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	<title>Arquivos Saúde Mental - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
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		<title>Itaú ignora afastamento de bancários. COE cobra respeito</title>
		<link>https://bancarios.com.br/itau-ignora-afastamento-de-bancarios-coe-cobra-respeito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 10:50:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco Itaú]]></category>
		<category><![CDATA[Realidade Bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança no trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após uma série de denúncias feitas por trabalhadores, o Grupo de Trabalho de Saúde dos empregados do Itaú se reuniu com o banco nesta quarta-feira (08/04), em São Paulo, para cobrar soluções imediatas sobre as graves reclamações. Após uma série de denúncias feitas por trabalhadores, o Grupo de Trabalho de Saúde dos empregados do Itaú &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<header class="sc-5836b2ba-0 KjFEM">Após uma série de denúncias feitas por trabalhadores, o Grupo de Trabalho de Saúde dos empregados do Itaú se reuniu com o banco nesta quarta-feira (08/04), em São Paulo, para cobrar soluções imediatas sobre as graves reclamações.</p>
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<div class="sc-bae5a3a5-1 sc-bae5a3a5-2 dREBKY hBaa-dL"><img loading="lazy" class="aligncenter" src="https://api.bancariosbahia.org.br/fotos/noticias/42702/IMAGEM_NOTICIA_3.jpg?v=894fe13522287633b199135771dce3be" alt="" width="720" height="398" data-nimg="responsive" /></div>
<div class="sc-bae5a3a5-3 hPEvTM">
<p>Após uma série de denúncias feitas por trabalhadores, o Grupo de Trabalho de Saúde dos empregados do Itaú se reuniu com o banco nesta quarta-feira (08/04), em São Paulo, para cobrar soluções imediatas sobre as graves reclamações.</p>
<p>Um dos principais pontos em pauta foi a continuidade das convocações indevidas para exames médicos (ASO) de funcionários afastados pelo INSS ou que ainda aguardam perícia. Mesmo após serem informados da situação pelos canais oficiais, os trabalhadores são chamados e, em alguns casos, ameaçados com advertências.</p>
<p>Para a diretora da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, Luciana Doria, representante dos funcionários na COE, a situação é grave. “É inadmissível exigir o comparecimento de bancários adoecidos, com contratos suspensos, sob ameaça de advertência. É preciso um tratamento humanizado”, afirmou.</p>
<p>Segundo ela, há um descompasso entre os prazos das tratativas feitas pelo IU Conecta e as convocações para os exames, o que gera boa parte dos problemas. “Não é razoável que o ASO seja marcado um dia após a perícia, considerando todas as dificuldades enfrentadas no INSS. O bancário precisa ter tempo hábil para apresentar o resultado”, pontuou. O GT solicitou prazos para respostas e a revisão imediata dos procedimentos.</p>
<p>Outro tema debatido foi o canal de denúncias para mulheres vítimas de violência. O movimento sindical cobrou agilidade, sigilo e efetividade nas apurações, diante do descontentamento com o tempo de resposta e os resultados apresentados. É fundamental revisar os processos de investigação para garantir credibilidade e confiança. O banco se comprometeu a levar, na próxima reunião, representantes do Ombudsman para esclarecer os pontos levantados.</p>
<p>Também foram relatadas inconsistências nas folhas de pagamento, especialmente durante o afastamento por saúde. Trabalhadores apontam descontos indevidos, como antecipações salariais debitadas antes do recebimento do benefício do INSS, o que agrava o endividamento em um momento de fragilidade.</p>
<p>Além disso, persistem queixas sobre falhas na análise de documentos enviados pelos empregados e problemas na comunicação do banco. O GT reforçou que as situações são recorrentes e cobrou soluções concretas, além do cumprimento dos compromissos já assumidos anteriormente. O banco informou ainda que a campanha de vacinação deve começar em 27 de abril.</p>
</div>
<p><strong>Fonte: Bancários Bahia</strong></p>
</div>
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		<title>Olhar atento ao adoecimento mental familiar</title>
		<link>https://bancarios.com.br/olhar-atento-ao-adoecimento-mental-familiar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 13:50:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acordar extremamente cansado e permanecer assim durante todo o dia, nervos à flor da pele a ponto de se estressar com qualquer coisa, crianças com mudanças de humor e comportamento, adolescentes que se isolam no quarto. Há quem pense que são apenas fases ou “coisa de momento”, mas, na verdade, podem ser sinais de sofrimento &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="sc-bae5a3a5-1 sc-bae5a3a5-2 dREBKY hBaa-dL"><img src="https://api.bancariosbahia.org.br/fotos/noticias/42049/IMAGEM_NOTICIA_3.jpg?v=eb68c4ccae25f166ef16b4c791589a0b" alt="" data-nimg="responsive" /></div>
<div class="sc-bae5a3a5-3 hPEvTM">
<p>Acordar extremamente cansado e permanecer assim durante todo o dia, nervos à flor da pele a ponto de se estressar com qualquer coisa, crianças com mudanças de humor e comportamento, adolescentes que se isolam no quarto. Há quem pense que são apenas fases ou “coisa de momento”, mas, na verdade, podem ser sinais de sofrimento emocional familiar.</p>
<p>O ambiente emocional da casa tem interferência direta na saúde física, relacionamentos e a capacidade de reagir a doenças. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), uma em cada quatro pessoas terá algum transtorno psicológico ao longo da vida e cerca de 50% dos problemas de saúde mental começam antes dos 14 anos. O Brasil, inclusive, figura no topo de rankings mundiais de ansiedade e depressão.</p>
