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	<title>Arquivos Sem categoria - Sindicato dos Bancários</title>
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	<description>Sindicato dos Bancários</description>
	<lastBuildDate>Fri, 14 Aug 2026 10:58:17 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Bancos frustram bancários e não trazem índice de reajuste salarial</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bancos-frustram-bancarios-e-nao-trazem-indice-de-reajuste-salarial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 10:39:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco de Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Nordeste]]></category>
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		<category><![CDATA[Campanha Nacional dos Bancários 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante da enrolação da Fenaban, Comando Nacional convoca assembleias em todo país dia 17 de agosto, para deliberação da categoria sobre a proposta dos banqueiros e paralisação dia 20 Os bancos não apresentaram índice de reajuste na sétima rodada de negociações da Campanha Nacional Unificada, realizada nesta quinta-feira (13), na capital paulista, frustrando toda a categoria. A &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<p><em><strong>Diante da enrolação da Fenaban, Comando Nacional convoca assembleias em todo país dia 17 de agosto, para deliberação da categoria sobre a proposta dos banqueiros e paralisação dia 20</strong></em></p>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-73079 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-13-at-17.00.19-1024x571.jpeg" alt="" width="618" height="345" /></div>
<div class="news-details__main-content">
<div class="news-details__main-text visible">
<p>Os bancos não apresentaram índice de reajuste na sétima rodada de negociações da Campanha Nacional Unificada, realizada nesta quinta-feira (13), na capital paulista, frustrando toda a categoria.</p>
<p>A proposta dos banqueiros foi de congelamento do piso de ingresso para os novos bancários e reajustes diferenciados para três faixas salariais, mas sem dizer quais seriam os parâmetros dessas faixas e nem os percentuais que seriam definidos para cada uma delas.</p>
<p>A negociação, iniciada por volta das 10h da manhã, terminou às 18h. Durante os debates, a Fenaban chegou a propor reduzir o valor dos vales refeição e alimentação nas cidades do interior, isso porque, segundo a federação, são localidades do país com custos de alimentação menores. Somente nas grandes capitais os vales poderiam ter aumento.</p>
<p><strong>“Eles não querem aumentar o custo, querem simplesmente usar o mesmo valor pago hoje com os vales, tirando de alguns trabalhadores para pagar para outros, como se alguns pudessem comer melhor que outros”</strong>, criticou a coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira.</p>
<p>A representação dos banqueiros chegou, ainda, a ameaçar ir ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) caso não houvesse acordo para os modelos de reajustes propostos. Mas, depois de um intervalo durante a negociação de hoje, recuou.</p>
<p><strong>“O setor bancário lucro R$ 174 bilhões ano passado. Não tem sentido apresentar uma proposta rebaixada. Por que não tirar dos altos executivos, então, para pagar o reajuste que a categoria bancária exige e tem de direito?”</strong>, rebateu Juvandia, lembrando que a remuneração média per capita anual paga à diretoria estatutária dos três maiores bancos privados do país chegará a R$ 12,5 milhões em 2026.<strong> “Esse valor é mais de 120 vezes superior à remuneração anual de um escriturário, considerando salário, 13º, férias, tíquetes e PLR. É uma diferença salarial que mostra onde os bancos estão escolhendo concentrar a renda”</strong>, completou.</p>
<p>A dirigente destacou ainda que o lucro por empregado nos bancos é de 438 mil e nas cooperativas é 173 mil, uma diferença de 153% em favor dos bancos. Em outras palavras, os bancários são muito mais produtivos e lucrativos.</p>
<p><strong>“Eles ficam alegando uma concorrência que não existe, para um setor altamente concentrado”</strong>, pontuou. <strong>“Não aceitaremos retirada de direitos. Vamos defender a minuta aprovada pelos bancários e bancárias, por aumento real, valorização nos pisos, tíquetes, PLR e criação de um piso para os trabalhadores de TI”</strong>, concluiu.</p>
<h2>Assembleia na segunda-feira (17)</h2>
<p>Diante da enrolação dos banqueiros, o Comando Nacional dos Bancários convocará assembleias em todo país para a próxima segunda-feira, 17 de agosto, para que a categoria delibere sobre o modelo de reajuste, divisão da categoria e congelamento de piso, propostos pela Fenaban. A assembleia também irá deliberar sobre o dia nacional de mobilização, com paralisação nas bases na quinta-feira, 20 de agosto.</p>
<p><strong>“Vamos mobilizar toda a categoria. A divisão dos trabalhadores por faixa salarial representa um ataque a nossa unidade. Vamos intensificar a mobilização, com assembleias em todo o país, para que os trabalhadores possam discutir e deliberar sobre os próximos passos. Vamos levar às assembleias a proposta de uma paralisação de 24 horas na próxima quinta-feira. É fundamental que toda a categoria participe, se mobilize, rejeite esta proposta de modelo de reajuste e mostre aos bancos que não vamos aceitar retrocessos”</strong>, enfatizou a presidenta do Sindicato e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Neiva Ribeiro.</p>
<h2>Próxima negociação</h2>
<p>A próxima negociação da Campanha Nacional Unificada dos Bancários 2026 está agendada para a próxima terça-feira, 18 de agosto.</p>
<p><strong>Fonte: Contraf CUT</strong></p>
</div>
