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	<title>Arquivos Trabalho - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 Apr 2026 13:05:28 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Plantão Jurídico acontece nesta quarta-feira (15)</title>
		<link>https://bancarios.com.br/plantao-juridico-acontece-nesta-quarta-feira-15-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 13:05:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco de Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[Banco HSBC]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Itaú]]></category>
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		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Buscando garantir os direitos aos sindicalizados, o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, disponibiliza atendimento jurídico aos associados, esclarecendo dúvidas sobre direitos trabalhistas e ações judiciais. Nesta quarta-feira (15), a advogada Thamila Vilas-Boas, do escritório Higino e Amazonas, estará de plantão para tratar de assuntos do direito previdenciário. Os agendamentos devem ser &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-72073 alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/04.13-06-300x300.png" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Buscando garantir os direitos aos sindicalizados, o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, disponibiliza atendimento jurídico aos associados, esclarecendo dúvidas sobre direitos trabalhistas e ações judiciais.</p>
<p>Nesta quarta-feira (15), a advogada Thamila Vilas-Boas, do escritório Higino e Amazonas, estará de plantão para tratar de assuntos do direito previdenciário.</p>
<p>Os agendamentos devem ser feitos com a secretaria, pelo WhatsApp (77) 3424-7186 ou pelos telefones (77) 3424-1620/3424-2062.</p>
<p>O SEEB/VCR também disponibiliza um WhatsApp para atendimento do setor Jurídico, de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h. O número é (77) 98115-2694.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>CUT e centrais sindicais ocuparão Brasília pela redução da jornada sem redução salarial, fim da escala 6&#215;1 e outros direitos</title>
		<link>https://bancarios.com.br/cut-e-centrais-sindicais-ocuparao-brasilia-pela-reducao-da-jornada-sem-reducao-salarial-fim-da-escala-6x1-e-outros-direitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 12:31:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Sindical]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manifestação reforça série de reivindicações construídas coletivamente por representantes de todas as categorias do país e que serão entregues aos presidentes da República, da Câmara dos Deputados e do Senado Representantes sindicais de todas as categorias do país se preparam para ocupar Brasília na próxima quarta-feira, 15 de abril, com a Marcha da Classe Trabalhadora. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<p><strong><em>Manifestação reforça série de reivindicações construídas coletivamente por representantes de todas as categorias do país e que serão entregues aos presidentes da República, da Câmara dos Deputados e do Senado</em></strong></p>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-72063 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Fotos-contraf-_14_-1024x571.jpg" alt="" width="618" height="345" /></div>
<div class="news-details__main-content">
<div class="news-details__main-text visible">
<p>Representantes sindicais de todas as categorias do país se preparam para ocupar Brasília na próxima quarta-feira, 15 de abril, com a Marcha da Classe Trabalhadora. A Confederação Nacional das Trabalhadoras e dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e entidades filiadas também participarão dos atos na capital do país.</p>
<p>A marcha será precedida pela Plenária da Conferência da Classe Trabalhadora (CONCLAT), em frente ao Teatro Municipal, onde os representantes de categorias de todo o país apresentarão o documento de reivindicações construído coletivamente, no Fórum das Centrais Sindicais.</p>
<p>Em seguida, os manifestantes seguirão em marcha rumo à Esplanada dos Ministérios, para entregar o documento ao presidente Lula e aos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e Câmara dos Deputados, Hugo Motta.</p>
<p><strong>“Os grandes carros-chefes dessa marcha, os pontos mais importantens, são a redução da jornada sem redução salarial e o fim da escala 6&#215;1. Também estamos lutando para que os trabalhadores de aplicativos tenham direitos. Outro ponto importante é a ratificação da Convenção da OIT 151, que garante o direito de negociação coletiva para o servidor público”</strong>, explica <strong>Juvandia Moreira</strong>, presidenta da Contraf-CUT e vice-presidenta da Central Única dos Trabalhadores (CUT).</p>
<p>A dirigente destaca também que o documento único de reivindicações é uma atualização da pauta aprovada no CONCLAT 2022. <strong>“Desde então, a cada ano, as propostas são atualizadas, sempre a partir de um amplo debate com todas as categoriais. E, graças a essa estratégia de unidade na construção de reivindicações e pressão social, conseguimos avançar significativamente”</strong>, observa a Juvandia, completando que,<strong> dos 63 itens estabelecidos no CONCLAT DE 2022, cerca de 70% foram implementados pelo governo federal ou encaminhados ou estão em tramitação no Congresso Nacional</strong>, como:</p>
<p>&#8211; Política de valorização do salário-mínimo;<br />
