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	<title>Arquivos Trabalho - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Apr 2026 11:04:20 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Agora é lei: Folga de 03 dias para exames e vacinação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 11:04:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agora é lei: trabalhadores de todo o país passam a ter direito a até três dias de folga remunerada por ano para a realização de exames preventivos e vacinação. Agora é lei: trabalhadores de todo o país passam a ter direito a até três dias de folga remunerada por ano para a realização de exames &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Agora é lei: trabalhadores de todo o país passam a ter direito a até três dias de folga remunerada por ano para a realização de exames preventivos e vacinação.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-72045 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMAGEM_NOTICIA_36.jpg" alt="" width="662" height="420" /></p>
<p>Agora é lei: trabalhadores de todo o país passam a ter direito a até três dias de folga remunerada por ano para a realização de exames preventivos e vacinação. A medida foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e altera a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), reforçando a importância da prevenção e do cuidado com a saúde no ambiente laboral.</p>
<p>A nova legislação garante que o trabalhador possa se ausentar do serviço, sem prejuízo do salário, para realizar exames voltados à detecção precoce das doenças como câncer de mama, colo de útero, próstata e infecções por HPV, além de relacionados a imunização. O direito vale para até três dias a cada 12 meses, mediante comprovação.</p>
<p>Além disso, as empresas passam a ter a obrigação de informar e orientar seus funcionários sobre campanhas oficiais de vacinação e ações de prevenção, promovendo a conscientização sobre a importância do diagnóstico precoce. A lei também determina que os empregadores comuniquem formalmente os trabalhadores sobre esse direito, fortalecendo o acesso à informação.</p>
<p>A iniciativa representa um avanço importante na promoção da saúde do trabalhador, ao incentivar a prevenção e reduzir riscos de doenças mais graves. Para a categoria bancária, a medida reforça a necessidade de políticas que garantam condições dignas de trabalho e valorizem o bem-estar, contribuindo para uma rotina mais saudável e segura.</p>
<p><strong>Fonte: Bancários Bahia</strong></p>
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		<title>Itaú ignora afastamento de bancários. COE cobra respeito</title>
		<link>https://bancarios.com.br/itau-ignora-afastamento-de-bancarios-coe-cobra-respeito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 10:50:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[Realidade Bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após uma série de denúncias feitas por trabalhadores, o Grupo de Trabalho de Saúde dos empregados do Itaú se reuniu com o banco nesta quarta-feira (08/04), em São Paulo, para cobrar soluções imediatas sobre as graves reclamações. Após uma série de denúncias feitas por trabalhadores, o Grupo de Trabalho de Saúde dos empregados do Itaú &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<header class="sc-5836b2ba-0 KjFEM">Após uma série de denúncias feitas por trabalhadores, o Grupo de Trabalho de Saúde dos empregados do Itaú se reuniu com o banco nesta quarta-feira (08/04), em São Paulo, para cobrar soluções imediatas sobre as graves reclamações.</p>
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<div class="sc-bae5a3a5-1 sc-bae5a3a5-2 dREBKY hBaa-dL"><img loading="lazy" class="aligncenter" src="https://api.bancariosbahia.org.br/fotos/noticias/42702/IMAGEM_NOTICIA_3.jpg?v=894fe13522287633b199135771dce3be" alt="" width="720" height="398" data-nimg="responsive" /></div>
<div class="sc-bae5a3a5-3 hPEvTM">
<p>Após uma série de denúncias feitas por trabalhadores, o Grupo de Trabalho de Saúde dos empregados do Itaú se reuniu com o banco nesta quarta-feira (08/04), em São Paulo, para cobrar soluções imediatas sobre as graves reclamações.</p>
<p>Um dos principais pontos em pauta foi a continuidade das convocações indevidas para exames médicos (ASO) de funcionários afastados pelo INSS ou que ainda aguardam perícia. Mesmo após serem informados da situação pelos canais oficiais, os trabalhadores são chamados e, em alguns casos, ameaçados com advertências.</p>
<p>Para a diretora da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, Luciana Doria, representante dos funcionários na COE, a situação é grave. “É inadmissível exigir o comparecimento de bancários adoecidos, com contratos suspensos, sob ameaça de advertência. É preciso um tratamento humanizado”, afirmou.</p>
<p>Segundo ela, há um descompasso entre os prazos das tratativas feitas pelo IU Conecta e as convocações para os exames, o que gera boa parte dos problemas. “Não é razoável que o ASO seja marcado um dia após a perícia, considerando todas as dificuldades enfrentadas no INSS. O bancário precisa ter tempo hábil para apresentar o resultado”, pontuou. O GT solicitou prazos para respostas e a revisão imediata dos procedimentos.</p>
<p>Outro tema debatido foi o canal de denúncias para mulheres vítimas de violência. O movimento sindical cobrou agilidade, sigilo e efetividade nas apurações, diante do descontentamento com o tempo de resposta e os resultados apresentados. É fundamental revisar os processos de investigação para garantir credibilidade e confiança. O banco se comprometeu a levar, na próxima reunião, representantes do Ombudsman para esclarecer os pontos levantados.</p>
<p>Também foram relatadas inconsistências nas folhas de pagamento, especialmente durante o afastamento por saúde. Trabalhadores apontam descontos indevidos, como antecipações salariais debitadas antes do recebimento do benefício do INSS, o que agrava o endividamento em um momento de fragilidade.</p>
<p>Além disso, persistem queixas sobre falhas na análise de documentos enviados pelos empregados e problemas na comunicação do banco. O GT reforçou que as situações são recorrentes e cobrou soluções concretas, além do cumprimento dos compromissos já assumidos anteriormente. O banco informou ainda que a campanha de vacinação deve começar em 27 de abril.</p>
