Dando continuidade às séries de mudanças combinadas com o empresariado nacional e internacional, de assumir – independentemente de qualquer aspecto ético, econômico ou social – a destruição dos principais direitos dos trabalhadores conquistados através da luta, Temer não medirá recursos para aprovar a reforma da Previdência. Mesmo com todo dinheiro e cargos disponíveis, o governo poderá ter dificuldades de atender a ganância dos parlamentares que abertamente trocam o seu voto por quaisquer vantagens.
Além disso, alguns partidos, de olho nas eleições presidenciais do próximo ano, poderão colocar condicionantes para apoiar a proposta original apresentada pelo governo. Pelo lado dos trabalhadores, que são os principais afetados pelas mudanças, as centrais sindicais CUT, Nova Central, Força Sindical, CTB, Intersindical, CSB, UGT, CSP-Conlutas e CGTB, após reunião, resolveram convocar uma Greve Geral para o próximo dia 05 de dezembro. O objetivo é barrar qualquer votação que altere as regras previdenciárias.
Infelizmente, durantes as votações que mantiveram Michel Temer e sua quadrilha no poder, mesmo com todas as provas da corrupção e das compras de votos, as entidades que representam as classes trabalhadoras não se manifestaram ou convocaram suas bases para pressionar pela saída do presidente, o que poderia interromper estas reformas. Se não conseguimos dar um fim ao mandato deste presidente corrupto, precisamos realmente construir uma grande mobilização para barrar esta reforma que não atende o interesse da maioria do povo brasileiro.
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