&#8211; Política de igualdade salarial entre mulheres e homens;<br />
&#8211; Retomada e ampliação do Bolsa Família;<br />
&#8211; Recuperação da participação sindical nos espaços institucionais;<br />
&#8211; Política de combate à fome e à pobreza;<br />
&#8211; Correção da tabela do Imposto de Renda;<br />
&#8211; Reforma tributária &#8211; isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil;<br />
&#8211; Medidas para reduzir o endividamento produtivo e industrial;<br />
&#8211; Crédito às pequenas empresas.</p>
<p><strong>O documento atualizado para este ano contém, agora, 68 itens, incluindo:</strong></p>
<p>&#8211; Redução da jornada sem redução salarial;<br />
&#8211; Fim da escala 6&#215;1;<br />
&#8211; Combate à pejotização;<br />
&#8211; Regulamentação do trabalho por aplicativo;<br />
&#8211; Fortalecimento das negociações coletivas;<br />
&#8211; Combate ao feminicídio; e<br />
&#8211; Direito de negociação aos servidores públicos.</p>
<p>A Marcha da Classe Trabalhadora integra um plano de ação maior, articulado com as atividades do 1º de Maio, Dia do Trabalhador. <strong>&#8220;Até essa data, que simboliza a luta histórica por direitos da classe trabalhadora, as organizações sindicais seguirão com atividades culturais, sociais, políticas e formativas, em todas as regiões do país, para fortalecer as reivindicações e bandeiras de luta&#8221;</strong>, pontua Juvandia Moreira.</p>
<h2>Programação</h2>
<p><strong>O que:</strong> Marcha da Classe Trabalhadora 2026<br />
<strong>Quando: </strong>15 de abril<br />
<strong>Onde: </strong>Estacionamento do Teatro Nacional, Brasília (DF), com marcha até a Esplanada dos Ministérios<br />
<strong>Horas:</strong><br />
* 8h – Concentração<br />
* 9h – Plenária da Classe Trabalhadora<br />
* 10h30/11h – Início da marcha</p>
</div>
<p><strong>Fonte: CONTRAF CUT</strong></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Agora é lei: Folga de 03 dias para exames e vacinação</title>
		<link>https://bancarios.com.br/agora-e-lei-folga-de-03-dias-para-exames-e-vacinacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 11:04:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agora é lei: trabalhadores de todo o país passam a ter direito a até três dias de folga remunerada por ano para a realização de exames preventivos e vacinação. Agora é lei: trabalhadores de todo o país passam a ter direito a até três dias de folga remunerada por ano para a realização de exames &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Agora é lei: trabalhadores de todo o país passam a ter direito a até três dias de folga remunerada por ano para a realização de exames preventivos e vacinação.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-72045 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMAGEM_NOTICIA_36.jpg" alt="" width="662" height="420" /></p>
<p>Agora é lei: trabalhadores de todo o país passam a ter direito a até três dias de folga remunerada por ano para a realização de exames preventivos e vacinação. A medida foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e altera a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), reforçando a importância da prevenção e do cuidado com a saúde no ambiente laboral.</p>
<p>A nova legislação garante que o trabalhador possa se ausentar do serviço, sem prejuízo do salário, para realizar exames voltados à detecção precoce das doenças como câncer de mama, colo de útero, próstata e infecções por HPV, além de relacionados a imunização. O direito vale para até três dias a cada 12 meses, mediante comprovação.</p>
<p>Além disso, as empresas passam a ter a obrigação de informar e orientar seus funcionários sobre campanhas oficiais de vacinação e ações de prevenção, promovendo a conscientização sobre a importância do diagnóstico precoce. A lei também determina que os empregadores comuniquem formalmente os trabalhadores sobre esse direito, fortalecendo o acesso à informação.</p>
<p>A iniciativa representa um avanço importante na promoção da saúde do trabalhador, ao incentivar a prevenção e reduzir riscos de doenças mais graves. Para a categoria bancária, a medida reforça a necessidade de políticas que garantam condições dignas de trabalho e valorizem o bem-estar, contribuindo para uma rotina mais saudável e segura.</p>
<p><strong>Fonte: Bancários Bahia</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Itaú ignora afastamento de bancários. COE cobra respeito</title>
		<link>https://bancarios.com.br/itau-ignora-afastamento-de-bancarios-coe-cobra-respeito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 10:50:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[Realidade Bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após uma série de denúncias feitas por trabalhadores, o Grupo de Trabalho de Saúde dos empregados do Itaú se reuniu com o banco nesta quarta-feira (08/04), em São Paulo, para cobrar soluções imediatas sobre as graves reclamações. Após uma série de denúncias feitas por trabalhadores, o Grupo de Trabalho de Saúde dos empregados do Itaú &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<header class="sc-5836b2ba-0 KjFEM">Após uma série de denúncias feitas por trabalhadores, o Grupo de Trabalho de Saúde dos empregados do Itaú se reuniu com o banco nesta quarta-feira (08/04), em São Paulo, para cobrar soluções imediatas sobre as graves reclamações.</p>