</div>
<p><strong>Fonte: Bancários Bahia</strong></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Sancionado, Estatuto dos Direitos do Paciente entra em vigor</title>
		<link>https://bancarios.com.br/sancionado-estatuto-dos-direitos-do-paciente-entra-em-vigor-fonte-agencia-senado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 11:40:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pacientes atendidos na rede pública e privada de saúde passam a contar com um conjunto unificado de direitos e deveres com a entrada em vigor do Estatuto dos Direitos do Paciente. A norma estabelece regras para garantir mais autonomia, informação, segurança e respeito à dignidade de quem utiliza serviços de saúde. A Lei 15.378, de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-72027 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/imagem_materia.jpg" alt="" width="744" height="483" /></p>
<p>Pacientes atendidos na rede pública e privada de saúde passam a contar com um conjunto unificado de direitos e deveres com a entrada em vigor do Estatuto dos Direitos do Paciente. A norma estabelece regras para garantir mais autonomia, informação, segurança e respeito à dignidade de quem utiliza serviços de saúde. A <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2026-04-06;15378" target="_blank" rel="noopener">Lei 15.378, de 2026</a>, sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, foi publicada nesta terça-feira (7) no <i>Diário Oficial da União</i> (<i>DOU</i>).</p>
<p>O estatuto assegura a participação do paciente nas decisões sobre o próprio tratamento, com direito a informações claras sobre diagnóstico, prognóstico, riscos, benefícios e alternativas terapêuticas. A norma também prevê a possibilidade de o paciente aceitar ou recusar procedimentos, indicar um representante para decisões em caso de incapacidade ou registrar sua vontade antecipadamente.</p>
<h3><strong>Privacidade</strong></h3>
<p>O texto inclui medidas voltadas à privacidade e à dignidade, como direito a acompanhante em consultas e internações, acesso ao prontuário médico, busca por segunda opinião e confidencialidade das informações de saúde. Também proíbe discriminação no atendimento e determina o respeito ao nome de preferência e às características culturais, religiosas e sociais do paciente, além de prever cuidados paliativos e apoio a familiares em situações de doença grave.</p>
<p>A medida ainda assegura o direito de questionar profissionais sobre procedimentos adotados, identificação da equipe responsável, higienização de mãos e instrumentos, além da procedência e da dosagem de medicamentos e insumos utilizados. Também prevê o direito a cuidados paliativos, com alívio da dor e do sofrimento, e a possibilidade de escolher o local da morte, conforme as regras do Sistema Único de Saúde (SUS) ou dos planos de assistência à saúde, além de apoio aos familiares em situações de doença grave.</p>
<p>Além dos direitos, a lei define responsabilidades do paciente ou de seu representante, como prestar informações corretas sobre o histórico de saúde, seguir orientações médicas e respeitar normas das instituições.</p>
<h3><strong>Garantias</strong></h3>
<p>A proposta teve origem no <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/154422">PL 2.242/2022</a>, apresentado pelos deputados Pepe Vargas (PT-RS), Chico D’Angelo (PDT-RJ) e Henrique Fontana (PT-RS), aprovado pelo Senado em 11 de março sob relatoria do senador Humberto Costa (PT-PE). O texto também determina a divulgação periódica dos direitos dos pacientes e prevê mecanismos para apuração de reclamações em casos de descumprimento das normas estabelecidas.</p>
<p>No dia da aprovação do projeto, Humberto Costa afirmou que o Estatuto trará resultados objetivos no cuidado aos pacientes, pois estabelecerá em lei um conjunto claro de garantias, fortalecendo a “dimensão humana” do cuidado.</p>
<p>— Se esse estatuto já estivesse vigendo, com toda certeza nós poderíamos ter evitado esse terrível episódio acontecido aqui em Brasília, de várias pessoas que foram mortas por profissionais de saúde completamente indignos de serem classificados como tal — disse Humberto Costa.</p>
<p><strong>Fonte: Agência Senado</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Nova lei inclui na CLT obrigação de informar trabalhadores sobre vacinação e prevenção ao câncer</title>
		<link>https://bancarios.com.br/nova-lei-inclui-na-clt-obrigacao-de-informar-trabalhadores-sobre-vacinacao-e-prevencao-ao-cancer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 10:01:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (06/04) a Lei nº 15.377/2026, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para reforçar a promoção da saúde no ambiente de trabalho. A norma passa a exigir que as empresas disponibilizem aos seus empregados informações sobre campanhas oficiais de vacinação e sobre doenças como &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="wp-image-72011 size-large aligncenter" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Foto-canva-pro-1170x658-1-1024x576.webp" alt="" width="618" height="348" /></p>
<p>Foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (06/04) a Lei nº 15.377/2026, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para reforçar a promoção da saúde no ambiente de trabalho. A norma passa a exigir que as empresas disponibilizem aos seus empregados informações sobre campanhas oficiais de vacinação e sobre doenças como o papilomavírus humano (HPV) e os cânceres de mama, colo do útero e próstata.</p>
<p>A nova legislação determina a inclusão do artigo 169-A na CLT, estabelecendo que os empregadores devem não apenas divulgar essas informações, conforme orientações do Ministério da Saúde, mas também promover ações de conscientização e orientar os trabalhadores sobre o acesso aos serviços de diagnóstico.</p>
<p>Outro ponto relevante da lei é o reforço do direito à realização de exames preventivos. As empresas passam a ter o dever de informar expressamente aos empregados sobre a possibilidade de se ausentarem do trabalho para a realização desses exames, sem prejuízo do salário, conforme já previsto na legislação trabalhista.</p>
