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	<title>Arquivos LGBTQIAPN+ - Sindicato dos Bancários</title>
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		<title>Exclusão LGBTQIA+ custa R$ 94 bilhões por ano ao Brasil, aponta estudo</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 15:31:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa realizada pelo Banco Mundial revela que discriminação amplia desemprego, reduz renda, enfraquece a arrecadação pública e aprofunda desigualdades raciais e de gênero A discriminação, o preconceito e as barreiras enfrentadas diariamente por pessoas LGBTQIA+ para acessar, permanecer e crescer no mercado de trabalho não produzem apenas desigualdades e exclusão social. Segundo estudo &#8220;O Custo Econômico da &#8230;</p>
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<h3 class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">Pesquisa realizada pelo Banco Mundial revela que discriminação amplia desemprego, reduz renda, enfraquece a arrecadação pública e aprofunda desigualdades raciais e de gênero</h3>
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<figure id="attachment_72418" aria-describedby="caption-attachment-72418" style="width: 700px" class="wp-caption alignnone"><img class="wp-image-72418 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/systemuploadsnews2f6688b49ef8a130ce1-700x460xfit-4aeb1.png" alt="" width="700" height="460" /><figcaption id="caption-attachment-72418" class="wp-caption-text">imagem gerada por IA</figcaption></figure>
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<p>A discriminação, o preconceito e as barreiras enfrentadas diariamente por pessoas LGBTQIA+ para acessar, permanecer e crescer no mercado de trabalho não produzem apenas desigualdades e exclusão social. Segundo <a href="https://assets.cut.org.br/system/uploads/ck/P505223-f36065f9-8dc1-416a-9b78-0228228eda3a.pdf" target="_blank" rel="noopener">estudo <strong>&#8220;O Custo Econômico da Exclusão Baseada em Orientação Sexual, Identidade e Expressão de Gênero e Características Sexuais no Mercado de Trabalho Brasileiro&#8221;</strong>, realizado pelo Banco Mundial em parceria com o Instituto Matizes</a>, esse cenário também impõe ao Brasil perdas econômicas estimadas em R$ 94,4 bilhões por ano, o equivalente a 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB).</p>
<p>O levantamento dimensiona, pela primeira vez com abrangência nacional, os custos econômicos e fiscais da discriminação contra pessoas LGBTQIA+ e demonstra que o preconceito não produz apenas exclusão social. Ele também reduz a capacidade produtiva do país, afeta a arrecadação pública e limita o desenvolvimento econômico</p>
<p>Desemprego, inatividade, informalidade, o medo do preconceito que ocasiona a ocultação da orientação sexual ou identidade de gênero, além de barreira de formação e remuneração desigual são alguns fatores cruciais que não são causam o prejuízo, mas perpetuam a exclusão.</p>
<p>Os pesquisadores identificaram que as perdas são resultado de um conjunto de fatores que atingem a população LGBTQIA+ em diferentes etapas da vida profissional. O maior impacto está relacionado ao excesso de desemprego, responsável por <strong>R$ 44,8 bilhões</strong> do total estimado. Em seguida aparecem o excesso de inatividade econômica, com <strong>R$ 24,1 bilhões</strong>, a desigualdade salarial, com <strong>R$ 20,7 bilhões</strong>, e a informalidade, que representa <strong>R$ 4,8 bilhões</strong>.</p>
<p>Além das perdas para a economia, a pesquisa calcula que a exclusão gera um impacto fiscal anual de <strong>R$ 14,6 bilhões</strong>. Desse total, <strong>R$ 10,6 bilhões</strong> correspondem à perda de arrecadação tributária provocada pela menor participação dessa população no mercado formal de trabalho. Outros <strong>R$ 3,1 bilhões</strong> estão ligados a gastos com desemprego e aproximadamente <strong>R$ 900 milhões</strong> decorrem da inatividade econômica.</p>
<p><strong>Desemprego e informalidade acima da média</strong></p>
<p>Os dados mostram que a população LGBTQIA+ enfrenta obstáculos significativamente maiores para acessar e permanecer no mercado de trabalho.</p>
<p>Enquanto a taxa de desemprego da população brasileira é de <strong>7,7%</strong>, entre pessoas LGBTQIA+ o índice chega a <strong>15,2%</strong>, praticamente o dobro da média nacional.</p>
<p>A informalidade também é mais elevada. O estudo aponta que <strong>46%</strong> dos trabalhadores LGBTQIA+ atuam sem proteção formal, contra cerca de <strong>40%</strong> da população em geral.</p>
<p>Outro indicador relevante é a inatividade econômica. Entre pessoas LGBTQIA+, <strong>37,4%</strong> estão fora da força de trabalho, percentual superior aos <strong>33,4%</strong> registrados na população brasileira.</p>
<p>Para os pesquisadores, esses números revelam que a discriminação não se restringe a casos isolados de preconceito. Ela se manifesta de forma estrutural, criando barreiras de acesso ao emprego, restringindo oportunidades de ascensão profissional e comprometendo trajetórias de renda.</p>
<p><strong>O custo invisível da discriminação</strong></p>
<p>O estudo também chama atenção para aquilo que define como um “ciclo de exclusão”. Segundo os dados apresentados, ambientes de trabalho marcados por preconceito e hostilidade levam muitos trabalhadores e trabalhadoras LGBTQIA+ a ocultarem sua orientação sexual ou identidade de gênero para evitar constrangimentos, discriminação ou prejuízos profissionais.</p>
<p>Entre <strong>40% e 60%</strong> dos entrevistados afirmaram já ter ouvido ou testemunhado comentários discriminatórios no ambiente de trabalho. Já entre <strong>40% e 70%</strong> relataram ter escondido sua identidade em algum momento da vida profissional.</p>
<p>De acordo com os pesquisadores, esse processo gera impactos sobre a saúde mental, aumenta situações de estresse e ansiedade, reduz a produtividade e contribui para afastamentos ou desligamentos do trabalho, alimentando novamente os índices de desemprego e vulnerabilidade econômica.</p>
<p><strong>Quando raça, gênero e identidade se cruzam</strong></p>
<p>Um dos aspectos destacados pelo levantamento é a importância da interseccionalidade para compreender os efeitos da exclusão.</p>
<p>Os dados mostram que pessoas LGBTQIA+ não são afetadas de maneira uniforme. Os impactos são mais intensos quando a discriminação relacionada à orientação sexual ou identidade de gênero se soma ao racismo e ao sexismo.</p>
<p>Entre os grupos analisados, as <strong>mulheres pretas LBTI+</strong> registram a maior penalidade salarial residual, com rendimentos <strong>13% menores</strong>. Já entre <strong>homens brancos GBTI+</strong>, a diferença identificada foi de <strong>6%</strong>.</p>