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<div class="sc-bae5a3a5-1 sc-bae5a3a5-2 dREBKY hBaa-dL"><img loading="lazy" class="aligncenter" src="https://api.bancariosbahia.org.br/fotos/noticias/42702/IMAGEM_NOTICIA_3.jpg?v=894fe13522287633b199135771dce3be" alt="" width="720" height="398" data-nimg="responsive" /></div>
<div class="sc-bae5a3a5-3 hPEvTM">
<p>Após uma série de denúncias feitas por trabalhadores, o Grupo de Trabalho de Saúde dos empregados do Itaú se reuniu com o banco nesta quarta-feira (08/04), em São Paulo, para cobrar soluções imediatas sobre as graves reclamações.</p>
<p>Um dos principais pontos em pauta foi a continuidade das convocações indevidas para exames médicos (ASO) de funcionários afastados pelo INSS ou que ainda aguardam perícia. Mesmo após serem informados da situação pelos canais oficiais, os trabalhadores são chamados e, em alguns casos, ameaçados com advertências.</p>
<p>Para a diretora da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, Luciana Doria, representante dos funcionários na COE, a situação é grave. “É inadmissível exigir o comparecimento de bancários adoecidos, com contratos suspensos, sob ameaça de advertência. É preciso um tratamento humanizado”, afirmou.</p>
<p>Segundo ela, há um descompasso entre os prazos das tratativas feitas pelo IU Conecta e as convocações para os exames, o que gera boa parte dos problemas. “Não é razoável que o ASO seja marcado um dia após a perícia, considerando todas as dificuldades enfrentadas no INSS. O bancário precisa ter tempo hábil para apresentar o resultado”, pontuou. O GT solicitou prazos para respostas e a revisão imediata dos procedimentos.</p>
<p>Outro tema debatido foi o canal de denúncias para mulheres vítimas de violência. O movimento sindical cobrou agilidade, sigilo e efetividade nas apurações, diante do descontentamento com o tempo de resposta e os resultados apresentados. É fundamental revisar os processos de investigação para garantir credibilidade e confiança. O banco se comprometeu a levar, na próxima reunião, representantes do Ombudsman para esclarecer os pontos levantados.</p>
<p>Também foram relatadas inconsistências nas folhas de pagamento, especialmente durante o afastamento por saúde. Trabalhadores apontam descontos indevidos, como antecipações salariais debitadas antes do recebimento do benefício do INSS, o que agrava o endividamento em um momento de fragilidade.</p>
<p>Além disso, persistem queixas sobre falhas na análise de documentos enviados pelos empregados e problemas na comunicação do banco. O GT reforçou que as situações são recorrentes e cobrou soluções concretas, além do cumprimento dos compromissos já assumidos anteriormente. O banco informou ainda que a campanha de vacinação deve começar em 27 de abril.</p>
</div>
<p><strong>Fonte: Bancários Bahia</strong></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Sancionado, Estatuto dos Direitos do Paciente entra em vigor</title>
		<link>https://bancarios.com.br/sancionado-estatuto-dos-direitos-do-paciente-entra-em-vigor-fonte-agencia-senado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 11:40:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pacientes atendidos na rede pública e privada de saúde passam a contar com um conjunto unificado de direitos e deveres com a entrada em vigor do Estatuto dos Direitos do Paciente. A norma estabelece regras para garantir mais autonomia, informação, segurança e respeito à dignidade de quem utiliza serviços de saúde. A Lei 15.378, de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-72027 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/imagem_materia.jpg" alt="" width="744" height="483" /></p>
<p>Pacientes atendidos na rede pública e privada de saúde passam a contar com um conjunto unificado de direitos e deveres com a entrada em vigor do Estatuto dos Direitos do Paciente. A norma estabelece regras para garantir mais autonomia, informação, segurança e respeito à dignidade de quem utiliza serviços de saúde. A <a href="https://normas.leg.br/?urn=urn:lex:br:federal:lei:2026-04-06;15378" target="_blank" rel="noopener">Lei 15.378, de 2026</a>, sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, foi publicada nesta terça-feira (7) no <i>Diário Oficial da União</i> (<i>DOU</i>).</p>
<p>O estatuto assegura a participação do paciente nas decisões sobre o próprio tratamento, com direito a informações claras sobre diagnóstico, prognóstico, riscos, benefícios e alternativas terapêuticas. A norma também prevê a possibilidade de o paciente aceitar ou recusar procedimentos, indicar um representante para decisões em caso de incapacidade ou registrar sua vontade antecipadamente.</p>
<h3><strong>Privacidade</strong></h3>
<p>O texto inclui medidas voltadas à privacidade e à dignidade, como direito a acompanhante em consultas e internações, acesso ao prontuário médico, busca por segunda opinião e confidencialidade das informações de saúde. Também proíbe discriminação no atendimento e determina o respeito ao nome de preferência e às características culturais, religiosas e sociais do paciente, além de prever cuidados paliativos e apoio a familiares em situações de doença grave.</p>
<p>A medida ainda assegura o direito de questionar profissionais sobre procedimentos adotados, identificação da equipe responsável, higienização de mãos e instrumentos, além da procedência e da dosagem de medicamentos e insumos utilizados. Também prevê o direito a cuidados paliativos, com alívio da dor e do sofrimento, e a possibilidade de escolher o local da morte, conforme as regras do Sistema Único de Saúde (SUS) ou dos planos de assistência à saúde, além de apoio aos familiares em situações de doença grave.</p>
