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Fala, bancário: Expectativa para 2016

""Dalbert Ayres – CEF/Vitória da Conquista

Nós sabemos que nosso país vive uma crise e que a expectativa é que piore ainda mais em 2016. Nós que acompanhamos as notícias sobre a política econômica do país pelos meios de comunicação ficamos com essa visão. Nesse contexto, as instituições financeiras também passarão por um abalo, andarão juntamente com essa crise, elevando taxa de juros como vem acontecendo desde o ano passado. Então, diante dessa realidade a expectativa é que será um ano difícil, mas não impossível de tentar fazer algo diferente. Assim como já vivemos em outras épocas, sabemos que tem que se doar e buscar superar esse momento. O problema já conhecemos, o que temos que fazer é buscar a solução para isso a cada dia.

 

""Luísa Viterbo – BB/Vitória da Conquista

Eu creio que nesse primeiro semestre as coisas continuarão no mesmo contexto de 2015, taxas de juros altas e o contribuinte sendo onerado. Sabemos que isso é resultado de uma política populista do governo do PT que por um momento deu certo, quando Lula tomou posse. Em alguns momentos as políticas populistas são necessárias, mas quando se prorroga por muito tempo ela gera desgaste. O governo não tem de onde tirar dinheiro para sustentar isso. Quem vai pagar essa conta é o contribuinte. Confesso que minhas expectativas não são muito boas. Acredito que esse ano ainda vai ser um ano muito difícil se o Brasil não adotar uma política econômica para tentar de alguma maneira sanar todas essas medidas que foram tomadas de forma equivocada.

""Julio Cesar Xavier – CEF/Mongoiós

Assim como todos os brasileiros que votaram na presidente Dilma sinto-me traído e muito sentido pelas pessoas menos favorecidas. Diante do exposto, acredito que em 2016 teremos um caos social. Menos saúde, educação, segurança, investimentos na camada mais sofrida da sociedade e perdas salariais pela alta da infração. Nós trabalhadores não seremos imunes a essas consequências, mas podemos nos proteger através de medidas que visem a combater o consumo desnecessário. Toda atitude em prol de uma educação financeira e conscientização em casa, no trabalho nas redes sociais, enfim, nos meios em que participamos e formamos opinião, tende a contribuir para reverter essa situação.

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