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	<title>Arquivos Banco do Brasil - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
	<lastBuildDate>Mon, 17 Aug 2026 13:50:11 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Banco do Brasil não apresenta proposta econômica nem devolutivas e frustra funcionários</title>
		<link>https://bancarios.com.br/banco-do-brasil-nao-apresenta-proposta-economica-nem-devolutivas-e-frustra-funcionarios-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 13:50:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em nova rodada de negociação, BB não responde às reivindicações; nova reunião será realizada na quarta-feira (19) A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) voltou a se reunir com a direção do banco na manhã desta sexta-feira (14), dando continuidade às negociações específicas da Campanha Nacional 2026. Porém, a reunião terminou &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<p><strong>Em nova rodada de negociação, BB não responde às reivindicações; nova reunião será realizada na quarta-feira (19)</strong></p>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-73114 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Fotos-contraf-_30_-1-1024x571.jpg" alt="" width="618" height="345" /></div>
<div class="news-details__main-content">
<div class="news-details__main-text visible">
<p>A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) voltou a se reunir com a direção do banco na manhã desta sexta-feira (14), dando continuidade às negociações específicas da Campanha Nacional 2026. Porém, a reunião terminou sem proposta econômica e sem devolutivas para as principais reivindicações apresentadas pelos trabalhadores, gerando frustração entre os funcionários.</p>
<p>O Banco do Brasil informou que não apresentará, neste momento, proposta de índices econômicos nas negociações específicas.</p>
<p>Também não houve, nesta rodada, retorno para as demais reivindicações apresentadas pela CEBB. O banco se comprometeu a apresentar as respostas na próxima reunião, marcada para quarta-feira (19).</p>
<p>Para a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes, a falta de respostas é motivo de insatisfação e não corresponde à expectativa dos funcionários. “A gente sabe que já teve tempo suficiente para o banco preparar as respostas às nossas reivindicações. Nós conversamos com a base, com os funcionários, e percebemos que estão ansiosos por isso. É muito ruim não termos recebido nada hoje.”</p>
<p>Durante a reunião, o banco apresentou brevemente o Revisa Metas, programa que pretende promover melhorias no sistema de metas, com possibilidade de ajustes nas metas distribuídas às unidades por meio de um fluxo mais rápido e maior transparência para os funcionários. A proposta, porém, não representa uma resposta às reivindicações apresentadas pela CEBB nesta campanha.</p>
<p>O secretário-geral da Contraf-CUT e funcionário do Banco do Brasil, Gustavo Tabatinga Jr., destacou a necessidade de o banco avançar nas negociações e apresentar respostas concretas aos trabalhadores. “Os funcionários estão mobilizados e aguardam respostas para as reivindicações que foram construídas a partir das demandas da base. Não basta apenas apresentar iniciativas pontuais. É fundamental que o banco traga devolutivas concretas e avance nas negociações.”</p>
<p>A CEBB espera que a próxima reunião, na quarta-feira (19), marque uma mudança de postura do banco e apresente respostas efetivas às demandas dos funcionários.</p>
<h2><strong>Assembleia na segunda-feira (17)</strong></h2>
<p>O Comando Nacional dos Bancários convocou assembleias em todo país para a próxima segunda-feira, 17 de agosto, para que a categoria delibere sobre o modelo de reajuste, divisão da categoria e congelamento de piso, propostos pela Fenaban. A assembleia também irá deliberar sobre o dia nacional de mobilização, com paralisação nas bases na quinta-feira, 20 de agosto.</p>
</div>
<p><strong>Fonte: Contraf CUT </strong></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Plantão Jurídico acontece nesta quarta-feira (19)</title>
		<link>https://bancarios.com.br/plantao-juridico-acontece-nesta-quarta-feira-19-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 13:07:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco de Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Nordeste]]></category>
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		<category><![CDATA[Caixa Econômica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Buscando garantir os direitos aos sindicalizados, o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, disponibiliza atendimento jurídico aos associados, esclarecendo dúvidas sobre direitos trabalhistas e ações judiciais. Nesta quarta-feira (19), o advogado Bruno Amazonas, do escritório Higino e Amazonas, estará de plantão para tratar de assuntos do direito trabalhista. Os agendamentos devem ser &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class=" wp-image-73110 alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-10.04.33-2-300x300.jpeg" alt="" width="331" height="331" /></p>
<p>Buscando garantir os direitos aos sindicalizados, o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, disponibiliza atendimento jurídico aos associados, esclarecendo dúvidas sobre direitos trabalhistas e ações judiciais.</p>
<p>Nesta quarta-feira (19), o advogado Bruno Amazonas, do escritório Higino e Amazonas, estará de plantão para tratar de assuntos do direito trabalhista.</p>