<p>Além dos direitos, a lei define responsabilidades do paciente ou de seu representante, como prestar informações corretas sobre o histórico de saúde, seguir orientações médicas e respeitar normas das instituições.</p>
<h3><strong>Garantias</strong></h3>
<p>A proposta teve origem no <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/154422">PL 2.242/2022</a>, apresentado pelos deputados Pepe Vargas (PT-RS), Chico D’Angelo (PDT-RJ) e Henrique Fontana (PT-RS), aprovado pelo Senado em 11 de março sob relatoria do senador Humberto Costa (PT-PE). O texto também determina a divulgação periódica dos direitos dos pacientes e prevê mecanismos para apuração de reclamações em casos de descumprimento das normas estabelecidas.</p>
<p>No dia da aprovação do projeto, Humberto Costa afirmou que o Estatuto trará resultados objetivos no cuidado aos pacientes, pois estabelecerá em lei um conjunto claro de garantias, fortalecendo a “dimensão humana” do cuidado.</p>
<p>— Se esse estatuto já estivesse vigendo, com toda certeza nós poderíamos ter evitado esse terrível episódio acontecido aqui em Brasília, de várias pessoas que foram mortas por profissionais de saúde completamente indignos de serem classificados como tal — disse Humberto Costa.</p>
<p><strong>Fonte: Agência Senado</strong></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nova lei inclui na CLT obrigação de informar trabalhadores sobre vacinação e prevenção ao câncer</title>
		<link>https://bancarios.com.br/nova-lei-inclui-na-clt-obrigacao-de-informar-trabalhadores-sobre-vacinacao-e-prevencao-ao-cancer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 10:01:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (06/04) a Lei nº 15.377/2026, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para reforçar a promoção da saúde no ambiente de trabalho. A norma passa a exigir que as empresas disponibilizem aos seus empregados informações sobre campanhas oficiais de vacinação e sobre doenças como &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="wp-image-72011 size-large aligncenter" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Foto-canva-pro-1170x658-1-1024x576.webp" alt="" width="618" height="348" /></p>
<p>Foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (06/04) a Lei nº 15.377/2026, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para reforçar a promoção da saúde no ambiente de trabalho. A norma passa a exigir que as empresas disponibilizem aos seus empregados informações sobre campanhas oficiais de vacinação e sobre doenças como o papilomavírus humano (HPV) e os cânceres de mama, colo do útero e próstata.</p>
<p>A nova legislação determina a inclusão do artigo 169-A na CLT, estabelecendo que os empregadores devem não apenas divulgar essas informações, conforme orientações do Ministério da Saúde, mas também promover ações de conscientização e orientar os trabalhadores sobre o acesso aos serviços de diagnóstico.</p>
<p>Outro ponto relevante da lei é o reforço do direito à realização de exames preventivos. As empresas passam a ter o dever de informar expressamente aos empregados sobre a possibilidade de se ausentarem do trabalho para a realização desses exames, sem prejuízo do salário, conforme já previsto na legislação trabalhista.</p>
<p>Além disso, a norma acrescenta o § 3º ao artigo 473 da CLT, consolidando a obrigatoriedade de comunicação por parte do empregador sobre esse direito, ampliando a transparência e o acesso à informação no ambiente laboral.</p>
<p>A medida representa um avanço na promoção da saúde e na prevenção de doenças entre os trabalhadores, ao integrar o ambiente de trabalho às políticas públicas de saúde.</p>
<p><strong>Fonte: Gov.br</strong></p>
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		<title>Novos prazos para licença-paternidade valem a partir de 2027; entenda</title>
		<link>https://bancarios.com.br/novos-prazos-para-licenca-paternidade-valem-a-partir-de-2027-entenda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 10:26:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco Itaú]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ampliação será gradual e alcançará 20 dias em 2029 A lei que amplia os prazos da licença-paternidade entra em vigor em 2027 e concederá inicialmente mais cinco dias aos homens, a partir do nascimento do filho. Para 2026, o benefício permanece em cinco dias. Publicada na edição desta quarta-feira (1°/4) do Diário Oficial da União, a Lei n° 15.371 prevê aumento gradual &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="dd-m-display dd-m-display--small dd-m-background-energized-light">
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<p class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather"><strong>Ampliação será gradual e alcançará 20 dias em 2029</strong></p>
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<figure class="dd-m-image__group"><img loading="lazy" class="wp-image-71978  aligncenter" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/systemuploadsnews076e3cc9bde36cc8399-700x460xfit-47a4a.jpeg" alt="" width="613" height="403" /></figure>
<div class="dd-m-editor">
<p><strong>A lei que amplia os prazos da licença-paternidade entra em vigor em 2027 e concederá inicialmente mais cinco dias aos homens, a partir do nascimento do filho. Para 2026, o benefício permanece em cinco dias.</strong><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684478&amp;o=node" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684478&amp;o=node" /></p>
