>Entre as principais mudanças está a inclusão de uma nova condição para o comissionamento: o pagamento passa a depender também do <strong>lucro líquido contábil da Caixa no semestre</strong>. Antes, a comissão estava diretamente relacionada ao cumprimento das metas estabelecidas para as unidades e equipes.</p>
<p>Outro ponto destacado pelas entidades é a adoção de um novo modelo de avaliação baseado em múltiplas dimensões de desempenho, ampliando o número de indicadores utilizados para medir resultados. Também foi introduzido um <strong>modelo escalonado de comissionamento</strong>, com cinco níveis de pagamento, o que pode reduzir o valor final recebido pelos trabalhadores quando os níveis mais altos não são atingidos.</p>
<p>Além disso, o regulamento altera critérios operacionais importantes, como o aumento do tempo mínimo considerado para apuração do resultado em uma unidade e mudanças na forma de cálculo do teto da comissão.</p>
<h2><strong>Pressão por metas e menor previsibilidade</strong></h2>
<p>Para o coordenador da CEE/Caixa, as mudanças reforçam um modelo de gestão cada vez mais baseado em metas e pressão por resultados. “O que vemos nesse novo regulamento é o aumento das condicionantes para o pagamento da comissão e uma complexidade maior no sistema de avaliação. Isso pode gerar um descolamento entre o esforço dos trabalhadores e o reconhecimento pelo resultado alcançado”, afirmou Felipe.</p>
<p>Segundo ele, a introdução da condicionante de lucro institucional é particularmente preocupante. “Mesmo que as equipes cumpram ou superem as metas nas unidades, o pagamento da comissão passa a depender do resultado global do banco. Ou seja, um fator que não está diretamente ligado ao desempenho dos trabalhadores pode impedir que eles recebam pelo serviço que realizaram”, explicou.</p>
<h2><strong>Propostas de mudanças</strong></h2>
<p>A representante das empregadas e empregados no Conselho de Administração da Caixa, <strong>Fabiana Uehara</strong>, informou que a representação dos trabalhadores apresentou sugestões para tornar o programa mais transparente e equilibrado.</p>
<p>Entre as propostas defendidas pela conselheira e pelas entidades estão:<br />
•    Retirada da condicionante de lucro para pagamento da comissão;<br />
•    Simplificação dos critérios e indicadores utilizados na avaliação;<br />
•    Manutenção de regras que não prejudiquem trabalhadores que mudam de função ou unidade durante o período;<br />
•    Maior transparência sobre o orçamento total destinado ao comissionamento.</p>
<p>Para Fabiana, a valorização dos empregados precisa estar no centro das políticas de reconhecimento do banco. “Quem constrói o resultado da Caixa no dia a dia são as empregadas e os empregados. Na rede de atendimento, essa cobrança é ainda maior. Por isso defendemos regras claras, previsíveis e que reconheçam de fato o esforço individual e coletivo. O comissionamento precisa considerar não apenas quem realiza a venda, mas também quem garante o atendimento, a orientação ao cliente e a qualidade da entrega”, afirmou.</p>
<p>Ela destacou ainda que programas de incentivo não podem se transformar apenas em instrumentos de intensificação da pressão comercial. “Se a CAIXA afirma adotar o ‘clientecentrismo’ e a principalidade como diretrizes estratégicas, precisa antes olhar para a jornada do empregado. Isso envolve sistemas adequados, processos que não gerem retrabalho, metas equilibradas e condições reais de trabalho. Um programa de premiação deve ser um fator de engajamento e reconhecimento — e não um elemento adicional de desmotivação, como infelizmente vem ocorrendo”, ressaltou.</p>
<h2><strong>Tema precisa ser debatido</strong></h2>
<p>A discussão sobre o programa também foi levantada pela representação dos trabalhadores na <a href="https://contrafcut.com.br/noticias/cee-e-caixa-debatem-melhorias-no-canal-de-atendimento-as-vitimas-de-violencia-domestica/" target="_blank" rel="noopener">reunião realizada</a> entre a <strong>CEE/Caixa e o banco no dia 31 de março de 2026</strong>, quando as entidades trataram de diferentes temas relacionados às condições de trabalho e às políticas de gestão de pessoas, principalmente questões relacionadas ao combate ao assédio e à violência contra as empregadas da Caixa.</p>