<p>A situação mais crítica aparece entre a população trans. Mulheres trans negras enfrentam taxas de desemprego que podem chegar a três vezes a média nacional e rendimentos até <strong>40% inferiores</strong> aos observados entre outros trabalhadores.</p>
<p>Para os pesquisadores, esses indicadores demonstram que políticas universais de combate à discriminação precisam ser acompanhadas de medidas específicas voltadas aos grupos que enfrentam múltiplas formas de exclusão.</p>
<p><strong>Organização sindical e avanços conquistados</strong></p>
<p>O estudo foi apresentado e debatido no <strong><a href="https://www.cut.org.br/noticias/mais-fortes-e-visiveis-encontro-lgbtqia-amplia-organizacao-da-diversidade-ee3a/" target="_blank" rel="noopener">7º Encontro do Coletivo Nacional LGBTQIA+ da CUT, realizado em São Paulo, de 4 a 6 de junho</a></strong>. No encontro também foram apresentados resultados do projeto de formação sindical desenvolvido pela CUT em parceria com a DGB, iniciativa voltada ao fortalecimento da organização LGBTQIA+ no movimento sindical.</p>
<p>O projeto reuniu <strong>293 participantes</strong>, representando <strong>184 sindicatos</strong> de <strong>16 ramos de atividade econômica</strong>. Entre os cursistas, <strong>60,41% são mulheres</strong>, <strong>57% são pessoas pretas e pardas</strong> e cerca de <strong>16% se identificam como LGBTQIA+</strong>.</p>
<p>As discussões também recuperaram avanços conquistados ao longo dos últimos anos por meio da negociação coletiva. Entre eles estão a ampliação de benefícios para casais homoafetivos, o reconhecimento do nome social em ambientes de trabalho e educação e a inclusão de cláusulas de combate à discriminação em acordos coletivos.</p>
<p>Ao apresentar os resultados da pesquisa, especialistas, dirigentes sindicais e representantes do governo defenderam que os dados sirvam de base para a consolidação da Política Nacional LGBTQIA+ e para a ampliação de ações voltadas à inclusão no mercado de trabalho.</p>
<p>A avaliação do coletivo é de que a promoção da igualdade não deve ser tratada apenas como uma agenda de direitos humanos. Os números demonstram que a discriminação também impõe custos econômicos expressivos ao país e limita oportunidades de desenvolvimento para milhões de trabalhadores e trabalhadoras.</p>
<p><em><strong>Fonte: CUT</strong></em></p>
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		<title>SEEB/VCR participa do 3º Encontro da Diversidade da FEEBBASE</title>
		<link>https://bancarios.com.br/seeb-vcr-participa-do-3o-encontro-da-diversidade-da-feebbase/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 15:42:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Gênero]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTQIAPN+]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi realizado neste sábado (25) o 3º Encontro da Diversidade Bancária LGBTQIAPN+ da Bahia e Sergipe, em Salvador. O evento, organizado pela Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (Feebbase), é parte do Encontro Vozes que Transformam, que contemplou também o debate sobre os direitos das mulheres e das pessoas com deficiência (PcDs). LGBTfobia, representatividade, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-72193 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/25.4_encontro_viozes_diversidade_final_b5c1b.jpg" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p style="text-align: justify;">Foi realizado neste sábado (25) o 3º Encontro da Diversidade Bancária LGBTQIAPN+ da Bahia e Sergipe, em Salvador. O evento, organizado pela Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (Feebbase), é parte do Encontro Vozes que Transformam, que contemplou também o debate sobre os direitos das mulheres e das pessoas com deficiência (PcDs).</p>
<p style="text-align: justify;">LGBTfobia, representatividade, violência simbólica, discriminação e sistema financeiro foram os temas debatidos por diversos profissionais qualificados e especialistas nos assuntos. Pela manhã, a mesa de abertura contou com a participação de Sara Gama Sampaio, promotora de Justiça do Estado da Bahia; Tiago Azeviche, empreendedor e criador da Positivar Masculinidades; e Dimitri Sales, advogado e doutor em Direito. Em seguida, ocorreu a palestra “Inclusão para Além das Cotas”, ministrada por Silvanete Brandão, presidente da Associação Baiana de Deficientes Físicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na parte da tarde, o público foi dividido em espaços diferentes para os debates do 3º Encontro da Diversidade LGBTQIAPN+, mediado pela advogada Mariana Serrano, e do 9º Encontro das Bancárias da Bahia e Sergipe, mediado por Verena Souto, psicóloga e doutora em Medicina e Saúde Humana.</p>
<p style="text-align: justify;">Representando o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região (SEEB/VCR), a diretora de gênero e diversidade, Camille Correia, afirma: “Um evento que dialoga com as diversidades, especialmente de gênero, etnia, sexualidade e PcD, e coloca esses assuntos no centro do debate da categoria, merece toda a nossa atenção e adesão. O espaço de construção coletiva da luta se faz em encontros como este, e estou muito honrada em ter representado a nossa base e dado voz às nossas demandas.”</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira parte do encontro foi transmitida ao vivo pelo canal da federação e pode ser conferida no vídeo abaixo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/-_dcoW1PLqI?si=qIQyVCt19GHyy3MI&amp;start=1870" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Confira a programação completa do Encontro Vozes que Tranformam</title>
		<link>https://bancarios.com.br/confira-a-programacao-completa-do-encontro-vozes-que-tranformam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 11:36:17 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-medium wp-image-71981" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_encontro_vozes_que_transformam_a45b4-240x300.jpeg" alt="" width="240" height="300" /></p>
<p>“Vozes que Tranformam: Mulheres, Diversidade e Inclusão em movimento” será o tema do Encontro que a Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (Feebbase) realiza no dia 25 de abril, no Hotel Portobello em Salvador. O evento é aberto a bancários e bancárias dos dois estados. Quem tiver interesse de participar, precisa ficar atento aos comunicados do sindicato de sua cidade, para saber como se inscrever.</p>
<p>Realizado em dois turnos, o Encontro se propõe a fomentar o debate sobre os problemas enfrentados pelas mulheres, LGBTQIAPN+ e Pessoas com Deficiência (PcDs) no mercado de trabalho e na sociedade. Inclusão além da cotas, desigualdade salarial, violência contra a mulher, discriminação simbólica e LGBTFOBIA serão alguns dos temas discutidos durante o evento.</p>
<p>O Encontro começa às 9h, com debates conjuntos sobre temas de interesses de todos os públicos. Os palestrantes serão a Promotora de Justiça da Bahia Sara Gama Sampaio; o criador da Positivar Masculinidades Tiago Azeviche e o advogado Dimitri Sales.</p>
