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	<title>Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
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		<title>Diretor do SEEB/VCR retorna do programa Embarque-Caixa</title>
		<link>https://bancarios.com.br/diretor-do-seeb-vcr-retorna-do-programa-embarque-caixa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 14:17:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sindicato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 19 de junho, foi anunciado que o diretor de Cultura e Formação, Carlos Augusto, havia renunciado ao cargo por uma exigência da Caixa Econômica Federal (CEF), para participar do programa Embarque-Caixa, iniciativa que leva atendimento bancário às populações ribeirinhas da Amazônia. Entretanto, após uma revisão do banco, a necessidade de revogação foi dispensada, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No dia 19 de junho, foi anunciado que o diretor de Cultura e Formação, Carlos Augusto, havia renunciado ao cargo por uma exigência da Caixa Econômica Federal (CEF), para participar do programa Embarque-Caixa, iniciativa que leva atendimento bancário às populações ribeirinhas da Amazônia.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, após uma revisão do banco, a necessidade de revogação foi dispensada, tendo em vista que o mesmo participou de uma atividade fora da base temporariamente, e apenas haveria a exigência de afastamento. Sendo assim, a renúncia não foi efetivada.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sequência, Carlos deixa seu relato sobre a experiência de trabalho na Amazônia. Confira:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A JORNADA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Amaturá, o porto final. Hoje, 26 de junho de 2026, encerramos nossa empreitada pelo rio Amazonas no atendimento às comunidades indígenas e beiradeiras desta região. Durante vinte e um dias, nosso grupo — formado por sete empregados da Caixa, um do INSS, além de doze tripulantes — atendeu a mais de três mil pessoas em sete municípios do Médio e Alto Solimões. Experiências que marcarão definitivamente nossas vidas e, com certeza, melhorarão a dos que recebemos nesta agência-barco.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-72605 alignright" style="text-align: justify;" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/rio-amazonas-carlos-135x300.jpg" alt="" width="135" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify;">Das minhas sensações mais fortes, a de ter conhecido um outro país, um lugar exótico em todas as formas, de uma maneira que nenhuma excursão turística poderia proporcionar. Ao navegar por horas, dias, para alcançar cidades, pude compreender um pouco do tamanho e do tempo que são necessários para se conhecer essas terras. Tudo é colossal, incabível, imensurável. Mesmo com tanta experiência de mar, sinto que nunca vi tanta água. O rio é tudo: é o caminho da vida e, em muitos casos, da morte. E é através dessa veia de cor barrenta e negra, emoldurada pela selva, que nos embrenhamos para oferecer algum afago a estes povos.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Nossa missão, diferentemente da dos colonizadores e missionários que por aqui passaram anteriormente — e ainda passam —, é a de devolver a essas populações um pouco, muito pouco na verdade, do que lhes é tirado todos os dias, por meio da exploração da mata, da violência, da aculturação e da crueza de um mundo capitalista, centrado na acumulação inconsequente de riquezas. A meu ver, os valores a que damos acesso a essas pessoas, por meio de programas sociais como o Bolsa Família, Bolsa Verde e Pé-de-Meia, na verdade são deles desde sempre. É como se trouxéssemos remédios para curar as gripes e doenças que nossos antepassados aqui implantaram. Doenças que dizimaram etnias e permanecem a esfacelá-las.</p>
<p style="text-align: justify;">Em minha percepção, a Amazônia Legal existe apenas no papel, nos programas de governo que há décadas buscam dar um ar de sobriedade à sua responsabilidade sobre este território. Não há nada de “legal” aqui, no sentido usual do termo. Nada que possa ser associado ao Brasil que se entende por “civilizado”. A sobrevivência na selva implica normas e comportamentos que são estranhos a tudo o que se possa pensar como sociedade humana. As pessoas são reflexo das matas e dos rios que as alimentam. O respeito a isso talvez tenha sido uma das coisas mais importantes que aprendi. Aqui não cabem julgamentos, apenas compreensão.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-72607 alignleft" style="text-align: justify;" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/rio-amazonas-carlos-2-160x300.jpg" alt="" width="160" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Ao atender dezenas de indígenas, vi-me em espanto, pois, ao longo das inúmeras vezes em que estive em outros países, com algum esforço conseguia encontrar palavras e expressões que viabilizassem algum diálogo em outra língua. Com os Tikuna, não. Nada em nossa comunicação era possível sem o valioso auxílio dos intérpretes que os acompanhavam. E vinha a pergunta: como conseguia falar com gentes do estrangeiro e não consigo com meu próprio povo? E a pergunta que se sucede: que povo? Em que lugar me sinto brasileiro? Quem é brasileiro, afinal?</p>