<p>Os agendamentos devem ser feitos com a secretaria, pelo WhatsApp (77) 3424-7186 ou pelos telefones (77) 3424-1620/3424-2062.</p>
<p>O SEEB/VCR também disponibiliza um WhatsApp para atendimento do setor Jurídico, de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h. O número é (77) 98115-2694.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Banco do Brasil não apresenta proposta econômica nem devolutivas e frustra funcionários</title>
		<link>https://bancarios.com.br/banco-do-brasil-nao-apresenta-proposta-economica-nem-devolutivas-e-frustra-funcionarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 16:41:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Nacional dos Bancários 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em nova rodada de negociação, BB não responde às reivindicações; nova reunião será realizada na quarta-feira (19) A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) voltou a se reunir com a direção do banco na manhã desta sexta-feira (14), dando continuidade às negociações específicas da Campanha Nacional 2026. Porém, a reunião terminou &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/banco-do-brasil-nao-apresenta-proposta-economica-nem-devolutivas-e-frustra-funcionarios/">Banco do Brasil não apresenta proposta econômica nem devolutivas e frustra funcionários</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>Em nova rodada de negociação, BB não responde às reivindicações; nova reunião será realizada na quarta-feira (19)</h3>
</div>
<div class="news-details__image">
<div class="news-details__intro-text">
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-73091 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Fotos-contraf-_30_.jpg" alt="" width="1072" height="598" /></p>
</div>
<div class="news-details__main-content">
<div class="news-details__main-text visible">
<p>A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) voltou a se reunir com a direção do banco na manhã desta sexta-feira (14), dando continuidade às negociações específicas da Campanha Nacional 2026. Porém, a reunião terminou sem proposta econômica e sem devolutivas para as principais reivindicações apresentadas pelos trabalhadores, gerando frustração entre os funcionários.</p>
<p>O Banco do Brasil informou que não apresentará, neste momento, proposta de índices econômicos nas negociações específicas.</p>
<p>Também não houve, nesta rodada, retorno para as demais reivindicações apresentadas pela CEBB. O banco se comprometeu a apresentar as respostas na próxima reunião, marcada para quarta-feira (19).</p>
<p>Para a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes, a falta de respostas é motivo de insatisfação e não corresponde à expectativa dos funcionários. “A gente sabe que já teve tempo suficiente para o banco preparar as respostas às nossas reivindicações. Nós conversamos com a base, com os funcionários, e percebemos que estão ansiosos por isso. É muito ruim não termos recebido nada hoje.”</p>
<p>Durante a reunião, o banco apresentou brevemente o Revisa Metas, programa que pretende promover melhorias no sistema de metas, com possibilidade de ajustes nas metas distribuídas às unidades por meio de um fluxo mais rápido e maior transparência para os funcionários. A proposta, porém, não representa uma resposta às reivindicações apresentadas pela CEBB nesta campanha.</p>
<p>O secretário-geral da Contraf-CUT e funcionário do Banco do Brasil, Gustavo Tabatinga Jr., destacou a necessidade de o banco avançar nas negociações e apresentar respostas concretas aos trabalhadores. “Os funcionários estão mobilizados e aguardam respostas para as reivindicações que foram construídas a partir das demandas da base. Não basta apenas apresentar iniciativas pontuais. É fundamental que o banco traga devolutivas concretas e avance nas negociações.”</p>
<p>A CEBB espera que a próxima reunião, na quarta-feira (19), marque uma mudança de postura do banco e apresente respostas efetivas às demandas dos funcionários.</p>
<h2><strong>Assembleia na segunda-feira (17)</strong></h2>
<p>O Comando Nacional dos Bancários convocou assembleias em todo país para a próxima segunda-feira, 17 de agosto, para que a categoria delibere sobre o modelo de reajuste, divisão da categoria e congelamento de piso, propostos pela Fenaban. A assembleia também irá deliberar sobre o dia nacional de mobilização, com paralisação nas bases na quinta-feira, 20 de agosto.</p>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/banco-do-brasil-nao-apresenta-proposta-economica-nem-devolutivas-e-frustra-funcionarios/">Banco do Brasil não apresenta proposta econômica nem devolutivas e frustra funcionários</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Banco do Brasil lucra R$ 7,3 bi no primeiro semestre</title>
		<link>https://bancarios.com.br/banco-do-brasil-lucra-r-73-bi-no-primeiro-semestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 11:16:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco do Brasil informou nesta quarta-feira (12/8), que obteve o lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre de 2026, o que representa um crescimento de 3,3% em relação ao mesmo período de 2025 e de 13,9%, na comparação com o primeiro trimestre. No acumulado do primeiro semestre do ano o lucro &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>O Banco do Brasil informou nesta quarta-feira (12/8), que obteve o lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre de 2026, o que representa um crescimento de 3,3% em relação ao mesmo período de 2025 e de 13,9%, na comparação com o primeiro trimestre. No acumulado do primeiro semestre do ano o lucro foi de R$ 7,3 bilhões.</strong></em></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-73086 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/lucro_do_banco_do_brasil_2024_1f869.jpeg" alt="" width="753" height="420" /></p>