<p>Na ocasião, os representantes dos empregados reforçaram a necessidade de discutir os impactos das mudanças no programa e defenderam ajustes que garantam maior justiça e transparência nos critérios adotados.</p>
<p>Como encaminhamento, a CEE solicitou à Caixa a realização de uma <strong>reunião específica para tratar do Super Caixa</strong>. A proposta é para que reunião ocorra já na próxima semana, <strong>no dia 8 de abril</strong>, com o objetivo de debater as mudanças no regulamento e apresentar as propostas da representação dos trabalhadores.</p>
<p>Para a CEE/Caixa, que assessora Contraf-CUT nas negociações com a Caixa, é fundamental que os programas de reconhecimento adotados pelo banco valorizem efetivamente o trabalho das equipes e não ampliem a pressão por metas sem assegurar contrapartidas adequadas aos trabalhadores.</p>
<p><strong>Fonte: Contraf/CUT</strong></p>
</div>
</div>
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		<title>Setor bancário fecha 8,9 mil postos em 2025 e contraria trajetória positiva do mercado de trabalho</title>
		<link>https://bancarios.com.br/setor-bancario-fecha-89-mil-postos-em-2025-e-contraria-trajetoria-positiva-do-mercado-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 11:15:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Realidade Bancária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor bancário segue reduzindo postos de trabalho, como mostra a Pesquisa do Emprego Bancário nº38, mais recente análise do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) sobre os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), de 2025, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Enquanto que, entre janeiro e dezembro do ano &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-71541 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/02/WhatsApp-Image-2026-02-06-at-13.51.24-1024x571.jpeg" alt="" width="618" height="345" /></p>
<p>O setor bancário segue reduzindo postos de trabalho, como mostra a <a href="https://contrafcut.com.br/main.jsp?lumPageId=2C928085915B1DA901915B4416571298&amp;previewItemId=8A8080289C01E3D8019C340AB76B2784&amp;lumItemId=8A8080289C01E3D8019C340AB76B2785" target="_blank" rel="noopener">Pesquisa do Emprego Bancário nº38</a>, mais recente análise do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) sobre os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), de 2025, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego.</p>
<p><strong>Enquanto que, entre janeiro e dezembro do ano passado, o mercado de trabalho brasileiro, como um todo, apresentou a abertura de 1,28 milhão de empregos com carteira assinada, no setor bancário ocorreu a eliminação de 8.910 postos.</strong> Ao longo de 2025, somente em fevereiro houve saldo positivo, ou seja, mais admissões do que demissões no setor bancário.</p>
<p>O Dieese aponta que esse resultado só não foi pior porque a Caixa Econômica Federal apresentou saldo positivo de 1.185 empregos no período.</p>
<p>A redução de postos de trabalho bancário também ocorreu em quase todas as regiões do país, com ressalvas ao Centro-Oeste, puxado pelo Distrito Federal, que apresentou saldo positivo de 862 postos, devido à maior presença de bancos públicos na localidade.</p>
<p>O rebaixamento salarial também foi identificado em 2025, com o salário médio dos admitidos (R$ 7.906) correspondendo a 91,09% da média salarial dos desligados (R$ 8.679).</p>
<p><strong>A análise do Dieese revelou ainda a manutenção de assimetrias de gênero, etária, racial e salarial no setor bancário</strong>, portanto:</p>
<ul>
<li>Saldo negativo de emprego superior entre mulheres, mulheres negras e homens negros, em relação aos homens não negros;</li>
<li>Saldo positivo de empregos somente para as faixas etárias de até 29 anos; e</li>
<li>Salário médio mensal médio de admitidos e demitidos maior para os homens não negros em relação aos demais grupos.</li>
</ul>
<p>A seguir, o levantamento do Dieese com mais detalhes:</p>
<h2>
Movimentação do emprego</h2>