<p style="text-align: justify;">Entendo hoje que todo empregado da Caixa precisaria passar por esta experiência, como um estágio probatório. Mais que uma viagem à selva, trata-se de uma peregrinação necessária para compreender as origens e a verdadeira vocação deste banco público; de como a presença do Estado se faz necessária em todo o território brasileiro, tanto em lugares isolados e esquecidos como este, quanto em milhares de outras paragens do nosso país, inclusive os grandes centros urbanos.</p>
<p style="text-align: justify;">E, para concluir, aos que sustentam e corroboram com as críticas aos programas sociais, ao dito “assistencialismo” do governo, indago: venham aqui! Venham entender como o discurso meritocrático não se sustenta na prática. Como as pessoas trabalham duro, como se organizam longe de tudo, como a luta pela vida envolve questões muito maiores do que um auxílio financeiro mínimo e como esses valores impulsionam as economias locais, geram empregos e, acima de tudo, dão um pouco de dignidade às suas vidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Sinto-me imensamente orgulhoso de ter vivido isso e de, por meio desta instituição, à qual tanto critico, ter tido a oportunidade de conhecer um outro Brasil e de ajudar a proporcionar um pouco mais de bem-estar a essas populações.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora o retorno. Serão três dias rio abaixo até Manaus. Volto para casa, mas deixo uma parte de mim neste rio. Não sei como cabe, mas também levo esta selva em meu coração apertado, com um respeito imenso por cada pessoa que atendi, pelas coisas que aprendi e, acima de tudo, pela renovação da crença na humanidade.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>COE Itaú entrega pauta de reivindicações ao banco no dia 1º de julho</title>
		<link>https://bancarios.com.br/coe-itau-entrega-pauta-de-reivindicacoes-ao-banco-no-dia-1o-de-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 13:15:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco Itaú]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reunião foi antecipada em razão da primeira rodada de negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban, marcada para 2 de julho A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú e a direção do banco irão se reunir no dia 1º de julho para a entrega da pauta específica de reivindicações dos &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>Reunião foi antecipada em razão da primeira rodada de negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban, marcada para 2 de julho</h3>
</div>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-72602 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/foto_1072x598_1_.jpg" alt="" width="1072" height="598" /></p>
<p style="text-align: justify;">A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú e a direção do banco irão se reunir no dia 1º de julho para a entrega da pauta específica de reivindicações dos funcionários da instituição. Inicialmente prevista para o dia 2 de julho, a reunião foi antecipada em razão da realização da primeira rodada de negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que ocorrerá no mesmo dia.</p>
<p>A pauta de reivindicações foi aprovada durante o Encontro Nacional dos Funcionários do Itaú Unibanco, realizado em São Paulo, com a participação de representantes dos trabalhadores de todas as regiões do país. O documento reúne as principais demandas dos bancários e bancárias do banco para a Campanha Nacional dos Bancários 2026.</p>
<p>Além da entrega da pauta de reivindicações, os representantes dos trabalhadores pretendem discutir com a direção do Itaú as mudanças anunciadas pelo banco no regime de trabalho híbrido. Em comunicado feito ao movimento sindical no último dia 23 de junho, o Itaú informou que passará a exigir quatro dias presenciais por semana para superintendentes a partir de janeiro de 2027 e três dias presenciais por semana para os demais cargos a partir do primeiro trimestre de 2028.</p>
<p>Para a coordenadora nacional da COE Itaú, Valeska Pincovai, o encontro nacional demonstrou a unidade dos trabalhadores em torno dos principais desafios enfrentados pelos bancários e bancárias do banco. “Nosso encontro foi muito positivo, principalmente por aprovar uma pauta de reivindicações bastante completa, com propostas para enfrentar os principais problemas que estamos vivenciando no Itaú. A união demonstrada aqui vai fazer a diferença, e tenho certeza de que saímos ainda mais fortalecidos para continuar a luta e a defesa dos nossos direitos”, afirmou.</p>
<p>Entre as principais preocupações da categoria está a questão da saúde. Segundo Valeska, o aumento dos casos de adoecimento entre os funcionários é consequência da pressão por metas, do assédio moral e da insegurança provocada pelo fechamento de agências. “A cobrança pelo cumprimento das metas, o assédio moral e o medo de perder o emprego diante do fechamento de tantas agências têm adoecido os funcionários. E o banco demonstra um descaso total em relação a isso, ao dificultar o afastamento dos trabalhadores que necessitam de tratamento de saúde”, destacou.</p>