<p>A manhã será encerrada com a mesa “Inclusão para além das cotas”, que terá como palestrante Silvanete Brandão, que é presidente da Associação Baiana de Deficientes Físicos (ABADEF), assistente social, professora universitária e ativista do movimento nacional da pessoa com deficiência.</p>
<p>Na parte da tarde serão dois encontros separados. Em uma sala o 9º Encontro das Bancárias da Bahia e Sergipe e na outra o 3º Encontro Diversidade Bancária LGBTQIAPN+ da Bahia e Sergipe.</p>
<p>O encerramento será às 18h.</p>
<p>Confira a programação dos dois encontros:</p>
<p><img loading="lazy" class="wp-image-72058  alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/encontro_vozes_-manha_802ec-819x1024.jpeg" alt="" width="337" height="450" /><img loading="lazy" class="wp-image-72059 alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2-819x1024.png" alt="" width="334" height="417" /> <img loading="lazy" class="wp-image-72060 alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1-819x1024.png" alt="" width="325" height="407" /></p>
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<p>Fonte: FEEB BA/SE</p>
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		<title>Diversidade será um dos temas do Encontro Vozes que Transformam</title>
		<link>https://bancarios.com.br/diversidade-sera-um-dos-temas-do-encontro-vozes-que-transformam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 12:08:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Diversidade LGBTQIAPN+ será um dos temas em debate no Encontro Vozes que Transformam, que será realizado pela Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (Feebbase), no dia 25 de abril, no Hotel Portobello, em Salvador. O evento debaterá também os direitos das mulheres e das Pessoas com Deficiência (PCD’s). Voltado para os bancários e bancárias &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="wp-image-71981 alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_encontro_vozes_que_transformam_a45b4-819x1024.jpeg" alt="" width="304" height="385" />Diversidade LGBTQIAPN+ será um dos temas em debate no Encontro Vozes que Transformam, que será realizado pela Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (Feebbase), no dia 25 de abril, no Hotel Portobello, em Salvador. O evento debaterá também os direitos das mulheres e das Pessoas com Deficiência (PCD’s).</p>
<p>Voltado para os bancários e bancárias da Bahia e Sergipe, o Encontro será dividido em duas parte. Pela manhã os debates serão conjuntos. A abertura será às 9h, com exposições sobre temas de interesses de todos os públicos. Logo em seguida, começam as debates específicos, com a mesa “Inclusão para além das cotas”, que terá como palestrante Silvanete Brandão, que é presidente da Associação Baiana de Deficientes Físicos (ABADEF), assistente social, professora universitária e ativista do movimento nacional da pessoa com deficiência.</p>
<p>Na parte da tarde, o público será dividido em salas distintas para os encontros das Bancárias e da Diversidade LGBTQIAPN+. Cada encontro terá sua própria programação e palestrantes.</p>
<p>Quem tiver interesse em participar, deve ficar atento aos comunicados do sindicato de sua base, para saber as regras para inscrição, que contemplarão todo o Encontro Vozes que Transformam.</p>
<p><b>Confira a programação do Encontro da Diversidade</b></p>
<p><b>9h </b>– Abertura</p>
<p><b>10h </b>– Inclusão para além das cotas &#8211; <b>Silvanete Brandão &#8211; </b>Presidente da Associação Baiana de Deficientes Físicos (ABADEF), assistente social, professora universitária e ativista do movimento nacional da pessoa com deficiência.</p>
<p><b>13h</b> – Almoço</p>
<p><b>14h </b>– <b>3º Encontro Diversidade LGBTQIAPN+</b></p>
<p><b>Roda de Conversa &#8211; Mediadora: Mariana Serrano</b> &#8211; Advogada, professora de Direito Antidiscriminatório da população LGBTQIAPN+. Autora de livro Vidas LGBTQIA+. Reflexões para não sermos idiotas.</p>
<p><b>Violência Simbólica, Discriminação e Sistema Financeiro &#8211; Dimitri Sales </b>– Advogado, Doutor em Direito, Membro da Comissão de Diversidade Sexual e Gênero OAB/SP, professor da Must University (Flórida-USA). ;</p>
<p><b>LGBTFOBIA &#8211; Genilson Coutinho</b> – Ativista LGBTQUIAPN+ e criador do Site Dois Terços.</p>
<p><b>Representatividade &#8211; </b><b>Thiffany Odara</b> – Doutoranda em Educação pela UFBA, Especialista em Gênero, Raça, Sexualidade e Etnia, integrante do Fórum Nacional de Travestis e Transexuais Negras (FONATRANS) e do Fórum de Travesti e Transexuais da BA (Fórum TT).</p>
<p><b>16h</b> &#8211; Debate</p>
<p><b>17h</b> &#8211; Confraternização.</p>
<p><strong>Fonte: FEEB BA/SE</strong></p>
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		<item>
		<title>Encontro das Bancárias, Diversidade e Inclusão será no dia 25 de abril</title>
		<link>https://bancarios.com.br/encontro-das-bancarias-diversidade-e-inclusao-sera-no-dia-25-de-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 10:43:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Raça e Etnia]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança no trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o tema “Vozes que Transformam”, a Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (Feebbase) realiza o primeiro Encontro das Mulheres, Diversidade e Inclusão, que acontecerá no dia 25 de abril, durante todo o dia, no Hotel Portobello, em Salvador. O Encontro tem como público prioritário as mulheres, @s LGBTQIAPN+ e as Pessoas com Deficiência &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignleft wp-image-71981 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1_encontro_vozes_que_transformam_a45b4-240x300.jpeg" alt="" width="282" height="335" /></p>
<p>Com o tema “Vozes que Transformam”, a Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (Feebbase) realiza o primeiro Encontro das Mulheres, Diversidade e Inclusão, que acontecerá no dia 25 de abril, durante todo o dia, no Hotel Portobello, em Salvador.</p>
<p>O Encontro tem como público prioritário as mulheres, @s LGBTQIAPN+ e as Pessoas com Deficiência (PcD). No entanto, o evento é aberto aos bancários e bancárias da Bahia e Sergipe, interessados em debater formas de garantir igualdade de oportunidades e de direitos para todos os trabalhadores e trabalhadoras do ramo financeiro.</p>
<p>O Encontro acontece em duas partes. Pela manhã haverá uma discussão conjunta sobre temas que interessam às mulheres, @s LGBTQIAPN+ e as Pessoas com Deficiência (PcD). Pela tarde, cada segmento ocupará uma sala, para que possa discutir pautas específicas.</p>
<p>Quem tiver interesse em participar, deve ficar atento aos comunicados do sindicato de sua base, para saber as regras para inscrição.</p>