<p>O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) subiu 1,07 ponto percentual, encerrando o trimestre a 8,4%. A margem financeira bruta atingiu R$ 27,5 bilhões no segundo trimestre impulsionada por receitas de crédito.</p>
<p>“O resultado maior sobre o trimestre anterior traz ainda a evolução da nossa margem financeira bruta, sustentada por um mix de crédito que tem uma melhor relação risco x retorno, pela diversificação das captações e pela boa alocação da nossa liquidez”, afirma a presidente do BB, Tarciana Medeiros.</p>
<p>Apesar dos bons resultados, a direção do Banco do Brasil ainda não apresentou propostas concretas para a pauta de reivindicação dos funcionários durante as negociações específicas da campanha salarial 2026, que está em andamento.</p>
<p>Entre as principais demandas estão a realização de concurso público para contratação de mais bancários; o fim da cobrança por metas abusivas e do assédio moral; medidas para garantir saúde e melhores condições de trabalho nas agências, além de proposta concreta para o custeio da Cassi.</p>
<p>Uma nova rodada de negociação acontece nesta sexta-feira (14) e os funcionários esperam que finalmente o BB traga propostas concretas.</p>
<p><strong>Fonte: FEEB BA/SE</strong></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Santander nega avanços em reivindicações econômicas</title>
		<link>https://bancarios.com.br/santander-nega-avancos-em-reivindicacoes-economicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 10:54:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As cláusulas econômicas e sindicais da minuta de reivindicações foram os temas centrais da rodada de negociação específica entre a Comissão de Organização dos Empregados (COE) e a direção do Santander, realizada nesta terça-feira (12/8), em São Paulo. Esta é a quarta reunião da campanha nacional 2026 para debater a renovação do Acordo Coletivo de &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-73083 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/12.8.26_4_negociacao_santander_2_45d7a.jpg" alt="" width="792" height="594" /></p>
<p>As cláusulas econômicas e sindicais da minuta de reivindicações foram os temas centrais da rodada de negociação específica entre a Comissão de Organização dos Empregados (COE) e a direção do Santander, realizada nesta terça-feira (12/8), em São Paulo. Esta é a quarta reunião da campanha nacional 2026 para debater a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) dos funcionários.</p>
<p>No debate das questões econômicas, a representação dos trabalhadores defendeu a criação de um auxílio mobilidade/combustível, por meio de cartão para custear despesas com transporte, combustível e estacionamento. A proposta foi negada pelo banco.</p>
<p>A COE também reivindicou o custeio integral, pelo Santander, das certificações e atualizações da Anbima, além de apoio financeiro para cursos de atualização, extensão, congressos e seminários e a criação de uma bolsa de férias.</p>
<p>Sobre as certificações, o banco afirmou que já realiza o pagamento aos bancários de cargos elegíveis que obtêm aprovação nas provas. Em relação às possíveis mudanças nas regras da Anbima, o Santander informou que avaliará eventuais alterações após a oficialização das novas normas. As demais reivindicações de qualificação foram negadas.</p>
<p><b>Representação sindical</b></p>
<p>No bloco sindical, os trabalhadores reivindicaram que dirigentes sindicais liberados tenham acesso aos canais internos do banco, além do fornecimento periódico de informações funcionais e da negociação prévia em processos de reorganização ou reestruturação que possam afetar coletivamente os empregados.</p>
<p>O Santander ficou de avaliar a possibilidade técnica de permitir que os dirigentes sindicais acessem os aplicativos internos ou de ampliar os limites de acesso no portal de Pessoas, ao qual eles já têm acesso.</p>
<p>O diretor do Sindicato dos Bancários da Bahia, Adelmo Andrade, participou da rodada de negociação, e informou que ainda foram debatidas a manutenção e o aprimoramento das regras para acesso das entidades sindicais aos locais de trabalho e aos trabalhadores do presencial e do teletrabalho, além de incentivo à sindicalização.</p>
<p>A próxima rodada de negociação entre a COE e o Santander será realizada no dia 19 de agosto e terá o Programa Próprio de Remuneração Santander (PPRS) como tema principal.</p>
<p><strong>Fonte: FEEB BA/SE</strong></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bancos frustram bancários e não trazem índice de reajuste salarial</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bancos-frustram-bancarios-e-nao-trazem-indice-de-reajuste-salarial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 10:39:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco de Brasília]]></category>
