<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Sem categoria - Sindicato dos Bancários</title>
	<atom:link href="https://bancarios.com.br/category/sem-categoria/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://bancarios.com.br</link>
	<description>Sindicato dos Bancários</description>
	<lastBuildDate>Fri, 26 Jun 2026 13:23:26 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Contraf-CUT e Fenae pedem que a Caixa não cobre compensação de horas nos jogos da Seleção</title>
		<link>https://bancarios.com.br/contraf-cut-e-fenae-pedem-que-a-caixa-nao-cobre-compensacao-de-horas-nos-jogos-da-selecao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:23:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=72586</guid>

					<description><![CDATA[<p>As entidades aguardam um posicionamento oficial do banco Diante da informação da Caixa Econômica Federal sobre a exigências de compensação de horas não trabalhadas durante os jogos da Seleção Brasileira no Mundial de 2026, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) já &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/contraf-cut-e-fenae-pedem-que-a-caixa-nao-cobre-compensacao-de-horas-nos-jogos-da-selecao/">Contraf-CUT e Fenae pedem que a Caixa não cobre compensação de horas nos jogos da Seleção</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>As entidades aguardam um posicionamento oficial do banco</h3>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-72587 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Bola-murcha.jpg" alt="" width="1072" height="598" /></div>
<p>Diante da informação da Caixa Econômica Federal sobre a exigências de compensação de horas não trabalhadas durante os jogos da Seleção Brasileira no Mundial de 2026, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) já solicitaram à Caixa que não realize a cobrança.</p>
<p>“A decisão contraria a expectativa dos empregados e difere da postura adotada por outros bancos, que optaram pelo abono das horas”, destacou o presidente da Fenae, Sergio Takemoto.</p>
<p>As entidades aguardam um posicionamento oficial do banco e seguem acompanhando o tema em defesa dos empregados.</p>
<p>A reivindicação das entidades representativas é que a Caixa adote medida semelhante à de outras instituições financeiras que decidiram liberar os trabalhadores para acompanhar os jogos sem a necessidade de compensação posterior das horas.</p>
<p><b>Fonte: Fenae</b></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/contraf-cut-e-fenae-pedem-que-a-caixa-nao-cobre-compensacao-de-horas-nos-jogos-da-selecao/">Contraf-CUT e Fenae pedem que a Caixa não cobre compensação de horas nos jogos da Seleção</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PEC de “autonomia” do BC ameaça geração de empregos e o crescimento da economia</title>
		<link>https://bancarios.com.br/pec-de-autonomia-do-bc-ameaca-geracao-de-empregos-e-o-crescimento-da-economia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 16:36:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=72446</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 65, aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, nessa quarta-feira (10), e que aguarda análise do plenário da Casa, tem mobilizado críticas de entidades sindicais, economistas  e representantes dos servidores públicos. A medida vai muito além de uma simples mudança administrativa no Banco Central &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/pec-de-autonomia-do-bc-ameaca-geracao-de-empregos-e-o-crescimento-da-economia/">PEC de “autonomia” do BC ameaça geração de empregos e o crescimento da economia</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 65, aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, nessa quarta-feira (10), e que aguarda análise do plenário da Casa, tem mobilizado críticas de entidades sindicais, economistas  e representantes dos servidores públicos.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-72447 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/systemuploadsnewsb19c6797af113ecd337-700x460xfit-75380.jpg" alt="" width="700" height="460" /></p>
<p><strong>A medida vai muito além de uma simples mudança administrativa no Banco Central (BC): ela pode reduzir o controle do Estado sobre uma das instituições mais estratégicas do país, ampliar a influência do mercado financeiro sobre a política monetária e retirar recursos que hoje poderiam ser destinados a políticas públicas.</strong></p>
<p>A vice-presidenta da CUT Nacional e presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, tem manifestado preocupação com os efeitos da proposta sobre a economia e a sociedade. Para ela, os defensores da PEC, que chamam a proposta de autonomia do BC e a defendem como algo positivo, na verdade, querem distanciar o povo brasileiro do verdadeiro significado do que a instituição representa para o país. <em>Veja abaixo a lista dos apoiadores da proposta.</em></p>
<p>“A PEC 65 representa um passo perigoso na transferência de poder das instituições democráticas para o mercado financeiro. Ao ampliar a autonomia administrativa e financeira do Banco Central, a proposta reduz os mecanismos de controle público sobre decisões que impactam diretamente os juros, o crédito, os investimentos e o custo de vida da população”, diz Juvandia.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>Na prática, quem mais sofrerá as consequências serão os trabalhadores, aposentados e pequenos empreendedores, que dependem de uma economia voltada para o desenvolvimento e a geração de empregos</p>
<footer>&#8211; Juvandia Moreira</footer>
</blockquote>
<p>O diretor jurídico da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), Edison Cardoni, também alerta sobre os efeitos negativos para a classe trabalhadora. Na avaliação do dirigente, a consequência prática dessa mudança pode ser sentida diretamente pelos trabalhadores. Isso porque recursos que atualmente retornam para o Estado deixariam de contribuir para o financiamento de programas públicos e para a redução do endividamento nacional.</p>
<p><strong>“A nossa maior despesa é para pagar os juros da dívida pública. Isso tende a piorar com essa PEC 65. Daí então que vai afetar todo mundo, vai afetar todo trabalhador e toda trabalhadora, porque menos recursos existirão para as políticas públicas”, destaca.</strong></p>
<p>A vice-presidenta da CUT reforça que a proposta pode aprofundar desigualdades e reduzir a capacidade do Estado de induzir o crescimento econômico.</p>
