O modelo de capitalização que o governo quer implementar com a reforma da Previdência só será benéfico para os bancos. Pelo projeto, as empresas deixam de recolher as contribuições para o Estado e passam a engordar o patrimônio dos fundos de capitalização privados, no caso, os bancos. Em números, o empregador deixaria de contribuir com os atuais 20% do salário do trabalhador para o equivalente a 8,5%. A mesma taxa ficaria para os empregados e aos bancos caberia a gestão dos fundos de pensão. Mas, para isso é preciso o pagamento de uma taxa de administração. A mudança segue o …
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