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Economia

Portaria do governo aumenta salário de Bolsonaro e ministros militares em até 69%

Regra editada pela pasta de Paulo Guedes permite que presidente, vice e militares titulares dos ministérios ultrapassem o limite constitucional, abrindo espaço para os aumentos “Veja um servidor na Noruega, na Suécia. Ele anda de metrô, às vezes de bicicleta. Ele não tem vinte automóveis.” Esse foi um dos argumentos que o ministro da Economia Paulo Guedes usou na terça-feira (11), em audiência pública na Câmara dos Deputados, para defender a reforma administrativa. Sugeria, com isso, a necessidade de acabar com “marajás” do funcionalismo público. O que ele não disse é que sua pasta havia publicado três dias antes uma …

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Disparada de preços dos alimentos e do gás é responsabilidade do governo

Boletim do IBGE mostra que fim do estoque regulador de alimentos e as políticas de exportação do agronegócio e de preços da Petrobras, incentivam aumentos da comida e do gás de cozinha, revela estudo do DIEESE Está cada vez mais difícil para o trabalhador e a trabalhadora colocar um prato cheio de comida à mesa de suas famílias. O motivo é a disparada de preços dos alimentos que só este ano acumularam mais de 20%; do gás de cozinha, que registrou variação de reajustes de 15% a 20%, dependendo da região do país, aliado ao fechamento de armazéns da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) …

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Mercado eleva projeção de inflação e vê Selic a 5% este ano, mostra Focus

Especialistas consultados pelo BC veem Selic a 6% em 2022 O mercado elevou suas projeções para a taxa básica de juros neste ano e no próximo depois de o Banco Central ter sinalizado novo aperto monetário em maio, ao mesmo tempo em que o cenário para a inflação voltou a piorar, chegando perto de 5% em 2021. A pesquisa Focus divulgada nesta segunda-feira (22) pelo BC mostrou que os especialistas consultados veem agora a Selic a 5% ao final de 2021 e a 6% em 2022 na mediana das projeções, de 4,5% e 5,5% respectivamente no levantamento anterior. Fachada da sede …

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CADÊ A COMIDA QUE ESTAVA AQUI? BOLSONARO E PAULO GUEDES COMERAM!

Em um ano de pandemia a inflação é maior para as famílias brasileiras mais pobres. Bolsonaro e seu governo têm apostado no agravamento da crise para beneficiar os mais ricos. A política econômica deste governo tem deixado a mesa dos brasileiros cada vez mais vazia e o salário mínimo não consegue acompanhar o aumento dos preços do alimento. O brasileiro está gastando quase 30% a mais pelos produtos da cesta básica. No começo de 2019, com cem reais era possível comprar ao menos onze itens no supermercado, incluindo arroz, feijão, café e um quilo de carne de primeira. Foi o …

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R$ 150 de auxílio não mata a fome, nem retoma economia, dizem CUT e economista

Vice-presidente da CUT, Vagner Freitas, diz que governo e empresas têm de ajudar os mais pobres com auxílio de R$ 600. Para especialista em política pública, pagar apenas R$ 150 é irresponsabilidade do governo Com o fim do pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 – R$ 1.200 para mães chefes de família, como tinha determinado o Congresso Nacional em março de 2020 -, a extrema pobreza atingiu quase 27 milhões de pessoas, o que equivale a 12,8% da população brasileira, já em janeiro deste ano, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), com base nos dados das Pesquisas Nacionais por …

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Bolsos vazios e preços cada vez mais altos, está bom para quem?

Os aumentos constantes têm agravado ainda mais a situação econômica para a maioria das famílias brasileiras. Desde a escalada de Bolsonaro e sua corja ao poder, a situação econômica do Brasil está ladeira abaixo. Paulo Guedes é quem está à frente das decisões que ocasionam esse cenário e tem retirado da mesa das famílias brasileiras o essencial. Só neste ano, já foram realizados dois aumentos no preço do gás de cozinha, o último na terça-feira (9). O reajuste foi de 5,1% no preço do Gás liquefeito de petróleo – GLP. Com isso, o botijão de 13 quilos passou a custar …

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Sem programa de recuperação de emprego, governo quer mexer nas férias do trabalhador

Antecipação de férias e feriados não religiosos está entre as medidas que o governo estuda para evitar demissões. Para CUT, medida é paliativa, pois falta ao país um programa de preservação de emprego Sem projeto para resolver a crise econômica, agravada pela pandemia do novo coronavírus, ou uma proposta concreta para recuperar os milhões de empregos perdidos nos  últimos anos, o governo de Jair Bolsonaro (ex-PSL) só apresenta propostas para alterar, acabar ou reduzir os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. Com o país inteiro mergulhado no caos provocado pela segunda e mais agressiva onda do novo coronavírus e a economia em …

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Economistas já falam em recessão para 2021 se não houver auxílio e crédito para as empresas

A tempestade causada pelo coronavírus ainda está longe de dar uma trégua —já são mais de 257.000 as vítimas fatais no Brasil, e subindo—, mas previsões mais pessimistas para a economia não se realizaram. O Produto Interno Bruto (PIB) teve queda de 4,1% no ano passado, para 7,4 trilhões reais, segundo os dados divulgados nesta quarta-feira (2) pelo IBGE. É a maior contração em 24 anos, ainda assim, um resultado melhor do que o previsto no começo da crise sanitária por organismos internacionais, que chegaram a falar em um derretimento de até 10% na economia nacional. Sem o suporte do pacotes de incentivo neste ano, …

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PIB despenca 4,1% e o Brasil sai do grupo das 10 maiores economias

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro – soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia – sofreu um tombo de 4,1% em 2020. Os dados são do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgados nesta quarta-feira (3/3) pelo IBGE. “É o maior recuo anual da série iniciada em 1996. Essa queda interrompeu o crescimento de três anos seguidos, de 2017 a 2019, quando o PIB acumulou alta de 4,6%”, informou o IBGE. Ou seja, os números de 2020, superiores à queda de 3,5% registrada em 2015, praticamente anulam o irrisório crescimento …

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Bovespa cai mais de 5%; Petrobras despenca 18%

Papéis da estatal têm forte queda com troca no comando da petroleira e temores de intervenção do governo na política de preços de combustíveis. Eletrobras e Banco do Brasil também desabam. A bolsa de valores brasileira, a B3, opera em forte queda nesta segunda-feira (22), após o presidente Jair Bolsonaro ter anunciado na noite de sexta-feira a indicação de um novo presidente-executivo para a Petrobras e com agentes financeiros enxergando aumento relevante de risco político no país, principalmente de ingerência governamental em estatais. Às 10h56, o Ibovespa caía 5,23%, a 112.236 pontos, pressionado pelo tombo nas ações da Petrobras, que têm peso …

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