<p>É preciso olhar para dentro, e neste caso não é observar a si próprio, mas o lar onde se vive. A família é o primeiro ambiente de formação emocional, onde são desenvolvidos os padrões de comunicação, os mecanismos e estratégias para lidar com problemas e a capacidade de reconhecer emoções.</p>
<p>O adoecimento emocional de uma família causa repercussão em todos os outros, desde uma mãe com depressão pós-parto, um adolescente ansioso ou um idoso em isolamento social.</p>
<p>É preciso, portanto, apesar da rotina corrida que a sociedade impõe, se atentar aos sinais. Nas crianças, agressividade incomum, apatia, regressões e medos excessivos merecem alerta. Assim como desinteresse por atividades antes prazerosas e queda no rendimento escolar, no caso dos adolescentes.</p>
<p>Em adultos, sintomas como dificuldade de concentração, alterações no apetite e sono, abuso de álcool ou medicamentos e autoexigência excessiva precisam de cuidado. Nos idosos, atenção para o descuido com higiene pessoal ou alimentação, queixas físicas sem causa médica, tristeza constante e dificuldade para lembrar compromissos simples.</p>
<p>Se os sinais foram detectados, o ideal é fazer primeiramente uma escuta ativa e sem julgamentos, criar um espaço seguro, validar o sentimento e buscar apoio profissional.</p>
<p><strong><em>Fonte: Bancários Bahia</em></strong>
</div>
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		<item>
		<title>É amanhã (30)! Participe da palestra de Saúde Mental no Trabalho no SEEB/VCR</title>
		<link>https://bancarios.com.br/e-amanha-30-participe-da-palestra-de-saude-mental-no-trabalho-no-seeb-vcr/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 16:35:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta terça-feira (30), às 19h, a sede do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região (SEEB/VCR), localizado na Rua 2 de Julho, 122 – Centro, será palco de um evento importantíssimo sobre o Setembro Amarelo. Sob o tema: “Saúde Mental no Trabalho”, o encontro contará com as palestras de Fabiana Lima, fisioterapeuta e coordenadora do &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-70089 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/09/site-01.png" alt="" width="1250" height="730" /></p>
<p>Nesta terça-feira (30), às 19h, a sede do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região (SEEB/VCR), localizado na Rua 2 de Julho, 122 – Centro, será palco de um evento importantíssimo sobre o Setembro Amarelo. Sob o tema: <em>“Saúde Mental no Trabalho”</em>, o encontro contará com as palestras de <strong>Fabiana Lima</strong>, fisioterapeuta e coordenadora do CEREST, e <strong>Thalita Macedo</strong>, psicóloga e técnica de segurança do trabalho, abordando os <strong>sinais de alerta</strong> que podem indicar sofrimento psíquico no ambiente laboral.</p>
<p>Na ocasião, será desenvolvida uma <strong>dinâmica de grupo</strong> para promover interação e reflexão, além de um <strong>espaço aberto para tirar dúvidas</strong> dos participantes. Também serão discutidas medidas de prevenção, ressaltando a importância do acompanhamento profissional e do retorno saudável ao trabalho das pessoas adoecidas.</p>
<p><strong>Participe e ajude a fortalecer a cultura de cuidado e prevenção no ambiente de trabalho. Falar sobre saúde mental é o primeiro passo para viver melhor.</strong></p>
<p><strong>Marque na agenda!</strong><br />
<strong>Quando:</strong> Terça-feira, 30 de setembro, às 19h<br />
<strong>Onde:</strong> Sede do SEEB/VCR (Rua 2 de Julho, 122 – Centro)<br />
<strong>Realização:</strong> Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Saúde Mental no Trabalho é tema de palestra no Sindicato dos Bancários</title>
		<link>https://bancarios.com.br/saude-mental-no-trabalho-e-tema-de-palestra-no-sindicato-dos-bancarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 15:19:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento acontece na terça-feira (30), às 19h e busca conscientizar sobre a Campanha do Setembro Amarelo O Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região (SEEB/VCR) realiza na próxima terça-feira (30), às 19h, na sede do sindicato (Rua 2 de Julho, 122 – Centro), um evento para reforçar a campanha do Setembro Amarelo, com &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Evento acontece na terça-feira (30), às 19h e busca conscientizar sobre a Campanha do Setembro Amarelo</em></p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-70075 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/09/600x350-Site-4-1.png" alt="" width="600" height="350" /></p>
<p>O Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região (SEEB/VCR) realiza na próxima <strong>terça-feira (30), às 19h</strong>, na sede do sindicato (Rua 2 de Julho, 122 – Centro), um evento para reforçar a campanha do <strong>Setembro Amarelo</strong>, com o tema <em>“Saúde Mental no Trabalho”</em>. O encontro contará com as palestras de <strong>Fabiana Lima</strong>, fisioterapeuta e coordenadora do CEREST, e <strong>Thalita Macedo</strong>, psicóloga e técnica de segurança do trabalho.</p>
<p>A iniciativa busca chamar a atenção para a saúde mental no ambiente laboral, já que, historicamente, a categoria bancária é marcada por altos índices de adoecimento. Dados do <strong>Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho (SmartLab)</strong> apontam que bancos como Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú e Santander registraram aumento de <strong>168% no número de afastamentos por transtornos mentais em 10 anos</strong>, passando de 5.411 em 2014 para 14.525 em 2024.</p>