<p>“Se aprovada pelo Senado, a PEC 65 poderá consolidar um modelo de gestão econômica cada vez mais distante das necessidades reais do povo brasileiro. Ao fortalecer a influência do sistema financeiro sobre a condução da política monetária, a proposta dificulta a utilização de instrumentos econômicos para estimular o crescimento, reduzir desigualdades e ampliar oportunidades. O resultado pode ser um país com crédito mais caro, menor capacidade de investimento público e menos perspectivas de desenvolvimento social”, avalia Juvandia.</p>
<p><strong>Outro ponto criticado pelos dirigentes sindicais é o de que a discussão tem sido apresentada de forma excessivamente técnica, dificultando a compreensão da população sobre os reais impactos da medida</strong>. A PEC não trata apenas de autonomia administrativa do Banco Central, mas de uma mudança estrutural que altera a relação da instituição com o Estado brasileiro.</p>
<p>“O plano da PEC, trocando em miúdos, é que ela vai retirar dinheiro que o Estado poderia utilizar em políticas públicas e deixar esse dinheiro na mão da direção do Banco Central submetida à uma pressão maior do que ele já sofre hoje do mercado financeiro”, afirma Cardoni.</p>
<p><strong>Debate sobre o Pix</strong></p>
<p>Entre os argumentos utilizados para justificar a aprovação da PEC está a necessidade de garantir recursos para a manutenção de serviços como o Pix. No entanto, essa associação não encontra respaldo técnico.</p>
<p><strong>“Fizeram uma chantagem com o nome do Pix, dizendo que se a PEC não fosse aprovada o sistema estaria em risco. Isso não corresponde à verdade”, explica Cardoni.</strong></p>
<p>Na avaliação do dirigente, a proteção do sistema de pagamentos instantâneos depende de financiamento adequado ao Banco Central, algo que poderia ser garantido sem necessidade de alterar a Constituição. Para ele, a melhor maneira de proteger o Pix é o Banco Central continuar sendo uma autarquia vinculada à administração pública federal e receber os recursos necessários para cumprir suas atribuições.</p>
<p><strong>Disputa sobre o papel do Banco Central</strong></p>
<p>O governo federal apresentou alternativas para resolver eventuais problemas orçamentários da instituição sem promover mudanças estruturais na natureza jurídica do BC. A proposta governamental previa reconhecer um orçamento próprio para o Banco Central, mantendo-o, porém, dentro da administração pública federal. A alternativa não foi aceita pelos defensores da PEC.</p>
<p>“Isso mostra que o problema é muito maior do que simplesmente garantir recursos para o funcionamento da instituição. O Banco Central tem três objetivos: buscar a estabilidade de preços, promover o pleno emprego e contribuir para suavizar crises econômicas. Mas só se fala na primeira atribuição”, diz o diretor jurídico da Condsef.</p>
<p>Para o dirigente, uma instituição excessivamente influenciada pelos interesses do mercado financeiro tende a privilegiar políticas voltadas exclusivamente para o controle inflacionário, deixando em segundo plano preocupações relacionadas ao crescimento econômico e à geração de empregos.</p>
<p>Um dos principais pontos críticos é a tentativa de desvincular o Banco Central da estrutura tradicional da administração pública federal. Atualmente, mesmo com autonomia operacional garantida por lei, o BC continua sendo uma autarquia federal submetida a regras de direito público e a mecanismos de fiscalização e controle institucional.</p>
<p>Segundo Cardoni, o objetivo real da PEC seria aprofundar o afastamento da instituição em relação ao Estado, criando uma estrutura com características inéditas no ordenamento jurídico brasileiro.</p>
<p>“O que eles estão pretendendo, de fato, é cortar a ligação do Banco Central com a Administração Federal, deixando-o exposto à pressão do mercado financeiro”, afirma.</p>
<p><strong>A preocupação decorre do papel central que a instituição exerce na economia brasileira.</strong> <strong>Além de definir e executar a política monetária, o Banco Central fiscaliza instituições financeiras, administra reservas internacionais, regula sistemas de pagamento e atua na estabilidade do sistema financeiro nacional. Concentrar tantas atribuições em uma instituição cada vez mais distante dos mecanismos de controle público representa um risco para o interesse nacional.</strong></p>
<p>“O Banco Central guarda títulos do Tesouro Nacional de valores muito elevados para fazer a política monetária. Dependendo da forma como esses títulos são utilizados, isso gera enormes ganhos para o sistema financeiro. Então a questão central é saber quem controla essa política e quem fiscaliza essas decisões”, observa o dirigente da Condsef.</p>
<p>“Nos Estados Unidos, por exemplo, o banco central tem uma preocupação explícita com o desenvolvimento econômico e com o emprego. Aqui, essas funções acabam sendo esquecidas no debate público”, complementa.</p>
<p><strong>Manifesto de economistas alerta para riscos de fraudes como a do Master</strong></p>
<p>Economistas como Luiz Carlos Bresser-Pereira &#8211; FGV, ex-Ministro da Fazenda; Luiz Gonzaga Belluzzo &#8211; Unicamp, ex-Secretário de política econômica do Ministério da Fazenda e Leda Paulani, professora de economia da USP,emtre outros, assinaram um manifesto contra a PEC 65.</p>
<p>No texto eles explicam que a medida “revela com clareza quem articula e se beneficia da proposta: o sistema financeiro privado. O caso da Emenda 11 (Emenda “Master”) do Senador Ciro Nogueira — que propunha elevar a garantia do FGC de R$ 250 mil para R$ 1 milhão, beneficiando diretamente grandes depositantes do Banco Master — é investigado pela Polícia Federal na Operação Compliance Zero, sob suspeita de que a emenda tenha sido redigida diretamente por uma instituição financeira. Um BCB orçamentariamente autônomo e desvinculado da supervisão parlamentar torna-se, estruturalmente, um regulador mais vulnerável à pressão do setor que regula”.</p>
<p>Outro alerta sobre a “autonomia do BC” é a de que ela pode aumentar a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) ao retirar do Tesouro e das contas públicas uma receita que lhe é de direito: a senhoriagem. Com a PEC, a senhoriagem deixaria de abater a dívida, porque seria entendida como “receita própria” do BC sem obrigatoriedade de transferência para o Estado brasileiro. <strong>Seu valor foi de R$ 210 bilhões de 2017 a 2025, R$ 23,3 bilhões por ano, enquanto a despesa administrativa do BCB é de R$ 4,8 bilhões por ano — ou seja, a senhoriagem equivale a cerca de cinco vezes o que o Banco gasta para funcionar.</strong></p>
<p>A PEC abre espaço legal para a apropriação patrimonialista da senhoriagem e confere imensa frouxidão fiscal ao BC, que contrasta com o corte dos gastos sociais que é exigido pelo mercado financeiro e pelo presidente do BC. Leia o texto completo <a href="https://www.change.org/p/manifesto-contra-a-pec-da-autonomia-financeira-do-banco-central?recruiter=839136883&amp;recruited_by_id=f12defc0-d729-11e7-a274-61e6af1e748a&amp;utm_source=share_petition&amp;utm_campaign=share_petition&amp;utm_term=petition_dashboard_share_modal&amp;utm_medium=copylink&amp;share_id=rTCpv8LWng" target="_blank" rel="noopener"><strong>aqui.</strong></a></p>