<p>A entrega da pauta marca o início das negociações específicas com o Itaú e faz parte do calendário da Campanha Nacional dos Bancários 2026. No dia seguinte, 2 de julho, o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban realizam a primeira rodada de negociações da campanha nacional, dando início ao processo de debate das reivindicações de toda a categoria bancária.</p>
<p><em><strong>Fonte: Contraf</strong></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Põe Mais Dinheiro Caixa! Afinal, o que é o teto?</title>
		<link>https://bancarios.com.br/poe-mais-dinheiro-caixa-afinal-o-que-e-o-teto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 12:56:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Caixa Econômica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Limite imposto pela Caixa restringe a participação do banco no custeio do plano e ameaça a sustentabilidade do Saúde Caixa Este é o resumo do você vai ler no texto: O teto limita quanto a Caixa pode gastar com a saúde dos empregados; Esse limite é de 6,5% da folha de pagamento e proventos; Na &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/poe-mais-dinheiro-caixa-afinal-o-que-e-o-teto/">Põe Mais Dinheiro Caixa! Afinal, o que é o teto?</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>Limite imposto pela Caixa restringe a participação do banco no custeio do plano e ameaça a sustentabilidade do Saúde Caixa</h3>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-72598 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Capa-materia-Poe-Mais-Dinheiro-Caixa.jpg" alt="" width="1072" height="598" /></p>
</div>
<div class="news-details__image">
<h2><strong>Este é o resumo do você vai ler no texto:</strong></h2>
<ul>
<li>O teto limita quanto a Caixa pode gastar com a saúde dos empregados;</li>
<li>Esse limite é de 6,5% da folha de pagamento e proventos;</li>
<li>Na prática, ele impede que o banco assuma plenamente sua parte no custeio do Saúde Caixa;</li>
<li>Com os custos médicos em alta, a conta tende a pesar cada vez mais para empregados, aposentados e pensionistas;</li>
<li>A Contraf-CUT, a Fenae, federações, sindicatos e Apcefs defendem o fim do teto para garantir a sustentabilidade do plano.</li>
</ul>
<h2><strong>Leia o texto na íntegra</strong></h2>
<p>A campanha “Põe mais dinheiro Caixa! Pelo fim do teto, por mais qualidade no plano” tem como objetivo explicar, mobilizar e organizar as empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal em defesa de uma das maiores conquistas históricas da categoria: o Saúde Caixa.</p>
<p>Mas, antes de discutir as consequências do teto, é preciso responder à pergunta mais simples: afinal, o que é esse teto?</p>
<p>O teto é uma regra que limita a participação da Caixa no custeio do Saúde Caixa. Hoje, a responsabilidade do banco com as despesas assistenciais e administrativas do plano fica limitada a 6,5% da folha de pagamento e proventos. Ou seja: mesmo que o Saúde Caixa precise de mais recursos para manter a assistência, melhorar a rede credenciada e garantir atendimento de qualidade, a Caixa fica presa a esse limite.</p>
<p>O problema é que os custos da saúde crescem ano após ano. Consultas, exames, procedimentos, internações, tratamentos continuados, medicamentos e despesas administrativas ficam mais caros. Mas o teto não acompanha necessariamente essa realidade. Quando a despesa cresce e a participação da Caixa fica limitada, aumenta a pressão para que a diferença seja repassada aos usuários do plano.</p>
<p>Na prática, o teto não protege o Saúde Caixa. Protege o limite de gasto da Caixa.</p>
<h2><strong>Por que isso é um problema?</strong></h2>
<p>O Saúde Caixa foi construído sobre princípios que diferenciam o plano dos modelos privados de mercado: solidariedade, mutualismo e pacto intergeracional.</p>
<p>Isso significa que o plano deve funcionar de forma coletiva. Quem está na ativa ajuda a sustentar o plano de quem está aposentado. Quem usa menos ajuda a garantir atendimento para quem precisa usar mais. Quem tem maior capacidade contributiva contribui de forma proporcional, para que o plano continue acessível para todos.</p>
<p>É por isso que o movimento sindical defende o modelo de custeio 70/30, no qual a Caixa assume 70% dos custos e os empregados ficam responsáveis por 30%. Mas, com o teto de 6,5%, a participação do banco pode ficar abaixo do necessário para cumprir esse modelo.</p>
<p>“O teto impede que a Caixa cumpra plenamente sua responsabilidade com o Saúde Caixa. Quando o banco limita sua parte, o risco é jogar a conta para os empregados, aposentados e pensionistas. Nossa luta é para garantir um plano sustentável, acessível e solidário”, afirma o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco.</p>
<h2><strong>Não é um detalhe técnico</strong></h2>
<p>Para muita gente, o debate sobre o teto pode parecer técnico. Mas seus efeitos são bem concretos.<br />
A manutenção desse limite pode resultar em:</p>
<ul>
<li>Aumento de mensalidades;</li>