<p><strong><em>Fonte: FEEB/BA-SE</em></strong></p>
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		<title>Dia da Visibilidade Trans expõe as contradições entre direitos, trabalho e violência</title>
		<link>https://bancarios.com.br/dia-da-visibilidade-trans-expoe-as-contradicoes-entre-direitos-trabalho-e-violencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 12:59:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGBTQIAPN+]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Nacional da Visibilidade Trans, celebrado em 29 de janeiro, o Brasil volta a encarar uma de suas contradições mais profundas. Ao mesmo tempo em que o tema ganha maior espaço no debate público e na mídia, o país segue liderando, há quase duas décadas, os índices de assassinatos de pessoas trans no mundo. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="dd-m-image__group"><img src="https://www.cut.org.br/images/cache/systemuploadsnews55324a717fbc294bf57-700x460xfit-7739e.jpeg" alt="notice" data-src-mobile="/images/cache/systemuploadsnews55324a717fbc294bf57-320x210xfit-7739e.jpeg" data-src-tablet="/images/cache/systemuploadsnews55324a717fbc294bf57-768x460xfit-7739e.jpeg" data-src-web="/images/cache/systemuploadsnews55324a717fbc294bf57-700x460xfit-7739e.jpeg" /></figure>
<div class="dd-m-editor">
<p>No Dia Nacional da Visibilidade Trans, celebrado em 29 de janeiro, o Brasil volta a encarar uma de suas contradições mais profundas. Ao mesmo tempo em que o tema ganha maior espaço no debate público e na mídia, o país segue liderando, há quase duas décadas, os índices de assassinatos de pessoas trans no mundo. A constatação reforça que a visibilidade, embora essencial, ainda não se converteu em garantia plena de direitos básicos, como segurança, cidadania e acesso ao trabalho digno.</p>
<p>A data surgiu em 2004, a partir da campanha <em>“Travesti e Respeito: já está na hora dos dois serem vistos juntos”</em>, articulada pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) em parceria com o Ministério da Saúde. O objetivo era afirmar que visibilidade significa respeito concreto, vivido no cotidiano e não apenas reconhecimento simbólico.</p>
<p>Para o secretário de Políticas LGBTQIA+ da CUT, Walmir Siqueira, o 29 de janeiro deve ser marcado não apenas por celebrações, mas por denúncia e cobrança efetiva.</p>
<p><strong>“O Brasil continua sendo o país que mais mata pessoas trans no mundo. Isso é um dado que a gente não pode perder de vista quando fala de visibilidade”</strong>, afirma. Segundo ele, a violência extrema é apenas uma das faces de um sistema que impõe exclusões sucessivas à população trans.</p>
<p><strong>Direitos reconhecidos, realidade ainda desigual</strong></p>
<p>Nos últimos anos, o Brasil acumulou avanços importantes no campo jurídico. Pessoas trans e travestis podem realizar a retificação de nome e gênero diretamente em cartório, sem necessidade de cirurgia, laudos médicos ou autorização judicial. O uso do nome social é garantido em escolas, universidades, no sistema eleitoral e nos serviços públicos. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece atendimento integral por meio do Processo Transexualizador, incluindo hormonização e cirurgias.</p>
<p>Além disso, o Supremo Tribunal Federal (STF) equiparou a transfobia ao crime de racismo, assegurando proteção legal. Apesar desses marcos, a distância entre o direito formal e a vida cotidiana ainda é grande.</p>
<p><strong>Mercado de trabalho: exclusão histórica e inserção precária</strong></p>
<p>A exclusão no mundo do trabalho segue como uma das principais formas de violação de direitos. Walmir lembra que, historicamente, a população trans foi empurrada para a informalidade e para a prostituição como estratégia de sobrevivência.</p>
<p>“O mercado de trabalho para as pessoas trans sempre foi discriminatório. Tem preconceito, tem exclusão, e muitas acabam sendo relegadas à prostituição para conseguir sobrevivência”, afirma.</p>
<p>Para além disso, “n<strong>ão basta garantir o posto de trabalho. É preciso garantir a dignidade nesse emprego</strong>”, diz Walmir. Ele explica que o mercado tem se aberto à questão, mas não se trata somente de garantir a vaga para a pessoa trans. É preciso que haja um ambiente seguro no emprego após a contratação.</p>
<p>Mesmo quando existem iniciativas de inclusão, elas costumam ser limitadas. “Há alguns lugares que até contratam pessoas trans, mas geralmente são trabalhos precarizados, sem exigir qualificação. E muitas dessas pessoas são qualificadas, têm estudo, têm potencial, mas não conseguem usar isso nem para a própria vida, nem para a sociedade”, diz.</p>
<p>Essa avaliação é confirmada por dados do estudo <em>“A inserção e as características das pessoas trans no Assalariamento formal”</em>, do Ipea (2025). A pesquisa identificou 38,7 mil pessoas trans entre 14 e 64 anos, a partir do cruzamento de dados do CPF e da Rais. Apenas 25% estavam no emprego formal, índice 6,8 pontos percentuais abaixo da média da população geral.</p>
<p>As desigualdades são expressivas:</p>
<ul>
<li>a taxa de inserção é de 31,1% entre homens trans e de apenas 20,7% entre mulheres trans.</li>
<li>no setor público, a presença é ainda mais reduzida: somente 5,5% ocupam vínculos estatutários, metade da proporção observada na população total.</li>
<li>a maior parte das pessoas trans empregadas está concentrada em poucos setores, como comércio, serviços administrativos e alojamento e alimentação.</li>
</ul>
<p><strong><a href="https://www.cut.org.br/noticias/universo-trans-em-numeros-trabalho-direitos-e-seguranca-1748" target="_blank" rel="noopener">Universo trans em números: trabalho, direitos e segurança</a> &#8211; leia aqui um resumo dos dados sobre mercado de trabalho, quais os direitos e os números da violência no país que continua sendo o que mais mata pessoas trans no mundo.</strong></p>
<p><strong>Qualificação não garante igualdade</strong></p>
<p><a href="https://www.instagram.com/judanunes_?utm_source=ig_web_button_share_sheet&amp;igsh=ZDNlZDc0MzIxNw==" target="_blank" rel="noopener">Para a especialista em Educação para Inclusão da Diversidade e pesquisadora de futuros Judá Nunes</a>, a lógica do mercado de trabalho está longe de ser meritocrática.</p>
<p>“<strong>O mercado de trabalho para pessoas trans no Brasil não se parece com uma escada em que ‘quem se qualifica sobe’. Ele se parece mais com um percurso cheio de barreiras</strong>”, afirma.</p>
<p>Os rendimentos evidenciam essa desigualdade estrutural. Pessoas trans no emprego formal recebem, em média, R$ 2.707 — valor 32% inferior à média nacional do trabalho formal. Mesmo entre profissionais com ensino superior completo, a diferença persiste: a renda de pessoas trans é 27,6% menor do que a de trabalhadores não trans com o mesmo nível de escolaridade.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>Não é só ‘falta de diploma’, é também o quanto o mercado desvaloriza a pessoa trans mesmo quando ela cumpre os critérios que o próprio mercado diz exigir</p>