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		<category><![CDATA[Campanha Nacional dos Bancários 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante da enrolação da Fenaban, Comando Nacional convoca assembleias em todo país dia 17 de agosto, para deliberação da categoria sobre a proposta dos banqueiros e paralisação dia 20 Os bancos não apresentaram índice de reajuste na sétima rodada de negociações da Campanha Nacional Unificada, realizada nesta quinta-feira (13), na capital paulista, frustrando toda a categoria. A &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<p><em><strong>Diante da enrolação da Fenaban, Comando Nacional convoca assembleias em todo país dia 17 de agosto, para deliberação da categoria sobre a proposta dos banqueiros e paralisação dia 20</strong></em></p>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-73079 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-13-at-17.00.19-1024x571.jpeg" alt="" width="618" height="345" /></div>
<div class="news-details__main-content">
<div class="news-details__main-text visible">
<p>Os bancos não apresentaram índice de reajuste na sétima rodada de negociações da Campanha Nacional Unificada, realizada nesta quinta-feira (13), na capital paulista, frustrando toda a categoria.</p>
<p>A proposta dos banqueiros foi de congelamento do piso de ingresso para os novos bancários e reajustes diferenciados para três faixas salariais, mas sem dizer quais seriam os parâmetros dessas faixas e nem os percentuais que seriam definidos para cada uma delas.</p>
<p>A negociação, iniciada por volta das 10h da manhã, terminou às 18h. Durante os debates, a Fenaban chegou a propor reduzir o valor dos vales refeição e alimentação nas cidades do interior, isso porque, segundo a federação, são localidades do país com custos de alimentação menores. Somente nas grandes capitais os vales poderiam ter aumento.</p>
<p><strong>“Eles não querem aumentar o custo, querem simplesmente usar o mesmo valor pago hoje com os vales, tirando de alguns trabalhadores para pagar para outros, como se alguns pudessem comer melhor que outros”</strong>, criticou a coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira.</p>
<p>A representação dos banqueiros chegou, ainda, a ameaçar ir ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) caso não houvesse acordo para os modelos de reajustes propostos. Mas, depois de um intervalo durante a negociação de hoje, recuou.</p>
<p><strong>“O setor bancário lucro R$ 174 bilhões ano passado. Não tem sentido apresentar uma proposta rebaixada. Por que não tirar dos altos executivos, então, para pagar o reajuste que a categoria bancária exige e tem de direito?”</strong>, rebateu Juvandia, lembrando que a remuneração média per capita anual paga à diretoria estatutária dos três maiores bancos privados do país chegará a R$ 12,5 milhões em 2026.<strong> “Esse valor é mais de 120 vezes superior à remuneração anual de um escriturário, considerando salário, 13º, férias, tíquetes e PLR. É uma diferença salarial que mostra onde os bancos estão escolhendo concentrar a renda”</strong>, completou.</p>
<p>A dirigente destacou ainda que o lucro por empregado nos bancos é de 438 mil e nas cooperativas é 173 mil, uma diferença de 153% em favor dos bancos. Em outras palavras, os bancários são muito mais produtivos e lucrativos.</p>
<p><strong>“Eles ficam alegando uma concorrência que não existe, para um setor altamente concentrado”</strong>, pontuou. <strong>“Não aceitaremos retirada de direitos. Vamos defender a minuta aprovada pelos bancários e bancárias, por aumento real, valorização nos pisos, tíquetes, PLR e criação de um piso para os trabalhadores de TI”</strong>, concluiu.</p>
<h2>Assembleia na segunda-feira (17)</h2>
<p>Diante da enrolação dos banqueiros, o Comando Nacional dos Bancários convocará assembleias em todo país para a próxima segunda-feira, 17 de agosto, para que a categoria delibere sobre o modelo de reajuste, divisão da categoria e congelamento de piso, propostos pela Fenaban. A assembleia também irá deliberar sobre o dia nacional de mobilização, com paralisação nas bases na quinta-feira, 20 de agosto.</p>
<p><strong>“Vamos mobilizar toda a categoria. A divisão dos trabalhadores por faixa salarial representa um ataque a nossa unidade. Vamos intensificar a mobilização, com assembleias em todo o país, para que os trabalhadores possam discutir e deliberar sobre os próximos passos. Vamos levar às assembleias a proposta de uma paralisação de 24 horas na próxima quinta-feira. É fundamental que toda a categoria participe, se mobilize, rejeite esta proposta de modelo de reajuste e mostre aos bancos que não vamos aceitar retrocessos”</strong>, enfatizou a presidenta do Sindicato e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Neiva Ribeiro.</p>
<h2>Próxima negociação</h2>
<p>A próxima negociação da Campanha Nacional Unificada dos Bancários 2026 está agendada para a próxima terça-feira, 18 de agosto.</p>
<p><strong>Fonte: Contraf CUT</strong></p>
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		<title>Negociação: bancos querem rebaixar tíquetes e piso</title>
		<link>https://bancarios.com.br/negociacao-bancos-querem-rebaixar-tiquetes-e-piso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 18:37:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Comando Nacional dos Bancários, obviamente, não aceitou o modelo e cobra aumento real, valorização da PLR (Participação nos Lucros e Resultados), do piso e vales alimentação e refeição para todos. A negociação está em pausa e retorna agora à tarde.  Na sétima rodada de negociação, nesta quinta-feira (13/08), em São Paulo, os bancos, além &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<header class="sc-5836b2ba-0 KjFEM"><em><strong>O Comando Nacional dos Bancários, obviamente, não aceitou o modelo e cobra aumento real, valorização da PLR (Participação nos Lucros e Resultados), do piso e vales alimentação e refeição para todos. A negociação está em pausa e retorna agora à tarde. </strong></em></p>