<p>Além disso, a norma acrescenta o § 3º ao artigo 473 da CLT, consolidando a obrigatoriedade de comunicação por parte do empregador sobre esse direito, ampliando a transparência e o acesso à informação no ambiente laboral.</p>
<p>A medida representa um avanço na promoção da saúde e na prevenção de doenças entre os trabalhadores, ao integrar o ambiente de trabalho às políticas públicas de saúde.</p>
<p><strong>Fonte: Gov.br</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Novos prazos para licença-paternidade valem a partir de 2027; entenda</title>
		<link>https://bancarios.com.br/novos-prazos-para-licenca-paternidade-valem-a-partir-de-2027-entenda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 10:26:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Mercantil]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Pan]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Santander]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Bradesco]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ampliação será gradual e alcançará 20 dias em 2029 A lei que amplia os prazos da licença-paternidade entra em vigor em 2027 e concederá inicialmente mais cinco dias aos homens, a partir do nascimento do filho. Para 2026, o benefício permanece em cinco dias. Publicada na edição desta quarta-feira (1°/4) do Diário Oficial da União, a Lei n° 15.371 prevê aumento gradual &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="dd-m-display dd-m-display--small dd-m-background-energized-light">
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<p class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather"><strong>Ampliação será gradual e alcançará 20 dias em 2029</strong></p>
</div>
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</div>
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<div class="dd-l-content dd-l-content--medium">
<figure class="dd-m-image__group"><img loading="lazy" class="wp-image-71978  aligncenter" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/systemuploadsnews076e3cc9bde36cc8399-700x460xfit-47a4a.jpeg" alt="" width="613" height="403" /></figure>
<div class="dd-m-editor">
<p><strong>A lei que amplia os prazos da licença-paternidade entra em vigor em 2027 e concederá inicialmente mais cinco dias aos homens, a partir do nascimento do filho. Para 2026, o benefício permanece em cinco dias.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684478&amp;o=node" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684478&amp;o=node" /></p>
<p>Publicada na edição desta quarta-feira (1°/4) do <em>Diário Oficial da União</em>, a Lei n° 15.371 prevê <strong>aumento gradual do benefício, que alcançará 20 dias de afastamento em 2029</strong>, sem prejuízo do emprego ou salário, assim como descrito a seguir:</p>
<ul>
<li>10 dias em 2027;</li>
<li>15 dias em 2028;</li>
<li>20 dias a partir de 2029.</li>
</ul>
<p>Os novos prazos valem também para os casos de adoção ou de guarda judicial para fins de adoção de criança ou de adolescente. <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/saiba-o-que-muda-com-nova-licenca-paternidade-no-brasil" target="_blank" rel="noopener">Veja aqui o que muda com a publicação da lei</a>.</p>
<h2>Dispensa e férias</h2>
<p><strong>É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa do empregado no período entre o início da licença-paternidade até um mês após o término do benefício.</strong></p>
<p>Além disso, a norma autoriza o empregado a usufruir férias no período subsequente ao término da licença, desde que comunique tal necessidade com antecedência de 30 dias da data esperada para o parto ou emissão de termo judicial.</p>
<h2>Internação</h2>
<p>Em caso de internação hospitalar da mãe ou do recém-nascido, que tenha relação com o parto, a licença-paternidade será prorrogada pelo período equivalente ao da internação, e voltará a contar a partir da alta hospitalar da mãe ou do recém-nascido; o que ocorrer por último.</p>
<h2>Salário- paternidade</h2>
<p><strong>O salário-paternidade será concedido aos empregados segurados pela Previdência Social, nos mesmos moldes já aplicados ao salário-maternidade. </strong></p>
<p>O benefício está condicionado à apresentação da certidão de nascimento do filho, do termo de adoção ou do termo de guarda judicial para fins de adoção, nos termos de regulamento.</p>
</div>
<p><em><strong>Fonte: CUT </strong></em></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Contraf-CUT cobra mudanças no programa Super Caixa e alerta para possíveis prejuízos aos trabalhadores</title>
		<link>https://bancarios.com.br/contraf-cut-cobra-mudancas-no-programa-super-caixa-e-alerta-para-possiveis-prejuizos-aos-trabalhadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 10:12:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Realidade Bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Representação dos empregados critica novas regras que ampliam condicionantes para pagamento da comissão e aumentam pressão por metas •    Comissionamento passa a depender também do lucro do banco •    Novo modelo de avaliação amplia número de indicadores •    Sistema de níveis pode reduzir valores recebidos •    Representação dos trabalhadores apresentou propostas de mudanças •    CEE &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Representação dos empregados critica novas regras que ampliam condicionantes para pagamento da comissão e aumentam pressão por metas</strong><img loading="lazy" class="wp-image-71975 size-large aligncenter" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/super-1024x571.jpg" alt="" width="618" height="345" /></p>
<div class="news-details__intro-text">
<p>•    Comissionamento passa a depender também do lucro do banco<br />
•    Novo modelo de avaliação amplia número de indicadores<br />
•    Sistema de níveis pode reduzir valores recebidos<br />
•    Representação dos trabalhadores apresentou propostas de mudanças<br />
•    CEE solicitou reunião específica com a Caixa para tratar do tema</p>
</div>
<div class="news-details__main-content">
<div class="news-details__main-text visible">
<p>As mudanças implementadas pela Caixa no regulamento do <strong>programa de comissionamento Super Caixa 2026</strong> acenderam um alerta entre as entidades representativas dos empregados. A análise feita pela <strong>Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT)</strong>, assessorada pela <strong>Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa)</strong>, aponta que as alterações ampliam condicionantes para o pagamento da comissão, aumentam a complexidade do sistema de metas e podem dificultar o acesso dos trabalhadores aos valores previstos no programa.</p>