<p><strong>Comparações internacionais são contestadas</strong></p>
<p>Os defensores da PEC costumam argumentar que a proposta aproxima o Brasil de modelos internacionais considerados mais modernos. As comparações ignoram diferenças fundamentais entre os sistemas financeiros e institucionais de cada país.</p>
<p>“Eles sempre repetem que ela vai alinhar o Banco Central a práticas modernas internacionais. Nunca demonstraram isso. Ao contrário, os estudos mostram que esse tipo de comparação é extremamente difícil”, explica o dirigente da Condsef.</p>
<p>Cardoni observa que poucos bancos centrais acumulam tantas funções quanto o brasileiro. “Em muitos países, as atividades de fiscalização financeira, administração de reservas e execução da política monetária estão distribuídas entre instituições diferentes. No Brasil, tudo isso está concentrado no Banco Central”, afirma.</p>
<p><strong>Pressa para aprovar</strong></p>
<p>Outro aspecto criticado da proposta é a insistência de seus defensores em acelerar a tramitação da PEC. O texto já passou por diversas reformulações desde sua apresentação, mas que o discurso favorável à aprovação imediata permaneceu o mesmo ao longo de todo o processo.</p>
<p>“Essa versão votada na CCJ é a décima versão da proposta. Desde a primeira, eles dizem que é urgentíssimo aprovar porque o Banco Central ficaria sem recursos. Apesar das mudanças feitas no texto, o discurso continua exatamente o mesmo”, conta Cardoni.</p>
<p>Segundo ele, a pressão pela votação aumentou logo após a aprovação simbólica na CCJ. Parlamentares favoráveis à proposta passaram a defender sua rápida inclusão na pauta do plenário, o que reforçou a preocupação das entidades contrárias ao projeto.</p>
<p>“A votação no plenário do Senado pode ocorrer na próxima semana. A pressão é muito grande. Inclusive, a chantagem é muito grande”, declara.</p>
<p>Embora a autoria formal seja de Vanderlan Cardoso, críticos da PEC afirmam que a proposta foi articulada inicialmente durante a gestão de Roberto Campos Neto, na presidência do BC, e conta com forte apoio de entidades representativas do sistema financeiro, como a Federação Brasileira de Bancos e a Associação Brasileira de Bancos.</p>
<p>O texto recebeu apoio de parlamentares de partidos de direita como PL, PP, União Brasil, Republicanos, Novo e PSD. <strong>Entre os signatários estão Rogério Marinho (PL-RN), Ciro Nogueira (PP-PI), Damares Alves (Republicanos-DF), Eduardo Girão (Novo-CE), Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Sergio Moro (União Brasil-PR), Tereza Cristina (PP-MS) e Hamilton Mourão (Republicanos-RS), entre outros. O relator da proposta na CCJ é Plínio Valério (PSDB-AM).</strong></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/pec-de-autonomia-do-bc-ameaca-geracao-de-empregos-e-o-crescimento-da-economia/">PEC de “autonomia” do BC ameaça geração de empregos e o crescimento da economia</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Febraban atende pedido da Contraf-CUT e orienta bancos a liberar empregados durante jogos do Brasil na Copa</title>
		<link>https://bancarios.com.br/febraban-atende-pedido-da-contraf-cut-e-orienta-bancos-a-liberar-empregados-durante-jogos-do-brasil-na-copa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 15:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=72440</guid>

					<description><![CDATA[<p>Federação também recomenda ajustes nos horários de funcionamento das agências e garante medidas para trabalhadores presenciais e em teletrabalho A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) atendeu à solicitação apresentada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e orientou os bancos a adotarem medidas que permitam aos empregados e empregadas bancárias acompanhar os jogos &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/febraban-atende-pedido-da-contraf-cut-e-orienta-bancos-a-liberar-empregados-durante-jogos-do-brasil-na-copa/">Febraban atende pedido da Contraf-CUT e orienta bancos a liberar empregados durante jogos do Brasil na Copa</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="news-details__intro-text">
<h3>Federação também recomenda ajustes nos horários de funcionamento das agências e garante medidas para trabalhadores presenciais e em teletrabalho</h3>
</div>
<div class="news-details__image"><img loading="lazy" class="alignnone wp-image-72441 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Horario-dos-bancos-na-Copa-_1_.jpg" alt="" width="1072" height="598" /></div>
<p>A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) atendeu à solicitação apresentada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e orientou os bancos a adotarem medidas que permitam aos empregados e empregadas bancárias acompanhar os jogos da Seleção Brasileira masculina durante a Copa do Mundo de 2026. A decisão foi formalizada por meio do Comunicado FB-038/2026, divulgado nesta quinta-feira (11).</p>
<p>O comunicado da Febraban é uma resposta ao ofício encaminhado pela Contraf-CUT no último dia 9 de junho, no qual a entidade solicitou a liberação dos trabalhadores nos dias de jogos da Seleção Brasileira, além da adequação dos horários de expediente das instituições financeiras. No documento, a Contraf-CUT destacou a relevância social e cultural da Copa do Mundo para a população brasileira e lembrou que, historicamente, empresas e órgãos públicos costumam adotar medidas de flexibilização da jornada durante o torneio.</p>
<p>Para a presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, a resposta da Febraban demonstra sensibilidade diante de uma demanda legítima da categoria. “A Copa do Mundo é um evento que mobiliza milhões de brasileiros e brasileiras. A decisão da Febraban atende uma reivindicação da Contraf-CUT e reconhece a importância de garantir que os trabalhadores possam acompanhar os jogos da Seleção sem prejuízo aos seus direitos e à prestação dos serviços bancários à população”, afirmou.</p>
<h2><strong>Atenção ao horário bancário</strong></h2>
<p>Pelas orientações encaminhadas aos bancos, nos dias em que os jogos da Seleção Brasileira começarem às 14h, as agências deverão funcionar das 9h às 12h. Quando as partidas tiverem início às 16h, o atendimento ocorrerá das 10h às 14h. Já nos jogos marcados para as 17h, as agências abrirão às 10h e fecharão às 15h.</p>
<p>O comunicado também trata dos aspectos relacionados aos trabalhadores. Para os empregados que atuam em agências e postos de atendimento, a recomendação é que sejam dispensados do trabalho com antecedência mínima de uma hora em relação ao início das partidas.</p>