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<div><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-73076 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMAGEM_NOTICIA_335.jpg" alt="" width="900" height="530" /></div>
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<div class="sc-bae5a3a5-3 hPEvTM">
<p>Na sétima rodada de negociação, nesta quinta-feira (13/08), em São Paulo, os bancos, além de não apresentarem índice de aumento, tiveram o desplante de propor um modelo de reajuste com salários diferenciados. Quer dizer, apostam na divisão da categoria, que tem a unidade como marca registrada.<br />
A Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) propôs valores diferenciados dos tíquetes refeição e alimentação conforme o estado e o município. Em muitos casos, o bancário passaria a receber menos do que hoje. Um absurdo inaceitável, principalmente por se tratar de um setor que tem patrimônio líquido de R$ 1,2 trilhão, valor atingido no ano passado.<br />
O Comando Nacional dos Bancários, obviamente, não aceitou o modelo e cobra aumento real, valorização da PLR (Participação nos Lucros e Resultados), do piso, vales alimentação e refeição para todos. A negociação está em pausa e retorna agora à tarde.</p>
<p><strong>Fonte: Bancários Bahia</strong></p>
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		<title>Banco do Brasil: trabalhadores esperam respostas na negociação desta sexta-feira</title>
		<link>https://bancarios.com.br/banco-do-brasil-trabalhadores-esperam-respostas-na-negociacao-desta-sexta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 17:06:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Nacional dos Bancários 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CEBB volta a se reunir com o banco nesta sexta-feira (14) e cobra avanços nas principais reivindicações da categoria A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) volta a se reunir com a direção do banco nesta sexta-feira (14), dando continuidade às negociações específicas da Campanha Nacional 2026. Os trabalhadores esperam que &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>CEBB volta a se reunir com o banco nesta sexta-feira (14) e cobra avanços nas principais reivindicações da categoria</h3>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-73073 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-07-30-at-15.15.00-_1_.jpeg" alt="" width="1072" height="598" /></div>
<div></div>
<div>A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) volta a se reunir com a direção do banco nesta sexta-feira (14), dando continuidade às negociações específicas da Campanha Nacional 2026. Os trabalhadores esperam que o BB apresente respostas concretas às reivindicações apresentadas na rodada do último dia 5 de agosto.</p>
<p>Na reunião anterior, a CEBB cobrou avanços em temas como aumento do piso salarial, melhorias no PCS/PCR, Cassi, metas, isonomia para funcionários egressos, manutenção dos caixas e agências para atendimento à população e contratação de novos funcionários por concurso público para resolver a sobrecarga de trabalho. O banco até o momento não apresentou devolutivas às reivindicações dos funcionários.</p>
<p>&#8220;A data-base se aproxima e esperamos que o banco traga, finalmente, propostas concretas às nossas reivindicações. Os funcionários do Banco do Brasil estão esperando respostas que valorizem a categoria e reconheçam a importância do trabalho que realizam todos os dias”, afirma a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes.</p>
<p>A expectativa dos representantes dos trabalhadores é que a nova rodada permita avançar nas negociações e construir soluções para as demandas apresentadas pela categoria.</p></div>
<div></div>
<div><em><strong>Fonte: Contraf</strong></em></div>
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		<title>Inteligência artificial já é pauta sindical, alerta Contraf-CUT em debate latino-americano</title>
		<link>https://bancarios.com.br/inteligencia-artificial-ja-e-pauta-sindical-alerta-contraf-cut-em-debate-latino-americano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 13:39:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Almir Aguiar destaca impactos da digitalização sobre emprego, relações de trabalho e direitos e defende que trabalhadores participem das decisões sobre novas tecnologias A inteligência artificial (IA) e a digitalização estão transformando o mundo do trabalho em uma velocidade que ainda não é acompanhada pelo movimento sindical. Para enfrentar esse cenário, é necessário ampliar o &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<p><em><strong>Almir Aguiar destaca impactos da digitalização sobre emprego, relações de trabalho e direitos e defende que trabalhadores participem das decisões sobre novas tecnologias</strong></em></p>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-73061 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-10-at-12.13.08-1024x571.jpeg" alt="" width="618" height="345" /></div>
<div class="news-details__main-content">
<div class="news-details__main-text visible">