<li>Aumento da participação dos usuários nos custos;</li>
<li>Cobrança extraordinária em caso de déficit;</li>
<li>Redução da capacidade de ampliação da rede credenciada;</li>
<li>Ameaças aos direitos dos aposentados;</li>
<li>Dificuldades para garantir o Saúde Caixa aos empregados admitidos após 2018 também na aposentadoria;</li>
<li>Mudanças que fragilizem o pacto intergeracional, a solidariedade e o mutualismo.</li>
</ul>
<p>Por isso, a campanha reforça que a luta não é apenas contra um número. É pela defesa do futuro do Saúde Caixa.</p>
<h2><strong>O Saúde Caixa é parte da valorização</strong></h2>
<p>O Saúde Caixa não é um favor da empresa. Também não é um benefício qualquer. Ele é parte do Acordo Coletivo de Trabalho, da política de valorização do quadro de pessoal e da história de organização das empregadas e empregados da Caixa.</p>
<p>Durante décadas, as empregadas e empregados da Caixa lutaram para conquistar e preservar um plano de saúde próprio, solidário e acessível. Essa conquista acompanha trabalhadores da ativa, aposentados, pensionistas e seus dependentes.</p>
<p>“Quando defendemos o Saúde Caixa, defendemos pessoas. Defendemos famílias. Defendemos quem dedicou sua vida ao banco e quem continua construindo a Caixa todos os dias”, afirma o presidente da Fenae, Sergio Takemoto.</p>
<h2><strong>Qual é a reivindicação?</strong></h2>
<p>A Contraf-CUT, a Fenae, federações, sindicatos e Apcefs defendem o fim do teto de custeio para garantir que a Caixa possa assumir sua parte no financiamento do plano, respeitando o modelo 70/30 e preservando os princípios históricos do Saúde Caixa.</p>
<p>A campanha também defende:</p>
<ul>
<li>Sustentabilidade de longo prazo;</li>
<li>Manutenção da solidariedade, do mutualismo e do pacto intergeracional;</li>
<li>Proteção aos aposentados;</li>
<li>Isonomia de direitos aos empregados admitidos após 2018;</li>
<li>Melhoria da rede credenciada;</li>
<li>Mais transparência na gestão;</li>
<li>Fortalecimento dos espaços de acompanhamento e participação dos usuários.</li>
</ul>
<h2><strong>Quem cuida da Caixa precisa de cuidado</strong></h2>
<p>A defesa do Saúde Caixa está diretamente ligada à valorização dos empregados e à melhoria das condições de trabalho.</p>
<p>A falta de pessoal, a sobrecarga, as metas abusivas, o fechamento de unidades e os modelos de gestão semelhantes aos dos bancos privados também afetam a saúde física e mental dos trabalhadores. Por isso, a campanha não trata o plano de saúde de forma isolada.</p>
<p>Sem Saúde Caixa forte, não existe valorização plena dos empregados.</p>
<p>O teto limita o plano. Mas não pode limitar a luta.</p>
<h2><strong>Leia na próxima matéria da série</strong></h2>
<p>No próximo texto da <strong>campanha Põe Mais Dinheiro Caixa</strong>, vamos responder: <strong>quem ganha com o teto?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quer acessar as notícias <strong>da Campanha Nacional Unificada 2026?</strong></p>
<p>Então, acesse <a href="https://chat.whatsapp.com/FjXsBIuHe9x68Xrvnnd5X9?s=sw&amp;p=i&amp;mlu=3" target="_blank" rel="noopener">este link</a>, para participar da nossa comunidade e receba pelo WhatsApp as informações sobre a mesa única.<br />
<a href="https://chat.whatsapp.com/FjXsBIuHe9x68Xrvnnd5X9?s=sw&amp;p=i&amp;mlu=3" target="_blank" rel="noopener">https://chat.whatsapp.com/FjXsBIuHe9x68Xrvnnd5X9?s=sw&amp;p=i&amp;mlu=3</a></p>
<p>Para acompanhar as n<strong>egociações da mesa específica da Caixa, <a href="https://chat.whatsapp.com/CLnWwnVXZyJ5yRxg3TAJp0?s=sw&amp;p=i&amp;mlu=3" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a></strong>.<br />
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</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Plantão Jurídico acontece nesta terça-feira (30)</title>
		<link>https://bancarios.com.br/plantao-juridico-acontece-nesta-terca-feira-30-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:43:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Buscando garantir os direitos aos sindicalizados, o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, disponibiliza atendimento jurídico aos associados, esclarecendo dúvidas sobre direitos trabalhistas e ações judiciais. Nesta terça-feira (30), a advogada Thamila Vilas-Boas, do escritório Higino e Amazonas, estará de plantão para tratar de assuntos do direito previdenciário. Os agendamentos devem ser &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-72595 aligncenter" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/06.29-06-300x300.png" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Buscando garantir os direitos aos sindicalizados, o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, disponibiliza atendimento jurídico aos associados, esclarecendo dúvidas sobre direitos trabalhistas e ações judiciais.</p>
<p>Nesta terça-feira (30), a advogada Thamila Vilas-Boas, do escritório Higino e Amazonas, estará de plantão para tratar de assuntos do direito previdenciário.</p>
<p>Os agendamentos devem ser feitos com a secretaria, pelo WhatsApp (77) 3424-7186 ou pelos telefones (77) 3424-1620/3424-2062.</p>