<p>No caso dos trabalhadores em teletrabalho, a Febraban orienta que seja assegurado o direito à desconexão entre, no mínimo, 30 minutos antes do início dos jogos e até 15 minutos após o término das partidas. Para aqueles que estiverem escalados para atividades presenciais nos dias de jogos, os bancos poderão, quando possível, transferi-los para o regime de teletrabalho ou aplicar a mesma regra de liberação antecipada prevista para os empregados das agências.</p>
<p>A entidade patronal também recomenda que as horas não trabalhadas em razão dos jogos sejam compensadas posteriormente ou incorporadas aos bancos de horas das instituições.</p>
<p>Ao encaminhar o pedido à Febraban, a Contraf-CUT ressaltou ainda que a flexibilização do expediente contribui para o bem-estar dos trabalhadores, fortalece o clima organizacional e pode colaborar para a segurança dos empregados, considerando as alterações na rotina das cidades durante os jogos da Seleção Brasileira.</p>
<p>A Contraf-CUT acompanhará a aplicação das orientações pelos bancos e permanece à disposição para receber eventuais relatos de descumprimento das recomendações divulgadas pela Febraban.</p>
<p><em><strong>Fonte: CONTRAF</strong></em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/febraban-atende-pedido-da-contraf-cut-e-orienta-bancos-a-liberar-empregados-durante-jogos-do-brasil-na-copa/">Febraban atende pedido da Contraf-CUT e orienta bancos a liberar empregados durante jogos do Brasil na Copa</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ações judiciais cobram da CEF, Bradesco, Itaú e Santander direitos desrespeitados pelos bancos</title>
		<link>https://bancarios.com.br/acoes-judiciais-cobram-da-cef-bradesco-itau-e-santander-direitos-desrespeitados-pelos-bancos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 14:36:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=72411</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; A diretoria Jurídica do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, atuando em conjunto com o escritório conveniado Higino &#38; Amazonas, participou nesta semana de várias audiências para garantir o cumprimento da CLT e da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) para filiadas e filiados à entidade. No último dia 3, foi realizada &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/acoes-judiciais-cobram-da-cef-bradesco-itau-e-santander-direitos-desrespeitados-pelos-bancos/">Ações judiciais cobram da CEF, Bradesco, Itaú e Santander direitos desrespeitados pelos bancos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-72424 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/justica-1.webp" alt="" width="900" height="600" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A diretoria Jurídica do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, atuando em conjunto com o escritório conveniado Higino &amp; Amazonas, participou nesta semana de várias audiências para garantir o cumprimento da CLT e da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) para filiadas e filiados à entidade.</p>
<p>No último dia 3, foi realizada uma audiência referente à ação que reivindica o direito ao intervalo de 10 minutos a cada 50 minutos trabalhados para os tesoureiros da Caixa Econômica Federal.</p>
<p>Na mesma data, ocorreu ato processual relacionado ao processo que pleiteia o pagamento de ajuda de custo aos trabalhadores do Santander que desempenham atividades de tesoureiro, mas não recebem a verba correspondente.</p>
<p>Nesta quarta-feira (10), serão realizadas novas sessões judiciais envolvendo ações semelhantes contra o Itaú e o Bradesco. Os processos buscam assegurar o pagamento da ajuda de custo aos empregados que exercem a função de tesoureiro sem o devido reconhecimento financeiro.</p>
<p>O Sindicato reafirma seu compromisso com a defesa dos direitos da categoria bancária e segue acompanhando as ações já existentes e ingressando com novas ações sempre que necessário para garantir condições dignas de trabalho e o cumprimento das obrigações por parte das instituições financeiras.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/acoes-judiciais-cobram-da-cef-bradesco-itau-e-santander-direitos-desrespeitados-pelos-bancos/">Ações judiciais cobram da CEF, Bradesco, Itaú e Santander direitos desrespeitados pelos bancos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Senado derruba proteção a meninas vítimas de violência sexual</title>
		<link>https://bancarios.com.br/senado-derruba-protecao-a-meninas-vitimas-de-violencia-sexual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 15:44:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=72385</guid>

					<description><![CDATA[<p>Relatado por Damares Alves, projeto aprovado em votação relâmpago derruba diretrizes nacionais para o atendimento de crianças vítimas de violência sexual; entidades apontam retrocesso na rede de proteção Em uma votação que durou apenas um minuto e quarenta e dois segundos, o Senado retirou do ordenamento uma das principais referências nacionais para o atendimento de &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/senado-derruba-protecao-a-meninas-vitimas-de-violencia-sexual/">Senado derruba proteção a meninas vítimas de violência sexual</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="row row-small">
<div id="single-the-title" class="column large-12 small-12 text-center mt-30">
<h3>Relatado por Damares Alves, projeto aprovado em votação relâmpago derruba diretrizes nacionais para o atendimento de crianças vítimas de violência sexual; entidades apontam retrocesso na rede de proteção</h3>
<figure id="attachment_72386" aria-describedby="caption-attachment-72386" style="width: 799px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-72386 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Foto-Saulo-CruzAgencia-Senado.jpg" alt="" width="799" height="533" /><figcaption id="caption-attachment-72386" class="wp-caption-text">Foto Saulo CruzAgência Senado</figcaption></figure>
</div>
</div>
<p>Em uma votação que durou apenas um minuto e quarenta e dois segundos, o Senado retirou do ordenamento uma das principais referências nacionais para o atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual. A medida suspende a Resolução 258/2024 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), norma que orientava o acolhimento dessas vítimas na rede pública, estabelecia mecanismos para evitar sua revitimização e garantia acesso a direitos já previstos na legislação, <strong>incluindo a interrupção legal da gravidez nos casos autorizados por lei.</strong></p>