<p>A inteligência artificial (IA) e a digitalização estão transformando o mundo do trabalho em uma velocidade que ainda não é acompanhada pelo movimento sindical. Para enfrentar esse cenário, é necessário ampliar o debate, formar dirigentes e, principalmente, garantir que os trabalhadores tenham participação nas decisões sobre a implantação de novas tecnologias.</p>
<p>Essa foi uma das principais conclusões da participação do secretário de Combate ao Racismo da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Almir Aguiar, no Workshop sobre Digitalização e Emprego na América Latina, realizado nos dias 6 e 7 de agosto, na sede da Fundação Ford, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Organizado pela Global Fund for a New Economy, Labora e Workers Horizons, o encontro reuniu lideranças sindicais, acadêmicas e representantes da sociedade civil de diversos países latino-americanos para dois dias de debates e construção de estratégias diante dos impactos das novas tecnologias sobre o emprego, as relações de trabalho e os direitos.</p>
<p>Um dos dados apresentados durante o encontro ajuda a dimensionar o desafio: segundo representante da Confederação Sindical de Trabalhadores e Trabalhadoras das Américas (CSA), apenas 16% das centrais sindicais da América Latina debatem temas relacionados à inteligência artificial.</p>
<p>Para Almir, o número revela a urgência de colocar o tema no centro da agenda sindical. “A inteligência artificial está avançando numa velocidade muito maior do que o debate no mundo sindical. Precisamos compreender essas transformações, formar nossos dirigentes e, principalmente, levar a IA para a mesa de negociação coletiva. Não podemos permitir que decisões sobre tecnologias que afetam empregos, salários e condições de trabalho sejam tomadas sem a participação dos trabalhadores.”</p>
<h2><strong>Algoritmos também podem reproduzir desigualdades</strong></h2>
<p>Outro ponto de preocupação apresentado durante o workshop foi o risco de que sistemas de inteligência artificial reproduzam ou aprofundem desigualdades já existentes na sociedade.</p>
<p>Os participantes discutiram, por exemplo, ferramentas utilizadas em processos seletivos capazes de analisar comportamento, gestos, olhar, expressões e outras características dos candidatos. O debate chamou atenção para os possíveis vieses raciais e de gênero incorporados aos sistemas automatizados de seleção.</p>
<p>Também foram apresentados exemplos de possíveis discriminações em processos de contratação nos Estados Unidos e experiências envolvendo plataformas digitais na América Latina. Entre as preocupações está a possibilidade de algoritmos distribuírem oportunidades de trabalho de maneira desigual entre homens e mulheres ou entre trabalhadores brancos e negros.</p>
<p>Para Almir, a tecnologia não pode ser utilizada para reproduzir preconceitos presentes nas bases de dados utilizadas para desenvolver os sistemas. “O algoritmo não pode se transformar em uma nova ferramenta de discriminação. Se uma tecnologia reproduz racismo, desigualdade de gênero ou qualquer outra forma de exclusão, precisamos ter mecanismos de transparência, fiscalização e responsabilização. O trabalhador tem o direito de saber quais critérios estão sendo utilizados para tomar decisões que interferem na sua vida profissional.”</p>
<p>A preocupação com a discriminação algorítmica ganha uma dimensão ainda maior quando sistemas automatizados passam a participar de decisões que envolvem contratação, promoção, avaliação de desempenho e distribuição de oportunidades.</p>
<h2><strong>Regulamentação precisa acompanhar avanço tecnológico</strong></h2>
<p>A necessidade de regulamentar a inteligência artificial também esteve no centro das discussões. O desafio é permitir o desenvolvimento tecnológico sem abrir mão da proteção de direitos fundamentais, privacidade, segurança, ética e responsabilização pelas decisões tomadas com auxílio de sistemas automatizados.</p>
<p>Os debates mostraram que a discussão vai além das relações tradicionais de trabalho. Questões envolvendo veículos autônomos, plataformas digitais e utilização de IA na área da saúde também demonstram a necessidade de estabelecer responsabilidades humanas e institucionais diante de decisões mediadas por novas tecnologias.</p>
<p>Para o movimento sindical, a regulamentação precisa acompanhar o avanço tecnológico, garantindo mecanismos de controle social e proteção das pessoas.</p>
<h2><strong>Bancários já vivem os efeitos da transformação</strong></h2>
<p>Durante o workshop, Almir Aguiar apresentou a experiência dos trabalhadores do sistema financeiro brasileiro, uma categoria que já convive diariamente com os efeitos da digitalização e da inteligência artificial.</p>
<p>Abertura de contas, contratação de empréstimos e realização de investimentos pelo celular reduziram a necessidade de atendimento presencial. Chatbots e assistentes virtuais passaram a executar parte do atendimento aos clientes. Ao mesmo tempo, sistemas automatizados são utilizados na análise de documentos, conferência de dados, processamento de operações, concessão de crédito, identificação de fraudes e personalização de ofertas.</p>
<p>A transformação também alterou a própria organização do trabalho. Plataformas digitais passaram a ser utilizadas para trabalho remoto, gestão de equipes, acompanhamento de desempenho e monitoramento da produtividade.</p>
<p>Esse processo tem consequências diretas para o emprego bancário, com redução de postos de trabalho, fechamento de agências e substituição de atividades anteriormente realizadas por trabalhadores.</p>
<h2><strong>Caso Itaú mostra riscos do monitoramento digital</strong></h2>
