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	<title>Arquivos Reforma Trabalhista - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
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		<title>Campanha para anular a Reforma Trabalhista já está nas ruas</title>
		<link>https://bancarios.com.br/campanha-para-anular-a-reforma-trabalhista-ja-esta-nas-ruas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Sep 2017 14:13:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilização]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As manifestações do Grito dos Excluídos, nesta quinta-feira (7) em todo o país, foram o espaço de lançamento nacional da Campanha Pela Anulação da Reforma Trabalhista, que vai coletar 1,3 milhão de assinaturas para um Projeto de Lei de Iniciativa Popular que propõe a revogação da Reforma Trabalhista de Temer, prevista para entrar em vigor &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignnone size-medium wp-image-25570 alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2017/09/campanha-para-anular-a-reforma-trabalhista-ja-esta-nas-ruas_27ca41d7bd1e9f25645293fc2f420d0d-300x225.png" alt="" width="300" height="225" />As manifestações do Grito dos Excluídos, nesta quinta-feira (7) em todo o país, foram o espaço de lançamento nacional da Campanha Pela Anulação da Reforma Trabalhista, que vai coletar 1,3 milhão de assinaturas para um Projeto de Lei de Iniciativa Popular que propõe a revogação da Reforma Trabalhista de Temer, prevista para entrar em vigor no próximo dia 11 de novembro.</p>
<p>Após o recolhimento das assinaturas, o projeto será entregue à Câmara dos Deputados, com o lançamento de uma nova etapa da campanha, para exigir a votação da proposta. O objetivo do Projeto de Lei de Iniciativa Popular é fazer com que essa medida se some a outras 11 leis revogadas por meio desse instrumento.</p>
<p>A campanha pela anulação da Reforma Trabalhista foi aprovada pelas confederações, federações e sindicatos da CUT, durante o recente Congresso Extraordinário e prevê também a criação de comitês por essas entidades, para coleta de assinatura.</p>
<p><strong>Acesse os materiais da campanha</strong></p>
<p>Clique <a href="https://cut.org.br/acao/7-de-setembro-0167/">aqui</a> para acessar os primeiros materiais da campanha, que incluem:</p>
<p>&#8211; cartilha com orientações sobre a campanha;</p>
<p>&#8211; formulário para coleta de assinaturas;</p>
<p>&#8211; banner;</p>
<p>&#8211; cartaz.</p>
<p>Os materiais também estão disponíveis no site da CUT e no site da campanha, onde também é possível obter mais informações:</p>
<p><a href="http://www.cut.org.br/" target="_blank" rel="noopener">www.cut.org.br</a></p>
<p><a href="http://anulareforma.cut.org.br/" target="_blank" rel="noopener">anulareforma.cut.org.br</a></p>
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		<title>Temer sanciona Reforma Trabalhista nesta quinta (13)</title>
		<link>https://bancarios.com.br/24709-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jul 2017 19:49:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Temer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (13), o presidente Michel Temer sancionou o projeto de Reforma Trabalhista aprovado pelo Congresso. Amplamente apoiada pelos patrões e combatida pelos trabalhadores, a reforma destrói direitos conquistados ao alterar as regras da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). As novas regras entrarão em vigor daqui a quatro meses, conforme previsto na nova legislação. Entre &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_24710" aria-describedby="caption-attachment-24710" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="wp-image-24710 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Temer-José-Cruz-Agência-Brasil.jpg" alt="" width="580" height="388" /><figcaption id="caption-attachment-24710" class="wp-caption-text">José Cruz/ Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Nesta quinta-feira (13), o presidente Michel Temer sancionou o projeto de Reforma Trabalhista aprovado pelo Congresso.</p>
<p>Amplamente apoiada pelos patrões e combatida pelos trabalhadores, a reforma destrói direitos conquistados ao alterar as regras da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). As novas regras entrarão em vigor daqui a quatro meses, conforme previsto na nova legislação.</p>
<p>Entre os retrocessos, o novo texto prevê que a negociação entre empregadores e empregados passarão prevalecer sobre a lei em pontos como parcelamento das férias, flexibilização da jornada, participação nos lucros e resultados, intervalo de almoço, plano de cargos e salários e banco de horas.</p>
<p>Outro ponto que evidencia a valorização do lucro das empresas em detrimento dos trabalhadores é a possibilidade de que gestantes trabalhem em locais insalubres. A legislação anterior previa que gestantes deveriam apresentar atestado para que fossem afastadas de atividades insalubres de grau médio ou mínimo.</p>