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		<title>Banco Central reduz Selic para 14% ao ano, mas juros seguem elevados e favorecendo apenas o mercado financeiro</title>
		<link>https://bancarios.com.br/banco-central-reduz-selic-para-14-ao-ano-mas-juros-seguem-elevados-e-favorecendo-apenas-o-mercado-financeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 10:41:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bancos]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Contraf-CUT avalia que corte é positivo, mas taxa ainda mantém o crédito caro, amplia os ganhos do sistema financeiro e reforça a necessidade de valorização dos bancários na Campanha Nacional O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, nesta quarta-feira (5), reduzir a taxa básica de juros (Selic) de 14,25% para 14% ao &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<p><em><strong>Contraf-CUT avalia que corte é positivo, mas taxa ainda mantém o crédito caro, amplia os ganhos do sistema financeiro e reforça a necessidade de valorização dos bancários na Campanha Nacional</strong></em></p>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-73022 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2025-07-30-at-15.39.14-1024x571.jpeg" alt="" width="618" height="345" /></div>
<div class="news-details__main-content">
<div class="news-details__main-text visible">
<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, nesta quarta-feira (5), reduzir a taxa básica de juros (Selic) de 14,25% para 14% ao ano. Este é o quarto corte consecutivo promovido pela autoridade monetária e ocorre em um cenário de desaceleração da inflação. Apesar da redução, a taxa continua em um patamar elevado, mantendo o Brasil entre os países com os maiores juros reais do mundo.</p>
<p>A decisão foi unânime e, segundo o Banco Central, reflete a desaceleração da inflação e os primeiros sinais de arrefecimento da atividade econômica. Ainda assim, a instituição evitou sinalizar novos cortes nas próximas reuniões, afirmando que a continuidade do ciclo dependerá da evolução da inflação, do cenário internacional e das condições da economia brasileira.</p>
<p>Para a Contraf-CUT, o corte representa um avanço, mas ainda insuficiente para reduzir de forma significativa o custo do crédito para famílias e empresas e estimular o crescimento econômico.</p>
<p>&#8220;A redução da Selic é positiva, mas uma taxa de 14% ao ano ainda impõe um custo muito elevado para quem precisa de crédito, desestimula investimentos e limita a geração de empregos. O Brasil precisa continuar reduzindo os juros de forma responsável, acompanhando a queda da inflação, para fortalecer a economia e melhorar as condições de vida da população&#8221;, afirma o secretário de Assuntos Socioeconômicos da Contraf-CUT, Walcir Previtale.</p>
<p><strong><br />
Juros altos continuam alimentando lucros bilionários</strong></p>
<p>Para a Confederação, a manutenção da Selic em níveis elevados também ajuda a explicar os resultados extraordinários registrados pelos grandes bancos brasileiros. Com o dinheiro mais caro, as instituições financeiras ampliam suas receitas com operações de crédito e aplicações em títulos públicos, preservando elevados níveis de rentabilidade mesmo em períodos de desaceleração da economia.</p>
<p>Os balanços divulgados pelos principais bancos ao longo deste ano confirmam essa realidade: enquanto seguem registrando lucros bilionários, as instituições continuam fechando agências, reduzindo postos de trabalho e aumentando a sobrecarga das equipes.</p>
<p>Esse cenário também está no centro da Campanha Nacional dos Bancários 2026. A categoria reivindica aumento real dos salários, valorização dos trabalhadores, melhores condições de trabalho e avanços nas cláusulas sociais. Até o momento, porém, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) ainda não apresentou respostas às reivindicações econômicas da categoria.</p>
<p>&#8220;É contraditório que os bancos apresentem resultados tão expressivos e, ao mesmo tempo, resistam a reconhecer quem produz essa riqueza. Os bancários são fundamentais para esses resultados e esperam da Fenaban uma proposta que contemple aumento real, valorização dos salários e avanços nas demais reivindicações da campanha nacional. Não faltam recursos aos bancos; falta disposição para distribuir de forma mais justa os ganhos obtidos&#8221;, destaca Walcir Previtale.</p>
<p><strong>O que muda com a Selic em 14%</strong></p>
<p>A Selic é a principal referência para as taxas de juros cobradas em empréstimos, financiamentos e diversas modalidades de crédito. Quando ela cai, a tendência é que o custo do dinheiro diminua gradualmente para consumidores e empresas, embora esse movimento não aconteça de forma imediata.</p>
<p>Na prática, uma taxa de 14% ao ano significa que o crédito continua caro. Financiamentos imobiliários, empréstimos pessoais, crédito para empresas e financiamentos de veículos permanecem com juros elevados, limitando o consumo das famílias e os investimentos produtivos.</p>
<p>Ao mesmo tempo, aplicações financeiras indexadas à Selic e ao CDI, como Tesouro Selic e CDBs, continuam oferecendo elevada rentabilidade aos investidores.<br />
Inflação desacelera, mas Banco Central mantém cautela<br />
O Copom informou que a decisão foi influenciada pela desaceleração da inflação. O IPCA-15 de julho registrou alta de apenas 0,06%, reduzindo a inflação acumulada em 12 meses para 4,52%, índice ainda ligeiramente acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional.</p>
<p>Apesar da melhora dos indicadores, o Banco Central afirmou que seguirá acompanhando atentamente o comportamento da inflação, da atividade econômica e do cenário internacional antes de promover novos cortes.</p>
<p>Entre os fatores de preocupação estão as tensões geopolíticas, a volatilidade dos preços das commodities e a condução da política monetária nas principais economias do mundo.</p>