<p>Entre os exemplos apresentados por Almir esteve o processo de demissões realizado pelo Itaú em setembro de 2025, envolvendo trabalhadores que atuavam em regime remoto ou híbrido.</p>
<p>Segundo informações divulgadas à época e denunciadas pelas entidades sindicais, mais de mil trabalhadores foram desligados em um processo no qual dados obtidos por ferramentas de monitoramento da atividade nos computadores corporativos tiveram papel relevante na avaliação da produtividade.</p>
<p>O episódio provocou reação do movimento sindical e ampliou o debate sobre os limites do monitoramento digital e o uso de métricas automatizadas para avaliar o desempenho dos trabalhadores.</p>
<p>Para Almir, o caso demonstra os riscos de transformar informações produzidas por sistemas digitais em critérios determinantes para decisões sobre a vida profissional. “O caso do Itaú é um alerta muito concreto. Não podemos aceitar que o trabalhador seja reduzido a uma métrica produzida por um software. Tecnologia pode auxiliar a organização do trabalho, mas não pode substituir o diálogo, desconsiderar a realidade da jornada ou servir como instrumento de vigilância excessiva e demissão.”</p>
<h2><strong>Negociação coletiva é ferramenta para proteger trabalhadores</strong></h2>
<p>Apesar dos desafios, a experiência da categoria bancária também demonstra que a negociação coletiva pode estabelecer limites para o uso das novas tecnologias e garantir direitos aos trabalhadores.</p>
<p>A Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos bancários já possui garantias relacionadas às novas formas de organização do trabalho. Entre elas estão 12 cláusulas que regulamentam o teletrabalho, além de regras relacionadas à cobrança de metas por mensagens e aplicativos e à proteção do direito à desconexão.</p>
<p>A categoria também conquistou proteção contra formas invasivas de vigilância, como a proibição do uso de câmeras para monitoramento permanente do trabalhador dentro de sua residência.</p>
<p>Outra conquista é a verba de requalificação profissional para trabalhadores desligados, atualmente de R$ 2.415,68, além de iniciativas de capacitação e criação de oportunidades diante das transformações tecnológicas.</p>
<p>Também foram desenvolvidos cursos de qualificação para mais de 3 mil mulheres na área de Tecnologia da Informação (TI), além de iniciativas de requalificação e informações aos bancários sobre possibilidades de realocação em novas funções.</p>
<p>Um dos avanços considerados mais importantes é a criação de uma Mesa de Negociação Permanente para discutir os impactos da inteligência artificial e de outras tecnologias, com calendário definido de negociações.</p>
<h2><strong>“Inteligência artificial também é pauta sindical”</strong></h2>
<p>Para Almir Aguiar, a experiência dos bancários demonstra que o movimento sindical não pode esperar que os efeitos das novas tecnologias apareçam para depois tentar enfrentá-los.</p>
<p>A participação dos trabalhadores deve acontecer desde o momento em que novas ferramentas são planejadas e implantadas, discutindo seus impactos sobre emprego, qualificação profissional, jornada, saúde, privacidade, igualdade de oportunidades e condições de trabalho.</p>
<p>“Não somos contra a inteligência artificial nem contra os avanços tecnológicos. O que defendemos é que essa transformação seja negociada e tenha o ser humano no centro das decisões. Se a tecnologia aumenta a produtividade e a riqueza das empresas, os trabalhadores também precisam participar desses benefícios. Inteligência artificial também é pauta sindical e precisa estar na negociação coletiva.”</p>
<p>O workshop reforçou a necessidade de ampliar a articulação entre as organizações sindicais da América Latina para enfrentar os impactos da transformação tecnológica de forma coordenada.</p>
<p>Para a Contraf-CUT, o desafio não é impedir a chegada das novas tecnologias, mas garantir que o futuro do trabalho seja construído com participação dos trabalhadores, assegurando emprego, direitos, igualdade, proteção social, qualificação profissional e trabalho decente.</p>
<p><strong>Fonte: Contraf CUT</strong></p>
</div>
</div>
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		<title>BB perde a oportunidade de apresentar respostas às reivindicações dos trabalhadores</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bb-perde-a-oportunidade-de-apresentar-respostas-as-reivindicacoes-dos-trabalhadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Movimento sindical exige abertura de concurso público, solução de custeio da Cassi e aperfeiçoamento do PCR, para acabar com a distorção que transformou em teto o que deveria ser piso salarial A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) voltou a se reunir, nesta quarta-feira (5), com o Banco do Brasil, em &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<p><em>Movimento sindical exige abertura de concurso público, solução de custeio da Cassi e aperfeiçoamento do PCR, para acabar com a distorção que transformou em teto o que deveria ser piso salarial</em></p>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-72973 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Fotos-contraf-_29_-1024x571.jpg" alt="" width="618" height="345" /></div>
<div class="news-details__main-content">
<div class="news-details__main-text visible">
<p>A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) voltou a se reunir, nesta quarta-feira (5), com o Banco do Brasil, em mais uma rodada de negociações da Campanha Nacional por aumento na remuneração e melhores condições de trabalho.</p>