<footer>&#8211; Judá Nunes</footer>
</blockquote>
<figure style="width: 500px" class="wp-caption alignnone"><a class="dd-lightbox" href="https://assets.cut.org.br/system/uploads/ck/jUDA.png" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" src="https://www.cut.org.br/images/cache/systemuploadsckjudapng-500x289xfit-8d3b2.png" alt="Arquivo pessoal" width="500" height="289" /></a><figcaption class="wp-caption-text">Arquivo pessoal</figcaption></figure>
<p>A desigualdade se intensifica quando se cruzam identidade de gênero, raça e território. Pessoas trans negras, pardas e indígenas apresentam rendimentos ainda menores, e regiões com menor dinamismo econômico concentram taxas mais baixas de inserção, com destaque negativo para o Nordeste.</p>
<p><strong>A violência não é casual: “esse sistema tem método”</strong></p>
<p>A persistência da violência contra pessoas trans, mesmo em pleno século XXI, não pode ser atribuída apenas ao preconceito individual. Para Judá Nunes, trata-se de uma engrenagem social organizada. “<strong>Esse sistema não é uma ‘atmosfera conservadora’ solta no ar. Ele tem método</strong>”, afirma.</p>
<p>Segundo ela, o gênero funciona como uma fronteira social que sustenta hierarquias e define quem é reconhecido como legítimo. Quando pessoas trans existem com autonomia, trabalho e projetos de vida, expõem o caráter construído dessas fronteiras, o que provoca reações que vão da violência direta à exclusão silenciosa, por meio da burocracia e do recorrente argumento do “não é o perfil”.</p>
<p>Judá ressalta que o avanço do conservadorismo reativa hierarquias antigas e transforma pessoas trans em alvo de pânico moral, desviando o foco de problemas estruturais como desigualdade, falta de trabalho digno e ausência de políticas públicas.</p>
<p><strong>Violência persistente e abandono institucional</strong></p>
<p>Esse sistema de exclusão se manifesta de forma extrema na violência letal. Em 2025, foram registrados 80 assassinatos de pessoas trans no Brasil, segundo dados da Antra. Embora o número represente uma redução em relação a 2024, houve aumento nas tentativas de homicídio, indicando que a violência permanece. A maioria das vítimas são travestis e mulheres trans, jovens, negras ou pardas. O Nordeste concentrou o maior número de casos no ano.</p>
<p>A ausência de monitoramento oficial por parte do Estado agrava o cenário. Os dados são levantados pela sociedade civil a partir de denúncias e notícias, o que aponta para subnotificação e descrédito nas instituições de segurança pública. O dossiê da Antra defende a ampliação de políticas de proteção e o acesso de mulheres trans às políticas já existentes voltadas às mulheres cis.</p>
<p><strong>Visibilidade como cobrança por políticas públicas permanentes</strong></p>
<p>Para Walmir Siqueira, o Dia Nacional da Visibilidade Trans precisa estar diretamente associado à exigência de políticas públicas estruturadas e permanentes.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>A gente precisa cobrar do Estado políticas públicas LGBTQIA+, inclusive na questão do emprego. As pessoas trans ficaram muito tempo fora do mercado formal e têm direito a ocupar esse espaço que sempre foi negado</p>
<footer>&#8211; Walmir Siqueira</footer>
</blockquote>
<p>Ele destaca que inclusão não se resume à contratação. “Não adianta contratar uma pessoa trans ou travesti e permitir que continue tendo piadinha, assédio, perseguição ou que ela seja colocada num posto inferior, como se aquilo fosse o máximo que ela pode alcançar”, diz.</p>
<p>Para o dirigente, igualdade real passa também pela possibilidade de acesso a cargos de chefia, coordenação e liderança. “Senão, a gente fica só na imagem, na visibilidade, mas sem mudar de verdade a realidade da vida dessas pessoas.”</p>
<p><strong><em>Fonte: CUT</em></strong></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Feebbase lança Manual da Diversidade e Inclusão LGBTQIAPN+ dos Bancários</title>
		<link>https://bancarios.com.br/feebbase-lanca-manual-da-diversidade-e-inclusao-lgbtqiapn-dos-bancarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 14:32:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGBTQIAPN+]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (Feebbase) realizou uma Live nesta segunda-feira (30/6), para lançar o Manual da Diversidade e Inclusão LGBTQIAPN+. Um documento que surgiu da necessidade de fazer com todos percebam, que atrás destas letras existem pessoas com sentimentos e responsabilidades. Para a presidenta da Feebbase, Andréia Sabino, “este foi um &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-69115 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/07/lancamento_do_manual_lgbt__3ad52.jpg" alt="" width="1023" height="633" /></p>
<p>A Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe (Feebbase) realizou uma Live nesta segunda-feira (30/6), para lançar o Manual da Diversidade e Inclusão LGBTQIAPN+. Um documento que surgiu da necessidade de fazer com todos percebam, que atrás destas letras existem pessoas com sentimentos e responsabilidades.</p>
<p>Para a presidenta da Feebbase, Andréia Sabino, “este foi um evento muito importante. A divulgação de um material rico em conhecimento, precisamos muito, é uma pauta que a gente precisa muito avançar, mais do que nunca, a gente precisa aprender a respeitar e lidar com essa comunidade tão importante, tão significante pra todos, e essa cartilha é o início de um projeto, é um projeto que vem sendo trabalhado com muitas mãos, com muito cuidado, pra que a gente possa dialogar melhor e ajudar com que as pessoas se sintam mais respeitadas e também que todos aprendam a respeitar”, destacou.</p>
<p>A construção do Manual foi aprovada durante o 1º Encontro da Diversidade Bancária da Bahia e Sergipe, realizado em abril de 2024. A ideia foi sendo aprimorada ao longo do tempo e o lançamento ocorreu agora, para encerrar as atividades do Mês do Orgulho LGBTQIAPN+.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-69114 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/07/lancamento_do_manual_lgbt_2_f7698.jpg" alt="" width="1024" height="768" /></p>
<p>A Manual foi confeccionado pelo jornalista Onã Rudá, que é consultor de diversidade e inclusão e ativista pelos direitos da população LGBTQIAPN+, sob a supervisão da diretoria de Gênero e Diversidade da Feebbase.</p>
<p>“A sociedade precisa compreender que as pessoas LGBTQIAPN+ têm liberdade para escolher seus parceiros e parceiras, logo não cabe a terceiros essa decisão. Esse manual é uma ferramenta para ser consultada constantemente, pois o conhecimento transforma e faz com que não ocorra discriminação a esta comunidade. Precisamos de um ambiente de trabalho livre de todas as formas de opressão e sem LGBTQIAPN+fobia”, ressaltou a diretora de Gênero e Diversidade da Feebbase, Nancy Andrade.</p>