<p>O SEEB/VCR também disponibiliza um WhatsApp para atendimento do setor Jurídico, de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h. O número é (77) 98115-2694.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Horário de atendimento no SEEB/VCR será alterado nesta segunda (29)</title>
		<link>https://bancarios.com.br/horario-de-atendimento-no-seeb-vcr-sera-alterado-nesta-segunda-29/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:08:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sindicato]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=72590</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região informa que, na próxima segunda-feira (29), em razão do jogo da Seleção Brasileira de Futebol Masculino, o expediente de atendimento ao público ocorrerá das 8h às 12h.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-72592 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/images-14.jpg" alt="" width="693" height="442" /></p>
<p>O Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região informa que, na próxima segunda-feira (29), em razão do jogo da Seleção Brasileira de Futebol Masculino, o expediente de atendimento ao público ocorrerá das 8h às 12h.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/horario-de-atendimento-no-seeb-vcr-sera-alterado-nesta-segunda-29/">Horário de atendimento no SEEB/VCR será alterado nesta segunda (29)</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Contraf-CUT e Fenae pedem que a Caixa não cobre compensação de horas nos jogos da Seleção</title>
		<link>https://bancarios.com.br/contraf-cut-e-fenae-pedem-que-a-caixa-nao-cobre-compensacao-de-horas-nos-jogos-da-selecao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:23:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=72586</guid>

					<description><![CDATA[<p>As entidades aguardam um posicionamento oficial do banco Diante da informação da Caixa Econômica Federal sobre a exigências de compensação de horas não trabalhadas durante os jogos da Seleção Brasileira no Mundial de 2026, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) já &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>As entidades aguardam um posicionamento oficial do banco</h3>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-72587 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Bola-murcha.jpg" alt="" width="1072" height="598" /></div>
<p>Diante da informação da Caixa Econômica Federal sobre a exigências de compensação de horas não trabalhadas durante os jogos da Seleção Brasileira no Mundial de 2026, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) já solicitaram à Caixa que não realize a cobrança.</p>
<p>“A decisão contraria a expectativa dos empregados e difere da postura adotada por outros bancos, que optaram pelo abono das horas”, destacou o presidente da Fenae, Sergio Takemoto.</p>
<p>As entidades aguardam um posicionamento oficial do banco e seguem acompanhando o tema em defesa dos empregados.</p>
<p>A reivindicação das entidades representativas é que a Caixa adote medida semelhante à de outras instituições financeiras que decidiram liberar os trabalhadores para acompanhar os jogos sem a necessidade de compensação posterior das horas.</p>
<p><b>Fonte: Fenae</b></p>
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			</item>
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		<title>Banco do Brasil apresenta proposta insuficiente para recomposição das reservas da Cassi</title>
		<link>https://bancarios.com.br/banco-do-brasil-apresenta-proposta-insuficiente-para-recomposicao-das-reservas-da-cassi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:19:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Representação dos funcionários cobra maior participação do banco no custeio e defende solução que preserve os direitos do funcionalismo e a sustentabilidade da Caixa de Assistência Na manhã da terça-feira (23), representantes das entidades do funcionalismo do Banco do Brasil se reuniram na sede da Contraf-CUT, em São Paulo, para alinhar posições antes da rodada &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>Representação dos funcionários cobra maior participação do banco no custeio e defende solução que preserve os direitos do funcionalismo e a sustentabilidade da Caixa de Assistência</h3>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-72584 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Cassi2.jpeg" alt="" width="1678" height="937" /></div>
<p>Na manhã da terça-feira (23), representantes das entidades do funcionalismo do Banco do Brasil se reuniram na sede da Contraf-CUT, em São Paulo, para alinhar posições antes da rodada de negociação com o banco sobre a Cassi, realizada no mesmo dia.</p>
<p>Durante o encontro preparatório, a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, apresentou um balanço dos debates e deliberações do 36º Congresso Nacional dos Funcionários do BB, realizado entre os dias 17 e 19 de junho.</p>