<p>“A Caixa implementou este programa sem qualquer debate ou participação da representação dos trabalhadores. Se houve qualquer conversa sobre o programa antes de o mesmo ser implementado, não foi com qualquer entidade ligada à Contraf-CUT”, lembrou o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), da Caixa, Felipe Pacheco. A CEE representa a Contraf-CUT nas negociações com a Caixa.</p>
<p>Felipe lembrou ainda que, desde quando o banco anunciou o Super Caixa, em meados de agosto de 2025, a representação das empregadas e dos empregados fez diversos questionamentos, alertou que os empregados seriam prejudicados e apresentou diversas propostas de melhorias. “A Caixa conseguiu piorar ainda mais o que já estava ruim. Criando mais dificuldades para que os empregados recebam a comissão”, disse.</p>
<h2><strong>Super Caixa 2026: ainda pior</strong></h2>
<p>Entre as principais mudanças está a inclusão de uma nova condição para o comissionamento: o pagamento passa a depender também do <strong>lucro líquido contábil da Caixa no semestre</strong>. Antes, a comissão estava diretamente relacionada ao cumprimento das metas estabelecidas para as unidades e equipes.</p>
<p>Outro ponto destacado pelas entidades é a adoção de um novo modelo de avaliação baseado em múltiplas dimensões de desempenho, ampliando o número de indicadores utilizados para medir resultados. Também foi introduzido um <strong>modelo escalonado de comissionamento</strong>, com cinco níveis de pagamento, o que pode reduzir o valor final recebido pelos trabalhadores quando os níveis mais altos não são atingidos.</p>
<p>Além disso, o regulamento altera critérios operacionais importantes, como o aumento do tempo mínimo considerado para apuração do resultado em uma unidade e mudanças na forma de cálculo do teto da comissão.</p>
<h2><strong>Pressão por metas e menor previsibilidade</strong></h2>
<p>Para o coordenador da CEE/Caixa, as mudanças reforçam um modelo de gestão cada vez mais baseado em metas e pressão por resultados. “O que vemos nesse novo regulamento é o aumento das condicionantes para o pagamento da comissão e uma complexidade maior no sistema de avaliação. Isso pode gerar um descolamento entre o esforço dos trabalhadores e o reconhecimento pelo resultado alcançado”, afirmou Felipe.</p>
<p>Segundo ele, a introdução da condicionante de lucro institucional é particularmente preocupante. “Mesmo que as equipes cumpram ou superem as metas nas unidades, o pagamento da comissão passa a depender do resultado global do banco. Ou seja, um fator que não está diretamente ligado ao desempenho dos trabalhadores pode impedir que eles recebam pelo serviço que realizaram”, explicou.</p>
<h2><strong>Propostas de mudanças</strong></h2>
<p>A representante das empregadas e empregados no Conselho de Administração da Caixa, <strong>Fabiana Uehara</strong>, informou que a representação dos trabalhadores apresentou sugestões para tornar o programa mais transparente e equilibrado.</p>
<p>Entre as propostas defendidas pela conselheira e pelas entidades estão:<br />
•    Retirada da condicionante de lucro para pagamento da comissão;<br />
•    Simplificação dos critérios e indicadores utilizados na avaliação;<br />
•    Manutenção de regras que não prejudiquem trabalhadores que mudam de função ou unidade durante o período;<br />
•    Maior transparência sobre o orçamento total destinado ao comissionamento.</p>
<p>Para Fabiana, a valorização dos empregados precisa estar no centro das políticas de reconhecimento do banco. “Quem constrói o resultado da Caixa no dia a dia são as empregadas e os empregados. Na rede de atendimento, essa cobrança é ainda maior. Por isso defendemos regras claras, previsíveis e que reconheçam de fato o esforço individual e coletivo. O comissionamento precisa considerar não apenas quem realiza a venda, mas também quem garante o atendimento, a orientação ao cliente e a qualidade da entrega”, afirmou.</p>
<p>Ela destacou ainda que programas de incentivo não podem se transformar apenas em instrumentos de intensificação da pressão comercial. “Se a CAIXA afirma adotar o ‘clientecentrismo’ e a principalidade como diretrizes estratégicas, precisa antes olhar para a jornada do empregado. Isso envolve sistemas adequados, processos que não gerem retrabalho, metas equilibradas e condições reais de trabalho. Um programa de premiação deve ser um fator de engajamento e reconhecimento — e não um elemento adicional de desmotivação, como infelizmente vem ocorrendo”, ressaltou.</p>
<h2><strong>Tema precisa ser debatido</strong></h2>
<p>A discussão sobre o programa também foi levantada pela representação dos trabalhadores na <a href="https://contrafcut.com.br/noticias/cee-e-caixa-debatem-melhorias-no-canal-de-atendimento-as-vitimas-de-violencia-domestica/" target="_blank" rel="noopener">reunião realizada</a> entre a <strong>CEE/Caixa e o banco no dia 31 de março de 2026</strong>, quando as entidades trataram de diferentes temas relacionados às condições de trabalho e às políticas de gestão de pessoas, principalmente questões relacionadas ao combate ao assédio e à violência contra as empregadas da Caixa.</p>
<p>Na ocasião, os representantes dos empregados reforçaram a necessidade de discutir os impactos das mudanças no programa e defenderam ajustes que garantam maior justiça e transparência nos critérios adotados.</p>
<p>Como encaminhamento, a CEE solicitou à Caixa a realização de uma <strong>reunião específica para tratar do Super Caixa</strong>. A proposta é para que reunião ocorra já na próxima semana, <strong>no dia 8 de abril</strong>, com o objetivo de debater as mudanças no regulamento e apresentar as propostas da representação dos trabalhadores.</p>
<p>Para a CEE/Caixa, que assessora Contraf-CUT nas negociações com a Caixa, é fundamental que os programas de reconhecimento adotados pelo banco valorizem efetivamente o trabalho das equipes e não ampliem a pressão por metas sem assegurar contrapartidas adequadas aos trabalhadores.</p>
<p><strong>Fonte: Contraf/CUT</strong></p>