<p><strong>Redução dos juros é importante para trabalhadores e para o país</strong></p>
<p>Na avaliação da Contraf-CUT, a continuidade da redução da Selic é fundamental para estimular o crescimento econômico, ampliar os investimentos produtivos, fortalecer a geração de empregos e reduzir o custo do crédito para a população.</p>
<p>A Confederação ressalta, entretanto, que a política monetária precisa caminhar ao lado da valorização do trabalho. Em um momento em que os bancos seguem acumulando lucros bilionários, a expectativa da categoria é que a Fenaban apresente propostas compatíveis com essa realidade nas mesas de negociação da Campanha Nacional dos Bancários.</p>
<p>Para a entidade, não há justificativa para que instituições que seguem entre as empresas mais lucrativas do país resistam a atender reivindicações como aumento real dos salários, valorização dos trabalhadores e melhoria das condições de trabalho. Afinal, são justamente os bancários e bancárias que garantem, todos os dias, os resultados expressivos divulgados pelo setor financeiro.</p>
<p><strong>Fonte: Contraf CUT</strong></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>SEEB/VCR inicia pagamento da Ação do Anuênio de 2004 do Banco do Brasil</title>
		<link>https://bancarios.com.br/seeb-vcr-inicia-pagamento-da-acao-do-anuenio-de-2004-do-banco-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:09:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira (3), o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região (SEEB/VCR) iniciou o pagamento da segunda parcela da Ação do Anuênio de 2004 do Banco do Brasil. Com o objetivo de restabelecer a progressão dos anuênios e o pagamento das diferenças salariais acumuladas, como férias, décimo terceiro salário e FGTS, a ação &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-73014 alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/FOTO-ACAO-169x300.png" alt="" width="169" height="300" /></p>
<p>Nesta segunda-feira (3), o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região (SEEB/VCR) iniciou o pagamento da segunda parcela da Ação do Anuênio de 2004 do Banco do Brasil.</p>
<p>Com o objetivo de restabelecer a progressão dos anuênios e o pagamento das diferenças salariais acumuladas, como férias, décimo terceiro salário e FGTS, a ação foi ajuizada para reparar as perdas provocadas pela interrupção da progressão dos anuênios, adicional por tempo de serviço que garantia aos funcionários abrangidos o acréscimo de 1% no vencimento-padrão a cada ano trabalhado. Com o congelamento da parcela pelo Banco do Brasil, o movimento sindical recorreu à Justiça para assegurar o restabelecimento do direito e o pagamento das diferenças acumuladas.</p>
<p>Para Jornan Andrade, diretor financeiro do SEEB/VCR, o pagamento representa mais uma conquista resultante da atuação jurídica e sindical em defesa da categoria. “O pagamento da segunda parcela da Ação do Anuênio de 2004 demonstra que o Sindicato trabalha há anos para garantir o cumprimento das decisões judiciais e a preservação dos direitos das bancárias e dos bancários. Essa conquista contribui para reparar uma injustiça histórica praticada pelos bancos, que constantemente tentam retirar direitos assegurados aos trabalhadores por acordos, convenções coletivas e pela legislação”, afirma.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Falta pouco para a 28ª Corrida dos Bancários</title>
		<link>https://bancarios.com.br/falta-pouco-para-a-28a-corrida-dos-bancarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 11:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O evento acontece no dia 23 de agosto, com largada às 6h30, na Orla da Boca do Rio, consolidando-se como uma das provas mais aguardadas do calendário esportivo da cidade. Promovida pelo Sindicato dos Bancários da Bahia, a corrida celebra o Dia do Bancário unindo esporte, saúde, lazer e confraternização. A tradicional Corrida dos Bancários &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<header class="sc-5836b2ba-0 KjFEM"><strong><em>O evento acontece no dia 23 de agosto, com largada às 6h30, na Orla da Boca do Rio, consolidando-se como uma das provas mais aguardadas do calendário esportivo da cidade. Promovida pelo Sindicato dos Bancários da Bahia, a corrida celebra o Dia do Bancário unindo esporte, saúde, lazer e confraternização.</em></strong></p>
<div class="sc-5836b2ba-1 gyooMR">
<div class="sc-5836b2ba-3 kWfFCu">
<div></div>
</div>
<div class="sc-5836b2ba-2 WhviO"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-72952 " src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/IMAGEM_NOTICIA_326.jpg" alt="" width="509" height="339" /></div>
</div>
</header>
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<div class="sc-bae5a3a5-1 sc-bae5a3a5-2 dREBKY hBaa-dL"></div>
<div class="sc-bae5a3a5-3 hPEvTM">
<p>A tradicional Corrida dos Bancários de Salvador chega à sua 28ª edição e já tem data marcada para reunir atletas e amantes da corrida de rua na capital baiana. O evento acontece no dia 23 de agosto, com largada às 6h30, na Orla da Boca do Rio, consolidando-se como uma das provas mais aguardadas do calendário esportivo da cidade. Promovida pelo Sindicato dos Bancários da Bahia, a corrida celebra o Dia do Bancário unindo esporte, saúde, lazer e confraternização.</p>
<p>A competição contará com percursos de 5 km e 10 km, abertos tanto para bancários sindicalizados quanto para o público em geral. Os participantes poderão disputar provas divididas por faixas etárias, nas categorias masculina e feminina, além da categoria PCD 5 km, reforçando o compromisso da organização com a inclusão. Todos os atletas contarão com estrutura de apoio ao longo do percurso, proporcionando segurança e conforto durante a prova.</p>