<p>Segundo a dirigente, a principal preocupação dos delegados foi a sustentabilidade da Cassi, o que torna central a discussão sobre o modelo de custeio da entidade. Ela ressaltou, no entanto, que a solução para o financiamento da Caixa de Assistência precisa contemplar demandas históricas dos associados. “O debate no congresso deixou claro que a sustentabilidade da Cassi é uma prioridade para o funcionalismo. Mas também é fundamental encontrar soluções para questões pendentes, como o custeio do período pós-laboral dos colegas que ingressaram no banco após 2018 e a garantia de atendimento adequado aos funcionários oriundos dos bancos incorporados”, afirmou Fernanda Lopes.</p>
<p>A coordenadora também destacou a preocupação das entidades com a realização de uma consulta ao corpo social em um momento que coincide com as negociações da Campanha Nacional dos Bancários e da renovação dos acordos coletivos da categoria.</p>
<p>Diante da urgência para recompor as reservas da Cassi, os representantes dos trabalhadores defenderam que o Banco do Brasil realize um adiantamento de recursos, garantindo tempo adicional para a construção de uma solução definitiva para o custeio e para a elaboração de uma proposta de reforma estatutária que contemple temas pendentes, como adequação à Instrução Normativa ANS nº 649, atendimento às exigências da NR-1 e aperfeiçoamentos na governança da entidade.</p>
<h2><strong>Proposta do banco é considerada insuficiente</strong></h2>
<p>Na rodada de negociação realizada na terça-feira (23) à tarde, Fernanda Lopes lembrou que o banco ainda precisava responder à proposta apresentada pelas entidades em 9 de junho, que previa um aporte extraordinário para recompor as reservas da Cassi.</p>
<p>Durante a reunião, a representação do banco fez um resgate das negociações realizadas desde abril de 2025 e destacou o impacto da diferença entre a inflação médica e a inflação geral sobre as contas da Caixa de Assistência.</p>
<p>Em seguida, o BB apresentou uma proposta de aporte extraordinário de R$ 2,3 bilhões, valor considerado necessário para recompor as reservas da Cassi. O montante seria dividido entre banco e associados na proporção de 50,26% para o banco e 49,73% para o funcionalismo, com pagamento diferido em 18 meses.</p>
<p>A proposta foi rejeitada pelas entidades representativas dos funcionários, que reiteraram a defesa de uma divisão mais equilibrada, com participação de 70% do banco e 30% dos associados. “A proposta apresentada pelo banco está muito distante das premissas defendidas pelo funcionalismo. Entendemos a necessidade urgente de recomposição das reservas, mas isso não pode ocorrer transferindo quase metade da responsabilidade para os associados. Seguiremos buscando uma solução que preserve a sustentabilidade da Cassi e respeite a capacidade contributiva dos trabalhadores”, destacou Fernanda Lopes.</p>
<p>Como alternativa, os representantes dos funcionários propuseram que o Banco do Brasil inicie sua contribuição extraordinária já em julho, também parcelada em 18 meses, enquanto a participação dos associados seja discutida posteriormente, após consulta ao corpo social, com pagamento diferido em 12 meses.</p>
<p>As entidades também defenderam a criação imediata de um grupo de trabalho responsável pela elaboração de uma proposta de reforma estatutária da Cassi, a ser submetida aos associados ao longo de 2027.</p>
<p>Diante do caráter inédito da proposta apresentada pelos trabalhadores, o banco não apresentou resposta durante a reunião. As partes ficaram de agendar uma nova rodada de negociação para a próxima semana.</p>
<p><em><strong>Fonte: Contraf</strong></em></p>
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		<title>Prévia da inflação perde força pelo 2º mês e fecha junho em 0,41%</title>
		<link>https://bancarios.com.br/previa-da-inflacao-perde-forca-pelo-2o-mes-e-fecha-junho-em-041/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:14:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conta de luz foi o preço que mais pressionou o bolso no mês A prévia da inflação oficial de junho ficou em 0,41%. Esse resultado representa que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) perdeu força pelo segundo mês seguido. Em abril, o IPCA-15 tinha marcado 0,89% e, em maio, 0,62%. No &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="dd-m-display dd-m-display--small dd-m-background-energized-light">
<div class="wrap">
<div class="row">
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<div class="col-xs-12 col-lg-10 col-md-10 col-lg-offset-1 col-md-offset-1">
<h3 class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">Conta de luz foi o preço que mais pressionou o bolso no mês</h3>
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<div class="dd-m-icon__group-icons"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-72581 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/systemuploadsnews88818a8b0155fdfd202-700x460xfit-8c37a.jpg" alt="" width="700" height="460" /></div>
<div>
<p>A prévia da inflação oficial de junho ficou em 0,41%. Esse resultado representa que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) perdeu força pelo segundo mês seguido. Em abril, o IPCA-15 tinha marcado 0,89% e, em maio, 0,62%.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1694680&amp;o=node" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1694680&amp;o=node" /></p>