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		<title>Lula sanciona lei que amplia licença-paternidade</title>
		<link>https://bancarios.com.br/lula-sanciona-lei-que-amplia-licenca-paternidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 10:18:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta terça-feira (31) o projeto de lei que amplia a licença-paternidade no Brasil. De acordo com o texto, a extensão ocorrerá de forma gradual, passando dos atuais cinco dias para 10 dias em 2027; 15 dias em 2028; e 20 dias em 2029. “São 38 anos de espera pra &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-71958 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/systemuploadsnewsd6cd803dcbf8bb09819-700x460xfit-1b9d6.jpeg" alt="" width="584" height="384" /></p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta terça-feira (31) o <strong>projeto de lei que amplia a licença-paternidade no Brasil</strong>. De acordo com o texto, <strong>a extensão ocorrerá de forma gradual, passando dos atuais cinco dias para 10 dias em 2027; 15 dias em 2028; e 20 dias em 2029</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684342&amp;o=node" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684342&amp;o=node" /></p>
<p>“São 38 anos de espera pra regulamentar a licença-paternidade e ampliar essa licença, que hoje tem cinco dias, depois vai para 10, 15 e 20 dias. Essa foi uma conquista conjunta da sociedade civil com o Parlamento e com a nossa participação”, destacou a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.</p>
<blockquote><p>“A mulher já conquistou o mercado de trabalho fora, mas o homem ainda não conquistou a cozinha. Essa lei vai ensinar os homens a dar banho em criança, a acordar de noite para cuidar da criança quando chora. Ele vai ter que aprender a trocar fralda”, disse Lula. “É uma lei que eu sanciono com muito prazer”, completou.</p></blockquote>
<h2>Entenda</h2>
<p><strong>O projeto de lei foi aprovado no Senado no último dia 4.</strong> O tema, entretanto, era debatido no Congresso Nacional há 19 anos, depois de ser apresentado pela ex-senadora Patrícia Saboya, em 2007, e relatado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA).</p>
<p>Entre os argumentos para aprovação do texto está a possibilidade de maior participação dos pais nos cuidados com os filhos recém-nascidos ou adotados.</p>
<p>Quando foi aprovado na Câmara dos Deputados, em novembro do ano passado, o relator Pedro Campos (PSB-PE) afirmou que nenhum direito é mais fundamental do que o de nascer cercado de cuidado. O deputado lembrou que <strong>o tema era alvo de debates desde a Assembleia Nacional Constituinte, que elaborou a Constituição de 1988</strong>.</p>
<p><strong>Fonte: CUT</strong></p>
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		<title>CUT consolida política interna contra assédio e discriminação</title>
		<link>https://bancarios.com.br/cut-consolida-politica-interna-contra-assedio-e-discriminacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 10:13:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assédio moral]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Raça e Etnia]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CUT deu mais um passo na consolidação de uma política permanente de enfrentamento às violências ao lançar o Protocolo de Prevenção e Ação em Casos de Discriminação, Assédio e Violência por Razões de Gênero, Instrumento elaborado para aplicação no âmbito da própria central, o protocolo busca promover uma cultura de respeito e garantir ambientes livres &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-61930" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/02/nao-assedio-fw-600x350-1-300x175.webp" alt="" width="400" height="233" /></p>
<p>A CUT deu mais um passo na consolidação de uma política permanente de enfrentamento às violências ao lançar o <strong>Protocolo de Prevenção e Ação em Casos de Discriminação, Assédio e Violência por Razões de Gênero</strong>, Instrumento elaborado para aplicação no âmbito da própria central, o protocolo busca promover uma cultura de respeito e garantir ambientes livres de violência e assédio.</p>
<p>Criado para estabelecer mecanismos concretos de prevenção e enfrentamento, especialmente contra práticas que atingem mulheres, o <strong>Protocolo</strong> reafirma um compromisso ético e político da CUT com a transformação das relações de convivência e trabalho. O documento orienta que todas as pessoas atuem com respeito às diferenças, aos pontos de vista e sem qualquer forma de conduta discriminatória, intimidatória ou assediadora, assegurando espaços inclusivos, seguros e democráticos.</p>
<p>O conceito principal da elaboração dessa iniciativa, explica a secretária da Mulher Trabalhadora da CUT, Amanda Corcino, é de que “não há projeto sindical transformador se as mulheres não estiverem protegidas dentro da própria organização”.</p>
<p>Ela afirma que a violência contra é mulher é um problema estrutural na sociedade, originado na afirmativa machista de manutenção de poder em todos os espaços e nenhum deles está livre dessa violência. E, prossegue, dentro do movimento sindical, mais do que uma reação a eventuais casos, é preciso um posicionamento político efetivo, ou seja, uma ação que situe o movimento sindical como exemplo de combate à violência de gênero</p>
<p>“A violência contra as mulheres não acontece somente fora da nossa organização, também se manifesta dentro dela. E isso exige de nós uma resposta política. Não estamos falando apenas de casos extremos. Estamos falando de práticas cotidianas que deslegitimam, silenciam e afastam mulheres dos espaços de decisão”, diz Amanda.</p>
<p>Enfrentar o assédio e todas as formas de violência, ela pontua. “não é uma pauta secundária”.</p>
<p>“É condição para que a CUT seja coerente com o projeto de transformação social que defende. O protocolo não surge do nada. Ele é fruto da luta das mulheres da CUT que se recusaram a naturalizar essas violências. Nosso desafio agora é fazer com que ele saia do papel e se torne prática.  E isso depende de cada uma de nós.”</p>
<p><strong>Cartilha</strong></p>
<p>A Cartilha de Aplicação do Protocolo de Prevenção e Ação em Casos de Discriminação, Assédio e Violência por Razões de Gênero, é um material foi elaborado para orientar, de forma acessível, toda a militância e a estrutura sindical sobre como identificar situações de violência de gênero e agir corretamente diante delas.</p>