<p>Ao longo de 2025, entre admissões e demissões, o saldo no setor bancário ficou negativo em 8.910 postos. <strong>Somente os chamados &#8220;Bancos Múltiplos, com carteira comercial&#8221;, ou seja, empresas como os bancos tradicionais (a exemplo de Santander, Itaú, Bradesco e Banco do Brasil), foram responsáveis por 9.138 postos fechados</strong> no setor e enquanto a Caixa Econômica foi responsável pela abertura de 1.185 postos de trabalho.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-71536 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/02/tabela-1.jpg" alt="" width="686" height="253" /></p>
<p>Em relação à toda a movimentação, em 12 meses, o setor bancário desligou 45.381 pessoas e admitiu 36.471. Do total de desligamentos, as demissões sem justa causa representaram 56,3%, seguida das que ocorreram a pedido do trabalhador (35,9%).</p>
<h2>
Assimetrias de gênero, raça e etária</h2>
<p><strong>Do saldo negativo total (8.910), 5.667 foram entre as mulheres contra 3.243, entre os homens.</strong> As mulheres negras (pretas e pardas) representaram 14,8% entre admitidos e 13,9% dos demitidos, mas ainda assim os postos de trabalho de negras apresentaram saldo negativo (-907).</p>
<p>Considerando todos os grupos raciais, as admissões de pessoas negras (homens e mulheres) representaram 33,9% e nos desligamentos 30,6%.</p>
<p>Em relação à faixa etária, só houve saldo positivo nos grupos de até 29 anos (+5.638 vagas), contra o saldo negativo de 14.545 postos entre todas as demais faixas etárias.</p>
<p><strong>A questão de raça e gênero também é refletida na questão salarial</strong>. Em 2025, enquanto homens não negros apresentaram remuneração média de R$ 9.644 na admissão e de R$ 10.484 no desligamento, as mulheres não negras apresentaram médias salariais 43,7% (R$ 5.424) e 41,3% (R$ 6.151) inferiores aos homens não negros na admissão e no desligamento, respectivamente.<br />
<img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-71537 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/02/tabela-2.jpg" alt="" width="692" height="337" /> <img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-71538 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/02/tabela-3.jpg" alt="" width="694" height="301" /> <img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-71539 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/02/tabela-4.jpg" alt="" width="640" height="289" /></p>
<h2>TI apresenta saldo positivo de contratações no setor</h2>
<p>Entre todas as áreas ocupacionais do banco, a de Tecnologia da Informação (TI) foi uma das poucas com saldo positivo. Em 2025, foram 6.314 admissões e 5.469 demissões, resultando na abertura de 845 vagas. O Dieese pontua também que a <strong>contratação de homens foi predominante nesta área, correspondendo a 78,3% contra 21,7% de mulheres</strong>.</p>
<p>Por outro lado, áreas tradicionais tiveram movimentação inversa, com destaque maior para Bancária/Financeira (fechamento de 9.277 vagas), sendo -5.420 entre mulheres e -3.857 entre os homens. <strong>Mais uma evidência do maior impacto negativo sobre o emprego feminino</strong>.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-71540 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/02/tabela-5.jpg" alt="" width="723" height="269" /></p>
<h2>Importância das lutas por igualdade de oportunidades e pela redução da jornada</h2>
<p>No relatório, o Dieese avalia que esse aprofundamento da desigualdade de gênero no setor bancário reforça a importância a Lei de Igualdade Salarial, sancionada e regulamentada pelo Governo Federal em 2023.</p>
<p>Fernanda Lopes, secretária da Mulher da Confederação Nacional das Trabalhadoras e dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), ressalta que a medida ainda enfrenta desafios de implementação devido às resistências cultural e estrutural.</p>
<p><strong>&#8220;A instituição desta lei veio de uma reivindicação histórica das trabalhadoras e foi um primeiro passo, muito importante, no combate a um conjunto de fatores culturais e que normalizam, ainda hoje, a discriminação salarial de gênero e de raça”</strong>, observou.<strong> “Atualmente, o movimento sindical atua contribuindo com esta lei na conscientização e na fiscalização. Nas mesas de negociação também temos exigido que as empresas acelerem o passo para garantir paridade remuneratória entre homens e mulheres que exercem a mesma função&#8221;</strong>, explicou, lembrando em seguida que a categoria bancária conquistou, na última renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), o compromisso dos bancos de repudiarem a discriminação salarial e apoiarem a Lei de Igualdade Salarial.</p>