<p>A sanção ocorre no dia em que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) discute na Câmara a denúncia de corrupção passiva apresentada pela Procuradoria Geral da União (PGU) contra o presidente Michel Temer. Independentemente do resultado do parecer, a denúncia terá de ser votada no plenário da Casa, onde precisará de 342 votos para ser enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
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		<item>
		<title>MPT pede veto e não descarta entrar com ação contra reforma trabalhista</title>
		<link>https://bancarios.com.br/mpt-pede-veto-e-nao-descarta-entrar-com-acao-contra-reforma-trabalhista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jul 2017 14:04:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[MPT]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público do Trabalho (MPT) encaminhou ao presidente Michel Temer, nesta quarta-feira (12), uma Nota Técnica em que pede o veto total à reforma trabalhista (PLC 38/2017), aprovada no plenário do Senado, na noite de terça-feira (11). O documento destaca 14 pontos que violam a Constituição Federal e Convenções Internacionais ratificadas pelo Brasil. Segundo o procurador-geral &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="content">
<p><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-24704" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2017/07/MPT.jpg" alt="" width="300" height="128" />O Ministério Público do Trabalho (MPT) encaminhou ao presidente Michel Temer, nesta quarta-feira (12), uma <ins><strong><a href="http://portal.mpt.mp.br/wps/wcm/connect/portal_mpt/1557d36c-eb77-4186-a472-b77782027895/PEDIDO+DE+VETO_FINAL_1.pdf?MOD=AJPERES&amp;attachment=true&amp;id=1499871332213">Nota Técnica</a></strong></ins> em que pede o veto total à reforma trabalhista (PLC 38/2017), aprovada no plenário do Senado, na noite de terça-feira (11). O documento destaca 14 pontos que violam a Constituição Federal e Convenções Internacionais ratificadas pelo Brasil.</p>
<p>Segundo o procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Fleury, caso haja a sanção presidencial, o MP poderá ingressar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) ou questionar na Justiça, caso a caso, os pontos considerados inconstitucionais.</p>
<p>“O papel do Ministério Público do Trabalho é aguardar eventual sanção, apresentar as inconstitucionalidades que fundamentariam os vetos e adotar as medidas adequadas, seja por meio de Ação Direta de Inconstitucionalidade, seja por meio de arguição de inconstitucionalidade em ações civis públicas”, informou o procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Fleury.</p>
<p>Em relação à declaração do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, de que não teria havido acordo sobre eventuais vetos e edição de Medida Provisória, Fleury cobrou coerência ao parlamentar. “Causa-nos surpresa porque o senador Romero Jucá apresentou inclusive um documento assinado pelo presidente Michel Temer no sentido de que haveria esses vetos e edição de Medidas Provisórias, regulamentando as matérias ali especificadas. Eu quero crer que o deputado Rodrigo Maia vá honrar esse compromisso e, principalmente, os parlamentares da base do governo”, finalizou.</p>
<p>A Nota Técnica detalha violações que incluem: inconstitucionalidade decorrente da ausência de amplo debate com a sociedade e da promoção do diálogo social; inconstitucionalidade em face da violação de Tratados Internacionais de Direitos Humanos do Trabalho; desvirtuamento inconstitucional do regime de emprego  e a negação de incidência de direitos fundamentais; inconstitucionalidade na terceirização de atividades finalísticas das empresas; flexibilização inconstitucional da jornada de trabalho; violação de direito fundamental à jornada compatível com as capacidades físicas e mentais do trabalhador; e violação de direito fundamental ao salário mínimo, à remuneração pelo trabalho e a salário equitativo, além do desvirtuamento inconstitucional de verbas salariais.</p>
<p>O documento aponta ainda inconstitucionalidade da prevalência do negociado sobre o legislado para reduzir proteção social do trabalhador; inconstitucional derrogação de proteção jurídica trabalhista aos empregados com maior remuneração e com diploma de formação superior; fragilização do direito à representação de trabalhadores por local de trabalho; inconstitucionalidade quanto à exclusão ou redução de responsabilidade do empregador; tarifação do dano extrapatrimonial e a consequente restrição ao direito fundamental à reparação integral de danos morais; restrições inconstitucionais de acesso à Justiça do Trabalho, o que viola direito constitucional de acesso à Justiça; e a afronta à autonomia funcional do poder Judiciário trabalhista.</p>
</div>
<p id="page-author">Fonte: MPT</p>
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