<p>O material foi elaborado partindo do princípio que é preciso haver um “letratamento”. Por ser estrutural, a violência contra a mulher é muitas vezes praticas por pessoas que sequer entendem que determinada conduta representa uma agressão, um assédio, e portanto, uma violência.</p>
<p>“O protocolo vem acompanhado dessa cartilha que explica exatamente o que uma pessoa – em geral um homem – pratica contra a mulher e considera como ‘natural’. É preciso ‘reeducar’, mas isso não significa que o agressor não tenha que ser responsabilizado. É por isso que nosso protocolo é detalhado e preciso nesses pontos”, diz Amanda.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>Mais do que um conjunto de normas, a cartilha cumpre o papel formativo de tornar visíveis práticas muitas vezes naturalizadas no cotidiano sindical e que, na prática, produzem silenciamento, constrangimento e afastamento de mulheres dos espaços de decisão</p>
<footer>&#8211; Amanda Corcino</footer>
</blockquote>
<p><strong>Um guia para reconhecer e enfrentar a violência</strong></p>
<p>A cartilha organiza, de forma didática, os principais conceitos e orientações do protocolo, ajudando a identificar o que caracteriza assédio, discriminação e violência de gênero.</p>
<p>O material explica que essas violências podem se manifestar de diversas formas:</p>
<ul>
<li>Física</li>
<li>Psicológica</li>
<li>Moral</li>
<li>Sexual</li>
<li>Simbólica</li>
<li>Política</li>
<li>Patrimonial</li>
<li>Digital (por meio de redes sociais, por exemplo)</li>
</ul>
<p>Também detalha situações recorrentes no cotidiano sindical, como a interrupção sistemática da fala de uma mulher, a desqualificação de sua atuação ou práticas que geram constrangimento e isolamento.</p>
<p>Ao mesmo tempo, faz uma distinção importante: &#8220;<strong>Nem todo conflito é assédio, mas toda violência deve ser reconhecida e enfrentada&#8221;</strong></p>
<p><strong>Como identificar uma situação</strong></p>
<p>Para ajudar na identificação, a cartilha orienta observar alguns elementos:</p>
<ul>
<li>Há constrangimento ou humilhação?</li>
<li>Existe repetição ou padrão na conduta?</li>
<li>Há conteúdo discriminatório ou sexual?</li>
<li>Há tentativa de silenciamento ou exclusão?</li>
</ul>
<p>A análise deve considerar o contexto, a repetição e o impacto das ações.</p>
<p><strong>Como agir</strong></p>
<p>Diante de uma situação de violência, o protocolo estabelece diretrizes:</p>
<ul>
<li>Não minimizar o ocorrido</li>
<li>Não expor as pessoas envolvidas</li>
<li>Não investigar de forma informal</li>
<li>Não tentar resolver fora dos canais institucionais</li>
<li>Fazer o encaminhamento adequado</li>
</ul>
<p>O caminho é acionar as instâncias responsáveis dentro da CUT, garantindo que o caso seja tratado com confidencialidade, responsabilidade e respeito.</p>
<p>A cartilha reforça que <strong>denunciar não é expor  e sim acionar mecanismos de proteção construídos coletivamente.</strong></p>
<p><strong>Responsabilidade de toda a organização</strong></p>
<p>O protocolo se aplica a todas as pessoas que participam da vida sindical:</p>
<ul>
<li>Dirigentes</li>
<li>Militantes</li>
<li>Trabalhadores e trabalhadoras da estrutura</li>
<li>Assessores e assessoras</li>
<li>Convidados e convidadas</li>
</ul>
<p>O protocolo ressalta que as diretrizes valem em todos os espaços, presenciais e virtuais, ou seja, onde há atividade sindical, há responsabilidade institucional.</p>
<p><strong>Formação para transformar a cultura sindical</strong></p>
<p>Um dos fios condutores da cartilha é a formação. O material destaca que a prevenção depende de processos contínuos de formação sindical, capazes de:</p>
<ul>
<li>Identificar práticas de violência</li>
<li>Enfrentar sua naturalização</li>
<li>Fortalecer relações democráticas</li>
</ul>
<p>Os materiais pedagógicos elaborados pela secretarias nacional de Formação junto com a secretária nacional da Mulher Trabalhadora SNMT – a cartilha de aplicação e o caderno para formadores – partem da compreensão de que o protocolo só existirá, de fato, quando se transformar em prática coletiva.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>Não basta ter um documento bem elaborado, é preciso garantir apropriação, método e capacidade de ação nos territórios. O seminário com o coletivo de mulheres que a secretaria nacional de Formação, juntamente com a secretária nacional da Mulher Trabalhadora, realizou no dia 26 de março mostrou exatamente isso: quando a formação é enraizada na experiência concreta das companheiras, ela rompe o silêncio, desnaturaliza a violência e prepara lideranças para agir com responsabilidade política e institucional. É assim que a gente tira o protocolo do papel e coloca ele na vida real da CUT</p>
<footer>&#8211; Rosane Bertotti, secretária nacional de Formação da CUT</footer>
</blockquote>
<p><strong>Lançamento </strong></p>
<p>A apresentação do protocolo e da cartilha será realizada em um evento especuial na sede da CUT Nacional, em São Paulo, no dia 23 de abril.</p>
<p><strong>Fonte: CUT</strong></p>
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		<title>Reforma Trabalhista: o jogo sem regras que os empresários pediram</title>
		<link>https://bancarios.com.br/reforma-trabalhista-o-jogo-sem-regras-que-os-empresarios-pediram/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 13:32:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vendida como modernização, a contrarreforma de 2017 desmontou direitos e criou mercado de trabalho desigual, em que o lucro se sobrepõe à dignidade humana. Charge: Bruno Galvão Em 2017, o Congresso Nacional aprovou a chamada Reforma Trabalhista, sob o argumento de que o País precisava “modernizar as relações de trabalho”. A contrarreforma foi o golpe &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div class="row row-small">
<div id="single-the-title" class="column large-12 small-12 text-center mt-30">
<h3>Vendida como modernização, a contrarreforma de 2017 desmontou direitos e criou mercado de trabalho desigual, em que o lucro se sobrepõe à dignidade humana.</h3>
</div>
</div>
</div>
<div class="post--image"><img src="https://vermelho.org.br/wp-content/uploads/2025/11/IMAGEM_NOTICIA_3.jpg" /></div>
