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Pequeno avanço na negociação sobre o Saúde Caixa

Em rodada de negociação com a Comissão Executiva dos Empregados (CEE) sobre o Saúde Caixa, nesta sexta-feira (3/9), a direção da Caixa recuou e aceitou a proposta de manter o custeio do plano na proporção de 70% dos custos financiados pela empresa e 30% pelos empregados. No entanto, mantém a disposição de limitar os gastos ao teto de 6,5%, como está no Estatuto.

Os representantes da Caixa apresentaram ainda alguns números, indicando que o Saúde Caixa está deficitário. A CEE vai submeter os dados à assessoria atuarial contratada para o debate sobre o plano, para poder se posicionar sobre o assunto na nova rodada de negociação sobre o tema, que acontecerá na próxima quarta-feira, 8 de setembro.

Na reunião, a CEE abordou também outros temas que afligem os empregados da Caixa e ficou definido que haverá também uma reunião específica para tratar desses assuntos.

“A nossa vitória com a aprovação do PDL 342 levou a Caixa a aceitar o custeio na proporção 70 x 30. Mas, ainda temos muito que pressionar para garantir que o modelo de custeio se mantenha, respeitando o mutualismo, o pacto intergeracional e a solidariedade”, destacou Emanoel Souza, secretário Geral da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe e integrante da CEE Caixa.

Fim da CGPAR 23

O recuo da Caixa se deu após o Senado aprovar o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 342/2021, que susta os efeitos da resolução 23 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR), que colocava em risco a assistência à saúde dos empregados das empresas estatais federais.

Esta foi uma vitória importante para os bancários da Caixa, conquistado após muita mobilização das entidades representativas da categoria.

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