<p>O material será disponibilizado nos próximos dias no site da Federação e os sindicatos também poderão imprimir para distribuir em suas bases.</p>
<p>Fonte: FEEB/VCR.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Contraf-CUT, Fenaban e Ceert avançam nos debates para o 4º Censo da Diversidade</title>
		<link>https://bancarios.com.br/contraf-cut-fenaban-e-ceert-avancam-nos-debates-para-o-4o-censo-da-diversidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 12:23:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGBTQIAPN+]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo de Trabalho (GT) formado por representantes do movimento sindical bancário, dos bancos e do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert) se reuniu nesta quinta-feira (12), na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), para definir os critérios do 4º Censo da Diversidade. &#8220;Está &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-68998 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Acordo-CEF-1170x780-1-1024x683.webp" alt="" width="618" height="412" /></p>
<p>O Grupo de Trabalho (GT) formado por representantes do movimento sindical bancário, dos bancos e do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (Ceert) se reuniu nesta quinta-feira (12), na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), para definir os critérios do 4º Censo da Diversidade.</p>
<p><strong>&#8220;Está foi a segunda vez que o GT se reuniu. O encontro anterior foi muito produtivo, permitindo que hoje fosse possível avançar nos ajustes desse instrumento necessário para conhecer o perfil da categoria e que conquistamos nas negociações da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) com os bancos&#8221;</strong>, explica Almir Aguiar, o secretário de Combate ao Racismo da Contraf-CUT, que coordenou a mesa representando os trabalhadores.</p>
<p>O dirigente completou que esta fase de debate dos critérios e formato do questionário é fundamental para garantir um perfil estatístico seguro da categoria. <strong>“Serão abordadas questões, por exemplo, que vão nos ajudar a verificar a diferença salarial entre homens e mulheres; negros e brancos e, com base nisso, analisar se houve evolução na redução das desigualdades, em relação aos censos anteriores e como promover ações para alcançar a igualdade salarial entre todos os trabalhadores do setor&#8221;</strong>, exemplificou Almir.</p>
<p>O cronograma aprovado no encontro anterior está mantido:</p>
<p><strong>&#8211; Agosto: </strong>Ceert apresentará o teste para o 4º Censo da Diversidade ao movimento sindical e à Fenaban;<br />
<strong>&#8211; Setembro </strong>(terceira semana): Início da divulgação do censo;<br />
<strong>&#8211; Fevereiro de 2026: </strong>Divulgação dos resultados.</p>
<p>Além de Almir Aguiar, participaram representando os trabalhadores no GT Fernanda Lopes (Secretária da Mulher da Contraf-CUT); Bianca Garbelini (Secretária da Juventude da Contraf-CUT) e Francisco Pugliesi (Dirigente-executivo da SRSS do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região).</p>
<p>Fonte: Contraf.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mês do Orgulho LGBTQIA+: visibilidade, respeito e dignidade para todas as idades</title>
		<link>https://bancarios.com.br/mes-do-orgulho-lgbtqia-visibilidade-respeito-e-dignidade-para-todas-as-idades-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 14:50:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGBTQIAPN+]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CUT destaca trabalho decente, saúde com inclusão, envelhecimento da população e políticas de acolhimento da população LGBTQIA+ como pautas centrais neste mês de reflexão e luta por direitos Junho é o Mês do Orgulho LGBTQIA+, celebrado em memória da Revolta de Stonewall (1969), que marcou um ponto de virada na luta por direitos civis da &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<p>CUT destaca trabalho decente, saúde com inclusão, envelhecimento da população e políticas de acolhimento da população LGBTQIA+ como pautas centrais neste mês de reflexão e luta por direitos</p>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-68925 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-04-at-13.21.48.jpeg" alt="" width="1072" height="598" /></div>
<div class="news-details__main-content">
<div class="news-details__main-text visible">
<p>Junho é o Mês do Orgulho LGBTQIA+, celebrado em memória da Revolta de Stonewall (1969), que marcou um ponto de virada na luta por direitos civis da população LGBTQIA+. Mais do que celebração, a data é um chamado à ação contra a violência, o preconceito e as desigualdades. A LGBTQIA+fobia, entendida como o preconceito, a hostilidade, a exclusão ou agressão contra pessoas em razão de sua identidade de gênero ou orientação sexual, ainda é uma realidade cotidiana no Brasil.</p>
<p>A CUT, neste mês reforça a importância de pautar o trabalho decente, a inclusão no mundo do trabalho formal, a visibilidade das pessoas LGBTQIA+ e as necessidades específicas da comunidade, em especial, diante do envelhecimento dessa população.</p>
<p><strong>Trabalho decente e inclusão: bandeiras da CUT no Mês do Orgulho</strong></p>
<p>A principal bandeira da CUT neste mês é a promoção do trabalho decente, ou seja, empregos com direitos, segurança, dignidade e igualdade de oportunidades. &#8220;Estamos priorizando a discussão sobre a inclusão das pessoas LGBTQIA+ que estão fora do mercado formal de trabalho. Mas isso não significa apenas inserir no mercado, é garantir que sejam reconhecidas e respeitadas como pessoas LGBTQIA+ dentro dos espaços de trabalho”, secretário de Políticas LGBTQIA+ da CUT, Walmir Siqueira, o professor Wal.</p>
<p>A luta, portanto, é também contra a precarização, que atinge de forma desproporcional as populações já marginalizadas, como negros e negras, mulheres, jovens, pessoas com deficiência, idosos e, sendo essas pessoas da comunidade LGBTQIA+, a discriminação é dobrada.</p>
<p>Além da atuação institucional nos locais de trabalho, sindicatos como os de professores e professoras, profissionais da saúde e metalúrgicos estão promovendo encontros e ações de conscientização sobre diversidade e direitos LGBTQIA+ ao longo do mês. “Os bancários também vão fazer uma mesa de negociação específica sobre a diversidade”, acrescenta o professor Wal.</p>
<p><strong>Envelhecer sendo LGBTQIA+: o duplo peso da exclusão</strong></p>
<p>O tema do envelhecimento da população LGBTQIA+ ganhou centralidade neste ano, inclusive sendo o mote da Parada do Orgulho de São Paulo, a maior do mundo. A CUT reconhece a relevância e endossa a urgência do debate. &#8220;O idoso LGBT está 15 passos atrás. É discriminado pela idade e também pela orientação sexual ou identidade de gênero&#8221;, afirma Wal.<br />