<p>Publicada na edição desta quarta-feira (1°/4) do <em>Diário Oficial da União</em>, a Lei n° 15.371 prevê <strong>aumento gradual do benefício, que alcançará 20 dias de afastamento em 2029</strong>, sem prejuízo do emprego ou salário, assim como descrito a seguir:</p>
<ul>
<li>10 dias em 2027;</li>
<li>15 dias em 2028;</li>
<li>20 dias a partir de 2029.</li>
</ul>
<p>Os novos prazos valem também para os casos de adoção ou de guarda judicial para fins de adoção de criança ou de adolescente. <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/saiba-o-que-muda-com-nova-licenca-paternidade-no-brasil" target="_blank" rel="noopener">Veja aqui o que muda com a publicação da lei</a>.</p>
<h2>Dispensa e férias</h2>
<p><strong>É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa do empregado no período entre o início da licença-paternidade até um mês após o término do benefício.</strong></p>
<p>Além disso, a norma autoriza o empregado a usufruir férias no período subsequente ao término da licença, desde que comunique tal necessidade com antecedência de 30 dias da data esperada para o parto ou emissão de termo judicial.</p>
<h2>Internação</h2>
<p>Em caso de internação hospitalar da mãe ou do recém-nascido, que tenha relação com o parto, a licença-paternidade será prorrogada pelo período equivalente ao da internação, e voltará a contar a partir da alta hospitalar da mãe ou do recém-nascido; o que ocorrer por último.</p>
<h2>Salário- paternidade</h2>
<p><strong>O salário-paternidade será concedido aos empregados segurados pela Previdência Social, nos mesmos moldes já aplicados ao salário-maternidade. </strong></p>
<p>O benefício está condicionado à apresentação da certidão de nascimento do filho, do termo de adoção ou do termo de guarda judicial para fins de adoção, nos termos de regulamento.</p>
</div>
<p><em><strong>Fonte: CUT </strong></em></p>
</div>
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		<title>Contraf-CUT cobra mudanças no programa Super Caixa e alerta para possíveis prejuízos aos trabalhadores</title>
		<link>https://bancarios.com.br/contraf-cut-cobra-mudancas-no-programa-super-caixa-e-alerta-para-possiveis-prejuizos-aos-trabalhadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 10:12:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Realidade Bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Representação dos empregados critica novas regras que ampliam condicionantes para pagamento da comissão e aumentam pressão por metas •    Comissionamento passa a depender também do lucro do banco •    Novo modelo de avaliação amplia número de indicadores •    Sistema de níveis pode reduzir valores recebidos •    Representação dos trabalhadores apresentou propostas de mudanças •    CEE &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Representação dos empregados critica novas regras que ampliam condicionantes para pagamento da comissão e aumentam pressão por metas</strong><img loading="lazy" class="wp-image-71975 size-large aligncenter" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/super-1024x571.jpg" alt="" width="618" height="345" /></p>
<div class="news-details__intro-text">
<p>•    Comissionamento passa a depender também do lucro do banco<br />
•    Novo modelo de avaliação amplia número de indicadores<br />
•    Sistema de níveis pode reduzir valores recebidos<br />
•    Representação dos trabalhadores apresentou propostas de mudanças<br />
•    CEE solicitou reunião específica com a Caixa para tratar do tema</p>
</div>
<div class="news-details__main-content">
<div class="news-details__main-text visible">
<p>As mudanças implementadas pela Caixa no regulamento do <strong>programa de comissionamento Super Caixa 2026</strong> acenderam um alerta entre as entidades representativas dos empregados. A análise feita pela <strong>Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT)</strong>, assessorada pela <strong>Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa)</strong>, aponta que as alterações ampliam condicionantes para o pagamento da comissão, aumentam a complexidade do sistema de metas e podem dificultar o acesso dos trabalhadores aos valores previstos no programa.</p>
<p>“A Caixa implementou este programa sem qualquer debate ou participação da representação dos trabalhadores. Se houve qualquer conversa sobre o programa antes de o mesmo ser implementado, não foi com qualquer entidade ligada à Contraf-CUT”, lembrou o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), da Caixa, Felipe Pacheco. A CEE representa a Contraf-CUT nas negociações com a Caixa.</p>
<p>Felipe lembrou ainda que, desde quando o banco anunciou o Super Caixa, em meados de agosto de 2025, a representação das empregadas e dos empregados fez diversos questionamentos, alertou que os empregados seriam prejudicados e apresentou diversas propostas de melhorias. “A Caixa conseguiu piorar ainda mais o que já estava ruim. Criando mais dificuldades para que os empregados recebam a comissão”, disse.</p>
<h2><strong>Super Caixa 2026: ainda pior</strong></h2>
<p>Entre as principais mudanças está a inclusão de uma nova condição para o comissionamento: o pagamento passa a depender também do <strong>lucro líquido contábil da Caixa no semestre</strong>. Antes, a comissão estava diretamente relacionada ao cumprimento das metas estabelecidas para as unidades e equipes.</p>