<p>Além de incentivar a prática esportiva, a Corrida dos Bancários também mantém seu caráter social. As inscrições incluem a doação de 1 kg de alimento não perecível, que será destinado a ações solidárias. Bancários sindicalizados possuem valores diferenciados de inscrição, enquanto o público externo também pode garantir participação no evento, que oferecerá premiações específicas para ambas as categorias, conforme regulamento.</p>
<p>As inscrições seguem abertas por meio da plataforma oficial da <i>KBSports</i>, onde também estão disponíveis o regulamento completo, informações sobre os lotes vigentes e demais orientações aos participantes. A expectativa é reunir centenas de corredores em mais uma edição marcada pela integração, pelo incentivo à qualidade de vida e pela valorização do esporte como ferramenta de bem-estar e solidariedade.</p>
<p><strong>Fonte: Bancários Bahia</strong></p>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Plantão Jurídico acontece nesta terça-feira (04)</title>
		<link>https://bancarios.com.br/plantao-juridico-acontece-nesta-terca-feira-04/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 11:41:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Buscando garantir os direitos aos sindicalizados, o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, disponibiliza atendimento jurídico aos associados, esclarecendo dúvidas sobre direitos trabalhistas e ações judiciais. Nesta terça-feira (04), o advogado Bruno Amazonas, do escritório Higino e Amazonas, estará de plantão para tratar de assuntos do direito trabalhista.  Os agendamentos devem ser &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/plantao-juridico-acontece-nesta-terca-feira-04/">Plantão Jurídico acontece nesta terça-feira (04)</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="size-medium wp-image-72936 alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Plantao-Juridico-03-08-04-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>Buscando garantir os direitos aos sindicalizados, o Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, disponibiliza atendimento jurídico aos associados, esclarecendo dúvidas sobre direitos trabalhistas e ações judiciais.</p>
<p>Nesta terça-feira (04), o advogado Bruno Amazonas, do escritório Higino e Amazonas, estará de plantão para <strong>tratar de assuntos do direito trabalhista. </strong></p>
<p>Os agendamentos devem ser feitos com a secretaria, pelo WhatsApp (77) 3424-7186 ou pelos telefones (77) 3424-1620/3424-2062.</p>
<p>O SEEB/VCR também disponibiliza um WhatsApp para atendimento do setor Jurídico, de segunda a sexta, das 8h às 12h e das 14h às 18h. O número é (77) 98115-2694.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/plantao-juridico-acontece-nesta-terca-feira-04/">Plantão Jurídico acontece nesta terça-feira (04)</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Terceira rodada de negociação com o Santander terá saúde como tema central nesta terça-feira (28)</title>
		<link>https://bancarios.com.br/terceira-rodada-de-negociacao-com-o-santander-tera-saude-como-tema-central-nesta-terca-feira-28/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 11:07:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=72836</guid>

					<description><![CDATA[<p>A COE cobrará avanços em assistência médica, prevenção ao adoecimento, saúde mental, ergonomia e direito à desconexão A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander realiza, na manhã desta terça-feira (28), na sede do Sindicato dos Bancários de São Paulo, a terceira rodada de negociação da Campanha Nacional dos Bancários 2026, com a direção &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/terceira-rodada-de-negociacao-com-o-santander-tera-saude-como-tema-central-nesta-terca-feira-28/">Terceira rodada de negociação com o Santander terá saúde como tema central nesta terça-feira (28)</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<p><em>A COE cobrará avanços em assistência médica, prevenção ao adoecimento, saúde mental, ergonomia e direito à desconexão</em></p>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-72837 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-27-at-14.32.19-1024x571.jpeg" alt="" width="618" height="345" /></div>
<div class="news-details__main-content">
<div class="news-details__main-text visible">
<p>A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander realiza, na manhã desta terça-feira (28), na sede do Sindicato dos Bancários de São Paulo, a terceira rodada de negociação da Campanha Nacional dos Bancários 2026, com a direção do banco. Desta vez, o debate será dedicado ao tema saúde, considerado um dos eixos prioritários da pauta de reivindicações apresentada pelos trabalhadores.</p>
<p>Entre as principais reivindicações da categoria estão a manutenção da assistência médica aos aposentados nas mesmas condições vigentes durante o contrato de trabalho, a preservação da qualidade dos planos de saúde, limites para os custos de mensalidades e coparticipação, além da garantia de negociação prévia com as entidades sindicais antes de qualquer alteração nos benefícios.</p>
<p>A pauta também inclui medidas voltadas à prevenção do adoecimento, como a realização de análises ergonômicas dos postos de trabalho, a criação de um grupo paritário para discutir saúde e segurança, ações de combate ao assédio moral e às metas abusivas, proteção à saúde mental e atendimento às vítimas de violência no ambiente de trabalho. Outro destaque é a regulamentação do direito à desconexão digital, garantindo que os bancários não sejam acionados fora da jornada, salvo em situações excepcionais previstas em acordo.</p>