<p>O encontro abordará os <strong>sinais de alerta</strong> que podem indicar sofrimento psíquico e, mais do que alertar sobre os riscos, busca reforçar que a superação é possível. Durante a atividade, haverá uma <strong>dinâmica de grupo</strong> para promover interação e reflexão, além de um <strong>espaço aberto para tirar dúvidas</strong> dos participantes. Também serão discutidas medidas de prevenção, ressaltando a importância do acompanhamento profissional e do retorno saudável ao trabalho das pessoas adoecidas.</p>
<p>Giovania Souto, diretora de Saúde do SEEB/VCR, reforça o convite para toda a categoria: “Esse evento é de suma importância, pois muitas vezes a pessoa não tem consciência de que está adoecida. Buscar não se isolar, encontrar uma rede de apoio e ter tratamento médico é fundamental para a recuperação da saúde mental. Por isso, é papel do sindicato promover informação sobre o tema e, principalmente, cobrar dos bancos um ambiente saudável para que bancárias e bancários não continuem adoecendo em seu local de trabalho”.</p>
<p><strong>Participe e ajude a fortalecer a cultura de cuidado e prevenção no ambiente de trabalho. Falar sobre saúde mental é o primeiro passo para viver melhor.</strong></p>
<p><strong>Marque na agenda!</strong><br />
<strong>Quando:</strong> Terça-feira, 30 de setembro, às 19h<br />
<strong>Onde:</strong> Sede do SEEB/VCR (Rua 2 de Julho, 122 – Centro)<br />
<strong>Realização:</strong> Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Setembro Amarelo: Agora é lei!</title>
		<link>https://bancarios.com.br/setembro-amarelo-agora-e-lei/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 13:07:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lei sancionada pelo presidente Lula no dia 8 de setembro torna oficial a campanha Setembro Amarelo e institui o dia 10 de setembro como Dia Nacional de Prevenção do Suicídio e o dia 17 de setembro como Dia Nacional de Prevenção da Automutilação; categoria bancária é a mais afetada por questões de saúde mental O &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>Lei sancionada pelo presidente Lula no dia 8 de setembro torna oficial a campanha Setembro Amarelo e institui o dia 10 de setembro como Dia Nacional de Prevenção do Suicídio e o dia 17 de setembro como Dia Nacional de Prevenção da Automutilação; categoria bancária é a mais afetada por questões de saúde mental</h3>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-69908 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Setembro-Amarelo.jpeg" alt="" width="1072" height="598" /></div>
<div class="news-details__main-content">
<div class="news-details__main-text visible">
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, no dia 8 de setembro, a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2025/lei-15199-8-setembro-2025-797943-publicacaooriginal-176351-pl.html">Lei 15.199/25</a>, que torna oficial a campanha Setembro Amarelo e institui o dia 10 de setembro como Dia Nacional de Prevenção do Suicídio e o dia 17 de setembro como Dia Nacional de Prevenção da Automutilação.</p>
<p>Já em seu artigo 1º, a Lei determina que a campanha seja “realizada anualmente, no mês de setembro, em todo o território nacional, por meio de ações relacionadas à prevenção da automutilação e do suicídio” e, no artigo 2º, que durante a campanha Setembro Amarelo, sejam realizadas atividades destinadas à conscientização sobre a saúde mental.</p>
<h2><strong>Por que falar disso?</strong></h2>
<p>“É importante que se trate sobre este tema em toda a sociedade. E especialmente no setor financeiro, já que os dados apontam que a categoria bancária é a mais afetada entre todos os trabalhadores por problemas relacionais à saúde mental”, observou o secretário de Saúde da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Mauro Salles.</p>
<p>Um levantamento do Dieese aponta que, nos anos de 2023 e 2024, 57,1% das licenças de trabalho concedidas a bancários foram consequências de transtornos mentais e comportamentais. Apenas a título de comparação, no restante da população, 5,99% das licenças para tratamento de saúde foram motivadas por questões de saúde mental.</p>
<p>“O índice de 5,99% registrado no total da classe trabalhadora já é muito alto. Mas, o registrado entre a categoria bancária é assustador. E, entre empregados da Caixa chega a alarmantes 74%”, disse ressaltou o secretário de Saúde da Contraf-CUT.</p>
<h2><strong>Gestão adoecedora</strong></h2>
<p>Mauro explica que o trabalho bancário mudou muito. Hoje os bancários são obrigados a conviver com metas abusivas, assédio moral, vigilância digital e pressão constante. “Esse modelo de gestão está adoecendo milhares de trabalhadores, levando a quadros de ansiedade, depressão, síndrome do pânico e até suicídio. O Setembro Amarelo é o mês de conscientização e prevenção ao suicídio, mas o tema precisa ser tratado o ano todo. Se não na sociedade como um todo, pelo menos no setor bancário”, defende.</p>
<p>“O suicídio não é fraqueza individual. É consequência de uma soma de fatores, muitas vezes agravados pela organização do trabalho. Proteger a vida dos bancários exige solidariedade, acolhimento e luta coletiva contra o modelo de gestão que adoece”, completou.</p>
<h2><strong>Principais causas do adoecimento psíquico entre bancários</strong></h2>
<ul>
<li>Metas abusivas e inalcançáveis;</li>
<li>Assédio moral e sexual, inclusive organizacional;</li>
<li>Controle algorítmico e vigilância excessiva (monitoramento digital, ranking de produtividade);</li>
<li>Insegurança no emprego, reestruturações e demissões em massa;</li>
<li>Sobrecarga de trabalho e jornadas prolongadas;</li>
<li>Violência organizacional: culpabilização da vítima, isolamento, competitividade forçada.</li>
</ul>
<h2><strong>Sinais de alerta</strong></h2>
<ul>
<li>Mudanças bruscas de humor e comportamento;</li>
<li>Isolamento de colegas e familiares;</li>
<li>Queda brusca de rendimento ou concentração;</li>