<p>Outro ponto destacado pelas entidades é a adoção de um novo modelo de avaliação baseado em múltiplas dimensões de desempenho, ampliando o número de indicadores utilizados para medir resultados. Também foi introduzido um <strong>modelo escalonado de comissionamento</strong>, com cinco níveis de pagamento, o que pode reduzir o valor final recebido pelos trabalhadores quando os níveis mais altos não são atingidos.</p>
<p>Além disso, o regulamento altera critérios operacionais importantes, como o aumento do tempo mínimo considerado para apuração do resultado em uma unidade e mudanças na forma de cálculo do teto da comissão.</p>
<h2><strong>Pressão por metas e menor previsibilidade</strong></h2>
<p>Para o coordenador da CEE/Caixa, as mudanças reforçam um modelo de gestão cada vez mais baseado em metas e pressão por resultados. “O que vemos nesse novo regulamento é o aumento das condicionantes para o pagamento da comissão e uma complexidade maior no sistema de avaliação. Isso pode gerar um descolamento entre o esforço dos trabalhadores e o reconhecimento pelo resultado alcançado”, afirmou Felipe.</p>
<p>Segundo ele, a introdução da condicionante de lucro institucional é particularmente preocupante. “Mesmo que as equipes cumpram ou superem as metas nas unidades, o pagamento da comissão passa a depender do resultado global do banco. Ou seja, um fator que não está diretamente ligado ao desempenho dos trabalhadores pode impedir que eles recebam pelo serviço que realizaram”, explicou.</p>
<h2><strong>Propostas de mudanças</strong></h2>
<p>A representante das empregadas e empregados no Conselho de Administração da Caixa, <strong>Fabiana Uehara</strong>, informou que a representação dos trabalhadores apresentou sugestões para tornar o programa mais transparente e equilibrado.</p>
<p>Entre as propostas defendidas pela conselheira e pelas entidades estão:<br />
•    Retirada da condicionante de lucro para pagamento da comissão;<br />
•    Simplificação dos critérios e indicadores utilizados na avaliação;<br />
•    Manutenção de regras que não prejudiquem trabalhadores que mudam de função ou unidade durante o período;<br />
•    Maior transparência sobre o orçamento total destinado ao comissionamento.</p>
<p>Para Fabiana, a valorização dos empregados precisa estar no centro das políticas de reconhecimento do banco. “Quem constrói o resultado da Caixa no dia a dia são as empregadas e os empregados. Na rede de atendimento, essa cobrança é ainda maior. Por isso defendemos regras claras, previsíveis e que reconheçam de fato o esforço individual e coletivo. O comissionamento precisa considerar não apenas quem realiza a venda, mas também quem garante o atendimento, a orientação ao cliente e a qualidade da entrega”, afirmou.</p>
<p>Ela destacou ainda que programas de incentivo não podem se transformar apenas em instrumentos de intensificação da pressão comercial. “Se a CAIXA afirma adotar o ‘clientecentrismo’ e a principalidade como diretrizes estratégicas, precisa antes olhar para a jornada do empregado. Isso envolve sistemas adequados, processos que não gerem retrabalho, metas equilibradas e condições reais de trabalho. Um programa de premiação deve ser um fator de engajamento e reconhecimento — e não um elemento adicional de desmotivação, como infelizmente vem ocorrendo”, ressaltou.</p>
<h2><strong>Tema precisa ser debatido</strong></h2>
<p>A discussão sobre o programa também foi levantada pela representação dos trabalhadores na <a href="https://contrafcut.com.br/noticias/cee-e-caixa-debatem-melhorias-no-canal-de-atendimento-as-vitimas-de-violencia-domestica/" target="_blank" rel="noopener">reunião realizada</a> entre a <strong>CEE/Caixa e o banco no dia 31 de março de 2026</strong>, quando as entidades trataram de diferentes temas relacionados às condições de trabalho e às políticas de gestão de pessoas, principalmente questões relacionadas ao combate ao assédio e à violência contra as empregadas da Caixa.</p>
<p>Na ocasião, os representantes dos empregados reforçaram a necessidade de discutir os impactos das mudanças no programa e defenderam ajustes que garantam maior justiça e transparência nos critérios adotados.</p>
<p>Como encaminhamento, a CEE solicitou à Caixa a realização de uma <strong>reunião específica para tratar do Super Caixa</strong>. A proposta é para que reunião ocorra já na próxima semana, <strong>no dia 8 de abril</strong>, com o objetivo de debater as mudanças no regulamento e apresentar as propostas da representação dos trabalhadores.</p>
<p>Para a CEE/Caixa, que assessora Contraf-CUT nas negociações com a Caixa, é fundamental que os programas de reconhecimento adotados pelo banco valorizem efetivamente o trabalho das equipes e não ampliem a pressão por metas sem assegurar contrapartidas adequadas aos trabalhadores.</p>
<p><strong>Fonte: Contraf/CUT</strong></p>
</div>
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		<title>Lula sanciona lei que amplia licença-paternidade</title>