<p><strong>No acumulado de 12 meses, o índice soma 4,8%. Em maio, essa alta acumulada era de 4,64%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (25) pelo <a href="https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/2376/ipca_15_2026_jun.pdf" target="_blank" rel="noopener">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística </a>(IBGE). </strong></p>
<p>O IPCA-15 é considerado uma prévia da inflação oficial, medida pelo IPCA.</p>
<p><strong>De acordo com o <a href="https://www.bcb.gov.br/content/focus/focus/R20260619.pdf" target="_blank" rel="noopener">Boletim Focus</a> da última segunda-feira (22), sondagem feita pelo Banco Central (BC) com instituições financeiras, a mediana da expectativa para a inflação oficial de junho é de 0,32%.</strong></p>
<p>Para chegar à prévia da inflação, os pesquisadores coletam preços de nove grupos de produtos e serviços. Em junho, a alta média dos alimentos e bebidas e da habitação responderam por dois terços do IPCA-15.</p>
<p><strong>Veja o comportamento dos grupos e os impactos em ponto percentual (p.p.):</strong></p>
<p>Alimentação e bebidas: 0,74% (0,16 p.p.)</p>
<p>Habitação: 0,72% (0,11 p.p.)</p>
<p>Artigos de residência: 0,36% (0,01 p.p.)</p>
<p>Vestuário: 0,45% (0,02 p.p.)</p>
<p>Transportes: -0,03% (-0,01 p.p.)</p>
<p>Saúde e cuidados pessoais: 0,47% (0,06 p.p.)</p>
<p>Despesas pessoais: 0,34% (0,04 p.p.)</p>
<p>Educação: -0,02% (0,00 p.p.)</p>
<p>Comunicação: 0,34% (0,02 p.p.)</p>
<p><strong>Alimentação em casa sobe menos</strong></p>
<p>Dentro do grupo alimentação e bebida, a alimentação no domicílio variou 0,87%. Em maio, tinha subido 1,73%<strong>.</strong></p>
<p>Os preços que mais subiram no grupo foram o da batata-inglesa (29,42%), do tomate (17,27%), do feijão-carioca (14,29%) e da cebola (9,54%).</p>
<p>O IBGE destacou que, no semestre, tomate (103,84%), cenoura (103,10%) e batata-inglesa (100,20%) mais que dobraram de preço. Alimentos são produtos que têm os custos muito relacionados a condições climáticas.</p>
<p><strong>Bandeira amarela pesa</strong></p>
<p>No grupo habitação, o custo que mais cresceu foi o da energia elétrica residencial (2,04%)<strong>.</strong> De todos os 377 produtos e serviços pesquisados, a conta de luz teve o maior impacto de alta (0,08 p.p.).</p>
<p><strong>A explicação, segundo o IBGE, está na <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-06/julho-tera-bandeira-amarela-na-conta-de-luz-define-aneel" target="_blank" rel="noopener">bandeira tarifária amarela</a>, com a cobrança adicional de R$ 1,885 para cada 100 quilowatt-hora (Kwh) consumidos.</strong></p>
<p>As bandeiras tarifárias são determinadas mês a mês pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Segundo a agência, a previsão de chuva abaixo de média e a expectativa de aumento do consumo de energia justificam a tarifa extra.</p>
<p>A previsão de escassez de chuvas e as temperaturas mais altas no país aumentam os custos de operação do sistema de geração de energia das hidrelétricas. Dessa forma, é necessário acionar as usinas termelétricas, que têm custo maior.</p>
<p><strong>Contribuíram também para a alta da conta de luz os reajustes tarifários em Belo Horizonte, no Recife, em Fortaleza e Salvador.</strong> Mesmo esses sendo impactos regionais, o IPCA, por ser uma média nacional, reflete os aumentos.</p>
<p>No grupo transportes, as passagens aéreas ficaram 7,24% mais caras (impacto de 0,05 p.p.).  No sentido inverso, os combustíveis recuaram 1,22% (impacto de -0,08 p.p.).</p>
<p><strong>De todo o IPCA-15, o etanol (-5,30%) e a gasolina (-0,73%) foram os preços com o maior impacto negativo (-0,04 p.p. cada). O óleo diesel recuou 1,47% em junho.</strong></p>
<p><strong>IPCA-15</strong></p>
<p>O IPCA-15 tem basicamente a mesma metodologia do IPCA, a chamada inflação oficial, que serve de base para a política de meta de inflação do governo: 3% no acumulado em 12 meses, com margem de tolerância de 1,5 p.p. para mais ou para menos.</p>
<p>A diferença entre os índices está no período de coleta de preços e na abrangência geográfica. Na prévia, a pesquisa é feita e divulgada antes mesmo de acabar o mês de referência. Em relação à divulgação atual, o período de coleta foi de 16 de maio a 16 de junho.</p>
<p>Ambos os índices levam em consideração uma cesta de produtos e serviços para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Atualmente o valor do mínimo é R$ 1.621.</p>
<p><strong>O IPCA-15 coleta preços em 11 localidades do país (as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, de Porto Alegre, Belo Horizonte, do Recife, de São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.); e o IPCA, 16 localidades (inclui Vitória, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju). O IPCA cheio de junho será divulgado em 10 de julho.</strong></p>
<p><em><strong>Fonte: CUT</strong></em></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Bancários de Conquista e Região aprovam Pauta de Reivindicações em assembleia</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bancarios-de-conquista-e-regiao-aprovam-pauta-de-reivindicacoes-em-assembleia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 14:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Campanha Nacional dos Bancários 2026]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=72573</guid>