<p>Relatado pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF), o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 3/2025 avançou rapidamente pelo Congresso. Depois de receber parecer favorável na Comissão de Direitos Humanos (CDH), foi levado ao plenário e aprovado em votação simbólica, sem registro nominal dos votos dos parlamentares. Por se tratar de um decreto legislativo, a medida não depende de sanção presidencial e entra em vigor após sua promulgação pelo Congresso Nacional.</p>
<p>A resolução derrubada havia sido aprovada pelo Conanda em dezembro de 2024 com o objetivo de organizar o atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual em todo o país. Entre outros pontos, previa protocolos de escuta especializada, atendimento humanizado nos serviços de saúde, prevenção da violência institucional e acesso rápido a serviços previstos em lei para meninas e adolescentes submetidas a estupro.</p>
<p>Embora os defensores da proposta sustentem que o conselho extrapolou suas atribuições ao regulamentar temas que deveriam ser tratados pelo Congresso, a decisão provocou reação de organizações de direitos humanos, profissionais da saúde e parlamentares do campo progressista. Para esses setores, a suspensão da norma enfraquece parâmetros nacionais construídos para proteger vítimas de violência sexual e reacende uma disputa mais ampla sobre os direitos da infância e a autonomia de meninas e adolescentes diante de situações de extrema vulnerabilidade.</p>
<p><strong>Ponto central da disputa</strong></p>
<p>A principal controvérsia em torno da Resolução 258 envolvia a participação de pais e responsáveis legais em decisões relacionadas ao atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual. O texto estabelecia que a vítima deveria receber informações sobre seus direitos e sobre os serviços disponíveis mesmo na ausência dos responsáveis.</p>
<p>A norma também previa que, em situações excepcionais, profissionais da rede de proteção poderiam avaliar a necessidade de acionar outros órgãos do Sistema de Garantia de Direitos antes de comunicar a família. A medida buscava responder a situações em que a própria família não representa um ambiente seguro para a vítima, seja por envolvimento direto na violência ou pela possibilidade de constrangimentos e pressões que dificultem o acesso ao atendimento e aos direitos previstos em lei.</p>
<p>Foi justamente esse dispositivo que concentrou as críticas de parlamentares conservadores e acabou se tornando o principal argumento utilizado para sustentar a derrubada da resolução.</p>
<p><strong>Argumentos da relatora</strong></p>
<p>A participação de pais e responsáveis nos casos de violência sexual contra crianças e adolescentes tornou-se o principal ponto de disputa em torno da Resolução 258. Relatora do projeto que suspendeu a norma, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) argumentou que o Conanda extrapolou suas atribuições ao regulamentar procedimentos relacionados ao atendimento dessas vítimas.</p>
<p>Para a parlamentar, temas como a interrupção legal da gravidez e a participação dos responsáveis legais deveriam ser disciplinados pelo Congresso Nacional, e não por uma resolução do conselho. Segundo Damares, a norma relativizava prerrogativas da família ao admitir situações em que o atendimento à vítima pudesse ocorrer sem a participação imediata dos responsáveis.</p>
<p>Durante a tramitação do projeto, a senadora defendeu que a proteção integral da criança pressupõe o envolvimento da família nos procedimentos de atendimento. Entidades que atuam na defesa dos direitos da infância observam, por outro lado, que a resolução foi construída justamente para responder a situações em que a família não representa um espaço de proteção, garantindo que crianças e adolescentes tenham acesso a direitos já previstos em lei mesmo quando os responsáveis estejam ausentes, sejam omissos ou integrem o próprio contexto de violência.</p>
<p><strong>Governo vê retrocesso</strong></p>
<p>A decisão foi criticada pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. Em nota, a ministra Janine Mello afirmou que a medida caminha na “contramão” dos esforços realizados pelo governo federal, pelos conselhos participativos e por entidades da sociedade civil para fortalecer a proteção de crianças e adolescentes.</p>
<p>Segundo a ministra, a resolução tinha como principal objetivo qualificar, organizar e padronizar os fluxos de atendimento a vítimas de violência sexual, assegurando a efetivação de direitos já reconhecidos pelo ordenamento jurídico brasileiro.</p>
<p>A pasta destacou que os direitos garantidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e pela legislação referente ao aborto legal permanecem em vigor. Ainda assim, avaliou que a retirada das diretrizes nacionais <strong>pode comprometer a uniformidade dos atendimentos prestados pela rede de proteção.</strong></p>
<p>“Seguiremos trabalhando para continuar enfrentando, com rigor, aqueles que abusam e exploram sexualmente as crianças brasileiras, sem deixar de garantir o devido atendimento e acolhimento a todas as crianças e adolescentes vítimas de violência sexual no Brasil”, finalizou a ministra.</p>
<p><strong>Plenário vazio</strong></p>
<p>A aprovação do projeto provocou reações entre parlamentares do campo progressista. Em publicação nas redes sociais, a deputada federal Daiana Santos (PCdoB-RS) criticou a rapidez da votação e afirmou que a medida enfraquece a proteção de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual.</p>
<p>“O Senado aprovou o PDL 3/2025 em menos de dois minutos, com o plenário praticamente vazio. Um projeto cruel que dificulta o acesso de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual ao aborto legal, garantido por lei”, escreveu.</p>
<p>Para a parlamentar, a decisão reflete uma opção política de setores conservadores do Congresso. Daiana sustentou que a suspensão da resolução enfraquece mecanismos construídos para acolher vítimas de violência sexual e amplia obstáculos ao acesso a direitos já garantidos pela legislação brasileira.</p>
<p>“Em vez de fortalecer a rede de proteção, escolheram atacar direitos e criar mais barreiras para meninas que já enfrentam uma das formas mais cruéis de violência”, afirmou.</p>
<p><strong>Direitos em disputa</strong></p>
<p>Os números ajudam a dimensionar o alcance da decisão tomada pelo Senado. Em 2024, o Brasil registrou 87.545 casos de estupro e estupro de vulnerável, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Entre as vítimas menores de 14 anos, 88% eram meninas.</p>
<p>A violência também se reflete nos índices de gravidez infantil. Levantamento citado pela Agência Brasil aponta que cerca de 11,6 mil meninas menores de 14 anos dão à luz todos os anos após terem sido vítimas de violência sexual. Pela legislação brasileira, qualquer relação sexual com crianças dessa faixa etária configura estupro de vulnerável.</p>