<p>Os representantes dos trabalhadores também defenderão propostas como licença menstrual para empregadas que enfrentam dores severas, redução temporária das metas para empregados que retornam de afastamento previdenciário, fortalecimento do Fórum de Saúde e Condições de Trabalho e aperfeiçoamento das regras relacionadas ao retorno ao trabalho após licença médica.</p>
<p>Para a coordenadora da COE do Santander, Ana Marta Lima, a expectativa é que o banco demonstre disposição para avançar nas negociações. &#8220;Esperamos que o Santander venha para esta terceira rodada disposto a negociar de forma efetiva e a compreender a importância das reivindicações apresentadas pelos trabalhadores. Saúde e condições dignas de trabalho não são apenas benefícios, mas direitos fundamentais. Queremos construir soluções que contribuam para prevenir o adoecimento, melhorar a qualidade de vida dos bancários e garantir um ambiente de trabalho mais saudável e respeitoso.&#8221;</p>
<p><strong>Fonte: CONTRAF </strong></p>
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		<title>RETIFICAÇÃO DE EDITAL DE CONVOCAÇÃO: ELEIÇÃO DE REPRESENTANTE SINDICAL DE BASE DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL</title>
		<link>https://bancarios.com.br/retificacao-de-edital-de-convocacao-eleicao-de-representante-sindical-de-base-da-caixa-economica-federal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 20:55:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos Bancários, Instituições Financeiras e de Crédito de Vitória da Conquista e Região, por seu presidente abaixo assinado, convoca todos os empregados da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, das agências de Barra da Estiva, Barra do Choça, Brumado, Cândido Sales, Iguaí, Itambé, Itapetinga, Livramento de Nossa Senhora, Paramirim, Poções e Vitória da &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos Bancários, Instituições Financeiras e de Crédito de Vitória da Conquista e Região, por seu presidente abaixo assinado, convoca todos os empregados da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, das agências de Barra da Estiva, Barra do Choça, Brumado, Cândido Sales, Iguaí, Itambé, Itapetinga, Livramento de Nossa Senhora, Paramirim, Poções e Vitória da Conquista (Agências Bairro Brasil, Candeias, Mongóios, Vila Imperial e Vit. da Conquista), vinculadas à base territorial do Sindicato, para eleição de representante sindical de base (delegado(a) sindical) a se realizar no período de 03 a 14.08.26.</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">1. Onde se lê: (Os Delegados(as) Sindicais cumprirão mandato de 01 (um) ano no período de 19.08.2026 a 18.08.2027. A posse dos delegados eleitos será dia 19.08.2026.),</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">leia-se: (Os Delegados(as) Sindicais cumprirão mandado de 02 (dois) anos no período de 19.08.2026 à 18.08.2028. A posse dos delegados eleitos será dia 19.08.2026)</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">2. As datas relativas à realização das eleições dos delegados sindicais da Caixa Econômica Federal, serão mantidas conforme Edital de Convocação publicado no site e mídias sociais do Sindicato dos Bancários em 09.07.2026</li>
</ul>
<p><a href="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/07/RETIFICACAO-DE-EDITAL-DELEGADO-DA-CAIXA.doc">Confira aqui o edital</a></p>
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		<item>
		<title>Contraf-CUT e Fenae pedem que a Caixa não cobre compensação de horas nos jogos da Seleção</title>
		<link>https://bancarios.com.br/contraf-cut-e-fenae-pedem-que-a-caixa-nao-cobre-compensacao-de-horas-nos-jogos-da-selecao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:23:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As entidades aguardam um posicionamento oficial do banco Diante da informação da Caixa Econômica Federal sobre a exigências de compensação de horas não trabalhadas durante os jogos da Seleção Brasileira no Mundial de 2026, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) já &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>As entidades aguardam um posicionamento oficial do banco</h3>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-72587 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Bola-murcha.jpg" alt="" width="1072" height="598" /></div>
<p>Diante da informação da Caixa Econômica Federal sobre a exigências de compensação de horas não trabalhadas durante os jogos da Seleção Brasileira no Mundial de 2026, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) já solicitaram à Caixa que não realize a cobrança.</p>
<p>“A decisão contraria a expectativa dos empregados e difere da postura adotada por outros bancos, que optaram pelo abono das horas”, destacou o presidente da Fenae, Sergio Takemoto.</p>
<p>As entidades aguardam um posicionamento oficial do banco e seguem acompanhando o tema em defesa dos empregados.</p>
<p>A reivindicação das entidades representativas é que a Caixa adote medida semelhante à de outras instituições financeiras que decidiram liberar os trabalhadores para acompanhar os jogos sem a necessidade de compensação posterior das horas.</p>
<p><b>Fonte: Fenae</b></p>
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		<item>
		<title>PEC de “autonomia” do BC ameaça geração de empregos e o crescimento da economia</title>
		<link>https://bancarios.com.br/pec-de-autonomia-do-bc-ameaca-geracao-de-empregos-e-o-crescimento-da-economia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 16:36:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 65, aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, nessa quarta-feira (10), e que aguarda análise do plenário da Casa, tem mobilizado críticas de entidades sindicais, economistas  e representantes dos servidores públicos. A medida vai muito além de uma simples mudança administrativa no Banco Central &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 65, aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, nessa quarta-feira (10), e que aguarda análise do plenário da Casa, tem mobilizado críticas de entidades sindicais, economistas  e representantes dos servidores públicos.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-72447 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/systemuploadsnewsb19c6797af113ecd337-700x460xfit-75380.jpg" alt="" width="700" height="460" /></p>