					<description><![CDATA[<p>A categoria bancária de Vitória da Conquista e região aprovou, por maioria de votos, em assembleia virtual realizada na última segunda (22), a Pauta de Reivindicações da Campanha Nacional Unificada. No total, foram 97,52% votos para SIM; 0,62% votou NÃO; e 1,86% se absteve. As reivindicações, gerais e específicas, foram entregues à Fenaban, à Caixa &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-72575 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Image-2026-06-23-at-17.30.04-1024x571.jpeg" alt="" width="618" height="345" /></p>
<p>A categoria bancária de Vitória da Conquista e região aprovou, por maioria de votos, em assembleia virtual realizada na última segunda (22), a Pauta de Reivindicações da Campanha Nacional Unificada.</p>
<p>No total, foram 97,52% votos para SIM; 0,62% votou NÃO; e 1,86% se absteve.</p>
<p>As reivindicações, gerais e específicas, foram entregues à Fenaban, à Caixa e ao Banco do Brasil na quarta-feira (24).</p>
<p>Os principais eixos da pauta de reivindicações da categoria são: 5% de aumento real no salário e nas demais verbas, como PLR, VA e VR; fim das metas abusivas; manutenção do formato atual da PLR (percentual do salário mais parcela fixa e adicional); manutenção dos direitos conquistados; manutenção da mesa única, da CCT para toda a categoria e dos direitos já conquistados; defesa do emprego bancário; defesa dos bancos públicos; distribuição melhor dos ganhos da tecnologia, com o fim do monitoramento excessivo no teletrabalho, preservando a privacidade do bancário.</p>
<p>A primeira mesa de negociação da Campanha Nacional será realizada no dia 2 de julho, na capital paulista.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Banco do Brasil abonará horas dos jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo</title>
		<link>https://bancarios.com.br/banco-do-brasil-abonara-horas-dos-jogos-da-selecao-brasileira-na-copa-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 14:26:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=72570</guid>

					<description><![CDATA[<p>Após solicitação do movimento sindical, banco informa que funcionários liberados para acompanhar as partidas não precisarão compensar as horas não trabalhadas Os funcionários do Banco do Brasil não precisarão compensar as horas referentes aos períodos de liberação para acompanhar os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. A decisão foi comunicada pelo banco nesta &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>Após solicitação do movimento sindical, banco informa que funcionários liberados para acompanhar as partidas não precisarão compensar as horas não trabalhadas</h3>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-72571 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/jogos.jpeg" alt="" width="800" height="500" /></div>
<p>Os funcionários do Banco do Brasil não precisarão compensar as horas referentes aos períodos de liberação para acompanhar os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. A decisão foi comunicada pelo banco nesta segunda-feira (23), após solicitação apresentada pelo movimento sindical.</p>
<p>Além de seguir as orientações da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para o funcionamento das agências nos dias de jogos do Brasil, o BB informou que irá abonar as horas não trabalhadas dos funcionários, garantindo que não haja necessidade de compensação posterior.</p>
<p>A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e dirigente sindical, Fernanda Lopes, comemorou a medida. “Depois da solicitação, o BB informou nesta segunda-feira aos funcionários que irá abonar as horas para que todos possam acompanhar os jogos. Mesmo que tenham demorado para tomar a decisão, o mais importante é que o pedido tenha sido atendido”, destacou.</p>
<h2><strong>Horários de atendimento</strong></h2>
<p>Conforme orientação da Fenaban aos bancos, quando as partidas da Seleção Brasileira tiverem início às 14h, as agências funcionarão das 9h às 12h. Nos jogos com início às 16h, o atendimento ao público será realizado das 10h às 14h. Já nas partidas marcadas para as 17h, as unidades abrirão às 10h e encerrarão o expediente às 15h.</p>
<p>Para os empregados que atuam em agências e postos de atendimento, a recomendação é que sejam dispensados do trabalho com pelo menos uma hora de antecedência em relação ao início dos jogos.</p>
<p>No caso dos trabalhadores em regime de teletrabalho, a orientação da Fenaban prevê o direito à desconexão entre, no mínimo, 30 minutos antes do início das partidas e até 15 minutos após o término dos jogos.</p>
<p>Já os trabalhadores escalados para atividades presenciais nos dias das partidas poderão, sempre que possível, ser transferidos para o regime de teletrabalho ou ter garantida a mesma regra de liberação antecipada aplicada aos empregados das agências.</p>
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			</item>
	</channel>
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