<p>A dirigente ressaltou que o tema é objeto de debate frequente da Mesa de Igualdade de Oportunidades.<strong> &#8220;Essa mesa, conquistada pela categoria há 23 anos, é um fórum permanente por meio do qual avançamos em pautas fundamentais sobre diversidade, combate ao assédio, inclusão das populações mais vulneráveis (como trans e pessoas com deficiência), além do debate sobre igualdade salarial. O ‘Mais Mulheres na TI’, programa de capacitação e inserção de mulheres na tecnologia, por exemplo, é fruto desta mesa&#8221;</strong>, completou.</p>
<p>Até dezembro passado, o “Mais Mulheres na TI” formou cerca de 3.100 mulheres, com bolsas de estudo pagas pelos bancos, como reivindicação do movimento sindical bancário, estabelecida na última CCT.</p>
<p>A questão dos impactos tecnológicos sobre todo o setor bancário é inclusive um tema reforçado reiteradamente pelo movimento sindical nas mesas de negociação com as empresas.</p>
<p><strong>“Além de negociar com os bancos a concessão de bolsas de estudos e a requalificação profissional, para que os trabalhadores acompanhem as transformações tecnológicas, também defendemos que os impactos dos avanços tecnológicos no setor podem ser assimilados positivamente, pela sociedade e categoria, com a implementação da redução da jornada”</strong>, explicou Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT e vice-presidenta da CUT.</p>
<p>Segundo a dirigente, a jornada de quatro dias, entre os bancários que hoje realizam a jornada média de 37 horas semanais, teria o potencial de criar mais de 108 mil vagas no setor, ou 25% do total de vagas que existem atualmente.</p>
<p><strong>“Vale destacar que, em 2025, o lucro conjunto só dos três maiores bancos privados do país (Itaú, Santander e Bradesco) foi de R$ 87 bilhões. Ou seja, mesmo diante de recordes de lucro, continuam com o processo de fechamento de agências e enxugamento de postos de trabalho. E isso contraria a responsabilidade social que as empresas do setor bancário devem ter e que envolve práticas que beneficiem toda a sociedade e não a concentração de renda”</strong>, concluiu Juvandia.</p>
<p>Fonte: Contraf.</p>
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		<title>Cuidar da saúde mental é tarefa diária</title>
		<link>https://bancarios.com.br/cuidar-da-saude-mental-e-tarefa-diaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 12:30:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos os dias acordamos com uma lista de tarefas a cumprir, precisamos cuidar da família, do estudo, do trabalho e até ter um pouco de lazer. Mas, raramente incluímos um tempo para cuidar da saúde mental, tema que deveria ser prioridade para todos, mas que só é levado a sério quando adoecemos. Cuidar da saúde &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-70986 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/01/janeiro-branco-2026-2_93d8b.jpg" alt="" width="506" height="313" /></p>
<p>Todos os dias acordamos com uma lista de tarefas a cumprir, precisamos cuidar da família, do estudo, do trabalho e até ter um pouco de lazer. Mas, raramente incluímos um tempo para cuidar da saúde mental, tema que deveria ser prioridade para todos, mas que só é levado a sério quando adoecemos.</p>
<p>Cuidar da saúde mental precisa ser tarefa diária, independentemente da idade, sexo, profissão ou classe social. Afinal, vivemos uma epidemia de ansiedade, depressão, problemas de sono, preocupação excessiva.</p>
<p>Dados recentes mostram que o Brasil lidera o ranking mundial de transtornos de ansiedade, com 9,3% da população afetada, o que equivale a cerca de 18 milhões de brasileiros. A depressão também é uma preocupação crescente, agravada pelo impacto da pandemia de COVID-19, que levou a um aumento de 25% nos casos de transtornos mentais no país, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>Foi para chamar atenção para este problema que surgiu a campanha “Janeiro Branco”, que busca estimular a prevenção do adoecimento emocional não somente no mês de janeiro, mas durante o ano todo.</p>