<p><strong>A medida vai muito além de uma simples mudança administrativa no Banco Central (BC): ela pode reduzir o controle do Estado sobre uma das instituições mais estratégicas do país, ampliar a influência do mercado financeiro sobre a política monetária e retirar recursos que hoje poderiam ser destinados a políticas públicas.</strong></p>
<p>A vice-presidenta da CUT Nacional e presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, tem manifestado preocupação com os efeitos da proposta sobre a economia e a sociedade. Para ela, os defensores da PEC, que chamam a proposta de autonomia do BC e a defendem como algo positivo, na verdade, querem distanciar o povo brasileiro do verdadeiro significado do que a instituição representa para o país. <em>Veja abaixo a lista dos apoiadores da proposta.</em></p>
<p>“A PEC 65 representa um passo perigoso na transferência de poder das instituições democráticas para o mercado financeiro. Ao ampliar a autonomia administrativa e financeira do Banco Central, a proposta reduz os mecanismos de controle público sobre decisões que impactam diretamente os juros, o crédito, os investimentos e o custo de vida da população”, diz Juvandia.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>Na prática, quem mais sofrerá as consequências serão os trabalhadores, aposentados e pequenos empreendedores, que dependem de uma economia voltada para o desenvolvimento e a geração de empregos</p>
<footer>&#8211; Juvandia Moreira</footer>
</blockquote>
<p>O diretor jurídico da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), Edison Cardoni, também alerta sobre os efeitos negativos para a classe trabalhadora. Na avaliação do dirigente, a consequência prática dessa mudança pode ser sentida diretamente pelos trabalhadores. Isso porque recursos que atualmente retornam para o Estado deixariam de contribuir para o financiamento de programas públicos e para a redução do endividamento nacional.</p>
<p><strong>“A nossa maior despesa é para pagar os juros da dívida pública. Isso tende a piorar com essa PEC 65. Daí então que vai afetar todo mundo, vai afetar todo trabalhador e toda trabalhadora, porque menos recursos existirão para as políticas públicas”, destaca.</strong></p>
<p>A vice-presidenta da CUT reforça que a proposta pode aprofundar desigualdades e reduzir a capacidade do Estado de induzir o crescimento econômico.</p>
<p>“Se aprovada pelo Senado, a PEC 65 poderá consolidar um modelo de gestão econômica cada vez mais distante das necessidades reais do povo brasileiro. Ao fortalecer a influência do sistema financeiro sobre a condução da política monetária, a proposta dificulta a utilização de instrumentos econômicos para estimular o crescimento, reduzir desigualdades e ampliar oportunidades. O resultado pode ser um país com crédito mais caro, menor capacidade de investimento público e menos perspectivas de desenvolvimento social”, avalia Juvandia.</p>
<p><strong>Outro ponto criticado pelos dirigentes sindicais é o de que a discussão tem sido apresentada de forma excessivamente técnica, dificultando a compreensão da população sobre os reais impactos da medida</strong>. A PEC não trata apenas de autonomia administrativa do Banco Central, mas de uma mudança estrutural que altera a relação da instituição com o Estado brasileiro.</p>
<p>“O plano da PEC, trocando em miúdos, é que ela vai retirar dinheiro que o Estado poderia utilizar em políticas públicas e deixar esse dinheiro na mão da direção do Banco Central submetida à uma pressão maior do que ele já sofre hoje do mercado financeiro”, afirma Cardoni.</p>
<p><strong>Debate sobre o Pix</strong></p>
<p>Entre os argumentos utilizados para justificar a aprovação da PEC está a necessidade de garantir recursos para a manutenção de serviços como o Pix. No entanto, essa associação não encontra respaldo técnico.</p>
<p><strong>“Fizeram uma chantagem com o nome do Pix, dizendo que se a PEC não fosse aprovada o sistema estaria em risco. Isso não corresponde à verdade”, explica Cardoni.</strong></p>
<p>Na avaliação do dirigente, a proteção do sistema de pagamentos instantâneos depende de financiamento adequado ao Banco Central, algo que poderia ser garantido sem necessidade de alterar a Constituição. Para ele, a melhor maneira de proteger o Pix é o Banco Central continuar sendo uma autarquia vinculada à administração pública federal e receber os recursos necessários para cumprir suas atribuições.</p>
<p><strong>Disputa sobre o papel do Banco Central</strong></p>
<p>O governo federal apresentou alternativas para resolver eventuais problemas orçamentários da instituição sem promover mudanças estruturais na natureza jurídica do BC. A proposta governamental previa reconhecer um orçamento próprio para o Banco Central, mantendo-o, porém, dentro da administração pública federal. A alternativa não foi aceita pelos defensores da PEC.</p>
<p>“Isso mostra que o problema é muito maior do que simplesmente garantir recursos para o funcionamento da instituição. O Banco Central tem três objetivos: buscar a estabilidade de preços, promover o pleno emprego e contribuir para suavizar crises econômicas. Mas só se fala na primeira atribuição”, diz o diretor jurídico da Condsef.</p>