		<link>https://bancarios.com.br/lula-sanciona-lei-que-amplia-licenca-paternidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 10:18:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta terça-feira (31) o projeto de lei que amplia a licença-paternidade no Brasil. De acordo com o texto, a extensão ocorrerá de forma gradual, passando dos atuais cinco dias para 10 dias em 2027; 15 dias em 2028; e 20 dias em 2029. “São 38 anos de espera pra &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-71958 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/systemuploadsnewsd6cd803dcbf8bb09819-700x460xfit-1b9d6.jpeg" alt="" width="584" height="384" /></p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta terça-feira (31) o <strong>projeto de lei que amplia a licença-paternidade no Brasil</strong>. De acordo com o texto, <strong>a extensão ocorrerá de forma gradual, passando dos atuais cinco dias para 10 dias em 2027; 15 dias em 2028; e 20 dias em 2029</strong>.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684342&amp;o=node" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684342&amp;o=node" /></p>
<p>“São 38 anos de espera pra regulamentar a licença-paternidade e ampliar essa licença, que hoje tem cinco dias, depois vai para 10, 15 e 20 dias. Essa foi uma conquista conjunta da sociedade civil com o Parlamento e com a nossa participação”, destacou a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.</p>
<blockquote><p>“A mulher já conquistou o mercado de trabalho fora, mas o homem ainda não conquistou a cozinha. Essa lei vai ensinar os homens a dar banho em criança, a acordar de noite para cuidar da criança quando chora. Ele vai ter que aprender a trocar fralda”, disse Lula. “É uma lei que eu sanciono com muito prazer”, completou.</p></blockquote>
<h2>Entenda</h2>
<p><strong>O projeto de lei foi aprovado no Senado no último dia 4.</strong> O tema, entretanto, era debatido no Congresso Nacional há 19 anos, depois de ser apresentado pela ex-senadora Patrícia Saboya, em 2007, e relatado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA).</p>
<p>Entre os argumentos para aprovação do texto está a possibilidade de maior participação dos pais nos cuidados com os filhos recém-nascidos ou adotados.</p>
<p>Quando foi aprovado na Câmara dos Deputados, em novembro do ano passado, o relator Pedro Campos (PSB-PE) afirmou que nenhum direito é mais fundamental do que o de nascer cercado de cuidado. O deputado lembrou que <strong>o tema era alvo de debates desde a Assembleia Nacional Constituinte, que elaborou a Constituição de 1988</strong>.</p>
<p><strong>Fonte: CUT</strong></p>
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		<title>CUT consolida política interna contra assédio e discriminação</title>
		<link>https://bancarios.com.br/cut-consolida-politica-interna-contra-assedio-e-discriminacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 10:13:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assédio moral]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Raça e Etnia]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CUT deu mais um passo na consolidação de uma política permanente de enfrentamento às violências ao lançar o Protocolo de Prevenção e Ação em Casos de Discriminação, Assédio e Violência por Razões de Gênero, Instrumento elaborado para aplicação no âmbito da própria central, o protocolo busca promover uma cultura de respeito e garantir ambientes livres &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-61930" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2024/02/nao-assedio-fw-600x350-1-300x175.webp" alt="" width="400" height="233" /></p>
<p>A CUT deu mais um passo na consolidação de uma política permanente de enfrentamento às violências ao lançar o <strong>Protocolo de Prevenção e Ação em Casos de Discriminação, Assédio e Violência por Razões de Gênero</strong>, Instrumento elaborado para aplicação no âmbito da própria central, o protocolo busca promover uma cultura de respeito e garantir ambientes livres de violência e assédio.</p>
<p>Criado para estabelecer mecanismos concretos de prevenção e enfrentamento, especialmente contra práticas que atingem mulheres, o <strong>Protocolo</strong> reafirma um compromisso ético e político da CUT com a transformação das relações de convivência e trabalho. O documento orienta que todas as pessoas atuem com respeito às diferenças, aos pontos de vista e sem qualquer forma de conduta discriminatória, intimidatória ou assediadora, assegurando espaços inclusivos, seguros e democráticos.</p>
<p>O conceito principal da elaboração dessa iniciativa, explica a secretária da Mulher Trabalhadora da CUT, Amanda Corcino, é de que “não há projeto sindical transformador se as mulheres não estiverem protegidas dentro da própria organização”.</p>
<p>Ela afirma que a violência contra é mulher é um problema estrutural na sociedade, originado na afirmativa machista de manutenção de poder em todos os espaços e nenhum deles está livre dessa violência. E, prossegue, dentro do movimento sindical, mais do que uma reação a eventuais casos, é preciso um posicionamento político efetivo, ou seja, uma ação que situe o movimento sindical como exemplo de combate à violência de gênero</p>
<p>“A violência contra as mulheres não acontece somente fora da nossa organização, também se manifesta dentro dela. E isso exige de nós uma resposta política. Não estamos falando apenas de casos extremos. Estamos falando de práticas cotidianas que deslegitimam, silenciam e afastam mulheres dos espaços de decisão”, diz Amanda.</p>
<p>Enfrentar o assédio e todas as formas de violência, ela pontua. “não é uma pauta secundária”.</p>
<p>“É condição para que a CUT seja coerente com o projeto de transformação social que defende. O protocolo não surge do nada. Ele é fruto da luta das mulheres da CUT que se recusaram a naturalizar essas violências. Nosso desafio agora é fazer com que ele saia do papel e se torne prática.  E isso depende de cada uma de nós.”</p>
<p><strong>Cartilha</strong></p>