<p>É nesse cenário que organizações de direitos humanos, especialistas e parlamentares situam a derrubada da Resolução 258. Embora o aborto legal permaneça garantido pela legislação brasileira, entidades da área avaliam que a retirada de diretrizes nacionais pode dificultar o acesso de vítimas a atendimento, informação e proteção em uma rede que já opera de forma desigual pelo país.</p>
<p>A disputa travada no Senado ultrapassa, portanto, uma discussão sobre as atribuições do Conanda. O que está em jogo são as condições concretas de acesso à proteção e aos direitos de milhares de meninas que, todos os anos, chegam aos serviços públicos após sofrer violência sexual.</p>
<p><em><strong>Fonte: Vermelho</strong></em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/senado-derruba-protecao-a-meninas-vitimas-de-violencia-sexual/">Senado derruba proteção a meninas vítimas de violência sexual</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>“Traição ao Brasil” estoura nas redes contra Flávio Bolsonaro</title>
		<link>https://bancarios.com.br/traicao-ao-brasil-estoura-nas-redes-contra-flavio-bolsonaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 15:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=72381</guid>

					<description><![CDATA[<p>Monitoramento da AtivaWeb registrou 15 milhões de interações, com 78% de rejeição a Trump e aos Bolsonaros após proposta de novo tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros A narrativa de “traição ao Brasil” explodiu nas redes sociais nesta terça-feira (2) após o governo de Donald Trump propor um novo tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/traicao-ao-brasil-estoura-nas-redes-contra-flavio-bolsonaro/">“Traição ao Brasil” estoura nas redes contra Flávio Bolsonaro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="row row-small">
<div id="single-the-title" class="column large-12 small-12 text-center mt-30">
<h3>Monitoramento da AtivaWeb registrou 15 milhões de interações, com 78% de rejeição a Trump e aos Bolsonaros após proposta de novo tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros</h3>
</div>
</div>
<figure id="attachment_72383" aria-describedby="caption-attachment-72383" style="width: 1200px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" class="wp-image-72383 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Flavioo-Bolsonaro.webp" alt="" width="1200" height="676" /><figcaption id="caption-attachment-72383" class="wp-caption-text">Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) | Foto: Andressa Anholete/Agência Senado</figcaption></figure>
<p>A narrativa de “traição ao Brasil” explodiu nas redes sociais nesta terça-feira (2) após o governo de Donald Trump propor um novo tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros — e a opinião pública apontar o dedo para Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Um monitoramento da empresa AtivaWeb Datalab registrou 15 milhões de interações sobre o tema até o fim da tarde, com esmagadores 78% de sentimento negativo direcionado a Trump e à família Bolsonaro.</p>
<p>O gatilho foi a conclusão da investigação da Seção 301 pelo governo norte-americano, que aponta supostas práticas comerciais injustas do Brasil e coloca na mira, entre outros, o Pix — sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central brasileiro. Nas primeiras cinco horas após o anúncio, a AtivaWeb já contabilizava 8,6 milhões de menções ao tema. Três horas depois, o número quase dobrou.</p>
<p><strong>“Tariflávio” nos trending topics</strong></p>
<p>O PT não perdeu tempo. O secretário nacional de comunicação do partido, Éden Valadares, cunhou o apelido “Tariflávio” para associar Flávio Bolsonaro à autoria política do novo tarifaço americano. O epíteto colou rapidamente nas redes e entrou para os trending topics (tópicos de tendência) do <em>X</em> ainda na tarde desta terça (2) — onde permanecia na manhã desta quarta-feira (3). O incômodo no entorno do senador foi imediato, e ele corre para tentar se descolar da medida do governo Trump.</p>
<p><strong>Visita à Casa Branca na mira</strong></p>
<p>O estopim da indignação popular foi a proximidade temporal entre o tarifaço e a visita de Flávio Bolsonaro à Casa Branca na semana anterior, quando o senador se reuniu com o secretário de Estado Marco Rubio e com o próprio Trump. Para milhões de brasileiros nas redes, a sequência de eventos não pareceu coincidência.</p>
<p>O presidente Lula (PT) foi direto em discurso realizado em Catalão (GO). Chamou Flávio de “traidor da pátria” e “imbecil”, acusando-o de ter pedido interferência estrangeira nas eleições brasileiras. “Foram pedir para que um país estrangeiro se intrometesse nas decisões brasileiras. São traidores”, afirmou o presidente.</p>
<p>Lula ainda lembrou um episódio de julho de 2025, quando Trump aplicou tarifas ao Brasil pela primeira vez e Flávio celebrou publicamente: “No dia 9 de julho de 2025, no dia que o Trump nos puniu, ele disse: ‘Obrigado Trump, faça o Brasil livre de novo.&#8217;”</p>
<p><strong>Soberania une o Brasil</strong></p>
<p>Outro dado do monitoramento da AtivaWeb diz respeito à defesa da soberania nacional, tema que obteve 74,2% de sentimento positivo e foi o único bloco narrativo a gerar consenso amplo, superando as divisões partidárias. “O tema transcendeu o debate partidário e conectou eleitores de diferentes espectros políticos em torno de um ideal comum”, aponta a análise da empresa.</p>
<p>Já entre as interações sobre os irmãos Flávio e Eduardo Bolsonaro, 69% foram de sentimento negativo, reflexo da “rejeição à percepção de conspiração e traição aos interesses nacionais”, segundo a AtivaWeb. Trump também não saiu ileso: a rejeição ao presidente americano chegou a 62,9%, especialmente quando o debate destacou os impactos econômicos e políticos da medida para o Brasil.</p>
<p><strong>Flávio nega e recua</strong></p>
<p>Diante da avalanche de críticas, Flávio Bolsonaro recuou. O senador afirmou ter pedido “expressamente” a Trump que não aplicasse novas tarifas sobre empresas brasileiras e negou as acusações de Lula. A versão, no entanto, chegou depois da repercussão negativa já instalada e não convenceu a maioria das redes.</p>
<p>Lula foi categórico ao avaliar a postura do senador: “Esse cidadão hoje aparece na imprensa dizendo ‘eu não falei nada’. Todo covarde é assim, fala a merda que fala, depois não tem coragem de assumir o que fala e fica tentando mentir.”</p>
<p>O próximo passo no sentido tarifário é a abertura de consulta pública pelo Escritório de Comércio da Casa Branca para que o setor privado se manifeste antes da publicação do relatório definitivo, prevista para até 15 de julho. A decisão final sobre aplicar ou não as tarifas ficam a cargo do próprio Trump.</p>