<p>Para o dirigente, uma instituição excessivamente influenciada pelos interesses do mercado financeiro tende a privilegiar políticas voltadas exclusivamente para o controle inflacionário, deixando em segundo plano preocupações relacionadas ao crescimento econômico e à geração de empregos.</p>
<p>Um dos principais pontos críticos é a tentativa de desvincular o Banco Central da estrutura tradicional da administração pública federal. Atualmente, mesmo com autonomia operacional garantida por lei, o BC continua sendo uma autarquia federal submetida a regras de direito público e a mecanismos de fiscalização e controle institucional.</p>
<p>Segundo Cardoni, o objetivo real da PEC seria aprofundar o afastamento da instituição em relação ao Estado, criando uma estrutura com características inéditas no ordenamento jurídico brasileiro.</p>
<p>“O que eles estão pretendendo, de fato, é cortar a ligação do Banco Central com a Administração Federal, deixando-o exposto à pressão do mercado financeiro”, afirma.</p>
<p><strong>A preocupação decorre do papel central que a instituição exerce na economia brasileira.</strong> <strong>Além de definir e executar a política monetária, o Banco Central fiscaliza instituições financeiras, administra reservas internacionais, regula sistemas de pagamento e atua na estabilidade do sistema financeiro nacional. Concentrar tantas atribuições em uma instituição cada vez mais distante dos mecanismos de controle público representa um risco para o interesse nacional.</strong></p>
<p>“O Banco Central guarda títulos do Tesouro Nacional de valores muito elevados para fazer a política monetária. Dependendo da forma como esses títulos são utilizados, isso gera enormes ganhos para o sistema financeiro. Então a questão central é saber quem controla essa política e quem fiscaliza essas decisões”, observa o dirigente da Condsef.</p>
<p>“Nos Estados Unidos, por exemplo, o banco central tem uma preocupação explícita com o desenvolvimento econômico e com o emprego. Aqui, essas funções acabam sendo esquecidas no debate público”, complementa.</p>
<p><strong>Manifesto de economistas alerta para riscos de fraudes como a do Master</strong></p>
<p>Economistas como Luiz Carlos Bresser-Pereira &#8211; FGV, ex-Ministro da Fazenda; Luiz Gonzaga Belluzzo &#8211; Unicamp, ex-Secretário de política econômica do Ministério da Fazenda e Leda Paulani, professora de economia da USP,emtre outros, assinaram um manifesto contra a PEC 65.</p>
<p>No texto eles explicam que a medida “revela com clareza quem articula e se beneficia da proposta: o sistema financeiro privado. O caso da Emenda 11 (Emenda “Master”) do Senador Ciro Nogueira — que propunha elevar a garantia do FGC de R$ 250 mil para R$ 1 milhão, beneficiando diretamente grandes depositantes do Banco Master — é investigado pela Polícia Federal na Operação Compliance Zero, sob suspeita de que a emenda tenha sido redigida diretamente por uma instituição financeira. Um BCB orçamentariamente autônomo e desvinculado da supervisão parlamentar torna-se, estruturalmente, um regulador mais vulnerável à pressão do setor que regula”.</p>
<p>Outro alerta sobre a “autonomia do BC” é a de que ela pode aumentar a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) ao retirar do Tesouro e das contas públicas uma receita que lhe é de direito: a senhoriagem. Com a PEC, a senhoriagem deixaria de abater a dívida, porque seria entendida como “receita própria” do BC sem obrigatoriedade de transferência para o Estado brasileiro. <strong>Seu valor foi de R$ 210 bilhões de 2017 a 2025, R$ 23,3 bilhões por ano, enquanto a despesa administrativa do BCB é de R$ 4,8 bilhões por ano — ou seja, a senhoriagem equivale a cerca de cinco vezes o que o Banco gasta para funcionar.</strong></p>
<p>A PEC abre espaço legal para a apropriação patrimonialista da senhoriagem e confere imensa frouxidão fiscal ao BC, que contrasta com o corte dos gastos sociais que é exigido pelo mercado financeiro e pelo presidente do BC. Leia o texto completo <a href="https://www.change.org/p/manifesto-contra-a-pec-da-autonomia-financeira-do-banco-central?recruiter=839136883&amp;recruited_by_id=f12defc0-d729-11e7-a274-61e6af1e748a&amp;utm_source=share_petition&amp;utm_campaign=share_petition&amp;utm_term=petition_dashboard_share_modal&amp;utm_medium=copylink&amp;share_id=rTCpv8LWng" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui.</strong></a></p>
<p><strong>Comparações internacionais são contestadas</strong></p>
<p>Os defensores da PEC costumam argumentar que a proposta aproxima o Brasil de modelos internacionais considerados mais modernos. As comparações ignoram diferenças fundamentais entre os sistemas financeiros e institucionais de cada país.</p>
<p>“Eles sempre repetem que ela vai alinhar o Banco Central a práticas modernas internacionais. Nunca demonstraram isso. Ao contrário, os estudos mostram que esse tipo de comparação é extremamente difícil”, explica o dirigente da Condsef.</p>
<p>Cardoni observa que poucos bancos centrais acumulam tantas funções quanto o brasileiro. “Em muitos países, as atividades de fiscalização financeira, administração de reservas e execução da política monetária estão distribuídas entre instituições diferentes. No Brasil, tudo isso está concentrado no Banco Central”, afirma.</p>
<p><strong>Pressa para aprovar</strong></p>
<p>Outro aspecto criticado da proposta é a insistência de seus defensores em acelerar a tramitação da PEC. O texto já passou por diversas reformulações desde sua apresentação, mas que o discurso favorável à aprovação imediata permaneceu o mesmo ao longo de todo o processo.</p>
<p>“Essa versão votada na CCJ é a décima versão da proposta. Desde a primeira, eles dizem que é urgentíssimo aprovar porque o Banco Central ficaria sem recursos. Apesar das mudanças feitas no texto, o discurso continua exatamente o mesmo”, conta Cardoni.</p>