Ainda que haja uma carência de dados oficiais sobre o tema, a invisibilidade das pessoas idosas LGBTQIA+ é fato e é alimentada tanto pelo etarismo (preconceito por idade) como pela estrutura familiar tradicional, que muitas vezes exclui afetivamente essas pessoas. Muitos são forçados a esconder sua identidade para poderem acessar serviços de saúde, instituições de longa permanência ou mesmo para receber cuidados em casa.</p>
<p>Por outro lado, muitas pessoas LGBTQIA+ acabam assumindo o cuidado de familiares idosos ou com deficiência. São relações de afeto e responsabilidade que nem sempre são reconhecidas pelo Estado, mas que revelam o papel ativo da comunidade LGBTQIA+ no tecido social.</p>
<p><strong>Direito de acesso à saúde</strong></p>
<p>A questão da saúde da população LGBTQIA+ – especialmente das pessoas trans – é um dos maiores gargalos quando se fala em direitos básicos. Homens trans que necessitam de atendimento ginecológico ou obstétrico enfrentam barreiras desde a marcação de consultas até o acolhimento adequado nas unidades de saúde. Mulheres trans, por sua vez, muitas vezes precisam de acompanhamento urológico ou endocrinológico, mas encontram resistência, desconhecimento ou até violência institucional.</p>
<p>As cirurgias de afirmação de gênero (também conhecidas como redesignação sexual), quando disponíveis pelo SUS, ainda são de acesso extremamente limitado, e a ausência de profissionais capacitados agrava esse cenário. Como alerta o Walmir Siqueira, “a gente não conseguiu discutir nem ginecologista e urologista para pessoas trans; imagina quando essas pessoas envelhecem e precisam de cuidados geriátricos especializados?”.</p>
<p>O envelhecimento da população trans é um ponto crítico: essas pessoas foram historicamente privadas de acesso a direitos como educação, emprego formal e assistência à saúde, o que gera impacto direto na qualidade de vida na velhice. O Brasil ainda é o país que mais mata pessoas trans no mundo, o que torna cada idosa ou idoso LGBTQIA+ um símbolo de resistência.</p>
<p><strong>Trabalho e aposentadoria: lacunas que precisam de resposta</strong></p>
<p>Outro ponto sensível diz respeito à aposentadoria de pessoas trans. “A gente precisa discutir como se aposenta um homem trans que fez a transição e trabalhou sob um nome e gênero anterior. Não há uma regra definida, nem no INSS, nem no STF”, explica Wal.</p>
<p>A ausência de regulamentações específicas para aposentadorias de pessoas trans gera insegurança jurídica e exclusão. Além disso, há a necessidade urgente de formar profissionais e criar serviços públicos que considerem as vivências da população LGBTQIA+ idosa – como geriatras capacitados para lidar com a diversidade de corpos, identidades e histórias.</p>
<p><strong>Mobilizações, conferências e a primeira marcha nacional LGBTQIA+ da CUT</strong></p>
<p>A atuação da CUT no Mês do Orgulho não se restringe aos ambientes sindicais. A entidade participa ativamente da “feirinha” da Parada de São Paulo, com distribuição de materiais informativos, rodas de conversa e mobilização política. Além disso, está prevista a realização da primeira Marcha Nacional de Trabalhadores e Trabalhadoras LGBTQIA+, em São Paulo, marcada para o dia 18 de junho, da Praça da República à Praça Ramos.</p>
<p>“É um começo, a marcha ainda será pequena, mas marca nossa posição e abre espaço para que nos próximos anos ela cresça”, projeta Wal. “Queremos trazer um tom mais politizado para a semana da Parada.”</p>
<p>Outro destaque é a 5ª Conferência Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, que acontece em outubro. A CUT vem participando ativamente das etapas municipais e estaduais, articulando a inserção de propostas com foco no mundo do trabalho, formação sindical e proteção social. “Nossa expectativa é que muitos delegados e delegadas sejam militantes da CUT, para que possamos levar nossa visão à conferência nacional.”</p>
<p><strong>Próxima parada: São Paulo</strong></p>
<p>O tema da Parada do Orgulho LGBTQIA+ de São Paulo, a maior do mundo, em 2025 é &#8220;Envelhecer LGBT+: Memória, Resistência e Futuro&#8221;. A parada, que acontecerá em 22 de junho, será uma homenagem às vivências das pessoas LGBTQIA+ de 60 anos ou mais, que abriram caminho para as conquistas atuais através da resistência e do combate ao preconceito.</p>
<p>Temas destaque:</p>
<ul>
<li><strong>Envelhecer LGBT+: </strong>A parada se propõe a celebrar as experiências e a história das pessoas LGBTQIA+ mais velhas, reconhecendo a importância de sua resistência e luta contra a discriminação.</li>
<li><strong>Memória : </strong>O tema busca lembrar a história e a importância da memória da comunidade LGBTQIA+ para o presente e para o futuro.</li>
<li><strong>Resistência: </strong>A Parada homenageia a resistência e a força de quem lutou por direitos e conquistas, mesmo diante de dificuldades e opressão.</li>
<li><strong>Futuro: </strong>O tema também olha para o futuro, buscando garantir que as próximas gerações LGBTQIA+ possam envelhecer com dignidade e orgulho, com o apoio de políticas públicas e o respeito da sociedade.</li>
<li><strong>Local: </strong>A Parada do Orgulho LGBTQIA+ de São Paulo acontece na Avenida Paulista</li>
</ul>
<p><em><strong>Fonte: Contraf &#8211; CUT</strong></em></p>
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		<title>Mês do Orgulho LGBTQIA+: visibilidade, respeito e dignidade para todas as idades</title>
		<link>https://bancarios.com.br/mes-do-orgulho-lgbtqia-visibilidade-respeito-e-dignidade-para-todas-as-idades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 11:31:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGBTQIAPN+]]></category>
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<p>Junho é o Mês do Orgulho LGBTQIA+, celebrado em memória da Revolta de Stonewall (1969), que marcou um ponto de virada na luta por direitos civis da população LGBTQIA+. Mais do que celebração, a data é um chamado à ação contra a violência, o preconceito e as desigualdades. A LGBTQIA+fobia, entendida como o preconceito, a hostilidade, a exclusão ou agressão contra pessoas em razão de sua identidade de gênero ou orientação sexual, ainda é uma realidade cotidiana no Brasil.</p>
<p>A CUT, neste mês reforça a importância de pautar o trabalho decente, a inclusão no mundo do trabalho formal, a visibilidade das pessoas LGBTQIA+ e as necessidades específicas da comunidade, em especial, diante do envelhecimento dessa população.</p>
<p><strong>Trabalho decente e inclusão: bandeiras da CUT no Mês do Orgulho</strong></p>