<p>A ideia é promover uma reflexão sobre a necessidade de cuidarmos da nossa saúde mental diariamente, dedicando um tempo para relaxar e buscar formas de enfrentar os problemas do dia a dia de forma mais leve.</p>
<p>Fonte: FEEB/BA-SE.</p>
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		<item>
		<title>Acesso a exames é essencial na prevenção ao câncer de mama</title>
		<link>https://bancarios.com.br/acesso-a-exames-e-essencial-na-prevencao-ao-cancer-de-mama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 12:09:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O câncer de mama é o tipo que mais mata mulheres no Brasil. Neste ano, são esperados 73,6 mil novos casos e 18 mil mortes. Muitas destas mortes poderiam ser evitadas com a universalização do acesso das brasileiras aos exames de mamografia e ultrassonografia das mamas. Se descoberto no início, o câncer de mama pode &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-70326 alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/10/outubro_rosa_2025_e1d16-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>O câncer de mama é o tipo que mais mata mulheres no Brasil. Neste ano, são esperados 73,6 mil novos casos e 18 mil mortes. Muitas destas mortes poderiam ser evitadas com a universalização do acesso das brasileiras aos exames de mamografia e ultrassonografia das mamas. Se descoberto no início, o câncer de mama pode ter até 95% de chance de cura.</p>
<p>Além disso, até 30% dos casos de câncer poderiam ser evitados com redução de fatores de risco como: evitar o consumo de álcool e cigarro, manter uma alimentação saudável e praticar atividade física regular.A mudança nos hábitos deve ser acompanhada de revisão médica anual com realização de exames para rastrear qualquer alteração.</p>
<p>Mesmo quando o câncer não é curado, existem casos em que é possível controlar a doença para que ela seja tratada como uma condição crônica: com atenção integral e personalizada.</p>
<p>Fonte: FEEB/BA-SE.</p>
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		<item>
		<title>Ministério da Saúde e INCA apresentam publicação com dados atualizados sobre câncer de mama no Brasil</title>
		<link>https://bancarios.com.br/ministerio-da-saude-e-inca-apresentam-publicacao-com-dados-atualizados-sobre-cancer-de-mama-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 11:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (INCA) lançaram, nesta sexta-feira (3), a publicação “Controle do Câncer de Mama no Brasil: Dados e Números 2025”, que reúne indicadores nacionais e regionais sobre incidência, mortalidade, fatores de risco, rastreamento e acesso ao tratamento. O relatório mostra que o SUS realizou 4,4 milhões de mamografias &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-image"><a href="https://contec.org.br/wp-content/uploads/2025/10/FOTO-DIVULGACAO-CANVA-PRO-1.jpg" data-rel="penci-gallery-image-content"><img loading="lazy" class="attachment-penci-full-thumb size-penci-full-thumb penci-lazy wp-post-image pc-singlep-img lazyloaded pcloaded" title="FOTO DIVULGAÇÃO CANVA PRO" src="https://contec.org.br/wp-content/uploads/2025/10/FOTO-DIVULGACAO-CANVA-PRO-1-1170x658.jpg" sizes="(max-width: 767px) 585px, 1170px" srcset="https://contec.org.br/wp-content/uploads/2025/10/FOTO-DIVULGACAO-CANVA-PRO-1-585x329.jpg 585w,https://contec.org.br/wp-content/uploads/2025/10/FOTO-DIVULGACAO-CANVA-PRO-1-1170x658.jpg" alt="" width="1170" height="658" data-sizes="(max-width: 767px) 585px, 1170px" data-srcset="https://contec.org.br/wp-content/uploads/2025/10/FOTO-DIVULGACAO-CANVA-PRO-1-585x329.jpg 585w,https://contec.org.br/wp-content/uploads/2025/10/FOTO-DIVULGACAO-CANVA-PRO-1-1170x658.jpg" data-src="https://contec.org.br/wp-content/uploads/2025/10/FOTO-DIVULGACAO-CANVA-PRO-1-1170x658.jpg" data-ll-status="loaded" /></a></div>
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<div>
<p>O Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (INCA) lançaram, nesta sexta-feira (3), a publicação “Controle do Câncer de Mama no Brasil: Dados e Números 2025”, que reúne indicadores nacionais e regionais sobre incidência, mortalidade, fatores de risco, rastreamento e acesso ao tratamento. O relatório mostra que o SUS realizou 4,4 milhões de mamografias em 2024, sendo 2,6 milhões em mulheres da faixa etária prioritária (50 a 74 anos).</p>