<p>__<br />
<em>Fonte: Vermelho, com informações de agências</em></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/traicao-ao-brasil-estoura-nas-redes-contra-flavio-bolsonaro/">“Traição ao Brasil” estoura nas redes contra Flávio Bolsonaro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Forró dos Bancários abre vendas para o público geral na próxima segunda (18)</title>
		<link>https://bancarios.com.br/forro-dos-bancarios-abre-vendas-para-o-publico-geral-na-proxima-segunda-18/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 17:13:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=72251</guid>

					<description><![CDATA[<p>A partir da próxima segunda-feira (18), começa a venda de mesas e ingressos para o público geral no Forró dos Bancários. A festa segue valorizando quem constrói diariamente a história da entidade e, por duas semanas, a oferta de mesas ocorreu exclusivamente para as filiadas e os filiados. Desta forma, praticamente 90% dos assentos disponíveis &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/forro-dos-bancarios-abre-vendas-para-o-publico-geral-na-proxima-segunda-18/">Forró dos Bancários abre vendas para o público geral na próxima segunda (18)</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-72214 size-large" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-29-at-14.38.58-1024x1024.jpeg" alt="" width="618" height="618" /></p>
<p>A partir da próxima segunda-feira (18), começa a venda de mesas e ingressos para o público geral no Forró dos Bancários.</p>
<p>A festa segue valorizando quem constrói diariamente a história da entidade e, por duas semanas, a oferta de mesas ocorreu exclusivamente para as filiadas e os filiados. Desta forma, praticamente 90% dos assentos disponíveis já foram vendidos.</p>
<p>Para sindicalizados, as mesas custam R$ 250 cada, com limite de até três unidades por pessoa. Já o público geral poderá adquirir mesas por R$ 400 cada, conforme disponibilidade. Ingressos individuais estarão à venda por R$ 100 cada.</p>
<p>Vale destacar que a entrada de filiados e seus dependentes é totalmente gratuita.</p>
<p>A 37ª edição do Forró dos Bancários acontece no dia 23 de maio, a partir das 21h, na Arena Miraflores.</p>
<p>Este ano, a animação ficará por conta de grandes atrações: Waldonys, Rony Barbosa e Homens de Cabaré sobem ao palco trazendo diferentes estilos do autêntico forró para agradar todos os públicos. Nos intervalos, o arrasta-pé continua com o Trio Carlão dos Oito Baixos.</p>
<p>E, como toda grande festa junina pede, o evento contará com comidas e bebidas típicas à vontade, garantindo uma experiência completa — do primeiro acorde ao último passo de dança.</p>
<p>Mais do que uma festa, o Forró dos Bancários é um encontro de gerações, uma celebração da cultura nordestina e um convite para viver uma noite especial ao som do verdadeiro forró.</p>
<p>Vem que aqui tem forró para todo mundo!</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/forro-dos-bancarios-abre-vendas-para-o-publico-geral-na-proxima-segunda-18/">Forró dos Bancários abre vendas para o público geral na próxima segunda (18)</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Eleições PREVI começam hoje, SEEB/VCR apoia a chapa 2</title>
		<link>https://bancarios.com.br/eleicoes-previ-comecam-hoje-seeb-vcr-apoia-a-chapa-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 12:59:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=72067</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 13 e 27 de abril, as associadas e associados da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) irão eleger os representantes para a próxima Diretoria Executiva, Conselho Deliberativo, Conselho Fiscal e Conselho Consultivo da entidade. O Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região apoia a Chapa 2: &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/eleicoes-previ-comecam-hoje-seeb-vcr-apoia-a-chapa-2/">Eleições PREVI começam hoje, SEEB/VCR apoia a chapa 2</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="wp-image-72068 alignleft" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-09.20.07-773x1024.jpeg" alt="" width="360" height="477" /></p>
<p>Entre os dias 13 e 27 de abril, as associadas e associados da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) irão eleger os representantes para a próxima Diretoria Executiva, Conselho Deliberativo, Conselho Fiscal e Conselho Consultivo da entidade. O Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região apoia a Chapa 2: Previ para os associados.</p>
<p>Para a vice-presidente do sindicato SEEB/VCR, Carla Saúde, a chapa 2 é a que melhor representa uma gestão responsável e com interesse real nos associados e associadas. &#8220;Considerando o resultado feito pela gestão no ano de 2025, que reafirma a solidez da PREVI, maior fundo de pensão do país. Acreditamos que a chapa 2 se apresenta como a melhor opção para dar continuidade ao trabalho que vem sendo realizado, com equilíbrio e confiabilidade para manter a estabilidade e rentabilidade dos ativos, preservando o futuro da caixa de previdência das funcionárias e funcionários&#8221;, afirma a vice-presidente.</p>
<p>Esta eleição visa escolher a gestão que irá atuar no quadriênio 2026-2030, iniciando suas atividades a partir do dia 1º de junho de 2026 e encerrando no dia 2 de junho de 2030. Não deixe de votar, o seu voto faz toda a diferença!</p>
<p><strong>Veja como votar:</strong></p>
<p><strong>Funcionários e estatutários do Banco do Brasil, em atividade, cedidos ou adidos:</strong></p>
<ul>
<li>Site da Previ</li>
<li>Aplicativo Previ</li>
<li>Terminais de autoatendimento (TAA) do Banco do Brasil</li>
<li>Terminais SiSBB</li>
</ul>
<p><strong>Aposentados, pensionistas e demais participantes:</strong></p>
<ul>
<li>Site da Previ</li>
<li>Aplicativo Previ</li>
<li>Terminais de autoatendimento do Banco do Brasil</li>
</ul>
<p><strong>Confira os candidatos da Chapa 2 – Previ para os Associados:</strong></p>
<p><strong>Diretoria</strong><br />
Diretoria de Administração: Alencar Rodrigues Ferreira Junior<br />
Diretoria de Planejamento: Lissane Pereira Holanda</p>
<p><strong>Conselho Deliberativo</strong><br />
Titular: Carlos Alberto Guimarães de Sousa<br />
Suplente: Fátima Suzana Marsaro</p>
<p><strong>Conselho Fiscal</strong><br />
Titular: Carlos Eduardo Bezerra Marques<br />
Suplente: Waldyr Peixoto Filho</p>
<p><strong>Conselho Consultivo – Plano de Benefícios 1</strong><br />
Titular: Haroldo do Rosário Vieira<br />
Suplente: Ivanilson Batista Luz</p>
<p>Titular: Edson Branco da Cruz Filho<br />
Suplente: Nadja Maria Santana da Silva</p>