<li>Queixas constantes de cansaço extremo, insônia, dores sem causa física aparente;</li>
<li>Comentários sobre “não aguentar mais” ou ideias de morte.</li>
</ul>
<h2><strong>O que fazer coletivamente</strong></h2>
<ul>
<li>Denunciar práticas de assédio moral e cobrança abusiva de metas;</li>
<li>Procure o sindicato da sua base.</li>
</ul>
<h2><strong>O que cada trabalhador pode fazer</strong></h2>
<ul>
<li>Não se isolar: converse com colegas de confiança, família ou sindicato;</li>
<li>Procurar atendimento médico/psicológico o quanto antes;</li>
<li>Acionar o sindicato em casos de assédio ou cobrança abusiva.</li>
</ul>
<h2><strong>Apoio profissional gratuito</strong></h2>
<ul>
<li>CVV – 188 (Centro de Valorização da Vida) – atendimento 24h, sigiloso e gratuito;</li>
<li>Serviços públicos de saúde mental (CAPS, UBS).</li>
</ul>
<p><em><strong>Fonte: Contraf-CUT</strong></em></p>
</div>
</div>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Setembro Amarelo: Campanha alerta para prevenção ao suicídio no país</title>
		<link>https://bancarios.com.br/setembro-amarelo-campanha-alerta-para-prevencao-ao-suicidio-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 12:31:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Psicóloga orienta sobre prevenção e serviços de saúde mental © Arte/EBC “Eu fiquei sem ação, paralisada. Depois de algumas horas, foi como se a ficha caísse e eu ficasse escutando aquela voz que meu filho tinha tirado a própria vida.” O depoimento de Nilza Bete Lima reflete a dor de quem perde um ente querido &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="capa-materia rel-position">
<figure>
<h3 class="linha-fina-noticia">Psicóloga orienta sobre prevenção e serviços de saúde mental</h3>
</figure>
<figure><img id="media-148199" title="Arte/EBC" src="https://imagens.ebc.com.br/7uCAiBHeJk5te4dNncMOt4XTQgs=/1170x700/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/img_setembro_amarelo_materias.jpg?itok=kjfVZUZv" alt="Banner Setembro Amarelo" /><figcaption class="credito-foto abs-position fullwidth">© Arte/EBC</figcaption></figure>
</div>
<div class="conteudo-noticia">
<p>“Eu fiquei sem ação, paralisada. Depois de algumas horas, foi como se a ficha caísse e eu ficasse escutando aquela voz que meu filho tinha tirado a própria vida.” O depoimento de Nilza Bete Lima reflete a dor de quem perde um ente querido para uma das principais causas de morte no mundo, o suicídio.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1657999&amp;o=node" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1657999&amp;o=node" /></p>
<p>De acordo com a OMS, Organização Mundial da Saúde, mais de 700 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos no mundo. Só no Brasil, são 14 mil vidas perdidas. Entre jovens de 15 a 29 anos, o suicídio é a quarta principal causa de morte, ficando atrás de acidentes, tuberculose e a violência.</p>
<p>Pesquisa do Observatório de Suicídio e Raça, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, chama atenção para um dado alarmante: mais de 82% dos suicídios registrados entre 2019 e 2022, no Nordeste, ocorreram entre pessoas negras.</p>
<p>Um outro estudo, publicado na revista científica americana Pediatrics, revela que 62.5% de pessoas LGBTQIA+ que fizeram parte do levantamento já pensaram em suicídio e têm seis vezes mais chance de tirar a própria vida em relação aos heterossexuais.</p>
<p>Para a psicóloga Carolina Roseiro, do Conselho Federal de Psicologia, estes são aspectos que merecem atenção. “Questões de gênero, as questões raciais, étnicas, elas também precisam ser consideradas, porque diferenciam as situações de risco. Então, é muito importante que a orientação para o auxílio profissional alcance essas pessoas.”</p>
<p>A especialista destaca que, do ponto de vista da saúde mental, é preciso observar os sinais. “A gente precisa pensar em duas questões fundamentais: a expressão de desesperança e de autodepreciação. Esses dois sinais, eles são importantes de serem observados. Acontece que muitas vezes o ato pode acontecer sem essa demonstração de sinais prévios.”</p>
<p>Para esses momentos, Carolina Roseiro ressalta a importância de pedir e oferecer ajuda. “Muito importante que qualquer sinal seja encaminhado para profissionais e aí, nessa busca por auxílio profissional, a psicologia é uma profissão presente em diversos serviços públicos e pode ser importante nesse acolhimento inicial. Havendo necessidade de um diagnóstico e havendo necessidade de prescrição de medicamentos ou de manejo de medicamentos, aí é necessário um encaminhamento para um profissional da medicina.”</p>
<p>E este é o tema da campanha deste ano, promovida pela Associação Brasileira de Psiquiatria em parceria com o Conselho Federal de Medicina: “Se precisar, peça ajuda!”.</p>
<p>E lembre-se, você não está só. O SUS oferece atendimento gratuito pela Rede de Atenção Psicossocial e o CVV, Centro de Valorização da Vida, também presta apoio emocional: ligue 188.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil, Com produção de Joana D&#8217;arc</p>
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		<title>NR1: Prevenção de adoecimento mental passará a ser de responsabilidade de empresas</title>
		<link>https://bancarios.com.br/nr1-prevencao-de-adoecimento-mental-passara-a-ser-de-responsabilidade-de-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 14:46:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Norma teve seu texto atualizado com a inclusão de riscos psicossociais como responsabilidade de empregadores. No entanto, o prazo para as empresas se adequarem vai até 2026, o que preocupa o movimento sindical Nesta segunda-feira (26) entra em vigor a nova versão da Norma Regulamentadora (NR-1), que trata do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) &#8230;</p>