<div class="post--image">Charge: Bruno Galvão</div>
<p>Em 2017, o Congresso Nacional aprovou a chamada Reforma Trabalhista, sob o argumento de que o País precisava “modernizar as relações de trabalho”. A contrarreforma foi o golpe da “modernização”</p>
<p>O discurso sedutor escondia armadilha: abrir o campo de jogo para os empresários, mas sem árbitro e com regras feitas por eles mesmos.</p>
<p>O resultado foi uma das maiores transferências de poder econômico da história recente — dos trabalhadores para o capital.</p>
<p>O então governo Michel Temer (MDB) prometia mais empregos e menos burocracia.</p>
<p>O que se viu, porém, foi o oposto: crescimento do trabalho precário, da informalidade e da insegurança jurídica.</p>
<p><strong>Quando o jogo vira vale-tudo</strong></p>
<p>A contrarreforma permitiu a prevalência do negociado sobre o legislado, que enfraqueceu os sindicatos e desestruturou o poder de negociação coletiva. Empresas passaram a impor acordos individuais, impondo medo e chantagem velada.</p>
<p>A ideia era “flexibilizar” — na prática, foi liberar o vale-tudo. A pejotização virou regra, o trabalho intermitente virou normal e a Justiça trabalhista perdeu força.</p>
<p>O jogo continuou, mas os juízes foram expulsos do campo e o apito foi entregue a quem tem dinheiro e manda.</p>
<p><strong>Promessas quebradas, direitos diluídos</strong></p>
<p>A promessa era gerar milhões de empregos formais. De 2017 a 2023, porém, a taxa média de informalidade no Brasil se manteve acima de 40%, segundo o IBGE.</p>
<p>Ou seja: nem mais empregos, nem melhores empregos.</p>
<p>O que houve foi a substituição de vínculos formais por arranjos precários, sem férias, 13º ou proteção social.</p>
<p>Enquanto isso, os lucros empresariais cresceram e a massa salarial encolheu.</p>
<p>O trabalhador virou peça descartável num tabuleiro onde a “competitividade” serve de eufemismo para exploração.</p>
<p><strong>Mito da liberdade econômica</strong></p>
<p>A reforma foi vendida como libertadora — “menos Estado, mais liberdade”.</p>
<p>Mas liberdade para quem? Para o trabalhador, significou dependência e vulnerabilidade.</p>
<p>Para o empregador, impunidade travestida de eficiência. O Estado se retirou, o mercado não se autorregulou e o que restou foi um País onde o trabalho perdeu o valor moral.</p>
<p><strong>Preço da desregulamentação</strong></p>
<p>O resultado hoje é evidente:</p>
<p>• queda na renda média real;</p>
<p>• crescimento da terceirização;</p>
<p>• aumento das jornadas sem compensação; e</p>
<p>• esvaziamento da representação sindical.</p>
<p>O Brasil transformou o trabalhador em variável de ajuste — e o Estado, em mero espectador.</p>
<p>O “jogo” continua, mas as regras só valem para um lado.</p>
<p><strong>Reconstruir o pacto social</strong></p>
<p>A Reforma Trabalhista não modernizou — fragilizou.</p>
<p>O País precisa de uma nova agenda: reconstruir o pacto social, reequilibrar o poder entre capital e trabalho e devolver segurança, dignidade e previsibilidade às relações laborais.</p>
<p>Sem isso, continuaremos jogando um jogo em que os trabalhadores pagam o ingresso e os empresários levantam o troféu.</p>
<p><strong>Dados atualizados</strong></p>
<p>O contexto econômico e do mercado de trabalho no Brasil:</p>
<p>• A taxa de informalidade no mercado de trabalho brasileiro foi de 38,0% no trimestre encerrado em março de 2025, segundo a IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), corresponde a cerca de 38,9 milhões de trabalhadores informais.</p>
<p>• No trimestre encerrado em maio de 2025, a taxa de informalidade caiu para 37,8%, ainda assim equivale a cerca de 39,3 milhões de pessoas.</p>
<p>• No mesmo período (março-maio de 2025), o rendimento médio real habitual de todos os trabalhos foi de R$ 3.457 mensais, com crescimento de 3,1% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.</p>
<p>• Em agosto de 2025, o rendimento médio real habitual atingiu R$ 3.488 mensais, com alta de 3,3% em comparação ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p>• Além disso, em 2024, os mais pobres (10% da base da renda) tiveram aumento de renda do trabalho de 10,7%, contra 6,7% para os 10% mais ricos — contribuindo para queda histórica da desigualdade social.</p>
<p><em><strong>Fonte: Vermelho </strong></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>CUT convoca trabalhadores a pressionar Congresso pela isenção do IR até R$ 5 mil</title>
		<link>https://bancarios.com.br/cut-convoca-trabalhadores-a-pressionar-congresso-pela-isencao-do-ir-ate-r-5-mil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 12:52:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=69808</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ferramenta Na Pressão é instrumento para pressionar parlamentares a defender os interesses da classe trabalhadora, votando a favor da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5mil/mês O país está vivendo um momento histórico para a classe trabalhadora. Tramita no Congresso Nacional, em regime de urgência, o Projeto de Lei 1087/2025, que isenta &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="dd-m-display dd-m-display--small dd-m-background-energized-light">
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<h3 class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">Ferramenta Na Pressão é instrumento para pressionar parlamentares a defender os interesses da classe trabalhadora, votando a favor da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5mil/mês</h3>
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<div class="dd-m-icon__group-icons"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-69809 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/09/systemuploadsnews4c0ac9c7a95c96a63ee-700x460xfit-b9a79.jpg" alt="" width="700" height="460" /></div>
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<p>O país está vivendo um momento histórico para a classe trabalhadora. Tramita no Congresso Nacional, em regime de urgência, o <strong>Projeto de Lei 1087/2025, que isenta do imposto de renda quem recebe até R$ 5 mil por mês</strong>, beneficiando com a redução da carga tributária quem tem renda de mais de R$ 7 mil, e aumenta a contribuição dos chamados super-ricos, aqueles com rendas mensais a partir de R$ 50 mil. A proposta, enviada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, é considerada um marco histórico pela CUT, que agora convoca os trabalhadores e trabalhadoras a se mobilizarem para garantir a aprovação do projeto.</p>
