
Na sétima rodada de negociação, nesta quinta-feira (13/08), em São Paulo, os bancos, além de não apresentarem índice de aumento, tiveram o desplante de propor um modelo de reajuste com salários diferenciados. Quer dizer, apostam na divisão da categoria, que tem a unidade como marca registrada.
A Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) propôs valores diferenciados dos tíquetes refeição e alimentação conforme o estado e o município. Em muitos casos, o bancário passaria a receber menos do que hoje. Um absurdo inaceitável, principalmente por se tratar de um setor que tem patrimônio líquido de R$ 1,2 trilhão, valor atingido no ano passado.
O Comando Nacional dos Bancários, obviamente, não aceitou o modelo e cobra aumento real, valorização da PLR (Participação nos Lucros e Resultados), do piso, vales alimentação e refeição para todos. A negociação está em pausa e retorna agora à tarde.
Fonte: Bancários Bahia
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