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<h3 class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">Norma teve seu texto atualizado com a inclusão de riscos psicossociais como responsabilidade de empregadores. No entanto, o prazo para as empresas se adequarem vai até 2026, o que preocupa o movimento sindical</h3>
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<figure style="width: 700px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" src="https://www.cut.org.br/images/cache/systemuploadsnewsb7cbc0e0d7daf58a62f-700x460xfit-f27b6.jpg" alt="notice" width="700" height="460" data-src-mobile="/images/cache/systemuploadsnewsb7cbc0e0d7daf58a62f-320x210xfit-f27b6.jpg" data-src-tablet="/images/cache/systemuploadsnewsb7cbc0e0d7daf58a62f-768x460xfit-f27b6.jpg" data-src-web="/images/cache/systemuploadsnewsb7cbc0e0d7daf58a62f-700x460xfit-f27b6.jpg" /><figcaption class="wp-caption-text">Marcelo Camargo/ Agência Brasil</figcaption></figure></figure>
<div class="dd-m-editor">
<p>Nesta segunda-feira (26) entra em vigor a nova versão da Norma Regulamentadora (NR-1), que trata do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) aos trabalhadores e trabalhadoras nas empresas. A norma traz em seu texto a inclusão de diretrizes sobre riscos psicossociais como fatores que demandam gestão e prevenção por parte das empresas.</p>
<p>A atualização, que foi instituída pela Portaria 1.419 de 27 de agosto do ano passado, é fruto da intensa luta que a CUT vem travando durante anos para que haja uma legislação que reconheça oficialmente o sofrimento psíquico relacionado às condições laborais como um problema de saúde ocupacional.</p>
<p>Ainda que a regulamentação tenha sido feita como um anexo da NR1 e não como uma norma específica, a atualização é considerada uma vitória para os trabalhadores. Segundo Loricardo de Oliveira, presidente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM-CUT) e membro da bancada dos trabalhadores na Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP), que acompanhou o processo de elaboração da atualização da norma desde o início, o resultado representa um passo importante.</p>
<p>“É uma conquista histórica, principalmente da CUT. Nossa proposta inicial era criar uma nova norma partindo da NR17. Fomos vencidos nesse ponto, mas conseguimos garantir um manual que agora entra em vigor como anexo da NR1”, explica.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>Foi a CUT, junto com outras centrais da bancada dos trabalhadores, que forçou esse debate. Não foi dado. Foi conquista. Agora precisamos garantir que não seja esvaziado com adiamentos ou interpretações empresariais</p>
<footer>&#8211; Loricardo de Oliveira</footer>
</blockquote>
<p><strong>Atuação sindical foi decisiva para inclusão da saúde mental na nova NR-01</strong></p>
<p>Para Josivânia Ribeiro Souza, secretaria nacional de Saúde do Trabalhador da CUT, a entrada em vigor da nova NR-01 representa um avanço importante na promoção e proteção da saúde e segurança no trabalho, em especial no que se refere à saúde mental.</p>
<p>“Neste primeiro ano, a norma terá caráter educacional, oferecendo uma oportunidade fundamental para que as empresas se organizem e criem as condições necessárias para enfrentar os desafios relacionados aos riscos psicossociais”, ela avalia.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>Lutamos intensamente para garantir que os riscos psicossociais fossem reconhecidos nas normas de saúde e segurança do trabalho. Após um longo e desafiador processo de negociação no âmbito do diálogo tripartite, conquistamos a inclusão do tema, o que representa uma vitória coletiva e histórica</p>
<footer>&#8211; Josivânia Ribeiro de Souza</footer>
</blockquote>
<p>A dirigente afirma ainda que, para a efetiva implementação da NR 01, os desafios serão ‘inúmeros’, e o compromisso agora é com a preparação da base.</p>
<p>“Precisamos realizar um amplo processo de formação política e técnica, para que trabalhadores possam incidir efetivamente sobre a aplicação da norma em seus locais de trabalho. Nossa atuação sindical foi fundamental para que os riscos psicossociais fossem reconhecidos na NR 01. Agora, o desafio é garantir que essa conquista se traduza em práticas reais de proteção à saúde mental nos ambientes de trabalho&#8221;, diz Josivânia.</p>
<p><strong>Trajetória</strong></p>
<p>A proposta de um texto específico sobre adoecimento psíquico enfrentou resistências. Para o movimento sindical, o ideal era que a nova diretriz tivesse efeito imediato, como aprovado anteriormente. Contudo, a pressão das representação empresarial — que alegou que as empresas não estão preparadas para cumprir os dispositivos — resultou no prazo de um ano.</p>
<p>A psicóloga Fernanda Magano, presidenta do Conselho Nacional de Saúde (CNS), e que participou do Grupo de Estudo Tripartite (GET) sobre riscos psicossociais também representando a CUT, ressalta que “havia a perspectiva de que as regras entrassem em validade total agora, em maio deste ano, no dia 26, mas infelizmente, por enquanto a norma terá caráter apenas ‘educativo’ caso as empresas não cumpram as referências e os patamares da nova NR1. As questões punitivas só entrarão em vigor em 2026”.</p>
<p>Apesar de crítico à postergação, Loricardo de Oliveira vê nesse prazo uma oportunidade também para a preparar os representantes dos trabalhadores.</p>
<p>“Vamos usar esse tempo para preparar a nossa base, principalmente os trabalhadores das CIPAs e outras representações nos locais de trabalho, para que conheçam a norma, se apropriem dela e não deixem esse protagonismo na mão apenas dos técnicos ou das empresas. Não podemos repetir o erro de outras normas que acabaram sendo prorrogadas sucessivamente.”</p>