<p>A Cartilha de Aplicação do Protocolo de Prevenção e Ação em Casos de Discriminação, Assédio e Violência por Razões de Gênero, é um material foi elaborado para orientar, de forma acessível, toda a militância e a estrutura sindical sobre como identificar situações de violência de gênero e agir corretamente diante delas.</p>
<p>O material foi elaborado partindo do princípio que é preciso haver um “letratamento”. Por ser estrutural, a violência contra a mulher é muitas vezes praticas por pessoas que sequer entendem que determinada conduta representa uma agressão, um assédio, e portanto, uma violência.</p>
<p>“O protocolo vem acompanhado dessa cartilha que explica exatamente o que uma pessoa – em geral um homem – pratica contra a mulher e considera como ‘natural’. É preciso ‘reeducar’, mas isso não significa que o agressor não tenha que ser responsabilizado. É por isso que nosso protocolo é detalhado e preciso nesses pontos”, diz Amanda.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>Mais do que um conjunto de normas, a cartilha cumpre o papel formativo de tornar visíveis práticas muitas vezes naturalizadas no cotidiano sindical e que, na prática, produzem silenciamento, constrangimento e afastamento de mulheres dos espaços de decisão</p>
<footer>&#8211; Amanda Corcino</footer>
</blockquote>
<p><strong>Um guia para reconhecer e enfrentar a violência</strong></p>
<p>A cartilha organiza, de forma didática, os principais conceitos e orientações do protocolo, ajudando a identificar o que caracteriza assédio, discriminação e violência de gênero.</p>
<p>O material explica que essas violências podem se manifestar de diversas formas:</p>
<ul>
<li>Física</li>
<li>Psicológica</li>
<li>Moral</li>
<li>Sexual</li>
<li>Simbólica</li>
<li>Política</li>
<li>Patrimonial</li>
<li>Digital (por meio de redes sociais, por exemplo)</li>
</ul>
<p>Também detalha situações recorrentes no cotidiano sindical, como a interrupção sistemática da fala de uma mulher, a desqualificação de sua atuação ou práticas que geram constrangimento e isolamento.</p>
<p>Ao mesmo tempo, faz uma distinção importante: &#8220;<strong>Nem todo conflito é assédio, mas toda violência deve ser reconhecida e enfrentada&#8221;</strong></p>
<p><strong>Como identificar uma situação</strong></p>
<p>Para ajudar na identificação, a cartilha orienta observar alguns elementos:</p>
<ul>
<li>Há constrangimento ou humilhação?</li>
<li>Existe repetição ou padrão na conduta?</li>
<li>Há conteúdo discriminatório ou sexual?</li>
<li>Há tentativa de silenciamento ou exclusão?</li>
</ul>
<p>A análise deve considerar o contexto, a repetição e o impacto das ações.</p>
<p><strong>Como agir</strong></p>
<p>Diante de uma situação de violência, o protocolo estabelece diretrizes:</p>
<ul>
<li>Não minimizar o ocorrido</li>
<li>Não expor as pessoas envolvidas</li>
<li>Não investigar de forma informal</li>
<li>Não tentar resolver fora dos canais institucionais</li>
<li>Fazer o encaminhamento adequado</li>
</ul>
<p>O caminho é acionar as instâncias responsáveis dentro da CUT, garantindo que o caso seja tratado com confidencialidade, responsabilidade e respeito.</p>
<p>A cartilha reforça que <strong>denunciar não é expor  e sim acionar mecanismos de proteção construídos coletivamente.</strong></p>
<p><strong>Responsabilidade de toda a organização</strong></p>
<p>O protocolo se aplica a todas as pessoas que participam da vida sindical:</p>
<ul>
<li>Dirigentes</li>
<li>Militantes</li>
<li>Trabalhadores e trabalhadoras da estrutura</li>
<li>Assessores e assessoras</li>
<li>Convidados e convidadas</li>
</ul>
<p>O protocolo ressalta que as diretrizes valem em todos os espaços, presenciais e virtuais, ou seja, onde há atividade sindical, há responsabilidade institucional.</p>
<p><strong>Formação para transformar a cultura sindical</strong></p>
<p>Um dos fios condutores da cartilha é a formação. O material destaca que a prevenção depende de processos contínuos de formação sindical, capazes de:</p>
<ul>
<li>Identificar práticas de violência</li>
<li>Enfrentar sua naturalização</li>
<li>Fortalecer relações democráticas</li>
</ul>
<p>Os materiais pedagógicos elaborados pela secretarias nacional de Formação junto com a secretária nacional da Mulher Trabalhadora SNMT – a cartilha de aplicação e o caderno para formadores – partem da compreensão de que o protocolo só existirá, de fato, quando se transformar em prática coletiva.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>Não basta ter um documento bem elaborado, é preciso garantir apropriação, método e capacidade de ação nos territórios. O seminário com o coletivo de mulheres que a secretaria nacional de Formação, juntamente com a secretária nacional da Mulher Trabalhadora, realizou no dia 26 de março mostrou exatamente isso: quando a formação é enraizada na experiência concreta das companheiras, ela rompe o silêncio, desnaturaliza a violência e prepara lideranças para agir com responsabilidade política e institucional. É assim que a gente tira o protocolo do papel e coloca ele na vida real da CUT</p>
<footer>&#8211; Rosane Bertotti, secretária nacional de Formação da CUT</footer>
</blockquote>
<p><strong>Lançamento </strong></p>
<p>A apresentação do protocolo e da cartilha será realizada em um evento especuial na sede da CUT Nacional, em São Paulo, no dia 23 de abril.</p>
<p><strong>Fonte: CUT</strong></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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