<p>Segundo ele, a pressão pela votação aumentou logo após a aprovação simbólica na CCJ. Parlamentares favoráveis à proposta passaram a defender sua rápida inclusão na pauta do plenário, o que reforçou a preocupação das entidades contrárias ao projeto.</p>
<p>“A votação no plenário do Senado pode ocorrer na próxima semana. A pressão é muito grande. Inclusive, a chantagem é muito grande”, declara.</p>
<p>Embora a autoria formal seja de Vanderlan Cardoso, críticos da PEC afirmam que a proposta foi articulada inicialmente durante a gestão de Roberto Campos Neto, na presidência do BC, e conta com forte apoio de entidades representativas do sistema financeiro, como a Federação Brasileira de Bancos e a Associação Brasileira de Bancos.</p>
<p>O texto recebeu apoio de parlamentares de partidos de direita como PL, PP, União Brasil, Republicanos, Novo e PSD. <strong>Entre os signatários estão Rogério Marinho (PL-RN), Ciro Nogueira (PP-PI), Damares Alves (Republicanos-DF), Eduardo Girão (Novo-CE), Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Sergio Moro (União Brasil-PR), Tereza Cristina (PP-MS) e Hamilton Mourão (Republicanos-RS), entre outros. O relator da proposta na CCJ é Plínio Valério (PSDB-AM).</strong></p>
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		<title>Febraban atende pedido da Contraf-CUT e orienta bancos a liberar empregados durante jogos do Brasil na Copa</title>
		<link>https://bancarios.com.br/febraban-atende-pedido-da-contraf-cut-e-orienta-bancos-a-liberar-empregados-durante-jogos-do-brasil-na-copa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 15:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Federação também recomenda ajustes nos horários de funcionamento das agências e garante medidas para trabalhadores presenciais e em teletrabalho A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) atendeu à solicitação apresentada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e orientou os bancos a adotarem medidas que permitam aos empregados e empregadas bancárias acompanhar os jogos &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>Federação também recomenda ajustes nos horários de funcionamento das agências e garante medidas para trabalhadores presenciais e em teletrabalho</h3>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-72441 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Horario-dos-bancos-na-Copa-_1_.jpg" alt="" width="1072" height="598" /></div>
<p>A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) atendeu à solicitação apresentada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e orientou os bancos a adotarem medidas que permitam aos empregados e empregadas bancárias acompanhar os jogos da Seleção Brasileira masculina durante a Copa do Mundo de 2026. A decisão foi formalizada por meio do Comunicado FB-038/2026, divulgado nesta quinta-feira (11).</p>
<p>O comunicado da Febraban é uma resposta ao ofício encaminhado pela Contraf-CUT no último dia 9 de junho, no qual a entidade solicitou a liberação dos trabalhadores nos dias de jogos da Seleção Brasileira, além da adequação dos horários de expediente das instituições financeiras. No documento, a Contraf-CUT destacou a relevância social e cultural da Copa do Mundo para a população brasileira e lembrou que, historicamente, empresas e órgãos públicos costumam adotar medidas de flexibilização da jornada durante o torneio.</p>
<p>Para a presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, a resposta da Febraban demonstra sensibilidade diante de uma demanda legítima da categoria. “A Copa do Mundo é um evento que mobiliza milhões de brasileiros e brasileiras. A decisão da Febraban atende uma reivindicação da Contraf-CUT e reconhece a importância de garantir que os trabalhadores possam acompanhar os jogos da Seleção sem prejuízo aos seus direitos e à prestação dos serviços bancários à população”, afirmou.</p>
<h2><strong>Atenção ao horário bancário</strong></h2>
<p>Pelas orientações encaminhadas aos bancos, nos dias em que os jogos da Seleção Brasileira começarem às 14h, as agências deverão funcionar das 9h às 12h. Quando as partidas tiverem início às 16h, o atendimento ocorrerá das 10h às 14h. Já nos jogos marcados para as 17h, as agências abrirão às 10h e fecharão às 15h.</p>
<p>O comunicado também trata dos aspectos relacionados aos trabalhadores. Para os empregados que atuam em agências e postos de atendimento, a recomendação é que sejam dispensados do trabalho com antecedência mínima de uma hora em relação ao início das partidas.</p>
<p>No caso dos trabalhadores em teletrabalho, a Febraban orienta que seja assegurado o direito à desconexão entre, no mínimo, 30 minutos antes do início dos jogos e até 15 minutos após o término das partidas. Para aqueles que estiverem escalados para atividades presenciais nos dias de jogos, os bancos poderão, quando possível, transferi-los para o regime de teletrabalho ou aplicar a mesma regra de liberação antecipada prevista para os empregados das agências.</p>
<p>A entidade patronal também recomenda que as horas não trabalhadas em razão dos jogos sejam compensadas posteriormente ou incorporadas aos bancos de horas das instituições.</p>
<p>Ao encaminhar o pedido à Febraban, a Contraf-CUT ressaltou ainda que a flexibilização do expediente contribui para o bem-estar dos trabalhadores, fortalece o clima organizacional e pode colaborar para a segurança dos empregados, considerando as alterações na rotina das cidades durante os jogos da Seleção Brasileira.</p>
<p>A Contraf-CUT acompanhará a aplicação das orientações pelos bancos e permanece à disposição para receber eventuais relatos de descumprimento das recomendações divulgadas pela Febraban.</p>
<p><em><strong>Fonte: CONTRAF</strong></em></p>
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	</channel>
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