<p>A preocupação do dirigente é baseada em outros exemplos como NR-12, que tratava da segurança em máquinas e equipamentos, e da norma que previa a redução do peso dos sacos de cimento, ambos postergados a pedido do setor empresarial mesmo após longos períodos de adequação.</p>
<p>“Não me surpreenderia se, lá na frente, pedirem mais prazo novamente. Por isso, temos que estar atentos”, alertou Loricardo exemplificando com o caso dos sacos de cimento cujo prazo de adequação de 50 para 25 quilos era de 10 anos, termina em 2028, mas o setor empresarial já aponta para uma tentativa de prorrogação.</p>
<p><strong>Até lá</strong></p>
<p>Até que a NR-1 tenha sua totalidade colocada em prática, com empresas cumprindo efetivamente as regras e com punição às que desrespeitaram as normas, empregadores terão a ‘cancha’ de lidar com as mudanças de uma forma considerada por Fernanda Magano ‘muito ruim’.</p>
<p>“É muito provável que haja a contratação de convênios e empresas de serviços de saúde ocupacional, com foco em ações para evitar as punições da NR-01. São ações sob a lógica do capitalismo e não, de fato se importando para a prevenção de risco à vida, com a condição do ser humano”, diz ela.</p>
<p>Empresas já oferecem &#8220;pacotes prontos&#8221; de adequação à NR 1, muitas vezes baseados em questionários superficiais e ações paliativas, entre elas, inclusive, ‘ginástica laboral’, considerando que atividades dessa natureza fazem com que trabalhadores e trabalhadoras “não se estressem”, ou sejam não são medidas que enfrentam as causas reais do adoecimento.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>Eles não acabam com o assediador, mas tentam acostumar o trabalhador a conviver com o assédio. É como dar uma pílula de farinha: não resolve, só mascara o problema</p>
<footer>&#8211; Fernanda Magano</footer>
</blockquote>
<p><strong>NR-01 O Que Muda na Prática?</strong></p>
<p>A partir de <strong>26 de maio de 2025</strong>, as empresas deverão:</p>
<ul>
<li><strong>Identificar e gerenciar riscos psicossociais</strong>, como assédio moral, sobrecarga de trabalho e más condições organizacionais.</li>
<li><strong>Capacitar trabalhadores e gestores</strong>em saúde mental.</li>
<li><strong>Integrar medidas de prevenção</strong>a outras normas regulamentadoras.</li>
</ul>
<p><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2024/portaria-mte-no-1-419-nr-01-gro-nova-redacao.pdf/@@download/file" target="_blank" rel="noopener"><strong>Clique aqui para acessar a nova redação da Norma Regulamentadora 01</strong></a></p>
<p><strong>Saúde mental: o problema invisível do trabalho</strong></p>
<p>O trecho adicionado à NR1 trata dos riscos psicossociais e do adoecimento mental como resultado direto das condições de trabalho — como excesso de pressão, assédio, metas abusivas e sobrecarga. Loricardo destaca que este é, atualmente, o principal problema de saúde enfrentado pelos trabalhadores.</p>
<p>“É uma doença invisível, mas que tem se tornado visível até para os empresários. Eles sabem o impacto que as pressões e metas têm sobre a saúde mental. Sabem, mas não querem reconhecer, porque isso significaria rever práticas de gestão”, afirma.</p>
<p>A crítica se estende também ao modelo de produção que estimula a competitividade extrema e à cultura de normalização do assédio como ferramenta de gestão.</p>
<p>A CUT, que propôs inicialmente uma nova norma, defende que a regulamentação deveria contemplar inclusive a redução da jornada de trabalho como estratégia de prevenção.</p>
<p>“O tempo de exposição à pressão, à rotina de trabalho, o deslocamento no trânsito, tudo contribui para o esgotamento. Seja na fábrica, no comércio ou na escola, quanto mais horas de trabalho, maior o risco de adoecimento mental”, reforça.</p>
<p>Em 2024, foram realizados 3,5 milhões pedidos de licença no INSS motivados por várias doenças. Desse total, 472 mil solicitações foram atendidas por questões de saúde mental. No ano anterior, foram 283 mil benefícios concedidos por esse motivo. Ou seja, um aumento de 68% e um marco na série histórica dos últimos 10 anos.</p>
<p><strong>Mais dados</strong></p>
<ul>
<li><strong>56 milhões de brasileiros (26,3% da população)</strong>sofrem com algum transtorno mental, segundo a <strong>Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS, 2023)</strong>.</li>
<li><strong>Depressão e ansiedade</strong>lideram os diagnósticos:
<ul>
<li><strong>20 milhões (9,3% da população)</strong>têm ansiedade (maior taxa do mundo, segundo OMS).</li>
<li><strong>12 milhões (5,8%)</strong>sofrem de depressão.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Suicídios</strong>: Mais de <strong>14 mil casos por ano</strong>(cerca de <strong>38 por dia</strong>), segundo o Ministério da Saúde (2023).<strong> </strong></li>
</ul>
<p><strong>Principais Causas:</strong></p>
<ul>
<li>Desigualdade social e pobreza</li>
<li>Falta de acesso à saúde mental</li>
<li>Estigma e falta de políticas públicas</li>
</ul>
<p><strong>Transtornos mentais são a 3ª maior causa de afastamentos</strong> no Brasil. <strong>Mais de 200 mil trabalhadores afastados</strong> entre 2017 e 2022.</p>
<p><strong>Síndrome de Burnout (esgotamento profissional)</strong>: Reconhecida pela OMS como doença ocupacional em 2022, teve um au<strong>mento de 114% nos afastamentos</strong> de 2017 a 2022</p>
<p><strong>Assédio Moral e Violência Psicológica</strong></p>
<ul>
<li><strong>52% dos trabalhadores</strong>já sofreram assédio moral (Instituto Locomotiva, 2022).</li>
<li><strong>Mulheres e negros são os mais afetados</strong>: 32% das mulheres relatam assédio, contra 20% dos homens, de acordo com dados do Dieese; negros e negras têm duas vezes <strong>mais chances</strong> de sofrer humilhações no trabalho.</li>
</ul>
<p><strong>CUT e as Normas Regulamentadoras</strong></p>