<p>De acordo com o estudo, o Brasil deve registrar 73.610 novos casos de câncer de mama em 2025. Em 2023, foram mais de 20 mil óbitos, com maior concentração nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste. Santa Catarina apresenta a maior taxa ajustada do país: 74,79 por 100 mil mulheres. O levantamento também aponta tendência de redução da mortalidade entre mulheres de 40 a 49 anos, reforçando a importância do acesso ao diagnóstico precoce.</p>
<p>“O câncer exige resposta rápida. No SUS, tempo é vida — e por isso estamos fortalecendo toda a linha de cuidado, do rastreamento ao tratamento”, destacou José Barreto, diretor do Departamento de Atenção ao Câncer do Ministério da Saúde.</p>
<p>O Outubro Rosa 2025 marca um novo ciclo de investimentos, com destaque para o programa Agora Tem Especialistas, que prioriza a oncologia, prevê 121 novos aceleradores lineares até 2026, a atuação de 27 carretas da Saúde da Mulher em 22 estados e a distribuição de novos medicamentos modernos para o tratamento do câncer de mama.</p>
<p><strong>Boletim Epidemiológico</strong></p>
<p>Durante o evento, o Ministério da Saúde também lançou o Boletim Epidemiológico sobre mortalidade por câncer de mama e de colo do útero, elaborado pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. O documento aponta mais de 20 mil óbitos por câncer de mama em 2023, com taxas mais elevadas nas regiões Sul e Sudeste. E reforça a importância de ampliar a Atenção Primária, garantir diagnóstico oportuno e organizar o rastreamento com equidade e qualidade em todo o país.</p>
<p><em>Ministério da Saúde</em></p>
<p><strong>Fonte: GOV.BR</strong></p>
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		<title>Comando Nacional e Fenaban discutem riscos de contaminação de trabalhadores por bisfenol</title>
		<link>https://bancarios.com.br/comando-nacional-e-fenaban-discutem-riscos-de-contaminacao-de-trabalhadores-por-bisfenol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 12:31:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) debateram nessa quarta-feira (8) os riscos de contaminação por bisfenol A (BPA) e bisfenol S (BPS), componentes de papéis térmicos utilizados em impressoras e terminais eletrônicos. Os possíveis riscos ocupacionais relacionados a exposição aos químicos sobre a saúde dos trabalhadores foram levantados pela &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-70181 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-09-at-17.28.15-1024x571.jpeg" alt="" width="618" height="345" /></p>
<p>O Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) debateram nessa quarta-feira (8) os riscos de contaminação por bisfenol A (BPA) e bisfenol S (BPS), componentes de papéis térmicos utilizados em impressoras e terminais eletrônicos.</p>
<p>Os possíveis riscos ocupacionais relacionados a exposição aos químicos sobre a saúde dos trabalhadores foram levantados pela primeira vez em mesa de negociação no dia 25 de setembro, durante o encontro sobre Evolução da Atividade Econômico-financeira.</p>
<p><strong>“Na ocasião, acordamos em realizar uma nova reunião exclusivamente para debater o assunto, e que ocorreu hoje”</strong>, explicou o vice-presidente da Contraf-CUT, Vinícius Assumpção. <strong>&#8220;A prevenção é o melhor tratamento. Como existem no mercado papéis térmicos sem o BPA e o BPS, a nossa reivindicação é que sejam tomadas ações que afastem qualquer risco à saúde dos trabalhadores, até que tenhamos estudos conclusivos sobre os impactos à saúde&#8221;</strong>, completou o dirigente.</p>
<p>A coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Neiva Ribeiro, acrescentou que o tema vem preocupando os trabalhadores. &#8220;<strong>As pautas relacionadas à saúde são as que mais ganham rapidamente a mobilização nas bases que, por sua vez, demandam os sindicatos por respostas. Por isso, realizamos esta mesa hoje”,</strong> ressaltou Neiva que também é presidenta do Sindicato de São Paulo, Osasco e Região (Seeb-SP).</p>