<p>Os trabalhadores iniciaram a rodada reforçando as principais reivindicações:</p>
<p><strong>&#8211; Cassi:</strong> que o banco apresente um plano de custeio, com o aumento da responsabilidade da empresa na sustentabilidade da caixa de assistência.<br />
<strong>&#8211; Metas: </strong>revisão da gestão por metas, em vista do aumento de reclamações, em todo o país, de trabalhadores com dificuldades de alcaçarem as metas impostas, a ponto de sofrerem prejuízos na remuneração (PLR).<br />
<strong>&#8211; Isonomia: </strong>igualdade de acesso e atendimento à Cassi e Previ para os funcionários egressos (que ingressaram no banco em razão da incorporação de outras instituições).<br />
<strong>&#8211; Previ:</strong> novas melhorias Tabela PIP, para contemplar mais trabalhadores com a valorização da previdência complementar.<br />
<strong>&#8211; PCS/PCR: </strong>aperfeiçoamento do Programa de Cargos e Salários (também chamado de Programa de Carreira e Remuneração), com foco na revisão de critérios de progressão, valorização do mérito, reajuste de adicionais de função e atualização dos vencimentos do funcionalismo.</p>
<h2>Poucos e sobrecarregados</h2>
<p>Os dirigentes sindicais também reforçaram a <strong>reivindicação pela abertura de concursos públicos</strong> para suprir a falta de funcionários em várias localidades do país.<strong> &#8220;Filas de atendimento, colegas sobrecarregados de funções e metas, casos de agências fechadas por falta de funcionários para atender clientes. Todos esses foram pontos que colocamos na mesa e que o banco só irá solucionar com a contratação de novos bancários e bancárias por concursos públicos&#8221;</strong>, cobrou a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes.</p>
<p>Os representantes dos trabalhadores registraram que as avaliações ruins de agências com déficit de funcionários acabam recaindo sobre os trabalhadores que, por sua vez, são penalizados financeiramente pelo não atingimento de metas. <strong>&#8220;Novamente incorremos, neste ponto, à questão de estresse e impactos negativos à saúde física e mental&#8221;</strong>, completou a dirigente.</p>
<p>O movimento sindical criticou ainda a contratação, por parte do BB, de <strong>correspondentes bancários</strong>. Isso porque, além de uma forma de terceirização de serviços, a disponibilidade do acesso à carteira de clientes do BB aos correspondentes <strong>fragiliza a segurança de dados</strong>.</p>
<h2>Defesa do BB como banco público</h2>
<p>A CEBB também criticou o afastamento do BB de seu papel como banco público. <strong>&#8220;O Banco do Brasil tem aplicado os juros mais altos no crédito consignado público. Então, além de isso ferir o princípio do papel social do BB, como exigir dos funcionários que batam metas de venda de crédito, oferecendo os juros mais altos?&#8221;</strong>, questionou Fernanda Lopes.</p>
<h2>Devolutivas dos negociadores do BB</h2>
<p><strong>Cassi –</strong> O banco reconheceu a urgência sobre a questão financeira da caixa de assistência. Declarou que para se alcançar uma &#8220;solução definitiva e estruturante&#8221; precisará de mais tempo.</p>
<p><strong>Egressos –</strong> Sobre a Cassi, não apresentaram avanços, reafirmando que ainda estão na fase de estudos de um modelo de custeio para fraquear o acesso de todos os egressos ao plano de saúde.</p>
<p>Em relação à previdência, também não apresentaram avanços, mas se comprometeram a retomar as mesas específicas, quando irão apresentar propostas de estudos que já desenvolveram para cobrir os egressos.</p>
<p><strong>Metas – </strong>O banco se comprometeu a chamar uma mesa específica para apresentar um programa novo, chamado REVISA, onde as unidades teriam a oportunidade de pedir uma revisão, após o recebimento de indicadores.</p>
<h2>Cláusulas econômicas e melhores condições de trabalho</h2>
<p>Em seguida, os negociadores do BB fizeram uma apresentação na tentativa de provar que existe crescimento de carreira no banco, criticando, também, os pedidos de reajustes de verbas da minuta de reivindicações da categoria.</p>
<p>O movimento sindical rebateu. <strong>“A minuta de reivindicações é uma construção democrática e coletiva e que envolve funcionários do país inteiro. O anseio das bases é que o banco traga como respostas propostas de reajustes que valorizam a categoria&#8221;</strong>, explicou Fernanda Lopes.</p>
<p>Os trabalhadores também exigiram que o banco revise o PCS e o piso. <strong>“Na composição do salário hoje, no BB, existe uma verba complementar de função que impede que a remuneração efetiva aumente. Então, conforme o funcionário avança na pontuação de mérito ou na carreira de antiguidade, a verba complementar é reduzida, não trazendo aumento real no salário. E esse formato, simplesmente, transformou o que deveria ser piso em teto”</strong>, pontuou o representante da Contraf-CUT na CEBB, Gustavo Tabatinga Jr.</p>
<h2>Próxima mesa</h2>
<p>Os representantes dos trabalhadores e do BB voltarão a se reunir no dia 14 de agosto.<strong> &#8220;A data-base se aproxima, então a nossa expectativa é que o banco traga finalmente, no próximo encontro, propostas concretas às nossas reivindicações e que reflitam a responsabilidade da empresa para com a valorização dos funcionários e funcionárias&#8221;</strong>, concluiu Fernanda Lopes.</p>
<p><strong>Fonte: CONTRAF CUT</strong></p>
</div>
</div>
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