<p>As Normas Regulamentadoras no Brasil foram criadas pela Lei nº 6.514 de 1977, que modificou a CLT e introduziu a regulamentação da segurança e da saúde do trabalho.</p>
<p>Atualmente, são 38 NRs em vigor, abrangendo desde aspectos gerais da segurança e saúde do trabalho até normas específicas para determinados setores e atividades.</p>
<p>Elas visam padronizar procedimentos e medidas de segurança e saúde do trabalho, garantindo que empresas e trabalhadores sigam as mesmas práticas em relação à prevenção de riscos e acidentes.</p>
<p>A CUT faz parte da Comissão Tripartite Paritária Permanente do Ministério do Trabalho, que discute as normas regulamentadoras e instância onde foi criado o Grupo de Estudo Tripartite (GET) sobre Riscos Psicossociais relacionados ao trabalho, com o objetivo de produzir subsídios para a gestão desses riscos e, então, apresentar recomendações à CTPP.</p>
<p>O resultado do trabalho foi o <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/guia-nr-01-revisado.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Guia de informações sobre os Fatores de Riscos Psicossociais Relacionados ao Trabalho</strong></a>, documento dirigido aos empregadores; aos trabalhadores; à representação dos empregadores e dos trabalhadores; aos profissionais atuantes em Segurança e Saúde no Trabalho, com o objetivo de informar sobre a inclusão expressa dos fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho na NR1, além de oferecer diretrizes de como proceder e esclarecer as possíveis dúvidas do processo de implementação.</p>
<p>O guia traz detalhadas as mudanças na NR-1, bem como os procedimentos de como gerir fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho, envolvendo todas as partes interessadas e a implementação da avaliação dos riscos e do controle de medidas de prevenção.</p>
<p><strong>Ações</strong></p>
<p>Com o objetivo de fortalecer a atuação sindical frente à implementação da NR 01, com foco no reconhecimento, enfrentamento e controle dos riscos psicossociais no ambiente de trabalho, a partir de junho de 2025 até maio de 2026, a CUT realizará ações formativas e de comunicação que envolverão a produção de materiais como panfletos, vídeos e cursos abordando temas como Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, Vigilância em Saúde do Trabalhador, Riscos Psicossociais, Saúde Mental, atuação dos nos locais de trabalho, papel dos sindicatos, entre outros.</p>
<p><em><strong>Fonte: CUT</strong></em></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Câmara aprova projeto que cria programa de saúde mental para pessoas idosas</title>
		<link>https://bancarios.com.br/camara-aprova-projeto-que-cria-programa-de-saude-mental-para-pessoas-idosas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 13:23:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria um programa de saúde mental voltado à população idosa. O texto será enviado ao Senado. De autoria do deputado André Janones (Avante-MG), o Projeto de Lei 127/24 foi aprovado nesta quarta-feira (9) com redação elaborada pelo relator, deputado Eriberto Medeiros (PSB-PE). O texto do relator &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="size-full wp-image-68148 aligncenter" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/04/idosos-9-800x534-1.jpg" alt="" width="800" height="534" /></p>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que cria um programa de saúde mental voltado à população idosa. O texto será enviado ao Senado.</p>
<p>De autoria do deputado André Janones (Avante-MG), o Projeto de Lei 127/24 foi aprovado nesta quarta-feira (9) com redação elaborada pelo relator, deputado Eriberto Medeiros (PSB-PE).</p>
<p>O texto do relator altera o Estatuto da Pessoa Idosa e atribui ao Sistema Único de Saúde (SUS) a implantação do programa, com prioridade para ações que beneficiem a população idosa em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>As ações de promoção da saúde mental serão estendidas aos cuidadores, com a realização de campanhas de conscientização e capacitação para profissionais de saúde, profissionais de assistência social e familiares. A intenção é aprimorar o acolhimento e o cuidado de pessoas idosas com transtornos mentais.</p>
<p>Um relatório anual sobre as atividades do programa deverá ser elaborado por todas as esferas de governo (municipal, estadual e federal), com divulgação ampla, observando a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).</p>
<p><strong>Debate em Plenário</strong><br />
Durante o debate em Plenário, o relator da proposta, deputado Eriberto Medeiros, lembrou que os idosos sofrem muitas vezes de isolamento e depressão. &#8220;O programa vai dar atenção às pessoas de baixa renda que precisam do apoio do governo para ter melhor qualidade de vida&#8221;, disse.</p>
<p>Para a deputada Maria do Rosário (PT-RS), a população idosa vivenciará maior autonomia e possibilidade de cidadania e prevenção do adoecimento com o programa a ser criado. &#8220;As populações mais empobrecidas precisam de atenção ainda maior para garantir envelhecimento ativo, saudável, humano e com autonomia&#8221;, afirmou.</p>
<p>O deputado Eli Borges (PL-TO) destacou que a política de apoio aos idosos é extremamente necessária. &#8220;O projeto amplia todo o apoio dos cuidadores&#8221;, disse.</p>
<p>O total de idosos no Brasil chega a 33 milhões de pessoas, cerca de 15% da população, de acordo com o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2022.</p>
<p>Fonte: <a href="http://camara.leg.br/noticias/1149156-camara-aprova-projeto-que-cria-programa-de-saude-mental-para-pessoas-idosas/">Agência Câmara de Notícias</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dia Mundial de Conscientização do Autismo: a luta contra o preconceito</title>