<p>A principal bandeira da CUT neste mês é a promoção do trabalho decente, ou seja, empregos com direitos, segurança, dignidade e igualdade de oportunidades. &#8220;Estamos priorizando a discussão sobre a inclusão das pessoas LGBTQIA+ que estão fora do mercado formal de trabalho. Mas isso não significa apenas inserir no mercado, é garantir que sejam reconhecidas e respeitadas como pessoas LGBTQIA+ dentro dos espaços de trabalho”, secretário de Políticas LGBTQIA+ da CUT, Walmir Siqueira, o professor Wal.</p>
<p>A luta, portanto, é também contra a precarização, que atinge de forma desproporcional as populações já marginalizadas, como negros e negras, mulheres, jovens, pessoas com deficiência, idosos e, sendo essas pessoas da comunidade LGBTQIA+, a discriminação é dobrada.</p>
<p>Além da atuação institucional nos locais de trabalho, sindicatos como os de professores e professoras, profissionais da saúde e metalúrgicos estão promovendo encontros e ações de conscientização sobre diversidade e direitos LGBTQIA+ ao longo do mês. “Os bancários também vão fazer uma mesa de negociação específica sobre a diversidade”, acrescenta o professor Wal.</p>
<p><strong>Envelhecer sendo LGBTQIA+: o duplo peso da exclusão</strong></p>
<p>O tema do envelhecimento da população LGBTQIA+ ganhou centralidade neste ano, inclusive sendo o mote da Parada do Orgulho de São Paulo, a maior do mundo. A CUT reconhece a relevância e endossa a urgência do debate. &#8220;O idoso LGBT está 15 passos atrás. É discriminado pela idade e também pela orientação sexual ou identidade de gênero&#8221;, afirma Wal.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>Ser uma pessoa LGBTQIA+ idosa no Brasil é ser sobrevivente de uma guerra</p>
<footer>&#8211; Walmir Siqueira</footer>
</blockquote>
<p>Ainda que haja uma carência de dados oficiais sobre o tema, a invisibilidade das pessoas idosas LGBTQIA+ é fato e é alimentada tanto pelo etarismo (preconceito por idade) como pela estrutura familiar tradicional, que muitas vezes exclui afetivamente essas pessoas. Muitos são forçados a esconder sua identidade para poderem acessar serviços de saúde, instituições de longa permanência ou mesmo para receber cuidados em casa.</p>
<p>Por outro lado, muitas pessoas LGBTQIA+ acabam assumindo o cuidado de familiares idosos ou com deficiência. São relações de afeto e responsabilidade que nem sempre são reconhecidas pelo Estado, mas que revelam o papel ativo da comunidade LGBTQIA+ no tecido social.</p>
<p><strong>Direito de acesso à saúde</strong></p>
<p>A questão da saúde da população LGBTQIA+ – especialmente das pessoas trans – é um dos maiores gargalos quando se fala em direitos básicos. Homens trans que necessitam de atendimento ginecológico ou obstétrico enfrentam barreiras desde a marcação de consultas até o acolhimento adequado nas unidades de saúde. Mulheres trans, por sua vez, muitas vezes precisam de acompanhamento urológico ou endocrinológico, mas encontram resistência, desconhecimento ou até violência institucional.</p>
<p>As cirurgias de afirmação de gênero (também conhecidas como redesignação sexual), quando disponíveis pelo SUS, ainda são de acesso extremamente limitado, e a ausência de profissionais capacitados agrava esse cenário. Como alerta o Walmir Siqueira, “a gente não conseguiu discutir nem ginecologista e urologista para pessoas trans; imagina quando essas pessoas envelhecem e precisam de cuidados geriátricos especializados?”.</p>
<p>O envelhecimento da população trans é um ponto crítico: essas pessoas foram historicamente privadas de acesso a direitos como educação, emprego formal e assistência à saúde, o que gera impacto direto na qualidade de vida na velhice. O Brasil ainda é o país que mais mata pessoas trans no mundo, o que torna cada idosa ou idoso LGBTQIA+ um símbolo de resistência.</p>
<p><strong>Trabalho e aposentadoria: lacunas que precisam de resposta</strong></p>
<p>Outro ponto sensível diz respeito à aposentadoria de pessoas trans. “A gente precisa discutir como se aposenta um homem trans que fez a transição e trabalhou sob um nome e gênero anterior. Não há uma regra definida, nem no INSS, nem no STF”, explica Wal.</p>
<p>A ausência de regulamentações específicas para aposentadorias de pessoas trans gera insegurança jurídica e exclusão. Além disso, há a necessidade urgente de formar profissionais e criar serviços públicos que considerem as vivências da população LGBTQIA+ idosa – como geriatras capacitados para lidar com a diversidade de corpos, identidades e histórias.</p>
<p><strong>Mobilizações, conferências e a primeira marcha nacional LGBTQIA+ da CUT</strong></p>
<p>A atuação da CUT no Mês do Orgulho não se restringe aos ambientes sindicais. A entidade participa ativamente da “feirinha” da Parada de São Paulo, com distribuição de materiais informativos, rodas de conversa e mobilização política. Além disso, está prevista a realização da primeira Marcha Nacional de Trabalhadores e Trabalhadoras LGBTQIA+, em São Paulo, marcada para o dia 18 de junho, da Praça da República à Praça Ramos.</p>
<p>“É um começo, a marcha ainda será pequena, mas marca nossa posição e abre espaço para que nos próximos anos ela cresça”, projeta Wal. “Queremos trazer um tom mais politizado para a semana da Parada.”</p>
<p>Outro destaque é a 5ª Conferência Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, que acontece em outubro. A CUT vem participando ativamente das etapas municipais e estaduais, articulando a inserção de propostas com foco no mundo do trabalho, formação sindical e proteção social. “Nossa expectativa é que muitos delegados e delegadas sejam militantes da CUT, para que possamos levar nossa visão à conferência nacional.”</p>
<p><strong>Próxima parada: São Paulo</strong></p>
<p>O tema da Parada do Orgulho LGBTQIA+ de São Paulo, a maior do mundo, em 2025 é &#8220;Envelhecer LGBT+: Memória, Resistência e Futuro&#8221;. A parada, que acontecerá em 22 de junho, será uma homenagem às vivências das pessoas LGBTQIA+ de 60 anos ou mais, que abriram caminho para as conquistas atuais através da resistência e do combate ao preconceito.</p>
<p>Temas destaque:</p>
<ul>
<li><strong>Envelhecer LGBT+: </strong>A parada se propõe a celebrar as experiências e a história das pessoas LGBTQIA+ mais velhas, reconhecendo a importância de sua resistência e luta contra a discriminação.</li>
<li><strong>Memória : </strong>O tema busca lembrar a história e a importância da memória da comunidade LGBTQIA+ para o presente e para o futuro.</li>
<li><strong>Resistência: </strong>A Parada homenageia a resistência e a força de quem lutou por direitos e conquistas, mesmo diante de dificuldades e opressão.</li>
<li><strong>Futuro: </strong>O tema também olha para o futuro, buscando garantir que as próximas gerações LGBTQIA+ possam envelhecer com dignidade e orgulho, com o apoio de políticas públicas e o respeito da sociedade.</li>
<li><strong>Local: </strong>A Parada do Orgulho LGBTQIA+ de São Paulo acontece na Avenida Paulista</li>
</ul>
<p>Fonte: CUT.</p>
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