<p><strong>Conselho Consultivo – Previ Futuro</strong><br />
Titular: Karla Roberta Revert Mota<br />
Suplente: Laurito Porto de Lira Filho</p>
<p>Titular: Samuel Bastos Macedo<br />
Suplente: Leonardo Imbiriba Diniz</p>
<p><a href="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Propostas-Chapa-2-PREVI.pdf">Clique aqui e confira as propostas da Chapa 2. </a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/eleicoes-previ-comecam-hoje-seeb-vcr-apoia-a-chapa-2/">Eleições PREVI começam hoje, SEEB/VCR apoia a chapa 2</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Saiu o resultado das eleições na Funcef</title>
		<link>https://bancarios.com.br/saiu-o-resultado-das-eleicoes-na-funcef/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 12:56:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=72065</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Fundação dos Economiários Federais (Funcef) divulgou na noite desta quinta-feira (9/4) o resultado das eleições para a Diretoria de Benefícios, o Conselho Deliberativo e o Conselho Fiscal. Ao todo, 46.490 votantes participaram do segundo turno das eleições que encerradas às 18h. Na disputa para a Diretoria de Benefícios, Heitor Menegale (101) foi eleito com &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/saiu-o-resultado-das-eleicoes-na-funcef/">Saiu o resultado das eleições na Funcef</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação dos Economiários Federais (Funcef) divulgou na noite desta quinta-feira (9/4) o resultado das eleições para a Diretoria de Benefícios, o Conselho Deliberativo e o Conselho Fiscal. Ao todo, 46.490 votantes participaram do segundo turno das eleições que encerradas às 18h.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter" src="https://feebbase.com.br/site/images/2026/2_eleicoes_funcef_2026__3daf7.jpg" alt="2 eleicoes funcef 2026 3daf7" width="542" height="302" /></p>
<p>Na disputa para a Diretoria de Benefícios, Heitor Menegale (101) foi eleito com 24.565 votos, o que corresponde a 53,91% dos votos válidos. O candidato Jair Ferreira (100) recebeu 20.999 votos, somando 46,09% dos votos válidos.</p>
<p><b>Conselhos</b></p>
<p><b> </b>Para o Conselho Deliberativo, que possui duas vagas, foram eleitas: a Chapa 201 – Pedro Sérgio dos Santos Barbosa (titular) e Maristela Nassar Meireles Guerreiro (suplente), que obteve 31.945 votos (38,57% dos votos válidos); e a Chapa 200 – Naiara Machado da Silva (titular) e Anabele Cristina Silva (suplente), com 29.822 votos (36,01%).</p>
<p>A chapa 300 – Selim Oliveira (titular) e Ana Carolina Melo (suplente) recebeu 21.058 votos, equivalente a 25,42%, e não foi eleita.</p>
<p>Na eleição para o Conselho Fiscal a chapa vencedora foi a 301 – Mizuki Toshio Mitie (titular) e Marcelo Quevedo do Amaral (suplente), que conquistaram 27.163 votos, ou 60,63% dos votos válidos. A chapa 300 – Jesse Krieger (titular) e João Henrique Delibaldo (suplente) obteve 17.711 votos, equivalente a 39,47%.</p>
<p>A Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe parabeniza os candidato eleitos, desejando que desempenhem um excelente trabalho para proteger a Funcef e os seus participantes.</p>
<p>Fonte: FEEB BA/SE</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/saiu-o-resultado-das-eleicoes-na-funcef/">Saiu o resultado das eleições na Funcef</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bradesco disponibiliza contracheque por meio do site e autoatendimento. Confira como acessar.</title>
		<link>https://bancarios.com.br/bradesco-disponibiliza-contracheque-por-meio-do-site-e-autoatendimento-confira-como-acessar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 13:22:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://bancarios.com.br/?p=71692</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em meio às tarefas diárias e às distrações da vida contemporânea, algumas rotinas acabam sendo negligenciadas, a exemplo do arquivamento dos contracheques. Contudo, esse hábito pode fazer diferença na sua vida. O documento, também chamado de holerite, é o comprovante mensal de pagamento do salário emitido pela empresa, detalhando quanto você recebeu (valor bruto e &#8230;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/bradesco-disponibiliza-contracheque-por-meio-do-site-e-autoatendimento-confira-como-acessar/">Bradesco disponibiliza contracheque por meio do site e autoatendimento. Confira como acessar.</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="aligncenter wp-image-71694 size-full" src="https://bancarios.com.br/wp-content/uploads/2026/03/contracheque.webp" alt="" width="900" height="465" /></p>
<p>Em meio às tarefas diárias e às distrações da vida contemporânea, algumas rotinas acabam sendo negligenciadas, a exemplo do arquivamento dos contracheques. Contudo, esse hábito pode fazer diferença na sua vida.</p>
<p>O documento, também chamado de holerite, é o comprovante mensal de pagamento do salário emitido pela empresa, detalhando quanto você recebeu (valor bruto e líquido), os descontos (como INSS e imposto de renda), adicionais, horas extras e outras verbas, seu cargo e período de pagamento.</p>
<p>O Bradesco, a partir deste ano, passou a disponibilizar os comprovantes salariais pelo internet banking, nos caixas eletrônicos e nos terminais Banco24horas. Saiba como acessar:</p>
<p><strong>&#8211; Internet Banking no computador: selecione ‘Mais Opções’ &gt; Outros Serviços &gt; Documentos &gt; Comprovante salarial;</strong></p>
<p><strong>&#8211; Caixas Eletrônicos Bradesco e Banco 24Horas: selecione ‘Mais Opções’ &gt; Outros Serviços &gt; Documentos &gt; Comprovante salarial.</strong></p>
<p>É fundamental que o trabalhador revise o que está descrito, conferindo se a remuneração foi paga corretamente, pois o contracheque é uma prova documental em eventuais ações trabalhistas, caso haja erros de pagamento ou descontos indevidos.</p>
<p>Por este motivo, advogados recomendam manter seus holerites arquivados por um período de, no mínimo, cinco anos, em razão da prescrição quinquenal &#8211; que é o prazo contado retroativamente à data de entrada de uma ação na justiça.</p>
<p>A orientação do Sindicato é para que os colegas imprimam e arquivem em casa o documento. Guardar corretamente os seus contracheques é um ato simples e repetitivo, mas extremamente importante para a proteção dos seus direitos trabalhistas.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br/bradesco-disponibiliza-contracheque-por-meio-do-site-e-autoatendimento-confira-como-acessar/">Bradesco disponibiliza contracheque por meio do site e autoatendimento. Confira como acessar.</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://bancarios.com.br">Sindicato dos Bancários</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