		<link>https://bancarios.com.br/dia-mundial-de-conscientizacao-do-autismo-a-luta-contra-o-preconceito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 12:32:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nem sempre fica evidente que a pessoa tem o Transtorno do Espectro Autista (TEA), pois fisicamente não é possível ver algum tipo de indicativo, já que se trata de algo comportamental. É preciso ter sensibilidade e enxergar mais do que aparência e comportamento. A pessoa com TEA e seus familiares ainda enfrentam a falta de &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-68055" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/04/espectroautista.png" alt="" width="1440" height="683" /></p>
<p>Nem sempre fica evidente que a pessoa tem o Transtorno do Espectro Autista (TEA), pois fisicamente não é possível ver algum tipo de indicativo, já que se trata de algo comportamental. É preciso ter sensibilidade e enxergar mais do que aparência e comportamento. A pessoa com TEA e seus familiares ainda enfrentam a falta de inclusão social e inserção na sociedade; o preconceito é um obstáculo. O Dia Mundial de Conscientização Sobre o Autismo – data de 2 de abril – envolve uma pauta que precisa, amplamente, ser abraçada pela sociedade.</p>
<p>Quando a sociedade está bem informada, ela tende a ser mais sensível às lutas alheias e, consequentemente, torna-se menos preconceituosa. Diariamente, pais, mães, avós sofrem julgamentos descabidos diante de situações inusitadas que envolve familiares autistas. Elaborar e colocar em prática políticas públicas que visem garantir os direitos da pessoa com TEA ainda desafiador.</p>
<p>A falta de aceitação da sociedade faz com que diversas famílias sintam as consequências do preconceito. O acesso aos tratamentos é uma das primeiras vias que podem proporcionar mais qualidade de vida a esse público. Todas essas lutas diárias norteiam os trabalhos da Associação de Familiares e Amigos dos Autistas – VIDA de Toledo.</p>
<p>“A conscientização sobre autismo desempenha um papel vital em várias frentes, não só a aceitação e a inclusão das pessoas com autismo na sociedade, mas também combate o preconceito”, destaca a presidente da Associação de Familiares e Amigos dos Autistas de Toledo, Roseli de Lima de Oliveira. “O Dia Mundial de Conscientização Sobre o Autismo tem como objetivo de conscientizar a população sobre autismo, envolver a comunidade, trazer visibilidade e buscar uma sociedade mais consciente, menos preconceituosa e mais inclusiva”.</p>
<p><strong>CONHECIMENTO GERA MENOS PRECONCEITO</strong> – O preconceito tende a estar diretamente ligado ao medo do desconhecido – a falta de conhecimento sobre algo. A melhor forma de se lidar com o preconceito é conhecimento, trazer um pouco da perspectiva e vivencia para o outro, falar sobre o autismo, o que é, quais são as dificuldades que eles e as famílias enfrentam, com o que lidam e como.</p>
<p>Para Roseli, o respeito é fundamental em todas as relações, mas quando se trata de conhecer alguém que é diferente habitual, deve-se estar ainda mais atento. Ela pontua que o respeito é o primeiro passo e o conhecimento reforça o respeito.</p>
<p>“É essencial para disseminar conhecimento, facilitando o diagnóstico e a intervenção precoce”, salienta ao pontuar que quanto mais o tema autismo é tratado, mais a sociedade conhece e isso facilita também que aconteça o diagnóstico precoce que facilita a vida das famílias envolvidas.</p>
<p>Fonte: Jornal do Oeste</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Bancário participa de competição mundial de natação em mar aberto</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bancario-participa-de-competicao-mundial-de-natacao-em-mar-aberto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 12:54:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No último domingo (30), o bancário da Caixa Econômica Federal Carlos Nascimento participou do Oceanman, competição mundial de natação em águas abertas, na Baía de Todos-os-Santos, em Salvador. Carlos, que competiu na modalidade de 10km masculina, com largada da Praia da Boa Viagem e chegada no Porto da Barra, alcançou o 44⁰ lugar no ranking &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No último domingo (30), o bancário da Caixa Econômica Federal Carlos Nascimento participou do Oceanman, competição mundial de natação em águas abertas, na Baía de Todos-os-Santos, em Salvador. Carlos, que competiu na modalidade de 10km masculina, com largada da Praia da Boa Viagem e chegada no Porto da Barra, alcançou o 44⁰ lugar no ranking geral e o 13⁰ na categoria 50-59 anos.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-68039 aligncenter" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2025/04/carlos1.jpg" alt="" width="960" height="1280" /></p>
<p>A edição realizada em Salvador reuniu atletas de 20 estados do Brasil, de quase 50 cidades diferentes, além competidores de outros 19 países. Com etapas seletivas em 35 países, os participantes disputam colocações para o Mundial, que acontecerá em dezembro deste ano.</p>
<p>O Sindicato dos Bancários apoiou a participação de Carlos na competição e acredita na importância das práticas esportivas para construção de um estilo de vida mais saudável para a classe trabalhadora.</p>
<p>“Concluir uma prova de natação de 10 km no mar, por si só, é uma mostra de resiliência e superação. Por mais que esteja acostumado, cada nova competição significa um novo desafio, em um ambiente vivo e inconstante. Importa o bom condicionamento físico e muita estratégia, mas também cabe muita contemplação. O resto é puro prazer. Sensação de estar saudável, da mente e do corpo. Agradeço ao Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região pelo apoio nesta empreitada”, destaca Carlos.</p>
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