<p>Vinícius Assumpção reforçou que <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1165296-comissao-aprova-proibicao-de-bisfenol-na-fabricacao-de-papeis-termicos" target="_blank" rel="noopener">existe um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional que proíbe a fabricação e a importação</a> de papéis térmicos que contenham o BPA e o BPS em concentrações iguais ou superiores a 0,02% de seu peso.<strong> &#8220;Trata-se do PL 2844/24, aprovado em junho pela Comissão de Defesa do Consumidor, na Câmara dos Deputados&#8221;,</strong> completou. Para que passe a valer, a proposta ainda precisa ser aprovada por outras comissões na Câmara, além da apreciação do Senado.</p>
<h2>Estudos</h2>
<p>O vice-presidente da Contraf-CUT também citou um estudo <a href="https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/1832525" target="_blank" rel="noopener">publicado em 2014 pelo The Journal of the American Medical Association (Jama)</a>, um dos mais respeitados periódicos médicos do mundo. O levantamento ganhou repercussão na época porque foi o primeiro a investigar de perto a contaminação pelo manuseio de papeis térmicos, produzidos com o bisfenol A (BPA), mostrando que <strong>somente após duas horas manuseando os papéis térmicos, sem a utilização de luvas, o químico foi identificado na urina de todos (100%) os voluntários</strong>.</p>
<p>Antes de começar a experiência, 83% dos participantes já apresentavam bisfenol A na urina, em concentração média de 1,8 μg/L. Depois dos testes, sem luvas, além de haver o registro de bisfenol na urina de todos os participantes, a concentração média subiu cinco vezes mais (5,8 μg/L).</p>
<p><strong>A representação da Fenaban destacou que, atualmente, os cinco maiores bancos trabalham com bobinas a base de bisfenol S (BPS) e não a base do bisfenol A (BPA)</strong>.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=2891332" target="_blank" rel="noopener">Desde 2020, a União Europeia proibiu o uso de papéis produzidos com BPA</a> em países do bloco, que passaram a substituir o químico pelo BPS. Entretanto, esse segundo componente não está livre de preocupação, o que fez com que a Suíça se tornasse o primeiro país a proibir, no mundo, tanto o BPA quanto o BPS na fabricação de papéis térmicos.</p>
<p>Aqui no Brasil, <a href="https://www.uff.br/04-11-2024/pesquisa-revela-os-perigos-do-bisfenol-s-para-a-saude-do-coracao/" target="_blank" rel="noopener">uma pesquisa desenvolvida na Universidade Federal Fluminense (UFF)</a>, em 2023, indicou que o BPS pode ser tão prejudicial quanto o BPA, especialmente para o coração. <strong>“Nós observamos que a combinação da obesidade com a exposição ao BPS intensifica a hipertrofia e a fibrose cardíaca, condições que podem evoluir para doenças cardiovasculares graves, como insuficiência cardíaca”</strong>, explicou a doutora Beatriz Alexandre-Santos, autora do estudo.</p>
<p><strong>&#8220;É pensando em cuidar da saúde que podemos dar um avanço e um recado para a sociedade, para outras categorias, ao adotar medidas de proteção à saúde dos bancários e bancárias&#8221;,</strong> observou a presidenta da Federa-RJ, Adriana Nalesso, na mesa de negociação.</p>
<h2>Proposta para novo estudo</h2>
<p>Ao final do encontro, a representação da Fenaban solicitou ao Comando Nacional os estudos que foram apresentados e sugeriu incluir outros entes no desenvolvimento de pesquisas sobre os impactos do BPS na saúde dos bancários e bancárias.</p>
<p>A representação dos trabalhadores, por sua vez, sugeriu buscar entidades e pessoas especializadas.<strong> “Podemos envolver médicos, pesquisadores, ministérios, Fiocruz e a Fundacentro. Mas mantemos a nossa reivindicação para a substituição desse material, ainda que em paralelo à realização de estudos, porque a melhor atitude sempre será a preventiva&#8221;</strong>, concluiu Neiva Ribeiro.</p>
<p>O bisfenol é utilizado não apenas na fabricação de papéis térmicos, mas também em plásticos e resinas que revestem embalagens metálicas de alimentos. Em altas concentrações, pode interferir nos hormônios, por isso é associado a problemas de saúde como distúrbios reprodutivos, cardíacos, obesidade, mudanças no desenvolvimento infantil e variedades de cânceres.</p>
<p><a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/setorregulado/regularizacao/alimentos/bisfenol-a" target="_blank" rel="noopener">Desde 2012, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proíbe</a> no Brasil a fabricação e importação de mamadeiras produzidas com bisfenol A.</p>
<p>Fonte: Contraf.</p>
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