<p>Para isso, a CUT lançou a <a href="https://napressao.org.br/campanha/isencao-do-ir-para-quem-ganha-5-mil-e-taxacao-dos-super-ricos-ja-pela-aprovacao-do-pl-10872025" target="_blank" rel="noopener">campanha nacional de pressão sobre o Congresso por meio da plataforma Na Pressão</a>, ferramenta digital exclusiva da Central que permite enviar mensagens diretas a parlamentares pelas redes sociais, WhatsApp ou e-mail. A iniciativa tem a função de transformar o apoio popular em força política, garantindo que deputados e deputadas, senadores e senadoras, votem a favor do projeto.</p>
<p>Portanto, é hora de a classe trabalhadora ocupar todos os espaços de luta sejam digitais ou presenciais. Com a ferramenta <strong>Na Pressão</strong> é possível cobrar  diretamente de quem tem o poder para decidir o futuro do imposto de renda no Brasil. A justiça tributária depende de engajamento popular.</p>
<p><strong><a class="dd-lightbox" href="https://assets.cut.org.br/system/uploads/ck/coverCampaign2.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" src="https://www.cut.org.br/images/cache/systemuploadsckcovercampaign2jpg-248x248xfit-47822.jpg" alt="" width="248" height="248" /></a></strong></p>
<p><strong>A disputa no Congresso e a atuação do Centrão</strong></p>
<p>Apesar do caráter social do projeto, setores da direita e do Centrão tentam bloquear a votação das medidas de compensação fiscal que acompanham a proposta. Para equilibrar as contas públicas, o governo prevê a taxação de lucros e dividendos de acionistas que recebem acima de R$ 50 mil por empresa, com alíquota progressiva até 10% para rendas superiores a R$ 1,2 milhão.</p>
<p>Sem essa contrapartida, a renúncia tributária pode alcançar R$ 100 bilhões até 2028, criando uma “bomba fiscal”. A estratégia da oposição, segundo apuração dos maiores veiculos da imprensa, é enfraquecer a aprovação popular de Lula ao provocar desequilíbrio nas contas públicas.</p>
<p><strong>Por que taxar os ricos é essencial</strong></p>
<p>Atualmente, o sistema tributário brasileiro penaliza a classe trabalhadora e beneficia os mais ricos. Enquanto os 50% mais pobres concentram apenas 14,4% da riqueza, os 10% mais ricos detêm 51,5%. Ainda assim, esses últimos foram responsáveis por 41,6% das deduções em 2022.</p>
<p>Dados do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostram que um trabalhador que ganha R$ 5 mil paga cerca de 9,57% da sua renda em tributos, enquanto pessoas com rendimentos muito superiores não chegam a 2,5%.</p>
<p><strong>Exemplos práticos no bolso do trabalhador</strong></p>
<p><a class="dd-lightbox" href="https://assets.cut.org.br/system/uploads/ck/01.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" src="https://www.cut.org.br/images/cache/systemuploadsck01jpg-500x499xfit-13357.jpg" width="500" height="499" /></a></p>
<p><a class="dd-lightbox" href="https://assets.cut.org.br/system/uploads/ck/02.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" src="https://www.cut.org.br/images/cache/systemuploadsck02jpg-500x500xfit-b84cf.jpg" width="500" height="500" /></a></p>
<p><a class="dd-lightbox" href="https://assets.cut.org.br/system/uploads/ck/03.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" src="https://www.cut.org.br/images/cache/systemuploadsck03jpg-500x500xfit-0e24d.jpg" width="500" height="500" /></a></p>
<p><a class="dd-lightbox" href="https://assets.cut.org.br/system/uploads/ck/04.jpg" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" src="https://www.cut.org.br/images/cache/systemuploadsck04jpg-500x500xfit-cd20e.jpg" width="500" height="500" /></a></p>
<p><em>Fonte/elaboração: Dieese</em></p>
<p><strong>Mobilização nas ruas em 7 de setembro</strong></p>
<p>Além da pressão virtual, a CUT convoca os trabalhadores a participarem das mobilizações do <strong>Dia da Independência</strong>, no próximo 7 de setembro, integrando o Grito dos Excluídos e o Plebiscito Popular.</p>
<p>“O Centrão e a extrema direita querem sacrificar ainda mais a classe trabalhadora. Sempre tentam cortar gastos sociais e preservar os privilégios dos mais ricos. Por isso é fundamental estarmos nas ruas e pressionarmos o Congresso”, declarou Ariovaldo de Camargo, secretário de Administração e Finanças da CUT.</p>
<p>O dirigente reforça que a pauta da CUT vai além do imposto de renda: inclui a redução da jornada sem redução de salário, o fim da escala 6&#215;1 e a defesa do trabalho decente.</p>
<p><strong>Plebiscito Popular</strong></p>
<p>Outra frente de luta é o Plebiscito Popular, no qual a população pode manifestar apoio à isenção do IR até R$ 5 mil e a outras pautas históricas da classe trabalhadora. A CUT orienta que todos participem, votando e mobilizando.</p>
<p><strong>Na Pressão</strong></p>
<p>O futuro do Brasil está em nossas mãos. Pressione, divulgue para colegas de trabalho, amigos e familiares. Juntos fazemos a diferença”, afirma a convocação da CUT.</p>
<p>A campanha segue a linha de atuação da CUT desde 2019, quando a ferramenta foi lançada para combater a reforma da Previdência do governo Bolsonaro. Na época, a mobilização digital se somou às ruas e se consolidou como instrumento de defesa dos direitos sociais.</p>
<p>Ao longo dos anos, a plataforma ganhou ainda mais fôlego em outras campanhas, e agora exerce papel essencial á sociedade diante da disputa pelo PL 1087/2025, considerado crucial para corrigir distorções históricas do sistema tributário brasileiro.</p>
<p><strong>O passo a passo é simples:</strong></p>
<ol>
<li>Escolher o parlamentar na lista.</li>
<li>Selecionar o canal (WhatsApp, Facebook, Instagram, X ou e-mail).</li>
<li>Abrir a janela e enviar a mensagem.</li>
</ol>
<p>É possível repetir o processo com quantos parlamentares desejar. “</p>
<p>Com poucos cliques, portanto, é possível escolher o parlamentar, selecionar o canal preferido (WhatsApp, X, Facebook, Instagram ou e-mail) e enviar a mensagem. A ação pode ser repetida com quantos parlamentares forem necessários, multiplicando a força da pressão.</p>
<p><em><strong>Fonte: CUT</strong></em></p>
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